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	<title>Direitos &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Rodoviários da Grande Vitória aprovam paralisação para a próxima terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 11:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Categoria rejeitou proposta de aplicar apenas reposição inflacionária nos salários</p>



<p>Sindirodoviários</p>



<p>Os rodoviários da Grande Vitória aprovaram, em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (4), a paralisação total do sistema Transcol a partir da zero hora da próxima terça-feira (9). A decisão foi tomada após a categoria rejeitar a proposta apresentada pelas empresas operadoras, que ofereceram apenas a reposição inflacionária de 4,49%, sem qualquer ganho real, melhoria nas condições de trabalho e avanços na pauta discutida desde setembro, como aponta o Sindicato dos Rodoviários do Espírito Santo (Sindirodoviários).</p>



<p>Para a entidade, a oferta foi insuficiente e não responde à realidade enfrentada pelos trabalhadores, marcada por adoecimento, sobrecarga e acúmulo de funções. De acordo com o presidente do sindicato, Marquinhos Jiló, a assembleia da manhã já deliberou pela paralisação e, como ocorre tradicionalmente, a assembleia da tarde, marcada para as 15h, tem apenas o papel de ratificar a decisão.</p>



<p>O presidente do Sindirodoviários destacou ainda que um comunicado será divulgado ainda nesta quinta ao Governo do Estado, às empresas (Expresso Santa Paula, Serramar, Vereda, Viação Praia Sol, Viação Serrana, Viação Grande Vitória, Nova Transportes, Santa Zita, Unimar e Viação Satélite) e à população, detalhando as razões da greve. “O patronal não atendeu a nenhum dos pedidos feitos pela categoria. A proposta que apresentaram foi uma vergonha. Não podíamos aceitar”, criticou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-13.jpg" alt="" class="wp-image-45434" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-13.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-13-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-13-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-13-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-13-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Sindirodoviários</p>



<p>O processo de negociação começou em setembro e, segundo o sindicato, se arrastou sem avanços significativos. Na última reunião, realizada nessa quarta-feira (3), as empresas apresentaram a mesma proposta que vinha sendo recusada anteriormente: um reajuste linear de 4,49%, correspondente ao índice de inflação (IPC), sem atender às demais pautas.</p>



<p>“Eles vieram apenas com o índice da inflação e mais nada. Tivemos que levar para a assembleia para a categoria deliberar, mas já era esperado que fosse recusada. Eu mesmo disse que, por mim, não aceitava. Mas quem decide sempre são os trabalhadores”, afirmou.</p>



<p>A pauta aprovada pelos rodoviários inclui reajuste salarial que contemple a inflação e mais 10% de ganho real, redução da carga horária e melhorias urgentes nas condições de trabalho. A jornada atual dos operadores do sistema é de 7 horas e 20 minutos por dia, com 1 hora e 20 minutos de intervalo para almoço, no regime de seis dias de trabalho por um de folga. Além dessa carga já considerada elevada, motoristas e demais funcionários frequentemente são submetidos a duas horas extras diárias impostas pelas empresas, o que tem contribuído para o desgaste físico e emocional da categoria.</p>



<p>Um dos pontos mais criticados pelos trabalhadores é a retirada dos postos de cobradores, extintos pelas empresas nos últimos anos. Com isso, motoristas acumulam a função de dirigir, cobrar, orientar passageiros e lidar com situações de segurança.</p>



<p>Segundo o sindicato, essa sobrecarga tem provocado adoecimento e levado muitos profissionais a pedir afastamento ou deixar definitivamente o sistema. “Eles estão matando os trabalhadores. Tem gente que não aguenta mais. Estão saindo do sistema porque a pressão está muito grande. É um serviço essencial, mas quem presta esse serviço não está sendo valorizado”, destacou o dirigente.</p>



<p>O sindicato também destacou que a categoria tem enfrentado casos recorrentes de violência urbana, agressões e assaltos, o que tem intensificado o desgaste emocional dos trabalhadores. Segundo Marquinhos, desde o início do ano, o Sindirodoviários alerta que o ritmo de adoecimento e o nível de estresse estão acima do suportável.</p>



<p>Ele lembra que a gestão de Renato Casagrande (PSB) chegou a criar um grupo de trabalho no início deste ano para discutir medidas de segurança pública voltadas ao transporte coletivo, mas afirma que a questão salarial e as condições de trabalho continuam sem respostas satisfatórias.<br><br>O sindicato defende que o governo tem papel direto na mediação do impasse, porque o sistema Transcol é uma concessão pública do Estado do Espírito Santo, administrado pela Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros do Estado do Espírito Santo (Ceturb-ES) e operado por empresas privadas, que atuam sob contrato, com regras e supervisão do Estado. “Pedimos essa intervenção porque não queremos esse transtorno para a população. Sabemos que é o povo que sofre. O Sindirodoviários sempre buscou resolver pelo diálogo. Não é à toa que estamos há seis anos sem uma única greve. Mas há um limite. Não podemos deixar de olhar para nossa categoria”, explicou.</p>



<p>Apesar da paralisação marcada, o sindicato afirma que continua aberto ao diálogo. Caso a gestão ou as empresas apresentem uma proposta considerada justa, o movimento pode ser suspenso. “Se o governo intermediar e trouxer algo decente para o trabalhador, voltamos para a mesa. Estamos abertos. Mas até agora nada avançou”, completou.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Movimentos convocam novo ato unificado pelo fim da escala 6×1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 11:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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<p>Manifestação acontece neste domingo em frente à Assembleia Legislativa</p>



<p>Leonardo Sá</p>



<p>Movimentos sociais e de trabalhadores somados na pauta “Vida Além do Trabalho (VAT)”, que cobra o fim da jornada de seis dias de trabalho por um de descanso, conhecida como 6×1, convocam novos atos unificados em diversas cidades brasileiras neste domingo (23). Em Vitória, a concentração terá início às 14h, em frente à Assembleia Legislativa.</p>



<p>Durante os dias que antecedem o ato, os militantes juntam esforços para a mobilização, com conversas com a classe trabalhadora sobre a proposta e a importância de ocupar as ruas. Ações de panfletagem são realizadas nos comércios locais da Reta da Penha e em Bento Ferreira, em Vitória; Glória, em Vila Velha; Laranjeiras, na Serra; e Campo Grande, em Cariacica.</p>



<p>A coordenadora estadual do VAT, Júlia Alves, destaca que durante o ato acontecerão apresentações artísticas intercaladas às falas de representantes das organizações sobre a necessidade de eliminar essa escala de trabalho, considerada superexploratória, e avançar na revisão das leis trabalhistas por mais dignidade laboral. O local escolhido também considerou a concentração de trabalhadores nesse regime, que é o Shopping Vitória, em frente à Assembleia.</p>



<p>A reivindicação do movimento vai além do fim dessa jornada considerada por muitos como uma forma de escravidão moderna e assalariada, como descreveu o vereador do Rio de Janeiro Rick Azevedo, no vídeo viral que fez a pauta ganhar força no final de 2023, antes de sua eleição como o mais votado da capital carioca. Desde então, a mobilização tem crescido nas ruas e nas redes sociais. Na Câmara Federal, a deputada Erika Hilton (Psol-SP) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/25 para revisar a Convenção de Leis Trabalhistas, vigente há 81 anos no País, abolir o regime 6×1 e limitar a jornada de trabalho a 36 horas semanais. Atualmente, o limite legal é até 44 horas.</p>



<p>“Não é só o fim da escala 6×1, é uma agenda propositiva. Nossa proposta continua a ser a limitação da jornada para até 36 horas, e regime de quatro dias trabalhados para três de descanso (4×3), é o que temos defendido em todo o espaço, desde a luta nas ruas até em conversa com o governo”, reforça Vinícius Machado, também coordenador estadual do movimento.<br><br>Ele acrescente que o VAT continua a participar de atividades, audiências e mobilizações em defesa dos direitos trabalhistas para levar a bandeira ao máximo de espaços e ampliar a frente de luta para a aprovação da PEC 8/25.</p>



