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	<title>Economia &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>ES já negocia com 16 empresas do setor automotivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 12:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Chegada da GWM abre oportunidades em moradia, mobilidade, baterias, carregadores e fornecedores, além da cadeia de veículos</p>



<p>O Espírito Santo negocia com 16 empresas do setor automotivo a instalação de operações atraídas pelo novo polo industrial que começa a se formar com a chegada da fábrica da Great Wall Motor (GWM) a Aracruz.</p>



<p>Ao todo, a Nova ES acompanha 26 projetos em negociação com 21 empresas. Desse total, 20 são ligados ao setor automotivo e envolvem 16 companhias.</p>



<p>Os outros seis estão relacionados a negócios que podem surgir no entorno do novo polo, como habitação, mobilidade, baterias, carregadores, fornecedores e áreas destinadas a empresas que atendem diretamente a indústria.</p>



<p>Os dados foram apresentados pela diretora-presidente da Nova ES, Patrícia Gouvêa, no Fórum de Desenvolvimento Econômico do Lide ES, em Vitória.</p>



<p>Segundo Patrícia, esse movimento representa uma “segunda onda” de investimentos. A lógica é que a chegada de uma grande empresa-âncora, como a GWM, não movimente apenas sua cadeia direta de fornecedores e prestadores de serviços, mas também crie novas demandas na região.</p>



<p>“Quando a GWM anuncia que vem para o Espírito Santo, o que gera de oportunidade não está limitado à cadeia de produção direta dela, aos fornecedores daquela indústria ou aos serviços que vão prestar serviço para eles. Gera também oportunidades no território”, afirmou.</p>



<p>Ela citou como exemplos a necessidade de moradia, comércio, mobilidade e infraestrutura para atender trabalhadores e famílias que podem se mudar para a região.</p>



<p>Para a executiva, esse efeito pode ajudar a formar uma nova plataforma industrial no Espírito Santo.</p>



<p>Ela explicou que a atração de investimentos costuma envolver um processo longo de avaliação e que a Nova ES atua para reduzir esse tempo, apresentando aos investidores as condições do Espírito Santo para receber e expandir negócios.</p>



<p>Fatores<br>Entre os fatores analisados pelas empresas estão mercado, logística, infraestrutura, custo de capital e disponibilidade de profissionais. Patrícia acrescentou que previsibilidade e capacidade de execução também pesam na decisão.</p>



<p>A própria GWM foi citada como exemplo. Segundo ela, a montadora levou em conta o histórico de solidez fiscal e o ambiente de negócios do Espírito Santo ao avaliar o Estado para o projeto.</p>



<p>Patrícia ressaltou ainda que a movimentação não se limita ao setor automotivo. Logística, indústria, mineração, siderurgia e petróleo e gás também concentram oportunidades de expansão e novos investimentos no Espírito Santo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mais uma cidade no ParkLog ES</p>



<p>Baixo Guandu passou a integrar o Parklog ES e se tornou o 12º município do projeto, ampliando o eixo logístico que liga a região portuária de Aracruz ao interior do Espírito Santo e à divisa com Minas Gerais.</p>



<p>Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume, a entrada do município completa um corredor estratégico formado também por Aracruz, Colatina, Fundão, Ibiraçu, Jaguaré, João Neiva, Linhares, Marilândia, São Mateus, Serra e Sooretama.</p>



<p>Salume destacou a posição de Baixo Guandu, com acesso à BR-259 e conexão com Minas Gerais. Para ele, a consolidação desse corredor é resultado de investimentos em infraestrutura realizados ao longo de mais de duas décadas.</p>



<p>A estratégia, segundo o secretário, envolve portos, rodovias, aeroportos e projetos ferroviários.</p>



<p>Ele também defende integrar os terminais capixabas em um “arco logístico” e ampliar a conexão do Espírito Santo com Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entenda </p>



<p class="has-medium-font-size">O Parklog ES</p>



<p class="has-small-font-size">Reúne municípios em um eixo logístico que liga a região portuária de Aracruz ao interior do Espírito Santo e à divisa com Minas Gerais.<br>Com a entrada de Baixo Guandu, o projeto passou a contar com 12 municípios participantes.<br>Fazem parte do Parklog ES: Aracruz, Baixo Guandu, Colatina, Fundão, Ibiraçu, Jaguaré, João Neiva, Linhares, Marilândia, São Mateus, Serra e Sooretama.<br>Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume, Baixo Guandu completa o corredor estratégico por sua localização e pelo acesso à BR-259, reforçando a ligação logística com Minas Gerais.<br>Integração</p>



<p>A proposta está associada à integração de diferentes estruturas de infraestrutura, como portos, rodovias, aeroportos e projetos ferroviários.<br>Salume também defende a integração dos terminais capixabas em um “arco logístico”, ampliando a conexão do Espírito Santo com Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<title>Greve na Caixa: Tribunal do Trabalho julga paralisação nesta terça; o que pode acontecer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Caixa decidiu levar o caso à Justiça do Trabalho por meio de um dissídio coletivo, instrumento usado quando empregadores e trabalhadores não conseguem chegar a um acordo na negociação.</p>



