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	<title>Educação &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Governo do Estado autoriza R$ 45 milhões para ampliar a Educação Infantil na Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p>O governador do Estado, Renato Casagrande, autorizou, nessa terça-feira (13), no município da Serra, a abertura dos editais de licitação de um conjunto de obras na Educação Infantil, viabilizadas com recursos do Fundo Estadual de Apoio à Ampliação e Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil (Funpaes). A iniciativa representa um investimento aproximado de R$ 45 milhões para a construção e ampliação de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), reforçando o compromisso do Governo do Estado com a expansão e a qualificação do atendimento à Primeira Infância.<br><br>“Vivemos um dia histórico para a educação infantil da Serra, com a autorização de quase R$ 45 milhões em investimentos. Vamos construir novas creches e ampliar e reformar unidades já existentes, garantindo mais qualidade no atendimento às nossas crianças. Seguiremos investindo de forma consistente na educação, porque é por meio dela que reduzimos desigualdades, abrimos oportunidades e construímos um futuro melhor para as próximas gerações&#8221;, afirmou o governador.</p>



<p>Com os recursos, serão construídos seis novos Centros Municipais de Educação Infantil nos bairros Novo Horizonte, Vila Nova de Colares, Morada de Laranjeiras, Praiamar e Belvedere, além da nova sede do CMEI Mônica. Também estão previstas obras de ampliação e reforma em outras três unidades já existentes: CMEI Infância Feliz, CMEI Integração Maringá e Mata da Serra e CMEI Maria Ângela Teixeira Simões. As intervenções vão ampliar significativamente a oferta de vagas, inclusive em tempo integral, e garantir ambientes pedagógicos modernos, acessíveis e adequados ao desenvolvimento integral das crianças.<br><br>Durante a solenidade, o secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo, destacou o papel estratégico do Funpaes no apoio aos municípios. “O Funpaes é um instrumento fundamental para fortalecer o regime de colaboração entre o Estado e os municípios. Por meio desse Fundo, o Governo do Estado tem garantido investimentos estruturantes que ampliam o acesso à Educação Infantil e qualificam os espaços escolares, assegurando às crianças melhores condições de aprendizagem e desenvolvimento desde os primeiros anos”, afirmou.<br><br>Ainda na ocasião, o governador Renato Casagrande deu as boas-vindas aos novos professores efetivos da Rede Municipal de Ensino da Serra, empossados simbolicamente durante a cerimônia, e destacou a importância da valorização dos profissionais da educação para a qualidade do ensino.</p>



<p>Fonte: Governo Es.</p>
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		<title>Tenda Ambiental Itinerante (Taia) oferece ações sobre Educação Ambiental na orla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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<p>Verão e educação ambiental caminham juntas para um ecossistema de preservação do meio ambiente. Aracruz é repleta de paisagens exuberantes e cheias de vida, tanto nas florestas como nas praias do litoral o ponto chave é o mesmo, a conservação. A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) tornou a Tenda Ambiental Itinerante de Aracruz (Taia) em peça fundamental na programação de verão na orla do município.</p>



<p>A Taia funciona com um ponto de encontro educativo ambiental que caminha em vários pontos das praias de Aracruz como (Barra do Sahy, Mar Azul, Santa Cruz e Coqueiral), trazendo um único objetivo, proporcionar o momento de lazer dos banhistas em oportunidade para o aprendizado sobre a importância da preservação do ecossistema local.</p>



<p>Seguindo o mesmo modelo dos anos anteriores, em 2026 não será diferente, focado na educação e atividades que levam a população a participarem dos momento que o Meio Ambiente oferece: Educação Ambiental, entrega de sacolas biodegradáveis aos banhistas para recolhimento do lixo produzido e &nbsp;jogos para as crianças, abordando o tema do descarte correto dos resíduos preservando a fauna e a restinga.</p>



<p><em>&#8220;Estamos proporcionando educação a população sobre a importância, mesmo no momento de lazer, preservar o meio ambiente. As ações é para reforçar, é sobre conscientizar que a vida marinha também merece cuidado e respeito&#8221;,</em>&nbsp;afirmou o secretário da pasta, Aladim Cerqueira.</p>



<p>A programação segue pelas praias aos&nbsp;<strong>sábados, das 08h às 11h30.</strong></p>



<p><strong>24/01</strong>&nbsp;– Praia de Coqueiral (Próximo ao Restaurante do Trevo)&nbsp;<br><strong>31/01</strong>&nbsp;– Praia de Santa Cruz (Próximo ao Campinho de Areia)&nbsp;<br><strong>07/02</strong>&nbsp;– Praia de Barra do Sahy (Em frente a Praça dos Corais)&nbsp;</p>



<p>Em caso de dúvidas, entre em contato com a Gerência de Educação Ambiental e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente pelo telefone (27) 99810-7251.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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		<title>Sisu 2026: inscrições começam nesta segunda e ES oferece 6,4 mil vagas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-29.jpg" alt="" class="wp-image-45695" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-29.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-29-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-29-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-29-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-29-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>As inscrições para a edição de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/sisu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sisu</a></strong>) começarão nesta segunda-feira (19) e poderão ser feitas até as 23 horas e 59 minutos de sexta-feira (23), no horário de Brasília.</p>