<p>A proposta foi protocolada na Câmara dos Deputados em fevereiro último, com 234 assinaturas, 63 a mais que o mínimo necessário para iniciar a tramitação, e também terá que passar pelo Senado. O VAT defende que o fim da escala 6×1 é urgente e envolve uma reivindicação por dignidade, saúde, tempo livre e justiça social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos na saúde</h2>



<p>Em audiência pública na Assembleia, Júlia Alves denunciou as consequências físicas, mentais e sociais desse regime, com dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que apontam que 65,8% dos trabalhadores formais no Brasil estão na nessa escala, dos quais 65% recebem até dois salários mínimos, e 42% até um salário mínimo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-72.jpg" alt="" class="wp-image-45304" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-72.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-72-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-72-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-72-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-72-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Kamyla Passos/ Ales</p>



<p>A sobrecarga de trabalho imposta pela jornada tem provocado graves prejuízos, como evidenciam os dados do Ministério da Previdência Social. Em 2024, o número de brasileiros afastados por transtornos mentais e comportamentais atingiu o maior patamar dos últimos dez anos, crescendo 67% em relação a 2023.</p>



<p>Mais de 440 mil trabalhadores foram afastados, sendo os principais motivos transtornos de ansiedade (141.414 casos), episódios depressivos (113.604) e transtorno depressivo recorrente (52.627). Além disso, foram registrados afastamentos por transtorno afetivo bipolar (51.314), transtornos mentais e comportamentais relacionados ao uso de substâncias psicoativas (21.498) e reações ao estresse grave (20.873).</p>



<p>Também aparecem na lista casos de esquizofrenia (14.778), transtornos decorrentes do uso de álcool (11.470) e cocaína (6.873). O levantamento revelou que os afastamentos por transtornos de ansiedade aumentaram mais de 400%, enquanto os episódios depressivos quase dobraram durante a série histórica.</p>



<p>O secretário de Saúde do Trabalhador da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil&nbsp;(CTB), Fábio Gama, também considerou, na ocasião, que a discussão sobre a escala 6×1 não pode ser desconectada da saúde física e mental. “A 6×1 transforma o trabalhador em máquina. Não é possível continuar adoecendo e perdendo vidas em nome da produtividade”.</p>



<p>Rodolfo Gomes Amadeo, do Movimento da Advocacia Trabalhista Independente (Mati), acrescentou dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) que mostram que o Brasil tem uma das maiores cargas anuais de trabalho no mundo, cerca de 1,9 mil horas por ano. “A luta pelos direitos sociais começa pela reivindicação do tempo. A vida não pode ser apenas trabalho”, apontou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mobilizações</h2>



<p>O fim da escala 6×1 foi um dos temas centrais da agenda unificada de mobilizações que ocorreram em todo o país no Dia do Trabalhador, organizadas pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), em articulação com centrais sindicais e partidos do campo progressista. Em Vitória, a marcha saiu da Praça Costa Pereira, no Centro da Capital, e seguiu até o Sambão do Povo, no bairro Mário Cypreste.</p>



<p>Ao longo do percurso, as lideranças ressaltaram o caráter histórico desse 1º de Maio para marcar uma virada na luta por direitos trabalhistas após anos de retrocessos, com uma proposta que unifica as classes populares e pode fazer “uma revolução nesse país”, com afirmou Rick Azevedo.</p>



<p>Em novembro de 2024, a deputada Camila Valadão (Psol) apresentou o Projeto de Lei 635/2024, para extinguir a escala 6×1 nos contratos de fornecimento de mão de obra e serviços firmados pelo Governo do Estado. A matéria recebeu uma emenda da própria Camila, para incluir contratações feitas por concessões e permissões de serviço público, abrangendo setores como transporte, energia e água. “O Estado tem que dar o exemplo”, ressalta. “Estamos falando de um perfil racializado e vulnerável, de jovens negros submetidos a um regime de hiperexploração”, afirmou.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Servidores de seis órgãos receberão abono de R$ 1,2 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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<p>Assembleia também aprovou o pagamento de R$ 2,5 mil aos profissionais da Sedu</p>



<p>A Assembleia Legislativa aprovou, em sessão extraordinária nesta terça-feira (25), um pacote de projetos que garante o pagamento de abonos a servidores de seis órgãos e intituições do Estado, para pagamento na folha de dezembro. A votação ocorreu após convocação do presidente Marcelo Santos (União), que acelerou a tramitação das propostas em regime de urgência. Todas as matérias foram aprovadas por unanimidade.</p>



<p>Entre as matérias aprovadas, está o pagamento de abono pecuniário de R$ 1,2 mil a ser pago na folha de dezembro a servidores ativos, inativos e pensionistas do Executivo; do Legislativo; do Tribunal de Justiça (TJES); do Ministério Público (MPES); da Defensoria Pública (DPES); e do Tribunal de Contas (TCES). A sessão também aprovou o abono específico para a Secretaria de Estado da Educação (Sedu), no valor de R$ 2,5 mil.</p>



<p>O deputado Coronel Weliton (PTB) fez uma intervenção para sugerir incluir estagiários no pagamento do abono, mas ouviu do presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Mazinho dos Anjos (PSDB), já que recebem bolsa, não são servidores públicos.<br><br>Com as aprovações, cerca de 72,6 mil servidores estaduais devem receber o valor extra, incluindo ativos e inativos, estatutários, celetistas, temporários e pensionistas. Ficam de fora apenas servidores da Sedu, que somam 21 mil já receberão bonificação própria.</p>



<p>O MPES destinará o abono a servidores administrativos efetivos, comissionados, aposentados e pensionistas, e aponta impacto estimado de mais de R$ 1 milhão. A DPES também concederá o valor aos seus quadros ativos e inativos, com impacto de R$&nbsp;250,8 mil. O TJES pagará o abono a efetivos, comissionados, inativos e contratados temporários, com impacto de R$ 5,6 milhões. A Assembleia repassará o abono a efetivos, comissionados e aposentados, ao custo aproximadamente R$ 2 milhões. O TCES afirma que o abono é “despesa pontual” e representa impacto de R$ 900 mil.</p>



<p>Já o PL 819/2025 autoriza o pagamento de R$ 2,5 mil a profissionais da Secretaria de Educação. Segundo informado em plenário, os recursos virão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e o objetivo é “valorizar professores e trabalhadores da educação”, categoria considerada estratégica para o Estado. Durante as discussões, Marcelo Santos brincou sugerindo aos servidores que “façam uma vaquinha para os estagiários”, já que eles não puderam ser incluídos no texto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">‘Transitório’</h2>



<p>O abono anual foi anunciado pelo governador Renato Casagrande (PSB) no último dia 13, e contempla 72,6 mil servidores e 21 mil profissionais ativos da Educação. O anúncio ocorreu em meio a uma série de demandas de diferentes categorias do funcionalismo público e da retomada das negociações entre o governo e os servidores do Executivo. A principal reivindicação, neste caso, é a reestruturação das carreiras para conter a inflação e recompor até 30% da defasagem, que chega a cerca de 50% dos rendimentos, segundo estimativa do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos do Estado (Sindipúblicos).</p>



<p>Apesar do aceno aos servidores, o valor do abono está abaixo do concedido no mesmo período do ano passado para a educação e um pouco acima do destinado aos demais servidores – R$ 3,8 mil e R$ 1 mil, respectivamente. A política de abono tem sido criticada pelo sindicato representativo, pois não incorpora ao salário, nem incide na aposentadoria. “O ideal é o governo valorizar o servidor com políticas de remuneração, não apenas com abonos. O abono é transitório, temporário e não resolve o problema”, afirmou na ocasião o diretor financeiro do Sindipúblicos, Iran Caetano. </p>



<p>Fonte: Secúlo Diário</p>
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		<title>COP30 começa nesta segunda; saiba o que está em jogo e o que esperar da conferência sobre a crise do clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Entenda os pontos-chave da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece pela primeira vez na Amazônia, em Belém (PA).</h2>