<p>O Tribunal Superior do Trabalho (TST) analisa nesta terça-feira (29), às 14h30, o julgamento do dissídio coletivo envolvendo a <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/caixa-economica-federal/">Caixa Econômica Federal</a> e seus empregados, que estão em greve nacional desde 10 de setembro.</p>



<p>A decisão ocorre após <a class="" href="https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/09/24/greve-caixa-acordo.ghtml">uma tentativa de mediação realizada pelo próprio tribunal terminar sem acordo</a> entre banco e trabalhadores.</p>



<p>Agora, o TST vai analisar o conflito entre a Caixa e seus empregados, cujo principal ponto de divergência é o Saúde Caixa, plano de saúde dos trabalhadores do banco. Os empregados rejeitaram três propostas apresentadas pela instituição ao longo das negociações.</p>



<p>Durante o julgamento,<strong> os ministros poderão tentar uma nova conciliação entre as partes</strong>. Caso não haja acordo, o TST poderá decidir sobre os pontos em disputa e estabelecer condições que deverão ser observadas pelo banco e pelos trabalhadores.</p>



<p>Na prática, o tribunal pode ajudar a construir um acordo ou, se isso não for possível, determinar uma solução para encerrar o impasse.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f50e.png" alt="🔎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O julgamento do dissídio não encerra automaticamente a paralisação. </em></strong><em>A continuidade ou não da greve dependerá do andamento do processo e das decisões que forem tomadas pelo tribunal e pelos representantes dos trabalhadores.</em></li>
</ul>



<p>Enquanto isso, o movimento segue por tempo indeterminado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como ficam as contas?</h2>



<p>Segundo especialistas ouvidos pelo <a class="" href="https://g1.globo.com/">g1</a>, a greve não suspende a obrigação de pagar contas, boletos ou parcelas dentro do prazo de vencimento. O consumidor deve buscar canais alternativos para evitar multas e juros por atraso.</p>



<p><strong>A orientação é utilizar:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aplicativo da Caixa;</li>



<li>internet banking;</li>



<li>caixas eletrônicos;</li>



<li>casas lotéricas;</li>



<li>estabelecimentos autorizados a receber contas e boletos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">É possível sacar ou fazer depósitos?</h2>



<p><strong>Sim</strong>. Segundo o Procon-SP, depósitos e saques podem ser realizados em caixas eletrônicos.</p>



<p>O órgão, porém, recomenda que, na ausência de funcionários da instituição bancária, o consumidor evite a ajuda de terceiros ao utilizar os terminais. Isso porque a guarda da senha e do cartão é de responsabilidade do correntista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E os benefícios sociais?</h2>



<p>A Caixa informou que os canais de pagamento dos benefícios sociais permanecem funcionando e que os beneficiários poderão acessar os recursos sem precisar comparecer às agências.</p>



<p>O banco ainda explicou que os pagamentos serão, em sua maioria, por meio de crédito em contas bancárias. O dinheiro pode ser movimentado pelos aplicativos Caixa TEM e App Caixa ou pelo cartão de débito vinculado à conta.</p>



<p>Os recursos podem ser usados para fazer PIX, pagar contas e boletos e realizar compras em estabelecimentos comerciais. Também é possível sacar o dinheiro nos canais disponíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a greve começou</h2>



<p>Os <a class="" href="https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/09/10/caixa-entra-em-greve-nacional-e-banco-do-brasil-tem-paralisacao-parcial-a-partir-desta-quinta-feira.ghtml">funcionários da Caixa estão em greve nacional desde 10 de setembro</a>, após rejeitarem a proposta anterior de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Nesta segunda, os trabalhadores rejeitaram a segunda proposta do banco.</p>



<p>A paralisação começou após <strong>mais de 90% das bases sindicais rejeitarem a oferta apresentada pelo banco</strong>, de acordo com a Contraf-CUT. O Saúde Caixa era apontado pelas entidades como um dos principais pontos de discordância nas negociações.</p>



<p>Enquanto os empregados da Caixa decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, a categoria bancária já havia assinado a Convenção Coletiva de Trabalho com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).</p>



<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Como uma arquiteta transformou plantas do quintal em marca de cosméticos que fatura R$ 250 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 11:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Moda & Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Marca nasceu durante a pandemia e hoje tem cerca de 20 produtos. Todos os ativos usados na produção vêm de comunidades e produtores locais, e empreendedora planeja construir fábrica própria no Maranhão.</p>



<p>A arquiteta Ana Carolina Frota nunca imaginou que o quintal de casa seria o ponto de partida para um negócio de cosméticos naturais. Acostumada a desenhar jardins e projetos de paisagismo, ela viu sua rotina profissional mudar durante a pandemia, quando a demanda por seus serviços diminuiu.</p>



<p>Foi então que <strong>passou a dedicar mais tempo ao cultivo de plantas e à produção artesanal de extratos e óleos</strong>, uma atividade que daria origem à sua marca de cosméticos regenerativos no Maranhão.</p>



