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	<title>Industria &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Oficial: Porto da Imetame agora é Hanseatic Global Terminals Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 11:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cerimônia da Imetame com o CEO da Hanseatic Global Terminal (HGT) selou a parceria em Vitória. Dheeraj Bhatia, disse que vê o Espírito Santo como lugar ideal do país para escoar e receber cargas de todo o mundo. O Centro do Comércio de Café de Vitória já assinou um termo de compromisso para realizar estudos e utilizar o porto para exportação</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-48.jpg" alt="" class="wp-image-45781"/></figure>



<p>O presidente do Sindiex, Sidemar Acosta, destacou a importância da parceria entre o Porto da Imetame e a HGT: Nova fase para o Comex capixaba. Crédito: Divulgação/Sindiex</p>



<p>O Porto da&nbsp;<strong><a href="https://www.imetame.com.br/">Imetame</a></strong>&nbsp;agora é oficialmente o Hanseatic Global Terminals Aracruz. Uma cerimônia com o CEO da Hanseatic Global Terminal (HGT) e a direção do Grupo Imetame selou a parceria em Vitória na noite desta terça (20). E logo no início da parceria, o&nbsp;<strong><a href="https://www.cccv.org.br/">Centro do Comércio de Café de Vitória</a></strong>&nbsp;assinou um termo de compromisso para realizar estudos e utilizar o porto para&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/exportacao/">exportação</a></strong>.</p>



<p>O CEO da HGT, Dheeraj Bhatia, disse em discurso que a parceria com a Imetame é o resultado de uma visão de futuro bem como de uma longa negociação que durou mais de um ano. Ele disse ainda que vê o Espírito Santo como o lugar ideal do país para escoar e receber cargas de todo o mundo.</p>



<p>´´<strong>O que nós celebramos aqui hoje é o resultado de uma visão, colaboração e crença de que juntos podemos desbloquear oportunidades que beneficiam as comunidades, a indústria e o país como um todo. O Espírito Santo será um hub logístico do Brasil voltado para o mundo.Dheeraj Bhatia, CEO da Hanseatic Global Terminals</strong>´´. <em>Etore Cavalieri, presidente do Grupo Imetame</em></p>



<p>O presidente do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do ES (Sindiex), Sidemar Acosta, destacou a importância da parceria e o impacto sobre o arranjo do comércio exterior capixaba. “Trabalhamos muito por esse porto e tenho certeza que será um marco para o Estado. O nosso comércio exterior vai entrar em uma nova fase”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-49.jpg" alt="" class="wp-image-45782"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-porto-da-imetame">Porto da Imetame</h2>



<p>O grupo capixaba assinou acordo com a holandesa Hanseatic Global Terminals no fim do ano passado. A parceria prevê investimento em 50% das ações da Imetame Logística Porto (ILP). Será uma joint venture focada nas operações de terminais de contêineres. Segundo o acordo, as duas empresas vão desenvolver e operar o novo terminal de contêineres. Nesse sentido, o terminal servirá como uma moderna instalação portuária de transbordo, importação e exportação.&nbsp;</p>



<p>O terminal de Aracruz terá 750 metros de cais e equipamentos de manuseio de contêineres de última geração. A profundidade inicial de operação será de 17 metros, estrutura adequada para a movimentação de grandes navios.&nbsp;</p>



<p>Segundo comunicado oficial, as empresas concordaram em não divulgar detalhes financeiros da transação.</p>



<p>A Hanseatic Global Terminals (HGT) é uma subsidiária integral da Hapag-Lloyd. Trata-se de uma das maiores empresas de transporte marítimo de contêineres do mundo, com sede em Hamburgo, na Alemanha. Opera uma frota de cerca de 255 navios com capacidade de 1,8 milhão de TEUs em rotas globais. Essas rotas incluem América Latina, Oriente Médio, transatlântico e transpacífico.</p>



<p>A HGT opera a partir de Roterdã e gerencia um portfólio de participações em 21 terminais portuários e serviços logísticos complementares em 11 países e cinco continentes. Os planos são de expandir participações para mais de 30 terminais até 2030. Sempre com foco em regiões chave, o portfólio é composto por terminais portuários e serviços logísticos relacionados na América Latina e Flórida (EUA).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-grupo-reforca-segmentos">Grupo reforça segmentos</h2>



<p>Com 45 anos de experiência, a Imetame é um grupo empresarial com sede em Aracruz, que integra empresas de setores estratégicos da economia. Com mais de 5 mil funcionários, atua nos segmentos de metalurgia, pedras ornamentais, energia e petróleo e gás. O porto é um dos empreendimentos de maior destaque do grupo.</p>



<p>Com área superior a 1 milhão de metros quadrados, o empreendimento portuário surge para se tornar um dos principais polos logísticos do país, impulsionando a competitividade e o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.&nbsp;</p>
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		<title>O final de 2025 trouxe uma ótima notícia para o ES, mas&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O Grupo Imetame fechou um grande acordo com uma gigante europeia para movimentar cargas pelo porto que está sendo construído em Aracruz, mas há pedras pelo caminho</p>



<p>No dia 23 de dezembro, o Grupo Imetame ea Hanseatic Global Terminals (HGT), subsidiária da gigante alemă Hapag-Lloyd, líder em transporte de contêineres, anunciaram um acordo com força para colocar o porto que a Imetame estå construindo em Aracruz, um investimento de mais de R$ 2 bilhões a ser inaugurado em meados de 2026, entre os mais importantes do Brasil. Trata-se de algo estratégico para a economia do Espírito Santo, afinal, com a reforma tributária entrando em vigor e com os incentivos fiscais com data marcada para acabar (final de 2032), é fundamental a busca por eficiência econômica para o Estado seguir atraindo atividade.</p>



<p>A HGT passou a deter 50% das ações da Imetame Logistica Porto e o foco será na operação de contêineres. Em principio, a capacidade anual do terminal será de 1,2 milhão de TEUs (unidade de medida para calcular o volume de um contêiner) e a profundidade é de 17 metros, o suficiente para recepcionar grandes navios. Para efeito de comparação, atualmente, as áreas de contêineres do Porto de Santos têm 15 metros de profundidade. O objetivo é transformar o Porto da Imetame em um grande concentrador brasileiro de cargas, tanto na exportação como na importação. Hoje, o Porto de Vitória recebe poucas embarcações diretamente de fora do país. Grande parte da carga do Espírito Santo vai ou vem de Santos e Rio de Janeiro. Se o projeto da Imetame der certo, e ter uma Hapag-Lloyd do lado é fundamental para isso, a lógica atual tem tudo para mudar bastante.</p>



