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	<title>Economia &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Exportações de café do Brasil caem 20,6% em 2025, mas receita é recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 11:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-45.jpg" alt="" class="wp-image-45770"/></figure>



<p>O <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/brasil/">Brasil</a></strong> exportou, em <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/2025/">2025</a></strong>, cerca de 40,049 milhões de sacas de 60 kg de <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/cafe/">café</a></strong> para 121 destinos, o que representa uma queda de 20,8% no volume em relação a 2024. Apesar da redução, a receita cambial foi recorde, somando US$ 15,586 bilhões, alta de 24,1% na comparação anual. Segundo o <strong>Cecafé</strong>, esse desempenho foi consolidado pelas 3,133 milhões de sacas embarcadas em dezembro, volume 20,2% menor que o de dezembro de 2024, mas que gerou US$ 1,313 bilhão, crescimento de 10,7% em valor.</p>



<p>O <strong>café arábica</strong> permaneceu como principal produto da pauta, com 32,308 milhões de sacas, o equivalente a 80,7% do total embarcado, embora tenha havido retração de 12,8% frente ao ano anterior.</p>



<p>Na sequência aparecem o&nbsp;<strong>café canéfora (conilon + robusta)</strong>, com 3,995 milhões de sacas e participação de 10%, seguido pelo&nbsp;<strong>solúvel</strong>, que somou 3,688 milhões de sacas (9,2%), e pelo segmento de torrado e torrado e moído, com 58.474 sacas (0,1%). O conilon apresentou forte retração de 57,3% nos embarques, enquanto o&nbsp;<strong>café solúvel</strong>&nbsp;caiu 10,6%.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/accounts/login/?next=httpswww.instagram.comfolhabusiness&amp;is_from_rle">Acompanhe o Folha Business no Instagram</a></p>



<p>Mesmo com a redução no volume embarcado, a forte alta nos preços garantiu o resultado histórico. O preço médio da saca exportada subiu 56,7% em&nbsp;<strong>2025</strong>, passando de US$ 248,36, em 2024, para US$ 389,17.&nbsp;</p>



<p>A receita do arábica totalizou US$ 13,371 bilhões, enquanto o conilon somou US$ 1,078 bilhão e o&nbsp;<strong>café solúvel</strong>, US$ 1,099 bilhão. No primeiro semestre da safra 2025/26, o&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/brasil/">Brasil</a></strong>&nbsp;exportou 20,610 milhões de sacas, com receita de US$ 8,054 bilhões, resultado que representa queda de 21,3% em volume, mas alta de 11,7% em valor em relação ao período de julho a dezembro de 2024.</p>



<p>Para o presidente do <strong>Cecafé</strong>, <strong>Márcio Cândido Ferreira</strong>, a redução já era esperada após o volume recorde de 2024. Ele afirma que os embarques do ano passado foram influenciados pelo esvaziamento de estoques, resultado de <strong>exportações</strong> excepcionais, somado a uma safra impactada por questões climáticas, o que limitou a oferta. </p>



<p>A&nbsp;<strong>logística portuária</strong>&nbsp;também pesou no desempenho do setor. A defasagem na infraestrutura para cargas conteinerizadas gerou prejuízos estimados em R$ 61,467 milhões aos exportadores até novembro de&nbsp;<strong>2025</strong>, devido a custos adicionais com armazenagem, pré-stacking e detentions. De acordo com o Boletim Detention Zero, produzido pela startup&nbsp;<strong>ElloX Digital</strong>&nbsp;em parceria com o&nbsp;<strong>Cecafé</strong>, 55% dos navios enfrentaram atrasos ou alteração de escala até novembro, o que fez com que, em média, 613,4 mil sacas por mês deixassem de ser embarcadas.</p>



<p>Mesmo com tantas adversidades, o&nbsp;<strong>Brasil</strong>&nbsp;registrou recorde em&nbsp;<strong>receita cambial</strong>, impulsionado pelo mercado internacional e pela valorização dos cafés brasileiros.&nbsp;</p>



<p>“Tivemos médias mensais de preço maiores em&nbsp;<strong>2025</strong>&nbsp;e nossos cafeicultores, bem organizados, mantêm seus investimentos em tecnologia, inovação e qualidade, o que eleva o patamar dos cafés do&nbsp;<strong>Brasil</strong>&nbsp;e, consequentemente, o seu valor. Não à toa, somos a única origem do mundo que consegue exportar para mais de 120 países, respondendo por mais de um terço do&nbsp;<em>market share</em>&nbsp;global”, aponta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-com-o-tarifaco-os-eua-reduziram-as-compras-de-cafe-do-brasil-e-deixaram-a-lideranca-do-ranking"><strong>Com o tarifaço, os EUA reduziram as compras de café do Brasil e deixaram a liderança do ranking</strong></h2>



<p>O tarifaço imposto pelos&nbsp;<strong>Estados Unidos</strong>&nbsp;provocou mudanças importantes no ranking de destinos do café brasileiro. A&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/alemanha/">Alemanha</a></strong>&nbsp;encerrou&nbsp;<strong>2025</strong>&nbsp;na liderança, com 5,409 milhões de sacas importadas, queda de 28,8% em relação a 2024 e participação de 13,5% sobre o total.&nbsp;</p>