<p>A 30ª Conferência do Clima da ONU (<strong>COP30</strong>) começa nesta segunda-feira (10) em Belém (PA), a primeira realizada na Amazônia. Serão&nbsp;<strong>duas semanas decisivas</strong>&nbsp;para a ação global contra as mudanças climáticas.</p>



<p>Cerca de&nbsp;<strong>50 mil pessoas</strong>&nbsp;— entre diplomatas, líderes, ativistas, cientistas e empresários — participam do encontro. A&nbsp;<strong>Cúpula de Líderes</strong>, que terminou na sexta (7), já indicou o tom político das negociações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acelerar a <strong>transição energética</strong>,</li>



<li>ampliar o <strong>financiamento</strong> climático e</li>



<li>proteger as<strong> florestas tropicais</strong> (entenda a cúpula em 10 pontos).</li>
</ul>



<p>Agora, as atenções se voltam para as mesas de negociação, onde esses compromissos terão de sair do discurso e se transformar em planos concretos, com metas, prazos e recursos definidos. Mas o que é de fato a COP, qual a sua importância e o que será realmente discutido neste ano?</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">1) O que é a COP30?</h2>



<p>A COP30 é 30ª conferência do clima da ONU, um evento que reúne governos do mundo inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas entidades privadas com o objetivo de debater e buscar soluções para a&nbsp;<strong>crise climática&nbsp;</strong>causada pelo homem.</p>



<p>A conferência vem sendo realizada anualmente desde 1995 (exceto em 2020, por causa da pandemia) e o termo COP é uma sigla em inglês que quer dizer &#8220;<strong>Conferência das Partes</strong>&#8220;, uma referência às 197 nações que concordaram com um pacto ambiental da ONU no início da década de 1990.</p>



<p>O tratado, chamado de<strong> Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC</strong>), tem como principal objetivo estabilizar a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, combater a ameaça humana ao sistema climático da Terra, cada vez mais evidente nos últimos meses.</p>



<p>Nos últimos anos, por exemplo, o número de tornados registrados no Brasil vem aumentando.</p>



<p>Aliado a isso, segundo o observatório europeu Copernicus, outubro de 2025 foi o terceiro outubro mais quente já registrado no planeta, com uma temperatura média global de&nbsp;<strong>15,14 °C — 0,7 °C&nbsp;</strong>acima da média de 1991 a 2020 e&nbsp;<strong>1,55 °C</strong>&nbsp;acima do período pré-industrial.</p>



<p>Por causa desse recorde e de meses anteriores, 2025 deve encerrar entre os três anos mais quentes da história.</p>



<p></p>



<p>Pessoas posam para fotos em frente ao local da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), neste sábado (8), em Belém (PA). — Foto: AP Photo/Fernando Llano</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) O que deve ser discutido na COP30?</h2>



<p>As discussões em Belém se concentram em três grandes eixos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>transição energética</strong>,</li>



<li><strong>adaptação climática</strong> e</li>



<li><strong>financiamento</strong>.</li>
</ul>



<p>Na frente da transição energética, o Brasil pretende liderar a construção do chamado “<strong>mapa do caminho</strong>”, uma expressão usada para definir o roteiro político e técnico que vai estabelecer etapas, prazos e responsabilidades de cada país na substituição do petróleo, gás e carvão por fontes renováveis e eficiência energética.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a1.png" alt="⚡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ENTENDA:</strong>&nbsp;A transição energética é um dos grandes temas da COP30. Ela sintetiza um dos maiores desafios das próximas décadas: transformar a forma como o mundo produz e consome energia, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e ampliando o uso de fontes renováveis.</p>



<p>A meta é garantir que a transição seja justa, ordenada e equitativa, levando em conta as diferentes capacidades e responsabilidades das nações.</p>



<p>Essa será uma das principais frentes de trabalho da presidência brasileira, que quer transformar o acordo firmado em Dubai na COP28 em um plano com metas e mecanismos verificáveis, e não apenas um compromisso político.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos à beira de pontos de inflexão climáticos e da potencial perda da Amazônia, então, esta COP precisa, simplesmente, promover a mudança urgente necessária. Não há segunda chance e tudo começa com os líderes, que devem dar à COP30 um mandato claro para fechar a lacuna da ambição de 1,5°C&#8221;, avalia Carolina Pasquali, diretora executiva do Greenpeace Brasil.</p>
</blockquote>



<p>Outra discussão central é o&nbsp;<strong>Objetivo Global de Adaptação (GGA)</strong>, um instrumento que pretende medir o quanto os países estão se preparando para os impactos do clima.</p>



<p>A proposta faz parte do Marco UAE–Belém para Resiliência Climática Global e é vista como essencial para avaliar quem está conseguindo se adaptar e quem ainda está ficando para trás.</p>



<p>O desafio, no entanto, é garantir recursos estáveis e previsíveis para que o sistema não se torne apenas um ritual simbólico.</p>



<p>&#8220;É fundamental que a ambição não se limite às ações de mitigação — ela também deve envolver a entrega efetiva de recursos&#8221;, avalia Vaibhav Chaturvedi, pesquisador sênior do Council On Energy, Environment and Water (CEEW).</p>



<p>No campo das finanças, os países em desenvolvimento chegam a Belém com uma reivindicação clara: a crise climática não pode continuar sendo tratada como algo separado da economia global.</p>



<p>O desafio da conferência será dar conteúdo ao&nbsp;<strong>Roteiro de Baku a Belém,</strong>&nbsp;plano que busca mobilizar&nbsp;<strong>US$ 1,3 trilhão&nbsp;</strong>por ano até 2035, com juros baixos, mais doações e menos endividamento.</p>



<p>Esse ponto será decisivo para definir o sucesso da COP, já que sem financiamento em escala, metas de descarbonização e adaptação se tornam inviáveis.</p>



<p>Além desses três eixos, temas como o&nbsp;<strong>Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF),</strong>&nbsp;o fortalecimento dos mercados de carbono e o debate sobre racismo ambiental também devem ter destaque.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b5.png" alt="💵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>O QUE É O TFFF:</strong>&nbsp;O fundo é um mecanismo financeiro proposto pelo Brasil que usa um modelo de investimento de renda fixa para gerar recursos destinados à conservação de florestas tropicais. Não se tratam de doações. O lucro das aplicações será usado para remunerar países que mantêm suas florestas em pé, com prioridade para nações como Brasil, Indonésia e Congo.</p>



<p>A conferência será o espaço para discutir como integrar justiça social e justiça climática, e para alinhar mecanismos que tornem a transição energética global realmente inclusiva.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/N5FUciOOdtpUS7E4tJuAH99S3Zw=/0x0:5831x3887/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/4/q/E6Ea0VSsaeTLNAgbIZ9w/2025-11-09t204049z-878162907-rc27thavyezi-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">3) Qual a expectativa do governo Lula na COP30?</h2>



<p>A expectativa do governo Lula na COP30 é consolidar o Brasil como protagonista global da agenda climática e como mediador entre o Norte e o Sul Global.</p>



<p>O país chega a Belém com a missão de mostrar resultados concretos em transição energética e proteção florestal, e de reforçar seu papel político como anfitrião da conferência.</p>



<p>O discurso do presidente Lula durante a Cúpula de Líderes deixou clara a estratégia brasileira: defender uma transição energética justa, capaz de equilibrar o avanço das energias renováveis com a valorização dos combustíveis sustentáveis.</p>



<p>O governo aposta no&nbsp;<strong>Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis</strong>, o chamado Belém 4X, como uma vitrine desse posicionamento.</p>



<p>A iniciativa, co-patrocinada por Brasil, Itália e Japão, busca quadruplicar o uso global de combustíveis sustentáveis até 2035, com acompanhamento anual da Agência Internacional de Energia (AIE).</p>



<p>Na visão do Planalto, a eletrificação sozinha não é suficiente para descarbonizar setores intensivos como transporte pesado e indústria, e por isso o país aposta em hidrogênio verde, biogases, biocombustíveis e combustíveis sintéticos como parte da solução.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o governo quer usar a COP30 para consolidar o TFFF como um modelo inovador de financiamento climático.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funcionam as discussões da COP, a conferência do clima da ONU</li>
</ul>