<p>O Sisu é o processo seletivo para ingresso em&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/ensino-superior/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cursos de graduação gratuitos</a></strong>&nbsp;em instituições públicas de educação superior em todo o país.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Câmara aprova criação de escolas cívico-militares em São Mateus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 11:49:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Projeto da gestão de Marcos da Cozivip teve oposição somente da vereadora Valdirene</p>



<p>A Câmara de São Mateus, no norte do Estado, aprovou, por nove votos a um, o Projeto de Lei nº 032/2025, de autoria da gestão do prefeito Marcus da Cozivip (Podemos), que institui escolas cívico-militares no município. O projeto chegou ao Legislativo no mesmo dia da votação, que ocorreu em sessão extraordinária. O único voto contrário foi da Professora Valdirene (PT), presidente da Comissão de Educação, Cultura, Saúde, Agricultura e Meio Ambiente.</p>



<p>O projeto, encaminhado ao Legislativo com mensagem assinada pelo prefeito, declara que sua finalidade é “promover a melhoria dos indicadores educacionais, fortalecer a cultura de paz, a valorização da cidadania, o respeito às normas e a colaboração entre comunidade escolar, família e gestão pública” (Art. 1º). A justificativa afirma, ainda, que o modelo busca “elevar indicadores educacionais, reduzir evasão, indisciplina e episódios de violência escolar, e incentivar valores éticos e cívicos”.</p>



<p>O texto prevê a criação das escolas cívico-militares integradas à rede municipal, submetidas às normas gerais da educação nacional e ao Sistema Municipal de Ensino, orientadas por diretrizes como a “promoção de ambiente educacional seguro, disciplinado e adequado ao processo de ensino-aprendizagem”; “cooperação entre profissionais da educação e pessoal de apoio de caráter cívico-militar”; e “fortalecimento dos valores de civismo, ética, respeito mútuo e responsabilidade social”.</p>



<p>Cada unidade deverá seguir projeto político-pedagógico e regimento próprio, elaborado em parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (SME) e a Polícia Militar ou Corpo de Bombeiros. Ainda segundo a matéria, a gestão pedagógica seguirá sob responsabilidade exclusiva da equipe profissional da educação, enquanto os agentes cívico-militares ficam limitados a funções de apoio, orientação disciplinar não punitiva, organização de rotinas e ações de civismo.</p>



<p>A seleção das escolas que poderão aderir ao modelo dependerá de manifestação de interesse da comunidade escolar, análise técnica da SME e disponibilidade de profissionais. Segundo o prefeito, a transformação só ocorrerá “onde houver real demanda e adesão”, afirmando tratar-se de proposta que respeita “o ordenamento jurídico educacional, a gestão democrática e a autonomia pedagógica”.</p>



<p>Antes do início da ordem do dia, Valdirene pediu tempo para solicitar assessoria institucional, conforme o artigo 60 do Regimento Interno, mas o presidente da Casa, Wanderlei Segantini (MDB), respondeu que o pedido estava prejudicado o andamento da sessão e cobrou que a vereadora indicasse o relator. Por fim, o vereador Eliandro Schaeffer (PSB) assumiu a relatoria e apontou controvérsia sobre constitucionalidade e criticou a negativa do pedido de assessoramento institucional e que o projeto estava, assim, “deliberado”.</p>



<p>Ainda antes da votação, a presidente do colegiado apontou que a convocação da sessão extraordinária, naquele horário, às 16h, inviabilizaria a presença da sociedade. “A grande maioria da população está trabalhando. Um projeto dessa importância deveria ser discutido com a comunidade”, enfatizou.</p>



<p>Ela alertou que o tema “ainda é debatido a nível federal, já que a CGU [Controladoria-Geral da União] considerou a criação dessas escolas inconstitucional, e a matéria aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal. “O que custa aguardar?”, questionou. Apesar disso, as comissões permanentes emitiram parecer favorável, e a presidência reforçou que “o parecer da Procuradoria já foi dado”, o que abriu caminho para a votação.</p>



<p>Em defesa do projeto, o vereador Branco da Penal (PL) afirmou que “as melhores notas do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] são das escolas cívico-militares” e relatou uma visita feita a duas escolas em Teixeira de Freitas [BA], sendo uma militar e outra cívico militar. “Os próprios diretores e professores elogiavam o método de ensino. Não vamos implantar um militarismo. É o mesmo método, com mais respeito e melhor qualidade”.</p>



<p>A vereadora contrária à proposta também contestou o uso de verbas vinculadas à educação para custear a gestão cívico-militar, argumentou que as escolas desse modelo são mais caras que as regulares, e defendeu que o município deveria focar na melhoria da rede já existente, afirmando que “se um aluno da escola comum custa R$ 6 mil, o aluno da escola cívico-militar custa R$ 10 mil. Verba da educação não pode ser usada para pagamento daquilo que é alheio à educação. E o projeto está dizendo isso. Há uma falha no projeto”, frisou.</p>



