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	<title>Crianças &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Xuxa no ES? Veja o que se sabe sobre “O Último Voo da Nave” em Cariacica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“O Último Voo da Nave” <strong>não vai passar pelo</strong> <strong>Espírito Santo</strong>. Após rumores sobre uma possível apresentação de Xuxa no Estádio Estadual Kleber Andrade, a <strong>Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Sesport)</strong> negou qualquer contato oficial para a realização do show no local.</p>



<p>Procurada, a secretaria informou que não recebeu solicitação da produção da turnê nem de patrocinadores para a realização do evento.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;A Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport) informa que não houve qualquer contato oficial, seja por parte da produção da turnê ou de qualquer outro patrocinador, para a realização do referido evento no Estádio Estadual Kleber Andrade.&#8221; <em>Sesport</em></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-turne-de-despedida-percorre-cinco-cidades">TURNÊ DE DESPEDIDA PERCORRE CINCO CIDADES</h3>



<p>A turnê “O Último Voo da Nave”, que celebra os 45 anos de carreira de Xuxa, estreou em 25 de julho, no Nubank Parque, em São Paulo. O espaço também recebeu uma segunda apresentação em 31 de julho.</p>



<p>A turnê segue para Curitiba, no Paraná, em 26 de setembro, na Arena da Baixada. Depois, Xuxa se apresenta em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 14 de novembro, na Arena MRV. As duas datas ainda têm ingressos disponíveis pelo site da Eventim.</p>



<p>O encerramento da turnê estava previsto para 20 de dezembro, no Maracanã, Rio de Janeiro mas uma apresentação extra foi anunciada para 27 de fevereiro de 2027, no Nubank Parque. As entradas para ambos os dias já foram esgotadas.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Pai muda de profissão para aprender a se comunicar com filho surdo no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O amor de um <strong>pai</strong> também pode aparecer nas escolhas que ele faz quando a vida muda de direção. Foi assim com <strong>Carlos Clemente</strong>, de 41 anos, que decidiu deixar a profissão de vendedor e seguir uma nova carreira, depois que descobriu que o filho <strong>Arthur</strong>, hoje com 14 anos, era surdo.</p>



<p>Pai solo, Carlos passou a trabalhar com <strong>Língua Brasileira de Sinais (Libras)</strong> para garantir que a comunicação entre os dois fosse construída desde cedo.</p>



<p>Segundo a psicóloga clínica, professora e especialista em Surdez e Libras,&nbsp;<strong>Gabriela Alvarenga</strong>, criar um filho sem uma rede de apoio é uma tarefa possível, mas que exige dedicação e equilíbrio emocional. Ela explica que o maior desafio não está no fato de ser homem ou mulher, mas na sobrecarga de assumir sozinho todas as responsabilidades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><em>&#8220;O fato de estar só, que é o mesmo que acomete as mulheres, é a sobrecarga emocional, a responsabilidade de tomar decisões importantes, e de maneira, às vezes, solitária.&#8221; </em>Gabriela Alvarenga, psicóloga</p>
</blockquote>



<p>É justamente essa realidade que Carlos vive desde 2020, quando Arthur voltou a morar definitivamente com ele, em <strong>São Mateus</strong>, Norte do Espírito Santo. Entre o trabalho e os cuidados com o filho, ele aprendeu que ser pai vai muito além de garantir o sustento da casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-uma-decisao-que-mudou-o-futuro-dos-dois">Uma decisão que mudou o futuro dos dois</h3>



<p>Carlos já conhecia Libras antes mesmo do nascimento de Arthur. Ele aprendeu a língua por causa da então companheira, mãe do menino, que é surda. Na época, porém, o conhecimento era apenas uma ferramenta de comunicação dentro do relacionamento.</p>



<p>Quando Arthur nasceu, Carlos percebeu rapidamente que o filho também poderia ser surdo. A confirmação veio após a realização do exame BERA, teste que avalia a resposta do sistema auditivo aos sons e é utilizado para identificar alterações na audição. Foi naquele momento que ele decidiu transformar a própria carreira.&nbsp;<strong>“Depois que ele nasceu que eu decidi trabalhar com isso”</strong>, disse.</p>



<p>Em 2012, deixou o trabalho como vendedor para atuar como intérprete de Libras. Mais tarde, cursou Pedagogia e hoje trabalha como intérprete na rede estadual de ensino.</p>



<p>Para Gabriela, essa escolha representa muito mais do que uma mudança profissional. <strong>“Quando ele entende que a Libras é fundamental, ele está demonstrando o nível de responsabilidade e de comprometimento com essa vida que foi confiada a ele.”</strong></p>



<p>Segundo a especialista, aprender Libras não significa apenas facilitar o diálogo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A Libras é a ponte da comunicação, mas você não simplesmente comunica, você acessa o mundo, o universo particular da pessoa surda.Gabriela Alvarenga, psicóloga</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-a-rotina-de-um-pai-que-exerce-dois-papeis">A rotina de um pai que exerce dois papéis</h4>



<p>A rotina de Carlos também revela uma realidade comum entre pais solos: a dificuldade de conciliar trabalho, responsabilidades domésticas e os cuidados diários com o filho sem uma rede de apoio estruturada.</p>



<p>Hoje, ele mora com a mãe, de 75 anos, mas a relação entre os dois também envolve cuidado. Segundo Carlos, ela já não tem condições de assumir a criação do neto e também precisa de atenção.&nbsp;<strong>“Minha mãe veio morar comigo atualmente, mas ela também precisa</strong>&nbsp;<strong>de cuidados”</strong>, contou.</p>



<p>Apesar da sobrecarga, ele faz questão de acompanhar o desempenho escolar do filho, treinar com ele na academia, sair para lanchar e dividir as tarefas domésticas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="596" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1024x596.png" alt="" class="wp-image-47976" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1024x596.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-300x175.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-768x447.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-129x75.png 129w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-480x279.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Carlos e Arthur construíram uma relação baseada em cuidado, presença e comunicação. Fotos: Acervo pessoal</figcaption></figure>