<p>O fundo, proposto pelo Brasil, busca gerar recursos de forma permanente para países que mantêm suas florestas em pé, com base em investimentos de renda fixa e não em doações.</p>



<p>O anúncio de aportes de mais de&nbsp;<strong>US$ 5,5 bilhões</strong>&nbsp;foi recebido como um sinal político importante de que o país pretende transformar conservação em oportunidade econômica.</p>



<p>Mas o governo também enfrenta críticas e dilemas. Organizações da sociedade civil alertam que apostar em combustíveis sustentáveis não pode substituir o esforço de reduzir o uso de petróleo, sob o risco de adiar a transição energética.</p>



<p>Além disso, o licenciamento de&nbsp;<strong>blocos de petróleo na margem equatorial</strong>&nbsp;poucos dias antes da conferência gerou cobranças de coerência em relação ao discurso de descarbonização.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O sinal político do discurso de Lula é muito positivo, ao colocar na mesa o que deve ser o tema central da COP — implementar a decisão de Dubai de abandonar os combustíveis fósseis&#8221;, diz Cláudio Ângelo, coordenador de Política Internacional do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Internamente, o Palácio do Planalto vê a COP30 como uma oportunidade de reafirmar o Brasil como&nbsp;<strong>ponte diplomática</strong>&nbsp;e de&nbsp;<strong>projetar a imagem do país</strong>&nbsp;como líder dessa transição energética que não exclui países em desenvolvimento.</p>



<p>A expectativa é que Lula use a conferência para pressionar os países ricos por mais financiamento climático e por regras mais justas de acesso a crédito verde, reforçando o papel político que o Brasil quer desempenhar nas próximas décadas.</p>



<p>&#8220;Sabemos que será difícil avançar nesse tema, mas uma COP que não fala de fósseis falha em seu propósito. As palavras importam — e Lula, como anfitrião, deu à presidência brasileira o mandato político de que precisava&#8221;, acrescenta Ângelo.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/dyd16vZBT3MbJSBrrbCMQhdLBrw=/0x0:3917x2611/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/0/VG24maT8SihqAvkGe03g/2025-11-08t082507z-4185741-rc2e6hamsa5k-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">4) Quem é o responsável por fazer a COP30 dar certo?</h2>



<p>A resposta não cabe a uma única pessoa.</p>



<p>A conferência mobiliza milhares de representantes de governos, organizações, empresas e da sociedade civil em busca de consensos que ajudem a enfrentar a crise climática.</p>



<p>Ainda assim, há lideranças-chave nessa engrenagem.</p>



<p></p>



<p>Na linha de frente está o embaixador André Corrêa do Lago, nomeado como presidente da COP30.</p>



<p>É dele a tarefa de mediar as negociações entre mais de 190 países e tentar costurar um texto final equilibrado — que contemple os interesses de governos, ambientalistas e empresas, sem travar os avanços necessários.</p>



<p>Ao lado dele, Ana Toni, diretora-executiva da conferência, responde por garantir o bom funcionamento de toda a estrutura.</p>



<p>Cabe a ela coordenar agendas, garantir que os temas prioritários entrem na pauta e que os grupos de trabalho avancem conforme o cronograma.</p>



<p>Nas conferências da ONU, os dias são intensos.</p>



<p>Começam com reuniões técnicas entre delegados, passam por encontros de alto nível com ministros e podem terminar com decisões políticas tomadas por chefes de Estado.</p>



<p>Tudo isso precisa seguir uma ordem bem definida, com os documentos sendo negociados, revisados e finalizados antes do prazo — que, em geral, é curto e apertado.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/KFiHu7ic3iUX7LtRJhcvsfgG0_g=/0x0:2048x1365/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/g/V/1FzRf8QDisgS5Fed7Urw/53688019399-cb11ac6856-k.jpg" alt="A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA"/></figure>



<p>A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA</p>



<h2 class="wp-block-heading">5) Quais resultados são esperados da COP30?</h2>



<p>Os resultados esperados da COP30 vão muito além de declarações de intenção. A conferência é vista como um marco decisivo para transformar o consenso político construído desde Dubai em ações concretas e mensuráveis, capazes de recolocar o planeta na&nbsp;<strong>rota do limite de 1,5°C</strong>.</p>



<p>O primeiro resultado esperado é o avanço em torno das&nbsp;<strong>metas climáticas (NDCs)</strong>. Até agora, pouco mais de 100 países enviaram suas novas metas para 2035, mas a maioria ainda está muito aquém do necessário.</p>



<p><strong>Hoje, as metas em vigor cobrem apenas 30% das emissões globais e levariam a uma redução de 4% até 2035, quando a ciência aponta que seria preciso cortar cerca de 60% para estabilizar o clima.</strong></p>



<p>O Brasil e outros países esperam que Belém seja o espaço para reabrir o ciclo de ambição, com compromissos mais fortes, prazos definidos e mecanismos de revisão mais rigorosos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os discursos são bem-vindos, mas precisamos que isso vire compromisso formal: que os países que ainda não entregaram, entreguem, e que os que entregaram pouco, revejam e melhorem suas metas”, afirma Márcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Outro resultado esperado é que a conferência consiga dar forma ao “<strong>mapa do caminho</strong>” da transição energética.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5fa.png" alt="🗺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6e3.png" alt="🛣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>&nbsp;ENTENDA O TERMO:</strong>&nbsp;“Mapa do caminho” ou roadmap (em inglês) é o termo usado em negociações internacionais para designar planos de ação que estabelecem etapas, prazos e metas concretas rumo a um objetivo comum. Na prática, trata-se de um roteiro político e técnico que define “quem faz o quê, até quando e com quais recursos”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Durante a pré-COP em Brasília, a ministra Marina Silva foi direta ao afirmar que “não existe como falar de COP da implementação se não tivermos os meios para isso”.</p>
</blockquote>



<p>Segundo a ministra, os países precisam garantir recursos financeiros, humanos e tecnológicos para viabilizar as metas de redução de emissões e de adaptação ao clima.</p>



<p>Fonte : g1</p>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Lei Berenice Piana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Deputado propõe atualização da Lei Berenice Piana</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Deputado propõe atualização da Lei Berenice Piana</h2>



<p>O deputado&nbsp;<strong>Fernando Marangoni</strong>&nbsp;(União-SP), relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que discute a Política Nacional para Pessoas com Autismo, afirmou considerar necessária uma atualização da legislação sobre o tema. O grupo analisa mais de 70 proposições relacionadas ao&nbsp;<strong>autismo</strong>, entre elas o Projeto de Lei 3080/2020 e seus apensados.</p>



<p>Em entrevista à Rádio Câmara,&nbsp;<strong>Marangoni</strong>&nbsp;destacou que a Lei nº 12.764/2012, conhecida como&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>, foi o marco inicial da proteção dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil. Segundo o parlamentar, desde a sanção da norma, houve avanços no diagnóstico, nos métodos de tratamento e na formulação de políticas públicas voltadas à população autista.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reorganizacao-da-legislacao-sobre-autismo">Reorganização da Legislação sobre Autismo</h2>



