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	<title>Clima &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>ES deve sentir efeitos do El Niño a partir de agosto, prevê Defesa Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 11:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[el nino]]></category>
		<category><![CDATA[espírito santo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Espírito Santo</strong> deve começar a sentir os efeitos do fenômeno climático <strong>El Niño</strong> a partir de agosto de 2026, segundo previsão da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cepdec-ES). O evento deve provocar <strong>aumento das temperaturas</strong> e irregularidade no volume de chuvas, com possibilidade de períodos de <strong>estiagem</strong> e maior risco de <strong>incêndios</strong> em vegetação.</p>



<p>O monitoramento da <strong>Defesa Civil</strong> aponta que os impactos podem se estender até o início de 2027. Algumas projeções indicam que os efeitos do fenômeno podem continuar até abril do próximo ano.</p>



<p>Para acompanhar o cenário e preparar medidas de resposta, foi criado o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) El Niño, que reúne órgãos e instituições envolvidos em ações de prevenção e enfrentamento aos possíveis impactos climáticos.</p>



<p>O grupo realizou a primeira reunião de trabalho nesta terça-feira (14) e definiu a atuação inicial em dois núcleos: Estiagem e Incêndio Florestal. As equipes deverão se reunir semanalmente para avaliar as condições climáticas e planejar ações.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-estado-tenta-se-antecipar-a-impactos"><strong>Estado tenta se antecipar a impactos</strong></h3>



<p>Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES), o objetivo é antecipar medidas para reduzir possíveis impactos à população. O comandante-geral da corporação, coronel Alexandre Cerqueira, destacou que o Estado ainda não sente os efeitos do fenômeno.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“O Espírito Santo ainda não sente os impactos do El Niño, entretanto, somos um estado organizado e já estamos nos preparando, reunindo órgãos e secretarias. O objetivo é nos anteciparmos, para que estejamos preparados quando os impactos chegarem”</strong></p>



<p>Apesar da previsão de temperaturas mais altas e chuvas irregulares, a Defesa Civil não descarta a possibilidade de episódios de chuvas intensas e pontuais.</p>



<p>Isso ocorre porque o fenômeno pode provocar alterações no padrão de precipitação, com períodos de seca intercalados com tempestades capazes de causar alagamentos, inundações e deslizamentos.</p>



<p>Caso seja necessário, o CICC poderá criar também um núcleo específico para monitoramento de chuvas e atuação em ocorrências relacionadas a eventos extremos. O planejamento considera diferentes cenários para o período de influência do El Niño no Estado.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Chuva de granizo surpreende moradores de Colatina e Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma chuva de granizo surpreendeu moradores de&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/colatina">Colatina</a>, no Noroeste do Espírito Santo, no início da noite desta segunda-feira (13). O fenômeno também foi registrado em Aracruz, no Norte. Em ambos municípios, não houve acionamento da&nbsp;Defesa Civil.</p>



<p>Em Aracruz o granizo atingiu Vila do Riacho. Já em Colatina, moradores registraram o fenômeno em diversos bairros, entre eles Centro, Lacê, Baunilha, Bela Vista e Padre José de Anchieta.</p>



<p>Segundo a Defesa Civil de Colatina, a precipitação de granizo foi rápida e, em seguida, deu lugar a uma chuva de intensidade moderada a forte. O órgão orienta que, em caso de necessidade, a população entre em contato com a Defesa Civil pelo telefone de plantão&nbsp;(27) 99883-0305.&nbsp;</p>



<p>Já a&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/prefeitura-de-aracruz">Prefeitura de Aracruz</a>&nbsp;orienta que a população procure abrigo em local seguro e, em situações de risco, acione a Defesa Civil pelo número (27) 99316-0289. Em situações de emergência em qualquer local do Estado, a recomendação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.</p>



<p>Fonte: AGAzeta</p>
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		<title>Frio, chuva, chance de geada e temperaturas próximas de 0°C: confira a previsão do tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 11:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[previsão do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A massa de ar polar continua influenciando o tempo no Brasil nesta terça-feira (14), mantendo o frio e as condições para geada em parte da região Sul.</p>



<p>Segundo a Climatempo, a circulação marítima ainda favorece chuva no litoral do Sudeste, enquanto as instabilidades seguem atuando em áreas do Norte e do Nordeste. A previsão também mantém alerta para a baixa umidade do ar no interior do país e para o mar agitado em trechos do litoral brasileiro.</p>



<p>Confira a previsão do tempo região por região:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sul"><strong>Sul</strong></h2>



<p>O dia será marcado pelo predomínio de uma massa de ar frio associada a um sistema de alta pressão, garantindo tempo firme em praticamente toda a região Sul do país.</p>



<p>No litoral do Paraná, há possibilidade de chuva fraca e isolada devido à circulação de umidade marítima, enquanto nas demais áreas o tempo segue firme.</p>



<p>O amanhecer continua frio, com temperaturas próximas de 0°C no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, e condições favoráveis para formação de geada na Serra Gaúcha e Catarinense, nas faixas norte, noroeste e nordeste do Rio Grande do Sul, no centro-oeste de Santa Catarina e nas regiões sul, nordeste e central do Paraná, como na região de Ivaí.</p>