<p>Importante ter um olhar mais contextualizado sobre o que está em curso. O projeto da HGT é global. O conglomerado, que possui 22 terminais portuários, quer ter mais de 30 até 2030.0 objetivo é ser uma operadora global de terminais. A Hanseatic Global Terminals Latin America iniciou as suas operações em agosto do ano passado e uma das primeiras tacadas foi o investimento na Imetame.<br>&#8220;A América Latina é um mercado estratégico fundamental para a Hanseatic Global Terminals e para a Hapag-Lloyd. Nossa joint venture com o Grupo Imetame e o desenvolvimento de um novo hub de transbordo e gateway na costa leste do Brasil fortalecem nosso portfólio de terminais, ao mesmo tempo em que enfrentam limitações de capacidade em uma região em crescimento. Esse investimento no porto de Aracruz beneficia o Brasil ao fortalecer a infraestrutura comercial por meio de um porto mais próximo dos mercados consumidores e das principais rotas globais de navegação do que os portos de entrada tradicionais &#8211; proporcionando assim, a vários estados originários de carga, um acesso alternativo e mais eficiente aos mercados globais&#8221;, esclareceu Dheeraj Bhatia, CEO da Hanseatic Global Terminals, no comunicado ao mercado que rodou em 23 de dezembro..</p>



<p>Nessa última manifestação, o prejuízo das empresas que escoam carga por ali superou os R$ 200 milhões, mas o rombo para o Espírito Santo, que ficará com a pecha de ser um local inseguro para operações caso a situação não seja resolvida, e para o Brasil será incalculavelmente maior.<br>Para sermos de fato uma plataforma logística eficiente e confiável, há bastante trabalho pela frente. Muito está nas mãos do governo federal… Que fica na &#8220;ilha&#8221; de Brasilia. Portanto, o empresariado, a sociedade civil organizada, os governos locais e os políticos do Espírito Santo precisam entender a dimensão do desafio e gastar um pouco mais de saliva e sola de sapato por aqui e lá no Planalto Central.</p>



<p></p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Chineses perto de anunciar nova montadora no Espírito Santo em Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 17:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aracruz deve receber fábrica de carros elétricos e híbridos da Great Wall Motors. Comitiva do Estado está no país asiático</p>



<p>A implantação de uma fábrica da montadora de carros elétricos e híbridos Great Wall Motors (GWM) para o Espírito Santo está próxima de ser oficializada, com instalação projetada para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte capixaba.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China, a convite da GWM, e em comitiva com o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume. Em publicação nas redes sociais, Ricardo aparece em uma foto segurando uma placa com a logo da marca chinesa de veículos.<br>Depois, o vice-governador divulgou o convite que recebeu da GWM. Durante a noite desta segunda-feira (12) – manhã de terça-feira (13) em Pequim –, o vice-governador chegou a publicar uma imagem de um convite em que aparece a frase “cerimônia de assinatura e jantar” nesta quarta-feira (14), o que fortalece a possibilidade de confirmação da instalação da fábrica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png" alt="" class="wp-image-45667" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo (3º à direita) e Salume (1º à esquerda) reunidos com chineses |  Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>A instalação da fábrica para a área do ParkLog é classificada como “muito provável” pelo subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Aracruz, Eduardo Ramos. A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante a semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico, explicou Ramos.</p>



<p>O vice-governador e o secretário de Estado de Desenvolvimento têm previsão de ficar na China até a próxima sexta-feira (16).</p>



<p>“Estamos numa viagem longa, cruzando o mundo para trazer coisa grande para o nosso Espírito Santo. Tudo isso para fazer nosso Estado cada vez mais inovador e trazer desenvolvimento. Missão de trazer mais uma grande indústria para nossa terra e, acima de tudo, buscar oportunidades para nossa gente. Geração de empregos e renda, desenvolvimento não é discurso”, destacou Ricardo Ferraço.</p>



<p>Cabe lembrar que o Estado é, desde o ano passado, um dos cotados para receber a segunda montada da GWM no País. A primeira foi inaugurada em agosto, em Iracemápolis, no interior de São Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png" alt="" class="wp-image-45669" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Montagem de veículo na GWM |  Foto: Divulgação<br></figcaption></figure>



<p>Na época, Ricardo Ferraço e Salume tiveram reunião com executivos da empresa, e eles visitariam o Estado naquele mesmo mês, como parte dos estudos para o novo parque fabril, revelou o vice-governador naquela oportunidade.&nbsp;A proposta era que os diretores conheçam de perto as vantagens do Estado — com destaque para a logística.</p>



<p>Segunda fábrica no País<br>A marca chinesa Great Wall Motors (GWM) inaugurou, em agosto do ano passado, sua primeira montadora no Brasil, e desde então já planeja instalar sua segunda unidade no País. O Estado sempre esteve no radar dos chineses.</p>



<p>A multinacional chinesa, que também possui fábricas na Rússia e na Tailândia, tem como estratégia trazer todos os processos de produção para o País — e não apenas a montagem de peças.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China em uma nova rodada para atração de empresa com potencial de instalar “planta industrial” no Espírito Santo.</p>



<p>Instalação no ParkLog<br>A ida da fábrica para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, é classificada como “muito provável”, de acordo com o subsecretário de Desenvolvimento de Aracruz, Eduardo Ramos.</p>



<p>A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante esta semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico.</p>



<p>Importação de veículos<br>Atualmente, todos os veículos GWM importados da China chegam ao Brasil pelo Porto de Vitória, por meio da operação logística conduzida em parceria com a Comexport, uma das maiores tradings do País.</p>



<p>A escolha do Espírito Santo para esse processo se deve à eficiência logística, à localização estratégica e à infraestrutura portuária de excelência oferecida pelo Estado.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online<br></p>
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		<title>Alemã anuncia terminal de contêineres de R$ 1 bi no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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<h2 class="wp-block-heading">Empreendimento em Aracruz deve ampliar capacidade portuária, reduzir custos logísticos e reposicionar o ES nas rotas globais</h2>



