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	<title>Meio Ambiente &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Santa Teresa recebe evento que debate o futuro da Mata Atlântica</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/santa-teresa-recebe-evento-que-debate-o-futuro-da-mata-atlantica-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:26:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">A 14ª edição do Simbioma, em Santa Teresa, focará nos ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica, reunindo especialistas para discutir a conservação e a sustentabilidade do bioma.</h2>



<p>Entre os dias 19 e 21 de agosto, <a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/santa-teresa/">Santa Teresa</a> recebe mais uma edição do <strong>Simbioma</strong>, o Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros mais importantes do Espírito Santo voltados à ciência, conservação, educação ambiental e valorização do bioma.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma.jpg-1320x697.png" alt="" class="wp-image-7986982"/></figure>



<p>Em 2026, o evento chega à sua 14ª edição com o tema “<strong>Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica</strong>: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”.</p>



<p></p>



<p>O tema não poderia ser mais atual. Falar sobre rios, nascentes, áreas úmidas, manguezais e demais ambientes aquáticos tem se tornado extremamente importante para que a sociedade consiga sobreviver em um mundo equilibrado, com água, biodiversidade, cidades confortáveis, produção de alimentos, comunidades saudáveis e, por incrivel que pareça, um futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aproximar-ciencia-e-sociedade">Aproximar ciência e sociedade</h2>



<p></p>



<p>O Simbioma reúne pesquisadores, estudantes, professores, profissionais da área ambiental, instituições e pessoas interessadas na conservação da Mata Atlântica. A proposta é criar um espaço de troca de conhecimentos, apresentação de pesquisas, relatos de experiências e debates sobre os desafios enfrentados por um dos biomas mais ameaçados do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma2-1320x990.jpg" alt="" class="wp-image-7986985"/></figure>



<p>Realizado em Santa Teresa, município com forte tradição científica e ambiental, o evento também reforça a importância histórica do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e do Instituto Nacional da Mata Atlântica na produção e divulgação de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p>Santa Teresa é um território simbólico para quem trabalha com conservação. Suas florestas, rios, montanhas e instituições científicas ajudam a contar uma parte importante da história ambiental do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma3.jpg" alt="" class="wp-image-7986987"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-agua-como-eixo-da-vida">A água como eixo da vida</h2>



<p>A escolha do tema deste ano chama atenção para uma questão essencial: não existe conservação da Mata Atlântica sem proteção de seus ecossistemas aquáticos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/ecossistema.jpg" alt="" class="wp-image-7986988"/></figure>



<p>Os rios conectam montanhas, florestas, áreas rurais, cidades e o mar. As nascentes garantem a origem da água. Os manguezais recebem essa água no encontro com as marés e funcionam como berçários naturais para inúmeras espécies. Áreas úmidas, brejos, córregos e lagoas completam essa rede delicada, muitas vezes invisível aos olhos da população.</p>



<p></p>



<p>Quando esses ambientes são degradados, os impactos aparecem em várias dimensões: perda de biodiversidade, redução da qualidade da água, erosão, assoreamento, enchentes, secas mais severas, prejuízos econômicos e riscos sociais.</p>



<p>Por isso, discutir a integridade dos rios e a sustentabilidade dos territórios é também discutir o tipo de futuro que queremos construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-instituto-ultimos-refugios-tambem-estara-presente">Instituto Últimos Refúgios também estará presente</h2>



<p>O <strong>Instituto Últimos Refúgios</strong> participará mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria de longa data com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, o Instituto Nacional da Mata Atlântica, pesquisadores e organizadores do evento.</p>



<p></p>



<p>Essa relação vem de antes da criação do INMA e se mantém ao longo dos anos por meio de apoio à comunicação, divulgação científica, atividades culturais, educação ambiental e valorização da biodiversidade capixaba. O Instituto participou de todas as edições do Simbioma, seja com estande, oficina, representantes institucionais ou outras ações de apoio.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/sol-1-scaled.jpg"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/sol-1-1320x990.jpg" alt="" class="wp-image-7986991"/></a></figure>



<p>Em 2026, a participação será novamente marcada pela presença de estande, materiais educativos, brindes e atividades voltadas à aproximação do público com a natureza.</p>



<p>A temática deste ano dialoga diretamente com projetos recentes do Instituto Últimos Refúgios, como “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, voltado à documentação e valorização dos manguezais do Espírito Santo, e produções audiovisuais ligadas aos rios capixabas, como o documentário “Águas do Itapemirim”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-convite-a-comunidade">Um convite à comunidade</h2>