<p></p>



<p>O deputado avaliou que as novas leis aprovadas ao longo dos anos trataram do tema de forma isolada, o que teria gerado uma legislação fragmentada. O objetivo do relator é consolidar essas proposições em um texto único, reorganizando o conteúdo da&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>&nbsp;para unificar as garantias legais das pessoas autistas.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>&nbsp;recebeu o nome de uma das principais ativistas do movimento em defesa dos direitos das pessoas com&nbsp;<strong>autismo</strong>&nbsp;no Brasil. Mãe de um jovem autista, Berenice Piana foi uma das responsáveis pela mobilização que resultou na aprovação da lei em 2012.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Conselho de Alimentação Escolar de Aracruz se consolida pelo trabalho robusto e eficaz de controle social</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/conselho-de-alimentacao-escolar-de-aracruz-se-consolida-pelo-trabalho-robusto-e-eficaz-de-controle-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alimentação escolar de Aracruz tem ganhado cada vez mais destaque em função da qualidade dos produtos que são servidos aos mais de 16 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino. Muitas escolas têm trabalhado projetos de fomento ao incentivo a hábitos alimentares saudáveis como o Agrinho, Horta na Escola e até mesmo o Comunidade de Leitores, como aconteceu neste segundo semestre no Centro Municipal de Ensino Infantil (Cmei) Sete Anões, bairro Vila Nova, que desenvolveu o tema da Alimentação Saudável com diversas ações pedagógicas envolvendo leitura, brincadeiras, jogos, artesanato e culinária.<br><br>Mas por trás de todo esse processo, existe o Conselho de Alimentação Escolar (CAE). Seus 14 membros vistoriam as cozinhas das escolas em um cuidadoso trabalho de fiscalização, sendo este, um instrumento de controle, que monitora os recursos federais repassados para a alimentação escolar, além é claro, de garantir as boas práticas sanitárias e de higiene dos alimentos.<br><br>De acordo com o presidente do CAE, o professor Valber Camporês, parte desse sucesso vem dos próprios conselheiros, que representam a sociedade organizada e ajudam no controle social.&nbsp;<em>“Tenho convicção que o sucesso do Programa de Alimentação Escolar tem grande contribuição de nossos membros conselheiros, que desenvolvem um trabalho voluntário, representando os pais de estudantes, o Sindiupes, os agricultores, o Sisma e o Rotary Club. Trata-se de um robusto e eficaz trabalho de controle social, que neste ano já foi realizado em 42 escolas da rede”</em>, afirmou.<br><br>Valber ainda destacou o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que é uma Política Pública de muito sucesso no Brasil, garantindo refeições diárias a cerca de 40 milhões de estudantes, servindo de modelo a outros países.&nbsp;<em>“Essa política alia fornecimento de alimentação equilibrada, apoio à agricultura familiar (fortalecimento da economia local) e educação nutricional. Os bons resultados do PNAE também passam pelo trabalho voluntário de nossos conselheiros&#8221;</em>, completou.<br><br><strong>Alimentação escolar com nota acima da média nacional</strong><br>Recentemente representantes dos Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecane´s &#8211; Ufes) estiveram em Aracruz para realizarem visitas técnicas em escolas da Rede Municipal de Ensino para coleta de dados que abastecem o Ige-PNAE, que é um índice gerado para a Avaliação Anual do Desempenho da Gestão das Entidades Executoras do Programa Nacional de Alimentação Escolar em âmbito nacional.<br><br>Esse índice tem o objetivo de instrumentalizar os gestores e demais atores para o aperfeiçoamento na execução do programa. Trata-se de um indicador sintético com escala entre 0 e 1, onde, quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho. E neste quesito, Aracruz mais uma vez se destacou na qualidade de sua alimentação escolar, tendo seu índice de 8,9 acima da média nacional, que é de 6,9.<br><br>Este índice avalia e agrega o desempenho das gestões em quesitos como o de recursos de insumos; educação alimentar e nutricional; cardápios; conselho de alimentação escolar; agricultura familiar; contexto; povos e comunidades tradicionais e necessidades alimentares especiais, sendo os desempenhos avaliados como satisfatório, regular e insatisfatório.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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		<item>
		<title>CNH Social: estados sancionam lei que começa a valer em 2026; veja se o seu está na lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 16:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Lei sancionada por Lula entrou em vigor no dia 12 de agosto e permite que pessoas de baixa renda tirem a habilitação de forma gratuita; ao menos 17 estados já contam com programas para a primeira CNH sem custo.</h2>



<p>Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em junho deste ano, a <strong>CNH Social</strong> é um programa para emitir a primeira carteira de habilitação. A lei já caminha a largos passos no Paraná, Ceará e Maranhão, onde já foram sancionadas e já até abriram inscrições. Confira o detalhe de cada estado abaixo.</p>



<p>As novas regras já estão em vigor,&nbsp;desde o dia 12 de agosto de 2025. A regulamentação, com detalhes sobre inscrições, critérios e funcionamento, é de responsabilidade do governo e dos Detrans de cada estado.</p>



<p>No <strong>Paraná</strong>, por exemplo, a lei 22.763/2025 foi sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior na última terça-feira (4) e o primeiro edital, com 5 mil vagas, deve ser publicado ainda em 2025.</p>



<p>Já no <strong>Ceará</strong>, as inscrições para o programa CNH Popular 2025 serão abertas nesta quinta-feira (6). Em outubro, o programa foi expandido para contemplar também estudantes de graduação e do ensino técnico de instituições públicas estaduais e federais.</p>



<p>E o Maranhão é um dos estados mais avançados no quesito. O estado divulgou, na terça-feira (4), a <strong>lista completa dos mais de 317 mil inscritos no programa</strong>. A lista, disponível no site do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), reúne todos os candidatos que se inscreveram até 1º de novembro.</p>



<p>As inscrições também serão definidas pelos órgãos estaduais e municipais.&nbsp;<strong>Alguns estados já iniciaram o programa, conforme citado acima. Veja outros que também aderiram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Amazonas;</li>



<li>Acre;</li>



<li>Espírito Santo;</li>



<li>Goiás;</li>



<li>Rio Grande do Sul;</li>



<li>Rondônia.</li>
</ul>



<p>Já&nbsp;outros ainda não divulgaram os detalhes do cronograma&nbsp;de inscrições, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tocantins;</li>



<li>Sergipe.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a CNH Social?</h2>



<p>A CNH Social, conhecida como carteira de motorista gratuita, foi sancionada em junho deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ela não cria um novo tipo de documento, mas estabelece uma nova forma de emissão da habilitação sem custos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f697.png" alt="🚗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Na prática, a nova legislação determina que os recursos arrecadados com o pagamento de multas de trânsito <strong>também poderão ser usados para pagar o processo de obtenção da carteira de motorista</strong> de cidadãos.</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Como o programa utiliza a mesma carteira emitida pelos estados, a CNH Social também garante o acesso à versão digital da carteira por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT). Pelo app, é possível consultar e pagar multas, além de baixar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem tem direito à CNH Social?</h2>



<p>Por se tratar de um programa assistencial, a CNH Social tem como objetivo atender a uma parcela específica da população, seguindo estes critérios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f64b.png" alt="🙋" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ter <strong>18 anos ou mais</strong>;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1faaa.png" alt="🪪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ser a <strong>primeira CNH</strong>;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cb.png" alt="📋" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ter <strong>cadastrado no Cadastro Único (CadÚnico)</strong> como titular ou dependente;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b0.png" alt="💰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ter <strong>renda de até meio salário mínimo (R$ 706)</strong>, incluindo famílias com este valor por integrante.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a CNH Social cobre?</h2>



<p>Segundo as regras, estes são os custos cobertos pelo programa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1fa7a.png" alt="🩺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exame médico;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9d1-200d-2695-fe0f.png" alt="🧑‍⚕️" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Exame psicológico;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4dd.png" alt="📝" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aulas técnicas;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6e3.png" alt="🛣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aulas práticas;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9fe.png" alt="🧾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Taxa da prova;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9fe.png" alt="🧾" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Taxa de uma segunda prova, caso o candidato não passe na primeira;</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1faaa.png" alt="🪪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Taxa de emissão da CNH.</li>
</ul>



<p>A CNH Social cobre todos os custos do processo de habilitação, exceto a taxa para refazer a prova a partir da terceira tentativa.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode se inscrever no CadÚnico e como fazer o cadastro para ter acesso à CNH Social?</h2>



<p>O primeiro passo para participar da CNH Social é estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico). O programa é voltado para famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa.</p>



<p>Para se cadastrar, é preciso ir pessoalmente a um posto do CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) ou a outro ponto de atendimento indicado pela prefeitura da sua cidade.</p>



<p>O responsável familiar deve apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>CPF ou título de eleitor;</li>



