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	<title>Meio Ambiente &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Tenda Ambiental Itinerante (Taia) oferece ações sobre Educação Ambiental na orla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34.jpg" alt="" class="wp-image-45720" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Verão e educação ambiental caminham juntas para um ecossistema de preservação do meio ambiente. Aracruz é repleta de paisagens exuberantes e cheias de vida, tanto nas florestas como nas praias do litoral o ponto chave é o mesmo, a conservação. A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) tornou a Tenda Ambiental Itinerante de Aracruz (Taia) em peça fundamental na programação de verão na orla do município.</p>



<p>A Taia funciona com um ponto de encontro educativo ambiental que caminha em vários pontos das praias de Aracruz como (Barra do Sahy, Mar Azul, Santa Cruz e Coqueiral), trazendo um único objetivo, proporcionar o momento de lazer dos banhistas em oportunidade para o aprendizado sobre a importância da preservação do ecossistema local.</p>



<p>Seguindo o mesmo modelo dos anos anteriores, em 2026 não será diferente, focado na educação e atividades que levam a população a participarem dos momento que o Meio Ambiente oferece: Educação Ambiental, entrega de sacolas biodegradáveis aos banhistas para recolhimento do lixo produzido e &nbsp;jogos para as crianças, abordando o tema do descarte correto dos resíduos preservando a fauna e a restinga.</p>



<p><em>&#8220;Estamos proporcionando educação a população sobre a importância, mesmo no momento de lazer, preservar o meio ambiente. As ações é para reforçar, é sobre conscientizar que a vida marinha também merece cuidado e respeito&#8221;,</em>&nbsp;afirmou o secretário da pasta, Aladim Cerqueira.</p>



<p>A programação segue pelas praias aos&nbsp;<strong>sábados, das 08h às 11h30.</strong></p>



<p><strong>24/01</strong>&nbsp;– Praia de Coqueiral (Próximo ao Restaurante do Trevo)&nbsp;<br><strong>31/01</strong>&nbsp;– Praia de Santa Cruz (Próximo ao Campinho de Areia)&nbsp;<br><strong>07/02</strong>&nbsp;– Praia de Barra do Sahy (Em frente a Praça dos Corais)&nbsp;</p>



<p>Em caso de dúvidas, entre em contato com a Gerência de Educação Ambiental e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente pelo telefone (27) 99810-7251.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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		<title>Atenção ao descartar. </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33.jpg" alt="" class="wp-image-45717" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Coisas do nosso cotidiano que usamos e descartamos naturalmente, sem saber como. Serginho Kamargo (projetos socioambientais e resíduos especiais), nos dá essas dicas. Vamos segui-las.</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7407366601018183683/"></a></p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7407366601018183683/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pilar Ambiental — “Ciclos em Movimento”<br><br>Outros 5 materiais que geram muita confusão na reciclagem (e quase ninguém explica)<br><br>Depois do post sobre os 5 materiais que mais causam dúvida na reciclagem, muita gente comentou algo parecido:<br><br>“Mas e isso aqui? Isso recicla ou não?”<br><br>A verdade é que alguns resíduos estão tão presentes no nosso dia a dia que parecem óbvios — mas, na prática, são grandes vilões do ciclo.<br><br>Aqui vão outros 5 materiais que mais confundem a reciclagem no Brasil:<br><br>1&#x20e3; CÁPSULAS DE CAFÉ<br><br>Pequenas, práticas… e complexas.<br><br>São embalagens multimateriais (alumínio + plástico + borra orgânica).<br>Tecnicamente recicláveis apenas em sistemas específicos.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Na coleta comum, quase sempre viram rejeito.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Só reciclam quando devolvidas em programas próprios do fabricante.<br><br>2&#x20e3; CARTUCHOS DE IMPRESSORA<br><br>Muita gente joga no lixo comum achando que “não tem solução”.<br><br>Erro clássico.<br><br>Cartuchos têm plástico técnico, metais e resíduos químicos.<br>Reciclam apenas via logística reversa especializada.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cooperativas não processam.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lixo comum contamina o ambiente.<br><br>3&#x20e3; ÓLEO DE COZINHA USADO<br><br>Um dos maiores problemas ambientais domésticos.<br><br>1 litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água.<br>Não vai para pia, não vai para o ralo, não vai para o lixo.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Deve ser armazenado e entregue em pontos de coleta.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pode virar biodiesel, sabão e outros insumos.<br><br>4&#x20e3; ESPONJA DUPLA FACE DE LIMPEZA<br><br>Pouca gente fala dela– mas todo mundo usa.<br><br>É feita de materiais diferentes colados (espuma + abrasivo).<br>Não é reciclável na coleta seletiva comum.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vai direto para o rejeito.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Não existe separação viável na triagem.<br><br>5&#x20e3; EMBALAGENS METALIZADAS / MULTICAMADAS<br><br>(salgadinhos, biscoitos, café a vácuo, ração, etc.)<br><br>Parecem plástico. Não são.<br><br>São camadas de plástico + alumínio fundidas.<br>Leves, contaminadas e de separação inviável.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Hoje, a maioria não recicla no Brasil.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dependem de tecnologias ainda pouco acessíveis.<br><br>A verdade que quase ninguém conta<br><br>A reciclabilidade não depende só do material.<br>Depende de como ele foi projetado, usado e descartado.<br><br>Mesmo resíduos “recicláveis” viram lixo quando:<br><br>chegam contaminados,<br><br>são misturas impossíveis de separar,<br><br>ou não têm valor econômico para o sistema.<br><br>Reciclagem não é mágica.<br>É engenharia + logística + educação funcionando juntas.<br><br>Se esse conteúdo te ajudou a entender melhor o ciclo,<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> salva o post<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> compartilha com quem ainda acha que reciclar é só trocar a lixeira de cor.<br>……………………………………………………………………………………………………………….</a></p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<title>ES recebe novo alerta de tempestade, ventos de até 100 km/h e granizo; veja cidades em risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>A Defesa Civil Estadual também reforçou o alerta por meio de um vídeo publicado nas redes sociais</p>



