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	<title>Clima &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Duas cidades do ES registram mais de 300 milímetros de chuva em 24 horas; veja a lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39.jpg" alt="" class="wp-image-45755" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Coordenadoria Estadual de Proteção e<strong> <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/defesa-civil/">Defesa Civil </a></strong>(Cepdec-ES) divulgou um novo balanço sobre a quantidade de chuva no Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (21). O levantamento mostra que dois municípios capixabas ultrapassaram a marca de 300 milímetros de <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/tempo/"><strong>chuva </strong></a>em apenas 24 horas — índice considerado muito elevado e acima da média mensal para janeiro.</p>



<p><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/rio-bananal/"><strong>Rio Bananal</strong> </a>registrou o maior acumulado, com 310 milímetros, seguido por Linhares, que somou 301 milímetros no mesmo período.</p>



<p>Por conta das fortes chuvas, uma casa desabou na zona rural de Rio Bananal.&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/cotidiano/crianca-esta-desaparecida-apos-desabamento-de-casa-no-norte-do-es/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dois adultos foram resgatados e uma criança está desaparecida</a></strong>.</p>



<p>Os dados foram atualizados às 7h desta quarta-feira (21) e refletem a atuação persistente da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), sistema meteorológico que mantém o tempo instável sobre o Estado.</p>



<p>Na manhã desta quarta-feira (21), a Defesa Civil emitiu um&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tempo/chuvas-severas-no-es-saiba-como-receber-os-alertas-da-defesa-civil/"><strong>novo alerta por SMS</strong></a>&nbsp;para todo o Espírito Santo, informando sobre a permanência das condições chuvosas ao longo do dia.</p>



<p><strong>Confira quais foram as cidades com maiores acumulados de chuvas em 24h</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rio Bananal – 310 mm</li>



<li>Linhares – 301 mm</li>



<li>Sooretama – 179 mm</li>



<li>Ibitirama – 165 mm</li>



<li>Afonso Cláudio – 125 mm</li>



<li>Aracruz – 125 mm</li>



<li>Santa Maria de Jetibá – 116 mm</li>



<li>Divino de São Lourenço – 114 mm</li>



<li>Boa esperança – 99 mm</li>



<li>Anchieta – 96 mm</li>



<li>Vila Velha – 96 mm</li>



<li>Venda Nova do Imigrante – 94 mm</li>



<li>Governador Lindemberg – 91 mm</li>
</ul>



<p>Desde a noite de terça-feira (20) até a madrugada desta quarta, a chuva caiu de forma contínua e intensa em diversas regiões, especialmente no Norte, Noroeste e áreas da Região Serrana.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-ocorrencias-no-estado">Ocorrências no Estado</h3>



<p>Apesar dos altos volumes de chuva, a Defesa Civil Estadual informou que, até o momento, nenhum município solicitou apoio formal ao Estado. As equipes seguem em monitoramento permanente e orientando as defesas civis municipais.</p>



<p>Uma ocorrência grave foi registrada na zona rural de Rio Bananal, na região da Lagoa Jesuína. Durante a madrugada, uma residência desabou após o solo ceder com o excesso de água. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu resgatar dois adultos. Uma criança está desaparecida. Uma equipe do Centro de Resposta em Desastres (Cerd) se prepara para seguir de aeronave do Notaer para auxiliar nas buscas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-chuvas-acima-da-media-e-risco-elevado">Chuvas acima da média e risco elevado</h3>



<p>Conforme já alertado pela Defesa Civil em coletivas anteriores, o volume de chuva previsto para esta semana pode superar, em apenas dois dias, a média esperada para todo o mês de janeiro em algumas cidades capixabas. Meteorologistas explicam que a combinação de calor e alta umidade, associada à ZCAS, favorece a ocorrência de chuvas fortes, persistentes e volumosas.</p>



<p>Esse cenário aumenta significativamente o<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tempo/defesa-civil-alerta-para-risco-de-enchentes-inundacoes-alagamentos-e-deslizamentos-no-es/"><strong>&nbsp;risco de enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos, principalmente em áreas com solo já encharcado</strong></a>. A Defesa Civil reforça que mesmo pancadas de chuva consideradas fracas podem causar transtornos, devido à saturação do solo e ao escoamento superficial elevado.</p>



<p>O aviso de tempo severo segue ativo em todo o Estado, com atenção especial para as regiões Oeste, Caparaó, Serrana, Norte e parte da Grande Vitória. A orientação é que moradores de áreas de risco fiquem atentos a sinais como rachaduras em paredes e no solo, estalos, inclinação de postes ou árvores e acionem imediatamente a Defesa Civil em caso de emergência.</p>



<p>A previsão indica que as chuvas devem perder intensidade gradualmente a partir da quinta-feira (22), mas o monitoramento permanece, já que o risco de desastres continua elevado enquanto o solo estiver encharcado.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://api.whatsapp.com/send?text=Duas%20cidades%20do%20ES%20registram%20mais%20de%20300%20mil%C3%ADmetros%20de%20chuva%20em%2024%20horas%3B%20veja%20a%20lista%20-%20https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dwhatsapp%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dfacebook%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://x.com/intent/post/?text=Duas%20cidades%20do%20ES%20registram%20mais%20de%20300%20mil%C3%ADmetros%20de%20chuva%20em%2024%20horas%3B%20veja%20a%20lista%20-%20&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dtwitter%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://t.me/share/url?url=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dtelegram%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside&amp;text=Duas%20cidades%20do%20ES%20registram%20mais%20de%20300%20mil%C3%ADmetros%20de%20chuva%20em%2024%20horas%3B%20veja%20a%20lista"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.linkedin.com/sharing/share-offsite/?url=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dlinkedin%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><strong>Assuntos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tempo/">Tempo</a></li>



<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/alerta-de-chuva/">Alerta de chuva</a></li>



<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/chuva-no-es/">Chuva no ES</a></li>



<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/inmet/">Inmet</a></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Alerta excepcional: ES pode ter chuva de um mês inteiro em apenas 2 dias</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/alerta-excepcional-es-pode-ter-chuva-de-um-mes-inteiro-em-apenas-2-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38.jpg" alt="" class="wp-image-45751" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p id="paragrafo-l9avuqbo5j">Em apenas dois dias, o&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/espirito-santo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Espírito Santo</a>&nbsp;pode registrar um volume de chuva superior à média esperada para todo o mês de janeiro. Diante do cenário de tempo severo, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil emitiu alerta de risco excepcional para esta terça-feira (20) e quarta (21).</p>



