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	<title>Industria &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>GWM acelera projeto de fábrica no Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A chinesa GWM quer antecipar o início da fabricação de carros em Aracruz para 2028. Em princípio, o início das operações estava previsto para o primeiro trimestre de 2029. “Queremos trazer o início da produção para 2028. Para o segundo semestre já seria ótimo, primeiro semestre de 2028 seria um sonho, mas estamos trabalhando para isso”, assinalou Ricardo Bastos, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da GWM Brasil.</p>



<p>Ele passou a semana em Vitória e divlgou a informação para empresários, entidades e governo. Uma das questões fundamentais é resolver o licenciamento ambiental. O objetivo é obter as autorizações para começar a movimentar terra no terreno de Barra do Riacho em até 60 dias. “É uma área industrial consolidada, já tivemos boas notícias sobre um processo mais ágil de licenciamento. Queremos iniciar as obras o quanto antes”.</p>



<p>A aceleração dos trabalhos no Estado passa por algumas questões. O mercado interno chinês está mudando, inclusive com queda de produção prevista para 2026, o que vem obrigando as montadoras de lá a olhar para novos mercados, e o Brasil, pelo tamanho, é uma das prioridades. Países como Argentina também chamam atenção. A outra questão é a demanda interna do Brasil por carros eletrificados. A GWM deve comercializar 100 mil carros no Brasil em 2026, bem acima das perspectivas.</p>



<p>“É um contexto bastante positivo, por isso estamos correndo ainda mais com o projeto do Espírito Santo. Estamos acelerando os planos e revisando o tempo todo o projeto, sempre observando este novo cenário. Precisamos começar o mais rápido possível”, avisou Bastos.</p>



<p>Em princípio, a operação de Aracruz receberá um investimento de US$ 1 bilhão e produzirá, na plena capacidade, 200 mil carros. A primeira fase começaria já com 100 mil carros.</p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>
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		<title>Suzano compra 10% do porto Imetame</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:54:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Suzano assinou acordo para adquirir 10% da Imetame Logística Porto, em Barra do Riacho. A participação não será paga com um aporte relevante de capital: a companhia entrará no negócio com terrenos que já possui na região.</p>



<p>O movimento amplia a presença portuária da Suzano em Aracruz. A empresa já controla 51% da Portocel, terminal com capacidade para movimentar 7,5 milhões de toneladas por ano e que vem diversificando suas operações para cargas como veículos e blocos de granito.</p>



<p>No primeiro semestre de 2026, Portocel movimentou 50 mil veículos, o dobro de todo o volume registrado em 2025. Agora, com a participação na Imetame, a Suzano passa a ter exposição econômica a dois empreendimentos portuários no município.</p>



<p>O novo complexo da Imetame prevê terminais para contêineres, carga geral, granéis sólidos, granéis líquidos e operações entre navios. A primeira fase de carga geral deve começar a operar no início de 2027.</p>



<p>Fonte: @ricardofrizera</p>
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		<title>20ª edição da Navalshore destaca anúncios impulsionados pelo novo ciclo de encomendas da indústria naval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 12:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Firjan apresenta o Panorama Naval 2026 e Transpetro divulga nova operação logística no Rio de Janeiro, com o transporte de bunker por barcaças</em></p>



<p>A sessão de abertura da 20ª Navalshore – Feira e Conferência Marítima reiterou sua posição de principal ambiente de negócios e novidades da indústria marítima e offshore da América Latina.</p>



<p>Impulsionada por investimentos que superam os R$ 13,8 bilhões em negócios capitaneados pela Petrobras e a Transpetro, a feira foi cenário de anúncios importantes.</p>



<p>A agenda da feira está estruturada em torno de questões estratégicas como competitividade industrial, reforma tributária, segurança jurídica, expansão e renovação da frota.</p>



<p>A programação também destaca temas importantes como inovação tecnológica e fortalecimento da cadeia nacional de fornecedores, além de abordar questões urgentes como mudanças climáticas e transição energética.</p>



<p>Rosângela Vieira, diretora da Navalshore, atribui o sucesso da feira ao protagonismo do Rio de Janeiro e das empresas que atuam no estado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A demanda para participação tem sido crescente e este ano, temos a maior edição, 13% superior a 2025. O crescimento reflete o movimento da cadeia produtiva para atender aos novos projetos da indústria naval brasileira”.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Rio protagonista no setor</h2>



<p>Com a presença de representantes das principais empresas e entidades do setor, a abertura oficial da Navalshore destacou o fortalecimento da indústria marítima e a consolidação do Rio de Janeiro como principal polo naval e offshore do país.</p>



<p>A edição deste ano reúne 180 expositores, mais de 700 marcas nacionais e internacionais e projeta receber 20 mil visitantes entre hoje e 20 de agosto, no Expo Rio Cidade Nova.</p>



<p>A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) apresentou a 7ª edição do Panorama Naval no Rio de Janeiro, que confirma o protagonismo do Rio de Janeiro no setor ao concentrar 82% das plataformas marítimas em operação, 24 dos 49 estaleiros brasileiros e 66 mil dos 181 mil empregos relacionados às atividades navais no Brasil.</p>



<p>O estudo identifica mais de 2 mil fornecedores na cadeia produtiva naval no estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novas operações</h2>



<p>A Transpetro anunciou os planos para fortalecer o transporte multimodal ao dar início, ainda em 2026, a uma nova operação logística com a inclusão do transporte de bunker por barcaças.</p>



<p>A primeira embarcação da frota contratada pela companhia está prevista para outubro e terá como base o Terminal Aquaviário de Ilha d’Água, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.</p>



<p>A estratégia da companhia é atender qualquer desafio de logística de petróleo, derivados e biocombustíveis.</p>



<p>O projeto prevê 18 barcaças e 18 empurradores, com investimento de aproximadamente R$ 630 milhões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p><strong>Navalshore – Feira e Conferência da Indústria Marítima</strong></p>



<p><strong>Data:</strong> 18 a 20 de agosto de 2026<br><strong>Local:</strong> Expo Rio Cidade Nova (antigo Expo Mag) – Rua Beatriz Larragoiti Lucas, s/n, Cidade Nova – Rio de Janeiro – RJ – Brasil<br><strong>Horário:</strong> das 13h às 20h</p>



