<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Meio Ambiente &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/category/meio-ambiente/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 11:23:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.7</generator>
	<item>
		<title>Condições dificultam resgate e reconstrução após enchentes no Nepal</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/condicoes-dificultam-resgate-e-reconstrucao-apos-enchentes-no-nepal/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/condicoes-dificultam-resgate-e-reconstrucao-apos-enchentes-no-nepal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecidos]]></category>
		<category><![CDATA[desastres]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48311</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mais de 900 pessoas morreram e 4 mil estão desaparecidas no Nepal e na China; equipes enfrentam áreas isoladas e risco de novos deslizamentos</em></p>



<p>As condições adversas na região do Himalaia dificultam os esforços de resgate e reconstrução após os deslizamentos que atingiram a fronteira entre Nepal e China na quarta-feira (26). O número de mortos confirmados nos dois países já ultrapassa 900, enquanto a quantidade de desaparecidos no Nepal disparou para mais de 4 mil.</p>



<p>Autoridades dos dois países intensificaram as operações de emergência na região, onde o rápido aumento das temperaturas, agravado por fatores como a crise climática provocada pela ação humana, elevou o risco de colapsos de geleiras e tornou as condições de vida das comunidades locais mais imprevisíveis.</p>



<p>O número de desaparecidos no Nepal chegou a 4.247, incluindo 592 estrangeiros, segundo a Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres. O número representa um forte aumento em relação ao domingo (30), quando 2.502 pessoas eram consideradas desaparecidas.</p>



<p>O número de mortos no Nepal subiu para 903, ante 788 registrados anteriormente. Na China, havia 16 mortes confirmadas até domingo. Somados, os dois países registram 919 mortos.</p>



<p>O governo nepalês ampliou as equipes de emergência em cerca de 20 mil pessoas, segundo uma parlamentar ouvida pela CNN. As autoridades também começaram a organizar equipes especializadas para diferentes necessidades, incluindo o resgate de centenas de pessoas que podem estar presas em túneis de usinas hidrelétricas.</p>



<p>Na China, equipes de resgate foram vistas retirando água carregada de sedimentos de uma rodovia nacional que leva a uma cidade fronteiriça rural que conecta os dois países. As imagens foram divulgadas pela emissora estatal chinesa CCTV.</p>



<p>Analistas chineses também identificaram oito pontos de “alto risco de desastres geológicos” nas proximidades do porto de Gyirong, na fronteira com o Nepal. As fortes chuvas e o solo encharcado aumentam o risco de novos deslizamentos na região.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/condicoes-dificultam-resgate-e-reconstrucao-apos-enchentes-no-nepal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santa Teresa recebe evento que debate o futuro da Mata Atlântica</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/santa-teresa-recebe-evento-que-debate-o-futuro-da-mata-atlantica/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/santa-teresa-recebe-evento-que-debate-o-futuro-da-mata-atlantica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48170</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os dias 19 e 21 de agosto,&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/santa-teresa/">Santa Teresa</a>&nbsp;recebe mais uma edição do&nbsp;<strong>Simbioma</strong>, o Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros mais importantes do Espírito Santo voltados à ciência, conservação, educação ambiental e valorização do bioma.</p>



<p>Em 2026, o evento chega à sua 14ª edição com o tema “<strong>Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica</strong>: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”.</p>



<p>O tema não poderia ser mais atual. Falar sobre rios, nascentes, áreas úmidas, manguezais e demais ambientes aquáticos tem se tornado extremamente importante para que a sociedade consiga sobreviver em um mundo equilibrado, com água, biodiversidade, cidades confortáveis, produção de alimentos, comunidades saudáveis e, por incrivel que pareça, um futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aproximar-ciencia-e-sociedade">Aproximar ciência e sociedade</h2>



<p>O Simbioma reúne pesquisadores, estudantes, professores, profissionais da área ambiental, instituições e pessoas interessadas na conservação da Mata Atlântica. A proposta é criar um espaço de troca de conhecimentos, apresentação de pesquisas, relatos de experiências e debates sobre os desafios enfrentados por um dos biomas mais ameaçados do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma2-1320x990.jpg" alt="" class="wp-image-7986985"/></figure>



<p>Realizado em Santa Teresa, município com forte tradição científica e ambiental, o evento também reforça a importância histórica do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e do Instituto Nacional da Mata Atlântica na produção e divulgação de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p>Santa Teresa é um território simbólico para quem trabalha com conservação. Suas florestas, rios, montanhas e instituições científicas ajudam a contar uma parte importante da história ambiental do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma3.jpg" alt="" class="wp-image-7986987"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-agua-como-eixo-da-vida">A água como eixo da vida</h2>



<p>A escolha do tema deste ano chama atenção para uma questão essencial: não existe conservação da Mata Atlântica sem proteção de seus ecossistemas aquáticos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/ecossistema.jpg" alt="" class="wp-image-7986988"/></figure>



<p>Os rios conectam montanhas, florestas, áreas rurais, cidades e o mar. As nascentes garantem a origem da água. Os manguezais recebem essa água no encontro com as marés e funcionam como berçários naturais para inúmeras espécies. Áreas úmidas, brejos, córregos e lagoas completam essa rede delicada, muitas vezes invisível aos olhos da população.</p>



