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	<title>Agropecuária &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Exportações de café do Brasil caem 20,6% em 2025, mas receita é recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 11:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-45.jpg" alt="" class="wp-image-45770"/></figure>



<p>O <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/brasil/">Brasil</a></strong> exportou, em <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/2025/">2025</a></strong>, cerca de 40,049 milhões de sacas de 60 kg de <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/cafe/">café</a></strong> para 121 destinos, o que representa uma queda de 20,8% no volume em relação a 2024. Apesar da redução, a receita cambial foi recorde, somando US$ 15,586 bilhões, alta de 24,1% na comparação anual. Segundo o <strong>Cecafé</strong>, esse desempenho foi consolidado pelas 3,133 milhões de sacas embarcadas em dezembro, volume 20,2% menor que o de dezembro de 2024, mas que gerou US$ 1,313 bilhão, crescimento de 10,7% em valor.</p>



<p>O <strong>café arábica</strong> permaneceu como principal produto da pauta, com 32,308 milhões de sacas, o equivalente a 80,7% do total embarcado, embora tenha havido retração de 12,8% frente ao ano anterior.</p>



<p>Na sequência aparecem o&nbsp;<strong>café canéfora (conilon + robusta)</strong>, com 3,995 milhões de sacas e participação de 10%, seguido pelo&nbsp;<strong>solúvel</strong>, que somou 3,688 milhões de sacas (9,2%), e pelo segmento de torrado e torrado e moído, com 58.474 sacas (0,1%). O conilon apresentou forte retração de 57,3% nos embarques, enquanto o&nbsp;<strong>café solúvel</strong>&nbsp;caiu 10,6%.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/accounts/login/?next=httpswww.instagram.comfolhabusiness&amp;is_from_rle">Acompanhe o Folha Business no Instagram</a></p>



<p>Mesmo com a redução no volume embarcado, a forte alta nos preços garantiu o resultado histórico. O preço médio da saca exportada subiu 56,7% em&nbsp;<strong>2025</strong>, passando de US$ 248,36, em 2024, para US$ 389,17.&nbsp;</p>



<p>A receita do arábica totalizou US$ 13,371 bilhões, enquanto o conilon somou US$ 1,078 bilhão e o&nbsp;<strong>café solúvel</strong>, US$ 1,099 bilhão. No primeiro semestre da safra 2025/26, o&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/brasil/">Brasil</a></strong>&nbsp;exportou 20,610 milhões de sacas, com receita de US$ 8,054 bilhões, resultado que representa queda de 21,3% em volume, mas alta de 11,7% em valor em relação ao período de julho a dezembro de 2024.</p>



<p>Para o presidente do <strong>Cecafé</strong>, <strong>Márcio Cândido Ferreira</strong>, a redução já era esperada após o volume recorde de 2024. Ele afirma que os embarques do ano passado foram influenciados pelo esvaziamento de estoques, resultado de <strong>exportações</strong> excepcionais, somado a uma safra impactada por questões climáticas, o que limitou a oferta. </p>



<p>A&nbsp;<strong>logística portuária</strong>&nbsp;também pesou no desempenho do setor. A defasagem na infraestrutura para cargas conteinerizadas gerou prejuízos estimados em R$ 61,467 milhões aos exportadores até novembro de&nbsp;<strong>2025</strong>, devido a custos adicionais com armazenagem, pré-stacking e detentions. De acordo com o Boletim Detention Zero, produzido pela startup&nbsp;<strong>ElloX Digital</strong>&nbsp;em parceria com o&nbsp;<strong>Cecafé</strong>, 55% dos navios enfrentaram atrasos ou alteração de escala até novembro, o que fez com que, em média, 613,4 mil sacas por mês deixassem de ser embarcadas.</p>



<p>Mesmo com tantas adversidades, o&nbsp;<strong>Brasil</strong>&nbsp;registrou recorde em&nbsp;<strong>receita cambial</strong>, impulsionado pelo mercado internacional e pela valorização dos cafés brasileiros.&nbsp;</p>



<p>“Tivemos médias mensais de preço maiores em&nbsp;<strong>2025</strong>&nbsp;e nossos cafeicultores, bem organizados, mantêm seus investimentos em tecnologia, inovação e qualidade, o que eleva o patamar dos cafés do&nbsp;<strong>Brasil</strong>&nbsp;e, consequentemente, o seu valor. Não à toa, somos a única origem do mundo que consegue exportar para mais de 120 países, respondendo por mais de um terço do&nbsp;<em>market share</em>&nbsp;global”, aponta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-com-o-tarifaco-os-eua-reduziram-as-compras-de-cafe-do-brasil-e-deixaram-a-lideranca-do-ranking"><strong>Com o tarifaço, os EUA reduziram as compras de café do Brasil e deixaram a liderança do ranking</strong></h2>



<p>O tarifaço imposto pelos&nbsp;<strong>Estados Unidos</strong>&nbsp;provocou mudanças importantes no ranking de destinos do café brasileiro. A&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/alemanha/">Alemanha</a></strong>&nbsp;encerrou&nbsp;<strong>2025</strong>&nbsp;na liderança, com 5,409 milhões de sacas importadas, queda de 28,8% em relação a 2024 e participação de 13,5% sobre o total.&nbsp;</p>