<p>O contato com a natureza sempre fez parte da vida da empreendedora. Segundo ela, os primeiros aprendizados sobre cultivo vieram da mãe, que lhe ensinou desde técnicas de plantio até os cuidados necessários para o desenvolvimento das espécies.</p>



<p>Com a abundância de ingredientes cultivados em casa, surgiu uma pergunta: <strong>como transformar aquela produção em algo maior?</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mas eu comecei a colher tanta coisa que eu não sabia o que fazer. E a partir daí começou a ideia de criar uma marca para fazer os cosméticos”, conta Ana Carolina Frota.</p>
</blockquote>



<p>A curiosidade logo deu lugar ao estudo. Para desenvolver produtos seguros e eficientes, Carol, como é conhecida, buscou formação em cosmética natural, fitoterapia, aromaterapia e técnicas de extração de óleos essenciais.</p>



<p>Também recorreu a pesquisas acadêmicas para aprofundar o conhecimento sobre as plantas da biodiversidade maranhense.</p>



<p>Entre os ingredientes utilizados está o urucum, tradicionalmente empregado por povos indígenas e incorporado a produtos como sabonetes, maquiagens e formulações voltadas aos cuidados com a pele. A valorização dos ativos regionais se tornou um dos pilares do negócio.</p>



<p>No início, porém, a iniciativa não tinha pretensões comerciais. Os primeiros óleos essenciais, extratos e sabonetes eram distribuídos para amigos e conhecidos. O interesse crescente dos consumidores mostrou que havia espaço para transformar a atividade em empresa.</p>



<p>A virada aconteceu quando a empreendedora participou de um programa de aceleração voltado para negócios de bioeconomia. Até então, ela não se enxergava como empresária.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eu nem me via como empresária, imagine como startup. Eu era uma artesã de cosméticos”, relembra.</p>
</blockquote>



<p>Com recursos e mentorias, a marca ganhou estrutura para avançar na regularização dos produtos e no planejamento do crescimento.</p>



<p>Parte dos investimentos foi destinada à obtenção das autorizações necessárias para comercialização, incluindo processos junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>



<p>Hoje, a empresa mantém um laboratório em <a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/cidade/sao-luis/">São Luís</a>, onde novas formulações são desenvolvidas.</p>



<p>O trabalho conta com o apoio do engenheiro químico Renato Carvalho, responsável pelo controle de qualidade e pelos testes necessários para garantir a segurança e a estabilidade das fórmulas.</p>



<p>Segundo ele, o desenvolvimento de um único produto pode levar até dois anos e exigir centenas de tentativas.</p>



<p>O portfólio já reúne cerca de 20 itens, incluindo linhas facial, corporal e capilar, além de sabonetes e maquiagens. O produto mais vendido é um óleo corporal produzido a partir do babaçu, ingrediente símbolo da região.</p>



<p>A conexão com o território também orienta a escolha de fornecedores. Atualmente, <strong>100% dos ativos utilizados na produção são adquiridos de comunidades e produtores locais</strong>, fortalecendo cadeias ligadas à sociobiodiversidade maranhense.</p>



<p>A empreendedora afirma que faz questão de apresentar os produtos finalizados às quebradeiras de coco babaçu que fornecem parte da matéria-prima.</p>



<p>Para os consumidores, o diferencial vai além dos benefícios cosméticos. A cliente Laíse Frasão, usuária da linha capilar e de produtos faciais da marca, afirma que a compra também representa apoio à preservação ambiental e aos conhecimentos tradicionais da região.</p>



<p>A estratégia tem refletido nos resultados financeiros. O <strong>faturamento da empresa passou de R$ 100 mil em 2023 para R$ 250 mil em 2025</strong>, com vendas realizadas por e-commerce próprio, feiras e lojas parceiras.</p>



<p>Agora, o próximo passo da empreendedora é ainda mais ambicioso: <strong>construir uma fábrica própria em território maranhense.</strong></p>



<p>O projeto prevê unir produção industrial, pesquisa e educação ambiental em um mesmo espaço, reforçando a proposta de gerar valor econômico a partir da conservação da biodiversidade.</p>



<p><strong>“Eu vejo muito o trabalho da minha empresa nesse lugar, de ser também um parâmetro, um norte”, afirma Ana Carolina Frota.</strong></p>



<p>Fonte: G1</p>
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		<item>
		<title>Desemprego chega a 2,3% no ES, menor taxa da história</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/desemprego-chega-a-23-no-es-menor-taxa-da-historia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 11:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Estado criou 24,2 mil empregos formais no primeiro semestre, mas informalidade avançou e atingiu 40% dos trabalhadores</p>



<p>O Espírito Santo registrou a menor taxa de desemprego da série histórica no segundo trimestre de 2026. O índice de desocupação caiu para <strong>2,3%</strong>, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (<strong>PNAD Contínua</strong>), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong>IBGE</strong>).</p>



