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	<title>Economia &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>GWM acelera projeto de fábrica no Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:59:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>A chinesa GWM quer antecipar o início da fabricação de carros em Aracruz para 2028. Em princípio, o início das operações estava previsto para o primeiro trimestre de 2029. “Queremos trazer o início da produção para 2028. Para o segundo semestre já seria ótimo, primeiro semestre de 2028 seria um sonho, mas estamos trabalhando para isso”, assinalou Ricardo Bastos, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da GWM Brasil.</p>



<p>Ele passou a semana em Vitória e divlgou a informação para empresários, entidades e governo. Uma das questões fundamentais é resolver o licenciamento ambiental. O objetivo é obter as autorizações para começar a movimentar terra no terreno de Barra do Riacho em até 60 dias. “É uma área industrial consolidada, já tivemos boas notícias sobre um processo mais ágil de licenciamento. Queremos iniciar as obras o quanto antes”.</p>



<p>A aceleração dos trabalhos no Estado passa por algumas questões. O mercado interno chinês está mudando, inclusive com queda de produção prevista para 2026, o que vem obrigando as montadoras de lá a olhar para novos mercados, e o Brasil, pelo tamanho, é uma das prioridades. Países como Argentina também chamam atenção. A outra questão é a demanda interna do Brasil por carros eletrificados. A GWM deve comercializar 100 mil carros no Brasil em 2026, bem acima das perspectivas.</p>



<p>“É um contexto bastante positivo, por isso estamos correndo ainda mais com o projeto do Espírito Santo. Estamos acelerando os planos e revisando o tempo todo o projeto, sempre observando este novo cenário. Precisamos começar o mais rápido possível”, avisou Bastos.</p>



<p>Em princípio, a operação de Aracruz receberá um investimento de US$ 1 bilhão e produzirá, na plena capacidade, 200 mil carros. A primeira fase começaria já com 100 mil carros.</p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>
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		<title>Congresso vota nesta semana fim da escala 6&#215;1 e &#8220;taxa das blusinhas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>PEC da Segurança Pública e terras raras também estão na pauta</em></p>



<p>O <strong>Congresso Nacional</strong> deve analisar nesta semana cinco propostas de grande repercussão social, como o <strong>fim da jornada 6×1</strong> e a isenção de impostos para as compras de até US$ 50 em plataformas digitais, conhecida como “<strong>taxa das blusinhas“</strong>. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701015&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701015&amp;o=node"></p>



<p>As pautas&nbsp;fazem parte do&nbsp;esforço concentrado da Câmara dos Deputados e do Senado antes das eleições de outubro.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-fim-da-escala-6x1">Fim da escala 6×1</h3>



<p>O texto que prevê o fim da jornada de trabalho de seis dias para um de descanso deve ser analisado na&nbsp;quarta-feira (2)&nbsp;pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.</p>



<p>O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM),&nbsp;apresentou na última quinta-feira (27)&nbsp;<strong>parecer favorável e rejeitou as doze emendas apresentadas pelos senadores</strong>. A estratégia é manter o mesmo texto&nbsp;aprovado pela Câmara e, assim, evitar que a proposta precise voltar para análise dos deputados.</p>



<p><strong>Veja o que prevê o texto:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos;</li>



<li>Salário não poderá ser reduzido por causa diminuição da jornada;</li>



<li>Dois meses após a promulgação da PEC, a jornada máxima passa das atuais 44 para 42 horas semanais;</li>



<li>Um ano depois do fim desse primeiro período, cai definitivamente para 40 horas.</li>
</ul>



<p>Se for aprovada na CCJ, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda precisa passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada um.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-fim-da-taxa-das-blusinhas">Fim da “taxa das blusinhas”</h4>



<p>Outro assunto de forte repercussão é o fim da chamada “taxa das blusinhas”, o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50.</p>



<p>A Medida Provisória&nbsp;começa a semana na comissão mista de deputados e senadores, que se reúne nesta segunda-feira (31), às 16h. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), deve apresentar o parecer e há expectativa de votação na própria comissão.</p>



<p>A MP perde a validade no dia 8 de setembro. Se aprovada na comissão, ainda precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-mototaxistas-e-entregadores-de-aplicativo">Mototaxistas e entregadores de aplicativo</h5>



<p>Na Câmara, a primeira sessão de votação está marcada para esta segunda-feira (31), às 18h.</p>



<p>Além da “taxa das blusinhas”, estão previstas outras duas medidas provisórias ligadas aos trabalhadores de aplicativos: uma s<strong>implifica as regras para mototaxistas e profissionais de motofrete</strong>; e outra cria uma&nbsp;<strong>linha de financiamento para entregadores comprarem motos e bicicletas elétricas.</strong></p>



<p>Entre os outros projetos que podem ser analisados pelos deputados estão a manutenção dos incentivos fiscais para doações aos programas de atenção oncológica e de saúde da pessoa com deficiência, a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e o Plano Nacional de Cultura para os próximos dez anos.</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-pec-da-seguranca-publica"><strong>PEC da Segurança Pública</strong></h6>



<p>No Senado, outra prioridade é a PEC da Segurança Pública, que também está na Comissão de Constituição e Justiça. A proposta amplia a integração entre as forças de segurança, o compartilhamento de informações e altera regras de financiamento do setor.</p>



<p>Na pauta econômica, os senadores devem tentar avançar no Redata, que cria incentivos para a instalação de data centers no Brasil, e no marco dos minerais críticos e estratégicos, matérias-primas essenciais para setores como tecnologia, energia limpa, carros elétricos e defesa.</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-orcamento-de-2027"><strong>Orçamento de 2027</strong></h6>



<p>Além das votações, o Congresso recebe uma das propostas mais importantes para a economia no próximo ano: o&nbsp;<strong>Orçamento de 2027.</strong></p>



<p>O governo precisa encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária Anual, o PLOA, com as estimativas de receitas e despesas da União para o ano que vem.</p>



<p>A proposta abre uma nova rodada de negociações sobre as prioridades do governo, o cumprimento das metas fiscais e os recursos destinados às políticas públicas e aos investimentos federais.</p>



<p>O texto ainda será analisado pela Comissão Mista de Orçamento antes de seguir para votação no Congresso Nacional.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Justiça do Rio de Janeiro decreta falência da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Oi publicou fato relevante na tarde desta terça-feira (25) confirmando a falência da empresa, conforme julgamento realizado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p>



<p>No comunicado oficial, a empresa informou que a decisão colegiada da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ negou os recursos movidos por Bradesco e Itaú, que haviam pedido a continuidade do processo de recuperação judicial da empresa.</p>



<p>A Oi acrescentou que houve a nomeação de Adriano Pinto Machado, Sérgio Zveiter e Preserva Ação como administradores judiciais dessa etapa final.</p>