<li>Documento com foto;</li>



<li>Comprovante de residência (ou declaração);</li>



<li>Documentos dos demais membros da família (RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, etc.).</li>
</ul>



<p>O cadastro é gratuito e deve ser atualizado a cada dois anos ou quando houver mudanças na renda ou na composição familiar.</p>



<p>Depois dessa etapa, é só&nbsp;<strong>acessar o site do Detran do seu estado e seguir as orientações</strong>, que podem variar conforme a região. A CNH Social geralmente está disponível em menus relacionados à habilitação.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais estados já contam com CNH Social?</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s02.video.glbimg.com/x240/13712989.jpg" alt="Últimos dias para se inscrever no programa 'CNH Social' em Rondônia" title="Últimos dias para se inscrever no programa 'CNH Social' em Rondônia"/></figure>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>Últimos dias para se inscrever no programa &#8216;CNH Social&#8217; em Rondônia</p>



<p>O Brasil tem pelo menos 17 estados com programas que oferecem a primeira habilitação de forma gratuita. Outros dois estão em fase de implementação.</p>



<p>Alguns foram criados antes da nova lei, enquanto outros começaram após a sanção da CNH Social pelo presidente Lula. Confira os detalhes de cada um nos links abaixo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Acre (<strong>CNH Social</strong>);</li>



<li>Alagoas (<strong>CNH Baixa Renda</strong> e <strong>CNH do Trabalhador</strong>);</li>



<li>Amazonas (<strong>CNH Social</strong>);</li>



<li>Bahia (<strong>CNH da gente</strong> e <strong>CNH na escola</strong>);</li>



<li>Ceará (<strong>CNH Popular</strong>)</li>



<li>Distrito Federal (<strong>CNH Social</strong>);</li>



<li>Espírito Santo (<strong>CNH Social</strong>);</li>



<li>Goiás (<strong>CNH Social</strong>);</li>



<li>Mato Grosso (<strong>Ser Família CNH Social</strong>);</li>



<li>Mato Grosso do Sul (<strong>CNH MS Social</strong>);</li>



<li>Pará (<strong>CNH Pai D&#8217;égua e para mães atípicas — leia mais</strong>);</li>



<li>Paraíba (<strong>Habilitação Social</strong>);</li>



<li>Rio Grande do Norte (<strong>CNH Popular</strong>);</li>



<li>Rio Grande do Sul (<strong>CNH Social</strong>);</li>



<li>Rondônia (<strong>CNH social</strong>);</li>



<li>Roraima (<strong>CNH cidadã</strong>);</li>



<li>Sergipe (<strong>CNH social</strong>).</li>
</ul>



<p>O&nbsp;<strong>Amapá</strong>&nbsp;criou o programa Habilita Amapá, que já foi sancionado pelo governador, mas ainda não está em funcionamento. A expectativa é que comece a operar ainda em 2025.</p>



<p><strong>Tocantins&nbsp;</strong>já sancionou a lei que institui o Programa CNH Cidadã, nome adotado pelo estado para a CNH Social. No entanto, o Detran ainda não divulgou as regras para o cadastro dos interessados.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">A CNH Social vale para quais categorias?</h2>



<p>A nova legislação estabelece que a CNH Social contempla as seguintes categorias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3cd.png" alt="🏍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A: essa categoria autoriza a condução de veículos de duas ou três rodas, como motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos, inclusive com carro lateral.</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f697.png" alt="🚗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> B: essa categoria é voltada para veículos com peso bruto total (PBT) de até 3.500 kg, incluindo automóveis de diversos tipos, picapes e vans com capacidade para até oito ocupantes, já considerando o motorista.</li>



<li><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3cd.png" alt="🏍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f697.png" alt="🚗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> AB: essa categoria reúne as permissões das categorias A e B em uma única habilitação.</li>
</ul>



<p>As demais categorias, como C, D e E, não estão incluídas na CNH Social, mas os estados têm autonomia para ampliar a oferta e incluir outras além de A, B e AB.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">A CNH Social pode ser usada para trabalhar como motorista?</h2>



<p>Sim. A CNH obtida pelo programa tem a mesma validade legal de qualquer outra. Ou seja, o beneficiário poderá trabalhar como motorista profissional, desde que atenda os critérios adicionais exigidos para atividades remuneradas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança para categoria C, D ou E (a depender do veículo),</li>



<li>Exame toxicológico (obrigatório para essas categorias),</li>



<li>Registro de atividade remunerada (EAR) na habilitação, mesmo nas categorias A ou B.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O exame toxicológico é exigido</h2>



<p>A lei aprovada pelo Congresso previa a exigência de exame toxicológico também para categorias A e B (moto e carro). No entanto, o presidente Lula vetou esse trecho da proposta.</p>



<p>Assim, o exame continua sendo obrigatório apenas para as categorias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6fb.png" alt="🛻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> C:</strong> voltada para motoristas que conduzem veículos de carga com peso bruto total superior a 3.500 kg, como caminhões leves e picapes de grande porte, incluindo modelos como a RAM 3500.</li>



<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f68c.png" alt="🚌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> D:</strong> voltada para motoristas que transportam oito ou mais passageiros em veículos como vans e ônibus, geralmente utilizados em serviços de transporte público ou privado;</li>



<li><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f69b.png" alt="🚛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> E:</strong> voltada para motoristas habilitados nas categorias B, C ou D que conduzem veículos com unidades acopladas, como trailers, reboques e semirreboques, com capacidade superior a 6.000 kg.</li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como acompanhar a abertura de vagas para a CNH gratuita?</strong></h2>



<p>Embora o programa esteja previsto no Código de Trânsito Brasileiro, que possui validade em todo o país, a aplicação das regras, o gerenciamento das inscrições e a definição do número de vagas são responsabilidades de cada Detran, conforme o estado.</p>



<p>Por isso, é necessário acessar o site do Detran do seu estado. As informações sobre a CNH Social, incluindo a abertura de vagas e orientações para inscrição, costumam estar disponíveis em seções relacionadas à habilitação.</p>



<p>Fonte: G1</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prefeito Rodrigo Manga é afastado do cargo durante operação da PF que investiga suspeita de corrupção na Saúde de Sorocaba</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/prefeito-rodrigo-manga-e-afastado-do-cargo-durante-operacao-da-pf-que-investiga-suspeita-de-corrupcao-na-saude-de-sorocaba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 16:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Duas pessoas foram presas, entre elas o empresário Marco Silva Mott, amigo do prefeito, suspeito de ser lobista e de lavar dinheiro em diversos contratos da prefeitura. Manga ficou conhecido como prefeito &#8220;tiktoker&#8221; por viralizar com vídeos nas redes sociais.</p>



<p>O prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), foi afastado do cargo por decisão judicial por 180 dias nesta quinta-feira (6), durante a segunda fase da Operação Copia e Cola da Polícia Federal, <strong>que investiga suposto caso de corrupção na área da saúde</strong>, onde ele é um dos investigados. Fernando Neto (PSD) assume a prefeitura.</p>



<p>Manga, que ficou conhecido como prefeito &#8220;tiktoker&#8221; por viralizar com vídeos nas redes sociais, foi afastado após pedido da Polícia Federal. Não há informação se ele foi alvo da operação realizada na manhã desta quinta-feira. O afastamento foi expedido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região durante a operação, que investiga irregularidades em contratos da Saúde em Sorocaba.</p>



<p>O presidente da OAB de Sorocaba, João Paulo Milano, explica que o afastamento de Manga decorre de uma medida cautelar judicial,&nbsp;que visa impedir interferências na investigação criminal, como obstrução de provas ou continuidade de infrações.</p>



<p>O afastamento é temporário, inicialmente de 180 dias,&nbsp;<strong>podendo ser prorrogado ou revogado</strong>. Não implica, por ora, perda de mandato ou penalidade administrativa.</p>



<p>O prefeito, que está com agenda em Brasília nesta semana, publicou nas redes sociais sobre o afastamento.&nbsp;<strong>Veja o vídeo abaixo.</strong></p>