<p>Na avaliação de Gabriela, a ausência de uma rede de apoio pode afetar diretamente a saúde mental de quem cria um filho sozinho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>A rede de apoio dá descanso mental. Quando ele não pode dividir isso, fica hiperfocado na demanda do filho e esquece de cuidar até de si. Para ter uma educação saudável, o adulto tem que estar saudável.</em>&#8221; Gabriela Alvarenga, psicóloga</p>
</blockquote>



<p>Ela afirma que o acompanhamento psicológico pode ajudar tanto os pais quanto os filhos a organizarem emoções e enfrentarem os desafios da rotina.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-cachorro-se-tornou-parceiro-na-rotina-de-pai-e-filho">Cachorro se tornou parceiro na rotina de pai e filho</h4>



<p>Mesmo sem alguém que possa assumir parte das responsabilidades, Carlos encontrou pequenas formas de garantir que Arthur tivesse companhia enquanto ele precisava trabalhar. Uma delas veio de um integrante inesperado da família: Barão, um pastor alemão de oito anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="596" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1-1024x596.png" alt="" class="wp-image-47977" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1-1024x596.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1-300x175.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1-768x447.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1-129x75.png 129w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1-480x279.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/image-1.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Barão se tornou companhia de Arthur nos momentos em que Carlos precisava trabalhar. Fotos: Acervo pessoal</figcaption></figure>



<p>Durante os períodos em que ficava sozinho em casa, o cachorro se tornou uma presença importante na rotina do adolescente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Às vezes, quando eu ia trabalhar, a companhia muitas vezes dele foi o Barão. Era o guardião dele, ficava lá no meu lugar.&#8221; Carlos Clemente, intéprete de Libras</em></p>
</blockquote>



<p>Para Carlos, Barão representa mais do que um animal de estimação. O cachorro ocupou um espaço de cuidado e companhia nos momentos em que o pai precisava se ausentar para trabalhar.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-amor-tambem-se-aprende-pela-comunicacao">O amor também se aprende pela comunicação</h4>



<p>A relação entre Carlos e Arthur sempre foi construída por meio da Libras. Como o pai já conhecia Libras, a língua de sinais fez parte do desenvolvimento do menino desde os primeiros anos de vida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Ele aprendeu de uma forma natural, assim como uma criança ouvinte aprende o português falado.&#8221; </em>Carlos Clemente, intéprete de Libras</p>
</blockquote>



<p>Para Gabriela, esse é um ponto essencial para qualquer família que tenha uma criança surda.&nbsp;<strong>“A Libras não é só uma forma de comunicação. Você acessa aquele ser humano, o universo de entendimento e de percepção daquela criança.”</strong></p>



<p>Ela alerta que, quando a família não aprende a língua de sinais, o vínculo pode ficar comprometido.&nbsp;<strong>“A comunicação fica limitada. Ela fica superficial. Muitas vezes você não acessa níveis profundos de entendimento”</strong>, conclui.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-inclusao-ainda-encontra-barreiras">Inclusão ainda encontra barreiras</h4>



<p>Mesmo sendo intérprete de Libras, Carlos relata que o filho enfrenta dificuldades para acessar alguns serviços. Hoje, Arthur está sem acompanhamento psicológico porque a família não encontrou, em São Mateus, um profissional que realize atendimento diretamente em Libras.</p>



<p>Segundo Gabriela, essa realidade ainda é comum.<strong>&nbsp;“A demanda é muito grande e nem todos os profissionais têm esse preparo para aprender Libras fluentemente e usar isso como ferramenta dentro da profissão”</strong>, disse.</p>



<p>Ela ressalta que as dificuldades não se restringem à psicologia. O impacto é geral, o surdo é cidadão e circula por todos os serviços.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-vida-transformada-pela-paternidade">Vida transformada pela paternidade</h4>



<p>Ao olhar para trás, Carlos acredita que o filho transformou sua maneira de viver.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Eu acredito que teve uma transformação na minha vida para melhor depois que ele passou a existir. Aprendi a ter mais paciência.&#8221; Carlos Clemente, intéprete de Libras</em></p>
</blockquote>



<p>Para Gabriela, histórias como essa mostram que a paternidade é construída diariamente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>A Libras é só a ponta do iceberg. Ela é a ponte da comunicação, mas por trás dela existe toda uma cultura, um modo de pensar e de enxergar o mundo. Quando um pai decide aprender isso para estar presente na vida do filho, ele demonstra um nível profundo de comprometimento.&#8221; Gabriela Alvarenga, psicóloga</em></p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Dia dos Pais: &#8220;O maior presente de um pai empresário é dar ao filho a liberdade de escolha&#8221;, afirma especialista em gestão empresarial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:28:00 +0000</pubDate>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong><br></strong><em>Fabio Junger alerta para as armadilhas da sucessão familiar obrigatória e defende a governança para proteger negócios e relações familiares</em></p>



<p>É muito bom ter os filhos por perto também no trabalho. Mas há que se respeitar a liberdade de escolhas. Quando isso ocorre sem a pressão da sucessão é um deleite, principalmente para os pais. Ali, no terreno profissional, torna-se um lugar seguro para eles trocarem com a nova geração e influenciar com a experiência.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="814" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger-814x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-47897" style="width:832px;height:auto" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger-814x1024.jpeg 814w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger-238x300.jpeg 238w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger-768x966.jpeg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger-60x75.jpeg 60w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger-480x604.jpeg 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/fabio_junger.jpeg 1080w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:814px) 100vw, 814px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fabio Junger</figcaption></figure>



<p>O Dia dos Pais é tradicionalmente marcado por homenagens e celebrações da união familiar, mas no universo corporativo a data costuma trazer à tona um dilema silencioso e complexo: a pressão pela sucessão executiva. Para o empresário e especialista em governança corporativa Fabio Junger, um dos erros mais frequentes e nocivos cometidos por pais fundadores é encarar os filhos como executivos obrigatórios do negócio familiar.</p>



<p>De acordo com o especialista, o desejo legítimo de perpetuar a empresa muitas vezes cega os pais para as reais vocações, talentos e competências da próxima geração. &#8220;Criar filhos para suceder o pai no comando da operação por puro dever de ofício é uma armadilha perigosa que adoece as relações familiares e liquida a competitividade das empresas no mercado&#8221;, afirma Junger.</p>



