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	<title>Agricultura &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Crédito rural em áreas de risco ambiental soma R$ 92,4 bi desde 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As operações de crédito rural público em áreas com alerta de desmatamento acumulam, desde 2019, 831 mil contratos e R$ 92,4 bilhões em volume financiado, segundo dados do novo Monitor do Crédito Rural do MapBiomas.</p>



<p>De acordo com o estudo, mais de 400 instituições financeiras oferecem crédito rural no Brasil, mas 60% do volume de recursos estão concentrados em apenas cinco delas: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul.</p>



<p>Em número de operações, o Banco do Nordeste concentrou 56% do total entre 2019 e 2025 (somando 6,67 milhões de contratos). Já em valor total desembolsado nesses sete anos, o Banco do Brasil lidera o ranking com R$ 306 bilhões.</p>



<p>O levantamento revela ainda que mais de 68% das operações contratadas são de investimento e cerca de 58% estão ligadas a atividades pecuárias — sendo 23% voltadas à aquisição de animais e cerca de 27% destinadas ao financiamento de atividades envolvendo bovinos.</p>



<p>A mesma concentração se repete em transações realizadas em áreas de sobreposição a camadas socioambientais, que incluem locais com alertas de desmatamento, embargos ambientais, florestas públicas tipo B (áreas formalmente arrecadadas pelo poder público, mas sem destinação específica), terras indígenas, unidades de conservação e quilombolas.</p>



<p>Nesses locais protegidos ou sob restrição, 63% das operações foram concedidas pelo Banco do Nordeste. Já em volume financeiro, o Banco do Brasil concentra 33% do total de crédito disponibilizado.</p>



<p>Os dados são do MapBiomas Alerta, sistema que identifica alertas de desmatamento e degradação da vegetação nativa em todos os biomas do país e cruza os dados com informações das plataformas de operação de crédito rural público.</p>



<p>Entre os estados, o Piauí lidera em volume de operações com algum tipo de sobreposição a camadas socioambientais, registrando 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já no critério de volume total de crédito liberado nessas áreas, o Tocantins lidera com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso (R$ 13,3 bilhões) e Rondônia (R$ 13 bilhões).</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Preço global do café cai a menor patamar em 2 anos, mas El Niño pressiona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 11:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[el nino]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de café]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço global do café caiu 2,8% de maio para junho, o menor patamar em dois anos diante de previsões de maior safra do grão em 2026/27. Porém, os riscos climáticos preocupam o mercado e podem mudar a tendência de precificação ao longo do segundo semestre, alerta o relatório da Organização Internacional do Café (OIC).</p>



<p>Segundo o relatório mensal da entidade, o Indicador Composto de Preços da OIC (I-CIP) teve média de&nbsp;<strong>248,90 centavos de dólar por libra-peso em junho</strong>. Apesar disso, os preços chegaram ao menor nível em quase dois anos no dia 9 de junho, antes de reagirem&nbsp;<strong>17,4%</strong>&nbsp;até o encerramento do mês, alcançando a máxima de dois meses.</p>



<p>Divulgado nesta segunda-feira (13), a Organização destaca temor com a crescente possibilidade de um El Niño &#8220;muito forte&#8221; no fim deste ano &#8211; e das chuvas acima da média durante a colheita brasileira &#8211; devem interromper a sequência de quedas das cotações.</p>



<p>A preocupação ganhou força após agências meteorológicas do Japão e dos Estados Unidos apontarem elevada probabilidade para esse cenário, que pode provocar alterações importantes no regime de chuvas das principais regiões produtoras de café do mundo, diz o relatório.</p>



<p>No Brasil, maior produtor mundial, as chuvas intensas registradas em junho atrasaram a colheita, especialmente nas áreas de arábica em Minas Gerais. Na estimativa mais recente, a Safras &amp; Mercado aponta que <strong>44% dos trabalhos de campo foram concluídos </strong>em 24 de junho, abaixo dos <strong>51%</strong> observados no mesmo período do ano passado e também da média histórica de cinco anos, de <strong>47%</strong>.</p>