<p><strong>Site:</strong> navalshore.com.br</p>



<p>Fonte: Assessoria de Imprensa Navalshore</p>
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		<title>Mec Show 2026 supera expectativa e bate R$ 300 milhões em negócios</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/mec-show-2026-supera-expectativa-e-bate-r-300-milhoes-em-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 11:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[mec show]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Durante os três dias de feira, expositores chegaram a vender estruturas e equipamentos de mais de R$ 1 milhão.</em></p>



<p>A 19ª edição da Mec Show superou as expectativas e encerrou suas atividades com resultados recordes. Realizada entre os dias 4 e 6 de agosto, no Pavilhão de Carapina, na Serra, a feira recebeu 20.847 visitantes e reuniu compradores de 21 estados brasileiros e seis países — Estados Unidos, Alemanha, China, Canadá, Portugal e Japão.</p>



<p>A estimativa é que o evento tenha gerado R$ 300 milhões em vendas e negócios futuros, valor acima da projeção inicial.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A Mec Show 2026 termina confirmando a força da indústria e, principalmente, a capacidade que temos de construir o futuro de forma conjunta. Durante três dias, reunimos empresas líderes, fornecedores, especialistas e tomadores de decisão em um ambiente marcado por debates qualificados, apresentação de novas tecnologias e geração de negócios”, comemora Marcos Milanez Milaneze, diretor do evento.</p>
</blockquote>



<p>O ambiente favorável aos negócios foi percebido pelos próprios expositores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O nível da feira deste ano é de padrão internacional”, avaliou Herick Melo, CEO da Flexmade, que comercializou toda a estrutura exposta em seu estande durante o evento por R$ 1,5 milhão.</p>
</blockquote>



<p>O retorno positivo reforça a estratégia da organização de investir em um público cada vez mais qualificado para 2027.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os resultados desta edição reforçam que a Mec Show está no caminho certo e nos motivam a preparar uma 20ª edição histórica, que será construída a partir da escuta do mercado e do compromisso de fortalecer o ambiente de negócios e o desenvolvimento da indústria capixaba”, afirma Bruna Meriguete, gestora da feira.</p>
</blockquote>



<p>Para Luiz Alberto Carvalho, presidente do Sindifer e promotor da Mec Show, o grande diferencial da feira está na capacidade de aproximar empresas e gerar oportunidades concretas de negócios.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Aqui, pequenos fornecedores têm a oportunidade de acessar grandes empresas, apresentar suas soluções e iniciar parcerias que muitas vezes se concretizam após a feira. O alto nível dos visitantes demonstra que estamos atraindo um público cada vez mais qualificado para fortalecer a indústria capixaba.”</p>
</blockquote>



<p>Carlos Henrique Veloso, presidente do CDMEC e promotor da feira, reforça a relevância do evento para a economia capixaba:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A Mec Show é um espaço que aproxima empresas, academia e poder público, incentiva a inovação e contribui para o desenvolvimento do Espírito Santo.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Rodada de negócios</h2>



<p>Promovida pelo Sebrae-ES, a Rodada de negócios reuniu 132 empresas fornecedoras e 17 compradoras, que realizaram 473 reuniões ao longo dos três dias do evento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esses números evidenciam a força das conexões promovidas pela feira e reforçam a importância de iniciativas que aproximam grandes empresas e pequenos negócios, fortalecendo a competitividade, ampliando oportunidades comerciais e impulsionando o desenvolvimento da indústria do Espírito Santo”, avalia Paula Lisboa, gestora de energia e indústria do Sebrae-ES.</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A Mec Show é uma oportunidade de construir e fortalecer conexões com nossa cadeia de fornecedores, gerar novas oportunidades e potencializar negócios”, reforça Fernando Alcântara, diretor de Suprimentos Sul Sudeste da Vale.</p>
</blockquote>



<p>Durante a feira, a mineradora comemorou os 60 anos do Porto de Tubarão e premiou três fornecedores locais: Tereme, Eletrosolda e Vix Logística.</p>



<p>No encerramento, Marcos Milaneze reafirmou o propósito da realização da feira:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Além dos resultados expressivos, levamos a certeza de que as conexões estabelecidas aqui continuarão produzindo parcerias, investimentos e desenvolvimento para a indústria capixaba e brasileira. Esse é o papel da Mec Show: transformar encontros em oportunidades concretas e ajudar o setor a avançar.”</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Negócios que geram negócios</h2>



<p>A Rede Petro ES promoveu uma rodada de negócios com 40 empresas associadas e estima ter gerado entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões em contratos.</p>



<p>O presidente da associação, Rafaele Cé, reforçou a importância da feira para aproximar marcas e estimular parcerias.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mais importante do que a quantidade de visitantes foi a qualificação do público. Quem passou pela Mec Show veio preparado para fazer negócios”, destacou.</p>
</blockquote>



<p>Estreante na feira, a Thimer comemorou a conquista de novos clientes e confirmou o interesse em retornar na próxima edição.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A feira superou nossas expectativas”, afirmou o coordenador financeiro da empresa, Amaury Metring Jr.</p>
</blockquote>



<p><strong>Márcio Valente, representante da japonesa Sumitomo</strong></p>



<p>De volta após quase dez anos, a Travis movimentou perto de R$ 1 milhão em negócios ao longo dos três dias de evento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Voltamos à Mec Show e o resultado foi muito positivo. Vendemos quatro de nossas máquinas durante a feira”, afirmou Vinicius Cordeiro, representante da empresa.</p>
</blockquote>



<p>Márcio Valente, representante da japonesa Sumitomo, destacou a abertura de novas conexões comerciais no Estado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A feira possibilitou contratos fechados na hora e abriu portas para novos relacionamentos.”</p>
</blockquote>



<p>Já a paulista Apexfil creditou a prospecção de mais de 50 oportunidades de negócios às ações de conexão na Mec Show.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Entre as rodadas de negócios e os podcasts, vimos um cuidado especial da feira em aproximar empresas e compradores”, ressaltou Giovanny Felice, representante de marketing da empresa. “Pretendemos voltar para os 20 anos de feira.”</p>
</blockquote>



<p>A Mec Show 2027 já tem data marcada: de 03 a 05 de agosto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">MEC SHOW 2026 | Feira da Inovação Industrial</h2>



<p><strong>Patrocínio Master:</strong> Petrobras</p>



<p><strong>Patrocinador ESG:</strong> Marca Ambiental</p>



<p><strong>Patrocínio Ouro:</strong> ArcelorMittal | Prio | Samarco | Vale</p>



<p><strong>Patrocínio Prata:</strong> Findes Sesi Senai | CAIXA</p>



<p><strong>Patrocínio Bronze:</strong> ES Gás/Grupo Energisa | Bandes Investimento</p>