<p>&#8220;Acredite se quiser, me afastaram do cargo de prefeito. Eu aqui em Brasília, ontem eu fui em frente o Palácio da Justiça, falei que tem que colocar o Exército na rua, rodei o congresso, os deputados me receberam super bem, falando: &#8216;Manga, cuidado, está aparecendo muito, estão tentando aí&#8217;. O que a gente ouve de bastidores é que os caras tentam tirar do jogo qualquer um que ameaça a candidatura deles e você tem sido uma ameaça, tanto na questão do Senado, como em outros cargos. Gente, não deu outra&#8221;, publicou em suas redes sociais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s02.video.glbimg.com/x240/14074961.jpg" alt="Prefeito de Sorocaba é afastado do cargo" title="Prefeito de Sorocaba é afastado do cargo"/></figure>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>Prefeito de Sorocaba é afastado do cargo</p>



<p>Em nota, a prefeitura de Sorocaba informou que &#8220;o vice-prefeito Fernando Martins da Costa Neto assumiu, nesta quinta-feira (6), o cargo de prefeito de Sorocaba, até que os fatos sejam esclarecidos, garantindo a plena continuidade dos serviços públicos e o funcionamento regular da Administração Municipal&#8221;.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>DINHEIRO, PORSCHE, BMW E ARMAS: veja o que foi apreendido na Operação Copia e Cola</strong></li>



<li><strong>NA CASA DO PREFEITO: PF cumpre mandados na Prefeitura de Sorocaba e na casa do prefeito Rodrigo Manga em operação contra desvios na saúde</strong></li>



<li><strong>CONTRATOS MILIONÁRIOS: Organização alvo de operação por desvios na saúde em Sorocaba já recebeu R$ 123 milhões em contratos no governo Manga</strong></li>



<li><strong>PRIMEIRA-DAMA TAMBÉM FOI ALVO DA PF: esposa de Manga é investigada por operação da PF</strong></li>
</ul>



<p>Duas pessoas foram presas nesta quinta-feira (6),&nbsp;<strong>entre elas o empresário Marco Silva Mott</strong>, amigo do prefeito,&nbsp;suspeito de ser lobista e de lavar dinheiro em diversos contratos da prefeitura.</p>



<p>A defesa de Mott declarou que a prisão ocorreu em virtude de conjecturas e suposições da policia judiciária. &#8220;A defesa irá esclarecer os equívocos. Além disso, trata-se de medida desnecessária, pois, nosso cliente sempre esteve à disposição das autoridades e já prestou esclarecimentos iniciais. Desse modo, traremos esses pontos ao tribunal que poderá compreender melhor os fatos&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prefeito &#8216;tiktoker&#8217;</strong></h2>



<p>Eleito em 2020 para comandar a prefeitura depois de dois mandatos de vereador, e reeleito nas eleições municipais de 2024, Rodrigo Manga era vendedor de veículos em uma rede de lojas de Sorocaba. Ele começou a ficar popular ao aparecer em vídeos anunciando os veículos.</p>



<p>Com formação em marketing, ele ficou famoso e ganhou milhões de seguidores nas redes sociais &#8211; além do apelido de &#8220;prefeito tiktoker&#8221; &#8211; ao investir em publicações sobre seu mandato e a cidade de Sorocaba com vídeos curtos e chamativos para a internet. Há posts com desinformação e que são questionados pelo Ministério Público. A popularidade de Manga cresceu e ele vinha recebendo vários convites para participar de programas de rádio e TV pelo país.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/luXl2ycfRcu_C-ERf3RJDMa-WRI=/0x0:1200x682/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/f/7/A2I2r8QB6UHeYhXaJG0Q/manga-print.jpg" alt="Rodrigo Manga, prefeito afastado de Sorocaba — Foto: Reprodução"/></figure>



<p>Rodrigo Manga, prefeito afastado de Sorocaba — Foto: Reprodução</p>



<h2 class="wp-block-heading">Operação Copia e Cola</h2>



<p>A ação nesta quinta-feira é um desdobramento da<strong>&nbsp;operação Copia e Cola</strong>, que começou em abril deste ano, com o objetivo desarticular uma organização suspeita de desvios de recursos públicos na área da saúde por meio de uma Organização Social (OS). Os materiais analisados na primeira fase permitiram a identificação de novas pessoas físicas e jurídicas envolvidas no esquema.</p>



<p>Os policiais fizeram diligências para encontrar irregularidades de contratos relacionados à área da saúde além de evidências de desvio de dinheiro.</p>



<p>Segundo a PF, foram cumpridos nesta quinta-feira sete mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, além da aplicação de medidas cautelares como a suspensão de função pública do prefeito e proibição de contato com determinadas pessoas nesta quinta-feira.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A Justiça também determinou o sequestro e a indisponibilidade de bens de alguns dos investigados, no valor aproximado de R$ 6,5 milhões, informou a PF.</p>
</blockquote>



<p>Prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos) — Foto: Mike Adas/TV TEM</p>



<h2 class="wp-block-heading">Repercussão na Câmara</h2>



<p>À&nbsp;<strong>TV TEM</strong>, o vereador Raul Marcelo (PSOL) disse que o afastamento do prefeito Rodrigo Manga é importante para a Câmara, pois agora poderão abrir uma CPI com maior facilidade para investigar as possíveis irregularidades na saúde de Sorocaba.</p>



<p>&#8220;Hoje é um dia importante na vida política de Sorocaba. Agora dá para a Câmara abrir uma CPI e aprofundar as investigações com todos os órgãos de controle trabalhando, dentro do estado democrático de direito&#8221;, finaliza.</p>



<p>As movimentações em torno da criação de uma CPI começaram em 16 de abril, menos de uma semana após a deflagração da Operação Copia e Cola, que ocorreu no dia 10 de abril.</p>



<p>O procedimento, entretanto, não teve assinaturas suficientes. Por isso, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) determinou que a Polícia Civil abra um inquérito para investigar uma denúncia de omissão contra os vereadores.</p>



<p>Questionado sobre a tentativa de abertura de uma CPI. o presidente da Câmara, Luís Santos (Republicanos), disse que o assunto já está com a Justiça.</p>



<p>&#8220;Não vou forçar ninguém, se não conseguiram os votos até agora, é problema dos colegas vereadores e cada um tem direito de dizer sim ou não. (&#8230;) O poder não foi negligente. Temos um momento de crise, com outra pessoa assumindo a administração municipal, o ideal é que a Câmara e a administração estabeleçam sua linha de trabalho para como vamos operacionalizar as ações neste período&#8221;, concluiu.</p>



<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Lula fala em mapa para substituir combustíveis fósseis e pede US$ 1,3 tri</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/lula-fala-em-mapa-para-substituir-combustiveis-fosseis-e-pede-us-13-tri/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 16:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em discurso de abertura da Cúpula de Líderes que antecede a Conferência do Clima da ONU (<strong>COP 30</strong>), o presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> defendeu, nesta quinta-feira (6), construir um “mapa do caminho” para substituir os combustíveis fósseis e falou em “superar o descasamento entre contexto geopolítico e urgência climática”.</p>



<p>O governo federal tenta se projetar como um mediador das negociações climáticas, em um cenário de esvaziamento da agenda verde na comunidade internacional. Lula tem sido cobrado, porém, por contradições internas na sua própria agenda ambiental.</p>



<p></p>



<p>Uma das críticas de ambientalistas tem sido a licença dada para a <strong>exploração de petróleo na Margem Equatorial da Foz do Amazonas</strong> diante dos riscos de vazamentos.</p>



<p>O governo afirma que há segurança técnica na atividade, apontada como importante para financiar a própria transição energética do País e o combate às desigualdades na região.</p>



<p>“Na Amazônia, vivem com falso dilema entre prosperidade e preservação”, afirmou Lula. “É justo amazônidas indagarem o que está sendo feito para evitar o colapso climático”, continuou.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-financiamento-da-adaptacao-climatica">Financiamento da adaptação climática</h3>