<p>O Simbioma é também uma oportunidade para que a comunidade se aproxime da ciência e compreenda melhor a importância da Mata Atlântica no cotidiano de todos nós.</p>



<p>Afinal, os rios que abastecem cidades, as florestas que protegem nascentes, os manguezais que sustentam a vida marinha e os ecossistemas que equilibram o clima não pertencem apenas aos pesquisadores. Eles fazem parte da vida de toda a sociedade.</p>



<p>Eventos como o Simbioma ajudam a transformar conhecimento científico em consciência pública. E, em um tempo em que os ecossistemas aquáticos enfrentam tantas pressões, participar dessas discussões é também uma forma de fortalecer a conservação.</p>



<p>Santa Teresa recebe, mais uma vez, pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade para pensar o presente e o futuro da Mata Atlântica.</p>



<p>Que o Simbioma 2026 inspire novas pesquisas, novas parcerias e novos olhares para as águas que sustentam a vida. Nos vemos por lá!</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/convite-1320x1650.jpg" alt="" class="wp-image-7987024"/></figure>
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		<title>Unicef alerta sobre El Niño para educação, alimentação e saúde de crianças no país</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/unicef-alerta-sobre-el-nino-para-educacao-alimentacao-e-saude-de-criancas-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 11:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudo inédito do Unicef aponta riscos climáticos do El Niño à infância e defende preparação antecipada dos serviços essenciais no Brasil.</p>



<p>Mais de 30 milhões de meninas e meninos podem ser expostos a dois ou mais riscos climáticos no Brasil com o avanço do El Niño, apontado como um dos mais fortes desde 1950, afirma análise inédita do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgada nesta quinta-feira (8).</p>



<p>Preparado pelo Centro de Excelência sobre Crianças e Resiliência Climática do Unicef, sediado em Bangcoc, na Tailândia, o documento detalha como secas, calor extremo, incêndios florestais, chuvas intensas e inundações podem afetar saúde, nutrição, acesso à água, educação e proteção das crianças.</p>



<p>O estudo enfatiza que, diferentemente de desastres repentinos, a trajetória do El Niño pode ser prevista com meses de antecedência. Por isso, esperar os serviços colapsarem para agir significa chegar tarde e gastar mais dinheiro para remediar.<br><br>Dessa forma, o órgão defende que os governos aproveitem os próximos meses para preparar serviços essenciais antes que os riscos se agravem a ponto de não poderem ser contidos.</p>



<p>As ações a serem tomadas a curto prazo apontadas pelo documento são: fortalecer sistemas de alerta precoce; preparar profissionais e unidades de saúde; revisar planos de emergência das escolas; monitorar e proteger fontes de água; pré-posicionar medicamentos e insumos; identificar famílias e comunidades mais vulneráveis; e organizar mecanismos de proteção social e apoio financeiro antes de uma emergência.</p>



<p>No caso específico do Brasil, o estudo aponta como ferramenta central a aplicação do Protocolo Nacional para a Proteção Integral a Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres, idealizado pelo governo Lula (PT) em 2025, com o apoio do Unicef, articulando Defesa Civil, saúde, assistência social, educação e direitos humanos em uma rede contínua de proteção climática.</p>



<p>Como exemplo do que pode acontecer pela falta de planejamento, o órgão cita as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em 2024, também sob influência do El Niño. A tragédia afetou 741 mil estudantes, diz o documento. Na mesma época, a seca histórica na amazônia atingiu outros 436 mil, somando 1,17 milhão de alunos com aulas paralisadas.</p>



<p>Esses números, afirma o Unicef, não significam que os eventos de 2024 vão se repetir neste ciclo de El Niño nem permitem prever exatamente onde ocorrerão os maiores impactos. Eles mostram, porém, o que pode acontecer quando seca, calor, fumaça ou chuvas extremas atingem serviços dos quais meninas e meninos dependem.</p>



<p><strong>&#8220;O dado meteorológico nos mostra onde pode chover mais ou menos e onde o calor ou a seca podem se intensificar. O papel do Unicef é olhar para o que acontece quando esse extremo chega à vida de uma criança&#8221;</strong>, afirma Danilo Moura, especialista em clima e meio ambiente do Unicef no Brasil.</p>



<p><strong>&#8220;Uma seca pode significar falta de água segura, fumaça, dificuldade para chegar à escola ou ao posto de saúde. Uma enchente pode significar escola fechada, vacinação interrompida ou perda da renda da família. E muitos desses impactos podem ser reduzidos se a preparação acontecer antes da emergência&#8221;</strong>, afirma.</p>



<p>Para facilitar o trabalho de prevenção dos governos, a análise listou os riscos às crianças em diferentes áreas: saúde, alimentação e nutrição, água e saneamento, educação, e proteção e renda.</p>