<p><strong>Apoio Institucional:</strong> Abimaq | Confea Crea-ES Mútua | Sebrae ES</p>



<p><strong>Promoção:</strong> CDMEC | Sindifer</p>



<p><strong>Realização:</strong> Milanez &amp; Milaneze</p>



<p>Fonte: L4 Comunicação</p>
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		<title>Produção industrial capixaba cresce e ES tem maior alta do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[espírito santo]]></category>
		<category><![CDATA[industria]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A indústria&nbsp;capixaba&nbsp;segue com&nbsp;destaque&nbsp;nacional&nbsp;em 2026&nbsp;e mantém&nbsp;uma trajetória consistente de expansão da&nbsp;sua&nbsp;atividade.&nbsp;O&nbsp;Espírito Santo&nbsp;lidera&nbsp;o&nbsp;crescimento&nbsp;da produção industrial&nbsp;entre os&nbsp;estados brasileiros&nbsp;em três das quatro bases de comparação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF). O&nbsp;resultado, que&nbsp;ainda proporcionou que os números do Estados ficassem&nbsp;muito acima da média nacional,&nbsp;é fruto do bom desempenho da indústria extrativa e tem&nbsp;também&nbsp;a contribuição da metalurgia.</p>



<p>Os dados do IBGE,&nbsp;divulgados na última sexta-feira (10) e compilados pelo OBSERVATÓRIO FINDES,&nbsp;revelam que a produção industrial capixaba cresceu&nbsp;10,8% em maio deste ano, na comparação com maio de 2025, enquanto a&nbsp;brasileira&nbsp;apenas 0,2%.&nbsp;Na comparação entre&nbsp;acumulado de janeiro a maio deste ano&nbsp;com&nbsp;mesmo&nbsp;período de 2025,&nbsp;o&nbsp;avanço&nbsp;estadual&nbsp;foi&nbsp;de 21,9%&nbsp;e o&nbsp;Nacional&nbsp;de&nbsp;1,4%.&nbsp;Já&nbsp;no acumulado&nbsp;de&nbsp;doze meses&nbsp;até maio,&nbsp;a&nbsp;indústria&nbsp;do Espírito&nbsp;Santo&nbsp;e do Brasil avançaram&nbsp;20,6%&nbsp;e 0,4%, respectivamente.</p>



<p>O presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES), Paulo&nbsp;Baraona, aponta que os&nbsp;resultados&nbsp;mostram&nbsp;que o&nbsp;Estado&nbsp;mantém uma trajetória consistente de expansão da atividade industrial. “Ela vem sendo&nbsp;impulsionada pelo fortalecimento de setores estratégicos, pelo aumento dos investimentos e pela capacidade de sua indústria de gerar emprego, renda e competitividade. Além de liderar o crescimento nacional, o desempenho reforça o papel da indústria como principal vetor do desenvolvimento econômico capixaba”, comenta.</p>



<p>De acordo com os dados do IBGE,&nbsp;nos cinco primeiros meses do ano,&nbsp;o&nbsp;desempenho da indústria capixaba foi impulsionado principalmente pela indústria extrativa, que avançou 34,5%, refletindo o aumento da produção de petróleo&nbsp;e&nbsp;gás natural e&nbsp;de&nbsp;pelotas de minério de ferro.&nbsp;Já na indústria de transformação, a&nbsp;metalurgia&nbsp;foi o maior destaque&nbsp;com crescimento de&nbsp;1,6%&nbsp;no mesmo período.</p>



<p>Baraona&nbsp;comenta que&nbsp;o&nbsp;setor extrativo segue sendo um dos principais motores desse desempenho. “Essa é uma indústria historicamente importante para o&nbsp;Espírito&nbsp;Santo e com grande contribuição para a geração de riquezas no Estado. Mas também é&nbsp;importante destacar a contribuição da metalurgia, que amplia o valor agregado da nossa produção e fortalece o parque industrial capixaba &#8220;, afirma.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Produção de petróleo e gás natural&nbsp;mantém protagonismo</strong></h2>



<p>A indústria extrativa permanece como principal responsável pelo crescimento da produção industrial do Espírito Santo&nbsp;ao&nbsp;2026.&nbsp;No acumulado de janeiro a maio, o setor&nbsp;teve&nbsp;alta de 34,5%, impulsionado pelo aumento da produção de petróleo&nbsp;e&nbsp;gás natural e&nbsp;de&nbsp;pelotas de minério de ferro.&nbsp;</p>



<p>Segundo&nbsp;os&nbsp;dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em maio, a produção de petróleo alcançou 265,1 mil barris por dia, crescimento de 47,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Já a produção média de gás natural chegou a 7,6 milhões de metros cúbicos por dia&nbsp;em maio, avanço de 65,6%&nbsp;em&nbsp;comparação&nbsp;com o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano,&nbsp;foram produzidos&nbsp;6,9 milhões de&nbsp;metros cúbicos por dia, crescimento de 75,8% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p>A gerente executiva do OBSERVATÓRIO FINDES e economista-chefe da FINDES, Marília Silva, explica que o desempenho reflete a consolidação da retomada operacional dos principais ativos do setor.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O&nbsp;avanço decorre principalmente do bom desempenho do&nbsp;navio-plataforma&nbsp;Maria Quitéria e da produção no campo de&nbsp;Wahoo. Esses empreendimentos ampliaram a capacidade produtiva do Espírito Santo e reforçam o papel estratégico do setor de óleo e gás para o crescimento industrial do Estado.&#8221;</p>



<p>Marília também destaca que o FPSO Maria Quitéria produziu, em maio, 71,6 mil barris de petróleo por dia, equivalente a 72% de sua capacidade instalada, além de 2,8 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. Já o campo de Wahoo segue ampliando gradualmente sua operação e deve atingir cerca de 40 mil barris por dia com a entrada em funcionamento do quarto, e último, poço produtor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Metalurgia&nbsp;puxa&nbsp;crescimento industrial&nbsp;</strong></h2>



<p>Além da indústria extrativa, a metalurgia foi outro destaque positivo da produção industrial capixaba em maio. O segmento&nbsp;avançou&nbsp;1,6% no acumulado de janeiro a maio&nbsp;impulsionado&nbsp;principalmente pela maior produção de ferro-gusa e bobinas a quente de aço carbono.</p>