<p>A saída para resolver o impasse entre o afeto e a gestão está na profissionalização do negócio e na separação clara entre as figuras de herdeiro, acionista e executivo. Fabio Junger já trabalhou com seu pai, Francisco Junger, na Emec na década de 90, onde permaneceu de 2020 a 2024. Atualmente, Fabio abriu sua empresa, a Emec Incorporadora, e trabalha com seu filho, Fabio Augusto Junger.</p>



<p>Nesse contexto, na sucessão empresarial, os filhos podem ser preparados para atuar como acionistas conscientes e participar ativamente do Conselho de Administração, sem a obrigação de assumir cargos executivos na operação diária. Essa estrutura de governança permite que o patrimônio continue protegido e rentável sob uma gestão profissional, libertando a próxima geração para seguir suas próprias trajetórias profissionais com segurança.</p>



<p>Fabio Junger destaca que a verdadeira demonstração de afeto paternidade-gestão está no respeito ao futuro dos filhos. &#8220;O amor de pai é incondicional, enquanto a gestão de uma empresa precisa ser estritamente condicional e pautada por entregas e competência técnica. Quando o pai entende que a governança serve para dar aos filhos o poder de escolha, ele não está afastando a família do negócio, mas oferecendo a ela o maior presente possível: a liberdade sustentada por um legado seguro&#8221;, ressalta.</p>



<p>Fonte: RF Comunicação</p>
</blockquote>
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		<title>Praias, rios e montanhas: Aracruz é o único município do Espírito Santo contemplado com as ações do Projeto Douradinho em 2026</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/praias-rios-e-montanhas-aracruz-e-o-unico-municipio-do-espirito-santo-contemplado-com-as-acoes-do-projeto-douradinho-em-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O escritor, poeta e contador de histórias Thiago Cascabulho, do Projeto Douradinho, esteve em Aracruz de segunda-feira (15) a quarta-feira (17), onde visitou dez escolas da Rede Municipal de Ensino com o intuito de despertar nas crianças o gosto pela literatura infantil, com contações de histórias e uso de diferentes estratégias pedagógicas. Na ocasião, centenas de estudantes dos 3º, 4º e 5º º anos do Ensino Fundamental tiveram a oportunidade de vivenciar as apresentações e conversar com o autor do livro “Amiga&nbsp;Lata, Amigo Rio”.</p>



<p>Cerca de 300 exemplares desse livro infantil foram incorporados aos acervos das escolas, que trabalharam junto às crianças seus conceitos, focados em educação ambiental. A história segue o peixe Douradinho, uma espécie de cascudo que vive em um rio poluído. Ele faz amizade com uma latinha dourada presa em sua nadadeira e nada contra a correnteza rumo à nascente, em busca de águas limpas e de um futuro melhor.<br><br>A primeira escola visitada por Thiago Cascabulho foi a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Zenília Varzem Ribeiro, em Barra do Riacho, e a última, a Emef Paulo Freire, sendo que todas se prepararam para receber o escritor, com paredes ornamentadas por trabalhos desenvolvidos pelos alunos, que inclusive se mostravam bem entusiasmado com a história do livro.</p>



<p>Nesta quarta-feira (17), durante sua visita na Emef Paulo Freire, escola que leva o nome do educador e filósofo brasileiro, considerado o patrono da educação nacional, Thiago fez questão de mencionar que Paulo Freire foi seu tataravô. <em>“Paulo Freire foi um grande educador brasileiro, conhecido internacionalmente e muito estudado. Eu tenho a honra de fazer parte de sua árvore genealógica. Meu tataravô era primo dele, e eu só queria contar essa curiosidade para vocês porque essa escola leva seu nome, e eu sou da família Freire, por parte do meu pai”</em>, contou.<br><br>Thiago também fez relações com seu sobrenome, Cascabulho, que segundo ele, tem tudo a ver com seu trabalho. <em>“Cascabulho significa pedra de fundo de rio, aquela redondinha, também chamada de seixo, que são carregadas pelas correntezas, batendo em outras, e ganhando, em centenas de anos, sua forma arredondada. Ou seja, cascabulho é um seixo, uma pedra de fundo de rio, e eu sou teimoso com essa pedra, porque eu trabalho com livros que falam da preservação das águas dos rios e oceanos a quase 25 anos”</em>, afirmou.<br><br>Segundo o autor do ‘Amiga Lata, Amigo Rio’, o livro foi o primeiro que ele escreveu, e que está em sua 3ª edição. <em>“Essa versão, a terceira edição, foi lançada no ano de 2002. Graças a este livro do Projeto Douradinho, eu pude viajar pelo Brasil, e conheci mais de 300 cidades de 20 estados, sempre falando sobre literatura e rios. Já estive no meio da floresta amazônica, na região do cerrado, no pantanal, e em todo o litoral, de norte a sul. Em todos os lugares onde estive, sempre encontrei um rio que estava precisando de ajuda, seja pelos esgotos e lixos tóxicos despejados todos os dias, seja por pela devastação de suas nascentes, ou das matas ciliares, que são vegetações importantes que protegem as margens”</em>, destacou.<br><br><strong>Praias, rios e montanhas </strong><strong>de Aracruz</strong><strong><br></strong>Thiago afirmou que a escolha por Aracruz como o único município do Estado neste ano se deveu à sua peculiaridade, com praias, rios e montanhas com beleza única, ambiente este que precisa e muito ser preservado, principalmente em função do grande progresso por qual vem passando. <em>“Pude escolher uma cidade aqui no estado para a realização desse projeto, e decidimos por Aracruz porque ela é uma cidade que está em franco desenvolvimento, com um crescimento urbano muito grande, e como temos esse olhar, aqui há muitos rios, mares e belas montanhas, que precisam ser cuidados. Meu objetivo, por meio do livro, é fazer com que as crianças passem a enxergar a natureza, as florestas e rios com um olhar de amor e carinho, querendo cuidar do meio ambiente. Se a gente não der esse primeiro passo, nós não vamos conseguir regenerar o nosso planeta, que precisa de cuidado, pois ele está com febre em função das mudanças climáticas. Nós o deixamos doente, e por isso precisamos cuidar dele como enfermeiros e jardineiros. Mas, para isso, precisamos valorizá-lo por meio da literatura, que é o que você já está fazendo, ao lerem meu livro”</em>, completou.<br><br><strong>U</strong><strong>ma experiência muito significativa<br></strong>A coordenadora do Programa Douradinho na Semed, Dulcinéia Ruy Nossa, acompanhou Thiago nas escolas junto à Técnica Pedagógica do Setor de Ensino Fundamental, Daniela Reis. Ela falou da importância em trabalhar esse tema com os alunos dos 3º, 4º e 5º. <em>“Participar do Projeto Douradinho, acompanhando o trabalho desenvolvido a partir do livro Amiga Lata, Amigo Rio foi uma experiência muito significativa. O projeto envolveu alunos dos 3º, 4º e 5º anos, proporcionando momentos de aprendizagem, reflexão e protagonismo estudantil”</em>, disse.<br><br>Ainda de acordo com Dulcinéia, a literatura mostrou sua força como instrumento de transformação, despertando nos estudantes o interesse pela leitura, e promovendo a conscientização sobre questões ambientais importantes para a formação de cidadãos responsáveis e comprometidos com o meio ambiente. <em>“A visita do escritor ao município tornou essa experiência ainda mais especial. Além de conhecer os trabalhos realizados pelos alunos, ele compartilhou sua trajetória, fortalecendo o vínculo dos estudantes com a obra e com a leitura. Destaco ainda que iniciativas como essa fortalecem o Projeto Comunidade de Leitores, instituído pela Prefeitura de Aracruz, que incentiva a formação de leitores críticos e o desenvolvimento de práticas pedagógicas que valorizam a leitura como ferramenta de construção do conhecimento&#8221;.</em><br><br><strong>As famílias e </strong><strong>a </strong><strong>presença de um autor nas escolas</strong><br>Daniela Reis fez questão de frisar a importância da participação das famílias no projeto e a presença de um autor de livros infantis nas escolas, principalmente em se tratando de temas que fomentam a preservação do meio ambiente. <em>“Gostei muito da participação da família na produção dos materiais, você vê o envolvimento dos pais lendo para seus filhos, confeccionando e interagindo, e ao mesmo tempo, discutindo o cuidado com as águas e o meio ambiente e o brilho no olhar das crianças ao receber o autor em suas escolas, as incentivando serem leitores, o que o ‘Comunidade de Leitores’ prega, então essa visita aqui foi um sucesso&#8221;.</em> </p>