<p><strong>&#8220;Esperar a escola fechar, o posto de saúde ficar isolado ou uma comunidade perder acesso à água para começar a agir é chegar tarde. Nós já sabemos que há um El Niño forte em curso e conhecemos os tipos de impacto que podem atingir diferentes regiões. Preparar os serviços agora custa menos, permite responder mais rapidamente e, principalmente, evita que a emergência climática se transforme em uma emergência para as crianças&#8221;</strong>, afirma Danilo.</p>



<p>O Unicef diz ainda que, como parte do esforço para ampliar a informação e a conscientização sobre os impactos do El Niño na infância, tem mobilizado influenciadores, comunicadores e jovens para levar o tema às redes sociais.</p>



<p>Entre eles estão a assistente social e comunicadora Giovanna Marinho, conhecida como Pitel, e jovens do programa de voluntariado online #tmjUnicef, que vêm produzindo conteúdos para aproximar o debate sobre clima, preparação e proteção de crianças e adolescentes de diferentes públicos.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>CADEIA DE IMPACTOS LOCAIS, SEGUNDO O UNICEF</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Saúde: Aumento dos riscos de desidratação e proliferação do mosquito Aedes aegypti (dengue) pelas variações de calor e umidade. Entre as ações de preparação estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, com atenção específica às doenças que afetam crianças; a garantia da continuidade de serviços como a vacinação e da atuação das equipes de saúde da família</li>



<li>Alimentação e nutrição: Perdas agrícolas, redução da renda e aumento do preço dos alimentos podem ampliar a insegurança alimentar e a má nutrição. Por isso, a preparação inclui fortalecer o monitoramento e a vigilância nutricional, ampliar a detecção precoce e garantir que os serviços de saúde tenham capacidade para identificar e tratar crianças com desnutrição. Além disso, é preciso fornecer insumos nutricionais preventivos para municípios que possam ficar isolados</li>



<li>Água e saneamento: Secas podem reduzir a disponibilidade de água segura, enquanto inundações podem contaminar fontes e danificar sistemas de saneamento. Por isso, há a necessidade de adotar estratégias comunitárias de armazenamento de água (como as usadas na bacia amazônica em 2023-2024)</li>



<li>Educação: Falta de água, perda da navegabilidade, calor extremo, fumaça, inundações ou danos à infraestrutura podem interromper aulas, alimentação escolar e outros serviços. Redes de ensino podem revisar planos de gestão de riscos e preparar alternativas para garantir a continuidade da aprendizagem, como por exemplo em casa.</li>



<li>Proteção e renda: Perdas de moradia, trabalho ou produção reduzem a capacidade das famílias de garantir necessidades básicas. Deve ser feita atualização prévia dos cadastros sociais municipais para famílias vulneráveis em áreas de risco antes que as perdas aconteçam, para que elas possam ser atendidas pelos sistemas de proteção social.</li>
</ul>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<title>Calor com data para acabar no Sudeste e ciclone no Sul; veja como fica a previsão da semana no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 11:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Entre quinta (1º) e sexta-feira (2), uma frente fria avança sobre o Sudeste, derruba as temperaturas e traz chuva de novo. Enquanto isso, Sul tem alerta para ciclone e chuvas.</p>



<p>O sol dos últimos dias em São Paulo e no Rio de Janeiro, que encheu piscinas e varais, tem data para ir embora. Entre quinta (1º) e sexta-feira (2), uma frente fria avança sobre o Sudeste, derruba as temperaturas e traz chuva que deve se estender pelo fim de semana do primeiro turno das eleições.</p>



<p>O Sudeste teve um setembro atípico, com dias seguidos sem sol, chuva e frio intenso. O fim do mês chega diferente, com alerta de onda de calor e <strong>máximas que podem passar dos 35°C em algumas capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.</strong></p>



<p><strong>Veja:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na quarta-feira (30), Belo Horizonte deve ter máximas de 39°C;</li>



<li>Em São Paulo, as máximas chegam a 35°C na quarta-feira (30);</li>



<li>E no Rio de Janeiro, pode chegar a 39°C na quarta-feira (30);</li>
</ul>



<p>Enquanto isso, o tempo severo se concentra no Sul. A formação de novos ciclones extratropicais deve provocar tempestades no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, <strong>com possibilidade de tornados nos três estados, sobretudo entre terça (29) e quarta-feira (30)</strong>, segundo a Climatempo.</p>



<p>Neste fim de semana, uma chuva de granizo com pedras do tamanho da palma da mão afetou 6,3 mil pessoas e danificou 1,3 mil casas no Rio Grande do Sul.</p>