<p>Com o resultado, o Estado manteve a menor taxa de desemprego da Região Sudeste e passou a ocupar a terceira posição entre os estados brasileiros, atrás apenas de Santa Catarina e Mato Grosso.</p>



<p>A análise foi feita pelo Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, com base nos dados da PNAD Contínua.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-numero-de-desempregados-fica-abaixo-de-50-mil">Número de desempregados fica abaixo de 50 mil</h3>



<p>O <strong>Espírito Santo</strong> encerrou o segundo trimestre com aproximadamente <strong>2,129 milhões de pessoas na força de trabalho.</strong> O número de desocupados caiu de 66 mil para 49 mil entre o primeiro e o segundo trimestre.</p>



<p><strong>Foi a primeira vez desde o início da série histórica, em 2012, que o Estado registrou menos de 50 mil pessoas desocupadas.</strong></p>



<p>A taxa também apresenta uma forte redução no longo prazo. No terceiro trimestre de 2020, o desemprego chegou a 14,2%. Desde então, o indicador recuou 11,9 pontos percentuais, até alcançar os atuais 2,3%.</p>



<p>O número de pessoas ocupadas também aumentou. O Estado chegou a aproximadamente 2,080 milhões de trabalhadores ocupados, cerca de 71 mil a mais que no primeiro trimestre.</p>



<p>Segundo o coordenador do Observatório do Comércio, André Spalenza, o resultado mostra a força do mercado de trabalho capixaba, mas também aumenta a necessidade de melhorar a qualidade das ocupações.</p>



<p><strong>“A taxa de desemprego chegou a um nível historicamente baixo e mostra que a maior parte das pessoas que busca uma oportunidade consegue se inserir rapidamente no mercado.”</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-informalidade-sobe-e-chega-a-40">Informalidade sobe e chega a 40%</h4>



<p>Apesar da queda histórica do desemprego, a informalidade avançou no período.</p>



<p><strong>A taxa passou de 38,6% para 40% entre o primeiro e o segundo trimestre, atingindo o maior nível desde o segundo trimestre de 2022. O índice também ficou acima da média nacional, de 37,4%.</strong></p>



<p>Em números absolutos, o Espírito Santo passou a ter aproximadamente 832 mil trabalhadores informais, 57 mil a mais do que no primeiro trimestre.</p>



<p>Para Spalenza, a informalidade é o principal desafio do mercado de trabalho capixaba.</p>



<p>“O Espírito Santo já possui um mercado de trabalho com desemprego muito baixo. Agora, é importante transformar esse avanço em empregos de maior qualidade, ampliando a formalização e a proteção social.”</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-es-cria-24-2-mil-empregos-formais-no-semestre">ES cria 24,2 mil empregos formais no semestre</h5>



<p>Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) também mostram um desempenho positivo do mercado de trabalho.</p>



<p>No primeiro semestre de 2026, o Espírito Santo criou&nbsp;<strong>24.177 empregos com carteira assinada</strong>, alta de&nbsp;<strong>16,9%</strong>&nbsp;em relação ao mesmo período de 2025. Foram 3.494 postos a mais.</p>



<p>Todos os grandes setores registraram saldo positivo:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Setor</th><th>Novos empregos</th></tr></thead><tbody><tr><td>Serviços</td><td>9.180</td></tr><tr><td>Agropecuária</td><td>7.867</td></tr><tr><td>Indústria</td><td>3.309</td></tr><tr><td>Construção</td><td>3.029</td></tr><tr><td>Comércio</td><td>792</td></tr><tr><td><strong>Total</strong></td><td><strong>24.177</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A&nbsp;<strong>Agropecuária</strong>&nbsp;teve forte influência das contratações temporárias relacionadas à safra de café. Já a Construção registrou crescimento de&nbsp;<strong>73,1%</strong>&nbsp;na geração de postos.</p>



<p>Com o resultado, o Espírito Santo chegou a&nbsp;<strong>940.383 vínculos formais</strong>&nbsp;em junho, alta de 1,9% na comparação com o mesmo mês de 2025.</p>



<p>O setor de Serviços concentrava 45,4% desses vínculos, enquanto o Comércio respondia por 25,2%.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-vitoria-lidera-geracao-de-empregos">Vitória lidera geração de empregos</h2>



<p>Entre os municípios capixabas,&nbsp;<strong>Vitória</strong>&nbsp;liderou a criação de empregos formais no primeiro semestre, com&nbsp;<strong>4.182 postos</strong>.</p>



<p>Na sequência aparecem:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Município</th><th>Empregos gerados</th></tr></thead><tbody><tr><td>Vitória</td><td>4.182</td></tr><tr><td>Linhares</td><td>2.523</td></tr><tr><td>Aracruz</td><td>2.106</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Em Linhares, a Agropecuária respondeu por 1.140 vagas. Já em Aracruz, a Indústria criou 1.530 postos.</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-interior-concentra-69-das-novas-vagas">Interior concentra 69% das novas vagas</h6>