<p>Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</p>



<p>O <strong>Espírito Santo</strong> voltou a entrar em alerta para<strong> tempestade</strong> nesta quarta-feira (3). O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (Inmet) publicou um novo aviso, durante a madrugada, reforçando o alerta emitido na terça-feira (2), que continua vigente. A Defesa Civil Estadual também adverte para grandes acumulados de chuva nos próximos dias</p>



<p>De acordo com o Inmet, a previsão aponta chuva volume de chuva de até 100 milímetros por dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de granizo. O órgão alerta para risco de queda de árvores, alagamentos, cortes de energia e estragos em plantações.</p>



<p>Na terça-feira (2), o Inmet já havia emitido dois alertas de tempestade — um laranja, com risco maior de chuva intensa e ventos fortes no Sul do Estado e Grande Vitória, e outro amarelo, com perigo potencial em todo o Espírito Santo. O novo aviso publicado nesta quarta reforça a atuação da instabilidade e mantém todas as regiões em atenção.</p>



<p>Em comunicado nas redes sociais, a Defesa Civil Estadual destacou que os próximos dias serão marcados por&nbsp;<strong>instabilidade</strong>, com risco de&nbsp;<strong>chuva intensa, rajadas de vento, raios e granizo</strong>&nbsp;em algumas regiões do Estado (assista abaixo).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cidades-capixabas-em-alerta-para-tempestade"><strong>Cidades capixabas em alerta</strong>&nbsp;para tempestade</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afonso Cláudio</li>



<li>Alegre</li>



<li>Alfredo Chaves</li>



<li>Anchieta</li>



<li>Apiacá</li>



<li>Atílio Vivacqua</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Bom Jesus do Norte</li>



<li>Brejetuba</li>



<li>Cachoeiro de Itapemirim</li>



<li>Cariacica</li>



<li>Castelo</li>



<li>Conceição do Castelo</li>



<li>Divino de São Lourenço</li>



<li>Domingos Martins</li>



<li>Dores do Rio Preto</li>



<li>Guaçuí</li>



<li>Guarapari</li>



<li>Ibatiba</li>



<li>Ibitirama</li>



<li>Iconha</li>



<li>Irupi</li>



<li>Itaguaçu</li>



<li>Itapemirim</li>



<li>Itarana</li>



<li>Iúna</li>



<li>Jerônimo Monteiro</li>



<li>Laranja da Terra</li>



<li>Marataízes</li>



<li>Marechal Floriano</li>



<li>Mimoso do Sul</li>



<li>Muniz Freire</li>



<li>Muqui</li>



<li>Piúma</li>



<li>Presidente Kennedy</li>



<li>Rio Novo do Sul</li>



<li>Santa Leopoldina</li>



<li>Santa Maria de Jetibá</li>



<li>Santa Teresa</li>



<li>São José do Calçado</li>



<li>Serra</li>



<li>Vargem Alta</li>



<li>Venda Nova do Imigrante</li>



<li>Viana</li>



<li>Vila Velha</li>



<li>Vitória</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-durante-o-temporal"><strong>O que fazer durante o temporal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se abrigar debaixo de árvores.</li>



<li>Não estacionar veículos perto de estruturas metálicas ou placas de propaganda.</li>



<li>Desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.</li>



<li>Em caso de emergência, acionar: <strong>Defesa Civil (199)</strong> ou <strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Moradores protestam contra desmatamento em Manguinhos</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/moradores-protestam-contra-desmatamento-em-manguinhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 11:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Mudança em zona de proteção para atender a empreendimento foi denunciada ao MPES</p>



<p>Moradores de Manguinhos, na Serra, realizaram um novo ato nesta terça-feira (25) para denunciar o avanço do desmatamento em área de mata atlântica situada em uma antiga Zona de Proteção Ambiental (ZPA), que hoje faz parte da propriedade particular onde está previsto o projeto imobiliário Manguinhos Eco Residence, que prevê a construção de 135 lotes residenciais, com áreas de lazer e vias internas.</p>



<p>No mesmo momento do protesto, trabalhadores realizavam o corte das árvores na área. O grupo afirma que a supressão vegetal tem ocorrido sem transparência, com mudanças recentes no mapa de zoneamento ambiental do município e um processo de licenciamento mantido em sigilo pela Prefeitura da Serra – o mesmo já foi citado em nota enviada ao Século Diário pelos responsáveis pelo empreendimento, que não quiseram se identificar, mas apontaram que existe um parecer técnico, sob o número 43.762-2025, de 04/8/202O, que teria analisado o projeto e atestado “o atendimento das solicitações técnicas, sendo favorável à continuidade do trâmite”.</p>



<p>O movimento acompanha a situação desde março, por meio da Comissão Especial para o Acompanhamento das Propostas, Projetos e Intervenções na Área da Bacia Hidrográfica da Lagoa Maringá, formada por moradores que, além de registrar a derrubada de vegetação mês a mês, acionou o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que agora apura a existência de irregularidade no avanço da supressão vegetal e a falta de clareza sobre a delimitação atual da ZPA.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2.jpg" alt="" class="wp-image-45298" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-67-2-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Mariah Friedrich</p>