<p>Os&nbsp;<strong>Estados Unidos</strong>, tradicionalmente líderes, caíram para a segunda posição, comprando 5,381 milhões de sacas, recuo de 33,9% no ano, reflexo direto da tributação. A Itália ficou na terceira posição, com 3,149 milhões de sacas e queda de 19,6%, seguida pelo Japão, com 2,647 milhões de sacas e aumento de 19,4%. A Bélgica fechou o grupo dos cinco maiores, com 2,321 milhões de sacas e queda de 47%.&nbsp;</p>



<p>Entre os dez principais destinos, apenas Turquia e China ampliaram as compras em&nbsp;<strong>2025</strong>. A China, que encerrou o ano em décimo lugar, tem elevado seu consumo e tende a ampliar importações nos próximos anos.</p>



<p>Para 2026, o&nbsp;<strong>Cecafé</strong>&nbsp;projeta aumento nas&nbsp;<strong>exportações</strong>, embora o solúvel siga sob impacto das&nbsp;<strong>tarifas</strong>&nbsp;norte-americanas.&nbsp;<strong>Ferreira</strong>&nbsp;afirma que a característica bienal da produção tende a favorecer uma safra maior, o que deve garantir&nbsp;<strong>exportações</strong>&nbsp;acima de 40 milhões de sacas. A expectativa é de que os embarques ganhem força no segundo semestre, com o avanço da colheita da nova safra.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<title>Saca de café arábica é arrematada por R$ 26 mil e leilão bate recorde no Caparaó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O leilão de cafés especiais da 8ª edição do Conexão Caparaó movimentou o setor e bateu um novo recorde em 2026. Realizado no último fim de semana, em Pedra Menina, distrito de Dores do Rio Preto (ES), o evento apurou R$ 136,9 mil, superando todas as edições anteriores.</p>



<p>De acordo com a Associação de Produtores Rurais de Pedra Menina (Aprupem), o campeão do concurso foi o produtor&nbsp;<strong>Ednaldo Batista Alves</strong>, com&nbsp;<strong>88 pontos</strong>. A saca do café vencedor foi arrematada por&nbsp;<strong>R$ 24 mil</strong>. No entanto, quem atingiu o maior valor no leilão foi o vice-campeão&nbsp;<strong>Flávio José Protásio de Abreu (Kaká)</strong>, que conquistou&nbsp;<strong>87,96 pontos</strong>&nbsp;e teve sua saca vendida por&nbsp;<strong>R$ 26 mil</strong>, valor superior ao do campeão. O terceiro colocado foi&nbsp;<strong>Antônio César Júnior</strong>, que alcançou&nbsp;<strong>87,92 pontos</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória.</p>
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		<title>Muito além do chocolate: agricultores transformam cacau em dez produtos em curso do Incaper</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/muito-alem-do-chocolate-agricultores-transformam-cacau-em-dez-produtos-em-curso-do-incaper/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-28.jpg" alt="" class="wp-image-45691" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-28.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-28-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-28-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-28-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-28-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Mostrar múltiplas possibilidades de geração de renda com a fabricação de produtos à base de cacau foi o objetivo de uma capacitação realizada nesta semana pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), no município de Iconha. A atividade reuniu 21 agricultoras e agricultores na agroindústria da Associação Vero Sapore, localizada na comunidade de Campinho.</p>



<p>O curso Derivados do Cacau foi ministrado pela extensionista Carolina Fernandes, do escritório do Incaper de Viana, e atendeu a uma demanda apresentada pelos próprios agricultores, interessados em diversificar a produção e agregar valor ao fruto.</p>



<p>Durante os dois dias de atividades práticas, os participantes aprenderam a preparar dez produtos diferentes, explorando tanto a amêndoa quanto subprodutos pouco conhecidos do cacau, como o mel e a sibira (membrana que envolve e sustenta as amêndoas dentro do fruto). Foram produzidos: geleia de mel de cacau com abacaxi, doce de sibira, amêndoa caramelizada, nibs temperado, achocolatado, pasta de cacau e barras de cacau com gengibre, coco, amendoim e banana — fruta muito produzida no município.</p>



<p>De acordo com a extensionista do Incaper em Iconha, Paula Bonadiman, o curso integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva do cacau no município. “Muitos produtores têm o cacau como complemento de renda. A venda das amêndoas para a produção de chocolate é uma alternativa mais comum, mas existem muitas outras formas de agregar valor ao produto. O curso apresentou opções de alimentos que podem ser processados de forma simples, com aproveitamento integral do fruto e grande potencial para a venda direta”, explica.</p>



<p>“A proposta é mostrar caminhos para ampliar a renda do cacauicultor a partir do processamento das amêndoas e do fruto. Inclusive, agricultores vizinhos aos produtores de cacau também podem ser beneficiados, porque têm a possibilidade de adquirir a matéria-prima e processá-la em suas próprias propriedades, contribuindo para a diversificação da produção e o aumento da renda”, complementa Carolina Fernandes.</p>



<p>A presidente da Associação Vero Sapore, Erenilda Ferreira Guio, destaca a importância da troca de experiências proporcionada pela capacitação. Agricultora agroecológica e agrofloresteira, ela conta que o cacau faz parte de seu sistema produtivo há mais de 20 anos. “Meu sítio é todo em sistema agroflorestal, e o cacau sempre fez parte dele. Eu já produzia alguns dos produtos ensinados no curso, mas precisava melhorar as técnicas, como no caso dos nibs e do cacau moído. O curso ajudou muito nesse aperfeiçoamento”, relata.</p>