<p>Quando esses ambientes são degradados, os impactos aparecem em várias dimensões: perda de biodiversidade, redução da qualidade da água, erosão, assoreamento, enchentes, secas mais severas, prejuízos econômicos e riscos sociais.</p>



<p>Por isso, discutir a integridade dos rios e a sustentabilidade dos territórios é também discutir o tipo de futuro que queremos construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-instituto-ultimos-refugios-tambem-estara-presente">Instituto Últimos Refúgios também estará presente</h2>



<p>O&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>&nbsp;participará mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria de longa data com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, o Instituto Nacional da Mata Atlântica, pesquisadores e organizadores do evento.</p>



<p>Essa relação vem de antes da criação do INMA e se mantém ao longo dos anos por meio de apoio à comunicação, divulgação científica, atividades culturais, educação ambiental e valorização da biodiversidade capixaba. O Instituto participou de todas as edições do Simbioma, seja com estande, oficina, representantes institucionais ou outras ações de apoio.</p>



<p>Em 2026, a participação será novamente marcada pela presença de estande, materiais educativos, brindes e atividades voltadas à aproximação do público com a natureza.</p>



<p>A temática deste ano dialoga diretamente com projetos recentes do Instituto Últimos Refúgios, como “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, voltado à documentação e valorização dos manguezais do Espírito Santo, e produções audiovisuais ligadas aos rios capixabas, como o documentário “Águas do Itapemirim”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-convite-a-comunidade">Um convite à comunidade</h2>



<p>O Simbioma é também uma oportunidade para que a comunidade se aproxime da ciência e compreenda melhor a importância da Mata Atlântica no cotidiano de todos nós.</p>



<p>Afinal, os rios que abastecem cidades, as florestas que protegem nascentes, os manguezais que sustentam a vida marinha e os ecossistemas que equilibram o clima não pertencem apenas aos pesquisadores. Eles fazem parte da vida de toda a sociedade.</p>



<p>Eventos como o Simbioma ajudam a transformar conhecimento científico em consciência pública. E, em um tempo em que os ecossistemas aquáticos enfrentam tantas pressões, participar dessas discussões é também uma forma de fortalecer a conservação.</p>



<p>Santa Teresa recebe, mais uma vez, pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade para pensar o presente e o futuro da Mata Atlântica.</p>



<p>Que o Simbioma 2026 inspire novas pesquisas, novas parcerias e novos olhares para as águas que sustentam a vida. Nos vemos por lá!</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/convite-1320x1650.jpg" alt="" class="wp-image-7987024"/></figure>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/santa-teresa-recebe-evento-que-debate-o-futuro-da-mata-atlantica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expedição revela manguezais pouco conhecidos no município de Serra</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/expedicao-revela-manguezais-pouco-conhecidos-no-municipio-de-serra/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/expedicao-revela-manguezais-pouco-conhecidos-no-municipio-de-serra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[manguezais]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[serra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=47725</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto <strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>, iniciativa realizada pelo <strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos <strong>manguezais do Espírito Santo</strong>.</p>



<p>A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho.</p>



<p>Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47728" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-inicio-marcado-por-educacao-ambiental">Um início marcado por educação ambiental</h2>



<p>A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png" alt="" class="wp-image-47729" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-768x576.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1536x1152.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<p>O espaço acolhedor chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município.</p>



<p>Claudinei também faz parte do projeto Manguejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos manguezais capixabas.</p>



<p>Essas aproximações reforçam um dos pilares do&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>: conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-estuarios-e-mangues-sobre-pedra"><strong>Estuários e mangues sobre pedra</strong></h2>



<p>Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formaações rochosas e lateríticas na beira da praia.</p>



<p>Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47730" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1536x1025.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-rio-jacaraipe-a-vida-resiste"><strong>Rio Jacaraípe: a vida resiste</strong></h2>



<p>Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território.</p>



<p>O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47731" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reis-magos-um-rio-de-fronteira">Reis Magos: um rio de fronteira</h2>



<p>A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png" alt="" class="wp-image-47732" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-768x575.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística.</p>



<p>Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entre-beleza-natural-e-pressao-urbana"><strong>Entre beleza natural e pressão urbana</strong></h2>



<p>Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização.</p>



<p>Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47733" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-768x513.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção.</p>



<p>O projeto&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>&nbsp;segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos.</p>



<p>Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sobre-o-projeto">Sobre o projeto</h2>



<p>O projeto é realizado pelo&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA).</p>



<p>Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa.</p>



<p>Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas.</p>



<p>O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png" alt="" class="wp-image-47734" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-225x300.png 225w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-1152x1536.png 1152w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-56x75.png 56w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-480x640.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18.png 1440w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-equipe">Equipe</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Coordenação Geral:</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Coordenação de Produção:</strong> Raphael Gaspar</li>



<li><strong>Assistente de Coordenação:</strong> Henrique Mariano</li>



<li><strong>Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças):</strong> Iasmin Macedo</li>



<li><strong>Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Consultoria em Ecossistema Manguezal:</strong> Professora Mônica Tognella</li>



<li><strong>Pesquisa de Biodiversidade:</strong> Thiago Silva-Soares</li>



<li><strong>Pesquisa Social:</strong> Daniela Gerhard</li>



<li><strong>Fotografia (Direção e Captação):</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Assistente de Fotografia / Apoio Técnico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Ilustração:</strong> Jenifer Zamperlini</li>