<p>FONTE: PREFEITURA DE ARACRUZ</p>



<p></p>
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		<title>Lei Berenice Piana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Deputado propõe atualização da Lei Berenice Piana</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Deputado propõe atualização da Lei Berenice Piana</h2>



<p>O deputado&nbsp;<strong>Fernando Marangoni</strong>&nbsp;(União-SP), relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que discute a Política Nacional para Pessoas com Autismo, afirmou considerar necessária uma atualização da legislação sobre o tema. O grupo analisa mais de 70 proposições relacionadas ao&nbsp;<strong>autismo</strong>, entre elas o Projeto de Lei 3080/2020 e seus apensados.</p>



<p>Em entrevista à Rádio Câmara,&nbsp;<strong>Marangoni</strong>&nbsp;destacou que a Lei nº 12.764/2012, conhecida como&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>, foi o marco inicial da proteção dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil. Segundo o parlamentar, desde a sanção da norma, houve avanços no diagnóstico, nos métodos de tratamento e na formulação de políticas públicas voltadas à população autista.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reorganizacao-da-legislacao-sobre-autismo">Reorganização da Legislação sobre Autismo</h2>



<p></p>



<p>O deputado avaliou que as novas leis aprovadas ao longo dos anos trataram do tema de forma isolada, o que teria gerado uma legislação fragmentada. O objetivo do relator é consolidar essas proposições em um texto único, reorganizando o conteúdo da&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>&nbsp;para unificar as garantias legais das pessoas autistas.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>&nbsp;recebeu o nome de uma das principais ativistas do movimento em defesa dos direitos das pessoas com&nbsp;<strong>autismo</strong>&nbsp;no Brasil. Mãe de um jovem autista, Berenice Piana foi uma das responsáveis pela mobilização que resultou na aprovação da lei em 2012.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Henrique Marques conquista Mundial de Taekwondo após quase se aposentar por problema no coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 16:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Natural de Itaboraí (RJ), Henrique Marques é o primeiro homem brasileiro campeão mundial de taekwondo</h2>



<p></p>



<p>Henrique Marques conquista Mundial de Taekwondo após quase se aposentar por problema no coraçãoHenrique Marques conquista Mundial de Taekwondo após quase se aposentar por problema no coraçãoHenrique Marques conquista Mundial de Taekwondo após quase se aposentar por problema no coraçãoHenrique Marques conquista Mundial de Taekwondo após quase se aposentar por problema no coração1.0x</p>



<p>O Brasil continua fazendo bonito no <strong>Mundial de Taekwond</strong>o disputado em Wuxi, na China. Depois de <strong>Maria Clara Pacheco confirmar seu favoritismo</strong>, agora foi a vez de <strong>Henrique Marques garantir a inédita medalha de ouro</strong>.</p>



<p>O lutador&nbsp;<strong>brasileiro de 21 anos superou chinês Qizhang Xiang na decisão da categoria até 80kg</strong>, por dois rounds a zero, com 2 a 1 e 0 a 0 (aplicando mais golpes que não somaram pontos) e se tornar o&nbsp;<strong>primeiro homem do País a ganhar a competição</strong>.</p>



<p></p>



<p>Antes da atual edição do Mundial, o Brasil tinha somente um ouro, com&nbsp;<strong>Natália Falavigna</strong>, em 2005. Maria Clara Pacheco fez bonito na sexta-feira e inspirou os compatriotas a se destacarem na competição.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Muito feliz com essa conquista e com o meu desempenho em quadra, muito feliz com tudo que vem acontecendo na minha vida. Saímos campeões aqui e tudo isso é graças a muito trabalho. Esse foi o primeiro passo e, se Deus quiser, lá em Los Angeles-2028 (Olimpíada) a gente vai ser campeão também”</strong>, comemorou Henrique Marques.</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-problema-cardiaco-quase-aposenta-o-lutador">Problema cardíaco quase aposenta o lutador</h3>