<p id="paragrafo-hvzbuwvahn">A média de de chuva para janeiro no Estado é de cerca de 200 milímetros, distribuídos pelos 31 dias. No entanto, as previsões indicam que esse volume pode ser alcançado — ou até superado — em apenas 48 horas, o que eleva o risco de deslizamentos de terra, inundações, enxurradas e outros transtornos.<strong>&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/video-como-se-mede-a-quantidade-de-chuva-1221" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[Veja aqui como se mede a chuva]</a></strong></p>



<p id="paragrafo-qtpfq0ren0">Segundo o boletim, o Espírito Santo deve enfrentar tempo nublado com chuvas persistentes, de intensidade moderada a forte, além de descargas elétricas, trovoadas e ventos intensos. As regiões Caparaó, Sul e Serrana estão entre as áreas com maior risco. Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, o meteorologista Mauro Bernasconi, da Defesa Civil Estadual, explicou que o Estado está <a href="https://www.agazeta.com.br/clima/segunda-zcas-de-2026-pode-trazer-chuvas-intensas-ao-es-por-ate-cinco-dias-0126" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sob influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS)</strong></a>.</p>



<p id="paragrafo-z9jpcmv3bb">Segundo o meteorologista, a atuação dessa zona favorece a concentração de umidade, deslocada em direção ao oceano. Ao encontrar temperaturas elevadas, esse ar úmido contribui para o desenvolvimento de nuvens carregadas e a ocorrência de chuvas. O volume de precipitação acaba funcionando como um “ingrediente extra”, já que o sistema se retroalimenta, provocando chuvas concentradas em determinados pontos. Além disso, a frente fria atua injetando ainda mais umidade vinda do oceano, o que funciona como combustível para a formação de novas nuvens e a manutenção do tempo instável.</p>



<p id="paragrafo-m5q99a834s">“Por isso é um evento que tem uma duração em torno de 4 a 10 dias de chuvas persistentes e um potencial de risco muito elevado”, explicou Bernasconi.</p>



<p id="paragrafo-34fog7c02j">A Defesa Civil afirma que, para quinta-feira (22) e sexta-feira (23), a tendência é de redução na frequência e intensidade das chuvas, com o avanço da ZCAS para outros Estados. Ainda assim, o órgão alerta que os riscos permanecem, principalmente devido ao solo encharcado.</p>



<p id="paragrafo-01mah4y5k5">A orientação é para que a população acompanhe os alertas oficiais e redobre a atenção em áreas de risco, evitando deslocamentos desnecessários durante períodos de chuva intensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="intertitulo-a2d7oc12v7">Alerta para rios</h2>



<p id="paragrafo-5k85apfygl">Segundo Mauro Bernasconi, o volume de chuva previsto não se restringe ao Espírito Santo. Minas Gerais, onde estão as nascentes de rios capixabas, também está sob alerta. Por isso, mesmo rios de grande porte, que normalmente apresentam resposta mais lenta ao aumento do volume de água, podem oferecer riscos.</p>



<p id="paragrafo-7ds5vkz78g">&#8220;Já existem alguns alertas prévios justamente para a bacia do Rio Doce. Os municípios acompanhados por esse rio, já estão na condição de alerta porque são esperadas chuvas fortes, não só para o Espírito Santo, mas também para cabeceira do rio em Minas Gerais&#8221;, explicou.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="intertitulo-n7ri94j1ac">Esquema de alerta</h2>



<p id="paragrafo-afdprvzvom">De acordo com o tenente-coronel Cristiano Malacarne, diretor-adjunto de operações do Corpo de Bombeiros, o Estado conta com 160 militares distribuídos em 24 unidades operacionais e, desde sexta-feira (16), as equipes se preparam para eventos críticos.&nbsp;“Nós já deslocamos uma equipe do nosso centro especializado de desastre para Cachoeiro de Itapemirim, tendo em vista apresentarem as maiores previsões de chuvas”.</p>



<p id="paragrafo-4qgvsv1b03">Ainda conforme Malacarne, os militares já foram orientados a iniciar o expediente em estado de prontidão. Caso haja necessidade, equipes extras de sobreaviso poderão ser acionadas ao longo do dia para reforçar o atendimento a ocorrências, principalmente no interior do Estado.</p>



<p>Fonte: A gazeta </p>
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		<item>
		<title>ES recebe novo alerta de tempestade, ventos de até 100 km/h e granizo; veja cidades em risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Defesa Civil Estadual também reforçou o alerta por meio de um vídeo publicado nas redes sociais</p>



<p>Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</p>



<p>O <strong>Espírito Santo</strong> voltou a entrar em alerta para<strong> tempestade</strong> nesta quarta-feira (3). O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (Inmet) publicou um novo aviso, durante a madrugada, reforçando o alerta emitido na terça-feira (2), que continua vigente. A Defesa Civil Estadual também adverte para grandes acumulados de chuva nos próximos dias</p>



<p>De acordo com o Inmet, a previsão aponta chuva volume de chuva de até 100 milímetros por dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de granizo. O órgão alerta para risco de queda de árvores, alagamentos, cortes de energia e estragos em plantações.</p>



<p>Na terça-feira (2), o Inmet já havia emitido dois alertas de tempestade — um laranja, com risco maior de chuva intensa e ventos fortes no Sul do Estado e Grande Vitória, e outro amarelo, com perigo potencial em todo o Espírito Santo. O novo aviso publicado nesta quarta reforça a atuação da instabilidade e mantém todas as regiões em atenção.</p>



<p>Em comunicado nas redes sociais, a Defesa Civil Estadual destacou que os próximos dias serão marcados por&nbsp;<strong>instabilidade</strong>, com risco de&nbsp;<strong>chuva intensa, rajadas de vento, raios e granizo</strong>&nbsp;em algumas regiões do Estado (assista abaixo).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cidades-capixabas-em-alerta-para-tempestade"><strong>Cidades capixabas em alerta</strong>&nbsp;para tempestade</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afonso Cláudio</li>



<li>Alegre</li>



<li>Alfredo Chaves</li>



<li>Anchieta</li>



<li>Apiacá</li>



<li>Atílio Vivacqua</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Bom Jesus do Norte</li>