<p>Segundo relatos de moradores, os responsáveis pelo empreendimento não se apresentaram oficialmente em nenhum momento. Uma empresa chamada Guaxindiba Empreendimentos LTDA chegou a ser identificada por eles como vinculada ao projeto, inclusive por ter contratado uma consultoria que apresentou, no último dia 27 de outubro, um estudo sobre patrimônio cultural da área, mas posteriormente afirmou que não possui mais relação com o projeto, também em nota enviada ao Século Diário. Apesar disso, moradores afirmam que o representante presente na reunião de outubro falava em nome da empresa e citava estudos contratados por ela. Posteriormente, os próprios responsáveis pelo empreendimento reiteraram ao jornal que a obra não é da Guaxindiba, mas novamente não se identificaram.</p>



<p>A principal preocupação do movimento é sobre a falta de transparência em relação à alteração na demarcação da Zona de Proteção Ambiental na base cartográfica oficial da prefeitura, apresentada no sistema GeoSerra. Adelina Gonçalves, integrante da comissão, relata que os moradores tiveram acesso a um parecer técnico da Secretaria de Meio Ambiente, emitido em 25 e 26 de agosto, que ainda utilizava uma imagem na qual a ZPA aparece na configuração antiga, ou seja, incluindo parte da área hoje sendo desmatada.<br><br>No entanto, ao consultar o mapa mais recente, a comunidade encontrou uma ZPA reduzida, onde justamente o trecho previsto para o loteamento sofreu alteração para ser excluído da área protegida. Desde então, o movimento tem questionado a falta de consulta pública ou registro que indique como e quando a mesma foi feita. “Acreditamos que essa mudança esteja dentro do processo que está em sigilo. Só ficamos sabendo da existência dele por reportagens e por uma manifestação do próprio empreendedor, que não se identificou”, observa Adelina.</p>



<p>Um dos moradores que mais acompanha a situação é Artêmio Júnior, que vive em uma rua sem saída que termina exatamente na área onde a mata está sendo derrubada. Da janela de casa, ele escuta o barulho constante das motosserras e observa diariamente o avanço da supressão vegetal. Ele aponta que os trabalhadores afirmam seguir uma fita amarela que delimitaria onde devem derrubar, mas que essa fita já foi deslocada outras vezes, sempre expandindo a área desmatada.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1.jpg" alt="" class="wp-image-45299" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-69-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A fita amarela seria a delimitação da área que deve ser protegida. Foto: Mariah Friedrich</p>



<p>“Eles falam que a ordem é seguir a fita, mas a fita muda de lugar. E onde ela aparece, a árvore cai”, afirma. Ainda nesta terça-feira (25), ele teve acesso a um parecer técnico (703/2025) apresentado pelos trabalhadores que atuam na derrubada de árvores e assinado pelo engenheiro florestal Luiz Felipe Bernardes e pelo biólogo Edson Batista de Oliveira, ambos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, no início de outubro.</p>



<p>O documento afirma que “a supressão ocorreu fora da ZPA; “foram cortadas apenas árvores frutíferas e exóticas, não pertencentes ao bioma da Mata Atlântica”; “não houve desmatamento de vegetação nativa;” e “a intervenção foi realizada em área urbana consolidada, portanto dispensada de autorização prévia da prefeitura”.<br><br>A comunidade, porém, contesta a conclusão, afirmando que a retirada da vegetação, visível em um descampado crescente, avança em direção à mata fechada, onde há registros de fauna silvestre como macacos e até jacaré. “Quando derrubaram os pés de caju, vários macaquinhos ficaram perdidos. Minha esposa chorou”, contou Júnior. O maior foco de desmatamento está nos fundos da casa dele, onde acreditam que será aberta a entrada do condomínio.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1.jpg" alt="" class="wp-image-45300" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-70-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foco do desmatamento, onde moradores acreditam que deve abrir espaço para entrada de condomínio. Foto: Mariah Friedrich</p>



<p>Moradores têm cobrado informações sobre o processo administrativo número 4362/2025, que envolveria a tramitação do pedido de intervenção na área, para compreender se houve mudança oficial na ZPA, quais licenças ambientais foram apresentadas, se o empreendimento possui estudos técnicos válidos, e se a supressão de vegetação obedece às legislações municipal e federal. <a href="https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/comunidade-e-policia-ambiental-divergem-sobre-desmatamento-em-manguinhos/">A Pol</a>ícia Ambiental esteve no local no último dia 30 de outubro, na ocasião de uma denúncia anterior dos moradores, e concluiu que “as árvores cortadas eram frutíferas e que a supressão ocorria fora da ZPA vigente no mapa atual”.</p>



<p>O movimento também questiona o acúmulo das pastas de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente pelo mesmo secretário, Cláudio Denicoli, o que para eles cria um potencial conflito de atribuições, já que o mesmo gestor responsável pela proteção ambiental é também o responsável por aprovar empreendimentos e alterações urbanísticas. “Não é nada pessoal, mas isso é uma política do município. O mesmo secretário cuida da proteção e da expansão. Nós não vemos preocupação com as agendas ambientais modernas”, avalia Paulo Lopes, também morador de Manguinhos.</p>



<p>Diante da situação, a comunidade cobra a suspensão imediata da derrubada de árvores; acesso integral ao processo 43.762-2025; explicação pública sobre alterações da ZPA no GeoSerra; abertura de diálogo transparente com os órgãos municipais; investigação do MPES sobre possível supressão irregular; e implementação de um Parque Natural Municipal, já indicado para a região nos últimos Planos Diretores Municipais (PDMs), mas nunca executado. O grupo sustenta que, antes de autorizar qualquer supressão, a prefeitura deveria ter discutido com os moradores e com especialistas a possibilidade de criar uma unidade de conservação para preservar o fragmento de mata, já reconhecido por eles como área de interesse ecológico e de uso comum da vizinhança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Procedimento Preparatório</h2>