<p>A geração de empregos também avançou para o interior do Estado. Os municípios fora da Região Metropolitana da Grande Vitória foram responsáveis por 16.607 novos postos, cerca de 69% do total estadual.</p>



<p>Na Grande Vitória, foram criadas 7.570 vagas no período.</p>



<p>Apesar do resultado, a geração de empregos no interior ainda apresenta forte influência da sazonalidade da Agropecuária, principalmente por causa das contratações para a safra de café.</p>



<p>“O desafio é fortalecer os demais setores para absorver essa mão de obra e ampliar as oportunidades de permanência no mercado formal ao longo do ano”, afirmou Spalenza.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>



<p></p>
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		<title>GWM acelera projeto de fábrica no Espírito Santo</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/gwm-acelera-projeto-de-fabrica-no-espirito-santo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A chinesa GWM quer antecipar o início da fabricação de carros em Aracruz para 2028. Em princípio, o início das operações estava previsto para o primeiro trimestre de 2029. “Queremos trazer o início da produção para 2028. Para o segundo semestre já seria ótimo, primeiro semestre de 2028 seria um sonho, mas estamos trabalhando para isso”, assinalou Ricardo Bastos, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da GWM Brasil.</p>



<p>Ele passou a semana em Vitória e divlgou a informação para empresários, entidades e governo. Uma das questões fundamentais é resolver o licenciamento ambiental. O objetivo é obter as autorizações para começar a movimentar terra no terreno de Barra do Riacho em até 60 dias. “É uma área industrial consolidada, já tivemos boas notícias sobre um processo mais ágil de licenciamento. Queremos iniciar as obras o quanto antes”.</p>



<p>A aceleração dos trabalhos no Estado passa por algumas questões. O mercado interno chinês está mudando, inclusive com queda de produção prevista para 2026, o que vem obrigando as montadoras de lá a olhar para novos mercados, e o Brasil, pelo tamanho, é uma das prioridades. Países como Argentina também chamam atenção. A outra questão é a demanda interna do Brasil por carros eletrificados. A GWM deve comercializar 100 mil carros no Brasil em 2026, bem acima das perspectivas.</p>



<p>“É um contexto bastante positivo, por isso estamos correndo ainda mais com o projeto do Espírito Santo. Estamos acelerando os planos e revisando o tempo todo o projeto, sempre observando este novo cenário. Precisamos começar o mais rápido possível”, avisou Bastos.</p>



<p>Em princípio, a operação de Aracruz receberá um investimento de US$ 1 bilhão e produzirá, na plena capacidade, 200 mil carros. A primeira fase começaria já com 100 mil carros.</p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>
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		<title>Congresso vota nesta semana fim da escala 6&#215;1 e &#8220;taxa das blusinhas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[votação]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>PEC da Segurança Pública e terras raras também estão na pauta</em></p>



<p>O <strong>Congresso Nacional</strong> deve analisar nesta semana cinco propostas de grande repercussão social, como o <strong>fim da jornada 6×1</strong> e a isenção de impostos para as compras de até US$ 50 em plataformas digitais, conhecida como “<strong>taxa das blusinhas“</strong>. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701015&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701015&amp;o=node"></p>



<p>As pautas&nbsp;fazem parte do&nbsp;esforço concentrado da Câmara dos Deputados e do Senado antes das eleições de outubro.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-fim-da-escala-6x1">Fim da escala 6×1</h3>



<p>O texto que prevê o fim da jornada de trabalho de seis dias para um de descanso deve ser analisado na&nbsp;quarta-feira (2)&nbsp;pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.</p>



<p>O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM),&nbsp;apresentou na última quinta-feira (27)&nbsp;<strong>parecer favorável e rejeitou as doze emendas apresentadas pelos senadores</strong>. A estratégia é manter o mesmo texto&nbsp;aprovado pela Câmara e, assim, evitar que a proposta precise voltar para análise dos deputados.</p>



<p><strong>Veja o que prevê o texto:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dois dias de repouso semanal remunerado, sendo um deles preferencialmente aos domingos;</li>



<li>Salário não poderá ser reduzido por causa diminuição da jornada;</li>



<li>Dois meses após a promulgação da PEC, a jornada máxima passa das atuais 44 para 42 horas semanais;</li>



<li>Um ano depois do fim desse primeiro período, cai definitivamente para 40 horas.</li>
</ul>



<p>Se for aprovada na CCJ, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ainda precisa passar por dois turnos de votação no Plenário do Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada um.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-fim-da-taxa-das-blusinhas">Fim da “taxa das blusinhas”</h4>



<p>Outro assunto de forte repercussão é o fim da chamada “taxa das blusinhas”, o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50.</p>



<p>A Medida Provisória&nbsp;começa a semana na comissão mista de deputados e senadores, que se reúne nesta segunda-feira (31), às 16h. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), deve apresentar o parecer e há expectativa de votação na própria comissão.</p>



<p>A MP perde a validade no dia 8 de setembro. Se aprovada na comissão, ainda precisa passar pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-mototaxistas-e-entregadores-de-aplicativo">Mototaxistas e entregadores de aplicativo</h5>