<p>O grupo ressaltou que manterá seus acionistas e o mercado informados a respeito do andamento do processo de recuperação judicial, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis.</p>



<p>Em novembro de 2025, a falência do grupo já havia sido decretada, porém, a decisão acabou sendo suspensa depois de bancos terem recorrido, levando a empresa ao segundo processo de recuperação judicial.</p>



<p>A primeira recuperação judicial da companhia de telecomunicações ocorreu em dezembro de 2022, mas a Oi seguiu enfrentando dificuldades financeiras. Diante de mais um risco de liquidez, a empresa voltou a recorrer ao judiciário.</p>



<p>Nesse momento, foi dado início ao segundo processo de recuperação judicial, que se encerrou na tarde desta terça-feira.</p>



<p>O TJ-Rj informou, por meio de comunicado, que foram julgados na mesma sessão os agravos de instrumentos, além dos impetrados pelo Itaú Unibanco e Bradesco, os do UM Bank e V.tal, que estavam relacionados à decisão que modificou a recuperação do Grupo Oi em falência.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Vitória vive alta no mercado imobiliário de luxo e atrai novos investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:30:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dezembro de 2025, o preço médio do metro quadrado residencial, em <strong>Vitória</strong>, chegou a R$ 14.108. O valor colocou a capital capixaba a frente de cidades tradicionalmente associadas a um mercado imobiliário mais caro.</p>



<p>A cidade manteve o ritmo de valorização em 2026.<strong> Em julho, o preço médio chegou a R$ 15.448 por metro quadrado.</strong></p>



<p>Em uma cidade com território limitado, poucos terrenos disponíveis e novos empreendimentos voltados, em grande parte, ao <strong>médio e alto padrão</strong>, a procura por imóveis tem pressionado os preços e mudado o perfil do mercado imobiliário da capital.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-uma-grande-oportunidade">Uma grande oportunidade</h4>



<p>Para quem acompanha essa valorização de perto, o movimento também influencia decisões de investimento. A fisioterapeuta dermatofacial Taísa Ávilla, por exemplo, decidiu comprar, com a família, um estúdio em Vitória. A escolha foi motivada pela versatilidade do imóvel e pelo potencial de locação por temporada.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Taisa-Avilla-fisioterapeuta-dermatofacial.png" alt="" class="wp-image-7993331"/><figcaption class="wp-element-caption">Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Eu achei essa oportunidade bem bacana. O estúdio é um imóvel versátil, pelo tamanho e por ser mais fácil de alugar por temporada. É uma região de fácil acesso e um bairro que está crescendo e se sustentando</em>.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>



<p>Mesmo antes da entrega do empreendimento, Taísa afirma que já percebeu a valorização do imóvel.</p>



<p><strong>“Hoje eu já tenho conhecimento de que ele valorizou bastante, mesmo ainda estando em construção. A gente procurou saber de pessoas que compraram depois e o valor já subiu bastante”</strong>, afirma.</p>



<p>Os números ajudam a explicar o entusiasmo de quem, assim como ela, investiu na capital. Segundo o Índice FipeZAP, os imóveis residenciais, em Vitória, acumularam valorização de 15,13%, em 2025.</p>



<p>O resultado ficou muito acima da média nacional, que foi de 6,52%, e também superou a inflação do período, de cerca de 4,18%.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-alto-potencial-mas-pouco-espaco-para-crescer">Alto potencial, mas pouco espaço para crescer</h4>



<p>Mas como Vitória conseguiu superar capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis no preço médio dos imóveis? Para o gestor comercial da Grand Construtora, Eduardo Gasperazzo, uma das principais explicações está na própria geografia da cidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Eduardo-Gasperazzo-gestor-comercial-da-Grand-Construtora.png" alt="" class="wp-image-7993330"/><figcaption class="wp-element-caption">Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Um dos fatores é a restrição em relação aos terrenos disponíveis. A gente mora em uma ilha. Em algum momento, essa ilha vai ter dificuldade de ter terrenos para desenvolver novos projetos</em>.&#8221; Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora</p>



<p>A lógica é direta: quando há menos áreas disponíveis para novos empreendimentos e a demanda permanece elevada, o preço tende a ser pressionado.</p>



<p>Além da escassez de terrenos, outro fator tem influenciado o mercado. Nos últimos anos, uma parcela significativa dos lançamentos na capital tem sido direcionada ao médio e alto padrão.</p>



<p><strong>“Na maioria dos lançamentos que tivemos nos últimos anos, na capital, os empreendimentos são de médio e alto padrão. Isso também pressiona o preço dos imóveis”</strong>, explica Gasperazzo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade de vida coloca Vitória no radar</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Una-Residence-2.jpg" alt="" class="wp-image-7993333"/><figcaption class="wp-element-caption">Una Residence, empreendimento da Grand Construtora, em Vitória, foi praticamente todo vendido antes mesmo do lançamento. Imagem: divulgação/Grand</figcaption></figure>



<p>Outro fator apontado pelo setor é a procura crescente por Vitória como lugar para morar e investir.</p>



<p>Gasperazzo afirma que a cidade tem atraído pessoas de outras regiões do Brasil por características como qualidade de vida, facilidade de deslocamento e concentração de serviços.</p>



<p><strong>“Vitória está sendo descoberta de forma geral pelo Brasil. As pessoas estão vindo para cá pela qualidade de vida e pela facilidade de locomoção. Existem vários fatores contribuindo para essa valorização dos imóveis.”</strong></p>



<p>Segundo ele, entre os compradores de empreendimentos de alto padrão estão empresários que buscam trocar de imóvel e melhorar a estrutura onde vivem, além de investidores atentos ao potencial de valorização.</p>



<p><strong>“Esse cliente observa os fatores que pressionam o preço e consegue enxergar esse panorama. Ele busca aproveitar essa valorização”</strong>, afirma.</p>



<p>Uma prova dessa procura é o Una Residence, no bairro bairro Bento Ferreira. O empreendimento da Grand Construtora, com vista para a baía de Vitória e localização estratégica, teve quase todos os 124 apartamentos de luxo vendidos antes mesmo do lançamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esperar-do-mercado-de-vitoria">O que esperar do mercado de Vitória?</h4>



<p>Vitória tem uma característica que diferencia seu mercado de outras cidades: o espaço para expansão horizontal é limitado. Com poucos terrenos disponíveis, novos projetos dependem cada vez mais da substituição de imóveis antigos, da requalificação de áreas já ocupadas e de empreendimentos com maior valor agregado.</p>