<p>O ciclone não chega ao Sudeste. Ficam estacionados sobre o Sul, e quem segue viagem é a frente fria associada a eles, que também favorece a formação de áreas de chuva no Centro-Oeste a partir de quinta.</p>



<p>No Norte e no Nordeste, o cenário é outro, com predomínio de ar seco e calor intenso no interior.</p>



<p>Em Manaus, a chuva de sexta-feira (25) interrompeu 17 dias de estiagem e deu algum alívio a uma cidade que respirava ar de péssima qualidade por causa das queimadas.</p>



<p>O alívio, porém, tende a ser curto. O calor segue forte e o ar deve continuar muito seco nos próximos dias, combinação que mantém o ambiente propício a novos focos de incêndio.</p>



<p>No litoral norte e no leste do Nordeste, há previsão de pancadas rápidas e isoladas, sem risco de transtornos.</p>



<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Condições dificultam resgate e reconstrução após enchentes no Nepal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecidos]]></category>
		<category><![CDATA[desastres]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mais de 900 pessoas morreram e 4 mil estão desaparecidas no Nepal e na China; equipes enfrentam áreas isoladas e risco de novos deslizamentos</em></p>



<p>As condições adversas na região do Himalaia dificultam os esforços de resgate e reconstrução após os deslizamentos que atingiram a fronteira entre Nepal e China na quarta-feira (26). O número de mortos confirmados nos dois países já ultrapassa 900, enquanto a quantidade de desaparecidos no Nepal disparou para mais de 4 mil.</p>



<p>Autoridades dos dois países intensificaram as operações de emergência na região, onde o rápido aumento das temperaturas, agravado por fatores como a crise climática provocada pela ação humana, elevou o risco de colapsos de geleiras e tornou as condições de vida das comunidades locais mais imprevisíveis.</p>



<p>O número de desaparecidos no Nepal chegou a 4.247, incluindo 592 estrangeiros, segundo a Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres. O número representa um forte aumento em relação ao domingo (30), quando 2.502 pessoas eram consideradas desaparecidas.</p>



<p>O número de mortos no Nepal subiu para 903, ante 788 registrados anteriormente. Na China, havia 16 mortes confirmadas até domingo. Somados, os dois países registram 919 mortos.</p>



<p>O governo nepalês ampliou as equipes de emergência em cerca de 20 mil pessoas, segundo uma parlamentar ouvida pela CNN. As autoridades também começaram a organizar equipes especializadas para diferentes necessidades, incluindo o resgate de centenas de pessoas que podem estar presas em túneis de usinas hidrelétricas.</p>



<p>Na China, equipes de resgate foram vistas retirando água carregada de sedimentos de uma rodovia nacional que leva a uma cidade fronteiriça rural que conecta os dois países. As imagens foram divulgadas pela emissora estatal chinesa CCTV.</p>



<p>Analistas chineses também identificaram oito pontos de “alto risco de desastres geológicos” nas proximidades do porto de Gyirong, na fronteira com o Nepal. As fortes chuvas e o solo encharcado aumentam o risco de novos deslizamentos na região.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Santa Teresa recebe evento que debate o futuro da Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Entre os dias 19 e 21 de agosto,&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/santa-teresa/">Santa Teresa</a>&nbsp;recebe mais uma edição do&nbsp;<strong>Simbioma</strong>, o Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros mais importantes do Espírito Santo voltados à ciência, conservação, educação ambiental e valorização do bioma.</p>



<p>Em 2026, o evento chega à sua 14ª edição com o tema “<strong>Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica</strong>: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”.</p>



<p>O tema não poderia ser mais atual. Falar sobre rios, nascentes, áreas úmidas, manguezais e demais ambientes aquáticos tem se tornado extremamente importante para que a sociedade consiga sobreviver em um mundo equilibrado, com água, biodiversidade, cidades confortáveis, produção de alimentos, comunidades saudáveis e, por incrivel que pareça, um futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aproximar-ciencia-e-sociedade">Aproximar ciência e sociedade</h2>



<p>O Simbioma reúne pesquisadores, estudantes, professores, profissionais da área ambiental, instituições e pessoas interessadas na conservação da Mata Atlântica. A proposta é criar um espaço de troca de conhecimentos, apresentação de pesquisas, relatos de experiências e debates sobre os desafios enfrentados por um dos biomas mais ameaçados do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma2-1320x990.jpg" alt="" class="wp-image-7986985"/></figure>