<p>A capacitação também contou com a participação de produtores de cacau que não integram a associação, ampliando o alcance da ação. “A expectativa é que os conhecimentos adquiridos contribuam para a diversificação da produção, o fortalecimento da agricultura familiar e o aumento da renda por meio da comercialização de produtos artesanais à base de cacau nas feiras e mercados locais”, conclui Paula Bonadiman.</p>



<p><strong>Informações à Imprensa:</strong><br>Coordenação de Comunicação e Marketing do Incaper<br>Felipe Ribeiro<br>(27) 98849-6999<br>comunicacao@incaper.es.gov.br&nbsp;</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>132 ovos por segundo: como Santa Maria de Jetibá se tornou a Capital Nacional do Ovo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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<p>Com apenas 41 mil habitantes e 20 milhões de galinhas, produz 4,16 bilhões de ovos por ano, o equivalente a 132 ovos por segundo, e se tornou a Capital Nacional do Ovo, combinando tradição, tecnologia e sustentabilidade para liderar o mercado avícola brasileiro</p>



<p>Com apenas 41 mil habitantes e 20 milhões de galinhas, produz 4,16 bilhões de ovos por ano, o equivalente a 132 ovos por segundo, e se tornou a Capital Nacional do Ovo, combinando tradição, tecnologia e sustentabilidade para liderar o mercado avícola brasileiro No coração da região serrana do Espírito Santo, <strong>Santa Maria de Jetibá</strong> se consolidou como a <strong>Capital Nacional do Ovo</strong>, um título que reflete não apenas volume de produção, mas <strong>influência estratégica sobre toda a cadeia avícola brasileira</strong>. Com <strong>41 mil habitantes e 20 milhões de galinhas poedeiras</strong>, o município produz <strong>4,16 bilhões de ovos por ano</strong>, o equivalente a <strong>132 ovos por segundo</strong>. Esse número coloca Jetibá no topo do ranking nacional, superando cidades tradicionais como Bastos (SP) e se consolidando como referência em produtividade e gestão agroindustrial. O fenômeno não é recente: há <strong>60 anos, imigrantes europeus introduziram a avicultura na região</strong>, aproveitando o clima ameno e o relevo montanhoso que hoje tornam a cidade ideal para a criação de galinhas poedeiras</p>



<p>O impacto econômico da avicultura A produção de ovos em Jetibá vai muito além de um simples alimento; é um&nbsp;<strong>motor econômico local e nacional</strong>: window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:&#8217;thumbnails-mid&#8217;, container:&#8217;taboola-mid-article-thumbnails&#8217;, placement:&#8217;Mid Article Thumbnails&#8217;, target_type: &#8216;mix&#8217;});<strong>Participação no PIB municipal:</strong>&nbsp;estima-se que a avicultura represente&nbsp;<strong>mais de 30% da economia local</strong>, considerando toda a cadeia produtiva, do insumo ao processamento e distribuição.<strong>Geração de empregos:</strong>&nbsp;direta e indireta, envolvendo produtores, técnicos, veterinários, transportadores e indústrias correlatas.<strong>Comparativo nacional:</strong>&nbsp;mesmo sendo um município pequeno, Jetibá produz quase&nbsp;<strong>1 bilhão de ovos a mais que Bastos (SP)</strong>, tradicional polo paulista.</p>



<p>O setor se tornou estruturante, atraindo investimentos de empresas como a&nbsp;<strong>Global Eggs</strong>, do empresário Ricardo Faria, que integra genética, nutrição, processamento e logística, garantindo escala e qualidade. Tecnologia e inovação: do campo à cartela A produtividade de Jetibá não é fruto do acaso. Ela combina&nbsp;<strong>tradição com tecnologia de ponta</strong>:<strong>Automação de galpões:</strong>&nbsp;controle climático, iluminação programada e alimentação automatizada aumentam a conversão alimentar.<strong>Biossegurança rigorosa:</strong>&nbsp;protocolos avançados evitam surtos de doenças aviárias, mantendo sanidade e qualidade do rebanho.<strong>Sustentabilidade:</strong>&nbsp;manejo de dejetos, tratamento de efluentes e uso racional da água preservam o meio ambiente e reduzem custos operacionais.</p>



<p>Além disso, a&nbsp;<strong>qualidade genética das aves</strong>&nbsp;garante produção consistente mesmo diante de desafios climáticos, embora&nbsp;<strong>altas temperaturas recentes tenham reduzido a produtividade em até 5%</strong>, segundo o veterinário Tarcísio Simões Agostinho. O calor provoca menor ingestão de ração, ovos com casca mais fina e aumento de perdas por trincamento. Demanda crescente e pressão sobre preços O ovo é um alimento essencial e de&nbsp;<strong>alta penetração no consumo brasileiro</strong>:<strong>Produção nacional:</strong>&nbsp;o Brasil é um dos maiores produtores mundiais, com cerca de&nbsp;<strong>1.800 ovos produzidos por segundo</strong>.<strong>Consumo per capita:</strong>&nbsp;subiu de 120 ovos em 2007 para 269 ovos em 2024, um crescimento de 124% em pouco mais de uma década.<strong>Inflação e mercado:</strong>&nbsp;em fevereiro de 2025, a alta de&nbsp;<strong>15% no preço do ovo</strong>&nbsp;marcou a maior variação em três décadas, refletindo o aumento do milho (+42%) e custos de energia (+17%). Uma cartela que custava R$ 25 em setembro chegou a R$ 34.</p>