<p>Os&nbsp;<strong>Estados Unidos</strong>, tradicionalmente líderes, caíram para a segunda posição, comprando 5,381 milhões de sacas, recuo de 33,9% no ano, reflexo direto da tributação. A Itália ficou na terceira posição, com 3,149 milhões de sacas e queda de 19,6%, seguida pelo Japão, com 2,647 milhões de sacas e aumento de 19,4%. A Bélgica fechou o grupo dos cinco maiores, com 2,321 milhões de sacas e queda de 47%.&nbsp;</p>



<p>Entre os dez principais destinos, apenas Turquia e China ampliaram as compras em&nbsp;<strong>2025</strong>. A China, que encerrou o ano em décimo lugar, tem elevado seu consumo e tende a ampliar importações nos próximos anos.</p>



<p>Para 2026, o&nbsp;<strong>Cecafé</strong>&nbsp;projeta aumento nas&nbsp;<strong>exportações</strong>, embora o solúvel siga sob impacto das&nbsp;<strong>tarifas</strong>&nbsp;norte-americanas.&nbsp;<strong>Ferreira</strong>&nbsp;afirma que a característica bienal da produção tende a favorecer uma safra maior, o que deve garantir&nbsp;<strong>exportações</strong>&nbsp;acima de 40 milhões de sacas. A expectativa é de que os embarques ganhem força no segundo semestre, com o avanço da colheita da nova safra.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<title>Pix mais seguro: nova regra de reembolso vira obrigatória em fevereiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:42:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todas as instituições financeiras do Brasil serão obrigadas a <strong>adotar o rastreamento estendido do Pix</strong> a partir de fevereiro de 2026. A nova diretriz do Banco Central (BC) <strong>aprimora o Mecanismo Especial de Devolução (MED)</strong> e permite que os bancos <strong>bloqueiem valores fraudulentos</strong> mesmo que o dinheiro já tenha passado por várias contas. Até o momento, a funcionalidade <strong>opera em fase facultativa desde novembro de 2025</strong>. Com a obrigatoriedade, o sistema bancário fecha o cerco contra a tática de pulverização de recursos, onde criminosos <strong>transferem o dinheiro roubado rapidamente entre diversas contas &#8220;laranjas&#8221; para dificultar a recuperação</strong>. O <strong>modelo anterior</strong> do MED tinha uma limitação técnica que permitia o bloqueio de recursos apenas na primeira conta de destino. Se o golpista transferisse o valor segundos depois para uma segunda ou terceira conta, o mecanismo <strong>não era efetivo</strong> e a vítima dificilmente recuperaria o dinheiro. Já o MED possui um sistema que <strong>marca a transação suspeita</strong> e usa a tática do “follow the money” (siga o dinheiro, em inglês), que investiga os rastros do dinheiro. <strong>Se a fraude for comprovada, os bancos podem congelar os valores em qualquer etapa da cadeia de transferências</strong>, aumentando as chances de ressarcimento. A atualização chega em um <strong>momento de alta nos golpes envolvendo o Pix</strong>. Dados do Banco Central obtidos pelo Estadão mostram que fraudes envolvendo a ferramenta geraram <strong>R$ 4,9 bilhões em prejuízos em 2024</strong>, 70% a mais do que em 2023.  Além disso, estatísticas de mercado apontam que a taxa de recuperação de valores contestados em 2025 foi baixa, girando em torno de 9%, o que reforça a necessidade de ferramentas mais agressivas de rastreio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda para o usuário?</h2>



<p>Na prática, o procedimento para quem sofreu o golpe <strong>não muda</strong>. Não é necessário ativar nenhuma configuração nova no aplicativo do banco. Ao perceber a fraude, a vítima deve acionar o MED através da área Pix do seu banco o mais rápido possível. Vale ressaltar que o mecanismo é exclusivo para casos de crimes, golpes ou falhas operacionais. Ele não cobre transferências feitas por engano (como digitar a chave errada) ou desacordos comerciais entre pessoas físicas. Além das mudanças de segurança, o início deste ano foi marcado por <strong>boatos sobre uma suposta taxação do Pix. </strong>A Receita Federal desmentiu os rumores, esclarecendo que as novas regras de transparência (Instrução Normativa nº 2.278) são focadas em fintechs e combate à lavagem de dinheiro, sem criar nenhum imposto sobre as transações dos usuários. Outra novidade no radar para este ano é o <strong>Pix Parcelado</strong>. A função, que pode substituir o cartão de crédito em algumas situações, segue em desenvolvimento pelo BC e foi adiada de 2025 para 2026.</p>
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		<title>Saca de café arábica é arrematada por R$ 26 mil e leilão bate recorde no Caparaó</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O leilão de cafés especiais da 8ª edição do Conexão Caparaó movimentou o setor e bateu um novo recorde em 2026. Realizado no último fim de semana, em Pedra Menina, distrito de Dores do Rio Preto (ES), o evento apurou R$ 136,9 mil, superando todas as edições anteriores.</p>



<p>De acordo com a Associação de Produtores Rurais de Pedra Menina (Aprupem), o campeão do concurso foi o produtor&nbsp;<strong>Ednaldo Batista Alves</strong>, com&nbsp;<strong>88 pontos</strong>. A saca do café vencedor foi arrematada por&nbsp;<strong>R$ 24 mil</strong>. No entanto, quem atingiu o maior valor no leilão foi o vice-campeão&nbsp;<strong>Flávio José Protásio de Abreu (Kaká)</strong>, que conquistou&nbsp;<strong>87,96 pontos</strong>&nbsp;e teve sua saca vendida por&nbsp;<strong>R$ 26 mil</strong>, valor superior ao do campeão. O terceiro colocado foi&nbsp;<strong>Antônio César Júnior</strong>, que alcançou&nbsp;<strong>87,92 pontos</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória.</p>
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		<title>Saúde publica Resultado Final do Processo Seletivo Interno n.º 001/2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Classificados]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-26-1.jpg" alt="" class="wp-image-45681" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-26-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-26-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-26-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-26-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-26-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Prefeitura de Aracruz, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), divulga a <strong>Classificação Final dos candidatos classificados no Processo Seletivo Interno n.º 001/2025</strong>, destinado aos servidores efetivos da Saúde. </p>



