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	<title>Animais &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Santa Teresa recebe evento que debate o futuro da Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os dias 19 e 21 de agosto,&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/santa-teresa/">Santa Teresa</a>&nbsp;recebe mais uma edição do&nbsp;<strong>Simbioma</strong>, o Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros mais importantes do Espírito Santo voltados à ciência, conservação, educação ambiental e valorização do bioma.</p>



<p>Em 2026, o evento chega à sua 14ª edição com o tema “<strong>Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica</strong>: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”.</p>



<p>O tema não poderia ser mais atual. Falar sobre rios, nascentes, áreas úmidas, manguezais e demais ambientes aquáticos tem se tornado extremamente importante para que a sociedade consiga sobreviver em um mundo equilibrado, com água, biodiversidade, cidades confortáveis, produção de alimentos, comunidades saudáveis e, por incrivel que pareça, um futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aproximar-ciencia-e-sociedade">Aproximar ciência e sociedade</h2>



<p>O Simbioma reúne pesquisadores, estudantes, professores, profissionais da área ambiental, instituições e pessoas interessadas na conservação da Mata Atlântica. A proposta é criar um espaço de troca de conhecimentos, apresentação de pesquisas, relatos de experiências e debates sobre os desafios enfrentados por um dos biomas mais ameaçados do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma2-1320x990.jpg" alt="" class="wp-image-7986985"/></figure>



<p>Realizado em Santa Teresa, município com forte tradição científica e ambiental, o evento também reforça a importância histórica do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e do Instituto Nacional da Mata Atlântica na produção e divulgação de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p>Santa Teresa é um território simbólico para quem trabalha com conservação. Suas florestas, rios, montanhas e instituições científicas ajudam a contar uma parte importante da história ambiental do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma3.jpg" alt="" class="wp-image-7986987"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-agua-como-eixo-da-vida">A água como eixo da vida</h2>



<p>A escolha do tema deste ano chama atenção para uma questão essencial: não existe conservação da Mata Atlântica sem proteção de seus ecossistemas aquáticos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/ecossistema.jpg" alt="" class="wp-image-7986988"/></figure>



<p>Os rios conectam montanhas, florestas, áreas rurais, cidades e o mar. As nascentes garantem a origem da água. Os manguezais recebem essa água no encontro com as marés e funcionam como berçários naturais para inúmeras espécies. Áreas úmidas, brejos, córregos e lagoas completam essa rede delicada, muitas vezes invisível aos olhos da população.</p>



<p>Quando esses ambientes são degradados, os impactos aparecem em várias dimensões: perda de biodiversidade, redução da qualidade da água, erosão, assoreamento, enchentes, secas mais severas, prejuízos econômicos e riscos sociais.</p>



<p>Por isso, discutir a integridade dos rios e a sustentabilidade dos territórios é também discutir o tipo de futuro que queremos construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-instituto-ultimos-refugios-tambem-estara-presente">Instituto Últimos Refúgios também estará presente</h2>



<p>O&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>&nbsp;participará mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria de longa data com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, o Instituto Nacional da Mata Atlântica, pesquisadores e organizadores do evento.</p>



<p>Essa relação vem de antes da criação do INMA e se mantém ao longo dos anos por meio de apoio à comunicação, divulgação científica, atividades culturais, educação ambiental e valorização da biodiversidade capixaba. O Instituto participou de todas as edições do Simbioma, seja com estande, oficina, representantes institucionais ou outras ações de apoio.</p>



<p>Em 2026, a participação será novamente marcada pela presença de estande, materiais educativos, brindes e atividades voltadas à aproximação do público com a natureza.</p>



<p>A temática deste ano dialoga diretamente com projetos recentes do Instituto Últimos Refúgios, como “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, voltado à documentação e valorização dos manguezais do Espírito Santo, e produções audiovisuais ligadas aos rios capixabas, como o documentário “Águas do Itapemirim”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-convite-a-comunidade">Um convite à comunidade</h2>



<p>O Simbioma é também uma oportunidade para que a comunidade se aproxime da ciência e compreenda melhor a importância da Mata Atlântica no cotidiano de todos nós.</p>



<p>Afinal, os rios que abastecem cidades, as florestas que protegem nascentes, os manguezais que sustentam a vida marinha e os ecossistemas que equilibram o clima não pertencem apenas aos pesquisadores. Eles fazem parte da vida de toda a sociedade.</p>