<p>Realizado em Santa Teresa, município com forte tradição científica e ambiental, o evento também reforça a importância histórica do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e do Instituto Nacional da Mata Atlântica na produção e divulgação de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p>Santa Teresa é um território simbólico para quem trabalha com conservação. Suas florestas, rios, montanhas e instituições científicas ajudam a contar uma parte importante da história ambiental do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma3.jpg" alt="" class="wp-image-7986987"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-agua-como-eixo-da-vida">A água como eixo da vida</h2>



<p>A escolha do tema deste ano chama atenção para uma questão essencial: não existe conservação da Mata Atlântica sem proteção de seus ecossistemas aquáticos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/ecossistema.jpg" alt="" class="wp-image-7986988"/></figure>



<p>Os rios conectam montanhas, florestas, áreas rurais, cidades e o mar. As nascentes garantem a origem da água. Os manguezais recebem essa água no encontro com as marés e funcionam como berçários naturais para inúmeras espécies. Áreas úmidas, brejos, córregos e lagoas completam essa rede delicada, muitas vezes invisível aos olhos da população.</p>



<p>Quando esses ambientes são degradados, os impactos aparecem em várias dimensões: perda de biodiversidade, redução da qualidade da água, erosão, assoreamento, enchentes, secas mais severas, prejuízos econômicos e riscos sociais.</p>



<p>Por isso, discutir a integridade dos rios e a sustentabilidade dos territórios é também discutir o tipo de futuro que queremos construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-instituto-ultimos-refugios-tambem-estara-presente">Instituto Últimos Refúgios também estará presente</h2>



<p>O&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>&nbsp;participará mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria de longa data com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, o Instituto Nacional da Mata Atlântica, pesquisadores e organizadores do evento.</p>



<p>Essa relação vem de antes da criação do INMA e se mantém ao longo dos anos por meio de apoio à comunicação, divulgação científica, atividades culturais, educação ambiental e valorização da biodiversidade capixaba. O Instituto participou de todas as edições do Simbioma, seja com estande, oficina, representantes institucionais ou outras ações de apoio.</p>



<p>Em 2026, a participação será novamente marcada pela presença de estande, materiais educativos, brindes e atividades voltadas à aproximação do público com a natureza.</p>



<p>A temática deste ano dialoga diretamente com projetos recentes do Instituto Últimos Refúgios, como “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, voltado à documentação e valorização dos manguezais do Espírito Santo, e produções audiovisuais ligadas aos rios capixabas, como o documentário “Águas do Itapemirim”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-convite-a-comunidade">Um convite à comunidade</h2>



<p>O Simbioma é também uma oportunidade para que a comunidade se aproxime da ciência e compreenda melhor a importância da Mata Atlântica no cotidiano de todos nós.</p>



<p>Afinal, os rios que abastecem cidades, as florestas que protegem nascentes, os manguezais que sustentam a vida marinha e os ecossistemas que equilibram o clima não pertencem apenas aos pesquisadores. Eles fazem parte da vida de toda a sociedade.</p>



<p>Eventos como o Simbioma ajudam a transformar conhecimento científico em consciência pública. E, em um tempo em que os ecossistemas aquáticos enfrentam tantas pressões, participar dessas discussões é também uma forma de fortalecer a conservação.</p>



<p>Santa Teresa recebe, mais uma vez, pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade para pensar o presente e o futuro da Mata Atlântica.</p>



<p>Que o Simbioma 2026 inspire novas pesquisas, novas parcerias e novos olhares para as águas que sustentam a vida. Nos vemos por lá!</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/convite-1320x1650.jpg" alt="" class="wp-image-7987024"/></figure>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Expedição revela manguezais pouco conhecidos no município de Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[manguezais]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[serra]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto <strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>, iniciativa realizada pelo <strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos <strong>manguezais do Espírito Santo</strong>.</p>



<p>A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho.</p>



<p>Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47728" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-inicio-marcado-por-educacao-ambiental">Um início marcado por educação ambiental</h2>



<p>A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png" alt="" class="wp-image-47729" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-768x576.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1536x1152.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<p>O espaço acolhedor chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município.</p>



<p>Claudinei também faz parte do projeto Manguejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos manguezais capixabas.</p>



<p>Essas aproximações reforçam um dos pilares do&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>: conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-estuarios-e-mangues-sobre-pedra"><strong>Estuários e mangues sobre pedra</strong></h2>



<p>Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formaações rochosas e lateríticas na beira da praia.</p>



<p>Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47730" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1536x1025.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-rio-jacaraipe-a-vida-resiste"><strong>Rio Jacaraípe: a vida resiste</strong></h2>



<p>Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território.</p>



<p>O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47731" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reis-magos-um-rio-de-fronteira">Reis Magos: um rio de fronteira</h2>