<p>A conquista de Henrique Marques é uma vitória da superação e persistência.&nbsp;<strong>Em 2023, aos 19 anos, o atleta foi diagnosticado com um problema raro no coração</strong>&nbsp;(grave arritmia cardíaca que acelerava seus batimentos) e quase se aposentou das lutas.</p>



<p>Após cirurgia, voltou aos treinos e mostrou nesta segunda-feira que não era considerado um fenômeno brasileiro no taekwondo por acaso.</p>



<p>Foram cinco lutas do carioca de Itaboraí em Wuxi até a decisão contra o representante da casa. Ele começou com a vitória sobre o cubano Kelvin Calderón Martinez, por 2 rounds a 0 (5×1 e 8×7). Nas oitavas de final, o brasileiro passou com tranquilidade por Faysal Sawadogo, de Burkina Faso, com vitória também por 2 rounds a 0 (5×1 e 7×1).</p>



<p>Nas quartas de final, o primeiro round contra o norte-americano CJ Nickolas foi acirrado, mas Henrique conseguiu fechar a luta com tranquilidade no segundo round (3×2 e 7×4). A luta mais disputada no caminho até o título foi a semifinal, disputada contra Artem Mytarev dos Atletas Neutros, que foi definida em três rounds (3×1, 9×10 e 4×2).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/Henrique-Marques-TKD-Pan-Junior.jpg" alt="2025.08.16 - Jogos Pan-Americanos Júnior Assunção 2025 - Taekwondo masculino Kyoruhui menos 80kg - O atleta Henrique Marques do Time Brasil vence o atleta da Colombia e conquista a medalha de ouro. Foto: Ana Patricia/COB." class="wp-image-7685037"/><figcaption class="wp-element-caption">(Foto: Ana Patricia/COB)</figcaption></figure>



<p>Henrique Marques esteve no Mundial “bancado” pela Confederação Brasileira de Taekwondo, que o definiu no Mundial em detrimento a Maicon Siqueira.</p>



<p>O Brasil volta às lutas nesta terça-feira em Wuxi, com João Vitor Diniz na categoria até 68kg e com Milena Titoneli representando o País até 67kg. Como estão entre os cabeças de chave no Campeonato Mundial, ambos entram de bye e só lutam pela segunda rodada.<br>Fonte :Folha Vitória </p>
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		<title>Haeckel Ferreira se emociona ao conhecer projeto solidário no Hospital Infantil de Vitória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 16:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Haeckel Ferreira se emociona ao conhecer projeto solidário no Hospital Infantil de Vitória</p>



<p>O humorista <strong>Haeckel</strong>, integrante da oitava temporada do <strong>Chef de Família</strong>, protagonizou um dos momentos mais emocionantes da edição ao visitar o <strong>Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória</strong>, em Vitória, para conhecer de perto o trabalho da participante da 8ª temporada do Chef de Família, <strong>Dona Vera</strong>.</p>



<p>O episódio, exibido no último sábado, mostrou a união entre humor e solidariedade em uma gravação repleta de histórias inspiradoras.</p>



<p>Durante a visita, Haeckel se aproximou das crianças atendidas pelo&nbsp;<strong>Projeto Essência</strong>, criado por&nbsp;<strong>Dona</strong>&nbsp;<strong>Vera</strong>, há 15 anos. Conhecida por transformar dor em esperança, ela começou a iniciativa após a perda do filho caçula. Desde então, vende biscoitos e doces caseiros para arrecadar fundos e levar brinquedos, lanches e muito amor às crianças internadas.</p>



<p><strong>“Não dá pra curar a dor de outra mãe, mas dá pra segurar a mão e dizer:&nbsp;<em>‘Estou aqui, você não está sozinha’</em>”, disse Dona Vera, emocionando a todos.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-humor-e-emocao"><strong>HUMOR E EMOÇÃO</strong></h3>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/maquiagem-halloween.png.jpeg" alt="" class="wp-image-7673376"/><figcaption class="wp-element-caption">Haeckel Ferreira ouviu histórias emocionantes ao visitar o&nbsp;Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória. Foto: Reprodução/ TV Vitória</figcaption></figure>



<p>A gravação foi marcada por momentos de leveza e emoção. Haeckel, que costuma levar humor aos bastidores do reality, decidiu deixar as piadas de lado para dar voz às crianças.</p>



<p><strong>“Gravei no Hospital Infantil de Vitória e conheci várias histórias e crianças que são verdadeiras guerreiras. Deixei meu microfone com algumas pra ver no que dava e o resultado foi incrível”, contou o humorista.</strong></p>



<p>Durante a experiência, ele também utilizou tecnologia para tornar o Dia das Crianças ainda mais especial.&nbsp;<strong>Confira</strong>:</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-a-forca-de-dona-vera"><strong>A FORÇA DE DONA VERA</strong></h3>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/TwXyk6dK-Arte-FV-%E2%80%94-Corte-de-fotos-CMS.png" alt="" class="wp-image-7673375"/><figcaption class="wp-element-caption">Dona Vera criou o Projeto Essência e transforma dor em alegria após a perda do filho caçula. Foto: Reprodução/ Projeto Essência</figcaption></figure>



<p>Aos 64 anos, Dona Vera é a alma do Projeto Essência. Todas as <strong>terças-feiras</strong>, ela visita o hospital levando lanches e principalmente palavras de conforto para as crianças e mães que enfrentam longos tratamentos. O projeto, que começou de forma modesta, se tornou símbolo de <strong>amor e solidariedade</strong> na capital capixaba. Para ela, cada entrega é uma forma de espalhar o amor que um dia ofereceu ao filho.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cozinha-tambem-e-proposito"><strong>COZINHA TAMBÉM É PROPÓSITO</strong></h3>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/10/Criancas-trabalho-infantil-4.png" alt="" class="wp-image-7658107"/><figcaption class="wp-element-caption">Dona Vera em momento emocionante no reality Chef de Família. Foto: Kayra Miranda</figcaption></figure>