<p>Eventos como o Simbioma ajudam a transformar conhecimento científico em consciência pública. E, em um tempo em que os ecossistemas aquáticos enfrentam tantas pressões, participar dessas discussões é também uma forma de fortalecer a conservação.</p>



<p>Santa Teresa recebe, mais uma vez, pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade para pensar o presente e o futuro da Mata Atlântica.</p>



<p>Que o Simbioma 2026 inspire novas pesquisas, novas parcerias e novos olhares para as águas que sustentam a vida. Nos vemos por lá!</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/convite-1320x1650.jpg" alt="" class="wp-image-7987024"/></figure>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Expedição revela manguezais pouco conhecidos no município de Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[manguezais]]></category>
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		<category><![CDATA[preservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto <strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>, iniciativa realizada pelo <strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos <strong>manguezais do Espírito Santo</strong>.</p>



<p>A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho.</p>



<p>Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47728" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-inicio-marcado-por-educacao-ambiental">Um início marcado por educação ambiental</h2>



<p>A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png" alt="" class="wp-image-47729" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-768x576.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1536x1152.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<p>O espaço acolhedor chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município.</p>



<p>Claudinei também faz parte do projeto Manguejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos manguezais capixabas.</p>



<p>Essas aproximações reforçam um dos pilares do&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>: conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-estuarios-e-mangues-sobre-pedra"><strong>Estuários e mangues sobre pedra</strong></h2>



<p>Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formaações rochosas e lateríticas na beira da praia.</p>



<p>Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47730" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1536x1025.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-rio-jacaraipe-a-vida-resiste"><strong>Rio Jacaraípe: a vida resiste</strong></h2>



<p>Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território.</p>



<p>O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47731" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reis-magos-um-rio-de-fronteira">Reis Magos: um rio de fronteira</h2>



<p>A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png" alt="" class="wp-image-47732" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-768x575.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística.</p>



<p>Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entre-beleza-natural-e-pressao-urbana"><strong>Entre beleza natural e pressão urbana</strong></h2>



<p>Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização.</p>



<p>Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47733" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-768x513.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção.</p>



<p>O projeto&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>&nbsp;segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos.</p>



<p>Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sobre-o-projeto">Sobre o projeto</h2>



<p>O projeto é realizado pelo&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA).</p>



<p>Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa.</p>



<p>Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas.</p>



<p>O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png" alt="" class="wp-image-47734" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-225x300.png 225w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-1152x1536.png 1152w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-56x75.png 56w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-480x640.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18.png 1440w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-equipe">Equipe</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Coordenação Geral:</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Coordenação de Produção:</strong> Raphael Gaspar</li>



<li><strong>Assistente de Coordenação:</strong> Henrique Mariano</li>



<li><strong>Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças):</strong> Iasmin Macedo</li>



<li><strong>Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Consultoria em Ecossistema Manguezal:</strong> Professora Mônica Tognella</li>



<li><strong>Pesquisa de Biodiversidade:</strong> Thiago Silva-Soares</li>



<li><strong>Pesquisa Social:</strong> Daniela Gerhard</li>



<li><strong>Fotografia (Direção e Captação):</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Assistente de Fotografia / Apoio Técnico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Ilustração:</strong> Jenifer Zamperlini</li>



<li><strong>Logger e Organização do Banco de Imagens:</strong> Marcella Rosa</li>



<li><strong>Editoração do Livro:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Textos para o livro:</strong> Rafael de Rezende Coelho</li>



<li><strong>Design Gráfico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Educação Ambiental:</strong> Caroline Reis</li>



<li><strong>Administrativo e Financeiro:</strong> Thiago Negrelli</li>



<li><strong>Contabilidade:</strong> Orbis Contabilidade</li>



<li><strong>Apoio administrativo:</strong> Thiago dos Santos Nunes</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Garoto faz balanço das Dez Milhas e reforça corrida como plataforma de relacionamento com a comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 16:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Classificados]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Com 34ª edição das Dez Milhas, Garoto consolidou sua estratégia de usar o fim de semana esportivo como ativo de relacionamento no Espírito Santo, transformando Vitória e Vila Velha em palco de experiência para atletas, famílias e público em geral.</h2>