<p>A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png" alt="" class="wp-image-47732" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-768x575.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística.</p>



<p>Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entre-beleza-natural-e-pressao-urbana"><strong>Entre beleza natural e pressão urbana</strong></h2>



<p>Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização.</p>



<p>Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47733" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-768x513.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção.</p>



<p>O projeto&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>&nbsp;segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos.</p>



<p>Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sobre-o-projeto">Sobre o projeto</h2>



<p>O projeto é realizado pelo&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA).</p>



<p>Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa.</p>



<p>Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas.</p>



<p>O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png" alt="" class="wp-image-47734" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-225x300.png 225w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-1152x1536.png 1152w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-56x75.png 56w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-480x640.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18.png 1440w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-equipe">Equipe</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Coordenação Geral:</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Coordenação de Produção:</strong> Raphael Gaspar</li>



<li><strong>Assistente de Coordenação:</strong> Henrique Mariano</li>



<li><strong>Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças):</strong> Iasmin Macedo</li>



<li><strong>Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Consultoria em Ecossistema Manguezal:</strong> Professora Mônica Tognella</li>



<li><strong>Pesquisa de Biodiversidade:</strong> Thiago Silva-Soares</li>



<li><strong>Pesquisa Social:</strong> Daniela Gerhard</li>



<li><strong>Fotografia (Direção e Captação):</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Assistente de Fotografia / Apoio Técnico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Ilustração:</strong> Jenifer Zamperlini</li>



<li><strong>Logger e Organização do Banco de Imagens:</strong> Marcella Rosa</li>



<li><strong>Editoração do Livro:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Textos para o livro:</strong> Rafael de Rezende Coelho</li>



<li><strong>Design Gráfico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Educação Ambiental:</strong> Caroline Reis</li>



<li><strong>Administrativo e Financeiro:</strong> Thiago Negrelli</li>



<li><strong>Contabilidade:</strong> Orbis Contabilidade</li>



<li><strong>Apoio administrativo:</strong> Thiago dos Santos Nunes</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<item>
		<title>Desmatamento fica abaixo de 1 milhão de hectares pela primeira vez desde 2019, diz MapBiomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong>desmatamento&nbsp;</strong>ficou&nbsp;<strong>abaixo de um milhão de hectares&nbsp;</strong>no acumulado de 2025<strong>&nbsp;</strong>pela primeira vez desde 2019, ano de início da série histórica. Isso é o que mostra o Relatório Anual do Desmatamento no Brasil de 2025, divulgado nesta quarta-feira (27) pelo MapBiomas.</p>



<p>De acordo com os dados,&nbsp;<strong>984.794 hectares foram devastados em 2025</strong>, uma&nbsp;queda de pouco mais de 20% em relação a 2024. Segundo o levantamento, todos os biomas brasileiros apresentaram uma redução da área degradada.</p>



<p>Ainda que a redução tenha sido significativa, nos últimos anos, os números do desmatamento têm sido preocupantes no país.</p>



<p>Nos últimos sete anos, o&nbsp;<strong>Brasil perdeu 10.913.064 hectares de vegetação</strong>&nbsp;nativa, área&nbsp;<strong>superior ao estado de Pernambuco</strong>.</p>



<p>E mesmo com a diminuição observada em 2025, o levantamento mostra que quase 2,7 mil hectares foram desmatados por dia no ano passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bioma mais desmatados</h2>



<p>A análise também revelou quais foram os biomas que mais sofreram com o desmatamento no ano passado.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Cerrado&nbsp;</strong>segue como a&nbsp;<strong>região mais devastada</strong>, com 540.614 hectares perdidos,&nbsp;55% do desmatamento do país. O valor representa uma queda de 17% com relação a 2024.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Amazônia&nbsp;</strong>foi o&nbsp;<strong>segundo bioma mais desmatado</strong>, com 289.478 hectares devastados, uma redução de 23,5% em relação ao ano anterior.</p>



<p>Fonte: G1.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tenda Ambiental Itinerante (Taia) oferece ações sobre Educação Ambiental na orla</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/tenda-ambiental-itinerante-taia-oferece-acoes-sobre-educacao-ambiental-na-orla/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34.jpg" alt="" class="wp-image-45720" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-34-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Verão e educação ambiental caminham juntas para um ecossistema de preservação do meio ambiente. Aracruz é repleta de paisagens exuberantes e cheias de vida, tanto nas florestas como nas praias do litoral o ponto chave é o mesmo, a conservação. A Secretaria de Meio Ambiente (Semam) tornou a Tenda Ambiental Itinerante de Aracruz (Taia) em peça fundamental na programação de verão na orla do município.</p>