<p>A demanda sazonal, como no período da quaresma, e o interesse por&nbsp;<strong>ovos caipiras, orgânicos e enriquecidos</strong>&nbsp;contribuem para a valorização do produto, pressionando ainda mais os preços ao consumidor.<ins></ins>Histórico e geografia favoráveis Santa Maria de Jetibá está situada a&nbsp;<strong>700 metros de altitude</strong>, em uma região de montanhas que alcançam até 1.450 metros. O clima ameno&nbsp;<strong>reduz estresse térmico nas aves</strong>, melhora a conversão alimentar e mantém altos índices produtivos.<br>O município também se destaca por manter&nbsp;<strong>condições agroambientais estáveis</strong>, fator decisivo para que o ovo produzido tenha&nbsp;<strong>qualidade superior e consistência</strong>, mesmo com variações climáticas e aumento do calor global. Desafios do setor Apesar da liderança, o setor enfrenta&nbsp;<strong>desafios complexos</strong>:<strong>Custos de insumos:</strong>&nbsp;milho, soja, energia elétrica e transporte impactam fortemente a margem dos produtores.<strong>Logística:</strong>&nbsp;transporte de ovos exige&nbsp;<strong>rede de frios e distribuição eficiente</strong>&nbsp;para evitar perdas e danos.<strong>Sanidade e biossegurança:</strong>&nbsp;surtos de doenças aviárias podem devastar rebanhos em poucas horas.<strong>Sustentabilidade:</strong>&nbsp;manejo adequado de dejetos, preservação de solos e uso racional de recursos hídricos.<strong>Capacitação técnica:</strong>&nbsp;necessidade de veterinários, técnicos e mão de obra especializada para manter padrões elevados.</p>



<p>Superar esses desafios é essencial para&nbsp;<strong>manter a competitividade nacional e garantir produção de alta qualidade</strong>, fortalecendo a reputação da Capital do Ovo. Influência estratégica e impacto nacional O protagonismo de Jetibá vai além da produção:<strong>Integração com indústrias correlatas:</strong>&nbsp;fábricas de ração, incubadoras e empacotadoras fortalecem a economia regional.<strong>Papel de referência técnica:</strong>&nbsp;produtores e especialistas locais influenciam políticas públicas estaduais e federais.<strong>Distribuição nacional:</strong>&nbsp;abastecimento de supermercados, indústrias alimentícias e redes de distribuição em todo o Brasil.<strong>Exportação de conhecimento:</strong>&nbsp;além do produto, o município exporta&nbsp;<strong>know-how em gestão, produção e tecnologia avícola</strong>.</p>



<p>Santa Maria de Jetibá se tornou um&nbsp;<strong>modelo de polo agroindustrial</strong>, provando que municípios pequenos podem superar grandes centros se houver organização, investimento e visão estratégica. Cada ovo produzido em Jetibá é resultado de&nbsp;<strong>tradição, tecnologia e gestão eficiente</strong>, refletindo&nbsp;<strong>uma comunidade inteira dedicada ao agro</strong>. O município prova que&nbsp;<strong>tamanho não é limite para liderança</strong>, e que planejamento estratégico, inovação e sustentabilidade são os pilares de uma avicultura de excelência.</p>



<p>Escrito por Ana Gusmão</p>



<p>Fonte: CompreRural</p>
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		<title>Com quase 300 cestas verdes entregues, Aracruz reforça cuidado com as famílias e valorização do campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para muitas famílias em situação de vulnerabilidade em Aracruz, cada nova entrega do Programa Compra Direta de Alimentos (CDA) representa mais do que comida na mesa: é a certeza de que elas não estão sozinhas. Desde o lançamento, em 30 de outubro, quase 300 cestas verdes já chegaram aos lares aracruzenses, carregadas de cuidado, qualidade e esperança. Mais 260 serão entregues nas próximas semanas.</p>



<p>Realizada pelas Secretarias de Desenvolvimento Social (Semds) e de Agricultura, Pecuária e Pesca (Semap), a ação reafirma o compromisso da Prefeitura de Aracruz com quem mais precisa e também com quem produz. O programa, uma iniciativa do Governo do Estado coordenada pela Secretaria de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social (Setades), permite que os municípios comprem alimentos diretamente de agricultores familiares, garantindo renda no campo e segurança alimentar às famílias em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>Desde o lançamento, em 30 de outubro, quando 130 cestas verdes foram distribuídas a usuários dos Cras de Jacupemba, Guaraná, Barra do Riacho, Vila do Riacho, Indígena e Santa Cruz, o CDA já transformou rotinas e fortaleceu laços entre produtores e a comunidade. Nesta nova entrega, novamente foram os rostos emocionados, de quem recebe e de quem produz, que narraram a importância do programa.</p>



<p>Para a secretária de Desenvolvimento Social, Rosilene Filipe, o programa vai muito além da entrega de alimentos.&nbsp;<em>“Cada cesta representa respeito, acolhimento e a certeza de que ninguém está sozinho. Quando fortalecemos a agricultura familiar e levamos comida saudável para as famílias que mais precisam, damos passos firmes para reduzir desigualdades e construir uma cidade mais humana. É isso que nos move todos os dias”</em>, comentou.</p>