<li><strong>Logger e Organização do Banco de Imagens:</strong> Marcella Rosa</li>



<li><strong>Editoração do Livro:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Textos para o livro:</strong> Rafael de Rezende Coelho</li>



<li><strong>Design Gráfico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Educação Ambiental:</strong> Caroline Reis</li>



<li><strong>Administrativo e Financeiro:</strong> Thiago Negrelli</li>



<li><strong>Contabilidade:</strong> Orbis Contabilidade</li>



<li><strong>Apoio administrativo:</strong> Thiago dos Santos Nunes</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/expedicao-revela-manguezais-pouco-conhecidos-no-municipio-de-serra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desmatamento fica abaixo de 1 milhão de hectares pela primeira vez desde 2019, diz MapBiomas</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/desmatamento-fica-abaixo-de-1-milhao-de-hectares-pela-primeira-vez-desde-2019-diz-mapbiomas/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/desmatamento-fica-abaixo-de-1-milhao-de-hectares-pela-primeira-vez-desde-2019-diz-mapbiomas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=47140</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong>desmatamento&nbsp;</strong>ficou&nbsp;<strong>abaixo de um milhão de hectares&nbsp;</strong>no acumulado de 2025<strong>&nbsp;</strong>pela primeira vez desde 2019, ano de início da série histórica. Isso é o que mostra o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil de 2025, divulgado nesta quarta-feira (27) pelo MapBiomas.</p>



<p>De acordo com os dados,&nbsp;<strong>984.794 hectares foram devastados em 2025</strong>, uma&nbsp;queda de pouco mais de 20% em relação a 2024. Segundo o levantamento, todos os biomas brasileiros apresentaram uma redução da área degradada.</p>



<p>Ainda que a redução tenha sido significativa, nos últimos anos, os números do desmatamento têm sido preocupantes no país.</p>



<p>Nos últimos sete anos, o&nbsp;<strong>Brasil perdeu 10.913.064 hectares de vegetação</strong>&nbsp;nativa, área&nbsp;<strong>superior ao estado de Pernambuco</strong>.</p>



<p>E mesmo com a diminuição observada em 2025, o levantamento mostra que quase 2,7 mil hectares foram desmatados por dia no ano passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bioma mais desmatados</h2>



<p>A análise também revelou quais foram os biomas que mais sofreram com o desmatamento no ano passado.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Cerrado&nbsp;</strong>segue como a&nbsp;<strong>região mais devastada</strong>, com 540.614 hectares perdidos,&nbsp;55% do desmatamento do país. O valor representa uma queda de 17% com relação a 2024.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Amazônia&nbsp;</strong>foi o&nbsp;<strong>segundo bioma mais desmatado</strong>, com 289.478 hectares devastados, uma redução de 23,5% em relação ao ano anterior.</p>



<p>Fonte: G1.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/desmatamento-fica-abaixo-de-1-milhao-de-hectares-pela-primeira-vez-desde-2019-diz-mapbiomas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tenda Ambiental Itinerante (Taia) oferece ações sobre Educação Ambiental na orla</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/tenda-ambiental-itinerante-taia-oferece-acoes-sobre-educacao-ambiental-na-orla/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/tenda-ambiental-itinerante-taia-oferece-acoes-sobre-educacao-ambiental-na-orla/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=45719</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34.jpg" alt="" class="wp-image-45720" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Verão e educação ambiental caminham juntas para um ecossistema de preservação do meio ambiente. Aracruz é repleta de paisagens exuberantes e cheias de vida, tanto nas florestas como nas praias do litoral o ponto chave é o mesmo, a conservação. A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) tornou a Tenda Ambiental Itinerante de Aracruz (Taia) em peça fundamental na programação de verão na orla do município.</p>



<p>A Taia funciona com um ponto de encontro educativo ambiental que caminha em vários pontos das praias de Aracruz como (Barra do Sahy, Mar Azul, Santa Cruz e Coqueiral), trazendo um único objetivo, proporcionar o momento de lazer dos banhistas em oportunidade para o aprendizado sobre a importância da preservação do ecossistema local.</p>



<p>Seguindo o mesmo modelo dos anos anteriores, em 2026 não será diferente, focado na educação e atividades que levam a população a participarem dos momento que o Meio Ambiente oferece: Educação Ambiental, entrega de sacolas biodegradáveis aos banhistas para recolhimento do lixo produzido e &nbsp;jogos para as crianças, abordando o tema do descarte correto dos resíduos preservando a fauna e a restinga.</p>



<p><em>&#8220;Estamos proporcionando educação a população sobre a importância, mesmo no momento de lazer, preservar o meio ambiente. As ações é para reforçar, é sobre conscientizar que a vida marinha também merece cuidado e respeito&#8221;,</em>&nbsp;afirmou o secretário da pasta, Aladim Cerqueira.</p>



<p>A programação segue pelas praias aos&nbsp;<strong>sábados, das 08h às 11h30.</strong></p>