<p><a href="https://www.aracruz.es.gov.br/storage/55777/CALSSIFICA%C3%87%C3%83O-FINAL-PROCESSO-SELETVO-INTERNO.pdf">CLIQUE AQUI E CONFIRA!</a></p>



<p>fonte: prefeitura de aracruz </p>
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		<title>O final de 2025 trouxe uma ótima notícia para o ES, mas&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Grupo Imetame fechou um grande acordo com uma gigante europeia para movimentar cargas pelo porto que está sendo construído em Aracruz, mas há pedras pelo caminho</p>



<p>No dia 23 de dezembro, o Grupo Imetame ea Hanseatic Global Terminals (HGT), subsidiária da gigante alemă Hapag-Lloyd, líder em transporte de contêineres, anunciaram um acordo com força para colocar o porto que a Imetame estå construindo em Aracruz, um investimento de mais de R$ 2 bilhões a ser inaugurado em meados de 2026, entre os mais importantes do Brasil. Trata-se de algo estratégico para a economia do Espírito Santo, afinal, com a reforma tributária entrando em vigor e com os incentivos fiscais com data marcada para acabar (final de 2032), é fundamental a busca por eficiência econômica para o Estado seguir atraindo atividade.</p>



<p>A HGT passou a deter 50% das ações da Imetame Logistica Porto e o foco será na operação de contêineres. Em principio, a capacidade anual do terminal será de 1,2 milhão de TEUs (unidade de medida para calcular o volume de um contêiner) e a profundidade é de 17 metros, o suficiente para recepcionar grandes navios. Para efeito de comparação, atualmente, as áreas de contêineres do Porto de Santos têm 15 metros de profundidade. O objetivo é transformar o Porto da Imetame em um grande concentrador brasileiro de cargas, tanto na exportação como na importação. Hoje, o Porto de Vitória recebe poucas embarcações diretamente de fora do país. Grande parte da carga do Espírito Santo vai ou vem de Santos e Rio de Janeiro. Se o projeto da Imetame der certo, e ter uma Hapag-Lloyd do lado é fundamental para isso, a lógica atual tem tudo para mudar bastante.</p>



<p>Importante ter um olhar mais contextualizado sobre o que está em curso. O projeto da HGT é global. O conglomerado, que possui 22 terminais portuários, quer ter mais de 30 até 2030.0 objetivo é ser uma operadora global de terminais. A Hanseatic Global Terminals Latin America iniciou as suas operações em agosto do ano passado e uma das primeiras tacadas foi o investimento na Imetame.<br>&#8220;A América Latina é um mercado estratégico fundamental para a Hanseatic Global Terminals e para a Hapag-Lloyd. Nossa joint venture com o Grupo Imetame e o desenvolvimento de um novo hub de transbordo e gateway na costa leste do Brasil fortalecem nosso portfólio de terminais, ao mesmo tempo em que enfrentam limitações de capacidade em uma região em crescimento. Esse investimento no porto de Aracruz beneficia o Brasil ao fortalecer a infraestrutura comercial por meio de um porto mais próximo dos mercados consumidores e das principais rotas globais de navegação do que os portos de entrada tradicionais &#8211; proporcionando assim, a vários estados originários de carga, um acesso alternativo e mais eficiente aos mercados globais&#8221;, esclareceu Dheeraj Bhatia, CEO da Hanseatic Global Terminals, no comunicado ao mercado que rodou em 23 de dezembro..</p>



<p>Nessa última manifestação, o prejuízo das empresas que escoam carga por ali superou os R$ 200 milhões, mas o rombo para o Espírito Santo, que ficará com a pecha de ser um local inseguro para operações caso a situação não seja resolvida, e para o Brasil será incalculavelmente maior.<br>Para sermos de fato uma plataforma logística eficiente e confiável, há bastante trabalho pela frente. Muito está nas mãos do governo federal… Que fica na &#8220;ilha&#8221; de Brasilia. Portanto, o empresariado, a sociedade civil organizada, os governos locais e os políticos do Espírito Santo precisam entender a dimensão do desafio e gastar um pouco mais de saliva e sola de sapato por aqui e lá no Planalto Central.</p>



<p></p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Chineses perto de anunciar nova montadora no Espírito Santo em Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 17:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aracruz deve receber fábrica de carros elétricos e híbridos da Great Wall Motors. Comitiva do Estado está no país asiático</p>