<p>Ela pontuou que que os indicadores de São Mateus não justificam o modelo, pois estão em forma crescente, e reiterou a falta de diálogo. “A justificativa dos índices não se sustenta, a população de São Mateus precisa ser respeitada. O Conselho de Educação não foi ouvido um momento sequer!”. Com a aprovação, o projeto segue agora para sanção do Executivo, que deverá regulamentar a implantação das escolas cívico-militares no município.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Servidores de seis órgãos receberão abono de R$ 1,2 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Assembleia também aprovou o pagamento de R$ 2,5 mil aos profissionais da Sedu</p>



<p>A Assembleia Legislativa aprovou, em sessão extraordinária nesta terça-feira (25), um pacote de projetos que garante o pagamento de abonos a servidores de seis órgãos e intituições do Estado, para pagamento na folha de dezembro. A votação ocorreu após convocação do presidente Marcelo Santos (União), que acelerou a tramitação das propostas em regime de urgência. Todas as matérias foram aprovadas por unanimidade.</p>



<p>Entre as matérias aprovadas, está o pagamento de abono pecuniário de R$ 1,2 mil a ser pago na folha de dezembro a servidores ativos, inativos e pensionistas do Executivo; do Legislativo; do Tribunal de Justiça (TJES); do Ministério Público (MPES); da Defensoria Pública (DPES); e do Tribunal de Contas (TCES). A sessão também aprovou o abono específico para a Secretaria de Estado da Educação (Sedu), no valor de R$ 2,5 mil.</p>



<p>O deputado Coronel Weliton (PTB) fez uma intervenção para sugerir incluir estagiários no pagamento do abono, mas ouviu do presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Mazinho dos Anjos (PSDB), já que recebem bolsa, não são servidores públicos.<br><br>Com as aprovações, cerca de 72,6 mil servidores estaduais devem receber o valor extra, incluindo ativos e inativos, estatutários, celetistas, temporários e pensionistas. Ficam de fora apenas servidores da Sedu, que somam 21 mil já receberão bonificação própria.</p>



<p>O MPES destinará o abono a servidores administrativos efetivos, comissionados, aposentados e pensionistas, e aponta impacto estimado de mais de R$ 1 milhão. A DPES também concederá o valor aos seus quadros ativos e inativos, com impacto de R$&nbsp;250,8 mil. O TJES pagará o abono a efetivos, comissionados, inativos e contratados temporários, com impacto de R$ 5,6 milhões. A Assembleia repassará o abono a efetivos, comissionados e aposentados, ao custo aproximadamente R$ 2 milhões. O TCES afirma que o abono é “despesa pontual” e representa impacto de R$ 900 mil.</p>



<p>Já o PL 819/2025 autoriza o pagamento de R$ 2,5 mil a profissionais da Secretaria de Educação. Segundo informado em plenário, os recursos virão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), e o objetivo é “valorizar professores e trabalhadores da educação”, categoria considerada estratégica para o Estado. Durante as discussões, Marcelo Santos brincou sugerindo aos servidores que “façam uma vaquinha para os estagiários”, já que eles não puderam ser incluídos no texto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">‘Transitório’</h2>



<p>O abono anual foi anunciado pelo governador Renato Casagrande (PSB) no último dia 13, e contempla 72,6 mil servidores e 21 mil profissionais ativos da Educação. O anúncio ocorreu em meio a uma série de demandas de diferentes categorias do funcionalismo público e da retomada das negociações entre o governo e os servidores do Executivo. A principal reivindicação, neste caso, é a reestruturação das carreiras para conter a inflação e recompor até 30% da defasagem, que chega a cerca de 50% dos rendimentos, segundo estimativa do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores Públicos do Estado (Sindipúblicos).</p>



<p>Apesar do aceno aos servidores, o valor do abono está abaixo do concedido no mesmo período do ano passado para a educação e um pouco acima do destinado aos demais servidores – R$ 3,8 mil e R$ 1 mil, respectivamente. A política de abono tem sido criticada pelo sindicato representativo, pois não incorpora ao salário, nem incide na aposentadoria. “O ideal é o governo valorizar o servidor com políticas de remuneração, não apenas com abonos. O abono é transitório, temporário e não resolve o problema”, afirmou na ocasião o diretor financeiro do Sindipúblicos, Iran Caetano. </p>



<p>Fonte: Secúlo Diário</p>
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		<title>Treze municípios capixabas ainda não aderiram ao Pronacampo</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/treze-municipios-capixabas-ainda-nao-aderiram-ao-pronacampo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Ações do programa podem fortalecer as escolas do campo, que têm sido fechadas</p>



<p>O prazo para adesão ao Programa Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas (Pronacampo) vai até o próximo dia 30. Contudo, dos 77 municípios capixabas aptos a aderir – exceção da capital Vitória -, 13 ainda não o fizeram. O professor e integrante da coordenação do Comitê de Educação do Campo do Espírito Santo (Comeces),&nbsp;Francisco José de Sousa Rodrigues, aponta “falta de compreensão de quem está nas gestões quanto à importância da Educação do Campo”.</p>



