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	<title>Negócios &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Economia cresce 0,5% em agosto após dois meses de recuo, estima FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 15:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Monitor do PIB aponta alta de 1,8% em 12 meses; indústria extrativa e a atividade de serviços foram responsáveis por impulsionara a economia</h2>



<p>Depois de dois meses de recuo, a <strong>economia brasileira</strong> voltou a crescer e apresentou expansão de 0,5% na passagem de julho para agosto. Como resultado, o desempenho chega a 1,8% no acumulado de 12 meses.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705799&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705799&amp;o=node"></p>



<p>A constatação faz parte do <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-10/Monitor%20do%20PIB-FGV%20-%20Outubro%20de%202026%20-%20Ref.%20de%20Agosto.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Monitor do PIB</strong></a>, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/fgv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Getulio Vargas (FGV)</a></strong>, divulgado nesta segunda-feira (19).</p>



<p>A pesquisa faz estimativas sobre o comportamento do <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/pib/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Produto Interno Bruto (PIB)</a></strong>, indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, reunindo dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária.</p>



<p>O Monitor do PIB é considerado um “termômetro” da economia e funciona como uma prévia do PIB oficial.</p>



<p>Veja o comportamento da economia na comparação entre meses seguidos, de acordo com o levantamento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Agosto: 0,5%</li>



<li>Julho: -0,3%</li>



<li>Junho: -0,9%</li>



<li>Maio: 0,6%</li>



<li>Abril: 0,3%</li>



<li>Março: 0,1%</li>



<li>Fevereiro: 0,5%</li>



<li>Janeiro: 0,6%</li>
</ul>



<p>O mês retrasado apresentou avanço de 1,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. No trimestre terminado em agosto, a FGV sinaliza alta de 1,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-motores">Motores</h3>



<p>A FGV destacou que a economia foi impulsionada em agosto pela indústria extrativa e a atividade de serviços.</p>



<p>O economista Claudio Considera, pesquisador associado do Ibre, aponta que, pelo lado da oferta, o resultado refletiu o crescimento da indústria extrativa e a continuidade da expansão da atividade de serviços.</p>



<p>“Pela ótica da demanda, a despeito da desaceleração do consumo das famílias, atuaram positivamente as exportações e o consumo do governo”, complementa.</p>



<p>Ele assinala ainda que em um contexto de inflação persistente, que obriga uma política monetária contracionista, ou seja, juros elevados, “a economia apresenta capacidade de recuperação”.</p>



<p>No trimestre até agosto, o consumo das famílias cresceu 0,4%, refletindo principalmente a contribuição positiva dos produtos duráveis.</p>



<p>Em valores correntes, a FGV estima o PIB acumulado até agosto em R$ 9,020 trilhões.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-projecoes-nbsp">Projeções&nbsp;</h4>



<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na sexta-feira (16), que indicou expansão de 0,3% na passagem de julho para agosto e de 1,6% em 12 meses.</p>



<p>O relatório Focus divulgado também nesta segunda-feira, sondagem do Banco Central com instituições do mercado financeiro, sinaliza que o PIB deve crescer 1,83% este ano.</p>



<p>O <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/conjuntura-economica/boletim-macrofiscal/defeso-eleitoral-2026/boletim-macrofiscal-setembro-2026.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Boletim Macrofiscal</strong></a>&nbsp;da Secretária da Política Econômica do Ministério da Fazenda, divulgado em setembro, aponta estimativa de crescimento do PIB de 2% este ano.</p>



<p>Na última semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou que o Brasil deve crescer 2,2% este ano.&nbsp;</p>



<p>O órgão, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas, estima que o país deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-resultado-oficial">Resultado oficial</h5>



<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A próxima divulgação será referente ao terceiro trimestre do ano, em 2 de dezembro.</p>



<p>A última divulgação, no início de setembro, mostrou que a economia cresceu 0,5% no segundo trimestre e 1,9% no acumulado de 12 meses.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>A empresa de 1 bilhão de dólares pode ser capixaba</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/a-empresa-de-1-bilhao-de-dolares-pode-ser-capixaba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 14:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-Projeto-2026-10-19T114912.190.jpg" alt="" class="wp-image-48736" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-Projeto-2026-10-19T114912.190.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-Projeto-2026-10-19T114912.190-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-Projeto-2026-10-19T114912.190-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-Projeto-2026-10-19T114912.190-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-Projeto-2026-10-19T114912.190-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Enter, <strong><a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/startups/">startup</a></strong> <strong>capixaba</strong> fundada em 2023, acaba de se tornar o mais novo unicórnio do Brasil com valuation de US$ 1,2 bilhão.</p>



<p>Ela não treinou um modelo de linguagem fundacional do zero. Combinou modelos de empresas como OpenAI, Anthropic e Google com bases de dados proprietárias e aplicou num problema específico: os 80,6 milhões de processos pendentes no judiciário brasileiro, quase um para cada três habitantes. A Enter não ganhou por ter a melhor IA. Ganhou por ter o melhor modelo de negócio para transformar dados em vantagem.</p>