<p>A implantação de uma fábrica da montadora de carros elétricos e híbridos Great Wall Motors (GWM) para o Espírito Santo está próxima de ser oficializada, com instalação projetada para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte capixaba.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China, a convite da GWM, e em comitiva com o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume. Em publicação nas redes sociais, Ricardo aparece em uma foto segurando uma placa com a logo da marca chinesa de veículos.<br>Depois, o vice-governador divulgou o convite que recebeu da GWM. Durante a noite desta segunda-feira (12) – manhã de terça-feira (13) em Pequim –, o vice-governador chegou a publicar uma imagem de um convite em que aparece a frase “cerimônia de assinatura e jantar” nesta quarta-feira (14), o que fortalece a possibilidade de confirmação da instalação da fábrica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png" alt="" class="wp-image-45667" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo (3º à direita) e Salume (1º à esquerda) reunidos com chineses |  Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>A instalação da fábrica para a área do ParkLog é classificada como “muito provável” pelo subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Aracruz, Eduardo Ramos. A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante a semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico, explicou Ramos.</p>



<p>O vice-governador e o secretário de Estado de Desenvolvimento têm previsão de ficar na China até a próxima sexta-feira (16).</p>



<p>“Estamos numa viagem longa, cruzando o mundo para trazer coisa grande para o nosso Espírito Santo. Tudo isso para fazer nosso Estado cada vez mais inovador e trazer desenvolvimento. Missão de trazer mais uma grande indústria para nossa terra e, acima de tudo, buscar oportunidades para nossa gente. Geração de empregos e renda, desenvolvimento não é discurso”, destacou Ricardo Ferraço.</p>



<p>Cabe lembrar que o Estado é, desde o ano passado, um dos cotados para receber a segunda montada da GWM no País. A primeira foi inaugurada em agosto, em Iracemápolis, no interior de São Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png" alt="" class="wp-image-45669" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Montagem de veículo na GWM |  Foto: Divulgação<br></figcaption></figure>



<p>Na época, Ricardo Ferraço e Salume tiveram reunião com executivos da empresa, e eles visitariam o Estado naquele mesmo mês, como parte dos estudos para o novo parque fabril, revelou o vice-governador naquela oportunidade.&nbsp;A proposta era que os diretores conheçam de perto as vantagens do Estado — com destaque para a logística.</p>



<p>Segunda fábrica no País<br>A marca chinesa Great Wall Motors (GWM) inaugurou, em agosto do ano passado, sua primeira montadora no Brasil, e desde então já planeja instalar sua segunda unidade no País. O Estado sempre esteve no radar dos chineses.</p>



<p>A multinacional chinesa, que também possui fábricas na Rússia e na Tailândia, tem como estratégia trazer todos os processos de produção para o País — e não apenas a montagem de peças.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China em uma nova rodada para atração de empresa com potencial de instalar “planta industrial” no Espírito Santo.</p>



<p>Instalação no ParkLog<br>A ida da fábrica para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, é classificada como “muito provável”, de acordo com o subsecretário de Desenvolvimento de Aracruz, Eduardo Ramos.</p>



<p>A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante esta semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico.</p>



<p>Importação de veículos<br>Atualmente, todos os veículos GWM importados da China chegam ao Brasil pelo Porto de Vitória, por meio da operação logística conduzida em parceria com a Comexport, uma das maiores tradings do País.</p>



<p>A escolha do Espírito Santo para esse processo se deve à eficiência logística, à localização estratégica e à infraestrutura portuária de excelência oferecida pelo Estado.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online<br></p>
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		<title>Alemã anuncia terminal de contêineres de R$ 1 bi no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Empreendimento em Aracruz deve ampliar capacidade portuária, reduzir custos logísticos e reposicionar o ES nas rotas globais</h2>



<p>Maxieni Muniz</p>



<p>O anúncio do investimento da Hanseatic para implantação de um novo terminal de contêineres em Aracruz marca um divisor de águas para a logística e a economia do Espírito Santo. Trata-se do maior movimento internacional no setor portuário capixaba desde a privatização do Porto de Vitória e de um passo decisivo para inserir o Estado de forma mais competitiva nas grandes rotas do comércio marítimo global.</p>



<p>Planejado como um empreendimento greenfield, o terminal deve iniciar operações a partir de 2028, com capacidade futura estimada em cerca de 1,2 milhão de TEUs por ano. A estrutura prevê aproximadamente 750 metros de cais, profundidade operacional de 17 metros e equipamentos de última geração, aptos a receber navios porta-contêineres de grande porte. No mercado, o investimento é tratado como bilionário, com estimativas em torno de R$ 1 bilhão.</p>



<p>Segundo o advogado, engenheiro civil e especialista em direito portuário Luiz Fernando Barbosa Santos, o impacto econômico do projeto vai muito além da ampliação física da capacidade instalada. “O principal gargalo do Espírito Santo sempre foi a conectividade com portos internacionais no segmento de cargas conteinerizadas. Esse investimento permite atender navios maiores, reduzir custos logísticos e tornar indústrias locais como mineração, siderurgia e celulose mais competitivas”, afirma.</p>



<p></p>



<p>De forma indireta, o novo terminal tende a atrair cargas de estados vizinhos e consolidar Vitória como hub nacional e regional. Para isso, Santos destaca a necessidade de maior coordenação público-privada, inclusive com investimentos em rodovias como a BR-262 e a BR-259 e nas concessões ferroviárias, ampliando a hinterlândia e estimulando terminais retroportuários e centros de distribuição.</p>



<p>Hoje, cerca de 80% das cargas conteinerizadas do Espírito Santo seguem para o Sul. O especialista ressalta que o Estado ocupa posição estratégica: é o primeiro porto no sentido da importação e o último no da exportação. “Isso permite atrair linhas de navegação com navios de maior porte operando a plena capacidade, gerar ganhos de escala e atuar como porto de transbordo, reduzindo a dependência do comércio exterior brasileiro do Porto de Santos”, explica.</p>