<p><strong>24/01</strong>&nbsp;– Praia de Coqueiral (Próximo ao Restaurante do Trevo)&nbsp;<br><strong>31/01</strong>&nbsp;– Praia de Santa Cruz (Próximo ao Campinho de Areia)&nbsp;<br><strong>07/02</strong>&nbsp;– Praia de Barra do Sahy (Em frente a Praça dos Corais)&nbsp;</p>



<p>Em caso de dúvidas, entre em contato com a Gerência de Educação Ambiental e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente pelo telefone (27) 99810-7251.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/tenda-ambiental-itinerante-taia-oferece-acoes-sobre-educacao-ambiental-na-orla/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atenção ao descartar. </title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/atencao-ao-descartar/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/atencao-ao-descartar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=45715</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33.jpg" alt="" class="wp-image-45717" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Coisas do nosso cotidiano que usamos e descartamos naturalmente, sem saber como. Serginho Kamargo (projetos socioambientais e resíduos especiais), nos dá essas dicas. Vamos segui-las.</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7407366601018183683/"></a></p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7407366601018183683/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pilar Ambiental — “Ciclos em Movimento”<br><br>Outros 5 materiais que geram muita confusão na reciclagem (e quase ninguém explica)<br><br>Depois do post sobre os 5 materiais que mais causam dúvida na reciclagem, muita gente comentou algo parecido:<br><br>“Mas e isso aqui? Isso recicla ou não?”<br><br>A verdade é que alguns resíduos estão tão presentes no nosso dia a dia que parecem óbvios — mas, na prática, são grandes vilões do ciclo.<br><br>Aqui vão outros 5 materiais que mais confundem a reciclagem no Brasil:<br><br>1&#x20e3; CÁPSULAS DE CAFÉ<br><br>Pequenas, práticas… e complexas.<br><br>São embalagens multimateriais (alumínio + plástico + borra orgânica).<br>Tecnicamente recicláveis apenas em sistemas específicos.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Na coleta comum, quase sempre viram rejeito.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Só reciclam quando devolvidas em programas próprios do fabricante.<br><br>2&#x20e3; CARTUCHOS DE IMPRESSORA<br><br>Muita gente joga no lixo comum achando que “não tem solução”.<br><br>Erro clássico.<br><br>Cartuchos têm plástico técnico, metais e resíduos químicos.<br>Reciclam apenas via logística reversa especializada.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cooperativas não processam.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lixo comum contamina o ambiente.<br><br>3&#x20e3; ÓLEO DE COZINHA USADO<br><br>Um dos maiores problemas ambientais domésticos.<br><br>1 litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água.<br>Não vai para pia, não vai para o ralo, não vai para o lixo.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Deve ser armazenado e entregue em pontos de coleta.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pode virar biodiesel, sabão e outros insumos.<br><br>4&#x20e3; ESPONJA DUPLA FACE DE LIMPEZA<br><br>Pouca gente fala dela– mas todo mundo usa.<br><br>É feita de materiais diferentes colados (espuma + abrasivo).<br>Não é reciclável na coleta seletiva comum.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vai direto para o rejeito.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Não existe separação viável na triagem.<br><br>5&#x20e3; EMBALAGENS METALIZADAS / MULTICAMADAS<br><br>(salgadinhos, biscoitos, café a vácuo, ração, etc.)<br><br>Parecem plástico. Não são.<br><br>São camadas de plástico + alumínio fundidas.<br>Leves, contaminadas e de separação inviável.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Hoje, a maioria não recicla no Brasil.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dependem de tecnologias ainda pouco acessíveis.<br><br>A verdade que quase ninguém conta<br><br>A reciclabilidade não depende só do material.<br>Depende de como ele foi projetado, usado e descartado.<br><br>Mesmo resíduos “recicláveis” viram lixo quando:<br><br>chegam contaminados,<br><br>são misturas impossíveis de separar,<br><br>ou não têm valor econômico para o sistema.<br><br>Reciclagem não é mágica.<br>É engenharia + logística + educação funcionando juntas.<br><br>Se esse conteúdo te ajudou a entender melhor o ciclo,<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> salva o post<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> compartilha com quem ainda acha que reciclar é só trocar a lixeira de cor.<br>……………………………………………………………………………………………………………….</a></p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/atencao-ao-descartar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ES recebe novo alerta de tempestade, ventos de até 100 km/h e granizo; veja cidades em risco</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/es-recebe-novo-alerta-de-tempestade-ventos-de-ate-100-km-h-e-granizo-veja-cidades-em-risco/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/es-recebe-novo-alerta-de-tempestade-ventos-de-ate-100-km-h-e-granizo-veja-cidades-em-risco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=45354</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Defesa Civil Estadual também reforçou o alerta por meio de um vídeo publicado nas redes sociais</p>



<p>Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</p>



<p>O <strong>Espírito Santo</strong> voltou a entrar em alerta para<strong> tempestade</strong> nesta quarta-feira (3). O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (Inmet) publicou um novo aviso, durante a madrugada, reforçando o alerta emitido na terça-feira (2), que continua vigente. A Defesa Civil Estadual também adverte para grandes acumulados de chuva nos próximos dias</p>



<p>De acordo com o Inmet, a previsão aponta chuva volume de chuva de até 100 milímetros por dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de granizo. O órgão alerta para risco de queda de árvores, alagamentos, cortes de energia e estragos em plantações.</p>