<p>A integração entre as secretarias de Desenvolvimento Social e de Agricultura, Pecuária e Pesca é um dos pilares que vêm garantindo a efetividade do CDA em Aracruz. O programa materializa políticas públicas planejadas para gerar impacto real, tanto no desenvolvimento sustentável quanto no combate à insegurança alimentar.</p>



<p>O prefeito Dr. Coutinho destacou o simbolismo dessa entrega.&nbsp;<em>“Quando olhamos para cada família atendida e para cada produtor que hoje tem mais oportunidade de trabalho e renda, vemos que estamos no caminho certo. O CDA é mais que um programa: é uma política que humaniza, fortalece o campo e leva dignidade para quem mais precisa. Aracruz está construindo um futuro mais justo com cada ação como essa”</em>.</p>



<p><strong>Fortalecimento do campo</strong></p>



<p>Ao adquirir alimentos de cerca de 20 agricultores familiares locais, o município não apenas movimenta a economia rural, mas também reconhece o valor de cada produtor que, com seu trabalho, garante alimentos de qualidade para a mesa de outras famílias. É uma corrente de cuidado que parte do campo e chega aos lares aracruzenses com dignidade e esperança.</p>



<p>Por meio do programa, agricultores familiares passam a ter garantia de compra, estabilidade e reconhecimento. As famílias atendidas recebem alimentos frescos, nutritivos e cultivados com cuidado, uma união que faz do CDA um exemplo de política pública eficiente, sensível e transformadora.</p>



<p>A Prefeitura de Aracruz segue comprometida em ampliar ações como essa, que unem desenvolvimento sustentável, valorização da agricultura familiar e proteção social. Cada entrega reforça a certeza de que a transformação acontece quando o poder público se aproxima da comunidade e age com sensibilidade, planejamento e propósito.</p>



<p>Fonte: Prefeitura De Aracruz</p>
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		<title>Café solúvel segue fora das isenções tarifárias dos Estados Unidos e preocupa setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A suspensão das tarifas extras de 40% que os Estados Unidos aplicavam a diversos produtos brasileiros, anunciada na última quinta-feira, trouxe alívio para grande parte do setor cafeeiro. Para o Espírito Santo, grande produtor e exportador, a retirada das tarifas sobre o café verde representa um impulso importante para o fluxo de comércio. No entanto, o cenário não é totalmente favorável. O café solúvel, produto de maior valor agregado e responsável por cerca de 10% das exportações brasileiras para o mercado americano, permanece sujeito à taxação.</p>



<p><strong>Setor de solúvel segue pressionado e mantém negociações</strong></p>



<p>De acordo com Márcio Cândido Ferreira, presidente do Conselho Nacional dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o café solúvel é estratégico para a economia justamente por gerar emprego e renda.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<strong>Temos uma tarefa pela frente: resolver a questão do café solúvel</strong>, que continua tarifado não apenas o do Brasil, mas também de outras origens. Já mantive contato com a embaixada do Brasil em Washington, com Brasília e com nossos importadores lá fora. Estamos trabalhando ativamente nessa questão. Costumo dizer que para cada emprego gerado pelo café em grão, três ou quatro são gerados pelo café solúvel, que tem maior valor agregado por ser um produto final acabado”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS), em nota, celebrou a reversão das tarifas para outros produtos agrícolas, mas lamentou que o solúvel brasileiro, “um produto de importância histórica e econômica fundamental para ambos os países”, continue submetido à taxa adicional de 40%, que chega a 50% quando somadas tarifas recíprocas.</p>



<p>“Essa situação contrasta com o progresso geral nas negociações bilaterais e representa um desafio contínuo para o setor”, destacou a associação.</p>



<p>Segundo a entidade, os efeitos da medida, vigente desde agosto de 2025, foram severos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Queda abrupta nas exportações:</strong> os embarques para os EUA caíram mais de 52% em volume desde agosto, evidenciando o efeito imediato da medida tarifária;</li>



<li><strong>Perda de liderança histórica:</strong> os EUA sempre foram o maior mercado para o café solúvel brasileiro, uma parceria que remonta à década de 1960. Em 2024, o país respondia por 38% das importações de café solúvel;</li>



<li><strong>Impacto financeiro e competitivo:</strong> atualmente, os EUA representam cerca de 20% do volume total das exportações brasileiras de solúvel, com receitas anuais de aproximadamente US$ 200 milhões, equivalentes a 800 mil sacas de café. A manutenção da tarifa compromete a competitividade do produto, favorecendo concorrentes de outras origens;</li>



<li><strong>Reconfiguração do mercado global:</strong> a dimensão do impacto é grande. Inclusive, pela primeira vez, os EUA deixaram de ser o principal destino do café solúvel brasileiro, com a Rússia assumindo essa posição.</li>
</ul>



<p>A ABICS alerta que a manutenção das tarifas pode gerar perdas irreversíveis:</p>



<p>“A presença no mercado americano é estratégica para o Brasil. Há risco real de substituição permanente por produtos de outros países. Uma vez perdida essa fatia de mercado e a fidelidade do consumidor, a recuperação será extremamente difícil, com prejuízos para toda a cadeia produtiva, dos cafeicultores às indústrias e trabalhadores.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-para-o-espirito-santo"><strong>Impactos para o Espírito Santo</strong></h2>