<p>A ampliação da infraestrutura de terminal de contêineres também reposiciona o Espírito Santo frente a outros estados portuários. Santos lembra que o modelo feeder predominou por limitações históricas do canal de acesso a Vitória, mas que isso pode mudar com governança adequada, integração ao Corredor Sudeste e diversificação de rotas, especialmente em um cenário geopolítico cada vez mais instável.</p>



<p></p>



<p>A chegada de um operador internacional, segundo ele, traz conexões diretas com redes logísticas globais, maior previsibilidade e capacidade de adaptação a tarifas, sanções e acordos bilaterais. Além disso, impulsiona a transição verde, com investimentos em eletrificação de equipamentos, energia em berço, combustíveis alternativos e acesso a financiamentos sustentáveis.</p>



<p>Para que esse avanço se transforme em legado, o especialista destaca a importância da educação profissional e tecnológica. “A relação porto-cidade se consolida pelas pessoas. É preciso formar operadores qualificados para um cenário cada vez mais automatizado e digital”, conclui.</p>



<p>Fonte: ESBRASIL</p>
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		<title>Multinacional vai investir R$ 1 bilhão e abrir vagas de emprego no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Europeia vai investir R$ 1 bilhão em terminal de contêineres no Porto da Imetame, em Aracruz, e formará para isso a própria equipe<br><br>Mais uma gigante multinacional irá atuar no Espírito Santo, atraindo mais empresas e abrindo empregos.</p>



<p>Subsidiária da multinacional alemã de transporte marítimo e de contêineres Hapag-Lloyd, a holandesa Hanseatic Global Terminals (HGT) confirmou que vai contratar profissionais no Estado para formar sua nova equipe.</p>



<p>A empresa fechou parceria com a Imetame para desenvolver e operar o terminal de contêineres no porto que está em implantação em Aracruz, no norte capixaba, e confirmou que fará contratações.</p>



<p>“As oportunidades de emprego serão divulgadas localmente pelos canais competentes e pelo LinkedIn assim que estiverem disponíveis”, informou a multinacional</p>



<p>O investimento será em torno de R$ 1 bilhão e, além dos empregos diretos, irá atrair mais empresas para o Espírito Santo. A atuação coloca Aracruz e o Estado no radar das grandes rotas do comércio internacional, destacou o membro do Conselho Regional de Economia do Estado (Corecon-ES), Vaner Correa.</p>



<p>“Tende a atrair novos investimentos estrangeiros, não só na área portuária, mas também de empresas que dependem de logística eficiente para exportar ou importar. Um porto moderno e bem operado reduz custos, encurta distâncias com o mercado externo e torna o Estado mais competitivo para receber novas indústrias e centros de distribuição”, disse</p>



<p>O consultor empresarial e CEO da DVF Consultoria, Durval Vieira de Freitas, reforçou que o acordo transmite uma mensagem de credibilidade internacionalmente.</p>



<p>Além dos produtos agrícolas e minerais, abrem-se oportunidades de escoamento de produtos do Triângulo Mineiro e do Sul da Bahia, com chance também de ampliação das importações, avaliou o economista José Márcio de Barros</p>



<p>Ele vê na expertise da HGT um diferencial da redução de custos logísticos operacionais, o que tornará os produtos capixabas mais competitivos. “Hoje o Estado é líder na exportação de café, mármore, pimenta, frutas, entre outros. Muitas vezes temos que fazer o escoamento por outros portos, fora do Estado, o que demanda mais custos e tempo, e torna os nossos produtos menos atrativos”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Espírito Santo mais atraente ante os portos de Santos e Açu</h2>



<p>O Estado passará a ser uma alternativa mais atrativa em relação a outros terminais nacionais, como Açu (RJ), Santos (SP) e Itapoá (SC), nas exportações para a Europa, Ásia e América do Norte, com o terminal de contêineres no Porto de Imetame, em Aracruz, diz o economista José Márcio de Barros.</p>



<p>O Hanseatic Global Terminals Aracruz servirá como uma “moderna instalação portuária de transbordo e importação/exportação”, segundo a Imetame e a HGT. No dia do anúncio do acordo, no fim de dezembro, o CEO da HGT, Dheeraj Bhatia, em uma publicação no LinkedIn, destacou o potencial de Aracruz e região como um polo estratégico.</p>



<p>“Essa decisão reflete nossa forte convicção no Brasil como mercado de crescimento de longo prazo e na importância estratégica de investir em infraestrutura que se aproxime das origens de carga e das principais rotas comerciais”, escreveu.</p>



<p>Um empresário ligado ao setor contou ter recebido um convite para evento no próximo dia 20 sobre o acordo. A Imetame informou que a formalização já foi feita e que não tinha mais nenhuma informação a acrescentar no momento.<img decoding="async" src="https://cdn2.tribunaonline.com.br/img/inline/280000/0x0/Multinacional-vai-investir-R-1-bilhao-e-abrir-vaga0028808601202601131523.webp?fallback=%2Fimg%2Finline%2F280000%2FMultinacional-vai-investir-R-1-bilhao-e-abrir-vaga0028808601202601131523.jpg%3Fxid%3D1325783&amp;xid=1325783" alt="José Márcio: alternativa"></p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Criação de empregos</h3>