<p>Segundo a OIC, o excesso de precipitação prejudicou a colheita, a secagem dos grãos e elevou as preocupações com perdas localizadas e qualidade do café.</p>



<p>Apesar da reação das cotações, a entidade do café ressalta que os fundamentos de oferta continuam limitando movimentos mais fortes de alta.</p>



<p>Entre os fatores baixistas estão a previsão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para uma <strong>safra recorde do Brasil</strong>, 14% superior à do ciclo anterior, além da estimativa da Conab de uma produção de <strong>66,7 milhões de sacas</strong>, com crescimento de <strong>28% na colheita de arábica</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exportações</strong></h2>



<p>No comércio internacional, as exportações globais de café verde somaram&nbsp;<strong>10,8 milhões de sacas em maio</strong>, queda de&nbsp;<strong>4,1%</strong>&nbsp;frente ao mesmo mês de 2025. Em maio de 2026, as exportações globais de café verde somaram&nbsp;<strong>10,8 milhões de sacas</strong>, queda de&nbsp;<strong>4,1%</strong>&nbsp;em comparação com as&nbsp;<strong>11,26 milhões de sacas</strong>&nbsp;registradas em maio de 2025.</p>



<p>O recuo foi puxado principalmente pelos arábicas, enquanto os embarques de robusta cresceram&nbsp;<strong>4,8%</strong>. As exportações dos chamados&nbsp;<strong>Naturais Brasileiros</strong>&nbsp;recuaram&nbsp;<strong>17,2%</strong>, para&nbsp;<strong>2,73 milhões de sacas</strong>, mantendo a sequência de retração da variedade no mercado internacional.</p>



<p><strong>O principal recado do documento é que o mercado voltou a precificar risco climático</strong>. Apesar da expectativa de uma safra brasileira recorde em 2026/27 continuar limitando altas mais duradouras, a combinação de <strong>estoques baixos, atraso na colheita brasileira e clima</strong> deve mexer com os próximos meses de precificação.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<item>
		<title>Acordo de livre comércio entre Mercosul e Canadá entra em reta final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Reuniões realizadas em Toronto levaram cinco capítulos do tratado à fase de encerramento; novos encontros estão previstos nas próximas semanas</p>



<p>Na semana passada, autoridades do Mercosul estiveram em Toronto, Canadá, para dar&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/mercosul-e-canada-avancam-em-acordo-de-livre-comercio-apos-negociacoes/">continuidade às negociações de um acordo de livre comércio do bloco com o país norte-americano</a>. Segundo o governo brasileiro, cinco capítulos do acordo avançaram para a etapa final das negociações.</p>



<p>Esta foi a décima rodada negociadora realizada e, segundo comunicado divulgado pelo governo brasileiro, as partes também<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/brasil-acelera-acordos-comerciais-com-canada-emirados-arabes-e-europa/">&nbsp;planejam novas reuniões nas próximas semanas com o objetivo de concluir o tratado</a>.</p>



<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/agro/mercosul-e-canada-avancam-em-acordo-de-livre-comercio-apos-negociacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">As negociações</a> haviam sido retomadas em outubro do ano passado e, de acordo com o governo, refletem &#8220;o interesse das partes em <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/canada-e-mercosul-tem-interesse-em-aprofundar-relacoes-diz-governo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprofundar as relações</a> econômicas e comerciais, promovendo o fortalecimento do comércio bilateral e uma maior integração produtiva entre as economias do Mercosul e do Canadá&#8221;.</p>



<p>A rodada reuniu grupos técnicos para discutir temas como comércio de bens, serviços e serviços financeiros, regras de origem, propriedade intelectual, salvaguardas bilaterais, desenvolvimento sustentável, comércio inclusivo e aspectos legais e institucionais.</p>