<p>Ao longo do dia, o sol predomina e as temperaturas entram em gradual elevação durante a tarde, embora permaneçam amenas e agradáveis.</p>



<p>A umidade relativa do ar segue em atenção no noroeste do Paraná, com índices entre 20% e 30%</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-sudeste"><strong>Sudeste</strong></h3>



<p>A frente fria já estará afastada sobre o oceano, enquanto a circulação marítima ainda mantém maior nebulosidade entre o litoral de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.</p>



<p>Nessas áreas, o dia será de muitas nuvens, com possibilidade de garoa ou chuva fraca e isolada nas primeiras horas e ao longo do dia.</p>



<p>No leste e nordeste de Minas Gerais também há possibilidade de chuva favorecida pela umidade marítima associada ao deslocamento da frente fria sobre o oceano. Há ainda chance de pancadas de chuva fracas a moderadas no extremo leste e nordeste mineiro e no centro-norte do Espírito Santo, diminuindo até o início da tarde.</p>



<p>Nas demais áreas da região, o tempo segue firme, com sol entre poucas nuvens.</p>



<p>As temperaturas permanecem amenas durante a manhã e há possibilidade de geada pontual no sudoeste paulista, na região do Vale do Ribeira e no extremo sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira.</p>



<p>À tarde, as temperaturas se elevam gradualmente e o dia permanece agradável em grande parte de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e no centro-sul e leste de Minas Gerais, enquanto nas demais áreas os termômetros aumentam mais.</p>



<p>A umidade relativa do ar volta a ficar mais baixa no oeste de São Paulo, no noroeste e extremo oeste de Minas Gerais e no Triângulo Mineiro, com índices entre 20% e 30%.</p>



<p>O mar permanece agitado ao longo da costa da região, e as rajadas de vento podem variar entre 50 e 70 km/h no litoral norte fluminense e na faixa litorânea do Espírito Santo.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-centro-oeste"><strong>Centro-Oeste</strong></h3>



<p>O tempo permanece predominantemente estável na maior parte da região, enquanto no extremo norte de Mato Grosso a umidade vinda da região Norte e o aquecimento diurno favorecem chuva fraca e isolada ao longo do dia.</p>



<p>Nas demais áreas, o sol predomina durante todo o dia, com poucas nuvens e baixos índices de umidade relativa do ar durante a tarde em Goiás, no Distrito Federal, no extremo leste e sudeste de Mato Grosso e nas regiões oeste, sudoeste, sudeste, leste e norte de Mato Grosso do Sul, onde os índices podem ficar entre 20% e 30%.</p>



<p>As temperaturas seguem elevadas durante a tarde, enquanto no centro-sul e leste de Mato Grosso do Sul e em pontos mais ao sul de Goiás o dia continua agradável.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-nordeste"><strong>Nordeste</strong></h3>



<p>A umidade marítima continua transportando umidade para a faixa litorânea e, junto com o avanço da frente fria sobre o oceano, favorece pancadas de chuva no litoral da Bahia, entre Salvador e Porto Seguro, com intensidade moderada a forte.</p>



<p>No litoral entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco e na costa norte da região, entre Maranhão, Piauí e Ceará, além do interior cearense, as instabilidades aumentam e há previsão de chuva fraca a moderada.</p>



<p>No oeste, sudoeste e região central do Maranhão, áreas de instabilidade avançam e podem provocar pancadas de chuva mais fortes.</p>



<p>No interior nordestino, o tempo permanece firme, com predomínio de sol e temperaturas elevadas durante a tarde, enquanto no litoral e no sul da Bahia o dia deve ser mais agradável.</p>



<p>A umidade relativa do ar segue baixa na faixa norte e centro-oeste da Bahia, no sul e leste do Piauí, na região central da Paraíba e na metade oeste de Pernambuco, com índices entre 20% e 30%.</p>



<p>O mar fica agitado entre o sul da Bahia e a região de Salvador, e as rajadas de vento variam entre 50 e 70 km/h ao longo do litoral baiano.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-norte"><strong>Norte</strong></h3>



<p>A combinação entre calor, elevada disponibilidade de umidade e a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) em áreas mais ao norte mantém condições favoráveis para pancadas de chuva em grande parte da região.</p>



<p>As instabilidades ocorrem principalmente entre a tarde e a noite, podendo vir acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento.</p>



<p>As maiores instabilidades são esperadas entre Amazonas, oeste do Acre, Roraima, noroeste, leste, faixa central e oeste do Pará, metade leste do Amapá e norte do Tocantins, onde há previsão de chuva de moderada a forte intensidade e risco de temporais no extremo norte e noroeste do Amazonas e no oeste e interior de Roraima.</p>



<p>Nas demais áreas do Acre, Pará, Amapá e na faixa sul do Amazonas há previsão de chuva fraca.</p>



<p>No restante do Tocantins, o tempo segue firme, com variação de nebulosidade e baixa umidade relativa do ar no centro-sul do estado, onde os índices podem ficar entre 20% e 30%.</p>



<p>Fonte: Canal Rural</p>



<p></p>
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		<title>El Niño pode provocar ondas de calor, enchentes e seca no Brasil; veja os impactos por região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Em nota técnica conjunta, os principais institutos meteorológicos do país detalham os impactos esperados do fenômeno climático</em><a href="https://www.canalrural.com.br/autor/hildeberto-alves/"></a></p>