<li>Brejetuba</li>



<li>Cachoeiro de Itapemirim</li>



<li>Cariacica</li>



<li>Castelo</li>



<li>Conceição do Castelo</li>



<li>Divino de São Lourenço</li>



<li>Domingos Martins</li>



<li>Dores do Rio Preto</li>



<li>Guaçuí</li>



<li>Guarapari</li>



<li>Ibatiba</li>



<li>Ibitirama</li>



<li>Iconha</li>



<li>Irupi</li>



<li>Itaguaçu</li>



<li>Itapemirim</li>



<li>Itarana</li>



<li>Iúna</li>



<li>Jerônimo Monteiro</li>



<li>Laranja da Terra</li>



<li>Marataízes</li>



<li>Marechal Floriano</li>



<li>Mimoso do Sul</li>



<li>Muniz Freire</li>



<li>Muqui</li>



<li>Piúma</li>



<li>Presidente Kennedy</li>



<li>Rio Novo do Sul</li>



<li>Santa Leopoldina</li>



<li>Santa Maria de Jetibá</li>



<li>Santa Teresa</li>



<li>São José do Calçado</li>



<li>Serra</li>



<li>Vargem Alta</li>



<li>Venda Nova do Imigrante</li>



<li>Viana</li>



<li>Vila Velha</li>



<li>Vitória</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-durante-o-temporal"><strong>O que fazer durante o temporal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se abrigar debaixo de árvores.</li>



<li>Não estacionar veículos perto de estruturas metálicas ou placas de propaganda.</li>



<li>Desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.</li>



<li>Em caso de emergência, acionar: <strong>Defesa Civil (199)</strong> ou <strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Instituto emite alerta laranja para tempestades e queda de granizo em todo o ES</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/instituto-emite-alerta-laranja-para-tempestades-e-queda-de-granizo-em-todo-o-es/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Alerta de perigo é válido para todos os 78 municípios capixabas com previsão de chuvas fortes e risco de queda de granizo</p>



<p>O&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;tem dois alertas de&nbsp;<strong>tempestade</strong>, com risco de chuvas e ventos fortes válidos para&nbsp;<strong>todos os 78 municípios do Estado</strong>, a partir desta terça-feira (18). Também há risco de queda de granizo.</p>



<p>Um dos alertas foi classificado como laranja (perigo) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (<strong>Inmet</strong>), o segundo maior grau de severidade. O outro alerta, amarelo (perigo potencial), também encobre todo o Estado. Ambos são válidos até a manhã de quarta (19).</p>



<p>O Inmet indica perigo para tempestades, chuva de até 100 milímetros, ventos de 60 a 100 km/h e possibilidade de&nbsp;<strong>queda de granizo</strong>. Também há risco de danos em plantações, queda de árvores e alagamentos.</p>



<p>A orientação é para que não se abrigue debaixo de árvores e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois há risco de queda e descargas elétricas. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.</p>



<p>Em caso de emergência, o cidadão deve entrar em contato com o&nbsp;<strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>&nbsp;ou a&nbsp;<strong>Defesa Civil (199)</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Produtores contestam desapropriações para ‘Aeroporto das Montanhas’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Moradores de Alto Caxixe, em Venda Nova, criticam impactos e falta de escuta popular</p>



<p>Moradores de Alto Caxixe, em Venda Nova do Imigrante, que serão afetados pela implantação do Aeródromo Público da Região Serrana, temem os impactos do empreendimento conduzido pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi). O processo administrativo de desapropriação da área destinada à construção ainda está em andamento e o projeto avança em fase de estudos técnicos e administrativos, antes da licitação para o início das obras.</p>



<p>As propriedades localizadas no terreno delimitado que receberá as intervenções foram declaradas de utilidade pública “para fins de desapropriação”, em decreto assinado pelo vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), em maio deste ano, surpreendendo as famílias que vivem há décadas na região. O grupo afirma que não foi comunicado sobre as mudanças antes de serem confrontadas com a possibilidade de remoção a partir de informações sobre o empreendimento veiculadas na imprensa capixaba.</p>



<p>O Aeroporto Regional das Montanhas Capixabas integra o Programa de Aviação Regional do Governo do Espírito Santo, com investimento estimado em cerca de R$ 75 milhões. Quase seis meses depois do decreto, que autoriza inclusive a imissão imediata na posse de diversas áreas rurais caso o Estado alegue urgência, o governador Renato Casagrande (PSB) voltou a confirmar, recentemente, que assinará as desapropriações para efetivação da pista do chamado “Aeroporto das Montanhas”.</p>



<p>O anúncio consolidou o temor de famílias que vivem há quatro gerações no território e criticam a medida por não terem sido ouvidas em nenhum momento do processo. Apesar de ainda não haver cronograma divulgado, moradores argumentam que o início da fase de desapropriação indica que o governo está acelerando o projeto.</p>



<p>Além da gestão Casagrande e da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, chefiada por Dalton Perim (Republicanos), a proposta também recebeu apoio do prefeito Hugo Luiz (PP), de Alfredo Chaves; Lidiney Gobbi (PP), de Marechal Floriano; Luciano Roncetti (PP), de Afonso Cláudio; e Eduardo José Ramos (PL), de Domingos Martins.</p>



<p>Em setembro, o clima de insegurança se agravou após audiência pública realizada no município. “Nós não conseguimos falar. Saímos de lá com a sensação de que nossas vidas já estavam decididas sem nós”, critica o produtor Eduardo Peterle, que teve sua propriedade incluída na área destinada ao empreendimento.</p>



<p>Ele relata que, ao comparecer à audiência, imaginava que teria direito à palavra, por ser diretamente afetado pela desapropriação, mas aponta que o público foi impedido de se manifestar. “Eu estava lá desde cedo, me inscrevi, pedi para falar. Mas a audiência foi sendo tocada de forma que não abriu espaço para nós. Percebi que quem tinha falas longas e garantidas eram os representantes da empresa, do governo e das prefeituras”, afirma.</p>



<p>O produtor acrescenta que os moradores continuam cobrando transparência sobre o projeto. “A equipe do governo fala que vamos ter ‘indenização justa’, mas ninguém explica os critérios. Minha terra sustenta minha família há décadas. Como eles colocam preço na nossa história?”, questiona.</p>



<p>Outro ponto de contestação é a classificação da obra como de interesse público, quando o texto oficial não fala em aviação comercial. Eles observam que o aeródromo será destinado a aeronaves de pequeno porte. “É uma pista para jatinho. Não vai ter voo comercial nenhum. O povo acha que vai embarcar daqui, mas é mentira. Eles não falam a verdade”, alerta Dilceia Peterle, agricultora que terá toda sua propriedade desapropriada.</p>