<p>As cidades que ainda não aderiram são Afonso Cláudio, Castelo, Conceição do Castelo e Venda Nova do Imigrante, na região serrana; Alfredo Chaves, Muqui e Rio Novo do Sul, no sul; Divino de São Lourenço, no Caparaó; e João Neiva, Mantenópolis, Pedro Canário, Ponto Belo e São Roque do Canaã, no norte e noroeste. Já o Governo do Estado aderiu.</p>



<p>Francisco Rodrigues explica que a Capital não tem escolas do campo, que são as localizadas na zona rural ou até mesmo na zona urbana, mas formadas majoritariamente por alunos que moram no campo. Portanto, por ser totalmente urbana, Vitória não se enquadra.</p>



<p>Uma das incompreensões para a não adesão, avalia, é no que diz respeito justamente ao fato de que unidades de ensino da zona urbana também podem ser escolas do campo. “O que define uma escola do campo não é o local, é o público”, reforça. Outro equívoco, diz, é os municípios considerarem como escola do campo somente aquelas que trabalham com a Pedagogia da Alternância, quando o aluno alterna um período integralmente na escola, chamado de Tempo Escola, e uma em casa, denominado Tempo Comunidade.<br><br>Ele informa que a Pedagogia da Alternância pode ser desenvolvida, inclusive, em escolas que não são do campo. “Toda escola deve ser em alternância, mas muitas vezes esse movimento que se faz entre esses dois espaços tempo, casa e escola, não são pedagogizados. É preciso integrar a vida do estudante ao conhecimento científico. É preciso integrar os dois espaços tempo em qualquer território”, defende.</p>



<p>Francisco ressalta, ainda, outro argumento das gestões para o fechamento das escolas do campo. Nesse caso, as multisseriadas. De acordo com ele, há o pensamento de que essas unidades não têm qualidade. “A visão que se tem de educação é a hegemônica, a de escola seriada, ou seja, a divisão por série. A escola multisseriada tem uma pedagogia na qual os diversos ciclos estão juntos, possibilitando o aprendizado no mesmo espaço tempo. Mostra que crianças aprendem também com outras crianças, que um ciclo aprende com outro”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-37.jpg" alt="" class="wp-image-45097" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-37.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-37-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-37-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-37-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-37-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Esse tipo de escola, prossegue, é a possibilidade de o campo ter colégio. O professor fala isso com base no processo de expulsão das pessoas do campo, que “está vazio”. Essa realidade faz com que não haja estudante suficiente para cada série, em se tratando de uma escola seriada. Ele defende que o fechamento das escolas multisseriadas agrava o processo de êxodo rural. Assim, as escolas multisseriadas se tratam da “resistência e permanência das pessoas naquele lugar”.</p>



<p>Apesar do contexto, ainda assim Francisco avalia como consideráveis as adesões dos municípios ao Pronacampo, tendo em vista o olhar “equivocado” que grande parte dos gestores tem em relação à educação, o qual tece críticas. “Normalmente, quando se vai discutir educação, as gestões estão muito baseadas em habilidades e competências, metas com as do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] e uma visão mais meritocrática, em vez daquilo que possibilita ao estudante conhecer o mundo a partir do lugar em que ele está”, enfatiza.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona</h2>



<p>O Pronacampo conta com ações de apoio aos sistemas de ensino para a implementação da Política de Educação do Campo, das Águas e das Florestas, em regime de colaboração com estados, municípios e o Distrito Federal. Neste ano, informa Francisco, está na sua segunda versão, com sete eixos, quatro a mais do que a primeira. Além de Formação; Currículo, Diretrizes e Material Didático; e Programa Nacional de Multisseriação (Promulti), foram inseridos Ação Climática e Agroecologia; Coordenação Federativa; Pesquisa, Avaliação e Monitoramento; Difusão de Saberes e Transversalidades</p>



<p>Outra novidade é “organizar a governança de formação e a de Estado”. A primeira cabe aos movimentos sociais. A segunda, à Secretaria Estadual de Educação (Sedu). É tarefa dos movimentos sociais realizar a formação dos agentes de território, que no Espírito Santo são 20, dois em cada uma das 10 regionais, tendo como um dos pré-requisitos para assumir a função ter conhecimento a respeito da Educação do Campo. O papel deles é acompanhar a implementação do Programa nos municípios, inclusive no trabalho de diálogo, junto às gestões, sobre a importância da adesão ao Pronacampo.</p>



<p>Além disso, os agentes devem acompanhar a criação e monitoramento dos Comitês de Gestão da Educação do Campo, a serem compostos pela sociedade civil e representantes do poder público, em especial das secretarias municipais de educação. “É a possibilidade de se materializar nos municípios o comitê, discutir temas como currículo, infraestrutura”, diz, destacando que, muitas vezes, não há nas secretarias municipais de Educação pessoas com conhecimento em Educação do Campo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">TAG</h2>