<p>Para a economista-chefe da FINDES, parte desse desempenho está relacionada ao novo cenário do mercado siderúrgico brasileiro.&nbsp;&#8220;As medidas de defesa comercial adotadas pelo Brasil ao longo deste ano ajudaram a fortalecer a produção nacional de aço e reduziram significativamente as importações de alguns produtos siderúrgicos. Esse movimento tende a favorecer a indústria instalada no país e contribuiu para o desempenho positivo observado no Espírito Santo&#8221;,&nbsp;avalia Marília.&nbsp;</p>



<p>Dados do Instituto Aço Brasil mostram crescimento da produção nacional de aço bruto (+2,4%), laminados (+0,7%) e semiacabados (+15,7%) em maio, enquanto as importações recuaram 55,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado.</p>
</blockquote>
</blockquote>
</blockquote>



<p>Fonte: Siumara Gonçalves &#8211; <em>OBSERVATÓRIO FINDES</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Oficial: Porto da Imetame agora é Hanseatic Global Terminals Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 11:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cerimônia da Imetame com o CEO da Hanseatic Global Terminal (HGT) selou a parceria em Vitória. Dheeraj Bhatia, disse que vê o Espírito Santo como lugar ideal do país para escoar e receber cargas de todo o mundo. O Centro do Comércio de Café de Vitória já assinou um termo de compromisso para realizar estudos e utilizar o porto para exportação</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-48.jpg" alt="" class="wp-image-45781"/></figure>



<p>O presidente do Sindiex, Sidemar Acosta, destacou a importância da parceria entre o Porto da Imetame e a HGT: Nova fase para o Comex capixaba. Crédito: Divulgação/Sindiex</p>



<p>O Porto da&nbsp;<strong><a href="https://www.imetame.com.br/">Imetame</a></strong>&nbsp;agora é oficialmente o Hanseatic Global Terminals Aracruz. Uma cerimônia com o CEO da Hanseatic Global Terminal (HGT) e a direção do Grupo Imetame selou a parceria em Vitória na noite desta terça (20). E logo no início da parceria, o&nbsp;<strong><a href="https://www.cccv.org.br/">Centro do Comércio de Café de Vitória</a></strong>&nbsp;assinou um termo de compromisso para realizar estudos e utilizar o porto para&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/exportacao/">exportação</a></strong>.</p>



<p>O CEO da HGT, Dheeraj Bhatia, disse em discurso que a parceria com a Imetame é o resultado de uma visão de futuro bem como de uma longa negociação que durou mais de um ano. Ele disse ainda que vê o Espírito Santo como o lugar ideal do país para escoar e receber cargas de todo o mundo.</p>



<p>´´<strong>O que nós celebramos aqui hoje é o resultado de uma visão, colaboração e crença de que juntos podemos desbloquear oportunidades que beneficiam as comunidades, a indústria e o país como um todo. O Espírito Santo será um hub logístico do Brasil voltado para o mundo.Dheeraj Bhatia, CEO da Hanseatic Global Terminals</strong>´´. <em>Etore Cavalieri, presidente do Grupo Imetame</em></p>



<p>O presidente do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do ES (Sindiex), Sidemar Acosta, destacou a importância da parceria e o impacto sobre o arranjo do comércio exterior capixaba. “Trabalhamos muito por esse porto e tenho certeza que será um marco para o Estado. O nosso comércio exterior vai entrar em uma nova fase”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-49.jpg" alt="" class="wp-image-45782"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-porto-da-imetame">Porto da Imetame</h2>



<p>O grupo capixaba assinou acordo com a holandesa Hanseatic Global Terminals no fim do ano passado. A parceria prevê investimento em 50% das ações da Imetame Logística Porto (ILP). Será uma joint venture focada nas operações de terminais de contêineres. Segundo o acordo, as duas empresas vão desenvolver e operar o novo terminal de contêineres. Nesse sentido, o terminal servirá como uma moderna instalação portuária de transbordo, importação e exportação.&nbsp;</p>



<p>O terminal de Aracruz terá 750 metros de cais e equipamentos de manuseio de contêineres de última geração. A profundidade inicial de operação será de 17 metros, estrutura adequada para a movimentação de grandes navios.&nbsp;</p>



<p>Segundo comunicado oficial, as empresas concordaram em não divulgar detalhes financeiros da transação.</p>



<p>A Hanseatic Global Terminals (HGT) é uma subsidiária integral da Hapag-Lloyd. Trata-se de uma das maiores empresas de transporte marítimo de contêineres do mundo, com sede em Hamburgo, na Alemanha. Opera uma frota de cerca de 255 navios com capacidade de 1,8 milhão de TEUs em rotas globais. Essas rotas incluem América Latina, Oriente Médio, transatlântico e transpacífico.</p>



<p>A HGT opera a partir de Roterdã e gerencia um portfólio de participações em 21 terminais portuários e serviços logísticos complementares em 11 países e cinco continentes. Os planos são de expandir participações para mais de 30 terminais até 2030. Sempre com foco em regiões chave, o portfólio é composto por terminais portuários e serviços logísticos relacionados na América Latina e Flórida (EUA).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-grupo-reforca-segmentos">Grupo reforça segmentos</h2>



<p>Com 45 anos de experiência, a Imetame é um grupo empresarial com sede em Aracruz, que integra empresas de setores estratégicos da economia. Com mais de 5 mil funcionários, atua nos segmentos de metalurgia, pedras ornamentais, energia e petróleo e gás. O porto é um dos empreendimentos de maior destaque do grupo.</p>



<p>Com área superior a 1 milhão de metros quadrados, o empreendimento portuário surge para se tornar um dos principais polos logísticos do país, impulsionando a competitividade e o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.&nbsp;</p>
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		<title>O final de 2025 trouxe uma ótima notícia para o ES, mas&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O Grupo Imetame fechou um grande acordo com uma gigante europeia para movimentar cargas pelo porto que está sendo construído em Aracruz, mas há pedras pelo caminho</p>



<p>No dia 23 de dezembro, o Grupo Imetame ea Hanseatic Global Terminals (HGT), subsidiária da gigante alemă Hapag-Lloyd, líder em transporte de contêineres, anunciaram um acordo com força para colocar o porto que a Imetame estå construindo em Aracruz, um investimento de mais de R$ 2 bilhões a ser inaugurado em meados de 2026, entre os mais importantes do Brasil. Trata-se de algo estratégico para a economia do Espírito Santo, afinal, com a reforma tributária entrando em vigor e com os incentivos fiscais com data marcada para acabar (final de 2032), é fundamental a busca por eficiência econômica para o Estado seguir atraindo atividade.</p>



