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	<title>Agricultura &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Saca de café arábica é arrematada por R$ 26 mil e leilão bate recorde no Caparaó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O leilão de cafés especiais da 8ª edição do Conexão Caparaó movimentou o setor e bateu um novo recorde em 2026. Realizado no último fim de semana, em Pedra Menina, distrito de Dores do Rio Preto (ES), o evento apurou R$ 136,9 mil, superando todas as edições anteriores.</p>



<p>De acordo com a Associação de Produtores Rurais de Pedra Menina (Aprupem), o campeão do concurso foi o produtor&nbsp;<strong>Ednaldo Batista Alves</strong>, com&nbsp;<strong>88 pontos</strong>. A saca do café vencedor foi arrematada por&nbsp;<strong>R$ 24 mil</strong>. No entanto, quem atingiu o maior valor no leilão foi o vice-campeão&nbsp;<strong>Flávio José Protásio de Abreu (Kaká)</strong>, que conquistou&nbsp;<strong>87,96 pontos</strong>&nbsp;e teve sua saca vendida por&nbsp;<strong>R$ 26 mil</strong>, valor superior ao do campeão. O terceiro colocado foi&nbsp;<strong>Antônio César Júnior</strong>, que alcançou&nbsp;<strong>87,92 pontos</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória.</p>
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		<title>Com quase 300 cestas verdes entregues, Aracruz reforça cuidado com as famílias e valorização do campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para muitas famílias em situação de vulnerabilidade em Aracruz, cada nova entrega do Programa Compra Direta de Alimentos (CDA) representa mais do que comida na mesa: é a certeza de que elas não estão sozinhas. Desde o lançamento, em 30 de outubro, quase 300 cestas verdes já chegaram aos lares aracruzenses, carregadas de cuidado, qualidade e esperança. Mais 260 serão entregues nas próximas semanas.</p>



<p>Realizada pelas Secretarias de Desenvolvimento Social (Semds) e de Agricultura, Pecuária e Pesca (Semap), a ação reafirma o compromisso da Prefeitura de Aracruz com quem mais precisa e também com quem produz. O programa, uma iniciativa do Governo do Estado coordenada pela Secretaria de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), permite que os municípios comprem alimentos diretamente de agricultores familiares, garantindo renda no campo e segurança alimentar às famílias em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>Desde o lançamento, em 30 de outubro, quando 130 cestas verdes foram distribuídas a usuários dos Cras de Jacupemba, Guaraná, Barra do Riacho, Vila do Riacho, Indígena e Santa Cruz, o CDA já transformou rotinas e fortaleceu laços entre produtores e a comunidade. Nesta nova entrega, novamente foram os rostos emocionados, de quem recebe e de quem produz, que narraram a importância do programa.</p>



<p>Para a secretária de Desenvolvimento Social, Rosilene Filipe, o programa vai muito além da entrega de alimentos.&nbsp;<em>“Cada cesta representa respeito, acolhimento e a certeza de que ninguém está sozinho. Quando fortalecemos a agricultura familiar e levamos comida saudável para as famílias que mais precisam, damos passos firmes para reduzir desigualdades e construir uma cidade mais humana. É isso que nos move todos os dias”</em>, comentou.</p>



<p>A integração entre as secretarias de Desenvolvimento Social e de Agricultura, Pecuária e Pesca é um dos pilares que vêm garantindo a efetividade do CDA em Aracruz. O programa materializa políticas públicas planejadas para gerar impacto real, tanto no desenvolvimento sustentável quanto no combate à insegurança alimentar.</p>



<p>O prefeito Dr. Coutinho destacou o simbolismo dessa entrega.&nbsp;<em>“Quando olhamos para cada família atendida e para cada produtor que hoje tem mais oportunidade de trabalho e renda, vemos que estamos no caminho certo. O CDA é mais que um programa: é uma política que humaniza, fortalece o campo e leva dignidade para quem mais precisa. Aracruz está construindo um futuro mais justo com cada ação como essa”</em>.</p>



<p><strong>Fortalecimento do campo</strong></p>



<p>Ao adquirir alimentos de cerca de 20 agricultores familiares locais, o município não apenas movimenta a economia rural, mas também reconhece o valor de cada produtor que, com seu trabalho, garante alimentos de qualidade para a mesa de outras famílias. É uma corrente de cuidado que parte do campo e chega aos lares aracruzenses com dignidade e esperança.</p>