<p>Na terça-feira (2), o Inmet já havia emitido dois alertas de tempestade — um laranja, com risco maior de chuva intensa e ventos fortes no Sul do Estado e Grande Vitória, e outro amarelo, com perigo potencial em todo o Espírito Santo. O novo aviso publicado nesta quarta reforça a atuação da instabilidade e mantém todas as regiões em atenção.</p>



<p>Em comunicado nas redes sociais, a Defesa Civil Estadual destacou que os próximos dias serão marcados por&nbsp;<strong>instabilidade</strong>, com risco de&nbsp;<strong>chuva intensa, rajadas de vento, raios e granizo</strong>&nbsp;em algumas regiões do Estado (assista abaixo).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cidades-capixabas-em-alerta-para-tempestade"><strong>Cidades capixabas em alerta</strong>&nbsp;para tempestade</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afonso Cláudio</li>



<li>Alegre</li>



<li>Alfredo Chaves</li>



<li>Anchieta</li>



<li>Apiacá</li>



<li>Atílio Vivacqua</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Bom Jesus do Norte</li>



<li>Brejetuba</li>



<li>Cachoeiro de Itapemirim</li>



<li>Cariacica</li>



<li>Castelo</li>



<li>Conceição do Castelo</li>



<li>Divino de São Lourenço</li>



<li>Domingos Martins</li>



<li>Dores do Rio Preto</li>



<li>Guaçuí</li>



<li>Guarapari</li>



<li>Ibatiba</li>



<li>Ibitirama</li>



<li>Iconha</li>



<li>Irupi</li>



<li>Itaguaçu</li>



<li>Itapemirim</li>



<li>Itarana</li>



<li>Iúna</li>



<li>Jerônimo Monteiro</li>



<li>Laranja da Terra</li>



<li>Marataízes</li>



<li>Marechal Floriano</li>



<li>Mimoso do Sul</li>



<li>Muniz Freire</li>



<li>Muqui</li>



<li>Piúma</li>



<li>Presidente Kennedy</li>



<li>Rio Novo do Sul</li>



<li>Santa Leopoldina</li>



<li>Santa Maria de Jetibá</li>



<li>Santa Teresa</li>



<li>São José do Calçado</li>



<li>Serra</li>



<li>Vargem Alta</li>



<li>Venda Nova do Imigrante</li>



<li>Viana</li>



<li>Vila Velha</li>



<li>Vitória</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-durante-o-temporal"><strong>O que fazer durante o temporal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se abrigar debaixo de árvores.</li>



<li>Não estacionar veículos perto de estruturas metálicas ou placas de propaganda.</li>



<li>Desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.</li>



<li>Em caso de emergência, acionar: <strong>Defesa Civil (199)</strong> ou <strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/es-recebe-novo-alerta-de-tempestade-ventos-de-ate-100-km-h-e-granizo-veja-cidades-em-risco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Moradores protestam contra desmatamento em Manguinhos</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/moradores-protestam-contra-desmatamento-em-manguinhos/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/moradores-protestam-contra-desmatamento-em-manguinhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 11:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=45289</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mudança em zona de proteção para atender a empreendimento foi denunciada ao MPES</p>



<p>Moradores de Manguinhos, na Serra, realizaram um novo ato nesta terça-feira (25) para denunciar o avanço do desmatamento em área de mata atlântica situada em uma antiga Zona de Proteção Ambiental (ZPA), que hoje faz parte da propriedade particular onde está previsto o projeto imobiliário Manguinhos Eco Residence, que prevê a construção de 135 lotes residenciais, com áreas de lazer e vias internas.</p>



<p>No mesmo momento do protesto, trabalhadores realizavam o corte das árvores na área. O grupo afirma que a supressão vegetal tem ocorrido sem transparência, com mudanças recentes no mapa de zoneamento ambiental do município e um processo de licenciamento mantido em sigilo pela Prefeitura da Serra – o mesmo já foi citado em nota enviada ao Século Diário pelos responsáveis pelo empreendimento, que não quiseram se identificar, mas apontaram que existe um parecer técnico, sob o número 43.762-2025, de 04/8/202O, que teria analisado o projeto e atestado “o atendimento das solicitações técnicas, sendo favorável à continuidade do trâmite”.</p>



<p>O movimento acompanha a situação desde março, por meio da Comissão Especial para o Acompanhamento das Propostas, Projetos e Intervenções na Área da Bacia Hidrográfica da Lagoa Maringá, formada por moradores que, além de registrar a derrubada de vegetação mês a mês, acionou o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que agora apura a existência de irregularidade no avanço da supressão vegetal e a falta de clareza sobre a delimitação atual da ZPA.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2.jpg" alt="" class="wp-image-45298" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Mariah Friedrich</p>



<p>Segundo relatos de moradores, os responsáveis pelo empreendimento não se apresentaram oficialmente em nenhum momento. Uma empresa chamada Guaxindiba Empreendimentos LTDA chegou a ser identificada por eles como vinculada ao projeto, inclusive por ter contratado uma consultoria que apresentou, no último dia 27 de outubro, um estudo sobre patrimônio cultural da área, mas posteriormente afirmou que não possui mais relação com o projeto, também em nota enviada ao Século Diário. Apesar disso, moradores afirmam que o representante presente na reunião de outubro falava em nome da empresa e citava estudos contratados por ela. Posteriormente, os próprios responsáveis pelo empreendimento reiteraram ao jornal que a obra não é da Guaxindiba, mas novamente não se identificaram.</p>