<p>O&nbsp;<strong>Chef de Família</strong>&nbsp;segue mostrando que o programa vai muito além das receitas e da competição culinária. Nesta temporada, histórias como a de Dona Vera reforçam que a verdadeira essência da gastronomia está em&nbsp;<strong>cuidar, compartilhar e transformar vidas</strong>.</p>



<p>E entre risadas e lágrimas, o humorista Haeckel Ferreira mostrou que, às vezes, o maior prêmio não é o troféu, mas a chance de fazer parte de algo que toca o coração.</p>



<p>O quadro completo, que faz parte do 5º episódio do <strong>Chef de Família</strong>, já está disponível no <strong>canal da TV Vitória no YouTube</strong>.</p>



<p>E para não perder nenhum episódio do&nbsp;<strong>Chef de Família</strong>&nbsp;fique ligado na TV Vitória, todo sábado, às 14h, logo após o&nbsp;<strong>Balanço Geral</strong>!</p>



<p>Fonte : Folha Vitória</p>
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		<title>Pais e mães capixabas abusam da criatividade no &#8220;Cabelo Maluco&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 16:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Brincadeira do cabelo maluco ganhou variações, como mochila e meia maluca, e proporciona momentos especiais entre pais, mães e filhos</h2>



<p></p>



<p><strong>Cabelo maluco, mochila maluca, meia maluca…</strong> Tendência que tem se tornado cada vez mais forte Brasil a fora, o <strong>“Dia Maluco”</strong> já é uma realidade nas <strong>escolas</strong> do <strong>Espírito Santo</strong>. A prática nada mais é do que abusar da criatividade para montar um visual diferenciado e divertido para os pequenos.</p>



<p>A brincadeira criada para celebrar o <strong>Dia das Crianças</strong> virou febre nas <strong>redes sociais</strong> e já ganhou os corredores escolares e as salas de aulas do ES. O que começou com o cabelo maluco, ganhou variações e se expandiu para o <strong>look maluco completo</strong>.</p>



<p>Agora, além do penteado criativo, os responsáveis precisam explorar a criatividade para fazer mochilas, roupas e meias diferenciadas. Com isso, pais e mães capixabas têm quebrado a cabeça para conseguir surpreender e entregar o melhor visual para os filhos.</p>



<p><strong>Lízzie Almeida</strong>, mãe da&nbsp;<strong>Maria Alice</strong>, de 2 anos, conta que a missão de participar da brincadeira foi&nbsp;<strong>“uma loucura”</strong>. A escola em que a filha estuda teve programação do Dia Maluco com tudo maluco, da cabeça aos pés.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Eu e o pai dela ficamos acordados até depois da meia-noite confeccionando a mochila, mas sem dúvidas foi uma alegria enorme. Foi uma correria fazer o cabelo, colar os laços na meia, encher balões, correr na papelaria para comprar material. A verdade é que no dia maluco quem fica maluco mesmo são os pais.”Lízzie Almeida, mãe de Maria Alice</p>
</blockquote>



<p>Assim como Lízzie,&nbsp;<strong>Natália Zancanella</strong>, mãe de&nbsp;<strong>Vicente</strong>, de 3 anos, também embarcou na loucura. Ela conta que ficou “maluca”, desde que começou a procurar ideias até a confecção do visual do menino.</p>



<p>Natália reconhece que não tem o dom das artes, mas correu atrás de inspirações na internet e, depois, dos materiais, para transformar a ideia em realidade. E contou com a ajuda mais que especial do Vicente para montar uma pista de carrinhos no cabelo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Vicente adorou, quis ajudar. Ele escolheu os carrinhos que ia botar, pintou a faixa da pista, tortinho, do jeito dele, mas pintou. Foi todo bobo com a pista na cabeça dele, quase caindo.”Natália Zancanella, mãe de Vicente</p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cabelo-maluco-e-momento-de-conexao-de-pais-e-filhos">Cabelo maluco é momento de conexão de pais e filhos</h3>



<p>O momento de criar e montar o cabelo, mochila ou meia maluca é um momento especial de conexão entre os pais e os filhos. A atividade serve como um escape da rotina e cria memórias marcantes nas famílias.</p>



<p>É o caso da&nbsp;<strong>Luciana Pimenta</strong>, que se desdobrou entre trabalho e a filha&nbsp;<strong>Heloá</strong>, de 3 anos, para ter um momento mãe e filha e montar cabelo e mochila malucos especiais para a menina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>É um tipo de brincadeira diferente que a creche manda para os pais, que ajuda a ter um relacionamento melhor com os filhos. Quando surgiu a ideia do cabelo maluco, eu falei: ‘tenho que me virar para ter um tempo para brincar e fazer uma coisa diferente com ela’.”Luciana Pimenta, mãe de Heloá</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-criancas-se-divertem-com-dia-maluco">Crianças se divertem com Dia Maluco</h4>



<p>Segundo a professora de educação infantil&nbsp;<strong>Kleyti Rodrigues</strong>, esse é o dia mais esperado pelas crianças. Durante a semana das crianças, a loucura toma conta da rotina da escola e os alunos comentam ansiosos sobre qual cabelo querem fazer.</p>



<p>No CMEI em que Kleyti trabalha, as famílias puderam escolher entre fazer cabelo, mochila ou meia maluca, mas muitos pais optaram por fazer o visual completo. Ela conta que viu cabelos como&nbsp;<strong>frango na brasa, pista de carro, castelo da Rapunzel, varal com roupas, pote de pipocas etc.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Muitas famílias abraçam esse dia e investem com prazer para realizar o desejo das crianças. As crianças chegaram muito animadas e orgulhosas com o cabelo que as famílias fizeram.”Kleyti Rodrigues, professora</p>
</blockquote>



<p>Apesar da loucura, Lízzie relata que vale a pena cada esforço ao ver o sorriso e o brilho no olhar da filha.</p>



<p><strong>“O melhor é que ela ficou tão animada que levou a mochila de casa até a escola nas costas e chegou correndo, toda alegre, para mostrar o cabelo, a mochila, o vestido e a meia maluca para a professora e os colegas. O sorriso e a animação dela compensaram todo o esforço e dedicação que tivemos”</strong>, disse.</p>