<p>Por meio do programa, agricultores familiares passam a ter garantia de compra, estabilidade e reconhecimento. As famílias atendidas recebem alimentos frescos, nutritivos e cultivados com cuidado, uma união que faz do CDA um exemplo de política pública eficiente, sensível e transformadora.</p>



<p>A Prefeitura de Aracruz segue comprometida em ampliar ações como essa, que unem desenvolvimento sustentável, valorização da agricultura familiar e proteção social. Cada entrega reforça a certeza de que a transformação acontece quando o poder público se aproxima da comunidade e age com sensibilidade, planejamento e propósito.</p>



<p>Fonte: Prefeitura De Aracruz</p>
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		<title>Café solúvel segue fora das isenções tarifárias dos Estados Unidos e preocupa setor</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/cafe-soluvel-segue-fora-das-isencoes-tarifarias-dos-estados-unidos-e-preocupa-setor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A suspensão das tarifas extras de 40% que os Estados Unidos aplicavam a diversos produtos brasileiros, anunciada na última quinta-feira, trouxe alívio para grande parte do setor cafeeiro. Para o Espírito Santo, grande produtor e exportador, a retirada das tarifas sobre o café verde representa um impulso importante para o fluxo de comércio. No entanto, o cenário não é totalmente favorável. O café solúvel, produto de maior valor agregado e responsável por cerca de 10% das exportações brasileiras para o mercado americano, permanece sujeito à taxação.</p>



<p><strong>Setor de solúvel segue pressionado e mantém negociações</strong></p>



<p>De acordo com Márcio Cândido Ferreira, presidente do Conselho Nacional dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o café solúvel é estratégico para a economia justamente por gerar emprego e renda.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<strong>Temos uma tarefa pela frente: resolver a questão do café solúvel</strong>, que continua tarifado não apenas o do Brasil, mas também de outras origens. Já mantive contato com a embaixada do Brasil em Washington, com Brasília e com nossos importadores lá fora. Estamos trabalhando ativamente nessa questão. Costumo dizer que para cada emprego gerado pelo café em grão, três ou quatro são gerados pelo café solúvel, que tem maior valor agregado por ser um produto final acabado”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS), em nota, celebrou a reversão das tarifas para outros produtos agrícolas, mas lamentou que o solúvel brasileiro, “um produto de importância histórica e econômica fundamental para ambos os países”, continue submetido à taxa adicional de 40%, que chega a 50% quando somadas tarifas recíprocas.</p>



<p>“Essa situação contrasta com o progresso geral nas negociações bilaterais e representa um desafio contínuo para o setor”, destacou a associação.</p>



<p>Segundo a entidade, os efeitos da medida, vigente desde agosto de 2025, foram severos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Queda abrupta nas exportações:</strong> os embarques para os EUA caíram mais de 52% em volume desde agosto, evidenciando o efeito imediato da medida tarifária;</li>



<li><strong>Perda de liderança histórica:</strong> os EUA sempre foram o maior mercado para o café solúvel brasileiro, uma parceria que remonta à década de 1960. Em 2024, o país respondia por 38% das importações de café solúvel;</li>



<li><strong>Impacto financeiro e competitivo:</strong> atualmente, os EUA representam cerca de 20% do volume total das exportações brasileiras de solúvel, com receitas anuais de aproximadamente US$ 200 milhões, equivalentes a 800 mil sacas de café. A manutenção da tarifa compromete a competitividade do produto, favorecendo concorrentes de outras origens;</li>



<li><strong>Reconfiguração do mercado global:</strong> a dimensão do impacto é grande. Inclusive, pela primeira vez, os EUA deixaram de ser o principal destino do café solúvel brasileiro, com a Rússia assumindo essa posição.</li>
</ul>



<p>A ABICS alerta que a manutenção das tarifas pode gerar perdas irreversíveis:</p>



<p>“A presença no mercado americano é estratégica para o Brasil. Há risco real de substituição permanente por produtos de outros países. Uma vez perdida essa fatia de mercado e a fidelidade do consumidor, a recuperação será extremamente difícil, com prejuízos para toda a cadeia produtiva, dos cafeicultores às indústrias e trabalhadores.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-para-o-espirito-santo"><strong>Impactos para o Espírito Santo</strong></h2>