<p>Durante o encontro, o ministro do Comércio Internacional do Canadá, Maninder Sidhu, reuniu-se com os negociadores-chefes do bloco sul-americano. Segundo o comunicado, a visita permitiu uma &#8220;troca de perspectivas a respeito&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/mercosul-e-canada-se-aproximam-de-acordo-de-livre-comercio-em-abril/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">do acordo</a>&nbsp;e das demandas das partes negociadoras&#8221;.</p>



<p><strong>Possibilidades comerciais</strong></p>



<p>O Canadá tem cerca de 41 milhões de habitantes, PIB (Produto Interno Bruto) de aproximadamente US$ 2,2 trilhões e importações anuais de US$ 541 bilhões. Em 2025, o fluxo comercial entre Brasil e Canadá alcançou US$ 10,4 bilhões.</p>



<p>As exportações brasileiras para o mercado canadense somaram US$ 7,3 bilhões no ano passado, alta de 14,8% em relação a 2024 e recorde da série histórica.</p>



<p>O Canadá se consolidou como o oitavo principal destino dos produtos brasileiros.</p>



<p>Entre os principais itens exportados pelo Brasil estão minérios de alumínio, níquel e cobre, açúcar, café, aeronaves e equipamentos de engenharia civil.</p>



<p>Já as importações brasileiras vindas do Canadá totalizaram US$ 3,1 bilhões em 2025, crescimento de 12,8% na comparação anual.</p>



<p>Os principais produtos comprados pelo Brasil foram adubos e fertilizantes, motores e máquinas não elétricos, aeronaves e medicamentos.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil.</p>
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		<title>Saca de café arábica é arrematada por R$ 26 mil e leilão bate recorde no Caparaó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O leilão de cafés especiais da 8ª edição do Conexão Caparaó movimentou o setor e bateu um novo recorde em 2026. Realizado no último fim de semana, em Pedra Menina, distrito de Dores do Rio Preto (ES), o evento apurou R$ 136,9 mil, superando todas as edições anteriores.</p>



<p>De acordo com a Associação de Produtores Rurais de Pedra Menina (Aprupem), o campeão do concurso foi o produtor&nbsp;<strong>Ednaldo Batista Alves</strong>, com&nbsp;<strong>88 pontos</strong>. A saca do café vencedor foi arrematada por&nbsp;<strong>R$ 24 mil</strong>. No entanto, quem atingiu o maior valor no leilão foi o vice-campeão&nbsp;<strong>Flávio José Protásio de Abreu (Kaká)</strong>, que conquistou&nbsp;<strong>87,96 pontos</strong>&nbsp;e teve sua saca vendida por&nbsp;<strong>R$ 26 mil</strong>, valor superior ao do campeão. O terceiro colocado foi&nbsp;<strong>Antônio César Júnior</strong>, que alcançou&nbsp;<strong>87,92 pontos</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória.</p>
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		<title>Com quase 300 cestas verdes entregues, Aracruz reforça cuidado com as famílias e valorização do campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para muitas famílias em situação de vulnerabilidade em Aracruz, cada nova entrega do Programa Compra Direta de Alimentos (CDA) representa mais do que comida na mesa: é a certeza de que elas não estão sozinhas. Desde o lançamento, em 30 de outubro, quase 300 cestas verdes já chegaram aos lares aracruzenses, carregadas de cuidado, qualidade e esperança. Mais 260 serão entregues nas próximas semanas.</p>