<p>Uma nota técnica elaborada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), divulgada nesta terça-feira, aponta que há mais de 95% de probabilidade de o fenômeno El Niño persistir durante todo o segundo semestre de 2026, com possibilidade de se estender até o início de 2027.</p>



<p>As projeções do Climate Prediction Center (CPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), também indicam que o evento pode atingir intensidade de forte a muito forte, cenário capaz de provocar mudanças significativas no regime de chuvas e nas temperaturas em diversas regiões do Brasil.</p>



<p>Segundo o chefe da Divisão de Previsão do Tempo e Clima do INPE, Enver Ramirez, pequenas alterações na interação entre oceano e atmosfera podem influenciar a intensidade e os impactos do fenômeno. Por isso, embora o cenário seja favorável a um episódio forte, o monitoramento continuará sendo atualizado nos próximos meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-veja-como-o-el-nino-pode-afetar-cada-regiao-do-brasil">Veja como o El Niño pode afetar cada região do Brasil</h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-norte"><strong>Norte</strong></h3>



<p>A nota técnica aponta tendência de redução das chuvas, especialmente entre junho e março, favorecendo secas prolongadas, temperaturas acima da média e aumento do risco de incêndios florestais, principalmente na Amazônia Legal. Estudos citados no documento mostram que, durante o forte El Niño de 2015, os focos de incêndio aumentaram cerca de 36% em relação à média dos 12 anos anteriores.</p>



<p>Outro impacto esperado é a redução dos níveis dos rios amazônicos, comprometendo a navegação, o abastecimento de comunidades ribeirinhas, a pesca, a produção agrícola e até a geração de energia hidrelétrica. O documento ressalta, porém, que as condições do Oceano Atlântico Tropical podem amenizar parte desses efeitos na porção leste da Amazônia, embora ainda seja cedo para confirmar essa influência.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-nordeste"><strong>Nordeste</strong></h3>



<p>A tendência é de redução das chuvas, principalmente na faixa norte da região. Com menor nebulosidade, espera-se aumento das temperaturas e da evaporação, agravando o déficit hídrico e elevando o risco de incêndios florestais em áreas vulneráveis. A combinação entre calor intenso e menor volume de precipitações também pode afetar a agricultura e o abastecimento de água.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-centro-oeste"><strong>Centro-Oeste</strong></h3>



<p>Embora a relação entre o El Niño e o clima do Centro-Oeste seja menos direta, a nota técnica indica uma tendência consistente de temperaturas acima da média em toda a região, especialmente durante a primavera e o verão.</p>



<p>O calor mais intenso, aliado à baixa umidade do ar no fim do inverno e na primavera, aumenta o risco de queimadas.</p>



<p>Em contrapartida, durante episódios fortes do fenômeno, Mato Grosso do Sul e parte de Goiás costumam registrar chuvas mais regulares no verão e no outono, o que pode beneficiar parte da produção agrícola e amenizar parcialmente o calor. Já o norte da região tende a apresentar maior irregularidade na distribuição das chuvas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-sudeste"><strong>Sudeste</strong></h3>



<p>Os impactos sobre o Sudeste tendem a variar conforme a atuação de outros sistemas atmosféricos. Em geral, espera-se aumento das temperaturas médias, principalmente durante a primavera e o verão, favorecendo ondas de calor mais frequentes e prolongadas.</p>



<p>Na distribuição das chuvas, o fenômeno pode deslocar a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mais para o sul, favorecendo volumes acima da média no sul de São Paulo e no centro-sul de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, enquanto áreas mais ao norte podem enfrentar estiagens e veranicos prolongados. Durante a primavera, também há indicativos de condições mais secas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-sul"><strong>Sul</strong></h3>



<p>A nota técnica indica maior probabilidade de chuvas acima da média ao longo do segundo semestre, elevando o risco de tempestades, enchentes e inundações.</p>



<p>O fortalecimento da corrente de jato subtropical favorece a formação de sistemas de tempestades e de ciclones extratropicais mais intensos.</p>



<p>Apesar de ser frequentemente associado ao aumento das chuvas na região, o El Niño também tende a elevar as temperaturas médias no Sul durante o inverno e a primavera, reduzindo a frequência e a duração das ondas de frio e das geadas mais severas.</p>



<p><strong>Fonte: R Canal Rural</strong></p>
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		<title>El Niño deve elevar temperaturas e reduzir chuvas durante o inverno no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Fenômeno climático tem mais de 90% de chance de se consolidar até o fim do inverno e deve influenciar o clima no Espírito Santo </h2>



<p>O avanço do fenômeno <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/el-nino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>El Niño</strong></a> deve influenciar o comportamento do inverno de 2026 no Espírito Santo, com previsão de <strong>temperaturas acima da média</strong> em parte do Estado e redução dos volumes de <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/chuva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>chuva</strong></a>.</p>



<p>O aumento de temperatura deve ser devem ser de 0,6º acima da média do período. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/inmet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Inmet</strong></a>), que aponta mais de 90% de probabilidade de o fenômeno se estabelecer até o fim da estação.</p>