<p>Na Câmara, a primeira sessão de votação está marcada para esta segunda-feira (31), às 18h.</p>



<p>Além da “taxa das blusinhas”, estão previstas outras duas medidas provisórias ligadas aos trabalhadores de aplicativos: uma s<strong>implifica as regras para mototaxistas e profissionais de motofrete</strong>; e outra cria uma&nbsp;<strong>linha de financiamento para entregadores comprarem motos e bicicletas elétricas.</strong></p>



<p>Entre os outros projetos que podem ser analisados pelos deputados estão a manutenção dos incentivos fiscais para doações aos programas de atenção oncológica e de saúde da pessoa com deficiência, a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica e o Plano Nacional de Cultura para os próximos dez anos.</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-pec-da-seguranca-publica"><strong>PEC da Segurança Pública</strong></h6>



<p>No Senado, outra prioridade é a PEC da Segurança Pública, que também está na Comissão de Constituição e Justiça. A proposta amplia a integração entre as forças de segurança, o compartilhamento de informações e altera regras de financiamento do setor.</p>



<p>Na pauta econômica, os senadores devem tentar avançar no Redata, que cria incentivos para a instalação de data centers no Brasil, e no marco dos minerais críticos e estratégicos, matérias-primas essenciais para setores como tecnologia, energia limpa, carros elétricos e defesa.</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-orcamento-de-2027"><strong>Orçamento de 2027</strong></h6>



<p>Além das votações, o Congresso recebe uma das propostas mais importantes para a economia no próximo ano: o&nbsp;<strong>Orçamento de 2027.</strong></p>



<p>O governo precisa encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária Anual, o PLOA, com as estimativas de receitas e despesas da União para o ano que vem.</p>



<p>A proposta abre uma nova rodada de negociações sobre as prioridades do governo, o cumprimento das metas fiscais e os recursos destinados às políticas públicas e aos investimentos federais.</p>



<p>O texto ainda será analisado pela Comissão Mista de Orçamento antes de seguir para votação no Congresso Nacional.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Justiça do Rio de Janeiro decreta falência da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Oi publicou fato relevante na tarde desta terça-feira (25) confirmando a falência da empresa, conforme julgamento realizado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p>



<p>No comunicado oficial, a empresa informou que a decisão colegiada da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ negou os recursos movidos por Bradesco e Itaú, que haviam pedido a continuidade do processo de recuperação judicial da empresa.</p>



<p>A Oi acrescentou que houve a nomeação de Adriano Pinto Machado, Sérgio Zveiter e Preserva Ação como administradores judiciais dessa etapa final.</p>



<p>O grupo ressaltou que manterá seus acionistas e o mercado informados a respeito do andamento do processo de recuperação judicial, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis.</p>



<p>Em novembro de 2025, a falência do grupo já havia sido decretada, porém, a decisão acabou sendo suspensa depois de bancos terem recorrido, levando a empresa ao segundo processo de recuperação judicial.</p>



<p>A primeira recuperação judicial da companhia de telecomunicações ocorreu em dezembro de 2022, mas a Oi seguiu enfrentando dificuldades financeiras. Diante de mais um risco de liquidez, a empresa voltou a recorrer ao judiciário.</p>



<p>Nesse momento, foi dado início ao segundo processo de recuperação judicial, que se encerrou na tarde desta terça-feira.</p>



<p>O TJ-Rj informou, por meio de comunicado, que foram julgados na mesma sessão os agravos de instrumentos, além dos impetrados pelo Itaú Unibanco e Bradesco, os do UM Bank e V.tal, que estavam relacionados à decisão que modificou a recuperação do Grupo Oi em falência.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Vitória vive alta no mercado imobiliário de luxo e atrai novos investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[vitória ES]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dezembro de 2025, o preço médio do metro quadrado residencial, em <strong>Vitória</strong>, chegou a R$ 14.108. O valor colocou a capital capixaba a frente de cidades tradicionalmente associadas a um mercado imobiliário mais caro.</p>



<p>A cidade manteve o ritmo de valorização em 2026.<strong> Em julho, o preço médio chegou a R$ 15.448 por metro quadrado.</strong></p>



<p>Em uma cidade com território limitado, poucos terrenos disponíveis e novos empreendimentos voltados, em grande parte, ao <strong>médio e alto padrão</strong>, a procura por imóveis tem pressionado os preços e mudado o perfil do mercado imobiliário da capital.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-uma-grande-oportunidade">Uma grande oportunidade</h4>



<p>Para quem acompanha essa valorização de perto, o movimento também influencia decisões de investimento. A fisioterapeuta dermatofacial Taísa Ávilla, por exemplo, decidiu comprar, com a família, um estúdio em Vitória. A escolha foi motivada pela versatilidade do imóvel e pelo potencial de locação por temporada.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Taisa-Avilla-fisioterapeuta-dermatofacial.png" alt="" class="wp-image-7993331"/><figcaption class="wp-element-caption">Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Eu achei essa oportunidade bem bacana. O estúdio é um imóvel versátil, pelo tamanho e por ser mais fácil de alugar por temporada. É uma região de fácil acesso e um bairro que está crescendo e se sustentando</em>.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>