<p>Os Estados Unidos são, historicamente, os maiores compradores das exportações de café do Espírito Santo. Por isso, a manutenção da tarifa sobre o café solúvel preocupa o setor exportador capixaba.</p>



<p>Dados do Centro de Comércio de Café de Vitória (CCCV) mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o estado exportou 341 mil sacas de solúvel, queda de 10% no volume, mas aumento de 29,5% na receita, impulsionado pelo preço médio mais alto. Desse total, 36% tiveram como destino os EUA.</p>



<p>Segundo o CCCV, a participação do café solúvel exportado para o Estados Unidos apresentou oscilações ao longo da última década, considerando o período acumulado entre janeiro e setembro de 2015 a 2025. O percentual aumentou entre 2015 e 2016, caiu de 2016 a 2019, voltou a crescer em 2020, recuou novamente entre 2020 e 2022, subiu em 2022 e 2023, caiu em 2023 e 2024 e voltou a apresentar alta em 2025.</p>



<p>A tendência confirma a importância da previsibilidade tributária para manter o fluxo de embarques. Apesar disso, as exportações capixabas de café para os EUA sofreram forte retração geral: após o tarifaço, os embarques de arábica e conilon caíram 54% no comparativo com o mesmo período de 2024. No solúvel, a queda foi menor, mas ainda preocupante.</p>



<p>O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, destacou a relevância da retirada das tarifas sobre produtos fundamentais para o estado:</p>



<p>“Foi de fato uma importante vitória e nós precisamos comemorar o fato de o governo norte-americano ter eliminado o tarifaço sobre um conjunto de atividades econômicas e arranjos produtivos que são da maior importância para o estado, pelo tanto que geram de emprego, trabalho, oportunidade e pelo que distribuem de renda.”</p>



<p>Ferraço ressalta ainda que o estado tem condições de ampliar sua competitividade. “A partir de hoje, atividades como o café, que está presente em mais de 60 mil propriedades do estado, a macadâmia, a pimenta e o gengibre não terão mais este tarifaço e poderão escalar o mercado norte-americano com mais competitividade. Mas precisamos continuar atentos, porque segmentos importantes como pescados e o mármore e granito ainda não foram incluídos.”</p>



<p>Mesmo com o avanço, uma lista significativa de produtos permanece taxada pelos EUA: café solúvel, mármore e granito, peixes, mel e itens industriais como máquinas e calçados.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<item>
		<title>Trump retira tarifas de 40% sobre produtos do Brasil e beneficia ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 11:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump<strong>, </strong>anunciou<strong>,</strong> nesta quinta-feira (20),<strong> a retirada da tarifa de importação de 40% sobre determinados produtos brasileiros</strong>. A medida beneficia diretamente o Espírito Santo.</p>



<p>Dentre os produtos na lista divulgada pela Casa Branca estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Café</li>



<li>Chá</li>



<li>Frutas tropicais</li>



<li>Banana</li>



<li>Laranja</li>



<li>Tomate</li>



<li>Sucos de frutas</li>



<li>Cacau</li>



<li>Especiarias</li>



<li>Carne bovina</li>
</ul>



<p>Na ordem executiva publicada pela Presidência dos EUA, Trump diz que<strong>&nbsp;a decisão foi tomada após conversa por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva</strong>, “durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as questões identificadas no Decreto Executivo 14.323”.&nbsp;De acordo com a publicação, essas negociações ainda estão em andamento.</p>



<p>Além disso, foram consideradas informações e recomendações adicionais de diversas autoridades que têm acompanhado as circunstâncias relativas ao estado de emergência declarado no Decreto Executivo 14.323.</p>



<p>“<strong>Segundo as recomendações recebidas por Trump, “certas importações agrícolas do Brasil não deveriam mais estar sujeitas à alíquota adicional de 40% imposta pelo Decreto Executivo 14.323, porque, entre outras considerações relevantes, houve progresso inicial nas negociações com o Governo do Brasil”, especifica a publicação oficial.</strong></p>



<p>A Casa Branca divulgou, em um&nbsp;anexo,&nbsp;a lista de produtos que deixam de ser afetados pela alíquota de 40%.</p>