<p>Maxieni Muniz</p>



<p>O anúncio do investimento da Hanseatic para implantação de um novo terminal de contêineres em Aracruz marca um divisor de águas para a logística e a economia do Espírito Santo. Trata-se do maior movimento internacional no setor portuário capixaba desde a privatização do Porto de Vitória e de um passo decisivo para inserir o Estado de forma mais competitiva nas grandes rotas do comércio marítimo global.</p>



<p>Planejado como um empreendimento greenfield, o terminal deve iniciar operações a partir de 2028, com capacidade futura estimada em cerca de 1,2 milhão de TEUs por ano. A estrutura prevê aproximadamente 750 metros de cais, profundidade operacional de 17 metros e equipamentos de última geração, aptos a receber navios porta-contêineres de grande porte. No mercado, o investimento é tratado como bilionário, com estimativas em torno de R$ 1 bilhão.</p>



<p>Segundo o advogado, engenheiro civil e especialista em direito portuário Luiz Fernando Barbosa Santos, o impacto econômico do projeto vai muito além da ampliação física da capacidade instalada. “O principal gargalo do Espírito Santo sempre foi a conectividade com portos internacionais no segmento de cargas conteinerizadas. Esse investimento permite atender navios maiores, reduzir custos logísticos e tornar indústrias locais como mineração, siderurgia e celulose mais competitivas”, afirma.</p>



<p></p>



<p>De forma indireta, o novo terminal tende a atrair cargas de estados vizinhos e consolidar Vitória como hub nacional e regional. Para isso, Santos destaca a necessidade de maior coordenação público-privada, inclusive com investimentos em rodovias como a BR-262 e a BR-259 e nas concessões ferroviárias, ampliando a hinterlândia e estimulando terminais retroportuários e centros de distribuição.</p>



<p>Hoje, cerca de 80% das cargas conteinerizadas do Espírito Santo seguem para o Sul. O especialista ressalta que o Estado ocupa posição estratégica: é o primeiro porto no sentido da importação e o último no da exportação. “Isso permite atrair linhas de navegação com navios de maior porte operando a plena capacidade, gerar ganhos de escala e atuar como porto de transbordo, reduzindo a dependência do comércio exterior brasileiro do Porto de Santos”, explica.</p>



<p>A ampliação da infraestrutura de terminal de contêineres também reposiciona o Espírito Santo frente a outros estados portuários. Santos lembra que o modelo feeder predominou por limitações históricas do canal de acesso a Vitória, mas que isso pode mudar com governança adequada, integração ao Corredor Sudeste e diversificação de rotas, especialmente em um cenário geopolítico cada vez mais instável.</p>



<p></p>



<p>A chegada de um operador internacional, segundo ele, traz conexões diretas com redes logísticas globais, maior previsibilidade e capacidade de adaptação a tarifas, sanções e acordos bilaterais. Além disso, impulsiona a transição verde, com investimentos em eletrificação de equipamentos, energia em berço, combustíveis alternativos e acesso a financiamentos sustentáveis.</p>



<p>Para que esse avanço se transforme em legado, o especialista destaca a importância da educação profissional e tecnológica. “A relação porto-cidade se consolida pelas pessoas. É preciso formar operadores qualificados para um cenário cada vez mais automatizado e digital”, conclui.</p>



<p>Fonte: ESBRASIL</p>
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		<title>COP30 começa nesta segunda; saiba o que está em jogo e o que esperar da conferência sobre a crise do clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Entenda os pontos-chave da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece pela primeira vez na Amazônia, em Belém (PA).</h2>



<p>A 30ª Conferência do Clima da ONU (<strong>COP30</strong>) começa nesta segunda-feira (10) em Belém (PA), a primeira realizada na Amazônia. Serão&nbsp;<strong>duas semanas decisivas</strong>&nbsp;para a ação global contra as mudanças climáticas.</p>



<p>Cerca de&nbsp;<strong>50 mil pessoas</strong>&nbsp;— entre diplomatas, líderes, ativistas, cientistas e empresários — participam do encontro. A&nbsp;<strong>Cúpula de Líderes</strong>, que terminou na sexta (7), já indicou o tom político das negociações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acelerar a <strong>transição energética</strong>,</li>



<li>ampliar o <strong>financiamento</strong> climático e</li>



<li>proteger as<strong> florestas tropicais</strong> (entenda a cúpula em 10 pontos).</li>
</ul>



<p>Agora, as atenções se voltam para as mesas de negociação, onde esses compromissos terão de sair do discurso e se transformar em planos concretos, com metas, prazos e recursos definidos. Mas o que é de fato a COP, qual a sua importância e o que será realmente discutido neste ano?</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">1) O que é a COP30?</h2>



<p>A COP30 é 30ª conferência do clima da ONU, um evento que reúne governos do mundo inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas entidades privadas com o objetivo de debater e buscar soluções para a&nbsp;<strong>crise climática&nbsp;</strong>causada pelo homem.</p>



<p>A conferência vem sendo realizada anualmente desde 1995 (exceto em 2020, por causa da pandemia) e o termo COP é uma sigla em inglês que quer dizer &#8220;<strong>Conferência das Partes</strong>&#8220;, uma referência às 197 nações que concordaram com um pacto ambiental da ONU no início da década de 1990.</p>



<p>O tratado, chamado de<strong> Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC</strong>), tem como principal objetivo estabilizar a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, combater a ameaça humana ao sistema climático da Terra, cada vez mais evidente nos últimos meses.</p>



<p>Nos últimos anos, por exemplo, o número de tornados registrados no Brasil vem aumentando.</p>



<p>Aliado a isso, segundo o observatório europeu Copernicus, outubro de 2025 foi o terceiro outubro mais quente já registrado no planeta, com uma temperatura média global de&nbsp;<strong>15,14 °C — 0,7 °C&nbsp;</strong>acima da média de 1991 a 2020 e&nbsp;<strong>1,55 °C</strong>&nbsp;acima do período pré-industrial.</p>



<p>Por causa desse recorde e de meses anteriores, 2025 deve encerrar entre os três anos mais quentes da história.</p>



<p></p>



<p>Pessoas posam para fotos em frente ao local da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), neste sábado (8), em Belém (PA). — Foto: AP Photo/Fernando Llano</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) O que deve ser discutido na COP30?</h2>



<p>As discussões em Belém se concentram em três grandes eixos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>transição energética</strong>,</li>