<p>Nos últimos anos, muitas escolas do campo têm sido fechadas. O argumento das gestões, normalmente, é o Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) do Tribunal de Contas do Espírito Santo (TCE-ES), aprovado em 2023 e assinado por mais de 50 prefeitos do Estado, além do governador Renato Casagrande (PSB). A criação dos comitês por meio do Pronacampo, acredita Francisco, pode impulsionar a mobilização popular diante desse cenário.</p>



<p>“Com o Pronacampo vamos ter mais condições de denunciar, de dialogar com as comunidades, organizar as famílias, esclarecer os gestores sobre os marcos legais”, enumera. O TAG, explica, estabelece que não pode haver concorrência entre escolas do município e do Estado, cabendo ao município a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, e ao Governo do Estado, o Ensino Médio.</p>



<p>“O TAG foi e tem sido um desafio na defesa das escolas do campo”, lamenta Francisco, que recorda que escolas de assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) não são impactadas. “Isso foi possível por meio da mobilização do movimento. Se nós tivéssemos feito uma articulação melhor, também teríamos mais chance de defesa das nossas escolas”, avalia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-38.jpg" alt="" class="wp-image-45098" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-38.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-38-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-38-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-38-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-38-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Diante do que prevê o TAG, as gestões, em alguns casos, não têm condições financeiras de municipalizar e optam por fechar. As escolas do campo, segundo Francisco, são as mais vulneráveis até mesmo pela histórica falta de investimento na zona rural. Um dos argumentos das gestões para o fechamento, destaca, é o fato de as unidades de ensino em território camponês não terem infraestrutura. O Comeces, neste caso, defende que o poder público deve fazer o investimento necessário.</p>



<p>Outro argumento para fechar especificamente as escolas do campo é o fato de terem menos alunos do que as da zona urbana. Entretanto, Francisco reforça que isso é consequência do êxodo rural, da ideia de que o campo é “lugar de atraso, sem expectativa de vida”. Para o professor, o êxodo rural está alinhado também à expulsão da população campesina para beneficiar o agronegócio e os grandes empreendimentos industriais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis fechamentos</h2>



<p>Dos 13 municípios que não aderiram ainda ao Pronacampo, Rio Novo do Sul, Afonso Cláudio e Alfredo Chaves registram mobilizações atuais contra o fechamento de escolas. Em Afonso Claudio, após uma manifestação em frente ao Fórum e uma audiência pública feita pelas comunidades, na qual a gestão de Luciano Pimenta (PP) não apareceu, o presidente da Câmara, Marcelo Costa (PSB), assumiu o compromisso de realização de uma audiência, puxada pela Casa de Leis, para a qual a Administração Municipal será convidada.</p>



<p>As escolas que serão fechadas em Afonso Claudio são as EMEFs Fazenda Carlos Hackbart, Alto Santa Joana e São Luiz de Boa Sorte, além das EMEIEFs Duas Pedras e Julio Littig. De acordo com a professora aposentada do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e integrante Comeces, Maria do Carmo Paoliello, a gestão municipal ainda não definiu em qual unidade de ensino os estudantes da EMEIEF Julio Littig irão se matricular no ano de 2026.</p>



<p>No caso das EMEFs Alto Santa Joana, São Luiz de Boa Sorte e Fazenda Carlos Hackbart, os alunos irão, respectivamente, para as escolas Arcanjo Tonoli Sobrinho, Abreu Alvim e Elvira Barros. Os da EMEIEF Duas Pedras poderão se matricular na Gumercindo Lacerda. Assim como em Rio Novo do Sul, o argumento para o fechamento das escolas é o TAG.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-39.jpg" alt="" class="wp-image-45099" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-39.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-39-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-39-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-39-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-39-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Em Alfredo Chaves, duas escolas do campo terão suas atividades encerradas em 2026. A decisão da gestão do prefeito Hugo Luiz (PP) não foi bem recebida pelas comunidades, que apontam falta e diálogo e de argumentos que, de fato, justifiquem o fechamento das EMEFs Boa Vista, em uma comunidade de mesmo nome, e Celita Bastos Garcia, em Nova Mantua.</p>



<p>Os alunos da EMEF Celita Bastos Garcia, em 2026, terão que estudar na EMEF Quarto Território, na comunidade de mesmo nome. Na Celita funciona a escola de Ensino Infantil Arco-Íris, que também migrará para a mesma escola. Outra escola para a qual os alunos do Celita Bastos Garcia poderão migrar é a EMEF Crubixá, em São João. No entanto, a unidade de ensino entrará em obras no final deste ano. Isso preocupa a comunidade, que teme que não fique pronta até o início do ano letivo. Caso isso aconteça, afirma, a única alternativa será ter aulas na quadra.</p>



<p>Em Rio Novo do Sul, a possibilidade de fechamento de seis escolas voltou a preocupar moradores de seis comunidades. A gestão do prefeito Nei Castelari (Podemos), que anunciou o fechamento em novembro de 2024, retomou o processo, e mais uma vez sem diálogo, como apontam famílias de estudantes.</p>