<p>Realizada pelas Secretarias de Desenvolvimento Social (Semds) e de Agricultura, Pecuária e Pesca (Semap), a ação reafirma o compromisso da Prefeitura de Aracruz com quem mais precisa e também com quem produz. O programa, uma iniciativa do Governo do Estado coordenada pela Secretaria de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), permite que os municípios comprem alimentos diretamente de agricultores familiares, garantindo renda no campo e segurança alimentar às famílias em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>Desde o lançamento, em 30 de outubro, quando 130 cestas verdes foram distribuídas a usuários dos Cras de Jacupemba, Guaraná, Barra do Riacho, Vila do Riacho, Indígena e Santa Cruz, o CDA já transformou rotinas e fortaleceu laços entre produtores e a comunidade. Nesta nova entrega, novamente foram os rostos emocionados, de quem recebe e de quem produz, que narraram a importância do programa.</p>



<p>Para a secretária de Desenvolvimento Social, Rosilene Filipe, o programa vai muito além da entrega de alimentos.&nbsp;<em>“Cada cesta representa respeito, acolhimento e a certeza de que ninguém está sozinho. Quando fortalecemos a agricultura familiar e levamos comida saudável para as famílias que mais precisam, damos passos firmes para reduzir desigualdades e construir uma cidade mais humana. É isso que nos move todos os dias”</em>, comentou.</p>



<p>A integração entre as secretarias de Desenvolvimento Social e de Agricultura, Pecuária e Pesca é um dos pilares que vêm garantindo a efetividade do CDA em Aracruz. O programa materializa políticas públicas planejadas para gerar impacto real, tanto no desenvolvimento sustentável quanto no combate à insegurança alimentar.</p>



<p>O prefeito Dr. Coutinho destacou o simbolismo dessa entrega.&nbsp;<em>“Quando olhamos para cada família atendida e para cada produtor que hoje tem mais oportunidade de trabalho e renda, vemos que estamos no caminho certo. O CDA é mais que um programa: é uma política que humaniza, fortalece o campo e leva dignidade para quem mais precisa. Aracruz está construindo um futuro mais justo com cada ação como essa”</em>.</p>



<p><strong>Fortalecimento do campo</strong></p>



<p>Ao adquirir alimentos de cerca de 20 agricultores familiares locais, o município não apenas movimenta a economia rural, mas também reconhece o valor de cada produtor que, com seu trabalho, garante alimentos de qualidade para a mesa de outras famílias. É uma corrente de cuidado que parte do campo e chega aos lares aracruzenses com dignidade e esperança.</p>



<p>Por meio do programa, agricultores familiares passam a ter garantia de compra, estabilidade e reconhecimento. As famílias atendidas recebem alimentos frescos, nutritivos e cultivados com cuidado, uma união que faz do CDA um exemplo de política pública eficiente, sensível e transformadora.</p>



<p>A Prefeitura de Aracruz segue comprometida em ampliar ações como essa, que unem desenvolvimento sustentável, valorização da agricultura familiar e proteção social. Cada entrega reforça a certeza de que a transformação acontece quando o poder público se aproxima da comunidade e age com sensibilidade, planejamento e propósito.</p>



<p>Fonte: Prefeitura De Aracruz</p>
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		<title>Café solúvel segue fora das isenções tarifárias dos Estados Unidos e preocupa setor</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/cafe-soluvel-segue-fora-das-isencoes-tarifarias-dos-estados-unidos-e-preocupa-setor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A suspensão das tarifas extras de 40% que os Estados Unidos aplicavam a diversos produtos brasileiros, anunciada na última quinta-feira, trouxe alívio para grande parte do setor cafeeiro. Para o Espírito Santo, grande produtor e exportador, a retirada das tarifas sobre o café verde representa um impulso importante para o fluxo de comércio. No entanto, o cenário não é totalmente favorável. O café solúvel, produto de maior valor agregado e responsável por cerca de 10% das exportações brasileiras para o mercado americano, permanece sujeito à taxação.</p>