<li><strong>adaptação climática</strong> e</li>



<li><strong>financiamento</strong>.</li>
</ul>



<p>Na frente da transição energética, o Brasil pretende liderar a construção do chamado “<strong>mapa do caminho</strong>”, uma expressão usada para definir o roteiro político e técnico que vai estabelecer etapas, prazos e responsabilidades de cada país na substituição do petróleo, gás e carvão por fontes renováveis e eficiência energética.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a1.png" alt="⚡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ENTENDA:</strong>&nbsp;A transição energética é um dos grandes temas da COP30. Ela sintetiza um dos maiores desafios das próximas décadas: transformar a forma como o mundo produz e consome energia, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e ampliando o uso de fontes renováveis.</p>



<p>A meta é garantir que a transição seja justa, ordenada e equitativa, levando em conta as diferentes capacidades e responsabilidades das nações.</p>



<p>Essa será uma das principais frentes de trabalho da presidência brasileira, que quer transformar o acordo firmado em Dubai na COP28 em um plano com metas e mecanismos verificáveis, e não apenas um compromisso político.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos à beira de pontos de inflexão climáticos e da potencial perda da Amazônia, então, esta COP precisa, simplesmente, promover a mudança urgente necessária. Não há segunda chance e tudo começa com os líderes, que devem dar à COP30 um mandato claro para fechar a lacuna da ambição de 1,5°C&#8221;, avalia Carolina Pasquali, diretora executiva do Greenpeace Brasil.</p>
</blockquote>



<p>Outra discussão central é o&nbsp;<strong>Objetivo Global de Adaptação (GGA)</strong>, um instrumento que pretende medir o quanto os países estão se preparando para os impactos do clima.</p>



<p>A proposta faz parte do Marco UAE–Belém para Resiliência Climática Global e é vista como essencial para avaliar quem está conseguindo se adaptar e quem ainda está ficando para trás.</p>



<p>O desafio, no entanto, é garantir recursos estáveis e previsíveis para que o sistema não se torne apenas um ritual simbólico.</p>



<p>&#8220;É fundamental que a ambição não se limite às ações de mitigação — ela também deve envolver a entrega efetiva de recursos&#8221;, avalia Vaibhav Chaturvedi, pesquisador sênior do Council On Energy, Environment and Water (CEEW).</p>



<p>No campo das finanças, os países em desenvolvimento chegam a Belém com uma reivindicação clara: a crise climática não pode continuar sendo tratada como algo separado da economia global.</p>



<p>O desafio da conferência será dar conteúdo ao&nbsp;<strong>Roteiro de Baku a Belém,</strong>&nbsp;plano que busca mobilizar&nbsp;<strong>US$ 1,3 trilhão&nbsp;</strong>por ano até 2035, com juros baixos, mais doações e menos endividamento.</p>



<p>Esse ponto será decisivo para definir o sucesso da COP, já que sem financiamento em escala, metas de descarbonização e adaptação se tornam inviáveis.</p>



<p>Além desses três eixos, temas como o&nbsp;<strong>Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF),</strong>&nbsp;o fortalecimento dos mercados de carbono e o debate sobre racismo ambiental também devem ter destaque.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b5.png" alt="💵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>O QUE É O TFFF:</strong>&nbsp;O fundo é um mecanismo financeiro proposto pelo Brasil que usa um modelo de investimento de renda fixa para gerar recursos destinados à conservação de florestas tropicais. Não se tratam de doações. O lucro das aplicações será usado para remunerar países que mantêm suas florestas em pé, com prioridade para nações como Brasil, Indonésia e Congo.</p>



<p>A conferência será o espaço para discutir como integrar justiça social e justiça climática, e para alinhar mecanismos que tornem a transição energética global realmente inclusiva.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/N5FUciOOdtpUS7E4tJuAH99S3Zw=/0x0:5831x3887/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/4/q/E6Ea0VSsaeTLNAgbIZ9w/2025-11-09t204049z-878162907-rc27thavyezi-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">3) Qual a expectativa do governo Lula na COP30?</h2>



<p>A expectativa do governo Lula na COP30 é consolidar o Brasil como protagonista global da agenda climática e como mediador entre o Norte e o Sul Global.</p>



<p>O país chega a Belém com a missão de mostrar resultados concretos em transição energética e proteção florestal, e de reforçar seu papel político como anfitrião da conferência.</p>



<p>O discurso do presidente Lula durante a Cúpula de Líderes deixou clara a estratégia brasileira: defender uma transição energética justa, capaz de equilibrar o avanço das energias renováveis com a valorização dos combustíveis sustentáveis.</p>



<p>O governo aposta no&nbsp;<strong>Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis</strong>, o chamado Belém 4X, como uma vitrine desse posicionamento.</p>



<p>A iniciativa, co-patrocinada por Brasil, Itália e Japão, busca quadruplicar o uso global de combustíveis sustentáveis até 2035, com acompanhamento anual da Agência Internacional de Energia (AIE).</p>



<p>Na visão do Planalto, a eletrificação sozinha não é suficiente para descarbonizar setores intensivos como transporte pesado e indústria, e por isso o país aposta em hidrogênio verde, biogases, biocombustíveis e combustíveis sintéticos como parte da solução.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o governo quer usar a COP30 para consolidar o TFFF como um modelo inovador de financiamento climático.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funcionam as discussões da COP, a conferência do clima da ONU</li>
</ul>



<p>O fundo, proposto pelo Brasil, busca gerar recursos de forma permanente para países que mantêm suas florestas em pé, com base em investimentos de renda fixa e não em doações.</p>



<p>O anúncio de aportes de mais de&nbsp;<strong>US$ 5,5 bilhões</strong>&nbsp;foi recebido como um sinal político importante de que o país pretende transformar conservação em oportunidade econômica.</p>



<p>Mas o governo também enfrenta críticas e dilemas. Organizações da sociedade civil alertam que apostar em combustíveis sustentáveis não pode substituir o esforço de reduzir o uso de petróleo, sob o risco de adiar a transição energética.</p>



<p>Além disso, o licenciamento de&nbsp;<strong>blocos de petróleo na margem equatorial</strong>&nbsp;poucos dias antes da conferência gerou cobranças de coerência em relação ao discurso de descarbonização.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O sinal político do discurso de Lula é muito positivo, ao colocar na mesa o que deve ser o tema central da COP — implementar a decisão de Dubai de abandonar os combustíveis fósseis&#8221;, diz Cláudio Ângelo, coordenador de Política Internacional do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Internamente, o Palácio do Planalto vê a COP30 como uma oportunidade de reafirmar o Brasil como&nbsp;<strong>ponte diplomática</strong>&nbsp;e de&nbsp;<strong>projetar a imagem do país</strong>&nbsp;como líder dessa transição energética que não exclui países em desenvolvimento.</p>