<p>Os Estados Unidos são, historicamente, os maiores compradores das exportações de café do Espírito Santo. Por isso, a manutenção da tarifa sobre o café solúvel preocupa o setor exportador capixaba.</p>



<p>Dados do Centro de Comércio de Café de Vitória (CCCV) mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o estado exportou 341 mil sacas de solúvel, queda de 10% no volume, mas aumento de 29,5% na receita, impulsionado pelo preço médio mais alto. Desse total, 36% tiveram como destino os EUA.</p>



<p>Segundo o CCCV, a participação do café solúvel exportado para o Estados Unidos apresentou oscilações ao longo da última década, considerando o período acumulado entre janeiro e setembro de 2015 a 2025. O percentual aumentou entre 2015 e 2016, caiu de 2016 a 2019, voltou a crescer em 2020, recuou novamente entre 2020 e 2022, subiu em 2022 e 2023, caiu em 2023 e 2024 e voltou a apresentar alta em 2025.</p>



<p>A tendência confirma a importância da previsibilidade tributária para manter o fluxo de embarques. Apesar disso, as exportações capixabas de café para os EUA sofreram forte retração geral: após o tarifaço, os embarques de arábica e conilon caíram 54% no comparativo com o mesmo período de 2024. No solúvel, a queda foi menor, mas ainda preocupante.</p>



<p>O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, destacou a relevância da retirada das tarifas sobre produtos fundamentais para o estado:</p>



<p>“Foi de fato uma importante vitória e nós precisamos comemorar o fato de o governo norte-americano ter eliminado o tarifaço sobre um conjunto de atividades econômicas e arranjos produtivos que são da maior importância para o estado, pelo tanto que geram de emprego, trabalho, oportunidade e pelo que distribuem de renda.”</p>



<p>Ferraço ressalta ainda que o estado tem condições de ampliar sua competitividade. “A partir de hoje, atividades como o café, que está presente em mais de 60 mil propriedades do estado, a macadâmia, a pimenta e o gengibre não terão mais este tarifaço e poderão escalar o mercado norte-americano com mais competitividade. Mas precisamos continuar atentos, porque segmentos importantes como pescados e o mármore e granito ainda não foram incluídos.”</p>



<p>Mesmo com o avanço, uma lista significativa de produtos permanece taxada pelos EUA: café solúvel, mármore e granito, peixes, mel e itens industriais como máquinas e calçados.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Trump retira tarifas de 40% sobre produtos do Brasil e beneficia ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 11:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump<strong>, </strong>anunciou<strong>,</strong> nesta quinta-feira (20),<strong> a retirada da tarifa de importação de 40% sobre determinados produtos brasileiros</strong>. A medida beneficia diretamente o Espírito Santo.</p>



<p>Dentre os produtos na lista divulgada pela Casa Branca estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Café</li>



<li>Chá</li>



<li>Frutas tropicais</li>



<li>Banana</li>



<li>Laranja</li>



<li>Tomate</li>



<li>Sucos de frutas</li>



<li>Cacau</li>



<li>Especiarias</li>



<li>Carne bovina</li>
</ul>



<p>Na ordem executiva publicada pela Presidência dos EUA, Trump diz que<strong>&nbsp;a decisão foi tomada após conversa por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva</strong>, “durante a qual concordamos em iniciar negociações para abordar as questões identificadas no Decreto Executivo 14.323”.&nbsp;De acordo com a publicação, essas negociações ainda estão em andamento.</p>



<p>Além disso, foram consideradas informações e recomendações adicionais de diversas autoridades que têm acompanhado as circunstâncias relativas ao estado de emergência declarado no Decreto Executivo 14.323.</p>



<p>“<strong>Segundo as recomendações recebidas por Trump, “certas importações agrícolas do Brasil não deveriam mais estar sujeitas à alíquota adicional de 40% imposta pelo Decreto Executivo 14.323, porque, entre outras considerações relevantes, houve progresso inicial nas negociações com o Governo do Brasil”, especifica a publicação oficial.</strong></p>



<p>A Casa Branca divulgou, em um&nbsp;anexo,&nbsp;a lista de produtos que deixam de ser afetados pela alíquota de 40%.</p>



<p><strong>“Especificamente, determinei que certos produtos agrícolas não estarão sujeitos à alíquota adicional de imposto&nbsp;<em>ad valorem&nbsp;</em>imposta pelo Decreto Executivo 14.323″</strong>, diz o texto, ao acrescentar que, no entendimento de Trump, “essas modificações são necessárias e apropriadas para lidar com a emergência nacional declarada no Decreto Executivo 14.323”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-medida-beneficia-o-espirito-santo">Medida beneficia o Espírito Santo</h3>



<p>A medida de Trump beneficia o Espírito Santo, segundo maior produtor de café do Brasil e maior produtor da variedade conilon.</p>



<p>Além disso, o Estado também é exportador de frutas. Na semana passada, quando a primeira diminuição das tarifas foi anunciada, o governador Renato Casagrande comemorou a medida e afirmou que elas abrem portas para produtos capixabas.</p>



<p><strong>“Para o Espírito Santo, com produção forte qualificada do café às frutas, essa abertura amplia oportunidades e fortalece nossa economia”</strong>, afirmou Casagrande</p>



<p>Fonte: Folha Vitória- Foto:Ricardo Stuckert/PR</p>
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		<title> Nasce a primeira lenda mundial do café especial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 16:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Luiz Paulo Dias Pereira Filho recebeu o título da ACE, é um dos seis<br>produtores no mundo a terem a honraria e será homenageado na cerimônia<br>de premiação do Cup of Excellence, em São Paulo (SP), no dia 1º de<br>novembro</p>