<p>A HGT passou a deter 50% das ações da Imetame Logistica Porto e o foco será na operação de contêineres. Em principio, a capacidade anual do terminal será de 1,2 milhão de TEUs (unidade de medida para calcular o volume de um contêiner) e a profundidade é de 17 metros, o suficiente para recepcionar grandes navios. Para efeito de comparação, atualmente, as áreas de contêineres do Porto de Santos têm 15 metros de profundidade. O objetivo é transformar o Porto da Imetame em um grande concentrador brasileiro de cargas, tanto na exportação como na importação. Hoje, o Porto de Vitória recebe poucas embarcações diretamente de fora do país. Grande parte da carga do Espírito Santo vai ou vem de Santos e Rio de Janeiro. Se o projeto da Imetame der certo, e ter uma Hapag-Lloyd do lado é fundamental para isso, a lógica atual tem tudo para mudar bastante.</p>



<p>Importante ter um olhar mais contextualizado sobre o que está em curso. O projeto da HGT é global. O conglomerado, que possui 22 terminais portuários, quer ter mais de 30 até 2030.0 objetivo é ser uma operadora global de terminais. A Hanseatic Global Terminals Latin America iniciou as suas operações em agosto do ano passado e uma das primeiras tacadas foi o investimento na Imetame.<br>&#8220;A América Latina é um mercado estratégico fundamental para a Hanseatic Global Terminals e para a Hapag-Lloyd. Nossa joint venture com o Grupo Imetame e o desenvolvimento de um novo hub de transbordo e gateway na costa leste do Brasil fortalecem nosso portfólio de terminais, ao mesmo tempo em que enfrentam limitações de capacidade em uma região em crescimento. Esse investimento no porto de Aracruz beneficia o Brasil ao fortalecer a infraestrutura comercial por meio de um porto mais próximo dos mercados consumidores e das principais rotas globais de navegação do que os portos de entrada tradicionais &#8211; proporcionando assim, a vários estados originários de carga, um acesso alternativo e mais eficiente aos mercados globais&#8221;, esclareceu Dheeraj Bhatia, CEO da Hanseatic Global Terminals, no comunicado ao mercado que rodou em 23 de dezembro..</p>



<p>Nessa última manifestação, o prejuízo das empresas que escoam carga por ali superou os R$ 200 milhões, mas o rombo para o Espírito Santo, que ficará com a pecha de ser um local inseguro para operações caso a situação não seja resolvida, e para o Brasil será incalculavelmente maior.<br>Para sermos de fato uma plataforma logística eficiente e confiável, há bastante trabalho pela frente. Muito está nas mãos do governo federal… Que fica na &#8220;ilha&#8221; de Brasilia. Portanto, o empresariado, a sociedade civil organizada, os governos locais e os políticos do Espírito Santo precisam entender a dimensão do desafio e gastar um pouco mais de saliva e sola de sapato por aqui e lá no Planalto Central.</p>



<p></p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Chineses perto de anunciar nova montadora no Espírito Santo em Aracruz</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/chineses-perto-de-anunciar-nova-montadora-no-espirito-santo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 17:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aracruz deve receber fábrica de carros elétricos e híbridos da Great Wall Motors. Comitiva do Estado está no país asiático</p>



<p>A implantação de uma fábrica da montadora de carros elétricos e híbridos Great Wall Motors (GWM) para o Espírito Santo está próxima de ser oficializada, com instalação projetada para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte capixaba.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China, a convite da GWM, e em comitiva com o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume. Em publicação nas redes sociais, Ricardo aparece em uma foto segurando uma placa com a logo da marca chinesa de veículos.<br>Depois, o vice-governador divulgou o convite que recebeu da GWM. Durante a noite desta segunda-feira (12) – manhã de terça-feira (13) em Pequim –, o vice-governador chegou a publicar uma imagem de um convite em que aparece a frase “cerimônia de assinatura e jantar” nesta quarta-feira (14), o que fortalece a possibilidade de confirmação da instalação da fábrica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png" alt="" class="wp-image-45667" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo (3º à direita) e Salume (1º à esquerda) reunidos com chineses |  Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>A instalação da fábrica para a área do ParkLog é classificada como “muito provável” pelo subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Aracruz, Eduardo Ramos. A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante a semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico, explicou Ramos.</p>



<p>O vice-governador e o secretário de Estado de Desenvolvimento têm previsão de ficar na China até a próxima sexta-feira (16).</p>



<p>“Estamos numa viagem longa, cruzando o mundo para trazer coisa grande para o nosso Espírito Santo. Tudo isso para fazer nosso Estado cada vez mais inovador e trazer desenvolvimento. Missão de trazer mais uma grande indústria para nossa terra e, acima de tudo, buscar oportunidades para nossa gente. Geração de empregos e renda, desenvolvimento não é discurso”, destacou Ricardo Ferraço.</p>



<p>Cabe lembrar que o Estado é, desde o ano passado, um dos cotados para receber a segunda montada da GWM no País. A primeira foi inaugurada em agosto, em Iracemápolis, no interior de São Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png" alt="" class="wp-image-45669" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Montagem de veículo na GWM |  Foto: Divulgação<br></figcaption></figure>



<p>Na época, Ricardo Ferraço e Salume tiveram reunião com executivos da empresa, e eles visitariam o Estado naquele mesmo mês, como parte dos estudos para o novo parque fabril, revelou o vice-governador naquela oportunidade.&nbsp;A proposta era que os diretores conheçam de perto as vantagens do Estado — com destaque para a logística.</p>



<p>Segunda fábrica no País<br>A marca chinesa Great Wall Motors (GWM) inaugurou, em agosto do ano passado, sua primeira montadora no Brasil, e desde então já planeja instalar sua segunda unidade no País. O Estado sempre esteve no radar dos chineses.</p>



<p>A multinacional chinesa, que também possui fábricas na Rússia e na Tailândia, tem como estratégia trazer todos os processos de produção para o País — e não apenas a montagem de peças.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China em uma nova rodada para atração de empresa com potencial de instalar “planta industrial” no Espírito Santo.</p>



<p>Instalação no ParkLog<br>A ida da fábrica para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, é classificada como “muito provável”, de acordo com o subsecretário de Desenvolvimento de Aracruz, Eduardo Ramos.</p>



<p>A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante esta semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico.</p>