<p>A expectativa é que Lula use a conferência para pressionar os países ricos por mais financiamento climático e por regras mais justas de acesso a crédito verde, reforçando o papel político que o Brasil quer desempenhar nas próximas décadas.</p>



<p>&#8220;Sabemos que será difícil avançar nesse tema, mas uma COP que não fala de fósseis falha em seu propósito. As palavras importam — e Lula, como anfitrião, deu à presidência brasileira o mandato político de que precisava&#8221;, acrescenta Ângelo.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/dyd16vZBT3MbJSBrrbCMQhdLBrw=/0x0:3917x2611/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/0/VG24maT8SihqAvkGe03g/2025-11-08t082507z-4185741-rc2e6hamsa5k-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">4) Quem é o responsável por fazer a COP30 dar certo?</h2>



<p>A resposta não cabe a uma única pessoa.</p>



<p>A conferência mobiliza milhares de representantes de governos, organizações, empresas e da sociedade civil em busca de consensos que ajudem a enfrentar a crise climática.</p>



<p>Ainda assim, há lideranças-chave nessa engrenagem.</p>



<p></p>



<p>Na linha de frente está o embaixador André Corrêa do Lago, nomeado como presidente da COP30.</p>



<p>É dele a tarefa de mediar as negociações entre mais de 190 países e tentar costurar um texto final equilibrado — que contemple os interesses de governos, ambientalistas e empresas, sem travar os avanços necessários.</p>



<p>Ao lado dele, Ana Toni, diretora-executiva da conferência, responde por garantir o bom funcionamento de toda a estrutura.</p>



<p>Cabe a ela coordenar agendas, garantir que os temas prioritários entrem na pauta e que os grupos de trabalho avancem conforme o cronograma.</p>



<p>Nas conferências da ONU, os dias são intensos.</p>



<p>Começam com reuniões técnicas entre delegados, passam por encontros de alto nível com ministros e podem terminar com decisões políticas tomadas por chefes de Estado.</p>



<p>Tudo isso precisa seguir uma ordem bem definida, com os documentos sendo negociados, revisados e finalizados antes do prazo — que, em geral, é curto e apertado.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/KFiHu7ic3iUX7LtRJhcvsfgG0_g=/0x0:2048x1365/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/g/V/1FzRf8QDisgS5Fed7Urw/53688019399-cb11ac6856-k.jpg" alt="A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA"/></figure>



<p>A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA</p>



<h2 class="wp-block-heading">5) Quais resultados são esperados da COP30?</h2>



<p>Os resultados esperados da COP30 vão muito além de declarações de intenção. A conferência é vista como um marco decisivo para transformar o consenso político construído desde Dubai em ações concretas e mensuráveis, capazes de recolocar o planeta na&nbsp;<strong>rota do limite de 1,5°C</strong>.</p>



<p>O primeiro resultado esperado é o avanço em torno das&nbsp;<strong>metas climáticas (NDCs)</strong>. Até agora, pouco mais de 100 países enviaram suas novas metas para 2035, mas a maioria ainda está muito aquém do necessário.</p>



<p><strong>Hoje, as metas em vigor cobrem apenas 30% das emissões globais e levariam a uma redução de 4% até 2035, quando a ciência aponta que seria preciso cortar cerca de 60% para estabilizar o clima.</strong></p>



<p>O Brasil e outros países esperam que Belém seja o espaço para reabrir o ciclo de ambição, com compromissos mais fortes, prazos definidos e mecanismos de revisão mais rigorosos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os discursos são bem-vindos, mas precisamos que isso vire compromisso formal: que os países que ainda não entregaram, entreguem, e que os que entregaram pouco, revejam e melhorem suas metas”, afirma Márcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Outro resultado esperado é que a conferência consiga dar forma ao “<strong>mapa do caminho</strong>” da transição energética.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5fa.png" alt="🗺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6e3.png" alt="🛣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>&nbsp;ENTENDA O TERMO:</strong>&nbsp;“Mapa do caminho” ou roadmap (em inglês) é o termo usado em negociações internacionais para designar planos de ação que estabelecem etapas, prazos e metas concretas rumo a um objetivo comum. Na prática, trata-se de um roteiro político e técnico que define “quem faz o quê, até quando e com quais recursos”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Durante a pré-COP em Brasília, a ministra Marina Silva foi direta ao afirmar que “não existe como falar de COP da implementação se não tivermos os meios para isso”.</p>
</blockquote>



<p>Segundo a ministra, os países precisam garantir recursos financeiros, humanos e tecnológicos para viabilizar as metas de redução de emissões e de adaptação ao clima.</p>



<p>Fonte : g1</p>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title> Sicoob é reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 16:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>  O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do<br>Brasil ocupando a 13ª posição entre as 50 marcas de maior valor do<br>país, segundo o estudo Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2025,<br>desenvolvido pelo InfoMoney em parceria com a TM20 Branding. O<br>levantamento, que pela primeira vez incluiu empresas de capital fechado,<br>amplia a representatividade do ranking e posiciona o Sicoob ao lado das<br>principais corporações brasileiras.<br>  Avaliada em aproximadamente R$ 10,55 bilhões, a marca Sicoob simboliza<br>a maturidade de um sistema que transformou relacionamento em ativo<br>estratégico. A solidez institucional e o vínculo de confiança com<br>mais de 9,3 milhões de cooperados, distribuídos em mais de dois mil<br>municípios, sustentam a presença nacional do Sicoob, um ecossistema<br>que alia inclusão financeira, proximidade e impacto social.<br>  Com 4,6 mil pontos de atendimento e presença em todos os estados<br>brasileiros, o Sicoob consolidou-se como uma das principais<br>instituições financeiras do país. O Sistema administra mais de R$ 400<br>bilhões em ativos, reflexo de um modelo cooperativo sólido, eficiente<br>e voltado ao desenvolvimento regional.<br>  Para Cláudio Halley, superintendente de Estratégia e Gestão do<br>Sicoob, o reconhecimento simboliza a força de um modelo de negócio que<br>traduz, em cada ponto de contato, o propósito do cooperativismo. “O<br>valor da marca Sicoob nasce da combinação entre performance e<br>propósito. Entregamos um portfólio competitivo e robusto, mas com uma<br>lógica de relacionamento que coloca o cooperado no centro. Estar entre<br>as marcas mais valiosas do país mostra que é possível ser relevante<br>no mercado mantendo a essência de uma instituição feita por pessoas e<br>para pessoas”, destaca.<br>  O valor de marca do Sicoob é resultado de uma combinação equilibrada<br>entre desempenho financeiro, relevância institucional e consistência<br>de propósito. Nos últimos anos, o Sistema apresentou crescimento<br>expressivo em ativos, base de cooperados e volume de negócios,<br>consolidando-se entre as maiores instituições financeiras do país.<br>Esse avanço se traduz diretamente na valorização do seu brand equity.</p>