<p>A 34ª edição das&nbsp;<strong>Dez Milhas Garoto</strong>&nbsp;celebrou o esporte em todas as idades no último final de semana, 27 e 28 de setembro. No sábado, a festa ficou por conta da criançada e até dos pets: a&nbsp;<strong>22ª Garotada&nbsp;</strong>reuniu, no estacionamento do Shopping Vitória, 2.900 pequenos atletas, enquanto a&nbsp;<strong>4ª Cachorrida&nbsp;</strong>contou com a participação de 850 duplas de tutores e cães.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/Credito-Esporte-Vix-Premium-Yescom____-1031x768.jpg" alt="" class="wp-image-7657604"/><figcaption class="wp-element-caption">Cachorrida. Foto: Esporte Vix / Premium / Yescom</figcaption></figure>



<p>Já no domingo,&nbsp;<strong>17 mil atletas amadores</strong>&nbsp;– recorde da prova – aproveitaram a manhã ensolarada para avançar no percurso entre a Praia de Camburi, em Vitória, e a fábrica da Chocolates Garoto, em Vila Velha, e completar os 16 quilômetros que os separavam da linha de chegada, os corredores de elite travaram batalhas à base de suor e garra.&nbsp;<strong>Nubia de Oliveira</strong>&nbsp;<strong>Silva&nbsp;</strong>voltou a colocar o atletismo feminino do Brasil no alto do pódio após 18 anos, e no masculino,&nbsp;<strong>Mark Kiptoo</strong>, de Uganda, foi o vencedor.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/Credito-Esporte-Vix-Premium-Yescom-1154x768.jpg" alt="" class="wp-image-7657607"/><figcaption class="wp-element-caption">Pódio feminino. Foto: Esporte Vix / Premium / Yescom</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/Credito-Esporte-Vix-Premium-Yescom_-1154x768.jpg" alt="" class="wp-image-7657611"/><figcaption class="wp-element-caption">Pódio masculino. Foto: Esporte Vix / Premium / Yescom</figcaption></figure>



<p>Para o diretor da Fábrica da Garoto em Vila Velha,&nbsp;<strong>Fabiano Marins</strong>, os ganhos da Dez Milhas vão muito além do pódio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Foi uma corrida espetacular tanto para quem participou quanto para quem veio acompanhar essa festa esportiva. Um dia bonito, com uma energia espetacular. Temos uma conexão especial com o Espírito Santo, e essa corrida é um legado, passando por pontos turísticos importantes e promovendo bem-estar por meio do esporte. Estamos felizes em promover um domingo de alegria para todos, além do orgulho de voltar a ver uma brasileira no alto do pódio.Fabiano Marins</p>
</blockquote>



<p>O formato “três em um” amplia o alcance multigeracional da plataforma. No balanço de Fabiano, iniciativas como Garotada e Cachorrida agregam camadas de&nbsp;<strong>experiência&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>pertencimento familiar&nbsp;</strong>ao projeto – um tipo de ativação que gera relacionamento de longo prazo com múltiplos públicos e fortalece o vínculo da marca com o território onde nasceu.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/Credito-Esporte-Vix-Premium-Yescom__-1104x768.jpeg" alt="" class="wp-image-7657616"/><figcaption class="wp-element-caption">Garotada. Foto: Esporte Vix / Premium / Yescom</figcaption></figure>



<p>E do ponto de vista operacional, a organização ressalta estrutura “de primeiro mundo” para atletas e presença de público nas ruas. Para quem não acompanhou in loco, houve transmissão ao vivo no YouTube da Yescom, ampliando a cauda longa do conteúdo gerado pelo evento.</p>



<p>Criada em 1989 nas comemorações dos 60 anos da Chocolates Garoto, a corrida integra o calendário nacional e é apontada como a&nbsp;<strong>maior do país na modalidade 10 milhas</strong>. Em 2025, a prova bateu o recorde histórico de inscrições. A organização é da Yescom, com homologação da CBAt e da Fecat.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<title>Observação de baleias-jubarte no ES segue até novembro</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/observacao-de-baleias-jubarte-no-es-segue-ate-novembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 16:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">ES está consolidado como um destino para observação de baleias. Saiba como agendar um dos passeios</h2>