<p>As unidades de ensino são as mesmas: as Escolas Municipais Pluridocentes de Ensino Infantil e Fundamental (Empeief) Princesa, na comunidade de Princesa; Cachoeirinha, em Cachoeirinha; Ivo Menegardo, em Alto São Vicente; Alto Mundo Novo, na comunidade de Alto Mundo Novo; Oreste Bernardo, em Itataiba; e José Lima, em São Francisco.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-40.jpg" alt="" class="wp-image-45100" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-40.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-40-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-40-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-40-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-40-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A agricultura Kátia Polonino Mardegan, mãe de uma aluna da escola em Princesa, afirma que, em 2024, o fechamento foi impedido após mobilização das comunidades. A ideia da prefeitura, na época, era transferir os alunos das escolas Princesa, Oreste Bernardo, José Lima e Ivo Menegardo para a escola Maria Giacomelli Peterle, que funciona na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Virginia Nova, na zona rural, em três salas cedidas pelo Governo do Estado, portanto, sem infraestrutura adequada.</p>



<p>A Maria Giacomelli Peterle seria, novamente, o destino anunciado pela Prefeitura de Rio Novo do Sul para os alunos de Princesa e parte dos de Ivo Menegardo, e ainda de Alto Mundo Novo. Além da falta de infraestrutura, as comunidades reclamam que, para estudar lá, os estudantes, que hoje fazem um trajeto de 10 a 15 minutos para ir à escola, demorarão mais de 40 minutos caso a estrada esteja em boas condições.</p>



<p>Os alunos de Cachoeirinha, informa Kátia, serão destinados para a escola Quarteirão, a qual, aponta, também não tem infraestrutura, pois se encontra em reforma. Por isso, para usar banheiro químico, fazer as refeições e beber água, os alunos têm que atravessar a rua e acessar um espaço improvisado. Outra parte dos estudantes de Ivo Menegardo, além de alunos do José Lima e Orestes Bernardo, irão para a EMEF Bodart Júnior, no Centro, o que, aponta Kátia, contraria o próprio TAG, pois retira as crianças da zona rural. A escola também se encontra em reforma, sem previsão de término. No momento, as aulas são realizadas no salão da Igreja Batista.</p>



<p>Fonte: Século Diáro</p>
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		<title>Intercâmbio Cultural e Linguístico marca encontro entre estudantes com deficiência auditiva (DA) e surdez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 13:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Aconteceu na manhã desta sexta-feira (14), na aldeia indígena de Irajá, um encontro histórico para a educação inclusiva da Rede Municipal de Ensino. Estudantes com deficiência auditiva (DA) / surdez das escolas Cmeeti Ermelinda Giacomin Farina, Emef Professora Maria Della Valentina e Emefi Caeiras Velha viveram um intercâmbio cultural e linguístico repleto de significados, fortalecendo vínculos, ampliando horizontes e reafirmando o compromisso do município com uma educação verdadeiramente acessível.</p>



<p>Os estudantes e a equipe do Setor da Educação Especial Inclusiva foram recepcionados na EMPI Irajá pela diretora Mariane, as professoras (DA) Simone Nascimento, Thaís Batista e o estudante Victor Miguel da Silva. “Como professora, poder vivenciar essa experiência foi profundamente enriquecedora. Desde a chegada, era visível a curiosidade e a alegria dos estudantes ao perceberem que aquele ambiente, cheio de identidade cultural, também os acolhia na riqueza visual e corporal da Libras. A recepção calorosa da comunidade indígena abriu caminho para momentos intensos de troca cultural e respeito às diferenças”, disse a professora Simone.</p>



<p>Um dos pontos mais marcantes do intercâmbio foi a participação dos estudantes na tradicional Roda de Congo, uma vivência que mesclou espiritualidade, música, ritmo e expressão corporal. Mesmo sem acesso ao som, os estudantes surdos puderam perceber a vibração dos tambores, os movimentos dos dançarinos e a força simbólica da manifestação cultural, demonstrando encantamento e entusiasmo.</p>



<p>O encontro também favoreceu a convivência entre professores da área da surdez e estudantes de diferentes escolas, promovendo conversas em Libras sobre identidade, cultura, desafios e conquistas. Esses momentos fortaleceram o senso de pertencimento e incentivaram o protagonismo dos jovens na construção de suas trajetórias educacionais.</p>



<p><em>“Presenciar tamanha integração reforçou a importância de proporcionar vivências reais, significativas e inclusivas. Ver o brilho nos olhos dos estudantes, as descobertas, a interação espontânea e a construção de novos laços confirmou que a escola ultrapassa seus muros quando promove o encontro entre culturas, línguas e histórias”</em>, ressaltou a professora DA Rosilângela Dell Armelina.</p>