<p>A Hanseatic Global Terminals (HGT) afirma que criará empregos futuramente para a operação do terminal de contêineres no Porto da Imetame.</p>



<p>No geral, na construção e na operação terá demanda por mão de obra qualificada, e nos empregos diretos e indiretos próprios da cadeia logística portuária e de outros modais.</p>



<p>Na operação do terminal, entre os cargos estão operador de guindaste/portainer, operador de equipamentos de pátio, conferente de carga, estivador, operador de gate, profissionais de manutenção, operador de logística portuária e supervisores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comércio internacional</h2>



<p>O acordo entre a Imetame e a HGT para a operação do terminal de contêineres no porto é muito positivo, porque coloca Aracruz e o Espírito Santo no radar das grandes rotas do comércio internacional.</p>



<p>Quando uma empresa europeia de porte global decide operar um terminal no Estado, ela transmite uma mensagem clara ao mercado: há confiança na infraestrutura, no ambiente de negócios e no potencial econômico da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferencial</h2>



<p>A extensa costa litorânea capixaba, que causa, por si só, um grande diferencial em relação aos estados vizinhos, vai ganhar uma alternativa com mais eficiência e maior produtividade em relação aos players já existentes.</p>



<p>Além dos produtos agrícolas e minerais, abrem-se espaço e oportunidades de escoamento de produtos do Triângulo Mineiro e do Sul da Bahia, com chances enormes do caminho reverso da importação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redução de custos</h2>



<p>Pela expertise da HGT, fatalmente o Estado irá contar com um diferencial importante na redução de custos logísticos operacionais, que tornará nossos produtos mais competitivos.</p>



<p>Hoje o Estado é líder na exportação de produtos como café, mármore, pimenta, frutas, dentre outros. Mas, muitas vezes, é preciso fazer o escoamento por outros portos, fora do Estado, o que demanda mais custos e tempo, tornando os produtos capixabas menos atrativos.</p>



<p>O Norte do Estado tem vocação natural em empreendimentos no setor metalmecânico e florestal. Espera-se que, uma vez em operação, possa contar com o efeito multiplicador que advém da área logística, com reflexos em novos CDs, incremento do movimento de outros modais, interligações ferroviárias e criação de ZPEs.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O acordo</h2>



<p>A Imetame anunciou a criação de uma joint venture com a Hapag-Lloyd, a quinta maior armadora do mundo.</p>



<p>A joint venture, que será dividida em 50% para cada uma das duas companhias, foi criada para desenvolver um terminal de contêineres em Aracruz, no porto da Imetame.</p>



<p>O valor do investimento não foi informado, mas o portal Brazil Journal informou que a HGT investiu cerca de R$ 1 bilhão na joint-venture. Fontes empresariais do Estado consideram coerente a quantia envolvida.</p>



<p>Ambos os parceiros desenvolverão e operarão o novo terminal de contêineres, que passará a se chamar “Hanseatic Global Terminals Aracruz”, e servirá como uma “moderna instalação portuária de transbordo e importação/exportação”.</p>



<p>O terminal de contêineres deve iniciar operações até 2028, com uma capacidade anual futura de cerca de 1,2 milhão de TEUs (medida para cada contêiner com cerca de 6 metros de comprimento), 750 metros de cais de extensão e equipamentos de manuseio de contêineres de última geração. Com profundidade de 17 metros, a estrutura é adequada para grandes navios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image.png" alt="" class="wp-image-45658" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /></figure>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<title>Navio montado no Espírito Santo fica pronto e já produz óleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 15:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A P-78, com módulos de Aracruz construídos pela Seatrium, está no Campo de Búzios. Foi a 1ª de seis plataformas contratadas à empresa</strong></p>



<p>O navio-plataforma P-78, que teve módulos montados no Estaleiro Seatrium Aracruz, no Norte do Estado, entrou em operação e iniciou a produção de petróleo no dia 31 de dezembro.</p>



<p>A unidade alcançou o chamado Primeiro Óleo no Campo de Búzios, na Bacia de Santos, confirmando a conclusão de um contrato de escopo completo, que inclui engenharia, aquisição, construção, comissionamento e início das operações offshore.</p>



<p>A P-78 é a primeira de seis plataformas da série P-Series que a Seatrium constrói para a Petrobras. O início da produção marca a etapa final do comissionamento no mar e antecede a aceitação definitiva da embarcação pela estatal.</p>



<p>Com o projeto, a P-78 se torna a 37ª Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSO, em inglês) entregue pela Seatrium à Petrobras. Instalada a cerca de 180 a 230 km da costa do Rio de Janeiro, a FPSO opera em águas profundas, a cerca de 2.100 metros de lâmina d’água.</p>



<p>A unidade é ancorada de forma permanente por um sistema de ancoragem espalhada (spread mooring) e está entre as maiores já destinadas ao Brasil.</p>



<p>Sua capacidade é de até 180 mil barris de óleo por dia e 7,2 milhões de metros cúbicos de gás, com armazenamento mínimo de 2 milhões de barris de petróleo bruto.</p>



<p>Os FPSOs da P-Series foram projetados para incorporar tecnologias de redução de emissões, como sistemas de Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono (CCUS), além de recuperação de energia térmica e tratamento da água do mar para reduzir o consumo de combustível e a queima de gás.</p>



<p>Projetos de construção de navios-plataforma impulsionam a cadeia de fornecedores capixabas, avalia o consultor empresarial Durval Vieira de Freitas.</p>