<p><strong>“Especificamente, determinei que certos produtos agrícolas não estarão sujeitos à alíquota adicional de imposto&nbsp;<em>ad valorem&nbsp;</em>imposta pelo Decreto Executivo 14.323″</strong>, diz o texto, ao acrescentar que, no entendimento de Trump, “essas modificações são necessárias e apropriadas para lidar com a emergência nacional declarada no Decreto Executivo 14.323”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-medida-beneficia-o-espirito-santo">Medida beneficia o Espírito Santo</h3>



<p>A medida de Trump beneficia o Espírito Santo, segundo maior produtor de café do Brasil e maior produtor da variedade conilon.</p>



<p>Além disso, o Estado também é exportador de frutas. Na semana passada, quando a primeira diminuição das tarifas foi anunciada, o governador Renato Casagrande comemorou a medida e afirmou que elas abrem portas para produtos capixabas.</p>



<p><strong>“Para o Espírito Santo, com produção forte qualificada do café às frutas, essa abertura amplia oportunidades e fortalece nossa economia”</strong>, afirmou Casagrande</p>



<p>Fonte: Folha Vitória- Foto:Ricardo Stuckert/PR</p>
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			</item>
		<item>
		<title> Nasce a primeira lenda mundial do café especial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 16:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Luiz Paulo Dias Pereira Filho recebeu o título da ACE, é um dos seis<br>produtores no mundo a terem a honraria e será homenageado na cerimônia<br>de premiação do Cup of Excellence, em São Paulo (SP), no dia 1º de<br>novembro</p>



<p> <br>A _Alliance for Coffee Excellence_ (ACE) elegeu as seis primeiras lendas<br>do café especial no mundo e uma delas é do Brasil: Luiz Paulo Dias<br>Pereira Filho. Com a honraria, ele se torna “hors-concours” do _Cup<br>of Excellence_, principal concurso global de qualidade do setor, que,<br>neste ano, terá seu resultado revelado pela Associação Brasileira de<br>Cafés Especiais (BSCA) no dia 1º de novembro, a partir das 9h30, no<br>Diamond House, em São Paulo (SP), quando o brasileiro será<br>homenageado.</p>



<p>O título “Lendas da Excelência” foi criado neste ano e é<br>concedido a produtores de café que cultivam, consistentemente,<br>qualidade excepcional, com inovação e dedicação, conquistando, ao<br>longo dos anos, diversos prêmios _Cup of Excellence_, competição<br>criada em 1999, no Brasil, e que, atualmente, tem os direitos de<br>realização no mundo concedidos à ACE.</p>



<p>Em comunicado, a entidade internacional aponta que a homenagem concedida<br>a esses produtores se dá não apenas pelos cafés extraordinários que<br>produzem, mas pelo comprometimento que possuem em promover uma<br>indústria de café mais justa e sustentável em todo o mundo.</p>



<p>“Além de produzir café de classe mundial, as ‘Lendas da<br>Excelência’ também são líderes em suas comunidades. Cada um desses<br>produtores causou um impacto duradouro ao investir em programas sociais<br>que elevam a cultura de outros produtores, trabalhadores e comunidades<br>locais. Seja por meio de iniciativas educacionais, projetos de<br>sustentabilidade ou programas de mentoria que orientam a próxima<br>geração de cafeicultores, essas lendas não estão apenas moldando o<br>futuro do café, mas também fortalecendo as comunidades que o tornam<br>possível”, enaltece a ACE.</p>



<p>Natural de Carmo de Minas (MG), Luiz Paulo é o primogênito de quatro<br>irmãos de uma tradicional família produtora de café na região da<br>Mantiqueira, a qual, inclusive, é detentora da maior nota na história<br>do _Cup of Excellence_ no Brasil: 95,85 pontos com o café produzido por<br>Francisco Isidro Pereira, em 2005.</p>



<p>“Essa honraria, que me deixa muito orgulhoso, prova que o Brasil é<br>referência em café especial, muito além de ser apenas em café. Temos<br>uma história linda com a cafeicultura em quase três séculos, com<br>constantes investimentos e inovações tecnológicas, extremo respeito<br>aos recursos naturais, ao meio ambiente e às pessoas de nossas<br>comunidades, com as quais temos compromisso em sempre prover melhorias,<br>visando vida digna a todos”, comenta Luiz Paulo.</p>