<p>&nbsp; Além dos resultados econômicos, o valuation da marca é impulsionado<br>por atributos intangíveis, como confiança, reputação e<br>reconhecimento do modelo cooperativo como uma forma sustentável de<br>fazer finanças. A expansão do portfólio de soluções financeiras, o<br>fortalecimento da presença física e digital, e as ações de endosso e<br>visibilidade institucional reforçaram a percepção do Sicoob como uma<br>marca sólida, moderna e próxima das pessoas.<br>&nbsp; “O valor de uma marca se consolida quando há coerência entre<br>propósito e entrega. O Sicoob vem fortalecendo sua identidade a partir<br>de resultados consistentes e de uma atuação fiel aos princípios<br>cooperativos. Essa coerência é o que sustenta o crescimento do nosso<br>valor de marca e reforça a confiança que milhões de cooperados<br>depositam no Sistema”, afirma Halley.<br>&nbsp; O Sicoob tem consolidado uma presença de marca consistente, sustentada<br>por uma estratégia de comunicação integrada que une autenticidade no<br>diálogo com o público e coerência entre formatos e canais. Essa<br>evolução decorre de um modelo de endosso de marca que equilibra<br>narrativas de alcance nacional com o fortalecimento da identidade das<br>cooperativas que compõem o Sistema, preservando seus vínculos<br>regionais e a proximidade com os 9,3 milhões de cooperados que dão<br>vida ao Sicoob. Essa consistência também se expressa na presença do<br>Sicoob em territórios culturais de grande relevância, como esporte,<br>música e entretenimento, ampliando a identificação com o público e<br>fortalecendo sua influência e conexão social.<br>&nbsp; Metodologia<br>&nbsp; O estudo Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2025, desenvolvido pelo<br>InfoMoney em parceria com a TM20 Branding, segue as diretrizes da norma<br>internacional ISO 10668, que estabelece parâmetros técnicos para<br>avaliação financeira de marcas. A metodologia combina análises<br>econômico-financeiras e pesquisas de mercado que medem percepção,<br>força e contribuição da marca para o negócio. O levantamento contou<br>com o apoio da Brazil Panels e da Elos Ayta, e avaliou 208 marcas de 26<br>categorias, incluindo empresas de capital aberto e fechado de todas as<br>regiões do país.</p>



<p></p>
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		<title>INDÚSTRIA ENCERRA 3º TRIMESTRE DE 2025 COM PRODUÇÃO ESTAGNADA EQUEDA NO EMPREGO</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/industria-encerra-3o-trimestre-de-2025-com-producao-estagnada-equeda-no-emprego/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 16:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A indústria brasileira encerrou o terceiro trimestre de 2025 com<br>produção estagnada, aumento de estoques e queda no emprego, segundo a<br>CNI. O cenário reflete demanda interna mais fraca, alta carga<br>tributária e juros elevados.</p>



<p>A <strong>indústria</strong> encerrou o terceiro trimestre de 2025 com novos sinais de enfraquecimento. De acordo com a Sondagem Industrial, divulgada nesta segunda-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produção do setor ficou <strong>praticamente estagnada em setembro</strong>, <strong>os estoques aumentaram e o número de trabalhadores recuou</strong>. Uma das principais <strong>causas</strong>, segundo a entidade, é a <strong>demanda interna mais fraca do que a esperada</strong> pelos empresários.</p>



<p>O índice que mede a evolução da produção industrial ficou em 50,1 pontos — próximo da linha divisória de 50 —, indicando estabilidade em relação a agosto. Já o indicador de emprego foi de 48,9 pontos, sinalizando <strong>redução no número de postos de trabalho</strong>. O resultado foge ao padrão histórico: <strong>desde 2020, o mês de setembro costumava registrar crescimento, com exceção de 2023</strong>.</p>



<p>O nível de estoques também subiu. O índice de evolução do indicador atingiu 50,8 pontos, e o de estoque efetivo em relação ao usual avançou para 50,7 pontos, mostrando acúmulo acima do planejado.&nbsp;</p>



<p>“É importante notar que esse acúmulo dos estoques indesejados aconteceu mesmo com uma queda da produção. Isso é um sinal que a demanda surpreendeu negativamente os empresários, pois veio mais fraca ainda do que os empresários anteciparam”, avalia o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.&nbsp;</p>



<p>A utilização da capacidade instalada manteve-se em 70%, dois pontos percentuais abaixo do observado em setembro de 2024.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Situação financeira tem leve melhora, mas segue negativa</h2>



<p>O índice de<strong> satisfação com a situação financeira das indústrias</strong> subiu de 48,4 para 48,9 pontos no terceiro trimestre, apontando redução na insatisfação, mas ainda <strong>abaixo da linha de 50 pontos</strong>. O índice de lucro operacional avançou de 42,8 para 43,6 pontos, recuperando parte da perda registrada entre o primeiro e o segundo trimestres.</p>



<p>O <strong>acesso ao crédito continua restrito</strong>. O indicador que mede essa facilidade passou de 39,9 para 40,3 pontos, permanecendo em nível baixo. Já o índice de preços das matérias-primas caiu 1,8 ponto, para 55,2, o que indica que os custos seguem em alta, mas em ritmo menor.</p>



<p>“As condições financeiras da indústria seguem em sua maioria bastante negativas. Elas até melhoraram um pouco na passagem do segundo para o terceiro trimestre, mas ainda é uma insatisfação muito grande com relação às margens de lucro. Esses índices ainda seguem bastante baixos”, ressalta Azevedo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais entraves: impostos, juros e demanda fraca</h2>