<p>A principal preocupação do movimento é sobre a falta de transparência em relação à alteração na demarcação da Zona de Proteção Ambiental na base cartográfica oficial da prefeitura, apresentada no sistema GeoSerra. Adelina Gonçalves, integrante da comissão, relata que os moradores tiveram acesso a um parecer técnico da Secretaria de Meio Ambiente, emitido em 25 e 26 de agosto, que ainda utilizava uma imagem na qual a ZPA aparece na configuração antiga, ou seja, incluindo parte da área hoje sendo desmatada.<br><br>No entanto, ao consultar o mapa mais recente, a comunidade encontrou uma ZPA reduzida, onde justamente o trecho previsto para o loteamento sofreu alteração para ser excluído da área protegida. Desde então, o movimento tem questionado a falta de consulta pública ou registro que indique como e quando a mesma foi feita. “Acreditamos que essa mudança esteja dentro do processo que está em sigilo. Só ficamos sabendo da existência dele por reportagens e por uma manifestação do próprio empreendedor, que não se identificou”, observa Adelina.</p>



<p>Um dos moradores que mais acompanha a situação é Artêmio Júnior, que vive em uma rua sem saída que termina exatamente na área onde a mata está sendo derrubada. Da janela de casa, ele escuta o barulho constante das motosserras e observa diariamente o avanço da supressão vegetal. Ele aponta que os trabalhadores afirmam seguir uma fita amarela que delimitaria onde devem derrubar, mas que essa fita já foi deslocada outras vezes, sempre expandindo a área desmatada.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1.jpg" alt="" class="wp-image-45299" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A fita amarela seria a delimitação da área que deve ser protegida. Foto: Mariah Friedrich</p>



<p>“Eles falam que a ordem é seguir a fita, mas a fita muda de lugar. E onde ela aparece, a árvore cai”, afirma. Ainda nesta terça-feira (25), ele teve acesso a um parecer técnico (703/2025) apresentado pelos trabalhadores que atuam na derrubada de árvores e assinado pelo engenheiro florestal Luiz Felipe Bernardes e pelo biólogo Edson Batista de Oliveira, ambos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, no início de outubro.</p>



<p>O documento afirma que “a supressão ocorreu fora da ZPA; “foram cortadas apenas árvores frutíferas e exóticas, não pertencentes ao bioma da Mata Atlântica”; “não houve desmatamento de vegetação nativa;” e “a intervenção foi realizada em área urbana consolidada, portanto dispensada de autorização prévia da prefeitura”.<br><br>A comunidade, porém, contesta a conclusão, afirmando que a retirada da vegetação, visível em um descampado crescente, avança em direção à mata fechada, onde há registros de fauna silvestre como macacos e até jacaré. “Quando derrubaram os pés de caju, vários macaquinhos ficaram perdidos. Minha esposa chorou”, contou Júnior. O maior foco de desmatamento está nos fundos da casa dele, onde acreditam que será aberta a entrada do condomínio.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1.jpg" alt="" class="wp-image-45300" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foco do desmatamento, onde moradores acreditam que deve abrir espaço para entrada de condomínio. Foto: Mariah Friedrich</p>



<p>Moradores têm cobrado informações sobre o processo administrativo número 4362/2025, que envolveria a tramitação do pedido de intervenção na área, para compreender se houve mudança oficial na ZPA, quais licenças ambientais foram apresentadas, se o empreendimento possui estudos técnicos válidos, e se a supressão de vegetação obedece às legislações municipal e federal. <a href="https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/comunidade-e-policia-ambiental-divergem-sobre-desmatamento-em-manguinhos/">A Pol</a>ícia Ambiental esteve no local no último dia 30 de outubro, na ocasião de uma denúncia anterior dos moradores, e concluiu que “as árvores cortadas eram frutíferas e que a supressão ocorria fora da ZPA vigente no mapa atual”.</p>



<p>O movimento também questiona o acúmulo das pastas de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente pelo mesmo secretário, Cláudio Denicoli, o que para eles cria um potencial conflito de atribuições, já que o mesmo gestor responsável pela proteção ambiental é também o responsável por aprovar empreendimentos e alterações urbanísticas. “Não é nada pessoal, mas isso é uma política do município. O mesmo secretário cuida da proteção e da expansão. Nós não vemos preocupação com as agendas ambientais modernas”, avalia Paulo Lopes, também morador de Manguinhos.</p>



<p>Diante da situação, a comunidade cobra a suspensão imediata da derrubada de árvores; acesso integral ao processo 43.762-2025; explicação pública sobre alterações da ZPA no GeoSerra; abertura de diálogo transparente com os órgãos municipais; investigação do MPES sobre possível supressão irregular; e implementação de um Parque Natural Municipal, já indicado para a região nos últimos Planos Diretores Municipais (PDMs), mas nunca executado. O grupo sustenta que, antes de autorizar qualquer supressão, a prefeitura deveria ter discutido com os moradores e com especialistas a possibilidade de criar uma unidade de conservação para preservar o fragmento de mata, já reconhecido por eles como área de interesse ecológico e de uso comum da vizinhança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Procedimento Preparatório</h2>