<p>Importação de veículos<br>Atualmente, todos os veículos GWM importados da China chegam ao Brasil pelo Porto de Vitória, por meio da operação logística conduzida em parceria com a Comexport, uma das maiores tradings do País.</p>



<p>A escolha do Espírito Santo para esse processo se deve à eficiência logística, à localização estratégica e à infraestrutura portuária de excelência oferecida pelo Estado.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online<br></p>
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		<item>
		<title>Alemã anuncia terminal de contêineres de R$ 1 bi no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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<h2 class="wp-block-heading">Empreendimento em Aracruz deve ampliar capacidade portuária, reduzir custos logísticos e reposicionar o ES nas rotas globais</h2>



<p>Maxieni Muniz</p>



<p>O anúncio do investimento da Hanseatic para implantação de um novo terminal de contêineres em Aracruz marca um divisor de águas para a logística e a economia do Espírito Santo. Trata-se do maior movimento internacional no setor portuário capixaba desde a privatização do Porto de Vitória e de um passo decisivo para inserir o Estado de forma mais competitiva nas grandes rotas do comércio marítimo global.</p>



<p>Planejado como um empreendimento greenfield, o terminal deve iniciar operações a partir de 2028, com capacidade futura estimada em cerca de 1,2 milhão de TEUs por ano. A estrutura prevê aproximadamente 750 metros de cais, profundidade operacional de 17 metros e equipamentos de última geração, aptos a receber navios porta-contêineres de grande porte. No mercado, o investimento é tratado como bilionário, com estimativas em torno de R$ 1 bilhão.</p>



<p>Segundo o advogado, engenheiro civil e especialista em direito portuário Luiz Fernando Barbosa Santos, o impacto econômico do projeto vai muito além da ampliação física da capacidade instalada. “O principal gargalo do Espírito Santo sempre foi a conectividade com portos internacionais no segmento de cargas conteinerizadas. Esse investimento permite atender navios maiores, reduzir custos logísticos e tornar indústrias locais como mineração, siderurgia e celulose mais competitivas”, afirma.</p>



<p></p>



<p>De forma indireta, o novo terminal tende a atrair cargas de estados vizinhos e consolidar Vitória como hub nacional e regional. Para isso, Santos destaca a necessidade de maior coordenação público-privada, inclusive com investimentos em rodovias como a BR-262 e a BR-259 e nas concessões ferroviárias, ampliando a hinterlândia e estimulando terminais retroportuários e centros de distribuição.</p>



<p>Hoje, cerca de 80% das cargas conteinerizadas do Espírito Santo seguem para o Sul. O especialista ressalta que o Estado ocupa posição estratégica: é o primeiro porto no sentido da importação e o último no da exportação. “Isso permite atrair linhas de navegação com navios de maior porte operando a plena capacidade, gerar ganhos de escala e atuar como porto de transbordo, reduzindo a dependência do comércio exterior brasileiro do Porto de Santos”, explica.</p>



<p>A ampliação da infraestrutura de terminal de contêineres também reposiciona o Espírito Santo frente a outros estados portuários. Santos lembra que o modelo feeder predominou por limitações históricas do canal de acesso a Vitória, mas que isso pode mudar com governança adequada, integração ao Corredor Sudeste e diversificação de rotas, especialmente em um cenário geopolítico cada vez mais instável.</p>



<p></p>



<p>A chegada de um operador internacional, segundo ele, traz conexões diretas com redes logísticas globais, maior previsibilidade e capacidade de adaptação a tarifas, sanções e acordos bilaterais. Além disso, impulsiona a transição verde, com investimentos em eletrificação de equipamentos, energia em berço, combustíveis alternativos e acesso a financiamentos sustentáveis.</p>



<p>Para que esse avanço se transforme em legado, o especialista destaca a importância da educação profissional e tecnológica. “A relação porto-cidade se consolida pelas pessoas. É preciso formar operadores qualificados para um cenário cada vez mais automatizado e digital”, conclui.</p>



<p>Fonte: ESBRASIL</p>
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		<title>COP30 começa nesta segunda; saiba o que está em jogo e o que esperar da conferência sobre a crise do clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 16:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Entenda os pontos-chave da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontece pela primeira vez na Amazônia, em Belém (PA).</h2>



<p>A 30ª Conferência do Clima da ONU (<strong>COP30</strong>) começa nesta segunda-feira (10) em Belém (PA), a primeira realizada na Amazônia. Serão&nbsp;<strong>duas semanas decisivas</strong>&nbsp;para a ação global contra as mudanças climáticas.</p>



<p>Cerca de&nbsp;<strong>50 mil pessoas</strong>&nbsp;— entre diplomatas, líderes, ativistas, cientistas e empresários — participam do encontro. A&nbsp;<strong>Cúpula de Líderes</strong>, que terminou na sexta (7), já indicou o tom político das negociações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acelerar a <strong>transição energética</strong>,</li>



<li>ampliar o <strong>financiamento</strong> climático e</li>



<li>proteger as<strong> florestas tropicais</strong> (entenda a cúpula em 10 pontos).</li>
</ul>



<p>Agora, as atenções se voltam para as mesas de negociação, onde esses compromissos terão de sair do discurso e se transformar em planos concretos, com metas, prazos e recursos definidos. Mas o que é de fato a COP, qual a sua importância e o que será realmente discutido neste ano?</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">1) O que é a COP30?</h2>



<p>A COP30 é 30ª conferência do clima da ONU, um evento que reúne governos do mundo inteiro, diplomatas, cientistas, membros da sociedade civil e diversas entidades privadas com o objetivo de debater e buscar soluções para a&nbsp;<strong>crise climática&nbsp;</strong>causada pelo homem.</p>



<p>A conferência vem sendo realizada anualmente desde 1995 (exceto em 2020, por causa da pandemia) e o termo COP é uma sigla em inglês que quer dizer &#8220;<strong>Conferência das Partes</strong>&#8220;, uma referência às 197 nações que concordaram com um pacto ambiental da ONU no início da década de 1990.</p>



<p>O tratado, chamado de<strong> Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (CQNUMC</strong>), tem como principal objetivo estabilizar a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, combater a ameaça humana ao sistema climático da Terra, cada vez mais evidente nos últimos meses.</p>



<p>Nos últimos anos, por exemplo, o número de tornados registrados no Brasil vem aumentando.</p>