<p><strong>Setor de solúvel segue pressionado e mantém negociações</strong></p>



<p>De acordo com Márcio Cândido Ferreira, presidente do Conselho Nacional dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o café solúvel é estratégico para a economia justamente por gerar emprego e renda.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<strong>Temos uma tarefa pela frente: resolver a questão do café solúvel</strong>, que continua tarifado não apenas o do Brasil, mas também de outras origens. Já mantive contato com a embaixada do Brasil em Washington, com Brasília e com nossos importadores lá fora. Estamos trabalhando ativamente nessa questão. Costumo dizer que para cada emprego gerado pelo café em grão, três ou quatro são gerados pelo café solúvel, que tem maior valor agregado por ser um produto final acabado”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS), em nota, celebrou a reversão das tarifas para outros produtos agrícolas, mas lamentou que o solúvel brasileiro, “um produto de importância histórica e econômica fundamental para ambos os países”, continue submetido à taxa adicional de 40%, que chega a 50% quando somadas tarifas recíprocas.</p>



<p>“Essa situação contrasta com o progresso geral nas negociações bilaterais e representa um desafio contínuo para o setor”, destacou a associação.</p>



<p>Segundo a entidade, os efeitos da medida, vigente desde agosto de 2025, foram severos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Queda abrupta nas exportações:</strong> os embarques para os EUA caíram mais de 52% em volume desde agosto, evidenciando o efeito imediato da medida tarifária;</li>



<li><strong>Perda de liderança histórica:</strong> os EUA sempre foram o maior mercado para o café solúvel brasileiro, uma parceria que remonta à década de 1960. Em 2024, o país respondia por 38% das importações de café solúvel;</li>



<li><strong>Impacto financeiro e competitivo:</strong> atualmente, os EUA representam cerca de 20% do volume total das exportações brasileiras de solúvel, com receitas anuais de aproximadamente US$ 200 milhões, equivalentes a 800 mil sacas de café. A manutenção da tarifa compromete a competitividade do produto, favorecendo concorrentes de outras origens;</li>



<li><strong>Reconfiguração do mercado global:</strong> a dimensão do impacto é grande. Inclusive, pela primeira vez, os EUA deixaram de ser o principal destino do café solúvel brasileiro, com a Rússia assumindo essa posição.</li>
</ul>



<p>A ABICS alerta que a manutenção das tarifas pode gerar perdas irreversíveis:</p>



<p>“A presença no mercado americano é estratégica para o Brasil. Há risco real de substituição permanente por produtos de outros países. Uma vez perdida essa fatia de mercado e a fidelidade do consumidor, a recuperação será extremamente difícil, com prejuízos para toda a cadeia produtiva, dos cafeicultores às indústrias e trabalhadores.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-para-o-espirito-santo"><strong>Impactos para o Espírito Santo</strong></h2>



<p>Os Estados Unidos são, historicamente, os maiores compradores das exportações de café do Espírito Santo. Por isso, a manutenção da tarifa sobre o café solúvel preocupa o setor exportador capixaba.</p>



<p>Dados do Centro de Comércio de Café de Vitória (CCCV) mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o estado exportou 341 mil sacas de solúvel, queda de 10% no volume, mas aumento de 29,5% na receita, impulsionado pelo preço médio mais alto. Desse total, 36% tiveram como destino os EUA.</p>



<p>Segundo o CCCV, a participação do café solúvel exportado para o Estados Unidos apresentou oscilações ao longo da última década, considerando o período acumulado entre janeiro e setembro de 2015 a 2025. O percentual aumentou entre 2015 e 2016, caiu de 2016 a 2019, voltou a crescer em 2020, recuou novamente entre 2020 e 2022, subiu em 2022 e 2023, caiu em 2023 e 2024 e voltou a apresentar alta em 2025.</p>



<p>A tendência confirma a importância da previsibilidade tributária para manter o fluxo de embarques. Apesar disso, as exportações capixabas de café para os EUA sofreram forte retração geral: após o tarifaço, os embarques de arábica e conilon caíram 54% no comparativo com o mesmo período de 2024. No solúvel, a queda foi menor, mas ainda preocupante.</p>