<p>A Taia funciona com um ponto de encontro educativo ambiental que caminha em vários pontos das praias de Aracruz como (Barra do Sahy, Mar Azul, Santa Cruz e Coqueiral), trazendo um único objetivo, proporcionar o momento de lazer dos banhistas em oportunidade para o aprendizado sobre a importância da preservação do ecossistema local.</p>



<p>Seguindo o mesmo modelo dos anos anteriores, em 2026 não será diferente, focado na educação e atividades que levam a população a participarem dos momento que o Meio Ambiente oferece: Educação Ambiental, entrega de sacolas biodegradáveis aos banhistas para recolhimento do lixo produzido e &nbsp;jogos para as crianças, abordando o tema do descarte correto dos resíduos preservando a fauna e a restinga.</p>



<p><em>&#8220;Estamos proporcionando educação a população sobre a importância, mesmo no momento de lazer, preservar o meio ambiente. As ações é para reforçar, é sobre conscientizar que a vida marinha também merece cuidado e respeito&#8221;,</em>&nbsp;afirmou o secretário da pasta, Aladim Cerqueira.</p>



<p>A programação segue pelas praias aos&nbsp;<strong>sábados, das 08h às 11h30.</strong></p>



<p><strong>24/01</strong>&nbsp;– Praia de Coqueiral (Próximo ao Restaurante do Trevo)&nbsp;<br><strong>31/01</strong>&nbsp;– Praia de Santa Cruz (Próximo ao Campinho de Areia)&nbsp;<br><strong>07/02</strong>&nbsp;– Praia de Barra do Sahy (Em frente a Praça dos Corais)&nbsp;</p>



<p>Em caso de dúvidas, entre em contato com a Gerência de Educação Ambiental e Bem-Estar Animal da Secretaria de Meio Ambiente pelo telefone (27) 99810-7251.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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		<title>Atenção ao descartar. </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 12:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33.jpg" alt="" class="wp-image-45717" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Novo-Projeto-33-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Coisas do nosso cotidiano que usamos e descartamos naturalmente, sem saber como. Serginho Kamargo (projetos socioambientais e resíduos especiais), nos dá essas dicas. Vamos segui-las.</p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7407366601018183683/"></a></p>



<p><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7407366601018183683/"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pilar Ambiental — “Ciclos em Movimento”<br><br>Outros 5 materiais que geram muita confusão na reciclagem (e quase ninguém explica)<br><br>Depois do post sobre os 5 materiais que mais causam dúvida na reciclagem, muita gente comentou algo parecido:<br><br>“Mas e isso aqui? Isso recicla ou não?”<br><br>A verdade é que alguns resíduos estão tão presentes no nosso dia a dia que parecem óbvios — mas, na prática, são grandes vilões do ciclo.<br><br>Aqui vão outros 5 materiais que mais confundem a reciclagem no Brasil:<br><br>1&#x20e3; CÁPSULAS DE CAFÉ<br><br>Pequenas, práticas… e complexas.<br><br>São embalagens multimateriais (alumínio + plástico + borra orgânica).<br>Tecnicamente recicláveis apenas em sistemas específicos.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Na coleta comum, quase sempre viram rejeito.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Só reciclam quando devolvidas em programas próprios do fabricante.<br><br>2&#x20e3; CARTUCHOS DE IMPRESSORA<br><br>Muita gente joga no lixo comum achando que “não tem solução”.<br><br>Erro clássico.<br><br>Cartuchos têm plástico técnico, metais e resíduos químicos.<br>Reciclam apenas via logística reversa especializada.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cooperativas não processam.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Lixo comum contamina o ambiente.<br><br>3&#x20e3; ÓLEO DE COZINHA USADO<br><br>Um dos maiores problemas ambientais domésticos.<br><br>1 litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água.<br>Não vai para pia, não vai para o ralo, não vai para o lixo.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Deve ser armazenado e entregue em pontos de coleta.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pode virar biodiesel, sabão e outros insumos.<br><br>4&#x20e3; ESPONJA DUPLA FACE DE LIMPEZA<br><br>Pouca gente fala dela– mas todo mundo usa.<br><br>É feita de materiais diferentes colados (espuma + abrasivo).<br>Não é reciclável na coleta seletiva comum.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vai direto para o rejeito.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Não existe separação viável na triagem.<br><br>5&#x20e3; EMBALAGENS METALIZADAS / MULTICAMADAS<br><br>(salgadinhos, biscoitos, café a vácuo, ração, etc.)<br><br>Parecem plástico. Não são.<br><br>São camadas de plástico + alumínio fundidas.<br>Leves, contaminadas e de separação inviável.<br><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Hoje, a maioria não recicla no Brasil.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dependem de tecnologias ainda pouco acessíveis.<br><br>A verdade que quase ninguém conta<br><br>A reciclabilidade não depende só do material.<br>Depende de como ele foi projetado, usado e descartado.<br><br>Mesmo resíduos “recicláveis” viram lixo quando:<br><br>chegam contaminados,<br><br>são misturas impossíveis de separar,<br><br>ou não têm valor econômico para o sistema.<br><br>Reciclagem não é mágica.<br>É engenharia + logística + educação funcionando juntas.<br><br>Se esse conteúdo te ajudou a entender melhor o ciclo,<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> salva o post<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> compartilha com quem ainda acha que reciclar é só trocar a lixeira de cor.<br>……………………………………………………………………………………………………………….</a></p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<title>ES recebe novo alerta de tempestade, ventos de até 100 km/h e granizo; veja cidades em risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>A Defesa Civil Estadual também reforçou o alerta por meio de um vídeo publicado nas redes sociais</p>