<p>Eles destacam, além dos impactos financeiros e no modo de vida local, a preocupação com os danos ambientais e paisagísticos do empreendimento. “A terra onde nós estamos foi do pai do meu sogro, passou para o meu marido e planejávamos construir as casa dos nossos filhos. E, do nada, vamos perder tudo?”, questiona Dilceia. Apesar de procurar informações, ela afirma que o governo não apresentou detalhes concretos sobre os impactos, valores de indenização ou alternativas para realocação.</p>



<p>Segundo a proprietária do terreno, apenas na área imediatamente afetada pelo traçado planejado da pista estão cinco famílias de produtores rurais, mais de 25 moradores de um condomínio já iniciado e outras dezenas que compraram lotes em um loteamento vizinho. “Impacta não só o dono. O colono, o meieiro, todo mundo que vive do cultivo aqui vai ser afetado. A produção inteira acaba”, afirma.</p>



<p>Outra preocupação é com a proximidade de aeronaves, que vai fazer com que alguns cultivos deixem de existir, mesmo fora da área desapropriada. “Onde tem aeroporto, tem zona de proteção. Certos cultivos não podem mais, porque atraem pássaros. E um pássaro na turbina causa acidente. Então nem plantar nós vamos poder”, lamenta.</p>



<p>Apesar do discurso oficial de que o aeroporto impulsionaria a economia local, os agricultores e comerciantes rebatem a narrativa. Para Eduardo, o empreendimento “não vai girar a economia local”, porque o público pretendido “que tem avião próprio”, não consumiria no comércio local. “Lá dentro vai ser tudo fechado, tipo um resort. Quem entrar não vai sair para visitar mercearia, padaria, nada. Aqui no Caxixe a única coisa que vai chegar é barulho de avião 24 horas”, prevê.</p>



<p>Dilceia também avalia que a riqueza produzida “não vai ficar na comunidade”. “Esse movimento não melhora a vida de quem mora aqui, nós que vivemos da terra, do que construímos geração após geração. Eles falam em valorização, mas o lucro é para quem vai comprar e vender lá dentro, não para nós”. Ela considera que o projeto atende a um grupo restrito de empresários e investidores.</p>



<p>“É uma pista construída com dinheiro público para beneficiar empresários, enquanto prejudica os produtores e pequenos comerciantes”. Ela teme que a região repita exemplos de aeroportos subutilizados “E se não der certo? Pagam uma merreca para gente e fica igual Cachoeiro, igual Linhares: pista inútil, e nós sem nosso único pedacinho de terra”.</p>



<p>Ela justifica a preocupação do grupo porque a indenização oferecida pelo Estado considera apenas o valor bruto da terra, sem levar em conta tudo o que foi construído ao longo das décadas de ocupação, como a produção agrícola, as benfeitorias feitas pela família, a renda que a área garante e o vínculo construído com o território.</p>



<p>Eduardo faz coro e diz que o Estado paga barato por um terreno que, integrado ao empreendimento privado, passa a valer muitas vezes mais. “Nós perdemos tudo o que temos para o lugar virar puxadinho de bilionário”, conclui. Dilceia reforça que a quantia não permite recompor a vida em outro lugar. “Comprar outra terra onde? Com o que vão dar? Não reconstrói nossa vida”. Ambos projetam que, mesmo com pagamento, a indenização não vai garantir a compra de uma área equivalente, nem devolver a estrutura produtiva que garante a sobrevivência das famílias.</p>



<p>Eles relatam que as desconfianças crescem na medida em que o poder público silencia, enquanto circulam rumores sobre a instalação de um grande resort na antiga fazenda Nova Trento, que pertenceu à família do ex-bilionário Eliezer Batista, pai de Eike Batista, vendida a investidores interessados no empreendimento turístico. “O que se comenta é que essa pista interessa a pessoas de grandes posses, de São Paulo, do Rio de Janeiro, que viriam para esse resort gigante”, prossegue. “Parece que tudo já está decidido. Vão assinar, tomar a terra e pronto. Nós ficamos tentando entender onde está o nosso direito”, resume</p>



<p>Em um abaixo-assinado organizado pelos moradores, eles afirmam que “o território abriga agricultores familiares responsáveis pelo abastecimento de feiras, hortifrutis e mercados da região, cujo trabalho será inviabilizado caso o condomínio industrial avance sobre suas terras”. O texto já reúne mil assinaturas contrárias a implementação do aeroporto.</p>



<p>Procurada por Século Diário, a Secretaria de Estado de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) se limitou a informar que o aeroporto “segue avançando nos trâmites administrativos” e justifica a decisão pela área com base em “critérios técnicos e operacionais definidos pelas autoridades aeroportuárias, como os cones de aproximação, margens, inclinação e demais requisitos necessários para garantir a segurança e a viabilidade das operações”.</p>



<p>O órgão informou ainda que o projeto prevê “uma pista de aproximadamente 1,3 mil metros, com capacidade para receber aeronaves de porte regional, como o modelo ATR-42, e operação em períodos diurno e noturno”. O objetivo seria “ampliar a infraestrutura logística e de transporte aéreo do Estado, fomentando o turismo, o escoamento de cargas e o atendimento a demandas de defesa social e emergências”. “O governador do Estado já autorizou o avanço dos estudos e o início do processo de desapropriação na região”, destaca o texto oficial. “Os valores e o cronograma da obra ainda estão em definição, a partir da conclusão dos estudos técnicos e ambientais em andamento”, conclui.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Frente fria chega ao ES nesta semana e provoca chuva no feriado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Frente fria chega ao ES nesta quarta (19) e deve trazer chuvas para todo o estado no feriadão na quinta (20) e sexta-feira (21)</p>



<p>Má notícia para quem pretendia curtir uma praia no feriadão desta semana. Isso porque uma <strong>frente fria</strong> deve atingir o <strong>Espírito Santo</strong> a partir desta quarta-feira (19) e provocar chuvas até o final da semana.</p>



<p>De acordo com o <strong>Climatempo</strong>, a frente fria chega à região Sudeste já nesta segunda (17), vindo do Sul e atingindo os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ela segue sentido Norte até chegar ao ES na quarta, <strong>véspera de feriado do Dia da Consciência Negra</strong>.</p>