<p>Mesmo antes da entrega do empreendimento, Taísa afirma que já percebeu a valorização do imóvel.</p>



<p><strong>“Hoje eu já tenho conhecimento de que ele valorizou bastante, mesmo ainda estando em construção. A gente procurou saber de pessoas que compraram depois e o valor já subiu bastante”</strong>, afirma.</p>



<p>Os números ajudam a explicar o entusiasmo de quem, assim como ela, investiu na capital. Segundo o Índice FipeZAP, os imóveis residenciais, em Vitória, acumularam valorização de 15,13%, em 2025.</p>



<p>O resultado ficou muito acima da média nacional, que foi de 6,52%, e também superou a inflação do período, de cerca de 4,18%.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-alto-potencial-mas-pouco-espaco-para-crescer">Alto potencial, mas pouco espaço para crescer</h4>



<p>Mas como Vitória conseguiu superar capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis no preço médio dos imóveis? Para o gestor comercial da Grand Construtora, Eduardo Gasperazzo, uma das principais explicações está na própria geografia da cidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Eduardo-Gasperazzo-gestor-comercial-da-Grand-Construtora.png" alt="" class="wp-image-7993330"/><figcaption class="wp-element-caption">Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Um dos fatores é a restrição em relação aos terrenos disponíveis. A gente mora em uma ilha. Em algum momento, essa ilha vai ter dificuldade de ter terrenos para desenvolver novos projetos</em>.&#8221; Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora</p>



<p>A lógica é direta: quando há menos áreas disponíveis para novos empreendimentos e a demanda permanece elevada, o preço tende a ser pressionado.</p>



<p>Além da escassez de terrenos, outro fator tem influenciado o mercado. Nos últimos anos, uma parcela significativa dos lançamentos na capital tem sido direcionada ao médio e alto padrão.</p>



<p><strong>“Na maioria dos lançamentos que tivemos nos últimos anos, na capital, os empreendimentos são de médio e alto padrão. Isso também pressiona o preço dos imóveis”</strong>, explica Gasperazzo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade de vida coloca Vitória no radar</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Una-Residence-2.jpg" alt="" class="wp-image-7993333"/><figcaption class="wp-element-caption">Una Residence, empreendimento da Grand Construtora, em Vitória, foi praticamente todo vendido antes mesmo do lançamento. Imagem: divulgação/Grand</figcaption></figure>



<p>Outro fator apontado pelo setor é a procura crescente por Vitória como lugar para morar e investir.</p>



<p>Gasperazzo afirma que a cidade tem atraído pessoas de outras regiões do Brasil por características como qualidade de vida, facilidade de deslocamento e concentração de serviços.</p>



<p><strong>“Vitória está sendo descoberta de forma geral pelo Brasil. As pessoas estão vindo para cá pela qualidade de vida e pela facilidade de locomoção. Existem vários fatores contribuindo para essa valorização dos imóveis.”</strong></p>



<p>Segundo ele, entre os compradores de empreendimentos de alto padrão estão empresários que buscam trocar de imóvel e melhorar a estrutura onde vivem, além de investidores atentos ao potencial de valorização.</p>



<p><strong>“Esse cliente observa os fatores que pressionam o preço e consegue enxergar esse panorama. Ele busca aproveitar essa valorização”</strong>, afirma.</p>



<p>Uma prova dessa procura é o Una Residence, no bairro bairro Bento Ferreira. O empreendimento da Grand Construtora, com vista para a baía de Vitória e localização estratégica, teve quase todos os 124 apartamentos de luxo vendidos antes mesmo do lançamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esperar-do-mercado-de-vitoria">O que esperar do mercado de Vitória?</h4>



<p>Vitória tem uma característica que diferencia seu mercado de outras cidades: o espaço para expansão horizontal é limitado. Com poucos terrenos disponíveis, novos projetos dependem cada vez mais da substituição de imóveis antigos, da requalificação de áreas já ocupadas e de empreendimentos com maior valor agregado.</p>



<p>Isso ajuda a explicar por que a capital capixaba vem mantendo uma trajetória de valorização consistente. Em cinco anos, Vitória saiu da quinta posição para a liderança entre as capitais com maior preço médio do metro quadrado.</p>



<p>Para quem já investiu, como Taísa, os números reforçam uma escolha feita olhando para longo prazo. Para quem ainda pretende entrar no mercado, o cenário exige uma análise mais cuidadosa: em uma cidade onde o espaço é limitado e os preços avançam acima da média nacional, localização, perfil do imóvel e objetivo da compra fazem cada vez mais diferença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;O imóvel é um patrimônio mais concreto. Você está vendo o imóvel, vendo que ele está valorizando. Para a gente, é um investimento mais conservador porque temos um pouco de receio de investimentos com risco maior.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Petróleo cai apesar de novas sanções dos EUA ao Irã e baixo fluxo em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira (24) em correção de ganhos recentes após seis sessões consecutivas de alta, colocando em segundo plano o baixo tráfego pelo Estreito de Ormuz e as novas sanções dos EUA ao Irã.</p>