<p>O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça Cível da Serra, informa que recebeu denúncia relacionada ao empreendimento Manguinhos Eco Residence e instaurou um Procedimento Preparatório para apurar os fatos.</p>



<p>Foram oficiados o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) da Serra, “que não constataram irregularidades”, informa o órgão ministerial. “O Idaf manifestou-se favoravelmente à supressão vegetal autorizada, e a Semma informou não ter identificado desmatamento ou ocupação em área de proteção ambiental durante vistoria realizada”, completa.</p>



<p>O MPES diz que segue acompanhando o caso e oficiou a empresa responsável pelo empreendimento para prestar esclarecimentos, que ainda está em prazo de resposta, e também a Semma, solicitando cópia de processo administrativo que tramita internamente a respeito da situação.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/moradores-protestam-contra-desmatamento-em-manguinhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comunidades da Serra realizam ‘ato em defesa das águas’</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/comunidades-da-serra-realizam-ato-em-defesa-das-aguas/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/comunidades-da-serra-realizam-ato-em-defesa-das-aguas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 11:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=45284</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Comunidades da Serra realizam ‘ato em defesa das águas’</strong></p>



<p>Movimentos em defesa da causa ambiental, em parceria com associações comunitárias e instituições, realizam neste sábado (29) um “ato em defesa das águas na Serra”. A mobilização começa às 9h na Praça Encontro das Águas, em Jacaraípe, com objetivo de cobrar ações contra a degradação dos rios, lagoas e praias do município, além de fortalecer a articulação entre moradores e órgãos públicos.</p>



<p>A expectativa é que o encontro resulte no encaminhamento de uma audiência pública para promover um debate técnico que envolva a comunidade, os órgãos ambientais, pesquisadores, gestores municipais e a concessionária responsável pelo saneamento no município, Ambiental Serra.</p>



<p>“Queremos sair do discurso e ir para a mudança real. E isso só acontece com todos os atores sentados à mesa, discutindo responsabilidades”, enfatiza um dos organizadores, Nilton Cardoso, do movimento Todos por Jacaraípe. Ele explica que o ato foi pensado como um espaço de sensibilização coletiva para enfrentar o avanço de empreendimentos e práticas que impactam os recursos hídricos da região. “Precisamos de comunidades mais sensíveis e mais críticas diante desse quadro de degradação das águas. Essa ação nasce justamente para provocar reflexão e reconstruir a ligação das pessoas com os corpos d’água”, destaca.</p>



<p>A mobilização ocorre em um momento de acúmulo de conflitos ambientais na Serra. Nos últimos meses, comunidades denunciaram aterro em área de alagado em Jacaraípe e conseguiram embargar a intervenção com blocos de concreto na Praia da Baleia, no mesmo balneário, após pressão popular. Em Manguinhos, moradores também se mobilizaram para pedir a criação de uma Unidade de Conservação (UC) que proteja a Lagoa de Maringá e os ecossistemas associados e impedir o desmatamento de uma área remanescente de Mata Atlântica, para dar lugar a um empreendimento imobiliário.</p>



<p>O avanço das obras de despoluição dos córregos Laripe e Irema, tema recorrente de denúncias e mobilizações, também compõe esse cenário de lutas, como destacou o presidente da Associação de Moradores do Balneário de Manguinhos (Amman), Guilherme Lira, lembrando que a mobilização comunitária foi fundamental para enfrentar esse problema histórico. A partir dessa conquista do movimento popular, as comunidade querem transformar o projeto em referência para todo o município.</p>



<p>Para Nilton Cardoso, essas vitórias parciais demonstram que “as comunidades estão elevando o nível de sensibilidade e senso crítico” e o ato deste fim de semana busca justamente fortalecer essa trajetória e ampliar a capacidade de pressão social. “Queremos fomentar isso, criar mais ferramentas para que as comunidades continuem colocando limites, cobrando transparência e defendendo seus territórios”, reforça.</p>



<p>O evento começa com um café da manhã coletivo, falas de apoiadores e, em seguida, interação entre visitantes e expositores, além da apresentação cultural da banda de Congo do bairro São Pedro, composta majoritariamente por mulheres. A comunidade, considerada a mais antiga de Jacaraípe, mantém uma relação histórica com o Rio Jacaraípe, que por décadas sustentou práticas culturais, pesca artesanal, produção de ceras e atividades de lazer. Durante o ato, moradores vão expor fotos antigas que mostram como era a convivência cotidiana com o rio antes da degradação.</p>



<p>A programação do encontro inclui tendas temáticas de institutos ambientais, coletivos e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Serra, convidada a participar. O Ministério Público Estadual (MPES) foi chamado para integrar o diálogo, assim como organizações que atuam na preservação das águas e na educação ambiental. A concessionária Ambiental Serra também terá um espaço para apresentar seu trabalho, e haverá uma exposição de animais marinhos encontrados no litoral local.</p>