<p><strong>Por Erik Oakes</strong></p>



<p>O litoral do Espírito Santo segue sendo palco de um espetáculo inesquecível desde junho: a passagem das baleias-jubarte. Os gigantes dos mares deixam as águas geladas da Antártida em busca de regiões mais quentes para reprodução e nascimento dos filhotes, e o Estado se consolidou como um dos principais destinos do Brasil para acompanhar esse fenômeno.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o Projeto Amigos da Jubarte, mais de 160 países praticam o Turismo de Observação Natural de Baleias, gerando cerca de US$ 2 bilhões por ano em todo o mundo. E o Espírito Santo faz parte desta rota internacional de hotspot de observação de baleias.&nbsp;A temporada segue até novembro, quando turistas podem embarcar em passeios de observação saindo de Vitória.</p>



<p>No Espírito Santo, cerca de 20 mil baleias passam pelo litoral todos os anos, tornando a região parte da rota internacional de observação.&nbsp;A bordo de lanchas, os visitantes têm a chance de presenciar saltos, esguichos e até os cantos das jubartes, em uma experiência segura e emocionante.</p>



<p></p>



<p>Os passeios nas águas capixabas existem desde 2017. Com valores a partir de R$ 370 para crianças (a partir de 6 anos) e R$ 420 para adultos, eles podem ser agendados diretamente nos sites e redes sociais das operadoras. Agências como a Capixaba Turismo Receptivo e a Aves Voando Alto oferecem roteiros com saída da Enseada do Suá, a partir das primeiras horas da manhã, sempre respeitando os limites de aproximação para garantir a preservação dos animais.</p>



<p>“Muita gente se emociona ao ver os animais de perto. É uma oportunidade única de conexão com a natureza”, destaca a guia de turismo Gilliane Herculano Dal Orto, da Aves Voando Alto.</p>



<p>As reservas podem ser feitas no site <a href="https://avesvoandoalto.suareservaonline.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">avesvoandoalto.suareservaonline.com.br</a> ou pelo Instagram <a href="https://www.instagram.com/avesvoandoalto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@avesvoandoalto</a>. Em agosto, a ES Brasil conversou com a proprietária da agência AVES Voando Alto, Gilliane Dal Orto, que deu mais detalhes de como funciona o passeio de avistamento dos animais ao podcast Destinos ES.</p>



<p>Fonte: ES Brasil</p>
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		<title>Proposta reconhece atuação de defensores da causa animal</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/proposta-reconhece-atuacao-de-defensores-da-causa-animal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 17:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os deputados estaduais Janete de Sá (PSB) e Marcelo Santos (União) querem instituir, na Assembleia Legislativa (Ales), a Comenda do Mérito Legislativo Francisco de Assis, destinada a personalidades ou a entidades representativas cujo trabalho ou atuação se destaque na promoção de relevantes serviços na luta em favor da causa animal no estado.</p>



<p>A homenagem prevista no Projeto de Resolução (PR) 20/2025 será concedida para até 30 homenageados, preferencialmente em sessão solene. &nbsp;A insígnia será acompanhada de diploma e poderá ser concedida post mortem.</p>



<p>Em mensagem de justificativa, os autores destacam que o patrono dos animais e do meio ambiente “representa valores que transcendem fronteiras religiosas e inspiram causas ecológicas em todo o mundo”. São Francisco de Assis é celebrado em 4 de outubro pelo catolicismo, com ritos que simbolizam o compromisso do padroeiro com “a harmonia entre os seres humanos, os animais e a natureza”.</p>



<p>“Nesse dia, milhões de pessoas se reúnem para homenagear e refletir sobre os valores que ele representou, sobretudo aqueles ligados à causa animal. A data de 4 de outubro se tornou, assim, um símbolo de celebração da vida dos animais em todas as suas formas, além de um convite à reflexão sobre a necessidade de zelar pelo cuidado, saúde e bem-estar desses seres que acompanham a humanidade desde os seus primórdios”, diz a mensagem dos deputados.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=461515&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PR/461515-202509051640242344669BDZQW(7480).pdf&amp;identificador=3400360031003500310035003A005000&amp;tipoId=P461515#P461515" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PR 20</a>&nbsp;passará pelas comissões de Justiça, de Proteção e Bem-Estar dos Animais e de Finanças da Ales.</p>