<p>Com o feriado nesta quinta-feira (20), muitos capixabas vão emendar a folga com a sexta (21) e o final de semana. Além disso, há a previsão da chegada de turistas ao Espírito Santo para aproveitar os quatro dias de descanso.</p>



<p>Porém, a frente fria deve trazer <strong>chuvas para todo o estado na quarta, quinta (20) e sexta-feira (21)</strong>, inclusive com pancadas de chuvas em algumas regiões e na capital, Vitória.</p>



<p>Apesar das precipitações, o frio não deve ser tão intenso na região Sudeste. Segundo o Climatempo, o ar frio que vem com esta frente fria não é forte, portanto, não há expectativa de uma queda de&nbsp;temperatura&nbsp;muito acentuada e prolongada nos próximos dias.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-regioes-do-es-tem-chuvas-ja-nesta-segunda">Regiões do ES têm chuvas já nesta segunda</h4>



<p>Ainda de acordo com o Climatempo, o Centro-Sul do Espírito Santo tem previsão de chuvas já para esta segunda. O tempo deve ficar aberto durante todo o dia, com as chuvas começando a partir do final da tarde. Já no Norte do Estado, a previsão é de sol durante toda a segunda-feira.</p>



<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para tempestades no Espírito Santo nesta segunda. No Sul do Estado, ele foi classificado com a cor laranja (perigo), válido para 22 municípios.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória/ Foto: Elisa Rangel<a href="https://www.folhavitoria.com.br/autor/enzo-bicalho-assis/"></a></p>



<p><a href="https://www.folhavitoria.com.br/autor/enzo-bicalho-assis/"></a></p>
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		<title>COP30 começa nesta segunda; saiba o que está em jogo e o que esperar da conferência sobre a crise do clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Entenda os pontos-chave da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece pela primeira vez na Amazônia, em Belém (PA).</h2>



<p>A 30ª Conferência do Clima da ONU (<strong>COP30</strong>) começa nesta segunda-feira (10) em Belém (PA), a primeira realizada na Amazônia. Serão&nbsp;<strong>duas semanas decisivas</strong>&nbsp;para a ação global contra as mudanças climáticas.</p>



<p>Cerca de&nbsp;<strong>50 mil pessoas</strong>&nbsp;— entre diplomatas, líderes, ativistas, cientistas e empresários — participam do encontro. A&nbsp;<strong>Cúpula de Líderes</strong>, que terminou na sexta (7), já indicou o tom político das negociações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acelerar a <strong>transição energética</strong>,</li>



<li>ampliar o <strong>financiamento</strong> climático e</li>



<li>proteger as<strong> florestas tropicais</strong> (entenda a cúpula em 10 pontos).</li>
</ul>



<p>Agora, as atenções se voltam para as mesas de negociação, onde esses compromissos terão de sair do discurso e se transformar em planos concretos, com metas, prazos e recursos definidos. Mas o que é de fato a COP, qual a sua importância e o que será realmente discutido neste ano?</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">1) O que é a COP30?</h2>



<p>A COP30 é 30ª conferência do clima da ONU, um evento que reúne governos do mundo inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas entidades privadas com o objetivo de debater e buscar soluções para a&nbsp;<strong>crise climática&nbsp;</strong>causada pelo homem.</p>



<p>A conferência vem sendo realizada anualmente desde 1995 (exceto em 2020, por causa da pandemia) e o termo COP é uma sigla em inglês que quer dizer &#8220;<strong>Conferência das Partes</strong>&#8220;, uma referência às 197 nações que concordaram com um pacto ambiental da ONU no início da década de 1990.</p>



<p>O tratado, chamado de<strong> Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC</strong>), tem como principal objetivo estabilizar a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, combater a ameaça humana ao sistema climático da Terra, cada vez mais evidente nos últimos meses.</p>



<p>Nos últimos anos, por exemplo, o número de tornados registrados no Brasil vem aumentando.</p>



<p>Aliado a isso, segundo o observatório europeu Copernicus, outubro de 2025 foi o terceiro outubro mais quente já registrado no planeta, com uma temperatura média global de&nbsp;<strong>15,14 °C — 0,7 °C&nbsp;</strong>acima da média de 1991 a 2020 e&nbsp;<strong>1,55 °C</strong>&nbsp;acima do período pré-industrial.</p>



<p>Por causa desse recorde e de meses anteriores, 2025 deve encerrar entre os três anos mais quentes da história.</p>



<p></p>



<p>Pessoas posam para fotos em frente ao local da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), neste sábado (8), em Belém (PA). — Foto: AP Photo/Fernando Llano</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) O que deve ser discutido na COP30?</h2>



<p>As discussões em Belém se concentram em três grandes eixos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>transição energética</strong>,</li>



<li><strong>adaptação climática</strong> e</li>



<li><strong>financiamento</strong>.</li>
</ul>



<p>Na frente da transição energética, o Brasil pretende liderar a construção do chamado “<strong>mapa do caminho</strong>”, uma expressão usada para definir o roteiro político e técnico que vai estabelecer etapas, prazos e responsabilidades de cada país na substituição do petróleo, gás e carvão por fontes renováveis e eficiência energética.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a1.png" alt="⚡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ENTENDA:</strong>&nbsp;A transição energética é um dos grandes temas da COP30. Ela sintetiza um dos maiores desafios das próximas décadas: transformar a forma como o mundo produz e consome energia, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e ampliando o uso de fontes renováveis.</p>



<p>A meta é garantir que a transição seja justa, ordenada e equitativa, levando em conta as diferentes capacidades e responsabilidades das nações.</p>



<p>Essa será uma das principais frentes de trabalho da presidência brasileira, que quer transformar o acordo firmado em Dubai na COP28 em um plano com metas e mecanismos verificáveis, e não apenas um compromisso político.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos à beira de pontos de inflexão climáticos e da potencial perda da Amazônia, então, esta COP precisa, simplesmente, promover a mudança urgente necessária. Não há segunda chance e tudo começa com os líderes, que devem dar à COP30 um mandato claro para fechar a lacuna da ambição de 1,5°C&#8221;, avalia Carolina Pasquali, diretora executiva do Greenpeace Brasil.</p>
</blockquote>



<p>Outra discussão central é o&nbsp;<strong>Objetivo Global de Adaptação (GGA)</strong>, um instrumento que pretende medir o quanto os países estão se preparando para os impactos do clima.</p>



<p>A proposta faz parte do Marco UAE–Belém para Resiliência Climática Global e é vista como essencial para avaliar quem está conseguindo se adaptar e quem ainda está ficando para trás.</p>