<p>Isso ajuda a explicar por que a capital capixaba vem mantendo uma trajetória de valorização consistente. Em cinco anos, Vitória saiu da quinta posição para a liderança entre as capitais com maior preço médio do metro quadrado.</p>



<p>Para quem já investiu, como Taísa, os números reforçam uma escolha feita olhando para longo prazo. Para quem ainda pretende entrar no mercado, o cenário exige uma análise mais cuidadosa: em uma cidade onde o espaço é limitado e os preços avançam acima da média nacional, localização, perfil do imóvel e objetivo da compra fazem cada vez mais diferença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;O imóvel é um patrimônio mais concreto. Você está vendo o imóvel, vendo que ele está valorizando. Para a gente, é um investimento mais conservador porque temos um pouco de receio de investimentos com risco maior.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Petróleo cai apesar de novas sanções dos EUA ao Irã e baixo fluxo em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira (24) em correção de ganhos recentes após seis sessões consecutivas de alta, colocando em segundo plano o baixo tráfego pelo Estreito de Ormuz e as novas sanções dos EUA ao Irã.</p>



<p>Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo&nbsp;<strong>WTI</strong>&nbsp;para outubro fechou em queda de 2,35% (US$ 2,05), a US$ 85,01 por barril.</p>



<p>O petróleo&nbsp;<strong>Brent</strong>&nbsp;para novembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em baixa de 2,3% (US$ 2,13), a US$ 90,54 por barril.</p>



<p>Os EUA sancionaram nesta segunda cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com ligação ao regime iraniano, enquanto o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, ameaçou cortar países que tenham laços econômicos com Teerã do sistema financeiro do dólar, ao anunciar a operação &#8220;Economic Outcast&#8221; – ou &#8220;Pária Econômico&#8221;, em português.</p>



<p>O regime persa, entretanto, diz que considerará o apoio de qualquer país às novas medidas econômicas dos EUA contra o Irã um &#8220;ato de guerra&#8221; e que a campanha de pressão econômica de Washington fracassará.</p>



<p>O chefe de Segurança iraniano, Mohsen Rezaei, sugeriu ainda que Teerã pode reconsiderar sua rejeição de longa data às armas nucleares, argumentando que os ataques dos EUA ao país fortaleceram o argumento para a aquisição de bomba atômica como forma de dissuasão.</p>



<p>Tensões também continuam no navegação do Golfo Pérsico após a Arábia Saudita confirmar que um navio foi atacado pelos Houthis do Iêmen, grupo ligado ao Irã, no Mar Vermelho. Segundo a Kpler, menos de 20 embarcações de commodities transitaram pelo Estreito de Ormuz no fim de semana.</p>



<p>Embora as sanções tenham um alcance mais amplo, grande parte da atenção estará nas implicações para as exportações de petróleo do Irã, diz David Oxley, da Capital Economics.</p>



<p>&#8220;Na prática, suspeitamos que o novo pacote terá apenas um impacto direto limitado nos fluxos de energia iranianos no curto prazo&#8221;, já que a maioria das exportações de petróleo vai para a China, que não reconheceu as sanções dos EUA no passado, acrescenta Oxley.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Governo anuncia R$ 2,3 bi para IA e busca equilíbrio entre EUA e China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:41:34 +0000</pubDate>
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<p>O governo brasileiro anunciou nesta quinta-feira investimentos de cerca de R$ 2,3 bilhões para fortalecer seu ecossistema de infraestrutura para inteligência artificial, dividindo projetos entre empresas dos Estados Unidos e da China, em um movimento que ressalta a tentativa de equilibrar relações com as duas potências.</p>



<p>Pouco mais da metade do total, R$ 1,3 bilhão, financiará um projeto de infraestrutura de supercomputação no Rio de Janeiro desenvolvido em parceria com as chinesas Huawei e iFlytek.</p>



<p>Segundo o governo, a estrutura será usada principalmente para desenvolver modelos de linguagem de uso geral e aplicações setoriais.</p>



<p>Separadamente, cerca de R$ 1 bilhão será destinado a um edital para um supercomputador que o Brasil espera ver entre as dez máquinas mais poderosas do mundo para processamento de inteligência artificial.</p>



<p>O equipamento será instalado no Rio Grande do Norte, escolhido, segundo o governo, por seu forte potencial energético. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do anúncio do investimento no Estado.</p>



<p>Integrantes do governo, sob condição de anonimato, disseram esperar que a fabricante norte-americana de chips Nvidia vença a disputa, depois que a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na semana passada que previa a empresa como fornecedora.</p>



<p>&#8220;A estratégia não é depender de uma única empresa, tecnologia ou país&#8221;, afirmou o governo federal em nota, acrescentando que os investimentos buscam fortalecer a soberania nacional sobre dados gerados por serviços públicos e privados brasileiros.</p>



<p>Protagonista global na corrida da inteligência artificial, a China tem ampliado sua presença como principal parceira comercial do Brasil. Já os Estados Unidos seguem como a maior fonte de investimento direto estrangeiro no país, apesar de terem perdido participação no comércio e de terem imposto recentemente tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.</p>



<p>Os investimentos serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), com desembolsos parcelados.</p>



<p>O governo espera que o supercomputador entre em operação até o final do próximo ano, e que a infraestrutura de supercomputação em cooperação com as empresas chinesas opere a partir de julho.</p>



<p>Lula, que tem defendido reiteradamente autonomia estratégica em relação às grandes potências, enfrenta uma campanha presidencial para reeleição na qual seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), promete maior aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caso seja eleito.</p>



<p>O governo também anunciou nesta quinta-feira uma parceria com a Espanha baseada na arquitetura aberta RISC-V para o desenvolvimento de chips, planos para um serviço brasileiro de computação em nuvem por meio de parcerias público-privadas e a futura criação de um centro nacional de transparência algorítmica e IA confiável, que será operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Café brasileiro é “insubstituível” nos EUA, após batalha contra tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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<p><em>Presidente de associação do setor nos EUA, Bill Murray afirma que nenhum outro país reúne volume, qualidade e eficiência para ocupar espaço do Brasil<br></em><br>Depois de atuar diretamente em Washington pela retirada das tarifas impostas ao café brasileiro, o presidente da NCA (National Coffee Association), Bill Murray, avalia que os Estados Unidos reconheceram uma realidade difícil de contornar: o mercado americano depende do Brasil e não há outra origem capaz de substituir integralmente o produto brasileiro.</p>



<p>“Não existe outro país que possa preencher essa lacuna. Considerando a eficiência dos produtores brasileiros, a qualidade do café e o volume produzido, não há nenhum outro lugar no mundo que possa substituir o café brasileiro. Não há dúvida. Não há substituto”, afirmou Murray, em entrevista à CNN, na prévia para o Vitória Coffee Summit, que começa nesta quinta-feira (20), em Vitória (ES).</p>