<p>O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, destacou a relevância da retirada das tarifas sobre produtos fundamentais para o estado:</p>



<p>“Foi de fato uma importante vitória e nós precisamos comemorar o fato de o governo norte-americano ter eliminado o tarifaço sobre um conjunto de atividades econômicas e arranjos produtivos que são da maior importância para o estado, pelo tanto que geram de emprego, trabalho, oportunidade e pelo que distribuem de renda.”</p>



<p>Ferraço ressalta ainda que o estado tem condições de ampliar sua competitividade. “A partir de hoje, atividades como o café, que está presente em mais de 60 mil propriedades do estado, a macadâmia, a pimenta e o gengibre não terão mais este tarifaço e poderão escalar o mercado norte-americano com mais competitividade. Mas precisamos continuar atentos, porque segmentos importantes como pescados e o mármore e granito ainda não foram incluídos.”</p>



<p>Mesmo com o avanço, uma lista significativa de produtos permanece taxada pelos EUA: café solúvel, mármore e granito, peixes, mel e itens industriais como máquinas e calçados.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Trump retira tarifas de 40% sobre produtos do Brasil e beneficia ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 11:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump<strong>, </strong>anunciou<strong>,</strong> nesta quinta-feira (20),<strong> a retirada da tarifa de importação de 40% sobre determinados produtos brasileiros</strong>. A medida beneficia diretamente o Espírito Santo.</p>



<p>Dentre os produtos na lista divulgada pela Casa Branca estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Café</li>



<li>Chá</li>



<li>Frutas tropicais</li>



<li>Banana</li>



<li>Laranja</li>



<li>Tomate</li>



<li>Sucos de frutas</li>



<li>Cacau</li>



<li>Especiarias</li>



<li>Carne bovina</li>
</ul>



<p>Na ordem executiva publicada pela Presidência dos EUA, Trump diz que<strong>&nbsp;a decisão foi tomada após conversa por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva</strong>, “durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as questões identificadas no Decreto Executivo 14.323”.&nbsp;De acordo com a publicação, essas negociações ainda estão em andamento.</p>



<p>Além disso, foram consideradas informações e recomendações adicionais de diversas autoridades que têm acompanhado as circunstâncias relativas ao estado de emergência declarado no Decreto Executivo 14.323.</p>



<p>“<strong>Segundo as recomendações recebidas por Trump, “certas importações agrícolas do Brasil não deveriam mais estar sujeitas à alíquota adicional de 40% imposta pelo Decreto Executivo 14.323, porque, entre outras considerações relevantes, houve progresso inicial nas negociações com o Governo do Brasil”, especifica a publicação oficial.</strong></p>



<p>A Casa Branca divulgou, em um&nbsp;anexo,&nbsp;a lista de produtos que deixam de ser afetados pela alíquota de 40%.</p>



<p><strong>“Especificamente, determinei que certos produtos agrícolas não estarão sujeitos à alíquota adicional de imposto&nbsp;<em>ad valorem&nbsp;</em>imposta pelo Decreto Executivo 14.323″</strong>, diz o texto, ao acrescentar que, no entendimento de Trump, “essas modificações são necessárias e apropriadas para lidar com a emergência nacional declarada no Decreto Executivo 14.323”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-medida-beneficia-o-espirito-santo">Medida beneficia o Espírito Santo</h3>



<p>A medida de Trump beneficia o Espírito Santo, segundo maior produtor de café do Brasil e maior produtor da variedade conilon.</p>



<p>Além disso, o Estado também é exportador de frutas. Na semana passada, quando a primeira diminuição das tarifas foi anunciada, o governador Renato Casagrande comemorou a medida e afirmou que elas abrem portas para produtos capixabas.</p>



<p><strong>“Para o Espírito Santo, com produção forte qualificada do café às frutas, essa abertura amplia oportunidades e fortalece nossa economia”</strong>, afirmou Casagrande</p>