<p> <br>A _Alliance for Coffee Excellence_ (ACE) elegeu as seis primeiras lendas<br>do café especial no mundo e uma delas é do Brasil: Luiz Paulo Dias<br>Pereira Filho. Com a honraria, ele se torna “hors-concours” do _Cup<br>of Excellence_, principal concurso global de qualidade do setor, que,<br>neste ano, terá seu resultado revelado pela Associação Brasileira de<br>Cafés Especiais (BSCA) no dia 1º de novembro, a partir das 9h30, no<br>Diamond House, em São Paulo (SP), quando o brasileiro será<br>homenageado.</p>



<p>O título “Lendas da Excelência” foi criado neste ano e é<br>concedido a produtores de café que cultivam, consistentemente,<br>qualidade excepcional, com inovação e dedicação, conquistando, ao<br>longo dos anos, diversos prêmios _Cup of Excellence_, competição<br>criada em 1999, no Brasil, e que, atualmente, tem os direitos de<br>realização no mundo concedidos à ACE.</p>



<p>Em comunicado, a entidade internacional aponta que a homenagem concedida<br>a esses produtores se dá não apenas pelos cafés extraordinários que<br>produzem, mas pelo comprometimento que possuem em promover uma<br>indústria de café mais justa e sustentável em todo o mundo.</p>



<p>“Além de produzir café de classe mundial, as ‘Lendas da<br>Excelência’ também são líderes em suas comunidades. Cada um desses<br>produtores causou um impacto duradouro ao investir em programas sociais<br>que elevam a cultura de outros produtores, trabalhadores e comunidades<br>locais. Seja por meio de iniciativas educacionais, projetos de<br>sustentabilidade ou programas de mentoria que orientam a próxima<br>geração de cafeicultores, essas lendas não estão apenas moldando o<br>futuro do café, mas também fortalecendo as comunidades que o tornam<br>possível”, enaltece a ACE.</p>



<p>Natural de Carmo de Minas (MG), Luiz Paulo é o primogênito de quatro<br>irmãos de uma tradicional família produtora de café na região da<br>Mantiqueira, a qual, inclusive, é detentora da maior nota na história<br>do _Cup of Excellence_ no Brasil: 95,85 pontos com o café produzido por<br>Francisco Isidro Pereira, em 2005.</p>



<p>“Essa honraria, que me deixa muito orgulhoso, prova que o Brasil é<br>referência em café especial, muito além de ser apenas em café. Temos<br>uma história linda com a cafeicultura em quase três séculos, com<br>constantes investimentos e inovações tecnológicas, extremo respeito<br>aos recursos naturais, ao meio ambiente e às pessoas de nossas<br>comunidades, com as quais temos compromisso em sempre prover melhorias,<br>visando vida digna a todos”, comenta Luiz Paulo.</p>



<p>Ele recorda que a aquisição de conhecimento, em diversas viagens pelo<br>mundo e em intercâmbios com atores da cafeicultura de outros países<br>produtores, é um diferencial que adquiriu para contribuir com a<br>comunidade brasileira do café especial.</p>



<p>“Temos relacionamento com cafeicultores de praticamente todos os<br>países produtores, além de buscarmos conhecimento constante com nossos<br>principais compradores. Fui 35 vezes somente ao Japão, por exemplo.<br>Visitamos todas essas nações, descobrimos novas formas de cultivo,<br>tendências de consumo e trazemos essa experiência aos cafés especiais<br>do Brasil. Através desse trabalho, que também é realizado por<br>centenas de atores do setor, podemos afirmar que nosso país, sim, está<br>inserido em posição de destaque no cenário global do café<br>especial”, assegura.</p>



<p>Além de Luiz Paulo, que já esteve 23 vezes entre os vencedores do _Cup<br>of Excellence_ e também traz em seu currículo o fato de ter sido o<br>presidente mais jovem na história da BSCA, aos 30 anos, em 2011 –<br>sendo reeleito dois anos depois –, as outras lendas do café especial<br>no mundo são: Benjamin Paz, de Honduras (cinco vezes); Juan Diego De La<br>Cerda, da Guatemala (13 vezes); Ernesto Menéndez, de El Salvador (cinco<br>vezes); Manuel Antônio &#8220;Toño&#8221; Barrantes, de Costa Rica (10 vezes); e<br>Olman Valladarez, da Nicarágua (14 vezes).</p>



<p>Fonte : pauloandre@agenciap1.com</p>
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		<item>
		<title>Momento Agro: comércio de café conilon entra em nova fase; entenda</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/deputados-aprovam-projeto-para-instalar-detector-de-metais-em-escolas-do-es/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 16:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Videocast aborda as transformações da produção e da venda dos grãos e os desafios dos produtores capixabas. </p>



<p id="paragrafo-w5gkzx2rr1">Maior produtor de café conilon do Brasil, o Espírito Santo vive um novo momento da comercialização do produto, com a valorização do preço da saca e aumento do interesse de compradores de outros países. Neste episódio do videocast <strong>Momento Agro</strong>, destacamos as transformações da produção e da venda dos grãos e os desafios vivenciados pelos produtores capixabas. </p>