<p>A declaração ocorre após mais de um ano de articulação entre representantes da cadeia cafeeira brasileira e americana para retirar o produto do alcance das medidas tarifárias adotadas pelo governo de Donald Trump.</p>



<p>Em agosto de 2025, os cafés brasileiros passaram a enfrentar uma tarifa total de 50% para entrar nos Estados Unidos — resultado da tarifa de 10% aplicada anteriormente, somada a uma sobretaxa adicional de 40%.</p>



<p>A medida vigorou por quase quatro meses para a maior parte do setor. Em novembro do ano passado, o governo americano retirou a sobretaxa adicional sobre café verde, torrado e moído, enquanto o café solúvel permaneceu sujeito à taxação.</p>



<p>O impacto foi imediato sobre o comércio bilateral. Entre agosto e novembro de 2025, período de vigência do tarifaço, as exportações brasileiras de café aos Estados Unidos recuaram 54,9% na comparação com igual intervalo de 2024, de 2,917 milhões para 1,315 milhão de sacas, segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).</p>



<p>A retirada das barreiras foi precedida por uma extensa mobilização do setor privado. Cecafé, Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) e Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel) trabalharam em conjunto com a NCA e importadores americanos para demonstrar ao governo dos Estados Unidos o grau de dependência da indústria local em relação ao produto importado.</p>



<p>Segundo o Cecafé, a articulação envolveu mais de 100 reuniões, ao longo de mais de um ano, com representantes dos departamentos de Comércio, Estado e Agricultura dos Estados Unidos, além do USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA).</p>



<p>Murray esteve entre os principais interlocutores dessa frente nos Estados Unidos. Em julho deste ano, durante audiências em Washington relacionadas às investigações da Seção 301, o executivo defendeu a manutenção das exceções previstas para o café e pediu que o café solúvel não aromatizado também fosse incluído na lista.</p>



<p>O argumento apresentado ao governo americano teve como um dos pilares o peso econômico da cadeia dentro dos próprios Estados Unidos. Segundo Murray, 2,2 milhões de empregos americanos dependem do café.</p>



<p>“Precisamos uns dos outros. O Brasil precisa dos Estados Unidos e os Estados Unidos precisam do Brasil. Não temos um mercado de café sem o café brasileiro”, reiterou.</p>



<p>Segundo ele, o Brasil respondeu no ano passado por 19% do café que chegou aos Estados Unidos, considerando o valor das importações.</p>



<p>Para o executivo, o peso do Brasil na oferta torna particularmente difícil substituir o produto nacional simplesmente redirecionando as compras americanas para países concorrentes.</p>



<p>Colômbia e Vietnã estão entre os grandes fornecedores mundiais, mas Murray ressalta que a combinação brasileira de escala, eficiência e qualidade limita a possibilidade de substituição.</p>



<p>“O Brasil certamente é muito importante economicamente. É historicamente importante e, cada vez mais, está investindo na qualidade do café e em pesquisa”, destacou.</p>



<p>Diferentemente de produtos que podem ser substituídos por produção doméstica americana ou por outros fornecedores em escala semelhante, o café do americano tem uma cadeia altamente dependente do comércio internacional.</p>



<p>Daqui para frente, Murray avalia que o comércio mundial entrou em uma nova fase, na qual tarifas e barreiras comerciais tendem a fazer parte das relações entre países.</p>



<p>Para o café, porém, o presidente da NCA defende uma exceção.</p>



<p>“O mundo já não fala mais em livre comércio para tudo. No entanto, para o café existe um argumento muito forte de que ele deveria continuar sendo comercializado livremente, como produto e como commodity, por causa da importância tanto para produtores quanto para importadores”, afirmou.</p>



<p>“Estamos em um mundo diferente, mas o café tem um lugar especial nesse mundo.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capítulo das tarifas encerrado?</h2>



<p>Murray não afirmou, nem negou se novas tarifas podem ser aplicadas pelo governo Trump sobre o café. Detalhou que a NCA não é uma entidade política, mas que manterá a defesa pela isenção do grão brasileiro, que, depois de um ano de debates, tem fôlego para continuar o fluxo de vendas aos EUA.</p>



<p>A ofensiva tarifária havia ganhado um novo capítulo em julho deste ano, quando o USTR decidiu excluir os cafés brasileiros, incluindo o solúvel não aromatizado, da tarifa de 25% que poderia ser aplicada no âmbito de uma investigação da Seção 301.</p>



<p>Dias depois, o setor também obteve a isenção diante de outra investigação, que poderia acrescentar uma tarifa de 12,5%.</p>



<p>Com isso, todos os cafés brasileiros ficaram fora das novas sobretaxas americanas.</p>



<p>A mobilização da NCA também teve como argumento o risco de as barreiras comerciais aumentarem o custo do café para o consumidor americano. Os Estados Unidos são grandes consumidores do produto, mas não possuem produção doméstica suficiente para atender à demanda.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Vitória Coffee Summit 2026 levará players internacionais e nacionais para ver de perto escoamento do café capixaba nos Porto de Vitória e Capuaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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<p><em>Roteiro integra a programação do evento que celebra os 80 anos do CCCV e destaca a importância da logística para a competitividade do café capixaba</em></p>



<p>O café que sai das lavouras capixabas e ganha o mundo passa por uma etapa tão estratégica quanto a produção: a logística.</p>



<p>É essa conexão que o Vitória Coffee Summit 2026, evento que acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto, em comemoração aos 80 anos do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV), pretende evidenciar ao levar seus participantes para conhecerem o sistema portuário do Espírito Santo, em uma programação que começa com uma navegação pelo canal de acesso ao Porto de Vitória e uma visita a Log-In TVV (Porto de Capuaba) e termina com uma visita técnica às obras do Porto da Imetame HGT, em Aracruz.</p>



<p>Com uma programação internacional, foco em conteúdo estratégico, networking qualificado e geração de negócios, o Vitória Coffee Summit 2026 vai transformar Vitória em um dos principais pontos de encontro da cafeicultura mundial, reunindo conhecimento, inovação e cooperação para discutir os rumos de um setor cada vez mais decisivo para a economia global e para o desenvolvimento do Espírito Santo.</p>



<p>A escolha dos portos como ponto de partida e de encerramento não foi apenas simbólica. Para o Espírito Santo, que tem no café uma das principais redes produtivas e exportadoras, infraestrutura e eficiência logística são parte da competitividade do produto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-48163" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-1024x683.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-300x200.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-768x512.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-1536x1024.jpg 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-2048x1366.jpg 2048w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-112x75.jpg 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Terminal de Vila Velha</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Exportações do café capixaba</h2>