<p>O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça Cível da Serra, informa que recebeu denúncia relacionada ao empreendimento Manguinhos Eco Residence e instaurou um Procedimento Preparatório para apurar os fatos.</p>



<p>Foram oficiados o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) da Serra, “que não constataram irregularidades”, informa o órgão ministerial. “O Idaf manifestou-se favoravelmente à supressão vegetal autorizada, e a Semma informou não ter identificado desmatamento ou ocupação em área de proteção ambiental durante vistoria realizada”, completa.</p>



<p>O MPES diz que segue acompanhando o caso e oficiou a empresa responsável pelo empreendimento para prestar esclarecimentos, que ainda está em prazo de resposta, e também a Semma, solicitando cópia de processo administrativo que tramita internamente a respeito da situação.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Comunidades da Serra realizam ‘ato em defesa das águas’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 11:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p><strong>Comunidades da Serra realizam ‘ato em defesa das águas’</strong></p>



<p>Movimentos em defesa da causa ambiental, em parceria com associações comunitárias e instituições, realizam neste sábado (29) um “ato em defesa das águas na Serra”. A mobilização começa às 9h na Praça Encontro das Águas, em Jacaraípe, com objetivo de cobrar ações contra a degradação dos rios, lagoas e praias do município, além de fortalecer a articulação entre moradores e órgãos públicos.</p>



<p>A expectativa é que o encontro resulte no encaminhamento de uma audiência pública para promover um debate técnico que envolva a comunidade, os órgãos ambientais, pesquisadores, gestores municipais e a concessionária responsável pelo saneamento no município, Ambiental Serra.</p>



<p>“Queremos sair do discurso e ir para a mudança real. E isso só acontece com todos os atores sentados à mesa, discutindo responsabilidades”, enfatiza um dos organizadores, Nilton Cardoso, do movimento Todos por Jacaraípe. Ele explica que o ato foi pensado como um espaço de sensibilização coletiva para enfrentar o avanço de empreendimentos e práticas que impactam os recursos hídricos da região. “Precisamos de comunidades mais sensíveis e mais críticas diante desse quadro de degradação das águas. Essa ação nasce justamente para provocar reflexão e reconstruir a ligação das pessoas com os corpos d’água”, destaca.</p>



<p>A mobilização ocorre em um momento de acúmulo de conflitos ambientais na Serra. Nos últimos meses, comunidades denunciaram aterro em área de alagado em Jacaraípe e conseguiram embargar a intervenção com blocos de concreto na Praia da Baleia, no mesmo balneário, após pressão popular. Em Manguinhos, moradores também se mobilizaram para pedir a criação de uma Unidade de Conservação (UC) que proteja a Lagoa de Maringá e os ecossistemas associados e impedir o desmatamento de uma área remanescente de Mata Atlântica, para dar lugar a um empreendimento imobiliário.</p>



<p>O avanço das obras de despoluição dos córregos Laripe e Irema, tema recorrente de denúncias e mobilizações, também compõe esse cenário de lutas, como destacou o presidente da Associação de Moradores do Balneário de Manguinhos (Amman), Guilherme Lira, lembrando que a mobilização comunitária foi fundamental para enfrentar esse problema histórico. A partir dessa conquista do movimento popular, as comunidade querem transformar o projeto em referência para todo o município.</p>



<p>Para Nilton Cardoso, essas vitórias parciais demonstram que “as comunidades estão elevando o nível de sensibilidade e senso crítico” e o ato deste fim de semana busca justamente fortalecer essa trajetória e ampliar a capacidade de pressão social. “Queremos fomentar isso, criar mais ferramentas para que as comunidades continuem colocando limites, cobrando transparência e defendendo seus territórios”, reforça.</p>



<p>O evento começa com um café da manhã coletivo, falas de apoiadores e, em seguida, interação entre visitantes e expositores, além da apresentação cultural da banda de Congo do bairro São Pedro, composta majoritariamente por mulheres. A comunidade, considerada a mais antiga de Jacaraípe, mantém uma relação histórica com o Rio Jacaraípe, que por décadas sustentou práticas culturais, pesca artesanal, produção de ceras e atividades de lazer. Durante o ato, moradores vão expor fotos antigas que mostram como era a convivência cotidiana com o rio antes da degradação.</p>



<p>A programação do encontro inclui tendas temáticas de institutos ambientais, coletivos e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Serra, convidada a participar. O Ministério Público Estadual (MPES) foi chamado para integrar o diálogo, assim como organizações que atuam na preservação das águas e na educação ambiental. A concessionária Ambiental Serra também terá um espaço para apresentar seu trabalho, e haverá uma exposição de animais marinhos encontrados no litoral local.</p>



<p>Nilton alerta que, sem mudanças, o destino dos corpos hídricos da Serra pode repetir o caso do Canal Bigossi, em Vila Velha, antigamente com águas limpas e que hoje é sinônimo de poluição extrema. “É uma imagem que envergonha o Estado. Ali se vê claramente o lançamento de esgoto. Se não tomarmos cuidado, nossos rios e lagoas vão virar aquilo”, enfatiza.<br><br>Ele acrescenta que o avanço da poluição impacta diretamente a pesca artesanal, o comércio, o turismo e a saúde pública. “A degradação da água aumenta vetores de doença, afeta a economia e prejudica toda forma de vida. Ninguém quer isso — nem surfistas, nem famílias, nem gestores”, completa.</p>