<p>Fonte: Ales</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>CastrAra: Meio Ambiente realiza mutirão de cadastro entre os dias 18 e 30 de setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 16:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para ampliar o acesso da população ao 2º Ciclo do Programa de Castração de Cães e Gatos (CastrAra), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) promove, entre os dias 18 a 30 de setembro, um mutirão de cadastramento. A ação será realizada por uma equipe da Coordenação de Bem-Estar Animal (Cobem) que estará disponível para atender os munícipes.&nbsp;</p>



<p>Para realizar o cadastro, o interessado deve agendar o horário previamente com a equipe da Cobem, pelo telefone: (27) 3270-7067 (WhatsApp). Podem participar protetores independentes que possuam sob sua tutela ao menos cinco animais, ONGs de proteção animal e munícipes inscritos no CadÚnico.</p>



<p>Após o agendamento, o tutor deve comparecer à secretaria. Os atendimentos serão feitos em dois horários: das 8h30 às 11h e das 14h às 17h, na sede da Semam. Os tutores devem comparecer munidos de documentos pessoais, comprovante de residência, número do CadÚnico e do cartão de vacina do animal (se tiver).</p>



<p>O CastrAra é uma iniciativa que busca controlar a natalidade de cães e gatos, garantindo mais saúde, bem-estar animal e apoio às famílias do município, além de reforçar as políticas públicas de proteção e cuidado com os animais.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz.</p>
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		<item>
		<title>Janete quer tratamento para acumuladores de animais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 16:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A preocupação com pessoas que acabam por desenvolver transtorno de acumulação compulsiva de animais pode levar à criação de uma política de cuidados no Espírito Santo. Essa é a proposta do Projeto de Lei (PL) 568/2025, da deputada Janete de Sá (PSB).</p>



<p>Conforme o texto, a pessoa com o transtorno é “aquela que apresenta um padrão persistente e problemático de acumular um número excessivo e descontrolado de animais, em um local com deficiência de saneamento, espaço, alimento disponível, cuidados veterinários e que não atende as necessidades básicas dos animais”.&nbsp;</p>



<p>O programa objetiva promover conscientização, prevenção, tratamento e proteção das pessoas afetadas pelo transtorno – também conhecido como Síndrome de Noé -, bem como o bem-estar e a segurança dos animais envolvidos.&nbsp;</p>



<p>Dentre as diretrizes estão a promoção de campanhas de conscientização para reduzir o estigma; a capacitação de profissionais para identificar e lidar com situações; a criação de programas de prevenção e de redes de apoio multidisciplinares; e a garantia de acesso a serviços de saúde mental e assistência social.&nbsp;</p>



<p>O PL 568/2025 também estabelece instruções para proteção e bem-estar dos animais, realização de pesquisas sobre o transtorno e para fiscalização e punição em casos de violência e maus-tratos.</p>



<p>Na justificativa da proposta, Janete argumenta que os acumuladores “desenvolvem um apego obsessivo pelos animais, mas não conseguem garantir seu bem-estar”. A parlamentar argumenta ainda que sua proposta “lança luz” sobre tema pouco repercutido pelas políticas públicas, mas que “vem se repetindo cada vez mais, visto os inúmeros casos denunciados à CPI” (Comissão Parlamentar de Inquérito dos Maus-Tratos contra Animais).</p>



<p>Na Assembleia Legislativa (Ales), o PL 568/2025 passará por cinco comissões: Justiça; Defesa dos Direitos Humanos; Saúde; Proteção e Bem-Estar Animal; e Finanças.&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=458447&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/458447-202508151603555922021MSXKX(7480).pdf&amp;identificador=3400350038003400340037003A005000&amp;tipoId=P458447#P458447" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento da proposta</a>.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Assembleia Legislativa do Espírito Santo.</p>
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		<title>Município implanta Polo de Educação Ambiental e Base de Apoio ao Turismo de Observação de Baleias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 11:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um importante passo para o fortalecimento do turismo sustentável e da conservação ambiental será dado pela Secretaria de Turismo e Cultura (Semtur), em parceria com o Instituto Baleia Jubarte a implantação do Polo de Educação Ambiental e da Base de Apoio para a Operacionalização do Turismo de Observação de Baleias. A iniciativa visa integrar ações educativas, científicas e turísticas em torno da presença das baleias jubarte no litoral, especialmente durante a temporada de migração e reprodução da espécie.&nbsp;</p>