<p>Para a técnica pedagógica do Setor de Educação Especial Inclusiva da Semed, Charlene Franco Poubel Wandelkooken, o evento foi encerrado com um profundo sentimento de gratidão. “<em>Voltamos carregando aprendizados que vão além dos conteúdos formais. Saímos daqui levando respeito, identidade, representatividade e inspiração para continuar garantindo que a educação seja um espaço onde todos tenham voz, ou, no nosso caso, libras, presença e protagonismo”</em>, completou.</p>



<p>Já a professora (DA) Thaís afirmou que essa experiência marcará para sempre a memória de todos.&nbsp;<em>“Posso afirmar que a presença deles aqui hoje marcará para sempre a memória de nossas crianças e de minha trajetória como professora DA, reafirmando o valor da inclusão, da diversidade e da cultura como pilares fundamentais da formação humana”</em>, ressaltou.</p>



<p>fonte: Prefeitura de Aracruz</p>
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		<title>Gestão e Docência em EaD prepara alunos para atuarem como tutores, coordenadores administrativos e design</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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<p>Aconteceu na manhã deste sábado (8), no Polo UAB, uma apresentação dos Trabalhos Finais do Curso (TFC) em Gestão e Docência EaD. Este foi um importante evento acadêmico dos alunos dessa pós-graduação, e marcou a conclusão da jornada de especialização dos profissionais que se dedicaram a aprofundar seus conhecimentos em um dos campos mais crescentes da educação. Com uma banca examinadora de alto nível, cada aluno teve seu trabalho submetido à avaliação com orientadores e professores, incluindo mestres e doutores.<br><br>Para a coordenadora do Polo, Raldinéia Marim Sarmengh, a presença de profissionais com formação stricto sensu, garante o rigor científico e a profundidade na análise dos projetos, que receberão a respectiva nota final no curso.&nbsp;<em>“Essa pós-graduação ofertada pela Unac-Ifes, em parceria com nosso Polo, tem como objetivo principal capacitar os profissionais para atuar tanto na gestão de negócios quanto na área de educação, com especial foco no trabalho em plataformas de Educação a Distância e na docência remota”</em>, comentou.<br><br>Para a conclusão desse curso e a obtenção do título de especialista, os alunos desenvolveram trabalhos acadêmicos robustos, que se configuram em diferentes formatos, como o desenvolvimento de plataforma ou curso e a criação e formatação de uma plataforma EaD ou de um curso digital completo. Também houve pesquisa de campo com a realização de estudos aprofundados relacionados ao meio acadêmico, à gestão ou à docência em EaD, com foco na sua importância e nos ganhos para o desenvolvimento do aprendizado do aluno.<br><br>Wesley Legora Silvestre, que é graduado em Administração e Matemática, e também é técnico em Tecnologia da Informação (T.I), relatou como a Gestão e Docência em EaD tem ajudado a aprofundar seus conhecimentos já adquiridos.&nbsp;<em>“Essa pós me preparou para atuar em várias frentes, como tutor, presencial ou a distância, para fazer acompanhamentos, além de coordenar qualquer cargo administrativo, e até mesmo design de sites que ofertam conteúdos EaD. Como sou dá área de tecnologia da informação, junto o útil ao agradável”</em>, falou.<br><br>A aluna Louise Storni Vasconcelos, graduada em História e Pedagogia e com mestrado em História, também encontrou nessa especialização um meio de ampliar conhecimentos de suas áreas.&nbsp;<em>“Eu já trabalho no setor pedagógico do Polo UAB desde 2017. Comecei esse curso pois encontrei nele uma oportunidade única de ampliar meus conhecimentos. A gente aprende a montar cursos com essa política do Ead, além de poder atuar como professor mediador”</em>, disse.<br><br><strong>A missão de formar o educador do futuro</strong><br>O curso enfatiza a aplicação de técnicas e métodos científicos para assegurar que o aprendizado no formato digital seja conduzido com a mesma eficiência e eficácia do ensino presencial. A especialização busca formar profissionais aptos a dominar a didática e a gestão de cursos EaD, garantindo a qualidade do ensino em cada área do conhecimento.</p>



<p>Para a professora Mestre Ângela Maria Bissoli Saleme, que atua como mediadora desse curso, afirmou que sua atuação foi experiência muito significativa. “<em>Agradeço a coordenadora do Polo Raldineia Amorim pela acolhida, organização e excelente estrutura que contribuiu diretamente para o bom andamento da formação. É importante destacar também o papel do tutor presencial Juliano, que atuou de forma comprometida e colaborativa, garantindo suporte contínuo aos estudantes e fortalecendo o elo entre o polo, os cursistas e a mediação pedagógica. Registro também o trabalho da equipe do curso, representada pela coordenadora Aline Amorim e pela secretária Lanuze, cuja organização, comunicação eficiente e suporte constante foram fundamentais para o sucesso do curso”</em>, completou.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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		<title>Lei Berenice Piana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading">Deputado propõe atualização da Lei Berenice Piana</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Deputado propõe atualização da Lei Berenice Piana</h2>