<p>A elevada carga tributária foi novamente o <strong>principal obstáculo</strong> citado pelos empresários, mencionada por 37,8% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a <strong>demanda interna insuficiente</strong> (28,8%) e as <strong>altas taxas de juros</strong> (27,3%). A <strong>escassez ou o alto custo de trabalhadores qualificados</strong> foram lembrados por 22,9% dos industriais, enquanto a <strong>competição desleal</strong> ficou em quinto lugar, com 19,1%.</p>



<p>De acordo com Azevedo,<strong> um dos principais motivos para a queda da demanda são as taxas de juros elevadas</strong>. “Num primeiro momento isso afeta a demanda por bens que são mais caros, que normalmente necessitam de financiamento. No entanto, acaba se espalhando pela economia, as famílias começam a ter um pouco menos de renda, mais endividamento, às vezes até mais inadimplência. A demanda, de uma forma geral, vai caindo e a indústria vem sentindo isso”, comenta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Expectativas mistas para os próximos meses</h2>



<p>O <strong>índice de expectativa de exportações cresceu dois pontos</strong>, para 48,6, ainda abaixo de 50, o que sinaliza projeções de queda menos intensas nas vendas externas. As expectativas de emprego e de compras de matérias-primas recuaram 0,3 ponto, para 49,3 e 51 pontos, respectivamente. Já a expectativa de demanda subiu levemente, de 52,3 para 52,5 pontos, mantendo o otimismo moderado quanto ao consumo doméstico.</p>



<p>O índice de intenção de investimento avançou de 54,4 para 54,8 pontos, revertendo parte das perdas acumuladas entre dezembro de 2024 e setembro de 2025.</p>



<p>A pesquisa ouviu 1.423 empresas — 592 pequenas, 494 médias e 337 grandes — entre 1º e 10 de outubro de 2025.</p>



<p>Fonte: Brasil 61</p>
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		<item>
		<title>Sebrae abre processo seletivo com salário de até R$ 6,8 mil no ES</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/sebrae-abre-processo-seletivo-com-salario-de-ate-r-68-mil-no-es/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 16:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (<strong>Sebrae/ES</strong>) está com <strong>processo seletivo</strong> aberto para contratação de analistas e de assistente. <strong>O salário pode chegar a R$ 6.854,72</strong>.</p>



<p>As inscrições devem ser feitas até o dia 27 de outubro pelo <strong>site da Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino, Tecnologia e Cultura</strong> (FAPETEC), responsável por conduzir o processo seletivo.</p>



<p>Estão abertas três vagas para analista destinadas aos candidatos com nível superior completo em Turismo, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação (Publicidade e Propaganda), Marketing, Sistemas de Informação ou Administração. As oportunidades são para atuar nos municípios de&nbsp;<strong>Vitória e Iúna</strong>.</p>



<p>Já a vaga para assistente é destinada aos candidatos com nível médio completo. O local de atuação é na&nbsp;<strong>Grande Vitória</strong>.</p>



<p>O Sebrae/ES oferece salário de R$ 6.854,72 para os cargos de nível superior e R$ 2.842,25 para o cargo de nível médio, além de benefícios.</p>



<p>Todas as informações detalhadas sobre o perfil das vagas, formações exigidas, etapas do processo seletivo e cronograma completo estão disponíveis no site da FAPETEC.</p>



<p>Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato pelo e-mail&nbsp;contato@selecaofapetec.org.br.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-etapas-do-processo-seletivo">Etapas do processo seletivo</h3>



<p>No caso das<strong>&nbsp;vagas para analistas</strong>, os candidatos vão passar por cinco etapas no processo seletivo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prova objetiva e discursiva</li>



<li>Avaliação de habilidades (Pitch)</li>



<li>Avaliação de perfil (teste DISC)</li>



<li>Análise curricular e documental</li>



<li>Entrevista individual por competência</li>
</ul>



<p>Já para a&nbsp;<strong>vaga de assistente</strong>, o processo seletivo possui quatro etapas. Confira:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prova objetiva e discursiva</li>



<li>Avaliação de perfil (teste DISC)</li>



<li>Análise curricular e documental</li>



<li>Entrevista individual por competência</li>
</ul>



<p>Fonte : Folha Vitória</p>
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		<item>
		<title>Créditos de carbono: a alavanca que turbina estratégia ESG no mercado financeiro</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/creditos-de-carbono-a-alavanca-que-turbina-estrategia-esg-no-mercado-financeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 16:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mercado de créditos de carbono ganha força no Brasil em 2025 e se torna peça central nas estratégias de ESG</p>



<p><em>*Artigo escrito por Dyego Frasson, advogado empresarial, especialista em ambientes de negócios e operações de M&amp;A</em>.<em>&nbsp;Membro do comitê qualificado de conteúdo de ESG do Ibef-ES.</em></p>



<p>Impulsionado pela crescente demanda por soluções sustentáveis e pela intensificação das metas de redução de emissões, o mercado de <strong>créditos de carbono</strong> no <strong>Brasil</strong> em 2025 consolidou-se como elemento-chave das políticas<strong> ESG</strong> das empresas. Traduzindo compromissos ambientais em ativos financeiros de alto valor.</p>



<p>A urgência climática global e a adoção rigorosa de critérios de governança social e corporativa transformaram esses créditos em instrumento essencial para comprovar a dimensão <em>“E” (Environmental)</em> dos critérios ESG. </p>



<p>Desde a consolidação de sistemas internacionais, como o <em>EU ETS,</em> até a proliferação de projetos voluntários certificados, o setor aprimorou sua robustez técnica e passou a figurar de forma destacada nos relatórios de sustentabilidade das principais corporações.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-bancos-e-esg">Bancos e ESG</h2>



<p>No universo de fundos especializados, a integração ESG se manifesta em produtos distintos. O BB Multimercado Carbono alinha a alocação em projetos de redução de emissões à política interna de responsabilidade socioambiental do Banco do Brasil. Enquanto o Vitreo Carbono FIM mescla&nbsp;<em>swaps&nbsp;</em>europeus com iniciativas de energia limpa no Brasil, reforçando a governança (“G”) ao selecionar contrapartes certificadas.</p>