<p>Segundo o instituto, a metade norte capixaba deve registrar temperaturas acima da média histórica para o período, enquanto a metade sul tende a ficar dentro dos padrões normais do&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/inverno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>inverno</strong></a>. A previsão acompanha uma tendência observada em praticamente todo o país.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>As previsões climáticas de centros internacionais de monitoramento oceânico e atmosférico indicam probabilidade de mais de 90% de estabelecimento de El Niño até o fim do inverno austral. Nesse contexto, o El Niño favorece a ocorrência de temperaturas acima da média em praticamente todo o Brasil, incluindo o Espírito Santo.Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), por nota</p>



<p>FONTE: FOLHA VITORIA</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Duas cidades do ES registram mais de 300 milímetros de chuva em 24 horas; veja a lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39.jpg" alt="" class="wp-image-45755" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-39-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Coordenadoria Estadual de Proteção e<strong> <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/defesa-civil/">Defesa Civil </a></strong>(Cepdec-ES) divulgou um novo balanço sobre a quantidade de chuva no Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (21). O levantamento mostra que dois municípios capixabas ultrapassaram a marca de 300 milímetros de <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/tempo/"><strong>chuva </strong></a>em apenas 24 horas — índice considerado muito elevado e acima da média mensal para janeiro.</p>



<p><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/rio-bananal/"><strong>Rio Bananal</strong> </a>registrou o maior acumulado, com 310 milímetros, seguido por Linhares, que somou 301 milímetros no mesmo período.</p>



<p>Por conta das fortes chuvas, uma casa desabou na zona rural de Rio Bananal.&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/cotidiano/crianca-esta-desaparecida-apos-desabamento-de-casa-no-norte-do-es/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dois adultos foram resgatados e uma criança está desaparecida</a></strong>.</p>



<p>Os dados foram atualizados às 7h desta quarta-feira (21) e refletem a atuação persistente da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), sistema meteorológico que mantém o tempo instável sobre o Estado.</p>



<p>Na manhã desta quarta-feira (21), a Defesa Civil emitiu um&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tempo/chuvas-severas-no-es-saiba-como-receber-os-alertas-da-defesa-civil/"><strong>novo alerta por SMS</strong></a>&nbsp;para todo o Espírito Santo, informando sobre a permanência das condições chuvosas ao longo do dia.</p>



<p><strong>Confira quais foram as cidades com maiores acumulados de chuvas em 24h</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rio Bananal – 310 mm</li>



<li>Linhares – 301 mm</li>



<li>Sooretama – 179 mm</li>



<li>Ibitirama – 165 mm</li>



<li>Afonso Cláudio – 125 mm</li>



<li>Aracruz – 125 mm</li>



<li>Santa Maria de Jetibá – 116 mm</li>



<li>Divino de São Lourenço – 114 mm</li>



<li>Boa esperança – 99 mm</li>



<li>Anchieta – 96 mm</li>



<li>Vila Velha – 96 mm</li>



<li>Venda Nova do Imigrante – 94 mm</li>



<li>Governador Lindemberg – 91 mm</li>
</ul>



<p>Desde a noite de terça-feira (20) até a madrugada desta quarta, a chuva caiu de forma contínua e intensa em diversas regiões, especialmente no Norte, Noroeste e áreas da Região Serrana.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-ocorrencias-no-estado">Ocorrências no Estado</h3>



<p>Apesar dos altos volumes de chuva, a Defesa Civil Estadual informou que, até o momento, nenhum município solicitou apoio formal ao Estado. As equipes seguem em monitoramento permanente e orientando as defesas civis municipais.</p>



<p>Uma ocorrência grave foi registrada na zona rural de Rio Bananal, na região da Lagoa Jesuína. Durante a madrugada, uma residência desabou após o solo ceder com o excesso de água. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu resgatar dois adultos. Uma criança está desaparecida. Uma equipe do Centro de Resposta em Desastres (Cerd) se prepara para seguir de aeronave do Notaer para auxiliar nas buscas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-chuvas-acima-da-media-e-risco-elevado">Chuvas acima da média e risco elevado</h3>



<p>Conforme já alertado pela Defesa Civil em coletivas anteriores, o volume de chuva previsto para esta semana pode superar, em apenas dois dias, a média esperada para todo o mês de janeiro em algumas cidades capixabas. Meteorologistas explicam que a combinação de calor e alta umidade, associada à ZCAS, favorece a ocorrência de chuvas fortes, persistentes e volumosas.</p>



<p>Esse cenário aumenta significativamente o<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tempo/defesa-civil-alerta-para-risco-de-enchentes-inundacoes-alagamentos-e-deslizamentos-no-es/"><strong>&nbsp;risco de enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos, principalmente em áreas com solo já encharcado</strong></a>. A Defesa Civil reforça que mesmo pancadas de chuva consideradas fracas podem causar transtornos, devido à saturação do solo e ao escoamento superficial elevado.</p>



<p>O aviso de tempo severo segue ativo em todo o Estado, com atenção especial para as regiões Oeste, Caparaó, Serrana, Norte e parte da Grande Vitória. A orientação é que moradores de áreas de risco fiquem atentos a sinais como rachaduras em paredes e no solo, estalos, inclinação de postes ou árvores e acionem imediatamente a Defesa Civil em caso de emergência.</p>