<p>Neste mesmo contexto, ocorrerá uma cerimônia simbólica da assinatura do Termo de Cooperação Técnica e da Cessão de uso de parte do museu para implantação do Espaço Baleia Jubarte. O acordo prevê a promoção de educação ambiental, profissionalização do turismo e, em especial, a observação das baleias, capacitação e oficinas direcionadas ao turismo e ao meio ambiente com foco na valorização e preservação da identidade local. O evento será no dia 26 de agosto, às 10h no Museu Histórico de Santa Cruz, em Santa Cruz.</p>



<p>A criação do Polo de Educação Ambiental e da Base de Apoio conta com a cooperação da instituição de pesquisa, entidades ambientais e representantes do setor turístico. A parceria reforça a importância da integração entre ciência, educação e turismo como estratégia para o desenvolvimento sustentável e a valorização do patrimônio natural brasileiro.&nbsp;</p>



<p><em>“O espaço terá a proposta em atuar na promoção e sensibilização ambiental nas comunidades de Aracruz, visitações guiadas, conscientização nas ações ambientais, realização de oficinas culturais, capacitações e promovendo a implantação do turismo de observação de baleias em Santa Cruz e formação de mão de obra qualificada na área do turismo”</em>, comentou o secretário interino de Turismo e Cultura, Carlos Bravo.</p>



<p>Para a secretária de Gestão Estratégica, Jeesala Coutinho, o novo Polo será de conscientização e valorização.&nbsp;<em>“Este polo não é apenas um espaço físico, mas uma iniciativa estratégica que integra educação, meio ambiente e turismo, promovendo a conscientização ambiental e fortalecendo uma atividade econômica que respeita e valoriza a natureza. A observação de baleias jubarte é uma das atrações mais significativas da nossa costa, e a criação deste espaço garantirá suporte técnico e logístico para que esse turismo se desenvolva de forma organizada, segura e sustentável”</em>, concluiu.</p>



<p><strong>O Instituto Baleia Jubarte</strong></p>



<p>Criado em 1988 como parte das ações de Implantação do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, com a missão de estudar e proteger a população remanescente de baleias jubarte que se reproduzem em águas brasileiras, que naquela época ainda estavam ameaçadas de extinção. Graças aos mais de 35 anos de esforços, as jubartes hoje se recuperaram quase que totalmente no Brasil. O instituto está em atuação em três estados como: Bahia, São Paulo e Espírito Santo.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz.</p>



<p></p>
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		<title>Deputado sugere pontos fixos para apoio a pescadores artesanais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 16:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em sugestão encaminhada ao governador do Estado, o deputado Zé Preto (PP) pede a implantação de pontos fixos de inspeção e orientação para pescadores artesanais no Espírito Santo. A ação, conforme a&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=445364&amp;arquivo=Arquivo/Documents/IND/445364-202504231155594497878KV1C8(9087081).pdf&amp;identificador=3400340035003300360034003A005000&amp;tipoId=P445364#P445364" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Indicação Parlamentar 875/2025</a>, seria realizada conjuntamente pelo&nbsp;Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recurso Hídricos (Seama).</p>



<p>No texto&nbsp;ao Executivo, o parlamentar lembra que a regularização sanitária e ambiental da atividade pesqueira “é essencial para garantir a qualidade dos produtos e a sustentabilidade do setor”.</p>



<p>“Muitos pescadores artesanais enfrentam dificuldades no acesso à informação e aos serviços de inspeção e licenciamento. A criação de pontos fixos de atendimento contribuirá para a legalização das atividades, melhoria na comercialização do pescado e promoção de boas práticas ambientais e de saúde pública”, defende Zé Preto.</p>



<p>O deputado aponta ainda que a inspeção fortalecida pode trazer melhorias na qualidade de vida das pessoas que visitam ou vivem nas comunidades pesqueiras.&nbsp;</p>



<p><strong>Indicação Parlamentar</strong></p>



<p>A Indicação Parlamentar é uma proposição feita pela Assembleia Legislativa aos Poderes do Estado do Espírito Santo, da União, dos Municípios e de outros Estados da Federação, sugerindo-lhes&nbsp;a&nbsp;realização de medidas de interesse público cuja iniciativa ou execução não seja de competência do Poder Legislativo.</p>