<p>O ato é um “chamado urgente” para a construção de políticas públicas efetivas, descreve o coordenador da atividade. “O cenário está piorando, e só com a união da comunidade, do município, do Estado, da União e dos institutos ambientais vamos conseguir reverter”, avalia.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Produtores rurais terão isenção na cobrança pelo uso da água no Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p><strong>Produtores rurais</strong> do <strong>Espírito Santo</strong> passam a contar, a partir desta terça-feira (25), com isenção permanente da cobrança pelo uso da água em atividades agropecuárias, pecuárias e silvipastoris. A nova legislação encerra meses de incerteza no campo, já que o Decreto nº 6.184-R, publicado em setembro, havia suspendido a tarifa apenas de forma temporária, sem prazo definido. O risco de que a cobrança retornasse mobilizou entidades do agronegócio em busca de uma solução definitiva</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-medida-contempla-atividades-agropecuarias-e-silvipastoris">Medida contempla atividades agropecuárias e silvipastoris</h2>



<p>A articulação pela mudança foi liderada pela Federação da Agricultura e Pecuária do&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;(<strong>Faes</strong>), com apoio dos Sindicatos Rurais, associações, cooperativas e produtores.&nbsp;</p>



<p>O projeto foi aprovado no Plenário da Assembleia Legislativa no dia 4 de novembro e busca promover maior segurança jurídica ao setor, equilibrando proteção ambiental e atividade produtiva.</p>



<p>Para o presidente da&nbsp;<strong>Faes</strong>,&nbsp;<strong>Julio Rocha</strong>, a nova lei reconhece a contribuição do campo para o desenvolvimento sustentável.</p>



<p>“A sanção do Projeto de Lei confirma que, quando o setor está unido, resultados concretos acontecem. Essa medida equilibra proteção ambiental e atividade produtiva, garantindo que o uso da água no campo continue sendo realizado de forma responsável, eficiente e com benefícios diretos para toda a sociedade”, afirma.</p>



<p>A proposta altera a Lei Estadual nº 10.179/2014 e foi construída após o Decreto nº 6.184-R, que havia suspendido temporariamente a cobrança pelo uso dos recursos hídricos.</p>



<p>O governador do <strong>Espírito Santo</strong>, Renato Casagrande, destacou o papel dos agricultores na geração de oportunidades e na sustentabilidade.<br><br>“Toda a água consumida pela sociedade capixaba, no campo e na cidade, é produzida pela agricultura, e é por isso que nós estamos aqui. Vocês, agricultores, são merecedores do que a gente está dando, porque a gente tem respostas de vocês a cada dia, gerando oportunidade e gerando desenvolvimento do nosso estado”, ressaltou.</p>



<p>A defesa da&nbsp;<strong>isenção</strong>&nbsp;também se apoia no entendimento de que o produtor rural é responsável por financiar toda a infraestrutura necessária para conservar o meio ambiente e, ao mesmo tempo, atua como produtor de água, já que suas práticas preservam nascentes, matas e o solo.</p>



<p>“A gente costuma brincar: o agricultor não consome a água, ele pega emprestado, porque depois ele devolve através do cuidado que ele tem com o meio ambiente. A partir disso, a gente entendeu que era possível tentar suspender a&nbsp;<strong>cobrança</strong>&nbsp;de água, e agora a Assembleia deu esse importante passo para a agricultura capixaba”, destacou o secretário estadual de Meio Ambiente,&nbsp;<strong>Felipe Rigoni</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mobilizacao"><strong>Mobilização</strong></h2>



<p>A <strong>Faes</strong> intensificou as articulações em setembro, durante o Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (Encob), quando se reuniu com o <strong>Ministério Público</strong> para esclarecer dúvidas e apresentar experiências de outros estados sobre a gestão dos recursos hídricos e modelos de cobrança.</p>



<p>Em 3 de novembro, representantes das entidades do agro capixaba estiveram na&nbsp;<strong>Assembleia Legislativa</strong>&nbsp;defendendo a&nbsp;<strong>isenção</strong>&nbsp;como uma medida justa e necessária. No dia seguinte, o projeto foi aprovado em regime de urgência.</p>



<p>A sanção da lei é vista como uma conquista relevante para os&nbsp;<strong>produtores rurais</strong>&nbsp;do&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>, que passam a ter mais segurança para planejar suas atividades e investir na sustentabilidade das propriedades.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Especialistas alertam: ES desperdiça água suficiente para encher 128 piscinas olímpicas por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 11:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> volume é 38,7% de toda a água distribuída e a meta é chegar a 25% até 2034. Simpósito no ES discute gestão hídrica e mudanças climáticas</p>



<p>O <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/espirito-santo">Espírito Santo </a></strong>desperdiçou 117 milhões de metros cúbicos de <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/agua/">água</a></strong> tratada em 2023, segundo dados divulgados pelo Instituto Trata Brasil. O volume, que representa 38,7% de toda a água distribuída no Estado, equivale a <strong>128 piscinas olímpicas por dia</strong> que nunca chegam às torneiras dos capixabas</p>



<p>No cenário nacional, o desperdício supera 40%, totalizando <strong>5,8 bilhões de metros cúbicos</strong> perdidos em todo o país. As causas vão desde vazamentos e rompimentos na rede até ligações clandestinas e falhas de gestão.</p>



<p><strong>Especialistas se reúnem no ES para discutir soluções</strong></p>



<p>Em meio aos números alarmantes, o Espírito Santo recebe esta semana especialistas de diversas regiões do Brasil em um simpósio que debate gestão hídrica e adaptação às mudanças climáticas. Reduzir perdas e melhorar a eficiência do sistema de abastecimento estão entre os principais temas em discussão.</p>