<p>“Decorrente das compras da Petrobras serem centralizadas e não por região. Fornecedores cadastrados e certificados terão oportunidades de fornecerem bens e serviços de toda natureza”, comenta.</p>



<p>Além de ampliar a produção nacional, os seis projetos da série devem adicionar 1,305 milhão de barris por dia à capacidade do País, de acordo com a Seatrium.</p>



<p>A execução de parte significativa das obras em estaleiros brasileiros, como o do Espírito Santo, também contribui para a geração de mais de 60 mil empregos e para o fortalecimento do conteúdo local. Para o conselheiro do Centro Capixaba de Desenvolvimento Metalmecânico (CDMEC), Fausto Frizzera, os novos projetos devem criar oportunidades de subcontratação de empresas capixabas para a construção.</p>



<p>P-78 tem tecnologias verdes, incluindo Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono | &nbsp;Foto: Petrobras</p>



<p><strong>Como foi construído</strong></p>



<p>O desenvolvimento da unidade usou o modelo global de entrega One Seatrium, com atividades integradas no Brasil, na China e em Singapura.</p>



<p>A plataforma foi rebocada até o campo de Búzios já com os principais sistemas marítimos e de produção em funcionamento.</p>



<p><strong>Onde vai ficar<br></strong>A P-78 ficará no campo de Búzios, na Bacia de Santos, a cerca 180 a 230 km da costa do Rio de Janeiro.</p>



<p>Ancorada permanentemente a uma profundidade de cerca de 2.100 metros por meio de um sistema de ancoragem espalhada (spread mooring), a P-78 é uma das maiores FPSOs já entregues ao Brasil.</p>



<p><strong>Quanto vai produzir<br></strong>A unidade foi projetada para produzir até 180 mil barris de óleo e 7,2 milhões de metros cúbicos de gás por dia.</p>



<p>Conta ainda com capacidade mínima de armazenamento de 2 milhões de barris de petróleo bruto.</p>



<p><strong>Quais tecnologias utiliza<br></strong>Os FPSOs da P-Series incorporarão tecnologias verdes, incluindo Captura, Utilização e Armazenamento de Carbono (CCUS) para separar o carbono e reinjetá-lo no reservatório para armazenamento seguro.</p>



<p>O mecanismo permite redução da necessidade de queima de gás, diminuindo impactos ao meio ambiente.</p>



<p>As embarcações também contarão com sistemas de recuperação de energia térmica, calor residual e gás, além de desaeração da água do mar.</p>



<p><strong>Quantos empregos<br></strong>Os seis navios-plataformas que serão contratados pela Petrobras deverão gerar mais de 60 mil empregos nas comunidades onde os estaleiros brasileiros da Seatrium operam.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online<br></p>
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		<title>132 ovos por segundo: como Santa Maria de Jetibá se tornou a Capital Nacional do Ovo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com apenas 41 mil habitantes e 20 milhões de galinhas, produz 4,16 bilhões de ovos por ano, o equivalente a 132 ovos por segundo, e se tornou a Capital Nacional do Ovo, combinando tradição, tecnologia e sustentabilidade para liderar o mercado avícola brasileiro</p>



<p>Com apenas 41 mil habitantes e 20 milhões de galinhas, produz 4,16 bilhões de ovos por ano, o equivalente a 132 ovos por segundo, e se tornou a Capital Nacional do Ovo, combinando tradição, tecnologia e sustentabilidade para liderar o mercado avícola brasileiro No coração da região serrana do Espírito Santo, <strong>Santa Maria de Jetibá</strong> se consolidou como a <strong>Capital Nacional do Ovo</strong>, um título que reflete não apenas volume de produção, mas <strong>influência estratégica sobre toda a cadeia avícola brasileira</strong>. Com <strong>41 mil habitantes e 20 milhões de galinhas poedeiras</strong>, o município produz <strong>4,16 bilhões de ovos por ano</strong>, o equivalente a <strong>132 ovos por segundo</strong>. Esse número coloca Jetibá no topo do ranking nacional, superando cidades tradicionais como Bastos (SP) e se consolidando como referência em produtividade e gestão agroindustrial. O fenômeno não é recente: há <strong>60 anos, imigrantes europeus introduziram a avicultura na região</strong>, aproveitando o clima ameno e o relevo montanhoso que hoje tornam a cidade ideal para a criação de galinhas poedeiras</p>



<p>O impacto econômico da avicultura A produção de ovos em Jetibá vai muito além de um simples alimento; é um&nbsp;<strong>motor econômico local e nacional</strong>: window._taboola = window._taboola || []; _taboola.push({mode:&#8217;thumbnails-mid&#8217;, container:&#8217;taboola-mid-article-thumbnails&#8217;, placement:&#8217;Mid Article Thumbnails&#8217;, target_type: &#8216;mix&#8217;});<strong>Participação no PIB municipal:</strong>&nbsp;estima-se que a avicultura represente&nbsp;<strong>mais de 30% da economia local</strong>, considerando toda a cadeia produtiva, do insumo ao processamento e distribuição.<strong>Geração de empregos:</strong>&nbsp;direta e indireta, envolvendo produtores, técnicos, veterinários, transportadores e indústrias correlatas.<strong>Comparativo nacional:</strong>&nbsp;mesmo sendo um município pequeno, Jetibá produz quase&nbsp;<strong>1 bilhão de ovos a mais que Bastos (SP)</strong>, tradicional polo paulista.</p>