<p>Nilton alerta que, sem mudanças, o destino dos corpos hídricos da Serra pode repetir o caso do Canal Bigossi, em Vila Velha, antigamente com águas limpas e que hoje é sinônimo de poluição extrema. “É uma imagem que envergonha o Estado. Ali se vê claramente o lançamento de esgoto. Se não tomarmos cuidado, nossos rios e lagoas vão virar aquilo”, enfatiza.<br><br>Ele acrescenta que o avanço da poluição impacta diretamente a pesca artesanal, o comércio, o turismo e a saúde pública. “A degradação da água aumenta vetores de doença, afeta a economia e prejudica toda forma de vida. Ninguém quer isso — nem surfistas, nem famílias, nem gestores”, completa.</p>



<p>O ato é um “chamado urgente” para a construção de políticas públicas efetivas, descreve o coordenador da atividade. “O cenário está piorando, e só com a união da comunidade, do município, do Estado, da União e dos institutos ambientais vamos conseguir reverter”, avalia.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/comunidades-da-serra-realizam-ato-em-defesa-das-aguas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produtores rurais terão isenção na cobrança pelo uso da água no Espírito Santo</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/produtores-rurais-terao-isencao-na-cobranca-pelo-uso-da-agua-no-espirito-santo/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/produtores-rurais-terao-isencao-na-cobranca-pelo-uso-da-agua-no-espirito-santo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=45159</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Produtores rurais</strong> do <strong>Espírito Santo</strong> passam a contar, a partir desta terça-feira (25), com isenção permanente da cobrança pelo uso da água em atividades agropecuárias, pecuárias e silvipastoris. A nova legislação encerra meses de incerteza no campo, já que o Decreto nº 6.184-R, publicado em setembro, havia suspendido a tarifa apenas de forma temporária, sem prazo definido. O risco de que a cobrança retornasse mobilizou entidades do agronegócio em busca de uma solução definitiva</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-medida-contempla-atividades-agropecuarias-e-silvipastoris">Medida contempla atividades agropecuárias e silvipastoris</h2>



<p>A articulação pela mudança foi liderada pela Federação da Agricultura e Pecuária do&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;(<strong>Faes</strong>), com apoio dos Sindicatos Rurais, associações, cooperativas e produtores.&nbsp;</p>



<p>O projeto foi aprovado no Plenário da Assembleia Legislativa no dia 4 de novembro e busca promover maior segurança jurídica ao setor, equilibrando proteção ambiental e atividade produtiva.</p>



<p>Para o presidente da&nbsp;<strong>Faes</strong>,&nbsp;<strong>Julio Rocha</strong>, a nova lei reconhece a contribuição do campo para o desenvolvimento sustentável.</p>



<p>“A sanção do Projeto de Lei confirma que, quando o setor está unido, resultados concretos acontecem. Essa medida equilibra proteção ambiental e atividade produtiva, garantindo que o uso da água no campo continue sendo realizado de forma responsável, eficiente e com benefícios diretos para toda a sociedade”, afirma.</p>



<p>A proposta altera a Lei Estadual nº 10.179/2014 e foi construída após o Decreto nº 6.184-R, que havia suspendido temporariamente a cobrança pelo uso dos recursos hídricos.</p>



<p>O governador do <strong>Espírito Santo</strong>, Renato Casagrande, destacou o papel dos agricultores na geração de oportunidades e na sustentabilidade.<br><br>“Toda a água consumida pela sociedade capixaba, no campo e na cidade, é produzida pela agricultura, e é por isso que nós estamos aqui. Vocês, agricultores, são merecedores do que a gente está dando, porque a gente tem respostas de vocês a cada dia, gerando oportunidade e gerando desenvolvimento do nosso estado”, ressaltou.</p>



<p>A defesa da&nbsp;<strong>isenção</strong>&nbsp;também se apoia no entendimento de que o produtor rural é responsável por financiar toda a infraestrutura necessária para conservar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, atua como produtor de água, já que suas práticas preservam nascentes, matas e o solo.</p>



<p>“A gente costuma brincar: o agricultor não consome a água, ele pega emprestado, porque depois ele devolve através do cuidado que ele tem com o meio ambiente. A partir disso, a gente entendeu que era possível tentar suspender a&nbsp;<strong>cobrança</strong>&nbsp;de água, e agora a Assembleia deu esse importante passo para a agricultura capixaba”, destacou o secretário estadual de Meio Ambiente,&nbsp;<strong>Felipe Rigoni</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mobilizacao"><strong>Mobilização</strong></h2>



<p>A <strong>Faes</strong> intensificou as articulações em setembro, durante o Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (Encob), quando se reuniu com o <strong>Ministério Público</strong> para esclarecer dúvidas e apresentar experiências de outros estados sobre a gestão dos recursos hídricos e modelos de cobrança.</p>



<p>Em 3 de novembro, representantes das entidades do agro capixaba estiveram na&nbsp;<strong>Assembleia Legislativa</strong>&nbsp;defendendo a&nbsp;<strong>isenção</strong>&nbsp;como uma medida justa e necessária. No dia seguinte, o projeto foi aprovado em regime de urgência.</p>



<p>A sanção da lei é vista como uma conquista relevante para os&nbsp;<strong>produtores rurais</strong>&nbsp;do&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>, que passam a ter mais segurança para planejar suas atividades e investir na sustentabilidade das propriedades.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/produtores-rurais-terao-isencao-na-cobranca-pelo-uso-da-agua-no-espirito-santo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 62/95 queries in 0.010 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-09-02 02:02:04 by W3 Total Cache
-->