<p>Em julho de 2026, a Bélgica liderou os destinos do café exportado pelo Espírito Santo, com mais de 199 mil sacas, todas de conilon.</p>



<p>Na sequência vieram México, com mais de 84 mil sacas; Estados Unidos, com mais de 69 mil; Espanha, com quase 56 mil; Colômbia, com mais de 48 mil; Alemanha, com 40,8 mil; Índia, com 37,7 mil; Vietnã, com 31,7 mil; Indonésia, com mais de 31 mil; e Itália, com 27,8 mil.</p>



<p>O conilon predominou entre os embarques para esses mercados, enquanto Estados Unidos e Indonésia também receberam café solúvel e arábica.</p>



<p>Juntos, os dez principais destinos responderam por 80,9% das exportações capixabas de café no mês, enquanto os outros 30 países representaram os 19,1% restantes.</p>



<p>Os principais destinos no acumulado, entre janeiro e julho de 2026, a Bélgica liderou as exportações de café do Espírito Santo, com mais de 496 mil sacas, seguida por México, com 364 mil, e Colômbia, com 336 mil, com predominância de conilon.</p>



<p>Estados Unidos, Espanha, Alemanha e Itália também aparecem entre os principais mercados, além de Argentina, Turquia e Reino Unido.</p>



<p>Os dez maiores destinos concentraram 77,13% das exportações capixabas no período, enquanto os outros 54 países responderam pelos 22,87% restantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Além de ser o maior produtor brasileiro de café conilon, o Estado possui uma vantagem logística estratégica: a proximidade entre as regiões produtoras e os portos de exportação. A expectativa é que essa condição atraia ainda mais a atenção do mercado global para o café capixaba”, afirma o presidente do CCCV, Fabrício Tristão.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="763" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-1024x763.png" alt="" class="wp-image-48164" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-1024x763.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-300x223.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-768x572.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-101x75.png 101w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-480x357.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In.png 1410w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Terminal Portuario de Vila Velha</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Sustentabilidade, rastreabilidade e mercado</h2>



<p>A discussão chega em um momento de transformação do mercado internacional. Os compradores estão mais atentos à origem do café, às práticas ambientais e sociais adotadas na produção e à capacidade de garantir qualidade e regularidade.</p>



<p>Para o vice-presidente do CCCV, Jorge Nicchio, essa mudança já alterou a forma como o produto é comercializado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mercado exigindo cafés produzidos nos três pilares do ESG, ambiental, social e governança. Produtores precisam se adequar. Boas práticas são fundamentais na comercialização do café”, destaca.</p>
</blockquote>



<p>É nesse cenário que entram os principais temas do Summit: rastreabilidade, sustentabilidade, inovação e logística.</p>



<p>Mais do que discutir tendências, a proposta é aproximar diferentes elos do setor e colocar o Espírito Santo no centro de uma conversa que ultrapassa as fronteiras da produção.</p>



<p>Responsável pela curadoria técnica do evento, Marcus Magalhães resume a proposta em três eixos: origem, mercado e futuro.</p>



<p>A ideia é conectar esses temas a questões como tecnologia, sustentabilidade, inovação, geopolítica e negócios.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O Vitória Coffee Summit vai transformar Vitória na capital do café”, afirma Marcus.</p>
</blockquote>



<p>Durante os dois dias de conferência, no Cais das Artes, esses temas serão debatidos por especialistas e lideranças do setor.</p>



<p>O encontro também será uma oportunidade de negócios e relacionamento para produtores, cooperativas, exportadores, indústria e demais empresas ligadas à cafeicultura.</p>



<p>Voltado para produtores rurais, exportadores, cooperativas, indústrias, traders, compradores internacionais, instituições financeiras, pesquisadores, torrefadores, consultores, lideranças empresariais e representantes de entidades públicas e privadas, o Summit reunirá especialistas de diferentes países em uma programação composta por palestras, painéis, workshops, experiências técnicas e espaços voltados ao networking e à geração de negócios.</p>



<p>Ao completar 80 anos, o CCCV aproveita o Summit para reforçar o papel histórico do Espírito Santo no comércio internacional de café e, ao mesmo tempo, olhar para os próximos anos.</p>



<p>A mensagem que a programação dos portos ajuda a traduzir é direta: o futuro do café não depende apenas do que acontece dentro da lavoura, mas também da capacidade de produzir com qualidade, comprovar sua origem, inovar e levar esse produto ao mundo de forma eficiente e sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-48166" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-1024x682.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-300x200.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-768x512.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-113x75.jpg 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-480x320.jpg 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame.jpg 1280w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Patrocínio e realização</h2>



<p>O Vitória Coffee Summit 2026 conta com o patrocínio master do Sicoob.</p>



<p><strong>Patrocínio:</strong> JDE Peet&#8217;s, Via Ford, ES Gás, Login, Unicafe, Imetame Logística Porto, Grupo Tristão, Nicchio Café, Nicchio Sobrinho Café, Nicoli, Pole Coffee Exportação e Importação, TPJ, Volcafé, SafraLab e Bergi Advocacia.</p>



<p><strong>Apoio institucional:</strong> Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafe), Conselho Nacional do Café, Fecomércio-ES e BSCA Brazilian Specialty Coffee Association.</p>



<p><strong>Realização:</strong> Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o CCCV</h2>



<p>O Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV) é uma associação privada, sem fins lucrativos, fundada em 1947.</p>



<p>Reúne e representa exportadores, comerciantes, cooperativas e indústrias de café solúvel.</p>



<p>Atua como órgão consultivo do Governo do Estado do Espírito Santo em temas relacionados ao café, é reconhecido como entidade de utilidade pública pelo Município de Vitória e exerce a função de agência certificadora da Organização Internacional do Café no Estado.</p>



<p>O CCCV posiciona-se como interlocutor estratégico do agronegócio café, com atuação dedicada às áreas de qualidade, sustentabilidade, logística, regulamentação, tributação, análise de mercado e promoção de debates técnicos de alto nível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p><strong>Vitória Coffee Summit 2026</strong></p>



<p><strong>Datas:</strong> 20 e 21 de agosto<br><strong>Local:</strong> Cais das Artes, Enseada do Suá, Vitória</p>



<p><strong>Inscrições:</strong><br><a href="https://www.meubilhete.com.br/vitoria-coffee-summit-2026">https://www.meubilhete.com.br/vitoria-coffee-summit-2026</a></p>



<p><strong>Mais informações:</strong><br><a href="http://www.cccv.org.br/">www.cccv.org.br</a></p>



<p><strong>Instagram:</strong><br><a href="https://www.instagram.com/cafe.cccv/">https://www.instagram.com/cafe.cccv/</a></p>