<p>Aliado a isso, segundo o observatório europeu Copernicus, outubro de 2025 foi o terceiro outubro mais quente já registrado no planeta, com uma temperatura média global de&nbsp;<strong>15,14 °C — 0,7 °C&nbsp;</strong>acima da média de 1991 a 2020 e&nbsp;<strong>1,55 °C</strong>&nbsp;acima do período pré-industrial.</p>



<p>Por causa desse recorde e de meses anteriores, 2025 deve encerrar entre os três anos mais quentes da história.</p>



<p></p>



<p>Pessoas posam para fotos em frente ao local da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), neste sábado (8), em Belém (PA). — Foto: AP Photo/Fernando Llano</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) O que deve ser discutido na COP30?</h2>



<p>As discussões em Belém se concentram em três grandes eixos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>transição energética</strong>,</li>



<li><strong>adaptação climática</strong> e</li>



<li><strong>financiamento</strong>.</li>
</ul>



<p>Na frente da transição energética, o Brasil pretende liderar a construção do chamado “<strong>mapa do caminho</strong>”, uma expressão usada para definir o roteiro político e técnico que vai estabelecer etapas, prazos e responsabilidades de cada país na substituição do petróleo, gás e carvão por fontes renováveis e eficiência energética.</p>



<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/26a1.png" alt="⚡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />ENTENDA:</strong>&nbsp;A transição energética é um dos grandes temas da COP30. Ela sintetiza um dos maiores desafios das próximas décadas: transformar a forma como o mundo produz e consome energia, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e ampliando o uso de fontes renováveis.</p>



<p>A meta é garantir que a transição seja justa, ordenada e equitativa, levando em conta as diferentes capacidades e responsabilidades das nações.</p>



<p>Essa será uma das principais frentes de trabalho da presidência brasileira, que quer transformar o acordo firmado em Dubai na COP28 em um plano com metas e mecanismos verificáveis, e não apenas um compromisso político.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos à beira de pontos de inflexão climáticos e da potencial perda da Amazônia, então, esta COP precisa, simplesmente, promover a mudança urgente necessária. Não há segunda chance e tudo começa com os líderes, que devem dar à COP30 um mandato claro para fechar a lacuna da ambição de 1,5°C&#8221;, avalia Carolina Pasquali, diretora executiva do Greenpeace Brasil.</p>
</blockquote>



<p>Outra discussão central é o&nbsp;<strong>Objetivo Global de Adaptação (GGA)</strong>, um instrumento que pretende medir o quanto os países estão se preparando para os impactos do clima.</p>



<p>A proposta faz parte do Marco UAE–Belém para Resiliência Climática Global e é vista como essencial para avaliar quem está conseguindo se adaptar e quem ainda está ficando para trás.</p>



<p>O desafio, no entanto, é garantir recursos estáveis e previsíveis para que o sistema não se torne apenas um ritual simbólico.</p>



<p>&#8220;É fundamental que a ambição não se limite às ações de mitigação — ela também deve envolver a entrega efetiva de recursos&#8221;, avalia Vaibhav Chaturvedi, pesquisador sênior do Council On Energy, Environment and Water (CEEW).</p>



<p>No campo das finanças, os países em desenvolvimento chegam a Belém com uma reivindicação clara: a crise climática não pode continuar sendo tratada como algo separado da economia global.</p>



<p>O desafio da conferência será dar conteúdo ao&nbsp;<strong>Roteiro de Baku a Belém,</strong>&nbsp;plano que busca mobilizar&nbsp;<strong>US$ 1,3 trilhão&nbsp;</strong>por ano até 2035, com juros baixos, mais doações e menos endividamento.</p>



<p>Esse ponto será decisivo para definir o sucesso da COP, já que sem financiamento em escala, metas de descarbonização e adaptação se tornam inviáveis.</p>



<p>Além desses três eixos, temas como o&nbsp;<strong>Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF),</strong>&nbsp;o fortalecimento dos mercados de carbono e o debate sobre racismo ambiental também devem ter destaque.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f333.png" alt="🌳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4b5.png" alt="💵" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<strong>O QUE É O TFFF:</strong>&nbsp;O fundo é um mecanismo financeiro proposto pelo Brasil que usa um modelo de investimento de renda fixa para gerar recursos destinados à conservação de florestas tropicais. Não se tratam de doações. O lucro das aplicações será usado para remunerar países que mantêm suas florestas em pé, com prioridade para nações como Brasil, Indonésia e Congo.</p>



<p>A conferência será o espaço para discutir como integrar justiça social e justiça climática, e para alinhar mecanismos que tornem a transição energética global realmente inclusiva.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/N5FUciOOdtpUS7E4tJuAH99S3Zw=/0x0:5831x3887/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/4/q/E6Ea0VSsaeTLNAgbIZ9w/2025-11-09t204049z-878162907-rc27thavyezi-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>Flotilha indígena chega a Belém (PA) neste domingo (9), às vésperas da COP30, trazendo representantes de diversos países da América Latina para a conferência do clima da ONU. Na lateral do barco, uma faixa com os dizeres “Amazônia livre de petróleo”. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">3) Qual a expectativa do governo Lula na COP30?</h2>



<p>A expectativa do governo Lula na COP30 é consolidar o Brasil como protagonista global da agenda climática e como mediador entre o Norte e o Sul Global.</p>



<p>O país chega a Belém com a missão de mostrar resultados concretos em transição energética e proteção florestal, e de reforçar seu papel político como anfitrião da conferência.</p>



<p>O discurso do presidente Lula durante a Cúpula de Líderes deixou clara a estratégia brasileira: defender uma transição energética justa, capaz de equilibrar o avanço das energias renováveis com a valorização dos combustíveis sustentáveis.</p>



<p>O governo aposta no&nbsp;<strong>Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis</strong>, o chamado Belém 4X, como uma vitrine desse posicionamento.</p>



<p>A iniciativa, co-patrocinada por Brasil, Itália e Japão, busca quadruplicar o uso global de combustíveis sustentáveis até 2035, com acompanhamento anual da Agência Internacional de Energia (AIE).</p>



<p>Na visão do Planalto, a eletrificação sozinha não é suficiente para descarbonizar setores intensivos como transporte pesado e indústria, e por isso o país aposta em hidrogênio verde, biogases, biocombustíveis e combustíveis sintéticos como parte da solução.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o governo quer usar a COP30 para consolidar o TFFF como um modelo inovador de financiamento climático.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funcionam as discussões da COP, a conferência do clima da ONU</li>
</ul>



<p>O fundo, proposto pelo Brasil, busca gerar recursos de forma permanente para países que mantêm suas florestas em pé, com base em investimentos de renda fixa e não em doações.</p>