<p>O desafio, no entanto, é garantir recursos estáveis e previsíveis para que o sistema não se torne apenas um ritual simbólico.</p>



<p>&#8220;É fundamental que a ambição não se limite às ações de mitigação — ela também deve envolver a entrega efetiva de recursos&#8221;, avalia Vaibhav Chaturvedi, pesquisador sênior do Council On Energy, Environment and Water (CEEW).</p>



<p>No campo das finanças, os países em desenvolvimento chegam a Belém com uma reivindicação clara: a crise climática não pode continuar sendo tratada como algo separado da economia global.</p>



<p>O desafio da conferência será dar conteúdo ao&nbsp;<strong>Roteiro de Baku a Belém,</strong>&nbsp;plano que busca mobilizar&nbsp;<strong>US$ 1,3 trilhão&nbsp;</strong>por ano até 2035, com juros baixos, mais doações e menos endividamento.</p>



<p>Esse ponto será decisivo para definir o sucesso da COP, já que sem financiamento em escala, metas de descarbonização e adaptação se tornam inviáveis.</p>



<p>Além desses três eixos, temas como o&nbsp;<strong>Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF),</strong>&nbsp;o fortalecimento dos mercados de carbono e o debate sobre racismo ambiental também devem ter destaque.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b5.png" alt="💵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>O QUE É O TFFF:</strong>&nbsp;O fundo é um mecanismo financeiro proposto pelo Brasil que usa um modelo de investimento de renda fixa para gerar recursos destinados à conservação de florestas tropicais. Não se tratam de doações. O lucro das aplicações será usado para remunerar países que mantêm suas florestas em pé, com prioridade para nações como Brasil, Indonésia e Congo.</p>



<p>A conferência será o espaço para discutir como integrar justiça social e justiça climática, e para alinhar mecanismos que tornem a transição energética global realmente inclusiva.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/N5FUciOOdtpUS7E4tJuAH99S3Zw=/0x0:5831x3887/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/4/q/E6Ea0VSsaeTLNAgbIZ9w/2025-11-09t204049z-878162907-rc27thavyezi-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">3) Qual a expectativa do governo Lula na COP30?</h2>



<p>A expectativa do governo Lula na COP30 é consolidar o Brasil como protagonista global da agenda climática e como mediador entre o Norte e o Sul Global.</p>



<p>O país chega a Belém com a missão de mostrar resultados concretos em transição energética e proteção florestal, e de reforçar seu papel político como anfitrião da conferência.</p>



<p>O discurso do presidente Lula durante a Cúpula de Líderes deixou clara a estratégia brasileira: defender uma transição energética justa, capaz de equilibrar o avanço das energias renováveis com a valorização dos combustíveis sustentáveis.</p>



<p>O governo aposta no&nbsp;<strong>Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis</strong>, o chamado Belém 4X, como uma vitrine desse posicionamento.</p>



<p>A iniciativa, co-patrocinada por Brasil, Itália e Japão, busca quadruplicar o uso global de combustíveis sustentáveis até 2035, com acompanhamento anual da Agência Internacional de Energia (AIE).</p>



<p>Na visão do Planalto, a eletrificação sozinha não é suficiente para descarbonizar setores intensivos como transporte pesado e indústria, e por isso o país aposta em hidrogênio verde, biogases, biocombustíveis e combustíveis sintéticos como parte da solução.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o governo quer usar a COP30 para consolidar o TFFF como um modelo inovador de financiamento climático.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funcionam as discussões da COP, a conferência do clima da ONU</li>
</ul>



<p>O fundo, proposto pelo Brasil, busca gerar recursos de forma permanente para países que mantêm suas florestas em pé, com base em investimentos de renda fixa e não em doações.</p>



<p>O anúncio de aportes de mais de&nbsp;<strong>US$ 5,5 bilhões</strong>&nbsp;foi recebido como um sinal político importante de que o país pretende transformar conservação em oportunidade econômica.</p>



<p>Mas o governo também enfrenta críticas e dilemas. Organizações da sociedade civil alertam que apostar em combustíveis sustentáveis não pode substituir o esforço de reduzir o uso de petróleo, sob o risco de adiar a transição energética.</p>



<p>Além disso, o licenciamento de&nbsp;<strong>blocos de petróleo na margem equatorial</strong>&nbsp;poucos dias antes da conferência gerou cobranças de coerência em relação ao discurso de descarbonização.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O sinal político do discurso de Lula é muito positivo, ao colocar na mesa o que deve ser o tema central da COP — implementar a decisão de Dubai de abandonar os combustíveis fósseis&#8221;, diz Cláudio Ângelo, coordenador de Política Internacional do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Internamente, o Palácio do Planalto vê a COP30 como uma oportunidade de reafirmar o Brasil como&nbsp;<strong>ponte diplomática</strong>&nbsp;e de&nbsp;<strong>projetar a imagem do país</strong>&nbsp;como líder dessa transição energética que não exclui países em desenvolvimento.</p>



<p>A expectativa é que Lula use a conferência para pressionar os países ricos por mais financiamento climático e por regras mais justas de acesso a crédito verde, reforçando o papel político que o Brasil quer desempenhar nas próximas décadas.</p>



<p>&#8220;Sabemos que será difícil avançar nesse tema, mas uma COP que não fala de fósseis falha em seu propósito. As palavras importam — e Lula, como anfitrião, deu à presidência brasileira o mandato político de que precisava&#8221;, acrescenta Ângelo.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/dyd16vZBT3MbJSBrrbCMQhdLBrw=/0x0:3917x2611/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/0/VG24maT8SihqAvkGe03g/2025-11-08t082507z-4185741-rc2e6hamsa5k-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">4) Quem é o responsável por fazer a COP30 dar certo?</h2>



<p>A resposta não cabe a uma única pessoa.</p>



<p>A conferência mobiliza milhares de representantes de governos, organizações, empresas e da sociedade civil em busca de consensos que ajudem a enfrentar a crise climática.</p>



<p>Ainda assim, há lideranças-chave nessa engrenagem.</p>



<p></p>



<p>Na linha de frente está o embaixador André Corrêa do Lago, nomeado como presidente da COP30.</p>



<p>É dele a tarefa de mediar as negociações entre mais de 190 países e tentar costurar um texto final equilibrado — que contemple os interesses de governos, ambientalistas e empresas, sem travar os avanços necessários.</p>