<p>Ele recorda que a aquisição de conhecimento, em diversas viagens pelo<br>mundo e em intercâmbios com atores da cafeicultura de outros países<br>produtores, é um diferencial que adquiriu para contribuir com a<br>comunidade brasileira do café especial.</p>



<p>“Temos relacionamento com cafeicultores de praticamente todos os<br>países produtores, além de buscarmos conhecimento constante com nossos<br>principais compradores. Fui 35 vezes somente ao Japão, por exemplo.<br>Visitamos todas essas nações, descobrimos novas formas de cultivo,<br>tendências de consumo e trazemos essa experiência aos cafés especiais<br>do Brasil. Através desse trabalho, que também é realizado por<br>centenas de atores do setor, podemos afirmar que nosso país, sim, está<br>inserido em posição de destaque no cenário global do café<br>especial”, assegura.</p>



<p>Além de Luiz Paulo, que já esteve 23 vezes entre os vencedores do _Cup<br>of Excellence_ e também traz em seu currículo o fato de ter sido o<br>presidente mais jovem na história da BSCA, aos 30 anos, em 2011 –<br>sendo reeleito dois anos depois –, as outras lendas do café especial<br>no mundo são: Benjamin Paz, de Honduras (cinco vezes); Juan Diego De La<br>Cerda, da Guatemala (13 vezes); Ernesto Menéndez, de El Salvador (cinco<br>vezes); Manuel Antônio &#8220;Toño&#8221; Barrantes, de Costa Rica (10 vezes); e<br>Olman Valladarez, da Nicarágua (14 vezes).</p>



<p>Fonte : pauloandre@agenciap1.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dary quer tornar Caparaó capixaba referência em cafés especiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Projeto de Lei (PL) 508/2025 quer conferir ao Caparaó capixaba o título de Região dos Cafés Especiais do Estado do Espírito Santo. A iniciativa, de autoria do deputado Dary Pagung (PSB), será avaliada pelas comissões de Justiça, de Cultura, de Turismo e de Finanças da Assembleia Legislativa (Ales).</p>



<p>Em justificativa à proposição, o parlamentar reafirma a importância da região, localizada ao sul capixaba, onde se encontra o Pico da Bandeira. Além disso, ressalta a riqueza natural, ideal para a prática do ecoturismo, do turismo de aventura e do agroturismo, além de se destacar pela produção de cafés especiais.</p>



<p>O título englobaria toda a região do Caparaó, incluindo os municípios de Alegre, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Iúna, Irupi, Jerônimo Monteiro, Muniz Freire e São José do Calçado.</p>



<p>Dary ressalta a importância do apoio à região e destaca o potencial turístico e econômico do local. “Podemos transformar a Região do Caparaó Capixaba na referência estadual da produção de cafés especiais, promovendo benefícios sociais, culturais e econômicos duradouros para toda a população”.</p>



<p>Se o PL for aprovado em plenário e se tornar lei, a região do Caparaó receberá o título de região dos cafés especiais do estado do Espírito Santo após sua data de publicação em diário oficial.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Ales</p>
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		<item>
		<title>Deputado propõe centros de formação técnica na zona rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 16:17:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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<p>Oportunizar aos jovens a escolha de permanecer no campo é um dos objetivos do deputado Zé Preto (PP), autor de indicação ao governo para a criação de Centros de Formação Técnica para atender jovens das comunidades rurais e pesqueiras.</p>



<p>“A modernização das práticas produtivas e a crescente exigência do mercado requerem mão de obra cada vez mais qualificada. Muitos jovens dessas comunidades acabam deixando suas regiões de origem em busca de oportunidades, devido à falta de acesso à capacitação profissional adequada”, justifica o proponente da Indicação 1.158/2025, aprovada no Plenário e encaminhada à Secretaria da Casa Civil do Executivo estadual.</p>



<p>Para Zé Preto, a medida visa à capacitação dos jovens para atuarem em setores como agroindústria, aquicultura, gestão de negócios rurais e pesqueiros, comercialização e uso de novas tecnologias. Além disso, a formação especializada poderá estimular o empreendedorismo local e agregar valor à produção.&nbsp;</p>