<p>Uma meta nacional prevê que, até 2034, o índice de perdas seja reduzido para <strong>25%</strong>. No caso do Espírito Santo, a água economizada poderia garantir, por ano, o abastecimento de <strong>636 mil moradores</strong>. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-48-1.jpg" alt="" class="wp-image-45143" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-48-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-48-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-48-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-48-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-48-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Foto: Reprodução/TV Vitória.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-estado-registra-avancos-mas-desafios-persistem"><strong>Estado registra avanços, mas desafios persistem</strong></h3>



<p>De acordo com o presidente da&nbsp;<strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/cesan/">Cesan</a></strong>&nbsp;(Companhia Espírito-santense de Saneamento), Munir Abud, o Estado já reduziu cerca de&nbsp;<strong>2% das perdas desde 2023</strong>.</p>



<p>Nos 53 municípios atendidos pela companhia, a queda anual varia de&nbsp;<strong>3% a 4%</strong>, impulsionada por investimentos em tecnologia, incluindo equipamentos de robótica que aprimoram o monitoramento da rede.</p>



<p>Ele ressalta, no entanto, que os resultados mais expressivos só devem aparecer nos próximos levantamentos do Trata Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-existe-mas-falta-investimento"><strong>Tecnologia existe, mas falta investimento</strong></h3>



<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Alexandre Kepler Soares, o uso de tecnologia é essencial para combater o desperdício, mas enfrenta obstáculos recorrentes.</p>



<p>Segundo ele, a principal barreira é a falta de investimentos e de mão de obra qualificada para implementar programas de modernização.</p>



<p><strong>Muitas vezes existe recurso disponível, mas as companhias não conseguem executar por questões técnicas ou burocráticas. Esse é hoje um dos maiores gargalos do país”</strong>, destaca.</p>



<p><em>Fonte: Folha Vitória</em></p>
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		<title>Audiências discutem privatização do Parque Cachoeira da Fumaça</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/audiencias-discutem-privatizacao-do-parque-cachoeira-da-fumaca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Unidade de conservação é uma das mais frágeis do Estado, alertam ambientalistas</p>



<p>A Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa realiza, nesta terça-feira (25), em Alegre, e na quarta-feira (26), em Ibitirama, municípios do Caparaó capixaba, duas audiências públicas para discutir com as comunidades locais os impactos do Programa Estadual de Desenvolvimento Sustentável das Unidades de Conservação do Espírito Santo (Peduc) ao Parque Estadual Cachoeira da Fumaça.<br><br>Os encontros acontecem no auditório da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), campus de Alegre, e no auditório do Creas de Ibitirama, respectivamente, e devem ser conduzidos pela deputada e vice-presidente da comissão, Iriny Lopes (PT).</p>



<p>Em Alegre, o biólogo Hugo Cavaca fará a palestra “O Peduc e as concessões/privatizações dos Parques Estaduais”. No dia seguinte, a bióloga Andressa Hartuiq dos Santos apresentará ao público o conteúdo do plano voltado ao Parque Cachoeira da Fumaça, apontando riscos e inconsistências técnicas identificadas por pesquisadores e comunidades no entorno da unidade.</p>



<p>O parque em debate é uma das unidades mais frágeis do Espírito Santo. Com área reduzida e totalmente cercado por pastagens, áreas urbanizadas e propriedades degradadas, funciona como uma “ilha verde” em meio ao avanço do desmatamento no Caparaó, descreve Hugo. A região de Alegre, onde está a unidade, registrou algumas das temperaturas mais altas do país neste ano, reforçando a urgência de políticas de conservação efetivas. “É a menor unidade de conservação do Estado. Qualquer intervenção mal planejada pode comprometer sua função ecológica”, pontua.<br><br>As audiências foram convocadas após a intensificação das críticas de ambientalistas, que denunciam falta de transparência no processo, fragilidades metodológicas dos estudos contratados pelo governo e suspeitas de que os planos de manejo têm sido adaptados para viabilizar as propostas de concessão do Peduc, e não o contrário.</p>



<p>O Peduc, idealizado pelo secretário de Estado de Meio Ambiente, Felipe Rigoni (União), propõe implantar equipamentos turísticos dentro de unidades de conservação. A multinacional Ernst Young, consultora contratada para propor a modelagem econômica, recebeu mais de R$ 8,6 milhões para desenhar os modelos de exploração turística dentro do programa estadual, que prevê a concessão de seis áreas de proteção integral por 35 anos.</p>



<p>No pacote estão seis unidades: além do Cachoeira da Fumaça, o Parque Estadual de Itaúnas (PEI), em Conceição da Barra, norte do Estado; Forno Grande (PEFG) e Mata das Flores (PEMF), em Castelo, no sul; Paulo César Vinha (PEPCV), em Guarapari; e Pedra Azul (Pepaz), em Domingos Martins, na região serrana.</p>



<p>Ambientalistas afirmam, porém, que o discurso de sustentabilidade do governo contrasta com o modelo apresentado, baseado em turismo de massa e infraestrutura intensiva em áreas frágeis. Inspirado em grandes parques internacionais, o programa ignora, segundo eles, a escala reduzida das unidades capixabas, muitas com menos de 200 hectares. “Todos os parques do Espírito Santo cabem dentro de uma única área como o Parque Nacional do Iguaçu. Comparar essas escalas é uma loucura”, critica Andressa, que atua em iniciativas comunitárias de conservação no Caparaó e integra o Movimento em Defesa das UCs.</p>



<p>Um dos pontos mais sensíveis apresentados nas audiências será a elaboração dos planos de manejo. De acordo com Hugo Cavaca e Andressa, o governo capixaba estaria invertendo as etapas: em vez de elaborar primeiro planos consistentes para depois pensar no uso público, o Estado estaria revisando e adaptando os planos para atender às diretrizes do programa.</p>