<p>Ao lado dele, Ana Toni, diretora-executiva da conferência, responde por garantir o bom funcionamento de toda a estrutura.</p>



<p>Cabe a ela coordenar agendas, garantir que os temas prioritários entrem na pauta e que os grupos de trabalho avancem conforme o cronograma.</p>



<p>Nas conferências da ONU, os dias são intensos.</p>



<p>Começam com reuniões técnicas entre delegados, passam por encontros de alto nível com ministros e podem terminar com decisões políticas tomadas por chefes de Estado.</p>



<p>Tudo isso precisa seguir uma ordem bem definida, com os documentos sendo negociados, revisados e finalizados antes do prazo — que, em geral, é curto e apertado.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/KFiHu7ic3iUX7LtRJhcvsfgG0_g=/0x0:2048x1365/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/g/V/1FzRf8QDisgS5Fed7Urw/53688019399-cb11ac6856-k.jpg" alt="A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA"/></figure>



<p>A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA</p>



<h2 class="wp-block-heading">5) Quais resultados são esperados da COP30?</h2>



<p>Os resultados esperados da COP30 vão muito além de declarações de intenção. A conferência é vista como um marco decisivo para transformar o consenso político construído desde Dubai em ações concretas e mensuráveis, capazes de recolocar o planeta na&nbsp;<strong>rota do limite de 1,5°C</strong>.</p>



<p>O primeiro resultado esperado é o avanço em torno das&nbsp;<strong>metas climáticas (NDCs)</strong>. Até agora, pouco mais de 100 países enviaram suas novas metas para 2035, mas a maioria ainda está muito aquém do necessário.</p>



<p><strong>Hoje, as metas em vigor cobrem apenas 30% das emissões globais e levariam a uma redução de 4% até 2035, quando a ciência aponta que seria preciso cortar cerca de 60% para estabilizar o clima.</strong></p>



<p>O Brasil e outros países esperam que Belém seja o espaço para reabrir o ciclo de ambição, com compromissos mais fortes, prazos definidos e mecanismos de revisão mais rigorosos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os discursos são bem-vindos, mas precisamos que isso vire compromisso formal: que os países que ainda não entregaram, entreguem, e que os que entregaram pouco, revejam e melhorem suas metas”, afirma Márcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Outro resultado esperado é que a conferência consiga dar forma ao “<strong>mapa do caminho</strong>” da transição energética.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5fa.png" alt="🗺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6e3.png" alt="🛣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>&nbsp;ENTENDA O TERMO:</strong>&nbsp;“Mapa do caminho” ou roadmap (em inglês) é o termo usado em negociações internacionais para designar planos de ação que estabelecem etapas, prazos e metas concretas rumo a um objetivo comum. Na prática, trata-se de um roteiro político e técnico que define “quem faz o quê, até quando e com quais recursos”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Durante a pré-COP em Brasília, a ministra Marina Silva foi direta ao afirmar que “não existe como falar de COP da implementação se não tivermos os meios para isso”.</p>
</blockquote>



<p>Segundo a ministra, os países precisam garantir recursos financeiros, humanos e tecnológicos para viabilizar as metas de redução de emissões e de adaptação ao clima.</p>



<p>Fonte : g1</p>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p></p>
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		<item>
		<title>ES recebe novo alerta para chuva forte e ventania; veja as cidades afetadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 16:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Frente fria avança pelo Espírito Santo e segue mantendo o tempo instável pelas cidades capixabas nesta segunda-feira (20)</h2>



<p><strong>A passagem de uma frente fria pelo Espírito Santo segue mantendo o tempo instável</strong> nesta segunda-feira (20). Há previsão de chuvas intensas e ventos fortes em parte do Estado, conforme aviso emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</p>



<p>De acordo com o alerta, 28 cidades do <strong>Norte</strong> e do <strong>Noroeste capixaba</strong> podem registrar volumes acumulados de até 50 milímetros durante o dia. A velocidade dos ventos varia entre 40 e 60 km/h nesses municípios.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Marinha do Brasil também mantém aviso de ventos de até 60 km/h entre Guarapari (ES) e Arraial do Cabo (RJ)</strong>. O alerta é válido até a manhã desta segunda-feira (20) e indica condições adversas para a navegação e pesca na faixa litorânea.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-veja-as-cidades-em-alerta-para-chuva-forte-e-ventania">Veja as cidades em alerta para chuva forte e ventania</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>Água Doce do Norte</li>



<li>Águia Branca</li>



<li>Alto Rio Novo</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Barra de São Francisco</li>



<li>Boa Esperança</li>



<li>Colatina</li>



<li>Conceição da Barra</li>



<li>Ecoporanga</li>



<li>Governador Lindenberg</li>



<li>Jaguaré</li>



<li>Linhares</li>



<li>Mantenópolis</li>



<li>Marilândia</li>



<li>Montanha</li>



<li>Mucurici</li>



<li>Nova Venécia</li>



<li>Pancas</li>



<li>Pedro Canário</li>



<li>Pinheiros</li>



<li>Ponto Belo</li>



<li>Rio Bananal</li>



<li>São Domingos do Norte</li>



<li>São Gabriel da Palha</li>



<li>São Mateus</li>



<li>Sooretama</li>



<li>Vila Pavão</li>



<li>Vila Valério</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-previsao-do-tempo-para-os-proximos-dias-no-es">Previsão do tempo para os próximos dias no ES</h3>



<p>O <strong>Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural </strong>(Incaper) informa que as temperaturas caem um pouco em todo o Espírito Santo nesta segunda. A tendência é que na terça-feira (21) ocorra uma leve elevação nas temperaturas.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Defesa Civil Estadual</strong>&nbsp;prevê que probabilidade de até 60% de chuva fraca no litoral Sul capixaba na terça-feira. Nas demais regiões, não deve chover.</p>



<p>Já na quarta-feira (22),&nbsp;<strong>é pequena a chance de chuva em todo o Espírito Santo</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="single-author-block-figure w-100 m-0 text-decoration-none d-flex gap-3 align-items-center" href="https://www.folhavitoria.com.br/autor/leone-oliveira/"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/06/8p9y5xNZ-Arte-avatar-FV-150x150.webp" alt=""/></a></figure>



<p>Leone Oliveira<a href="https://www.folhavitoria.com.br/autor/leone-oliveira/"></a></p>