<p>Segundo a proposta, a implantação desses centros poderá ser realizada em parceria com “as prefeituras, universidades, institutos de ensino técnico e entidades representativas dos agricultores e pescadores, garantindo que o conteúdo seja prático, atualizado e alinhado às realidades regionais”.</p>



<p>Fonte: Ales.</p>
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		<title>Ales votará em urgência medidas contra tarifaço e apoio à agricultura familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 16:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p>Os deputados estaduais vão votar, com urgência, dois projetos de lei (PL) que impactam a economia capixaba. O PL 595/2025 autoriza o Fisco estadual a transferir créditos acumulados de ICMS para setores produtivos diretamente atingidos pelo tarifaço. Já o PL 610/2025 estabelece que, em todas as compras realizadas pelos órgãos do governo estadual, pelo menos 30% dos recursos sejam destinados à aquisição de produtos da agricultura familiar.</p>



<p>A análise das matérias consta na sessão ordinária desta segunda-feira (15), às 15 horas, quando serão votados os requerimentos de urgência. Pela manhã, o Colégio de Líderes autorizou esse tipo de tramitação para os dois projetos, ambos de autoria do Poder Executivo.&nbsp;</p>



<p>O presidente da Ales, deputado Marcelo Santos (União), destacou a importância da decisão: “Mesmo com mais de 1.300 projetos prontos para votação, precisamos priorizar iniciativas que defendem a economia do nosso estado e a nossa gente. É um momento de união para garantir competitividade e segurança alimentar”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="747" height="499" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image.jpeg" alt="" class="wp-image-43949" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image.jpeg 747w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-300x200.jpeg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-112x75.jpeg 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-480x321.jpeg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, 747px" /></figure>



<p><strong>Tarifaço</strong></p>



<p>O PL 595/2025 autoriza a transferência de créditos acumulados de ICMS para setores produtivos diretamente atingidos pelo tarifaço, como rochas ornamentais, pescados e crustáceos, pimenta-do-reino, mamão e gengibre. A proposta busca assegurar capital de giro às empresas, preservar empregos e manter cadeias produtivas estratégicas para a economia capixaba.</p>



<p>Após a reunião do Colégio de Líderes, Marcelo Santos recebeu representantes do Sindirochas, que se mostraram confiantes na aprovação da proposta. O presidente da entidade, Bismarc Bachiete, destacou que a medida pode minimizar os prejuízos que o setor vem enfrentando desde o início da vigência da tarifa norte-americana.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="747" height="499" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-1.jpeg" alt="" class="wp-image-43950" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-1.jpeg 747w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-1-300x200.jpeg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-1-112x75.jpeg 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image-1-480x321.jpeg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, 747px" /></figure>



<p>O vice-governador Ricardo Ferraço (PSDB) também participou da reunião.&nbsp;Ricardo coordena&nbsp;o comitê que discute&nbsp;os efeitos do &#8220;tarifaço&#8221; dos Estados Unidos no estado. Esse grupo ouviu setores afetados, avaliando o impacto das novas tarifas na economia e nas finanças estaduais e municipais. O projeto de lei enviado à Ales é resultado desse trabalho de propor ações para mitigar os efeitos econômicos e sociais, incluindo a manutenção de empregos.</p>



<p><a href="https://www.flickr.com/photos/assembleialegislativaes/albums/72177720329038401/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fotos da reunião do Colégio de Líderes e do encontro com empresários</a></p>



<p><strong>Agricultura familiar</strong></p>



<p>Já o PL 610/2025 estabelece que, em todas as compras realizadas pelos órgãos do governo estadual, pelo menos 30% dos recursos sejam destinados à aquisição de produtos da agricultura familiar.&nbsp;&nbsp;A legislação vigente assegura esse percentual para as compras destinadas à alimentação nas escolas. Com a nova proposta, a regra passará a valer, por exemplo, para penitenciárias, hospitais, institutos estaduais, entre outros órgãos. Segundo o sistema OCB-ES, o Espírito Santo conta com 22 cooperativas de agricultura familiar.&nbsp;</p>



<p>Segundo o governador Renato Casagrande, a iniciativa deve ampliar a comercialização da produção local, gerar renda para pequenos agricultores e fortalecer a base da segurança alimentar do estado. Marcelo Santos reforçou: “Valorizar as compras institucionais é garantir mercado para o pequeno produtor e comida de qualidade na mesa da população”.</p>