<p id="paragrafo-39r4klrp4e">A conversa é conduzida por Rosi Ronquetti, jornalista que acumula experiência de mais de 10 anos na cobertura de agronegócio e também conduz a apresentação do&nbsp;<strong>Momento Agro</strong>&nbsp;da<strong>&nbsp;Rádio Gazeta FM Norte</strong>.</p>



<p id="paragrafo-o3mkk4k07y">Entrevistado no videocast, o engenheiro agrônomo e pesquisador do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural&nbsp;(Incaper) José Altino Machado Filho chama a atenção para o surgimento de um novo produto. “Temos que estar atentos ao produto da colheita mecanizada. Grandes lotes com perfis diferentes, pontuação alta, doçura, acidez, grão maduro”, salienta.&nbsp;</p>



<p>Já a produtora de café especiais e mestre de torra Kissia Dal’Orto defende uma mudança de cultura no campo. “Além de enxergar o café que  produz como uma bebida, um alimento, o produtor precisa enxergar o quanto ele importa nesse mercado de café de qualidade”, frisa. </p>



<p>Fonte : A Gazeta </p>
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		<item>
		<title>Expo Marilândia estreia com destaque para agronegócio, cultura e grandes shows</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/expo-marilandia-estreia-com-destaque-para-agronegocio-cultura-e-grandes-shows/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 16:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Evento que começou nesta quinta-feira promete movimentar a cidade até domingo com gastronomia, café, rodeio e atrações nacionais</h2>



<p>Marilândia abriu nesta quinta-feira (2) as portas da&nbsp;<strong>1ª Expo Marilândia</strong>, um evento que já nasce grandioso e com a missão de valorizar o agronegócio, impulsionar a economia local e reunir em um só espaço gastronomia, cultura e música. A feira, que segue até domingo (5), é realizada pelo Instituto Panela de Barro em parceria com a Prefeitura de Marilândia e traz ao público uma programação que mescla palestras técnicas, exposições, experiências gastronômicas e shows de peso.</p>



<p>Um dos pontos altos do evento é o 1º Festival Sabores &amp; Cafés – Festa do Produtor de Marilândia, que celebra a tradição da cafeicultura local e oferece ao visitante a chance de experimentar novidades gastronômicas, além de aproveitar espaços de lazer e entretenimento. O evento também marca a entrega de equipamentos às associações rurais e a premiação da 3ª Mostra de Qualidade de Café Conilon do município.</p>



<p></p>



<p>Na grade cultural e musical, nomes consagrados se juntam a talentos regionais, garantindo noites de festa para todos os estilos. Entre as grandes atrações, estão Traia Véia, João Gomes e Sérgio Reis, além de artistas locais que completam a programação. O evento ainda conta com rodeio show, concurso Garota Café, tratorada e espaço exclusivo de gastronomia e lazer.</p>



<p>A Expo Marilândia se firma como um espaço de celebração da força do produtor rural e da identidade cultural capixaba, abrindo caminho para se tornar tradição no calendário de eventos do Espírito Santo.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-programacao">Programação</h3>



<p>Quinta-feira – 02/10<br>12h – Abertura e credenciamento<br>12h – Abertura da Praça de Alimentação<br>13h – Palestra: Assistência Técnica e Gerencial (Senar/ES – Vinicius Maline Tavares)<br>14h – Palestra: Bioinsumos na Cafeicultura (Incaper – Vinício Oliosi Favero)<br>15h – Palestra: Oportunidades e Desafios da Cafeicultura Capixaba (Ênio Bergoli – Seag)<br>17h – Abertura Oficial da Expo + Premiação Mostra de Cafés + Entrega de Equipamentos<br>17h – Abertura do Espaço Gastronomia e Lazer<br>19h – Concurso Garota Café<br>21h – Show com Luiz Dias</p>



<p>Sexta-feira – 03/10<br>10h – Abertura da feira<br>11h – Abertura da Praça de Alimentação<br>15h – Palestra: Manejo de Pragas e Doenças no Conilon (Syngenta)<br>17h – Abertura do Espaço Gastronomia<br>17h30 – Tratorada<br>19h30 – Show com Paula Cassaro<br>20h – Rodeio Show<br>22h30 – Show com Brutaiada<br>00h30 – Show nacional com Traia Véia</p>



<p>Sábado – 04/10<br>10h – Abertura da feira<br>17h – Abertura da Praça de Alimentação<br>19h – Show com Junior Avila<br>20h30 – Rodeio Show<br>22h30 – Show com Alemão do Forró<br>00h30 – Show nacional com João Gomes</p>



<p>Domingo – 05/10<br>11h – Abertura da feira e da Praça de Alimentação<br>13h – Show com Tanne Castro<br>16h – Show com Maya Ribeiro<br>18h – Rodeio Show<br>20h – Show nacional com Sérgio Reis<br>22h – Show com Filipe Fantin</p>



<p><strong>Serviço<br></strong>1ª Expo Marilândia<br>Quando: 02 a 05 de outubro de 2025<br>Local: Marilândia – ES<br>Entrada gratuita<br>Realização: Instituto Panela de Barro e Prefeitura de Marilândia<br>Governança: ADETUR<br>Patrocínio: Spaten<br>Apoio: Incaper, Seag, Senar, Câmara Municipal de Marilândia, CIM Noroeste, Sebrae, Aderes e Governo do Estado do Espírito Santo</p>



<p>Folha Vitória</p>
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