<p>Para ela, a gincana ainda ajuda tantos os pais quanto os filhos a deixarem as telas e ter um momento especial em família, que vai ficar na memória das crianças.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-pais-e-maes-se-empolgam-com-a-brincadeira">Pais e mães se empolgam com a brincadeira</h4>



<p>Mas se engana quem pensa que a empolgação fica só por conta das crianças. Segundo Natália, a expectativa dela para que o cabelo ficasse perfeito foi maior até do que a do próprio Vicente.</p>



<p><strong>“As mães colocam a expectativa lá no alto. A criança, mesmo se você só pintar de azul, já acha maravilhoso e vai felizona. Mas para a mãe, tem que ficar de tal jeito”</strong>, disse.</p>



<p>O Dia Maluco era um sonho para Lízzie desde o dia em que descobriu a gravidez. Agora, ela não vê a hora de entrar novamente na “loucura” no próximo ano.&nbsp;<strong>“Já estou empolgada para o ano que vem e, claro, procurando novas inspirações”</strong>, conta.</p>



<p>A expectativa também é grande para Luciana, que já começou a procurar novas ideias para o Dia das Crianças em 2026.&nbsp;<strong>“Estou ansiosa e já vendo ideias para o próximo ano”</strong>, brinca.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<item>
		<title>Oito alunos do ES são aprovados para etapa nacional de concurso artístico</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/oito-alunos-do-es-sao-aprovados-para-etapa-nacional-de-concurso-artistico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 16:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Além de participarem do concurso nacional, as crianças que alcançaram o primeiro lugar na etapa estadual foram premiadas com um smartphone</h2>



<p>Oito <strong>alunos</strong> de <strong>escolas públicas</strong> do <strong>Espírito Santo</strong> foram selecionados para a etapa nacional do <strong>Prêmio</strong> MPT na Escola, projeto desenvolvido pelo Ministério Público do Trabalho (<strong>MPT</strong>) que busca combater o <strong>trabalho infantil</strong> por meio da <strong>educação</strong>.</p>



<p>Foram avaliados desenhos, poesias, contos e músicas inscritos no projeto. A aluna <strong>Sophia Araújo Martins</strong>, de 10 anos, da Umef Prof. Paulo César Vinha, em Terra Vermelha, <strong>Vila Velha</strong>, levou o primeiro lugar na categoria poesia com o texto “O Menino que Ninguém Vê”, orientado pela professora Fabíola de Oliveira.</p>



<p><strong>“Sophia, do 5º ano, sempre gostou de produzir textos e me mostrar. Seu texto nos toca, principalmente, por conhecermos a sua realidade social e vivências. Esse projeto foi uma oportunidade para que ela demonstrasse seu talento através da poesia, retratando a sua realidade e as suas emoções em cada verso”</strong>, afirmou a professora, que também é escritora.</p>



<p>Os estudantes que conquistaram o primeiro lugar em cada categoria foram premiados com um smartphone. Já aqueles que alcançaram o segundo lugar, ganharam uma Alexa. A criança ou adolescente que ficou em terceiro, levou para casa uma caixa de som.</p>



<p>O MPT na Escola também prestigiou com prêmios os professores cujos alunos conquistaram o primeiro lugar com um Kindle Amazon. Os coordenadores do projeto nos 16 municípios participantes receberam cafeteira elétrica ou um vale-presente.</p>



<p>A etapa nacional ainda não tem data prevista para acontecer.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cerimonia">Cerimônia</h3>



<p>A cerimônia de premiação da etapa estadual do Prêmio MPT na Escola aconteceu na tarde da última quinta-feira (2), no <strong>Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região</strong>, quando foram conhecidos os vencedores do concurso cultural.</p>



<p>O prêmio do MPT tem parceria com o Centro Salesiano do Adolescente Trabalhador (Cesam) e trabalhou as temáticas Erradicação do trabalho infantil e Incentivo à aprendizagem.</p>



<p>O vice-procurador-chefe do MPT-ES,&nbsp;<strong>José Pedro dos Reis</strong>, se emocionou ao falar da importância da iniciativa porque lembrou da sua própria história de vida.</p>



<p><strong>“Já fui vítima do trabalho infantil. Quando tinha seis anos, ganhei o prêmio de melhor aluno da escola, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Na época, não tinha sequer roupa para receber o prêmio. Foi uma professora que me ajudou. Até hoje, guardo com carinho a foto daquele momento”</strong>, recordou.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-numeros">Números</h4>



<p>Nesta edição, o projeto MPT na Escola foi implementado em 16 municípios capixabas. Ao todo, foram inscritas 291 escolas para participar da iniciativa, com o envolvimento de 36.717 alunos e 1.994 profissionais da educação.</p>



<p>Confira o texto de Sophia, vencedor na categoria Poesia, pelo Grupo 1 (4º e 5º anos), com o tema “Erradicação do Trabalho Infantil”.</p>



<p><strong>O Menino que Ninguém Vê</strong><br>&nbsp;<br>Na esquina da rua, bem antes do sol nascer,<br>Um menino acorda sem nada pra comer.<br>Não carrega mochila, mas sim uma sacolinha<br>Com doces e paçocas para vender.<br>Enquanto a cidade acorda acelerada,<br>Ele caminha pela vida sem nada.<br>Nada para sonhar… nada para esperar,<br>Apenas viver.<br>Sem brincadeiras, recreio ou diversão,<br>Apenas o trabalho, a fome e a multidão.<br>Na escola os meninos desenham no papel,<br>Ele desenha em seu coração<br>E cria pensamentos debaixo do céu.<br>Com o rosto suado e o pé no asfalto,<br>Vende esperança por um preço<br>Que nunca vai ser pago.<br>Ninguém ouve seu grito,<br>Ninguém sente sua dor,<br>Ninguém vê esse menino<br>Que só precisa de amor.<br>Ele só queria correr,<br>E jogar futebol,<br>Mas sempre é tratado<br>Como algum marginal.<br>Em seu pensamento ele sabe<br>Que trabalho é pra adulto,<br>E não pra uma criança,<br>Que é amiga da pureza<br>E merece cuidado, amor e esperança.<br>Não é justo não ver um menino assim,<br>Um futuro que se apaga tão cedo,<br>Por falta de amor, escola e brinquedo.<br>Tenho fé que algum dia<br>Esse mundo possa ver<br>Esse menino que precisa de voz<br>E oportunidades para continuar a viver.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-confira-a-lista-de-vencedores-do-mpt-na-escola-2025">Confira a lista de vencedores do MPT na Escola 2025:</h5>