<p>Eles apontam que esse movimento ganhou força após a criação, pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), do Grupo de Trabalho das Unidades de Conservação do Estado (GT-Uces). O GT foi instituído pela Instrução de Serviço nº 140-S, de 15 de outubro de 2025, assinada pela diretora-geral do órgão, Mário Stella Cassa Louzada. O documento determina que o grupo terá a função de “discutir, propor e consolidar” atualizações de zoneamento, diretrizes de manejo e instrumentos jurídicos voltados às UCs, além de “prospectar estratégias” de criação e expansão de unidades.</p>



<p>Para o movimento socioambiental, o GT-Uces teria sido criado em um momento estratégico para acelerar a revisão dos planos de manejo alinhando-os ao Peduc, reduzindo a participação social e facilitando a aprovação de diretrizes de infraestrutura contestadas pelos pareceres técnicos internos do próprio Iema.</p>



<p>O grupo é composto por seis servidores, entre eles o gerente de Unidades de Conservação, Georges Mitrogiannis Costa, além de Leonardo Paganotti Marniato, Marcos Paulo Rodrigues de Almeida, Rafael de Ávila Pantaleão, Rodolpho Torezani Netto e Thaís Assis Volpi. A criação desse GT enfraquece os espaços de debate nas oficinas e tende a substituir decisões colegiadas por uma estrutura reduzida, com risco de validação automática das propostas originais do Peduc, consideram os porta-vozes do movimento.</p>



<p>Ambientalistas relatam que, durante as oficinas participativas, o material apresentado aos participantes já continha propostas prontas de zoneamento definidas antecipadamente com base nos projetos do Peduc. Em Paulo César Vinha, por exemplo, um mapa com nove áreas destinadas à infraestrutura teria sido apresentado antes mesmo da etapa de discussão de zoneamento.</p>



<p>A comunidade rejeitou integralmente a proposta e apresentou um zoneamento alternativo, reduzindo as áreas destinadas à intervenção de nove para três. O parecer técnico do Iema também teria sido contrário às propostas de infraestrutura apresentadas inicialmente. Ainda assim, o resultado da oficina não teria sido publicado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Seama).</p>



<p>Pouco depois, a secretaria publicou a Instrução 140-S criando o GT-Uces, interpretada por ambientalistas como uma tentativa de acelerar a aprovação dos planos ignorando pareceres internos e sugestões das comunidades. “Eles estão desconsiderando até pareceres internos do próprio Iema. Os planos de manejo estão sendo desenhados para caber no Peduc, e não para conservar”, reforça Hugo.</p>



<p>Diante do cenário, o Movimento em Defesa das UCs prepara uma ação judicial contra o Peduc. A peça já está em fase final de revisão e deve questionar não apenas o programa, mas também os estudos contratados e os pareceres emitidos com base neles. Além disso, o movimento articula atuação conjunta com o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).</p>



<p>“Vamos judicializar o Peduc. Estudos sem pé nem cabeça não podem ser base para transformar unidades de conservação. Se necessário, entraremos com ações coletivas e individuais contra cada parecer e cada decisão que viole a legislação ambiental”, alerta Hugo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.seculodiario.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Alpen-Park-Reproducao.jpg" alt="" class="wp-image-100099"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem apresentada nos estudos elaborados pela Ernst Young: Reprodução</figcaption></figure>



<p>Mesmo assim, o plano estratégico criado para atender ao programa propõe equipamentos como mirantes, lojas, restaurantes, centros de visitantes e até uma tirolesa sobre o vale. Para o movimento, as propostas são incompatíveis com a finalidade de parques de proteção integral, definida pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). “O parque existe para conservar. O uso público deve ser compatível com essa função. O que está sendo proposto é turismo de massa, agressivo e degradador”, destaca.</p>



<p>Os ambientalistas ressaltam que não são contrários ao turismo, mas defendem um modelo comunitário, de baixa intervenção e que fortaleça quem já cuida do território. Para as comunidades do Caparaó, o futuro da Cachoeira da Fumaça está em disputa entre conservar ou transformar a unidade em mais um destino de exploração turística intensiva.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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		<title>Café solúvel segue fora das isenções tarifárias dos Estados Unidos e preocupa setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A suspensão das tarifas extras de 40% que os Estados Unidos aplicavam a diversos produtos brasileiros, anunciada na última quinta-feira, trouxe alívio para grande parte do setor cafeeiro. Para o Espírito Santo, grande produtor e exportador, a retirada das tarifas sobre o café verde representa um impulso importante para o fluxo de comércio. No entanto, o cenário não é totalmente favorável. O café solúvel, produto de maior valor agregado e responsável por cerca de 10% das exportações brasileiras para o mercado americano, permanece sujeito à taxação.</p>



<p><strong>Setor de solúvel segue pressionado e mantém negociações</strong></p>



<p>De acordo com Márcio Cândido Ferreira, presidente do Conselho Nacional dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o café solúvel é estratégico para a economia justamente por gerar emprego e renda.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<strong>Temos uma tarefa pela frente: resolver a questão do café solúvel</strong>, que continua tarifado não apenas o do Brasil, mas também de outras origens. Já mantive contato com a embaixada do Brasil em Washington, com Brasília e com nossos importadores lá fora. Estamos trabalhando ativamente nessa questão. Costumo dizer que para cada emprego gerado pelo café em grão, três ou quatro são gerados pelo café solúvel, que tem maior valor agregado por ser um produto final acabado”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS), em nota, celebrou a reversão das tarifas para outros produtos agrícolas, mas lamentou que o solúvel brasileiro, “um produto de importância histórica e econômica fundamental para ambos os países”, continue submetido à taxa adicional de 40%, que chega a 50% quando somadas tarifas recíprocas.</p>