<p>Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</p>



<p>O <strong>Espírito Santo</strong> voltou a entrar em alerta para<strong> tempestade</strong> nesta quarta-feira (3). O <strong>Instituto Nacional de Meteorologia</strong> (Inmet) publicou um novo aviso, durante a madrugada, reforçando o alerta emitido na terça-feira (2), que continua vigente. A Defesa Civil Estadual também adverte para grandes acumulados de chuva nos próximos dias</p>



<p>De acordo com o Inmet, a previsão aponta chuva volume de chuva de até 100 milímetros por dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h, além da possibilidade de queda de granizo. O órgão alerta para risco de queda de árvores, alagamentos, cortes de energia e estragos em plantações.</p>



<p>Na terça-feira (2), o Inmet já havia emitido dois alertas de tempestade — um laranja, com risco maior de chuva intensa e ventos fortes no Sul do Estado e Grande Vitória, e outro amarelo, com perigo potencial em todo o Espírito Santo. O novo aviso publicado nesta quarta reforça a atuação da instabilidade e mantém todas as regiões em atenção.</p>



<p>Em comunicado nas redes sociais, a Defesa Civil Estadual destacou que os próximos dias serão marcados por&nbsp;<strong>instabilidade</strong>, com risco de&nbsp;<strong>chuva intensa, rajadas de vento, raios e granizo</strong>&nbsp;em algumas regiões do Estado (assista abaixo).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cidades-capixabas-em-alerta-para-tempestade"><strong>Cidades capixabas em alerta</strong>&nbsp;para tempestade</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Afonso Cláudio</li>



<li>Alegre</li>



<li>Alfredo Chaves</li>



<li>Anchieta</li>



<li>Apiacá</li>



<li>Atílio Vivacqua</li>



<li>Baixo Guandu</li>



<li>Bom Jesus do Norte</li>



<li>Brejetuba</li>



<li>Cachoeiro de Itapemirim</li>



<li>Cariacica</li>



<li>Castelo</li>



<li>Conceição do Castelo</li>



<li>Divino de São Lourenço</li>



<li>Domingos Martins</li>



<li>Dores do Rio Preto</li>



<li>Guaçuí</li>



<li>Guarapari</li>



<li>Ibatiba</li>



<li>Ibitirama</li>



<li>Iconha</li>



<li>Irupi</li>



<li>Itaguaçu</li>



<li>Itapemirim</li>



<li>Itarana</li>



<li>Iúna</li>



<li>Jerônimo Monteiro</li>



<li>Laranja da Terra</li>



<li>Marataízes</li>



<li>Marechal Floriano</li>



<li>Mimoso do Sul</li>



<li>Muniz Freire</li>



<li>Muqui</li>



<li>Piúma</li>



<li>Presidente Kennedy</li>



<li>Rio Novo do Sul</li>



<li>Santa Leopoldina</li>



<li>Santa Maria de Jetibá</li>



<li>Santa Teresa</li>



<li>São José do Calçado</li>



<li>Serra</li>



<li>Vargem Alta</li>



<li>Venda Nova do Imigrante</li>



<li>Viana</li>



<li>Vila Velha</li>



<li>Vitória</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-fazer-durante-o-temporal"><strong>O que fazer durante o temporal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não se abrigar debaixo de árvores.</li>



<li>Não estacionar veículos perto de estruturas metálicas ou placas de propaganda.</li>



<li>Desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.</li>



<li>Em caso de emergência, acionar: <strong>Defesa Civil (199)</strong> ou <strong>Corpo de Bombeiros (193)</strong>.</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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