<p>Na sua fala para outros chefes de Estado, o presidente do Brasil voltou a<strong>&nbsp;reivindicar a quantia de US$ 1,3 trilhão</strong>&nbsp;(cerca de R$ 6,9 trilhões) para financiar a adaptação climática, sobretudo para os países mais vulneráveis.</p>



<p>Essa tem sido uma cobrança história de Lula nas COPs, após promessas das nações desenvolvidas de impulsionar o repasse de recursos desde a conferência de 2009. Não há consenso, porém, sobre esse montante e de que forma os países ricos podem fazer esse repasse.</p>



<p>Também há divergências sobre quem deve financiar a transição verde – a <strong>China</strong>, por exemplo, ainda se coloca como país em desenvolvimento, em uma classificação dos anos 1990.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-aquecimento-global-e-descompassos">Aquecimento global e “descompassos”</h3>



<p>O presidente afirmou que para o mundo avançar no combate ao <strong>aquecimento global</strong> é preciso superar “descompassos” entre os debates diplomáticos e o mundo real, assim como entre o cenário geopolítico global e a urgência climática.</p>



<p><strong>“Rivalidades estratégicas e conflitos armados desviam a atenção e drenam os recursos que deveriam ser canalizados para o enfrentamento do aquecimento global”</strong>, disse.</p>



<p>Entre os fatores que desviaram a atenção e as verbas da agenda climática, estão as guerras – principalmente na <strong>Ucrânia</strong> -, que desmobilizou os líderes europeus.</p>



<p>“Mais de 250 mil pessoas poderão morrer ao ano com aquecimento global. Não podemos abandonar o objetivo do Acordo de Paris de aquecimento de 1,5°”, afirmou o presidente.</p>



<p>Lula mencionou ainda a postura do que chamou de “forças extremistas”, que, segundo ele, veiculam mentiras sobre o tema.</p>



<p>“Forças extremistas fabricam inverdades para obter ganhos eleitorais e aprisionar as gerações futuras a um modelo ultrapassado que perpetua disparidades sociais e econômicas e degradação ambiental”, disse ele, sem citar nomes.</p>



<p>Após ler um discurso de cerca de 14 minutos, Lula improvisou. De cara, trocou o Pará pelo Amazonas e defendeu a realização da conferência em Belém, apesar do atraso em obras, que estão sendo finalizadas de última hora, e da crise de hospedagem que afetou a participação de delegações e, há meses, pôs em risco a legitimidade das decisões.</p>



<p>​“A <strong>Amazônia</strong> para o mundo é como se fosse uma bíblia: todo mundo sabe que existe e cada um interpreta da sua forma. Queríamos que as pessoas viessem aqui para ver o que é a Amazônia, o povo da Amazônia, a natureza da Amazônia e a culinária da Amazônia”, disse.</p>



<p>Antes de Lula, o secretário geral das <strong>Nações Unidas</strong>, António Guterres defendeu que os países coloquem em prática o que já foi acordado. “Não é hora de negociação, é hora de implementação, implementação, implementação”, frisou.</p>



<p>Guterres defendeu ainda os esforços para manter a temperatura dentro do que o Acordo de Paris indica como necessário – limitar o aquecimento do planeta, até 2100, a 2ºC acima dos níveis pré-industriais (meados do século 19).</p>



<p>Conforme os cientistas, o mais seguro é manter essa alta a 1,5ºC para evitar eventos climáticos – como ondas de calor e tempestades – cada vez mais extremos e frequentes.</p>



<p>No mês passado, Guterres chegou a admitir que não seria mais possível ficar abaixo desse teto de temperatura. Nesta quinta, porém, ele fez um novo apelo para ficar abaixo desse patamar. “A ONU não vai desistir da meta de 1,5ºC, disse.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="proximos-passos-da-cupula">Próximos passos da Cúpula</h3>



<p>Este dia de abertura será marcado por dezenas de discursos de representantes de países e organizações, além de membros da sociedade civil. Estão previstos 72 discursos para esta quinta.</p>



<p>Como o&nbsp;<strong>Estadão</strong>&nbsp;mostrou, Lula busca o apoio dos outros chefes de Estado a seis propostas, entre elas o TFFF, fundo de proteção de florestas proposto pelo governo brasileiro.</p>



<p>Até agora, só a Indonésia sinalizou apoio de US$ 1 bilhão ao mecanismo, que tem sido estruturado pelo Brasil desde 2023.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<item>
		<title>Novembro Azul: confira os direitos garantidos pelo INSS</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/novembro-azul-confira-os-direitos-garantidos-pelo-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:43:42 +0000</pubDate>
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<p><em>O <strong>diagnóstico de câncer de próstata</strong> pode afastar o trabalhador e impactar sua renda. É importante saber quais são os direitos garantidos pelo INSS nesse momento.</em></p>



<p>Um exame simples pode salvar vidas e também garantir direitos. No mês do <strong>Novembro Azul</strong>, campanha que alerta para a prevenção do <strong>câncer de próstata</strong>, é importante lembrar que o diagnóstico dessa doença não afeta apenas a saúde. Ele também pode impactar a vida profissional e financeira de milhares de homens brasileiros.</p>



<p></p>



<p>De acordo com o&nbsp;<strong>Instituto Nacional de Câncer (INCA)</strong>, o câncer de próstata é o mais comum entre os homens, especialmente acima dos 50 anos, à frente de pulmão e intestino, e atrás apenas do câncer de pele. Só em 2025, a estimativa é de mais de 70 mil novos casos no país. Muitos deles estão em plena fase produtiva, e o tratamento, que pode incluir cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, costuma afastá-los do trabalho por períodos prolongados.</p>



<p>O que pouca gente sabe é que, nessas situações, o <strong>INSS</strong> oferece uma rede de proteção. Quem contribui para a <strong>Previdência Social</strong> e fica temporariamente incapaz de trabalhar tem direito ao auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença). Já quando o tratamento ou as sequelas tornam impossível o retorno ao trabalho, é possível solicitar a aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-informacoes-importantes"><strong>Informações importantes&nbsp;</strong></h2>



<p>Por se tratar de uma doença grave, o&nbsp;<strong>câncer de próstata</strong>&nbsp;está entre as condições que dispensam o período de carência para a concessão de benefícios previdenciários. Ou seja, mesmo que o segurado não tenha contribuído por muito tempo, ele ainda pode ter direito ao benefício.</p>



<p>Além disso, pacientes com diagnóstico confirmado podem ter&nbsp;<strong>isenção de imposto de renda</strong>&nbsp;sobre a aposentadoria, saque do FGTS e do PIS/PASEP, e prioridade em tramitações de processos judiciais, medidas que ajudam a aliviar o impacto financeiro em um momento delicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-minha-visao-como-advogada-previdenciaria">Minha visão como advogada previdenciária</h2>



<p>Quando o homem recebe um&nbsp;<strong>diagnóstico de câncer de próstata</strong>, ele enfrenta uma série de desafios que vão muito além da saúde. É um momento que exige amparo, informação e segurança. Como&nbsp;<strong>advogada previdenciária</strong>, percebo que muitos desconhecem seus direitos e acabam deixando de buscar o&nbsp;<strong>INSS</strong>&nbsp;por medo da burocracia.</p>



<p>Mas é importante saber que a legislação garante uma proteção especial nesses casos, com dispensa de carência, prioridade nos processos e benefícios que fazem diferença durante o tratamento e na recuperação da dignidade do segurado.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-importancia-da-campanha"><strong>Importância da Campanha&nbsp;</strong></h2>



<p>Mais do que uma campanha de prevenção, o&nbsp;<strong>Novembro Azul</strong>&nbsp;é também um lembrete de que cuidar da saúde inclui conhecer seus direitos. Fazer os exames regularmente, buscar&nbsp;<strong>diagnóstico precoce</strong>&nbsp;e estar informado sobre a proteção&nbsp;<strong>previdenciária</strong>&nbsp;podem fazer toda a diferença no tratamento e na tranquilidade de quem enfrenta a doença.</p>



<p>Fonte : Folha Vitória</p>



<p></p>
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