<p>Fonte: Ales</p>
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		<title>Cultivo de morangos em Colatina ganha destaque com projeto da Ales</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 17:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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<p>O cultivo de morangos, tradicionalmente, acontece em regiões de clima frio. No Espírito Santo, grande parte da produção é concentrada na Região Serrana, em municípios como Domingos Martins e Venda Nova do Imigrante. No entanto, o projeto Arranjos Produtivos, desenvolvido pela Assembleia Legislativa (Ales), está incentivando o cultivo de morangos em Colatina, município conhecido pelas altas temperaturas.</p>



<p>A implantação de 10 estufas de morango entregues gratuitamente pelo projeto começou em outubro de 2024. As estruturas foram montadas em propriedades de agricultores familiares cadastrados na iniciativa que, em menos de um ano, está dando bons resultados. As primeiras colheitas já foram realizadas.</p>



<p>“Está fazendo o maior sucesso. Na época do morango do amor eu vendi muito, sempre tinha pessoas procurando. Atualmente, a maior parte da produção eu vendo para confeiteiras aqui da região”, afirma a produtora Sueli Mesquita, que toma conta de uma das estufas ao lado do marido, Edemir Mesquita.</p>



<p>Para o cultivo em Colatina foi escolhido o sistema semi-hidropônico. É uma forma de plantio sem contato direto com o solo, em que as plantas crescem em substratos e recebem água e nutrientes por irrigação controlada.</p>



<p>“O manejo é feito diariamente e o resultado é muito satisfatório. Colatina é conhecida por ser muito quente e a gente está conseguindo produzir com a variedade que nós escolhemos, uma variedade mais resistente ao calor”, explica Juliana Azevedo, técnica responsável pelo atendimento nas estufas de morango.</p>



<p>O coordenador técnico do projeto, Wagner Canal, fala sobre o desafio: “A gente quis mostrar que era possível cultivar morango em Colatina. Outra característica da produção é que a iniciativa é liderada por mulheres, dando destaque para o trabalho delas na agricultura familiar. São as mulheres do morango, o grupo já se organizou e elas estão atuando unidas”, revela.</p>



<p>Fonte: Assembleia Legislativa do Espírito Santo.</p>
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		<title>Agricultura familiar sustentável é tema de projeto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 11:42:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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<p>Objetivo de proposição assinada pelo deputado Zé Preto é criar um programa estadual e incentivo na área</p>



<p>Promover a produção orgânica e fortalecer a agricultura familiar de base sustentável. É o que pretende o deputado Zé Preto (PP), por meio do Projeto de Lei (PL) 418/2025. A matéria propõe a criação do Programa Estadual de Incentivo à Agricultura Familiar Sustentável.<br><br>Entre outras medidas, a proposição sugere a criação de linhas de crédito para o setor, assistência técnica gratuita, implantação de feiras agroecológicas, criação de editais de estímulo à agroecologia, além da formação continuada para agricultores e técnicos.<br><br>A proposta apresenta diversos objetivos, como&nbsp;o incentivo à transição agroecológica em propriedades da agricultura familiar e à comercialização de produtos orgânicos, o&nbsp;apoio técnico aos produtores por meio de instituições públicas e o estímulo&nbsp;à fixação dos jovens no campo.<br><br><strong>Justificativa</strong><br><br>“A agricultura familiar representa mais de 70% dos estabelecimentos rurais no Espírito Santo e é responsável por grande parte da produção de alimentos consumidos internamente. O incentivo a práticas agroecológicas e sustentáveis fortalece a soberania alimentar, protege o meio ambiente, melhora a saúde dos consumidores e assegura renda justa ao produtor rural”, argumenta o autor na justificativa do projeto.<br><br>“Diante do avanço das mudanças climáticas e da degradação ambiental, torna-se urgente promover modelos produtivos que respeitem os limites dos ecossistemas e promovam justiça social no campo. Este projeto de lei visa oferecer apoio técnico, financeiro e institucional a agricultores familiares comprometidos com a sustentabilidade”, complementa o parlamentar.<br><br><strong>Tramitação</strong><br><br>A proposta passará pelo crivo das comissões de Justiça, Agricultura e Finanças, antes de ir ao plenário.</p>



<p>Fonte: Assembleia Espírito Santo.</p>
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