<p>O anúncio de aportes de mais de&nbsp;<strong>US$ 5,5 bilhões</strong>&nbsp;foi recebido como um sinal político importante de que o país pretende transformar conservação em oportunidade econômica.</p>



<p>Mas o governo também enfrenta críticas e dilemas. Organizações da sociedade civil alertam que apostar em combustíveis sustentáveis não pode substituir o esforço de reduzir o uso de petróleo, sob o risco de adiar a transição energética.</p>



<p>Além disso, o licenciamento de&nbsp;<strong>blocos de petróleo na margem equatorial</strong>&nbsp;poucos dias antes da conferência gerou cobranças de coerência em relação ao discurso de descarbonização.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O sinal político do discurso de Lula é muito positivo, ao colocar na mesa o que deve ser o tema central da COP — implementar a decisão de Dubai de abandonar os combustíveis fósseis&#8221;, diz Cláudio Ângelo, coordenador de Política Internacional do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Internamente, o Palácio do Planalto vê a COP30 como uma oportunidade de reafirmar o Brasil como&nbsp;<strong>ponte diplomática</strong>&nbsp;e de&nbsp;<strong>projetar a imagem do país</strong>&nbsp;como líder dessa transição energética que não exclui países em desenvolvimento.</p>



<p>A expectativa é que Lula use a conferência para pressionar os países ricos por mais financiamento climático e por regras mais justas de acesso a crédito verde, reforçando o papel político que o Brasil quer desempenhar nas próximas décadas.</p>



<p>&#8220;Sabemos que será difícil avançar nesse tema, mas uma COP que não fala de fósseis falha em seu propósito. As palavras importam — e Lula, como anfitrião, deu à presidência brasileira o mandato político de que precisava&#8221;, acrescenta Ângelo.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/dyd16vZBT3MbJSBrrbCMQhdLBrw=/0x0:3917x2611/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/0/VG24maT8SihqAvkGe03g/2025-11-08t082507z-4185741-rc2e6hamsa5k-rtrmadp-3-climate-cop30.jpg" alt="O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado"/></figure>



<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, caminha ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a abertura da plenária da Cúpula do Clima, parte da COP30, em Belém (PA), em 6 de novembro de 2025. — Foto: REUTERS/Adriano Machado</p>



<h2 class="wp-block-heading">4) Quem é o responsável por fazer a COP30 dar certo?</h2>



<p>A resposta não cabe a uma única pessoa.</p>



<p>A conferência mobiliza milhares de representantes de governos, organizações, empresas e da sociedade civil em busca de consensos que ajudem a enfrentar a crise climática.</p>



<p>Ainda assim, há lideranças-chave nessa engrenagem.</p>



<p></p>



<p>Na linha de frente está o embaixador André Corrêa do Lago, nomeado como presidente da COP30.</p>



<p>É dele a tarefa de mediar as negociações entre mais de 190 países e tentar costurar um texto final equilibrado — que contemple os interesses de governos, ambientalistas e empresas, sem travar os avanços necessários.</p>



<p>Ao lado dele, Ana Toni, diretora-executiva da conferência, responde por garantir o bom funcionamento de toda a estrutura.</p>



<p>Cabe a ela coordenar agendas, garantir que os temas prioritários entrem na pauta e que os grupos de trabalho avancem conforme o cronograma.</p>



<p>Nas conferências da ONU, os dias são intensos.</p>



<p>Começam com reuniões técnicas entre delegados, passam por encontros de alto nível com ministros e podem terminar com decisões políticas tomadas por chefes de Estado.</p>



<p>Tudo isso precisa seguir uma ordem bem definida, com os documentos sendo negociados, revisados e finalizados antes do prazo — que, em geral, é curto e apertado.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/KFiHu7ic3iUX7LtRJhcvsfgG0_g=/0x0:2048x1365/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/g/V/1FzRf8QDisgS5Fed7Urw/53688019399-cb11ac6856-k.jpg" alt="A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA"/></figure>



<p>A ministra Marina Silva e o embaixador André Corrêa do Lago em reunião ministerial de Clima, Energia e Meio Ambiente do G7. — Foto: Felipe Werneck/MMA</p>



<h2 class="wp-block-heading">5) Quais resultados são esperados da COP30?</h2>



<p>Os resultados esperados da COP30 vão muito além de declarações de intenção. A conferência é vista como um marco decisivo para transformar o consenso político construído desde Dubai em ações concretas e mensuráveis, capazes de recolocar o planeta na&nbsp;<strong>rota do limite de 1,5°C</strong>.</p>



<p>O primeiro resultado esperado é o avanço em torno das&nbsp;<strong>metas climáticas (NDCs)</strong>. Até agora, pouco mais de 100 países enviaram suas novas metas para 2035, mas a maioria ainda está muito aquém do necessário.</p>



<p><strong>Hoje, as metas em vigor cobrem apenas 30% das emissões globais e levariam a uma redução de 4% até 2035, quando a ciência aponta que seria preciso cortar cerca de 60% para estabilizar o clima.</strong></p>



<p>O Brasil e outros países esperam que Belém seja o espaço para reabrir o ciclo de ambição, com compromissos mais fortes, prazos definidos e mecanismos de revisão mais rigorosos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Os discursos são bem-vindos, mas precisamos que isso vire compromisso formal: que os países que ainda não entregaram, entreguem, e que os que entregaram pouco, revejam e melhorem suas metas”, afirma Márcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima.</p>
</blockquote>



<p>Outro resultado esperado é que a conferência consiga dar forma ao “<strong>mapa do caminho</strong>” da transição energética.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f5fa.png" alt="🗺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f6e3.png" alt="🛣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>&nbsp;ENTENDA O TERMO:</strong>&nbsp;“Mapa do caminho” ou roadmap (em inglês) é o termo usado em negociações internacionais para designar planos de ação que estabelecem etapas, prazos e metas concretas rumo a um objetivo comum. Na prática, trata-se de um roteiro político e técnico que define “quem faz o quê, até quando e com quais recursos”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Durante a pré-COP em Brasília, a ministra Marina Silva foi direta ao afirmar que “não existe como falar de COP da implementação se não tivermos os meios para isso”.</p>
</blockquote>



<p>Segundo a ministra, os países precisam garantir recursos financeiros, humanos e tecnológicos para viabilizar as metas de redução de emissões e de adaptação ao clima.</p>



<p>Fonte : g1</p>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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