<p><strong>Telefone:</strong> 55 27 3235-2311</p>



<h1 class="wp-block-heading">Programação completa</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Quarta-feira – 19/08</h2>



<p><strong>12h – “PRA COMEÇAR BEM!”</strong><br>Visita técnica: navegação pelo canal de acesso ao Porto de Vitória – Visita ao Porto da Login</p>



<p><strong>17h – Retorno ao hotel</strong></p>



<p><strong>20h – Welcome Cocktail Palácio Anchieta</strong><br>Para as delegações internacionais</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quinta-feira – 20/08</h2>



<p><strong>09h – Café de Relacionamento</strong></p>



<p><strong>09h20 – Boas-vindas – 80 Anos do CCCV</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Marcus Magalhães – curador do evento</li>



<li>Fabrício Tristão – presidente do Centro do Comércio de Café de Vitória</li>
</ul>



<p><strong>09h40 – Panorama Econômico e o Mercado de Café: Bolsas | Contratos Futuros | Derivativos | Fundos | Café</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rafael Furlanetti – diretor Institucional da XP Inc</li>



<li>Jorge Nicchio – vice-presidente do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>10h20 – Qual o Futuro do 2º Maior Mercado de Café do Mundo?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tina Cação – diretora de vendas da JDE Peets</li>



<li>Pavel Cardoso – presidente da ABIC</li>



<li>Bruno Giestas – Real Café Solúvel</li>
</ul>



<p><strong>11h20 – Inovação na Produção de Café: mais qualidade, mais mercado</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aristides Tabosa – diretor de Café Verde e Operações América Latina da JDE Peets</li>



<li>Eduardo Bortolini – produtor rural</li>



<li>Fabio Lancelotti – diretor técnico comercial da ES Gás</li>



<li>Sandro Rodrigues – secretário executivo do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>14h – Painel Diálogos AG: logística Global do Café</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gustavo Paixão – diretor de terminais da Log-In</li>



<li>Anderson Carvalho – diretor de operações da Imetame</li>



<li>Pedro Benevides – CEO da Vports</li>



<li>Abdo Filho – colunista de Economia e Negócios de A Gazeta</li>
</ul>



<p><strong>14h40 – Geopolítica dos Alimentos: o novo papel do Brasil no comércio global</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antônio Cabrera Filho – presidente do Grupo Cabrera e Ex-Ministro da Agricultura</li>
</ul>



<p><strong>15h20 – Coffee Network</strong></p>



<p><strong>15h40 – Mercado Global de Café Solúvel</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Barbara Velo – gerente de Coffee Expertise e Sustentabilidade da Nestlé</li>



<li>Aguinaldo Lima – diretor executivo da ABICS</li>



<li>Eliana Relvas – consultora da ABICS</li>
</ul>



<p><strong>16h30 – Cafés Especiais: como a qualidade se transforma em valor</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Henrique Sloper – Jacu Bird Coffee</li>



<li>Fabrício Andrade – SanCoffee Brazil</li>



<li>Lucas Venturim – Fazenda Venturim</li>



<li>Claudia Nicchio – diretora do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>18h – “UM BRINDE AO PRIMEIRO DIA!”</strong></p>



<p>Networking, coquetel e música ao vivo em um dos cenários mais bonitos de Vitória: o Cais das Artes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Saulo Simonassi convida Dona Fran</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Sexta-feira – 21/08</h2>



<p><strong>06h30 – Atividades de Integração</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Remada pela Baía de Vitória</li>
</ul>



<p><strong>09h – Café de Relacionamento</strong></p>



<p><strong>09h20 – Os gigantes do café: Brasil, Vietnã e Colômbia em um encontro histórico</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Thai Nhu Hiep – vice-presidente da VICOFA</li>



<li>Marcio Ferreira – CECAFÉ</li>



<li>Francisco Gómez – Colcafe e ASOEXPORT</li>



<li>Fabrício Tristão – presidente do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>10h20 – Revolução digital, IA e o futuro do agro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Silvio Passos – AgroVen</li>



<li>Gabriel Bortolini – Unicafé</li>
</ul>



<p><strong>11h – Mercado Global de Café</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manish Dhawan – CEO de Café da OFI</li>
</ul>



<p><strong>11h40 – Regulação internacional e agilidade no comércio</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Daniela Caldellas – chefe da Unidade Regional de Vitória da ANTAQ</li>



<li>Ronaldo Feltrin – Receita Federal</li>



<li>Bruno Barcellos – Sócio Bergi Advocacia</li>
</ul>



<p><strong>12h20 – Café e Geopolítica Global: o novo equilíbrio do comércio mundial</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bill Murray – NCA – USA</li>



<li>Fabrício Tristão – presidente do CCCV</li>



<li>Marcos Matos – CEO do Café</li>



<li>Paula Varejão – especialista em Cafés Especiais</li>
</ul>



<p><strong>13h40 – Encerramento</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Sábado – 22/08</h2>



<p><strong>7h – Visita Técnica: o novo porto e o futuro da logística no ES</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obras do Porto da Imetame do HGT</li>
</ul>



<p><strong>11h30 – Encerramento e retorno ao hotel</strong></p>



<p>Fonte: LR Comunicação</p>
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		<title>“Foi daqui que criei meus filhos”: funcionário chora ao ser demitido da Casas Bahia após 21 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 11:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[lojas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Edson Silva entrou em uma reunião na loja da&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/casas-bahia/">Casas Bahia</a></strong>&nbsp;em que trabalhava, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e saiu dela com a notícia de que estava demitido. Terminava ali uma relação profissional que havia atravessado&nbsp;<strong>21 anos de sua vida</strong>.</p>



<p>O trabalhador decidiu gravar uma despedida. Emocionado, agradeceu aos colegas, gestores e clientes, mas não conseguiu conter o choro ao recordar que foi com aquele emprego que sustentou a família e criou os filhos.</p>



<p>O vídeo começou a circular nas redes sociais em meio ao fechamento de 298 lojas da Casas Bahia e ao pedido de recuperação judicial apresentado pela companhia. A reestruturação deve atingir milhares de funcionários em diferentes regiões do país.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-receber-essa-noticia-nao-e-facil"><strong>“Receber essa notícia não é fácil”</strong></h3>



<p>Na gravação, Edson conta que soube do desligamento durante uma reunião realizada na sexta-feira (14). Ele trabalhava em uma unidade localizada em Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense que faz fronteira com o Paraguai.</p>



<p>“Pensa numa notícia triste para mim. Foram 21 anos de Casas Bahia, e receber essa notícia não é fácil”, afirmou.</p>



<p>Apesar da demissão, o trabalhador utilizou a maior parte do vídeo para agradecer. Ele mencionou as pessoas que conheceu durante mais de duas décadas e as oportunidades que recebeu no período.</p>