<p>A previsão indica que as chuvas devem perder intensidade gradualmente a partir da quinta-feira (22), mas o monitoramento permanece, já que o risco de desastres continua elevado enquanto o solo estiver encharcado.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://api.whatsapp.com/send?text=Duas%20cidades%20do%20ES%20registram%20mais%20de%20300%20mil%C3%ADmetros%20de%20chuva%20em%2024%20horas%3B%20veja%20a%20lista%20-%20https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dwhatsapp%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dfacebook%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://x.com/intent/post/?text=Duas%20cidades%20do%20ES%20registram%20mais%20de%20300%20mil%C3%ADmetros%20de%20chuva%20em%2024%20horas%3B%20veja%20a%20lista%20-%20&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dtwitter%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://t.me/share/url?url=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dtelegram%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside&amp;text=Duas%20cidades%20do%20ES%20registram%20mais%20de%20300%20mil%C3%ADmetros%20de%20chuva%20em%2024%20horas%3B%20veja%20a%20lista"></a></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.linkedin.com/sharing/share-offsite/?url=https%3A%2F%2Fwww.folhavitoria.com.br%2Ftempo%2Fduas-cidades-do-es-registram-mais-de-300-milimetros-de-chuva-em-24-horas-veja-a-lista%2F%3Futm_source%3Dlinkedin%26utm_medium%3Dreferral%26utm_campaign%3Dshare_alongside"></a></p>



<p><strong>Assuntos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tempo/">Tempo</a></li>



<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/alerta-de-chuva/">Alerta de chuva</a></li>



<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/chuva-no-es/">Chuva no ES</a></li>



<li><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/inmet/">Inmet</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Alerta excepcional: ES pode ter chuva de um mês inteiro em apenas 2 dias</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/alerta-excepcional-es-pode-ter-chuva-de-um-mes-inteiro-em-apenas-2-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 11:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38.jpg" alt="" class="wp-image-45751" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-38-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p id="paragrafo-l9avuqbo5j">Em apenas dois dias, o&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/espirito-santo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Espírito Santo</a>&nbsp;pode registrar um volume de chuva superior à média esperada para todo o mês de janeiro. Diante do cenário de tempo severo, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil emitiu alerta de risco excepcional para esta terça-feira (20) e quarta (21).</p>



<p id="paragrafo-hvzbuwvahn">A média de de chuva para janeiro no Estado é de cerca de 200 milímetros, distribuídos pelos 31 dias. No entanto, as previsões indicam que esse volume pode ser alcançado — ou até superado — em apenas 48 horas, o que eleva o risco de deslizamentos de terra, inundações, enxurradas e outros transtornos.<strong>&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/video-como-se-mede-a-quantidade-de-chuva-1221" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[Veja aqui como se mede a chuva]</a></strong></p>



<p id="paragrafo-qtpfq0ren0">Segundo o boletim, o Espírito Santo deve enfrentar tempo nublado com chuvas persistentes, de intensidade moderada a forte, além de descargas elétricas, trovoadas e ventos intensos. As regiões Caparaó, Sul e Serrana estão entre as áreas com maior risco. Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, o meteorologista Mauro Bernasconi, da Defesa Civil Estadual, explicou que o Estado está <a href="https://www.agazeta.com.br/clima/segunda-zcas-de-2026-pode-trazer-chuvas-intensas-ao-es-por-ate-cinco-dias-0126" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sob influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS)</strong></a>.</p>



<p id="paragrafo-z9jpcmv3bb">Segundo o meteorologista, a atuação dessa zona favorece a concentração de umidade, deslocada em direção ao oceano. Ao encontrar temperaturas elevadas, esse ar úmido contribui para o desenvolvimento de nuvens carregadas e a ocorrência de chuvas. O volume de precipitação acaba funcionando como um “ingrediente extra”, já que o sistema se retroalimenta, provocando chuvas concentradas em determinados pontos. Além disso, a frente fria atua injetando ainda mais umidade vinda do oceano, o que funciona como combustível para a formação de novas nuvens e a manutenção do tempo instável.</p>



<p id="paragrafo-m5q99a834s">“Por isso é um evento que tem uma duração em torno de 4 a 10 dias de chuvas persistentes e um potencial de risco muito elevado”, explicou Bernasconi.</p>



<p id="paragrafo-34fog7c02j">A Defesa Civil afirma que, para quinta-feira (22) e sexta-feira (23), a tendência é de redução na frequência e intensidade das chuvas, com o avanço da ZCAS para outros Estados. Ainda assim, o órgão alerta que os riscos permanecem, principalmente devido ao solo encharcado.</p>



<p id="paragrafo-01mah4y5k5">A orientação é para que a população acompanhe os alertas oficiais e redobre a atenção em áreas de risco, evitando deslocamentos desnecessários durante períodos de chuva intensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="intertitulo-a2d7oc12v7">Alerta para rios</h2>



<p id="paragrafo-5k85apfygl">Segundo Mauro Bernasconi, o volume de chuva previsto não se restringe ao Espírito Santo. Minas Gerais, onde estão as nascentes de rios capixabas, também está sob alerta. Por isso, mesmo rios de grande porte, que normalmente apresentam resposta mais lenta ao aumento do volume de água, podem oferecer riscos.</p>