<p>Fonte : Folha Vitória </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cidades do ES seguem em alerta para chuva forte; veja previsão do tempo para os próximos dias</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/cidades-do-es-seguem-em-alerta-para-chuva-forte-veja-previsao-do-tempo-para-os-proximos-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 16:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>nmet publicou alerta de chuva e ventania para 53 municípios do Espírito Santo</p>



<p>A <strong>passagem de uma frente fria mudou o tempo no Espírito Santo</strong> e trouxe chuva para cidades capixabas. Nesta quarta-feira (15), o <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (Inmet) publicou um novo alerta de perigo potencial para chuvas fortes e ventania em <strong>53 municípios do Estado</strong>.</p>



<p>De acordo com o instituto, o volume de <strong>chuva</strong> acumulada ao fim do dia pode chegar a <strong>50 milímetros </strong>nas áreas que estão em alerta. As <strong>rajadas de vento variam entre 40 e 60 km/h</strong>.</p>



<p>No <strong>Sul do Espírito Santo</strong>, a chuva forte registrada entre a tarde e a noite de terça-feira (14) provocou alagamentos em algumas ruas. <strong>Também ocorreu queda de granizo no distrito de Conceição do Muqui, em Mimoso do Sul</strong>.</p>



<p>A <strong>Defesa Civil Estadual</strong> informa que há probabilidade moderada de ocorrência de tempo severo com pancadas de chuva de forte intensidade em municípios do Caparaó capixaba, além da faixa central e do Noroeste do Espírito Santo nesta quarta. Essa chuva pode ser acompanhada de raios e granizo.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-veja-as-cidades-em-alerta-para-chuvas-fortes">Veja as cidades em alerta para chuvas fortes</h3>



<ol class="wp-block-list">
<li>Afonso Cláudio</li>



<li>Água Doce do Norte</li>



<li>Águia Branca</li>



<li>Alfredo Chaves</li>



<li>Alto Rio Novo</li>



<li>Anchieta</li>



<li>Aracruz</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Barra de São Francisco</li>



<li>Boa Esperança</li>



<li>Brejetuba</li>



<li>Cariacica</li>



<li>Colatina</li>



<li>Conceição da Barra</li>



<li>Conceição do Castelo</li>



<li>Domingos Martins</li>



<li>Ecoporanga</li>



<li>Fundão</li>



<li>Governador Lindenberg</li>



<li>Guarapari</li>



<li>Ibiraçu</li>



<li>Itaguaçu</li>



<li>Itarana</li>



<li>Jaguaré</li>



<li>João Neiva</li>



<li>Laranja da Terra</li>



<li>Linhares</li>



<li>Mantenópolis</li>



<li>Marechal Floriano</li>



<li>Marilândia</li>



<li>Montanha</li>



<li>Mucurici</li>



<li>Nova Venécia</li>



<li>Pancas</li>



<li>Pedro Canário</li>



<li>Pinheiros</li>



<li>Ponto Belo</li>



<li>Rio Bananal</li>



<li>Santa Leopoldina</li>



<li>Santa Maria de Jetibá</li>



<li>Santa Teresa</li>



<li>São Domingos do Norte</li>



<li>São Gabriel da Palha</li>



<li>São Mateus</li>



<li>São Roque do Canaã</li>



<li>Serra</li>



<li>Sooretama</li>



<li>Venda Nova do Imigrante</li>



<li>Viana</li>



<li>Vila Pavão</li>



<li>Vila Valério</li>



<li>Vila Velha</li>



<li>Vitória</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-previsao-para-os-proximos-dias">Previsão para os próximos dias</h3>



<p>O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (<strong>Incaper</strong>) informa que a<strong> instabilidade deve diminuir no Espírito Santo</strong>, nesta quinta-feira (16). No entanto, ainda deve chover no período da manhã na Grande Vitória e nas regiões Norte, Noroeste, Nordeste e nas “Três Santas”.</p>



<p>No restante do Estado, o céu deve ficar nublado e não há previsão de chuva. As temperaturas devem ter uma pequena elevação.</p>



<p>Na sexta-feira (17), a umidade trazida pelos ventos costeiros deve manter o tempo instável na metade norte do Espírito Santo, mas é baixa a probabilidade de chuvas.</p>



<p>Contudo,&nbsp;<strong>uma nova frente fria deve se aproximar do Estado no final de semana</strong>&nbsp;e provocar mais chuva até a segunda-feira (20). O acumulado de chuva nos próximos sete dias deve superar 100 milímetros no Sul do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="single-author-block-figure w-100 m-0 text-decoration-none d-flex gap-3 align-items-center" href="https://www.folhavitoria.com.br/autor/leone-oliveira/"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/06/8p9y5xNZ-Arte-avatar-FV-150x150.webp" alt=""/></a></figure>



<p>Leone Oliveira</p>



<p>Fonte : Folha Vitória </p>
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		<item>
		<title>Camila sugere plataforma para monitoramento climático</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/camila-sugere-plataforma-para-monitoramento-climatico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 16:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desenvolver plataforma interativa para monitorar as ações dos municípios no enfrentamento às mudanças climáticas. É o que propõe a deputada Camila Valadão (Psol) na Indicação 1.276/2025, enviada ao governo do Estado. A ideia é seguir o exemplo do Rio Grande do Sul, estado que enfrentou enchentes de grandes proporções no ano passado.&nbsp;</p>



<p>O texto prevê a criação do painel de monitoramento “Roadmap Climático”, no âmbito do Programa Capixaba de Mudanças Climáticas. Essa ferramenta concentraria informações essenciais como planos municipais de ação climática, análises de risco e projetos voltados à mitigação dos gases de efeito estufa.</p>



<p>De acordo com a parlamentar, o instrumento tornará os dados mais acessíveis para órgãos públicos, empresas, organizações e a população em geral, além de facilitar a construção de políticas públicas mais eficazes.</p>



<p>“A criação do Roadmap Climático Capixaba seria uma forma de integrar os municípios com o estado, pensando os poderes públicos como interligados no combate às mudanças do clima (&#8230;). Além disso, é uma forma de modernizar e impulsionar o Programa Capixaba de Mudanças Climáticas”, afirma Valadão.</p>



<p>O governo do Espírito Santo já possui mecanismos como o Fundo Cidades, que apoia iniciativas de mitigação e adaptação climática. Esse seria, segundo a deputada, um grande complemento para o desenvolvimento de ações estratégicas.</p>



<p>A indicação parlamentar, aprovada pelo Plenário, foi enviada ao governo do Estado.</p>



<p>Fonte: Ales.</p>
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