<p>Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo&nbsp;<strong>WTI</strong>&nbsp;para outubro fechou em queda de 2,35% (US$ 2,05), a US$ 85,01 por barril.</p>



<p>O petróleo&nbsp;<strong>Brent</strong>&nbsp;para novembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em baixa de 2,3% (US$ 2,13), a US$ 90,54 por barril.</p>



<p>Os EUA sancionaram nesta segunda cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com ligação ao regime iraniano, enquanto o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, ameaçou cortar países que tenham laços econômicos com Teerã do sistema financeiro do dólar, ao anunciar a operação &#8220;Economic Outcast&#8221; – ou &#8220;Pária Econômico&#8221;, em português.</p>



<p>O regime persa, entretanto, diz que considerará o apoio de qualquer país às novas medidas econômicas dos EUA contra o Irã um &#8220;ato de guerra&#8221; e que a campanha de pressão econômica de Washington fracassará.</p>



<p>O chefe de Segurança iraniano, Mohsen Rezaei, sugeriu ainda que Teerã pode reconsiderar sua rejeição de longa data às armas nucleares, argumentando que os ataques dos EUA ao país fortaleceram o argumento para a aquisição de bomba atômica como forma de dissuasão.</p>



<p>Tensões também continuam no navegação do Golfo Pérsico após a Arábia Saudita confirmar que um navio foi atacado pelos Houthis do Iêmen, grupo ligado ao Irã, no Mar Vermelho. Segundo a Kpler, menos de 20 embarcações de commodities transitaram pelo Estreito de Ormuz no fim de semana.</p>



<p>Embora as sanções tenham um alcance mais amplo, grande parte da atenção estará nas implicações para as exportações de petróleo do Irã, diz David Oxley, da Capital Economics.</p>



<p>&#8220;Na prática, suspeitamos que o novo pacote terá apenas um impacto direto limitado nos fluxos de energia iranianos no curto prazo&#8221;, já que a maioria das exportações de petróleo vai para a China, que não reconheceu as sanções dos EUA no passado, acrescenta Oxley.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Governo anuncia R$ 2,3 bi para IA e busca equilíbrio entre EUA e China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo brasileiro anunciou nesta quinta-feira investimentos de cerca de R$ 2,3 bilhões para fortalecer seu ecossistema de infraestrutura para inteligência artificial, dividindo projetos entre empresas dos Estados Unidos e da China, em um movimento que ressalta a tentativa de equilibrar relações com as duas potências.</p>



<p>Pouco mais da metade do total, R$ 1,3 bilhão, financiará um projeto de infraestrutura de supercomputação no Rio de Janeiro desenvolvido em parceria com as chinesas Huawei e iFlytek.</p>



<p>Segundo o governo, a estrutura será usada principalmente para desenvolver modelos de linguagem de uso geral e aplicações setoriais.</p>



<p>Separadamente, cerca de R$ 1 bilhão será destinado a um edital para um supercomputador que o Brasil espera ver entre as dez máquinas mais poderosas do mundo para processamento de inteligência artificial.</p>



<p>O equipamento será instalado no Rio Grande do Norte, escolhido, segundo o governo, por seu forte potencial energético. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do anúncio do investimento no Estado.</p>



<p>Integrantes do governo, sob condição de anonimato, disseram esperar que a fabricante norte-americana de chips Nvidia vença a disputa, depois que a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na semana passada que previa a empresa como fornecedora.</p>



<p>&#8220;A estratégia não é depender de uma única empresa, tecnologia ou país&#8221;, afirmou o governo federal em nota, acrescentando que os investimentos buscam fortalecer a soberania nacional sobre dados gerados por serviços públicos e privados brasileiros.</p>



<p>Protagonista global na corrida da inteligência artificial, a China tem ampliado sua presença como principal parceira comercial do Brasil. Já os Estados Unidos seguem como a maior fonte de investimento direto estrangeiro no país, apesar de terem perdido participação no comércio e de terem imposto recentemente tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.</p>



<p>Os investimentos serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), com desembolsos parcelados.</p>



<p>O governo espera que o supercomputador entre em operação até o final do próximo ano, e que a infraestrutura de supercomputação em cooperação com as empresas chinesas opere a partir de julho.</p>



<p>Lula, que tem defendido reiteradamente autonomia estratégica em relação às grandes potências, enfrenta uma campanha presidencial para reeleição na qual seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), promete maior aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caso seja eleito.</p>



<p>O governo também anunciou nesta quinta-feira uma parceria com a Espanha baseada na arquitetura aberta RISC-V para o desenvolvimento de chips, planos para um serviço brasileiro de computação em nuvem por meio de parcerias público-privadas e a futura criação de um centro nacional de transparência algorítmica e IA confiável, que será operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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