<p>A emoção aumentou quando Edson falou sobre o papel que o emprego teve na vida da família.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Foi daqui que tirei o meu sustento, foi daqui que criei meus filhos, foi daqui que formei minha família.Edson Silva</p>
</blockquote>



<p>Ele também descreveu o momento como o encerramento de um dos capítulos mais importantes de sua vida. O vínculo com a empresa não estava relacionado apenas ao salário, mas a acontecimentos pessoais que acompanharam sua trajetória desde a juventude.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-funcionario-deixa-a-empresa-com-coracao-partido"><strong>Funcionário deixa a empresa com “coração partido”</strong></h3>



<p>Edson afirmou que deixa a Casas Bahia com um sentimento de gratidão, mesmo diante da tristeza provocada pelo desligamento.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">“<em>Hoje o coração está partido mesmo, mas com sentimento de dever cumprido</em>”, declarou.</p>



<p>O vídeo repercutiu por mostrar o impacto das demissões para além dos números apresentados em balanços empresariais. No caso de Edson, a decisão encerrou uma trajetória de 21 anos na mesma companhia.</p>



<p>A gravação recebeu mensagens de apoio de pessoas que se identificaram com a situação. Parte dos comentários destacou o tempo dedicado pelo funcionário à empresa, enquanto outros usuários desejaram que ele encontrasse uma nova oportunidade de trabalho.</p>



<p>A demissão ocorreu no mesmo período em que outros trabalhadores da varejista passaram a publicar relatos nas redes sociais. Alguns tinham décadas de empresa e contaram que foram surpreendidos pelo fechamento das unidades onde trabalhavam.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-casas-bahia-fecha-298-lojas"><strong>Casas Bahia fecha 298 lojas</strong></h3>



<p>O caso de Edson ocorreu durante uma ampla redução da estrutura física do Grupo Casas Bahia. A companhia informou o fechamento de&nbsp;<strong>298 lojas</strong>, o equivalente a aproximadamente 29% dos pontos que mantinha em funcionamento.</p>



<p>O plano também contempla uma diminuição expressiva no número de funcionários. Documentos apresentados pela empresa no processo de recuperação judicial mencionam cerca de&nbsp;<strong>3 mil desligamentos</strong>.</p>



<p>Os cortes atingem diferentes setores da companhia, incluindo funcionários das lojas físicas e áreas administrativas. A dimensão exata das demissões em cada cidade ainda pode variar conforme a reorganização das operações.</p>



<p>A empresa afirma que o redimensionamento busca adequar o quadro de funcionários à nova estrutura e reduzir despesas diante do agravamento de sua situação financeira.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-grupo-pede-recuperacao-judicial-com-divida-bilionaria"><strong>Grupo pede recuperação judicial com dívida bilionária</strong></h3>



<p>O Grupo Casas Bahia apresentou no domingo (16) um pedido de recuperação judicial à 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.</p>



<p>A empresa declarou uma dívida de&nbsp;<strong>R$ 17,3 bilhões</strong>. O pedido envolve dez companhias do grupo, incluindo operações ligadas às marcas Casas Bahia, Ponto, Extra.com e à fabricante de móveis Bartira.</p>



<p>Em comunicado ao mercado, o grupo atribuiu a decisão à deterioração de suas condições econômico-financeiras. A companhia citou juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo e o capital de giro.</p>



<p>A recuperação judicial é um mecanismo utilizado por empresas que enfrentam dificuldades para pagar suas dívidas. O processo permite negociar com credores sob supervisão da Justiça enquanto as atividades continuam.</p>



<p>A apresentação do pedido não significa que todas as lojas serão fechadas. A companhia pretende manter parte da operação e concentrar esforços nos pontos e canais considerados mais rentáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-prejuizo-chegou-a-r-10-1-bilhoes-no-trimestre"><strong>Prejuízo chegou a R$ 10,1 bilhões no trimestre</strong></h3>



<p>O pedido de recuperação judicial ocorreu depois de a Casas Bahia divulgar um prejuízo líquido de&nbsp;<strong>R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026</strong>.</p>



<p>No mesmo período de 2025, a perda havia sido de R$ 555 milhões. O resultado mais recente foi afetado também por revisões contábeis, fechamento de unidades, reorganização do quadro de funcionários e mudanças nas expectativas de resultados futuros.</p>



<p>Nos primeiros seis meses de 2026, o prejuízo acumulado chegou a aproximadamente R$ 11,2 bilhões. A companhia encerrou o segundo trimestre com patrimônio líquido negativo.</p>



<p>A Casas Bahia já havia recorrido a uma recuperação extrajudicial em 2024. Na ocasião, negociou aproximadamente R$ 4,1 bilhões em dívidas com bancos e outros credores.</p>



<p>O novo processo possui alcance maior e será analisado pela Justiça. Depois do eventual deferimento, a empresa deverá apresentar um plano detalhando como pretende reorganizar as dívidas e manter as operações.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-demissoes-despertaram-reacao-de-sindicatos"><strong>Demissões despertaram reação de sindicatos</strong></h3>



<p>Entidades que representam trabalhadores do comércio passaram a cobrar esclarecimentos sobre a condução das demissões coletivas.</p>



<p>Sindicatos afirmam ter recebido relatos de funcionários surpreendidos pelos cortes e pelo encerramento de unidades. Entre as preocupações estão o pagamento das verbas rescisórias, a continuidade temporária dos planos de saúde e a possibilidade de transferência para lojas que permanecerão abertas.</p>



<p>Uma eventual ação judicial poderá discutir se houve negociação prévia suficiente com as entidades sindicais antes dos desligamentos. Isso não significa, até o momento, que as demissões tenham sido anuladas.</p>



<p>Os funcionários dispensados devem receber os valores previstos na legislação conforme a modalidade de desligamento, incluindo saldo de salário, férias proporcionais, 13º salário proporcional e demais verbas aplicáveis a cada contrato.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-despedida-expos-o-impacto-dos-cortes"><strong>Despedida expôs o impacto dos cortes</strong></h3>



<p>Edson não apresentou críticas diretas à empresa no vídeo. Mesmo com a voz embargada, concentrou a mensagem no agradecimento às pessoas com quem trabalhou e aos clientes que conheceu durante os 21 anos.</p>



<p>O relato ganhou alcance justamente quando a crise financeira da companhia passou a ser medida pelo fechamento de quase 300 lojas, pelo pedido de recuperação judicial e pela redução de milhares de postos de trabalho.</p>



<p>Para o ex-funcionário, os números representam o encerramento de uma rotina construída ao longo de mais de duas décadas. O emprego que ajudou a criar os filhos e formar a família chegou ao fim em uma reunião, seguida por uma despedida que ele decidiu compartilhar nas redes sociais.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/casas-bahia-entra-com-pedido-de-recuperacao-judicial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 12:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.</p>