<p>O setor se tornou estruturante, atraindo investimentos de empresas como a&nbsp;<strong>Global Eggs</strong>, do empresário Ricardo Faria, que integra genética, nutrição, processamento e logística, garantindo escala e qualidade. Tecnologia e inovação: do campo à cartela A produtividade de Jetibá não é fruto do acaso. Ela combina&nbsp;<strong>tradição com tecnologia de ponta</strong>:<strong>Automação de galpões:</strong>&nbsp;controle climático, iluminação programada e alimentação automatizada aumentam a conversão alimentar.<strong>Biossegurança rigorosa:</strong>&nbsp;protocolos avançados evitam surtos de doenças aviárias, mantendo sanidade e qualidade do rebanho.<strong>Sustentabilidade:</strong>&nbsp;manejo de dejetos, tratamento de efluentes e uso racional da água preservam o meio ambiente e reduzem custos operacionais.</p>



<p>Além disso, a&nbsp;<strong>qualidade genética das aves</strong>&nbsp;garante produção consistente mesmo diante de desafios climáticos, embora&nbsp;<strong>altas temperaturas recentes tenham reduzido a produtividade em até 5%</strong>, segundo o veterinário Tarcísio Simões Agostinho. O calor provoca menor ingestão de ração, ovos com casca mais fina e aumento de perdas por trincamento. Demanda crescente e pressão sobre preços O ovo é um alimento essencial e de&nbsp;<strong>alta penetração no consumo brasileiro</strong>:<strong>Produção nacional:</strong>&nbsp;o Brasil é um dos maiores produtores mundiais, com cerca de&nbsp;<strong>1.800 ovos produzidos por segundo</strong>.<strong>Consumo per capita:</strong>&nbsp;subiu de 120 ovos em 2007 para 269 ovos em 2024, um crescimento de 124% em pouco mais de uma década.<strong>Inflação e mercado:</strong>&nbsp;em fevereiro de 2025, a alta de&nbsp;<strong>15% no preço do ovo</strong>&nbsp;marcou a maior variação em três décadas, refletindo o aumento do milho (+42%) e custos de energia (+17%). Uma cartela que custava R$ 25 em setembro chegou a R$ 34.</p>



<p>A demanda sazonal, como no período da quaresma, e o interesse por&nbsp;<strong>ovos caipiras, orgânicos e enriquecidos</strong>&nbsp;contribuem para a valorização do produto, pressionando ainda mais os preços ao consumidor.<ins></ins>Histórico e geografia favoráveis Santa Maria de Jetibá está situada a&nbsp;<strong>700 metros de altitude</strong>, em uma região de montanhas que alcançam até 1.450 metros. O clima ameno&nbsp;<strong>reduz estresse térmico nas aves</strong>, melhora a conversão alimentar e mantém altos índices produtivos.<br>O município também se destaca por manter&nbsp;<strong>condições agroambientais estáveis</strong>, fator decisivo para que o ovo produzido tenha&nbsp;<strong>qualidade superior e consistência</strong>, mesmo com variações climáticas e aumento do calor global. Desafios do setor Apesar da liderança, o setor enfrenta&nbsp;<strong>desafios complexos</strong>:<strong>Custos de insumos:</strong>&nbsp;milho, soja, energia elétrica e transporte impactam fortemente a margem dos produtores.<strong>Logística:</strong>&nbsp;transporte de ovos exige&nbsp;<strong>rede de frios e distribuição eficiente</strong>&nbsp;para evitar perdas e danos.<strong>Sanidade e biossegurança:</strong>&nbsp;surtos de doenças aviárias podem devastar rebanhos em poucas horas.<strong>Sustentabilidade:</strong>&nbsp;manejo adequado de dejetos, preservação de solos e uso racional de recursos hídricos.<strong>Capacitação técnica:</strong>&nbsp;necessidade de veterinários, técnicos e mão de obra especializada para manter padrões elevados.</p>



<p>Superar esses desafios é essencial para&nbsp;<strong>manter a competitividade nacional e garantir produção de alta qualidade</strong>, fortalecendo a reputação da Capital do Ovo. Influência estratégica e impacto nacional O protagonismo de Jetibá vai além da produção:<strong>Integração com indústrias correlatas:</strong>&nbsp;fábricas de ração, incubadoras e empacotadoras fortalecem a economia regional.<strong>Papel de referência técnica:</strong>&nbsp;produtores e especialistas locais influenciam políticas públicas estaduais e federais.<strong>Distribuição nacional:</strong>&nbsp;abastecimento de supermercados, indústrias alimentícias e redes de distribuição em todo o Brasil.<strong>Exportação de conhecimento:</strong>&nbsp;além do produto, o município exporta&nbsp;<strong>know-how em gestão, produção e tecnologia avícola</strong>.</p>



<p>Santa Maria de Jetibá se tornou um&nbsp;<strong>modelo de polo agroindustrial</strong>, provando que municípios pequenos podem superar grandes centros se houver organização, investimento e visão estratégica. Cada ovo produzido em Jetibá é resultado de&nbsp;<strong>tradição, tecnologia e gestão eficiente</strong>, refletindo&nbsp;<strong>uma comunidade inteira dedicada ao agro</strong>. O município prova que&nbsp;<strong>tamanho não é limite para liderança</strong>, e que planejamento estratégico, inovação e sustentabilidade são os pilares de uma avicultura de excelência.</p>



<p>Escrito por Ana Gusmão</p>



<p>Fonte: CompreRural</p>
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