<p id="paragrafo-7ds5vkz78g">&#8220;Já existem alguns alertas prévios justamente para a bacia do Rio Doce. Os municípios acompanhados por esse rio, já estão na condição de alerta porque são esperadas chuvas fortes, não só para o Espírito Santo, mas também para cabeceira do rio em Minas Gerais&#8221;, explicou.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="intertitulo-n7ri94j1ac">Esquema de alerta</h2>



<p id="paragrafo-afdprvzvom">De acordo com o tenente-coronel Cristiano Malacarne, diretor-adjunto de operações do Corpo de Bombeiros, o Estado conta com 160 militares distribuídos em 24 unidades operacionais e, desde sexta-feira (16), as equipes se preparam para eventos críticos.&nbsp;“Nós já deslocamos uma equipe do nosso centro especializado de desastre para Cachoeiro de Itapemirim, tendo em vista apresentarem as maiores previsões de chuvas”.</p>



<p id="paragrafo-4qgvsv1b03">Ainda conforme Malacarne, os militares já foram orientados a iniciar o expediente em estado de prontidão. Caso haja necessidade, equipes extras de sobreaviso poderão ser acionadas ao longo do dia para reforçar o atendimento a ocorrências, principalmente no interior do Estado.</p>



<p>Fonte: A gazeta </p>
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		<item>
		<title>ES recebe novo alerta de tempestade, ventos de até 100 km/h e granizo; veja cidades em risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Defesa Civil Estadual também reforçou o alerta por meio de um vídeo publicado nas redes sociais</p>



<p>Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</p>



<p>O <strong>Espírito Santo</strong> voltou a entrar em alerta para<strong> tempestade</strong> nesta quarta-feira (3). O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (Inmet) publicou um novo aviso, durante a madrugada, reforçando o alerta emitido na terça-feira (2), que continua vigente. A Defesa Civil Estadual também adverte para grandes acumulados de chuva nos próximos dias</p>



<p>De acordo com o Inmet, a previsão aponta chuva volume de chuva de até 100 milímetros por dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de granizo. O órgão alerta para risco de queda de árvores, alagamentos, cortes de energia e estragos em plantações.</p>



<p>Na terça-feira (2), o Inmet já havia emitido dois alertas de tempestade — um laranja, com risco maior de chuva intensa e ventos fortes no Sul do Estado e Grande Vitória, e outro amarelo, com perigo potencial em todo o Espírito Santo. O novo aviso publicado nesta quarta reforça a atuação da instabilidade e mantém todas as regiões em atenção.</p>



<p>Em comunicado nas redes sociais, a Defesa Civil Estadual destacou que os próximos dias serão marcados por&nbsp;<strong>instabilidade</strong>, com risco de&nbsp;<strong>chuva intensa, rajadas de vento, raios e granizo</strong>&nbsp;em algumas regiões do Estado (assista abaixo).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cidades-capixabas-em-alerta-para-tempestade"><strong>Cidades capixabas em alerta</strong>&nbsp;para tempestade</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afonso Cláudio</li>



<li>Alegre</li>



<li>Alfredo Chaves</li>



<li>Anchieta</li>



<li>Apiacá</li>



<li>Atílio Vivacqua</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Bom Jesus do Norte</li>



<li>Brejetuba</li>



<li>Cachoeiro de Itapemirim</li>



<li>Cariacica</li>



<li>Castelo</li>



<li>Conceição do Castelo</li>



<li>Divino de São Lourenço</li>



<li>Domingos Martins</li>



<li>Dores do Rio Preto</li>



<li>Guaçuí</li>



<li>Guarapari</li>



<li>Ibatiba</li>



<li>Ibitirama</li>



<li>Iconha</li>



<li>Irupi</li>



<li>Itaguaçu</li>



<li>Itapemirim</li>



<li>Itarana</li>



<li>Iúna</li>



<li>Jerônimo Monteiro</li>



<li>Laranja da Terra</li>



<li>Marataízes</li>



<li>Marechal Floriano</li>



<li>Mimoso do Sul</li>



<li>Muniz Freire</li>



<li>Muqui</li>



<li>Piúma</li>



<li>Presidente Kennedy</li>



<li>Rio Novo do Sul</li>



<li>Santa Leopoldina</li>



<li>Santa Maria de Jetibá</li>



<li>Santa Teresa</li>



<li>São José do Calçado</li>



<li>Serra</li>



<li>Vargem Alta</li>



<li>Venda Nova do Imigrante</li>



<li>Viana</li>



<li>Vila Velha</li>



<li>Vitória</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-durante-o-temporal"><strong>O que fazer durante o temporal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se abrigar debaixo de árvores.</li>



<li>Não estacionar veículos perto de estruturas metálicas ou placas de propaganda.</li>



<li>Desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.</li>



<li>Em caso de emergência, acionar: <strong>Defesa Civil (199)</strong> ou <strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Instituto emite alerta laranja para tempestades e queda de granizo em todo o ES</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/instituto-emite-alerta-laranja-para-tempestades-e-queda-de-granizo-em-todo-o-es/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Alerta de perigo é válido para todos os 78 municípios capixabas com previsão de chuvas fortes e risco de queda de granizo</p>