<p>A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de&nbsp;<strong>R$ 17,3 bilhões</strong>&nbsp;em dívidas e garantir a continuidade das operações.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.</em></li>
</ul>



<p>Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador.</p>



<p>O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nova tentativa de reorganizar as contas</h2>



<p>Esta não é a primeira vez que a Casas Bahia busca reorganizar sua situação financeira. Em 2024, a companhia realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.</p>



<p>Na época, a empresa apostava que a renegociação das dívidas, aliada à redução dos custos financeiros e à retomada do consumo, seria suficiente para estabilizar suas contas.</p>



<p>No entanto, segundo a própria companhia, o cenário econômico continuou se deteriorando.</p>



<p>Em comunicado ao mercado neste domingo, a Casas Bahia afirmou que enfrentou um ambiente marcado por <strong>juros elevados, restrição ao crédito, aumento dos custos financeiros e queda no consumo, fatores que reduziram sua capacidade de gerar caixa</strong>.</p>



<p>A empresa também informou que não conseguiu concluir operações de captação de recursos consideradas importantes para reforçar seu caixa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nesse cenário de liquidez restrita, o ajuizamento do pedido de recuperação judicial mostra-se necessário e configura mais um passo na direção da reestruturação financeira da companhia, buscando preservar a continuidade das atividades empresariais, proteger a geração de valor futuro e viabilizar uma solução ordenada para o equacionamento de suas obrigações&#8221;, afirmou a empresa.</p>
</blockquote>



<p>Apesar do pedido de recuperação judicial, a companhia informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda, sem interrupções relevantes para os consumidores.</p>



<p>Como o pedido foi apresentado em caráter de urgência, ele ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.</p>



<p><strong>Além da Casas Bahia, o pedido de recuperação judicial inclui outras empresas do grupo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ASAP Log – Logística e Soluções Ltda.</li>



<li>ASAP Log Ltda.</li>



<li>CNT Soluções em Negócios Digitais e Logística Ltda.</li>



<li>Cntlog Express Logística e Transporte Ltda.</li>



<li>Globex Administração e Serviços Ltda.</li>



<li>Cnova Comércio Eletrônico S.A.</li>



<li>Integra Soluções para Varejo Digital Ltda.</li>



<li>Casas Bahia Tecnologia Ltda.</li>



<li>Indústria de Móveis Bartira Ltda.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Prejuízo bilionário antecedeu pedido</h2>



<p>O pedido de recuperação judicial foi anunciado um dia após a divulgação do balanço financeiro do segundo trimestre de 2026.</p>



<p>A companhia registrou prejuízo contábil de&nbsp;<strong>R$ 10,1 bilhões</strong>&nbsp;entre abril e junho deste ano.&nbsp;Segundo a empresa, R$ 9,1 bilhões desse total correspondem a ajustes contábeis extraordinários e despesas ligadas ao plano de reestruturação, sem impacto imediato no caixa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em> Entre os fatores que aumentaram o prejuízo estão ajustes contábeis, como a redução do valor de créditos tributários que a empresa esperava usar no futuro, a reserva de dinheiro para cobrir possíveis disputas e obrigações contratuais, a reavaliação do valor de alguns ativos (como lojas e outros bens) e despesas relacionadas ao processo de reestruturação da companhia.</em></li>
</ul>



<p>Apesar do prejuízo, alguns indicadores operacionais apresentaram melhora.&nbsp;A receita líquida cresceu 1,6%, chegando a&nbsp;<strong>R$ 6,98 bilhões</strong>, enquanto as vendas realizadas diretamente pela internet avançaram 15,3%, alcançando&nbsp;<strong>R$ 2,8 bilhões</strong>.</p>



<p>A empresa também informou que conseguiu aumentar a geração de caixa, reduzir sua dívida líquida e alongar o prazo de vencimento da maior parte dos financiamentos, diminuindo a pressão financeira no curto prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano de transformação</h2>



<p>Segundo a companhia, o pedido de recuperação judicial faz parte da segunda fase do Plano de Transformação, iniciado em 2023 para tornar a operação mais eficiente e financeiramente sustentável.</p>



<p>Como parte dessa estratégia, a empresa fechou 298 lojas consideradas pouco rentáveis, reduziu estoques, cortou custos e passou a concentrar investimentos em operações com maior retorno financeiro.</p>



<p>A companhia afirma que o fechamento das unidades busca aumentar a rentabilidade das lojas remanescentes e fortalecer a geração de caixa, em vez de priorizar a expansão da rede.</p>



<p>No balanço financeiro, a Casas Bahia revelou que, entre o fim de 2025 e o primeiro semestre de 2026, buscou diferentes alternativas para reforçar seu caixa.</p>



<p>A administração realizou reuniões com investidores no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa para avaliar novas formas de captação de recursos, incluindo uma possível oferta de ações.</p>



<p>Paralelamente, negociava uma operação de grande porte com investidores internacionais, considerada importante para o planejamento financeiro da companhia.</p>



<p>Segundo a empresa, a operação acabou não sendo concluída após a desistência do investidor âncora. Outras alternativas de liquidez, como empréstimos-ponte e novas linhas de crédito, também não avançaram nas condições esperadas.</p>



<p>Para a companhia, a combinação entre a frustração dessas captações, os juros elevados, o crédito mais restrito e o enfraquecimento do consumo acelerou a necessidade de recorrer à recuperação judicial como forma de reorganizar sua estrutura financeira e garantir a continuidade dos negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças na direção</h2>



<p>No mesmo dia em que anunciou o pedido de recuperação judicial, a Casas Bahia também comunicou mudanças em sua alta administração.</p>



<p>O vice-presidente Jurídico e Tributário, Fábio Spina, deixou o cargo após atuar na empresa desde 2024. Segundo a companhia, ele continuará prestando consultoria durante o processo de reestruturação.</p>



<p>Para substituí-lo foi nomeada Sírley Lima, executiva com mais de 20 anos de experiência e passagens por empresas como Heineken, Pernod Ricard, Souza Cruz e EY.</p>



<p>A empresa também informou a saída dos conselheiros Jackson Schneider e Rogério Calderón. Cláudia Quintella Woods assumirá uma vaga no Comitê de Auditoria Estatutário, enquanto André Luiz Helmeister passará a integrar o Comitê de Finanças.</p>



<p>Mesmo deixando o Conselho de Administração, Jackson Schneider continuará coordenando os comitês de Auditoria, Riscos, Compliance e de Investigação da companhia.</p>



<p>Fonte: g1</p>
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