<p><strong>GRUPO: 1 | CATEGORIA: DESENHO</strong><br><strong>1º lugar</strong><br>MAYSA FREITAS DA ROCHA OLIVEIRA – Ibatiba<br><strong>2º lugar</strong><br>SOPHIA PEREIRA SANTOS – Serra<br><strong>3º lugar</strong><br>SOFIA DE SOUSA NICKEL – Domingos Martins</p>



<p><strong>GRUPO: 2 | CATEGORIA: DESENHO<br>1º lugar</strong><br>JOÃO VICTOR CAMPOS NEVES – Serra<br><strong>2º lugar</strong><br>VALENTINA PÍCOLI TOSTA – Cachoeiro de Itapemirim<br><strong>3º lugar</strong><br>MATEUS CALMON COSTA – Colatina</p>



<p><strong>GRUPO: 1 | CATEGORIA: POESIA<br>1º lugar</strong><br>SOPHIA ARAÚJO MARTINS – Vila Velha<br><strong>2º lugar</strong><br>ANGELA MÉRICE R. NOBRE – São Mateus<br><strong>3º lugar</strong><br>SOFHIA RODRIGUES COSTA – Ibatiba</p>



<p><strong>GRUPO: 2 | CATEGORIA: POESIA<br>1º lugar</strong><br>KHIMBERLY MONFARDINI MOREIRA – Colatina<br><strong>2º lugar</strong><br>DAVI GUILHERME MIRANDA LEAO e KATHELLEYN VITORIA MARTINS PASSOS – Serra<br><strong>3º lugar</strong><br>NICOLLY DA SILVA ALVES – Cariacica</p>



<p><strong>GRUPO: 1 | CATEGORIA: CONTO<br>1º lugar</strong><br>LUNA DE OLIVEIRA FERNANDES – Jaguaré<br><strong>2º lugar</strong><br>MAITÊ RIBEIRO MARQUES – São Mateus<br><strong>3º lugar</strong><br>ÍSIS JUNGER SENA – Ibatiba</p>



<p><strong>GRUPO: 2 | CATEGORIA: CONTO<br>1º lugar</strong><br>BEATRIZ VITÓRIA S. LIMA DA COSTA – São Mateus<br><strong>2º lugar</strong><br>DJULLIANY LARA STUHR SCHNEIDER – Santa Maria de Jetibá<br><strong>3º lugar</strong><br>KAUAN CONRAD SCHWAMBACH – Domingos Martins</p>



<p><strong>GRUPO: 1 | CATEGORIA: MÚSICA<br>1º lugar</strong><br>LAVINIA DA S. DE JESUS, MAYA A. GUSSON, BERNARD NUNES C. PEREIRA, YASMIN BATISTA e DEBORA DA SILVA FERREIRA – São Mateus<br><strong>2º lugar</strong><br>ARTHUR PEREIRA TAVARES, GIULLIA B. CORSINI, LARA RAULINO CARDOSO GOMES, MANUELA R. DE FREITAS e THALIA B. VIEIRA – Vila Velha<br><strong>3º lugar</strong><br>ANA CLARA SOUZA COSTA, AYLLA SOFIA VALADÃO PELEGRINI, MARIANA SOUZA COSTA, LARYSSA PELEGRINI DE OLIVEIRA e MARIA LUIZA ZAMBOM TEIXEIRA – Viana</p>



<p><strong>GRUPO: 2 | CATEGORIA: MÚSICA<br>1º lugar</strong><br>ALYFE NASCIMENTO ALVES, JOÃO FELIPE P. SANTOS, DAVI YRLAN LOMEU, CLARYCE DO N. DAVID e KAMILLY VICTORIA P. SANTOS – Vitória<br><strong>2º lugar</strong><br>ALICE DO CARMO ROCHA, KÉLITA CRISTINA FERNANDES BANDEIRA e SARA VICTÓRIA RAMOS MACHADO – Ibatiba<br><strong>3º lugar<br></strong>ESTHER RODRIGUES MEDEIRO E ALICE DUMER DA COSTA – Vila Velha</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>



<p></p>
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		<title>Projeto de música oferece 240 vagas gratuitas na Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 16:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Inscrições estão abertas até 15 de outubro para oficinas de flauta, violão, canto coral e musicalização infantil em quatro polos do municípiom no dia 20 de outubro e seguem até fevereiro de 2026, sempre no contraturno escolar. As turmas terão encontros semanais, que combinam prática instrumental, canto coral, jogos musicais e atividades coletivas.</p>



<p>A iniciativa é realizada pelo Instituto Cultura Viva, com patrocínio da ArcelorMittal, e tem como foco promover inclusão social por meio da música.</p>



<p>Serviço</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-programa-viver-a-musica-oficinas-gratuitas">Programa Viver a Música – Oficinas gratuitas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inscrições: até 15 de outubro</li>



<li>Faixa etária: 6 a 14 anos</li>



<li>Início das aulas: 20 de outubro de 2025</li>



<li>Locais: polos em São Geraldo, Bicanga, Lagoa de Carapebus e Setor Europa (Serra-ES)</li>



<li>Informações e inscrições: www.institutoculturaviva.com/viveramusica</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image"><a class="single-author-block-figure w-100 m-0 text-decoration-none d-flex gap-3 align-items-center" href="https://www.folhavitoria.com.br/autor/maeli-radis/"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/2025/01/cAd5Llyc-Arte-avatar-FV-7-150x150.webp" alt="Maeli Rhayra, editora de entretenimento do Folha Vitória" title="Maeli Rhayra, editora de entretenimento do Folha Vitória"/></a></figure>



<p>Maeli Radis<a href="https://www.linkedin.com/in/maeliradis" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Editora de Entretenimento e Cultura</p>



<p>Editora de Entretenimento e Cultura do Folha Vitória. Formada em jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).</p>



<p>fonte: Folha Vitória </p>
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