<p>O deputado&nbsp;<strong>Fernando Marangoni</strong>&nbsp;(União-SP), relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que discute a Política Nacional para Pessoas com Autismo, afirmou considerar necessária uma atualização da legislação sobre o tema. O grupo analisa mais de 70 proposições relacionadas ao&nbsp;<strong>autismo</strong>, entre elas o Projeto de Lei 3080/2020 e seus apensados.</p>



<p>Em entrevista à Rádio Câmara,&nbsp;<strong>Marangoni</strong>&nbsp;destacou que a Lei nº 12.764/2012, conhecida como&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>, foi o marco inicial da proteção dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil. Segundo o parlamentar, desde a sanção da norma, houve avanços no diagnóstico, nos métodos de tratamento e na formulação de políticas públicas voltadas à população autista.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reorganizacao-da-legislacao-sobre-autismo">Reorganização da Legislação sobre Autismo</h2>



<p></p>



<p>O deputado avaliou que as novas leis aprovadas ao longo dos anos trataram do tema de forma isolada, o que teria gerado uma legislação fragmentada. O objetivo do relator é consolidar essas proposições em um texto único, reorganizando o conteúdo da&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>&nbsp;para unificar as garantias legais das pessoas autistas.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Lei Berenice Piana</strong>&nbsp;recebeu o nome de uma das principais ativistas do movimento em defesa dos direitos das pessoas com&nbsp;<strong>autismo</strong>&nbsp;no Brasil. Mãe de um jovem autista, Berenice Piana foi uma das responsáveis pela mobilização que resultou na aprovação da lei em 2012.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Conselho de Alimentação Escolar de Aracruz se consolida pelo trabalho robusto e eficaz de controle social</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/conselho-de-alimentacao-escolar-de-aracruz-se-consolida-pelo-trabalho-robusto-e-eficaz-de-controle-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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<p>A alimentação escolar de Aracruz tem ganhado cada vez mais destaque em função da qualidade dos produtos que são servidos aos mais de 16 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino. Muitas escolas têm trabalhado projetos de fomento ao incentivo a hábitos alimentares saudáveis como o Agrinho, Horta na Escola e até mesmo o Comunidade de Leitores, como aconteceu neste segundo semestre no Centro Municipal de Ensino Infantil (Cmei) Sete Anões, bairro Vila Nova, que desenvolveu o tema da Alimentação Saudável com diversas ações pedagógicas envolvendo leitura, brincadeiras, jogos, artesanato e culinária.<br><br>Mas por trás de todo esse processo, existe o Conselho de Alimentação Escolar (CAE). Seus 14 membros vistoriam as cozinhas das escolas em um cuidadoso trabalho de fiscalização, sendo este, um instrumento de controle, que monitora os recursos federais repassados para a alimentação escolar, além é claro, de garantir as boas práticas sanitárias e de higiene dos alimentos.<br><br>De acordo com o presidente do CAE, o professor Valber Camporês, parte desse sucesso vem dos próprios conselheiros, que representam a sociedade organizada e ajudam no controle social.&nbsp;<em>“Tenho convicção que o sucesso do Programa de Alimentação Escolar tem grande contribuição de nossos membros conselheiros, que desenvolvem um trabalho voluntário, representando os pais de estudantes, o Sindiupes, os agricultores, o Sisma e o Rotary Club. Trata-se de um robusto e eficaz trabalho de controle social, que neste ano já foi realizado em 42 escolas da rede”</em>, afirmou.<br><br>Valber ainda destacou o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que é uma Política Pública de muito sucesso no Brasil, garantindo refeições diárias a cerca de 40 milhões de estudantes, servindo de modelo a outros países.&nbsp;<em>“Essa política alia fornecimento de alimentação equilibrada, apoio à agricultura familiar (fortalecimento da economia local) e educação nutricional. Os bons resultados do PNAE também passam pelo trabalho voluntário de nossos conselheiros&#8221;</em>, completou.<br><br><strong>Alimentação escolar com nota acima da média nacional</strong><br>Recentemente representantes dos Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição Escolar (Cecane´s &#8211; Ufes) estiveram em Aracruz para realizarem visitas técnicas em escolas da Rede Municipal de Ensino para coleta de dados que abastecem o Ige-PNAE, que é um índice gerado para a Avaliação Anual do Desempenho da Gestão das Entidades Executoras do Programa Nacional de Alimentação Escolar em âmbito nacional.<br><br>Esse índice tem o objetivo de instrumentalizar os gestores e demais atores para o aperfeiçoamento na execução do programa. Trata-se de um indicador sintético com escala entre 0 e 1, onde, quanto mais próximo de 1, melhor é o desempenho. E neste quesito, Aracruz mais uma vez se destacou na qualidade de sua alimentação escolar, tendo seu índice de 8,9 acima da média nacional, que é de 6,9.<br><br>Este índice avalia e agrega o desempenho das gestões em quesitos como o de recursos de insumos; educação alimentar e nutricional; cardápios; conselho de alimentação escolar; agricultura familiar; contexto; povos e comunidades tradicionais e necessidades alimentares especiais, sendo os desempenhos avaliados como satisfatório, regular e insatisfatório.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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