<p>O&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;tem dois alertas de&nbsp;<strong>tempestade</strong>, com risco de chuvas e ventos fortes válidos para&nbsp;<strong>todos os 78 municípios do Estado</strong>, a partir desta terça-feira (18). Também há risco de queda de granizo.</p>



<p>Um dos alertas foi classificado como laranja (perigo) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (<strong>Inmet</strong>), o segundo maior grau de severidade. O outro alerta, amarelo (perigo potencial), também encobre todo o Estado. Ambos são válidos até a manhã de quarta (19).</p>



<p>O Inmet indica perigo para tempestades, chuva de até 100 milímetros, ventos de 60 a 100 km/h e possibilidade de&nbsp;<strong>queda de granizo</strong>. Também há risco de danos em plantações, queda de árvores e alagamentos.</p>



<p>A orientação é para que não se abrigue debaixo de árvores e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois há risco de queda e descargas elétricas. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.</p>



<p>Em caso de emergência, o cidadão deve entrar em contato com o&nbsp;<strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>&nbsp;ou a&nbsp;<strong>Defesa Civil (199)</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<item>
		<title>Produtores contestam desapropriações para ‘Aeroporto das Montanhas’</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/produtores-contestam-desapropriacoes-para-aeroporto-das-montanhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Moradores de Alto Caxixe, em Venda Nova, criticam impactos e falta de escuta popular</p>



<p>Moradores de Alto Caxixe, em Venda Nova do Imigrante, que serão afetados pela implantação do Aeródromo Público da Região Serrana, temem os impactos do empreendimento conduzido pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi). O processo administrativo de desapropriação da área destinada à construção ainda está em andamento e o projeto avança em fase de estudos técnicos e administrativos, antes da licitação para o início das obras.</p>



<p>As propriedades localizadas no terreno delimitado que receberá as intervenções foram declaradas de utilidade pública “para fins de desapropriação”, em decreto assinado pelo vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), em maio deste ano, surpreendendo as famílias que vivem há décadas na região. O grupo afirma que não foi comunicado sobre as mudanças antes de serem confrontadas com a possibilidade de remoção a partir de informações sobre o empreendimento veiculadas na imprensa capixaba.</p>



<p>O Aeroporto Regional das Montanhas Capixabas integra o Programa de Aviação Regional do Governo do Espírito Santo, com investimento estimado em cerca de R$ 75 milhões. Quase seis meses depois do decreto, que autoriza inclusive a imissão imediata na posse de diversas áreas rurais caso o Estado alegue urgência, o governador Renato Casagrande (PSB) voltou a confirmar, recentemente, que assinará as desapropriações para efetivação da pista do chamado “Aeroporto das Montanhas”.</p>



<p>O anúncio consolidou o temor de famílias que vivem há quatro gerações no território e criticam a medida por não terem sido ouvidas em nenhum momento do processo. Apesar de ainda não haver cronograma divulgado, moradores argumentam que o início da fase de desapropriação indica que o governo está acelerando o projeto.</p>



<p>Além da gestão Casagrande e da Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, chefiada por Dalton Perim (Republicanos), a proposta também recebeu apoio do prefeito Hugo Luiz (PP), de Alfredo Chaves; Lidiney Gobbi (PP), de Marechal Floriano; Luciano Roncetti (PP), de Afonso Cláudio; e Eduardo José Ramos (PL), de Domingos Martins.</p>



<p>Em setembro, o clima de insegurança se agravou após audiência pública realizada no município. “Nós não conseguimos falar. Saímos de lá com a sensação de que nossas vidas já estavam decididas sem nós”, critica o produtor Eduardo Peterle, que teve sua propriedade incluída na área destinada ao empreendimento.</p>



<p>Ele relata que, ao comparecer à audiência, imaginava que teria direito à palavra, por ser diretamente afetado pela desapropriação, mas aponta que o público foi impedido de se manifestar. “Eu estava lá desde cedo, me inscrevi, pedi para falar. Mas a audiência foi sendo tocada de forma que não abriu espaço para nós. Percebi que quem tinha falas longas e garantidas eram os representantes da empresa, do governo e das prefeituras”, afirma.</p>



<p>O produtor acrescenta que os moradores continuam cobrando transparência sobre o projeto. “A equipe do governo fala que vamos ter ‘indenização justa’, mas ninguém explica os critérios. Minha terra sustenta minha família há décadas. Como eles colocam preço na nossa história?”, questiona.</p>



<p>Outro ponto de contestação é a classificação da obra como de interesse público, quando o texto oficial não fala em aviação comercial. Eles observam que o aeródromo será destinado a aeronaves de pequeno porte. “É uma pista para jatinho. Não vai ter voo comercial nenhum. O povo acha que vai embarcar daqui, mas é mentira. Eles não falam a verdade”, alerta Dilceia Peterle, agricultora que terá toda sua propriedade desapropriada.</p>



<p>Eles destacam, além dos impactos financeiros e no modo de vida local, a preocupação com os danos ambientais e paisagísticos do empreendimento. “A terra onde nós estamos foi do pai do meu sogro, passou para o meu marido e planejávamos construir as casa dos nossos filhos. E, do nada, vamos perder tudo?”, questiona Dilceia. Apesar de procurar informações, ela afirma que o governo não apresentou detalhes concretos sobre os impactos, valores de indenização ou alternativas para realocação.</p>