<p>“Essa situação contrasta com o progresso geral nas negociações bilaterais e representa um desafio contínuo para o setor”, destacou a associação.</p>



<p>Segundo a entidade, os efeitos da medida, vigente desde agosto de 2025, foram severos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Queda abrupta nas exportações:</strong> os embarques para os EUA caíram mais de 52% em volume desde agosto, evidenciando o efeito imediato da medida tarifária;</li>



<li><strong>Perda de liderança histórica:</strong> os EUA sempre foram o maior mercado para o café solúvel brasileiro, uma parceria que remonta à década de 1960. Em 2024, o país respondia por 38% das importações de café solúvel;</li>



<li><strong>Impacto financeiro e competitivo:</strong> atualmente, os EUA representam cerca de 20% do volume total das exportações brasileiras de solúvel, com receitas anuais de aproximadamente US$ 200 milhões, equivalentes a 800 mil sacas de café. A manutenção da tarifa compromete a competitividade do produto, favorecendo concorrentes de outras origens;</li>



<li><strong>Reconfiguração do mercado global:</strong> a dimensão do impacto é grande. Inclusive, pela primeira vez, os EUA deixaram de ser o principal destino do café solúvel brasileiro, com a Rússia assumindo essa posição.</li>
</ul>



<p>A ABICS alerta que a manutenção das tarifas pode gerar perdas irreversíveis:</p>



<p>“A presença no mercado americano é estratégica para o Brasil. Há risco real de substituição permanente por produtos de outros países. Uma vez perdida essa fatia de mercado e a fidelidade do consumidor, a recuperação será extremamente difícil, com prejuízos para toda a cadeia produtiva, dos cafeicultores às indústrias e trabalhadores.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-impactos-para-o-espirito-santo"><strong>Impactos para o Espírito Santo</strong></h2>



<p>Os Estados Unidos são, historicamente, os maiores compradores das exportações de café do Espírito Santo. Por isso, a manutenção da tarifa sobre o café solúvel preocupa o setor exportador capixaba.</p>



<p>Dados do Centro de Comércio de Café de Vitória (CCCV) mostram que, entre janeiro e setembro de 2025, o estado exportou 341 mil sacas de solúvel, queda de 10% no volume, mas aumento de 29,5% na receita, impulsionado pelo preço médio mais alto. Desse total, 36% tiveram como destino os EUA.</p>



<p>Segundo o CCCV, a participação do café solúvel exportado para o Estados Unidos apresentou oscilações ao longo da última década, considerando o período acumulado entre janeiro e setembro de 2015 a 2025. O percentual aumentou entre 2015 e 2016, caiu de 2016 a 2019, voltou a crescer em 2020, recuou novamente entre 2020 e 2022, subiu em 2022 e 2023, caiu em 2023 e 2024 e voltou a apresentar alta em 2025.</p>



<p>A tendência confirma a importância da previsibilidade tributária para manter o fluxo de embarques. Apesar disso, as exportações capixabas de café para os EUA sofreram forte retração geral: após o tarifaço, os embarques de arábica e conilon caíram 54% no comparativo com o mesmo período de 2024. No solúvel, a queda foi menor, mas ainda preocupante.</p>



<p>O vice-governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, destacou a relevância da retirada das tarifas sobre produtos fundamentais para o estado:</p>



<p>“Foi de fato uma importante vitória e nós precisamos comemorar o fato de o governo norte-americano ter eliminado o tarifaço sobre um conjunto de atividades econômicas e arranjos produtivos que são da maior importância para o estado, pelo tanto que geram de emprego, trabalho, oportunidade e pelo que distribuem de renda.”</p>



<p>Ferraço ressalta ainda que o estado tem condições de ampliar sua competitividade. “A partir de hoje, atividades como o café, que está presente em mais de 60 mil propriedades do estado, a macadâmia, a pimenta e o gengibre não terão mais este tarifaço e poderão escalar o mercado norte-americano com mais competitividade. Mas precisamos continuar atentos, porque segmentos importantes como pescados e o mármore e granito ainda não foram incluídos.”</p>



<p>Mesmo com o avanço, uma lista significativa de produtos permanece taxada pelos EUA: café solúvel, mármore e granito, peixes, mel e itens industriais como máquinas e calçados.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Instituto emite alerta laranja para tempestades e queda de granizo em todo o ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 12:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Alerta de perigo é válido para todos os 78 municípios capixabas com previsão de chuvas fortes e risco de queda de granizo</p>



<p>O&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;tem dois alertas de&nbsp;<strong>tempestade</strong>, com risco de chuvas e ventos fortes válidos para&nbsp;<strong>todos os 78 municípios do Estado</strong>, a partir desta terça-feira (18). Também há risco de queda de granizo.</p>



<p>Um dos alertas foi classificado como laranja (perigo) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (<strong>Inmet</strong>), o segundo maior grau de severidade. O outro alerta, amarelo (perigo potencial), também encobre todo o Estado. Ambos são válidos até a manhã de quarta (19).</p>



<p>O Inmet indica perigo para tempestades, chuva de até 100 milímetros, ventos de 60 a 100 km/h e possibilidade de&nbsp;<strong>queda de granizo</strong>. Também há risco de danos em plantações, queda de árvores e alagamentos.</p>



<p>A orientação é para que não se abrigue debaixo de árvores e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois há risco de queda e descargas elétricas. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.</p>



<p>Em caso de emergência, o cidadão deve entrar em contato com o&nbsp;<strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>&nbsp;ou a&nbsp;<strong>Defesa Civil (199)</strong>.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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