<p>Fonte: Assembleia Legislativa do Espírito Santo.</p>
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		<title>26ª Expo Aracruz: Agropecuária movimenta negócios milionários e reforça posição estratégica do município no setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 16:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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<p>De 7 a 10 de agosto, o Parque de Exposições Rubens Pimentel recebeu a 26ª Expo Aracruz, evento que reafirma a vocação agropecuária do município e se consolida como um dos mais relevantes encontros do setor no Espírito Santo. Com uma programação intensa, a Expo reuniu genética de ponta, julgamentos de alto nível, incentivo à agricultura familiar e resultados expressivos em comercialização de animais e produtos.</p>



<p><strong>Força do Gir Leiteiro e Nelore</strong><br>O Torneio Leiteiro da Raça Gir contou com mais de 100 animais ranqueados, incluindo a vaca Romana, atual número um do ranking nacional da Associação Brasileira de Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL). As ordenhas ocorreram diariamente às 7h, 14h e 22h desde o dia 2 de agosto, reunindo criadores e técnicos renomados, como o coordenador de exposições da ABCGIL, Gustavo Rodrigues A. Oliveira, e o diretor técnico de operações da ABCGIL e jurado da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), André Rabelo Fernandes.</p>



<p>No julgamento, o Nelore atraiu atenção com mais de 130 animais avaliados e ranqueados. Também foram destaques os 18 exemplares da raça Guzerá, dez de Tabapuã e 44 Girolando, reforçando a diversidade e qualidade genética presentes na feira.</p>



<p><strong>Agricultura familiar em destaque</strong><br>No Concurso Leiteiro Regional, 12 produtores de Aracruz e cidades vizinhas apresentaram a força da produção local. Já na agricultura familiar, 11 expositores comercializaram produtos como méis e derivados, pães e bolos, farinha, café, temperos, doces e artesanato indígena. O resultado foi positivo, tendo cerca de 80% dos produtos levados vendidos, com produtores fechando novos contatos comerciais e já recebendo encomendas após o evento.</p>



<p><strong>Negócios milionários no leilão virtual</strong><br>Um dos pontos altos da programação foi o Leilão Virtual São Francisco de Assis e Fazenda Pica-Pau Azul, realizado em 7 de agosto. No total, foram comercializados 26,5 lotes, com média geral de R$ 35.060,38, alcançando R$ 929.100,00 em negócios. Entre os destaques, bezerras alcançaram média de R$ 25.380,00; novilhas, R$ 27.286,96; prenhezes, R$ 62.000,00; e vacas, R$ 87.750,00. O evento contou com 19 compradores de sete estados brasileiros (BA, ES, GO, MG, PR, RJ e SP), reforçando o alcance nacional da genética negociada.</p>



<p>O secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Almir Vianna, reforçou a importância estratégica da Expo.&nbsp;<em>“O evento desse porte reforça nosso papel estratégico no cenário agropecuário nacional. Trouxemos para o município genética de excelência, negócios de grande porte e um espaço para valorizar o produtor local, impulsionando a economia e fortalecendo a credibilidade de Aracruz como referência no setor”</em>, disse.</p>



<p><em>“O êxito desta edição é resultado de um trabalho integrado e estratégico entre criadores, produtores, entidades representativas e o poder público. Estruturamos uma programação capaz de gerar negócios, promover a troca de conhecimentos e ampliar o alcance da produção local. A presença maciça do público e o volume de transações confirmam que a Expo Aracruz é, hoje, uma referência no calendário agropecuário capixaba”</em>, destacou a presidente da Comissão Organizadora, Jeesala Coutinho.</p>



<p>Para o prefeito Dr. Coutinho, o evento é um motivo de orgulho.&nbsp;<em>“A Expo Aracruz é um momento em que o coração da nossa cidade bate mais forte. Aqui, celebramos o trabalho incansável dos nossos produtores, a paixão de quem vive do campo e a alegria de ver nossa gente unida. Meu agradecimento especial vai para os expositores, criadores, agricultores, servidores envolvidos e visitantes vindo de diversos municípios do estado que nos ajudaram a fazer dessa festa um momento de celebração e de conquistas, afinal, nossos empreendedores lucraram com esses quatro dias de evento”</em>, afirmou.</p>



<p>A 26ª Expo Aracruz mostrou que, quando tradição e inovação caminham juntas, o resultado é um evento que movimenta milhões, gera oportunidades e coloca o município no mapa dos grandes encontros agropecuários do país.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz.</p>
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