<p>Fonte: Folha Vitória- Foto:Ricardo Stuckert/PR</p>
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		<title> Nasce a primeira lenda mundial do café especial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 16:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Luiz Paulo Dias Pereira Filho recebeu o título da ACE, é um dos seis<br>produtores no mundo a terem a honraria e será homenageado na cerimônia<br>de premiação do Cup of Excellence, em São Paulo (SP), no dia 1º de<br>novembro</p>



<p> <br>A _Alliance for Coffee Excellence_ (ACE) elegeu as seis primeiras lendas<br>do café especial no mundo e uma delas é do Brasil: Luiz Paulo Dias<br>Pereira Filho. Com a honraria, ele se torna “hors-concours” do _Cup<br>of Excellence_, principal concurso global de qualidade do setor, que,<br>neste ano, terá seu resultado revelado pela Associação Brasileira de<br>Cafés Especiais (BSCA) no dia 1º de novembro, a partir das 9h30, no<br>Diamond House, em São Paulo (SP), quando o brasileiro será<br>homenageado.</p>



<p>O título “Lendas da Excelência” foi criado neste ano e é<br>concedido a produtores de café que cultivam, consistentemente,<br>qualidade excepcional, com inovação e dedicação, conquistando, ao<br>longo dos anos, diversos prêmios _Cup of Excellence_, competição<br>criada em 1999, no Brasil, e que, atualmente, tem os direitos de<br>realização no mundo concedidos à ACE.</p>



<p>Em comunicado, a entidade internacional aponta que a homenagem concedida<br>a esses produtores se dá não apenas pelos cafés extraordinários que<br>produzem, mas pelo comprometimento que possuem em promover uma<br>indústria de café mais justa e sustentável em todo o mundo.</p>



<p>“Além de produzir café de classe mundial, as ‘Lendas da<br>Excelência’ também são líderes em suas comunidades. Cada um desses<br>produtores causou um impacto duradouro ao investir em programas sociais<br>que elevam a cultura de outros produtores, trabalhadores e comunidades<br>locais. Seja por meio de iniciativas educacionais, projetos de<br>sustentabilidade ou programas de mentoria que orientam a próxima<br>geração de cafeicultores, essas lendas não estão apenas moldando o<br>futuro do café, mas também fortalecendo as comunidades que o tornam<br>possível”, enaltece a ACE.</p>



<p>Natural de Carmo de Minas (MG), Luiz Paulo é o primogênito de quatro<br>irmãos de uma tradicional família produtora de café na região da<br>Mantiqueira, a qual, inclusive, é detentora da maior nota na história<br>do _Cup of Excellence_ no Brasil: 95,85 pontos com o café produzido por<br>Francisco Isidro Pereira, em 2005.</p>



<p>“Essa honraria, que me deixa muito orgulhoso, prova que o Brasil é<br>referência em café especial, muito além de ser apenas em café. Temos<br>uma história linda com a cafeicultura em quase três séculos, com<br>constantes investimentos e inovações tecnológicas, extremo respeito<br>aos recursos naturais, ao meio ambiente e às pessoas de nossas<br>comunidades, com as quais temos compromisso em sempre prover melhorias,<br>visando vida digna a todos”, comenta Luiz Paulo.</p>



<p>Ele recorda que a aquisição de conhecimento, em diversas viagens pelo<br>mundo e em intercâmbios com atores da cafeicultura de outros países<br>produtores, é um diferencial que adquiriu para contribuir com a<br>comunidade brasileira do café especial.</p>



<p>“Temos relacionamento com cafeicultores de praticamente todos os<br>países produtores, além de buscarmos conhecimento constante com nossos<br>principais compradores. Fui 35 vezes somente ao Japão, por exemplo.<br>Visitamos todas essas nações, descobrimos novas formas de cultivo,<br>tendências de consumo e trazemos essa experiência aos cafés especiais<br>do Brasil. Através desse trabalho, que também é realizado por<br>centenas de atores do setor, podemos afirmar que nosso país, sim, está<br>inserido em posição de destaque no cenário global do café<br>especial”, assegura.</p>