<p>O&nbsp;<em>Trend&nbsp;</em>Carbono Zero e o Empiricus Carbono FIF oferecem exposição passiva e estratégias de arbitragem que obedecem a critérios ESG, garantindo transparência e qualidade nos ativos negociados.</p>



<p>Os Fiagros consolidam a conexão entre agronegócio e ESG, canalizando investimentos para sistemas agroflorestais e recuperação de áreas degradadas que geram CBIOs.</p>



<p>Além disso, com regras claras de governança e requisitos de reporte social (“S”), esses fundos — que somam R$ 43 bilhões em patrimônio — incentivam práticas sustentáveis no campo. O que estimula diversidade de cultivos e mitigando impactos ambientais, ao mesmo tempo em que oferecem retorno financeiro aos investidores.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-esg-nos-bancos-do-es">ESG nos bancos do ES</h2>



<p>No Espírito Santo, a iniciativa Banco Estadual de Crédito Verde, em parceria com o BNDES Fundo Clima, exemplifica a aplicação prática dos princípios ESG em âmbito regional.</p>



<p>Ao destinar até R$ 150 milhões para projetos de energia renovável e eficiência energética, o Banestes reforça seu compromisso ambiental. Contribui para a inclusão social ao apoiar micro e pequenas empresas capixabas e fortalece a governança do setor financeiro local.</p>



<p>nesse sentido, apesar dos avanços, desafios persistem na harmonização regulatória e na mensuração padronizada de impactos ESG. A incorporação de tecnologias como&nbsp;<em>blockchain&nbsp;</em>e inteligência artificial melhora a rastreabilidade e a qualidade dos dados ambientais, sociais e de governança.</p>



<p>Por fim, com projeções de ultrapassar R$ 100 bilhões em ativos sob gestão até 2030, o mercado de créditos de carbono, alinhado aos critérios ESG. Consolida-se como vetor essencial para a transição a uma economia de baixo carbono e orientada pela sustentabilidade.</p>



<p><em>Este texto expressa a opinião do autor e não traduz, necessariamente, a opinião do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Espírito Santo</em>.</p>



<p>Fonte : Folha Vitória </p>
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		<title>Serra avança em parceria inédita com universidade chinesa de inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 16:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Serra pode se tornar ponte estratégica entre Brasil e China em inovação e desenvolvimento</h2>



<p><strong>Por Thamiris Guidoni</strong></p>



<p>Na manhã da última segunda-feira (6), o Auditório do Senac em Jacaraípe foi palco de um encontro considerado histórico: a Associação dos Empresários da Serra (ASES) participou da palestra “<em>Oportunidades de parceria com a Universidade de Tsinghua</em>“, ministrada por Ping He, pró-reitor da Escola de Economia e Gestão da instituição chinesa.</p>



<p>Reconhecida como uma das universidades mais prestigiadas do mundo, a Tsinghua é referência em pesquisa, inovação e desenvolvimento econômico em escala global.</p>



<p>O evento foi realizado em parceria com o Ifes Campus Serra, a Prefeitura da Serra e a Secretaria Municipal de Inovação, Ciência e Tecnologia, reunindo autoridades, empresários, servidores e representantes da comunidade acadêmica.</p>



<p>Durante o encontro, a universidade e o município assinaram um memorando de entendimento para estruturar uma futura cooperação, que inclui intercâmbio acadêmico, tecnológico e científico em áreas como energia limpa, sustentabilidade, gestão e inteligência artificial.</p>



<p></p>



<p>A escolha da Serra como parceira não foi por acaso: o município é um dos maiores polos industriais do Brasil, com PIB diversificado e um ambiente empresarial em expansão.</p>



<p>Para a ASES, a aproximação com a Tsinghua abre novas oportunidades capazes de reposicionar a cidade no mapa global da inovação.</p>



<p>“O que mais nos chamou atenção foi o potencial industrial da Serra e a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento de infraestrutura e inovação local. Ficamos impressionados com a receptividade do povo capixaba e acreditamos que essa aproximação pode ser muito promissora para ambos os lados”, destacou o professor&nbsp;<strong>Ping He</strong>.</p>



<p>O diretor-geral do Ifes Serra,&nbsp;<strong>Gilmar Vassoler</strong>, também ressaltou a importância da visita.</p>



<p>“A Universidade de Tsinghua abre caminhos concretos para que nossos estudantes e professores participem de intercâmbios científicos e tecnológicos, ao mesmo tempo em que o município da Serra ganha projeção internacional”.</p>



<p>Na mesma linha, o secretário municipal de Inovação,&nbsp;<strong>Pedro Trindade</strong>, reforçou que o encontro representa apenas o início de uma conexão estratégica.</p>



<p>“A importância disso para a cidade é estabelecer novas oportunidades de negócios, desenvolvimento de tecnologias, parcerias de pesquisa, levar estudantes para a China e trazer pesquisadores chineses para a nossa cidade. É um grande processo de intercâmbio que fomenta novos negócios e talentos”.</p>



<p>A vice-prefeita da Serra,&nbsp;<strong>Gracimeri Gaviorno</strong>, lembrou a força do município no cenário estadual e nacional.</p>



<p>“Nossa Serra é mais do que potência, é uma força motriz do Espírito Santo. Hoje somos a maior cidade do Estado, fazemos negócios com o mundo inteiro e geramos empregos direta e indiretamente. Ficamos muito felizes com a vinda do professor Ping He e esperamos que seja o início de uma caminhada de parceria e bons negócios que foquem no ser humano”.</p>



<p>Já o diretor de Inovação da ASES,&nbsp;<strong>Jardel Ferreira</strong>, destacou o papel da entidade como elo entre diferentes setores.</p>



<p>“A ASES tem a missão de conectar empresários e gerar valor para toda a Serra. Essa aproximação com uma das universidades mais influentes do mundo reforça nossa capacidade de ser ponte entre o setor produtivo, a academia e o poder público. O impacto pode ser imenso: novas oportunidades de negócios, maior competitividade e benefícios que alcançarão não só os empresários, mas também os cidadãos da nossa cidade”.</p>



<p>Com quase 47 anos de atuação, a ASES é uma das principais associações empresariais do Espírito Santo, e agora, se posiciona como protagonista em uma rede de cooperação internacional que pode transformar não apenas os negócios, mas também o futuro da&nbsp;<strong>Serra</strong>, colocando o município em evidência no eixo Brasil-China.</p>



<p>Fonte : ES Brasil</p>
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