<p>Segundo a proprietária do terreno, apenas na área imediatamente afetada pelo traçado planejado da pista estão cinco famílias de produtores rurais, mais de 25 moradores de um condomínio já iniciado e outras dezenas que compraram lotes em um loteamento vizinho. “Impacta não só o dono. O colono, o meieiro, todo mundo que vive do cultivo aqui vai ser afetado. A produção inteira acaba”, afirma.</p>



<p>Outra preocupação é com a proximidade de aeronaves, que vai fazer com que alguns cultivos deixem de existir, mesmo fora da área desapropriada. “Onde tem aeroporto, tem zona de proteção. Certos cultivos não podem mais, porque atraem pássaros. E um pássaro na turbina causa acidente. Então nem plantar nós vamos poder”, lamenta.</p>



<p>Apesar do discurso oficial de que o aeroporto impulsionaria a economia local, os agricultores e comerciantes rebatem a narrativa. Para Eduardo, o empreendimento “não vai girar a economia local”, porque o público pretendido “que tem avião próprio”, não consumiria no comércio local. “Lá dentro vai ser tudo fechado, tipo um resort. Quem entrar não vai sair para visitar mercearia, padaria, nada. Aqui no Caxixe a única coisa que vai chegar é barulho de avião 24 horas”, prevê.</p>



<p>Dilceia também avalia que a riqueza produzida “não vai ficar na comunidade”. “Esse movimento não melhora a vida de quem mora aqui, nós que vivemos da terra, do que construímos geração após geração. Eles falam em valorização, mas o lucro é para quem vai comprar e vender lá dentro, não para nós”. Ela considera que o projeto atende a um grupo restrito de empresários e investidores.</p>



<p>“É uma pista construída com dinheiro público para beneficiar empresários, enquanto prejudica os produtores e pequenos comerciantes”. Ela teme que a região repita exemplos de aeroportos subutilizados “E se não der certo? Pagam uma merreca para gente e fica igual Cachoeiro, igual Linhares: pista inútil, e nós sem nosso único pedacinho de terra”.</p>



<p>Ela justifica a preocupação do grupo porque a indenização oferecida pelo Estado considera apenas o valor bruto da terra, sem levar em conta tudo o que foi construído ao longo das décadas de ocupação, como a produção agrícola, as benfeitorias feitas pela família, a renda que a área garante e o vínculo construído com o território.</p>



<p>Eduardo faz coro e diz que o Estado paga barato por um terreno que, integrado ao empreendimento privado, passa a valer muitas vezes mais. “Nós perdemos tudo o que temos para o lugar virar puxadinho de bilionário”, conclui. Dilceia reforça que a quantia não permite recompor a vida em outro lugar. “Comprar outra terra onde? Com o que vão dar? Não reconstrói nossa vida”. Ambos projetam que, mesmo com pagamento, a indenização não vai garantir a compra de uma área equivalente, nem devolver a estrutura produtiva que garante a sobrevivência das famílias.</p>



<p>Eles relatam que as desconfianças crescem na medida em que o poder público silencia, enquanto circulam rumores sobre a instalação de um grande resort na antiga fazenda Nova Trento, que pertenceu à família do ex-bilionário Eliezer Batista, pai de Eike Batista, vendida a investidores interessados no empreendimento turístico. “O que se comenta é que essa pista interessa a pessoas de grandes posses, de São Paulo, do Rio de Janeiro, que viriam para esse resort gigante”, prossegue. “Parece que tudo já está decidido. Vão assinar, tomar a terra e pronto. Nós ficamos tentando entender onde está o nosso direito”, resume</p>



<p>Em um abaixo-assinado organizado pelos moradores, eles afirmam que “o território abriga agricultores familiares responsáveis pelo abastecimento de feiras, hortifrutis e mercados da região, cujo trabalho será inviabilizado caso o condomínio industrial avance sobre suas terras”. O texto já reúne mil assinaturas contrárias a implementação do aeroporto.</p>



<p>Procurada por Século Diário, a Secretaria de Estado de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) se limitou a informar que o aeroporto “segue avançando nos trâmites administrativos” e justifica a decisão pela área com base em “critérios técnicos e operacionais definidos pelas autoridades aeroportuárias, como os cones de aproximação, margens, inclinação e demais requisitos necessários para garantir a segurança e a viabilidade das operações”.</p>



<p>O órgão informou ainda que o projeto prevê “uma pista de aproximadamente 1,3 mil metros, com capacidade para receber aeronaves de porte regional, como o modelo ATR-42, e operação em períodos diurno e noturno”. O objetivo seria “ampliar a infraestrutura logística e de transporte aéreo do Estado, fomentando o turismo, o escoamento de cargas e o atendimento a demandas de defesa social e emergências”. “O governador do Estado já autorizou o avanço dos estudos e o início do processo de desapropriação na região”, destaca o texto oficial. “Os valores e o cronograma da obra ainda estão em definição, a partir da conclusão dos estudos técnicos e ambientais em andamento”, conclui.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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