<p>Além de Luiz Paulo, que já esteve 23 vezes entre os vencedores do _Cup<br>of Excellence_ e também traz em seu currículo o fato de ter sido o<br>presidente mais jovem na história da BSCA, aos 30 anos, em 2011 –<br>sendo reeleito dois anos depois –, as outras lendas do café especial<br>no mundo são: Benjamin Paz, de Honduras (cinco vezes); Juan Diego De La<br>Cerda, da Guatemala (13 vezes); Ernesto Menéndez, de El Salvador (cinco<br>vezes); Manuel Antônio &#8220;Toño&#8221; Barrantes, de Costa Rica (10 vezes); e<br>Olman Valladarez, da Nicarágua (14 vezes).</p>



<p>Fonte : pauloandre@agenciap1.com</p>
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		<title>Dary quer tornar Caparaó capixaba referência em cafés especiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 17:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Projeto de Lei (PL) 508/2025 quer conferir ao Caparaó capixaba o título de Região dos Cafés Especiais do Estado do Espírito Santo. A iniciativa, de autoria do deputado Dary Pagung (PSB), será avaliada pelas comissões de Justiça, de Cultura, de Turismo e de Finanças da Assembleia Legislativa (Ales).</p>



<p>Em justificativa à proposição, o parlamentar reafirma a importância da região, localizada ao sul capixaba, onde se encontra o Pico da Bandeira. Além disso, ressalta a riqueza natural, ideal para a prática do ecoturismo, do turismo de aventura e do agroturismo, além de se destacar pela produção de cafés especiais.</p>



<p>O título englobaria toda a região do Caparaó, incluindo os municípios de Alegre, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Guaçuí, Ibatiba, Ibitirama, Iúna, Irupi, Jerônimo Monteiro, Muniz Freire e São José do Calçado.</p>



<p>Dary ressalta a importância do apoio à região e destaca o potencial turístico e econômico do local. “Podemos transformar a Região do Caparaó Capixaba na referência estadual da produção de cafés especiais, promovendo benefícios sociais, culturais e econômicos duradouros para toda a população”.</p>



<p>Se o PL for aprovado em plenário e se tornar lei, a região do Caparaó receberá o título de região dos cafés especiais do estado do Espírito Santo após sua data de publicação em diário oficial.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Ales</p>
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		<title>Deputado propõe centros de formação técnica na zona rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 16:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Oportunizar aos jovens a escolha de permanecer no campo é um dos objetivos do deputado Zé Preto (PP), autor de indicação ao governo para a criação de Centros de Formação Técnica para atender jovens das comunidades rurais e pesqueiras.</p>



<p>“A modernização das práticas produtivas e a crescente exigência do mercado requerem mão de obra cada vez mais qualificada. Muitos jovens dessas comunidades acabam deixando suas regiões de origem em busca de oportunidades, devido à falta de acesso à capacitação profissional adequada”, justifica o proponente da Indicação 1.158/2025, aprovada no Plenário e encaminhada à Secretaria da Casa Civil do Executivo estadual.</p>



<p>Para Zé Preto, a medida visa à capacitação dos jovens para atuarem em setores como agroindústria, aquicultura, gestão de negócios rurais e pesqueiros, comercialização e uso de novas tecnologias. Além disso, a formação especializada poderá estimular o empreendedorismo local e agregar valor à produção.&nbsp;</p>



<p>Segundo a proposta, a implantação desses centros poderá ser realizada em parceria com “as prefeituras, universidades, institutos de ensino técnico e entidades representativas dos agricultores e pescadores, garantindo que o conteúdo seja prático, atualizado e alinhado às realidades regionais”.</p>



<p>Fonte: Ales.</p>
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