<p>O mecanismo por trás é um ciclo virtuoso de dados. A plataforma gerencia hoje cerca de 300 mil processos por ano. Cada processo resolvido ensina o modelo a prever melhor o próximo. Quanto mais precisa a IA fica, mais clientes ela atrai. Quanto mais clientes, mais dados, e mais o modelo aprende.</p>



<p>Esse ciclo cria uma vantagem que nenhum concorrente consegue copiar simplesmente comprando a mesma ferramenta. O modelo do Nubank é diferente do modelo do iFood, que é diferente do modelo da Enter, todos calibrados com o histórico específico de cada operação. Ou seja, quem saiu na frente não pode mais ser alcançado só com dinheiro.</p>



<p>Esse é o ponto que o empresário tradicional ainda não percebeu. A corrida não é para quem vai construir o melhor modelo de linguagem ou adotar a ferramenta do momento. A corrida é para quem vai acumular o dado proprietário que nenhuma IA genérica terá acesso. E o Espírito Santo está cheio desse tipo de dado.</p>



<p>O estado movimenta mais de US$ 1 bilhão por ano em rochas ornamentais exportadas, opera o maior terminal de exportação de minério de ferro do mundo e concentra uma cadeia de petróleo e gás com forte peso na indústria capixaba e presença relevante nas cadeias globais de energia.</p>



<p>São décadas de operação, processos produtivos complexos e um histórico que, em grande parte, ainda não foi digitalizado. Porém, a empresa que começar a digitalizar esse histórico e treinar um modelo de IA sobre ele vai construir, no seu setor, exatamente o que a Enter construiu no jurídico.</p>



<p></p>



<p>A diferença é que os setores capixabas já operam em escala global: as rochas ornamentais chegam aos Estados Unidos e à China, o minério e o petróleo abastecem as cadeias internacionais. Ou seja, o ciclo virtuoso de dados, uma vez fechado aqui, não precisa parar no Brasil.</p>



<p>A empresa de 1 bilhão de dólares capixaba não nasce de quem inventou a LLM. Nasce de quem percebeu que os dados da sua operação, quando bem treinados, têm cliente em qualquer lugar do mundo.</p>



<p><em>Este texto expressa a opinião do autor e não traduz, necessariamente, o posicionamento do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Espírito Santo, bem como da organização à qual esteja vinculado profissionalmente.</em></p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Seu carro está à venda? Veja 5 formas de facilitar a negociaçãosem ficar a pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Intermediação de venda digital permite que proprietário continue usando o automóvel enquanto especialistas cuidam do anúncio, dos interessados e da negociação</p>



<p>Vender um carro pode ser quase tão trabalhoso quanto comprar um. É preciso definir o preço, tirar fotos, publicar o anúncio, responder mensagens, filtrar interessados, marcar visitas e ainda tomar cuidado com golpes. E existe outro detalhe: durante todo esse processo, muita gente não quer ficar sem o próprio veículo.</p>



<p>Para quem depende do carro no dia a dia, a intermediação de vendas online surge como uma alternativa. Nesse modelo, em vez de deixar o automóvel em uma loja ou pátio, o proprietário pode continuar utilizando o veículo enquanto uma plataforma especializada cuida da divulgação e da intermediação da venda.</p>



<p>A solução conversa com um hábito comum entre os brasileiros. Uma pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, aponta que 62% dos brasileiros utilizam o carro diariamente, enquanto 98% afirmam usar o veículo pelo menos uma vez por semana.</p>



<p>“Para quem depende do carro para trabalhar, levar os filhos à escola ou simplesmente se deslocar pela cidade, deixar o veículo parado durante semanas pode ser um problema. A proposta da consignação digital é justamente organizar a venda sem que o proprietário precise abrir mão do carro enquanto procura um comprador”, explica Alan Ladeia, CEO da Carflix.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Mas como funciona? Confira cinco pontos que podem facilitar a venda:</strong></p>



<p><em><strong>1. Você continua usando o carro enquanto ele está à venda-<br></strong></em>Uma das principais diferenças em relação à intermediação tradicional é que o veículo não precisa ficar parado em uma loja ou pátio. O proprietário continua usando o carro normalmente e o apresenta presencialmente quando existe um interessado que avançou na negociação. Para quem utiliza o automóvel todos os dias, isso significa não precisar alterar a rotina apenas porque decidiu colocá-lo à venda.</p>



<p><strong><em>2. O anúncio pode chegar a compradores de diferentes lugares- </em></strong><br>Quando o carro é anunciado apenas em uma loja física, a exposição pode ficar limitada ao público que circula por aquele estabelecimento ou região. No ambiente digital, o anúncio pode alcançar uma quantidade maior de potenciais compradores, ampliando as possibilidades de encontrar alguém interessado justamente naquele modelo, versão, ano e faixa de preço.</p>



<p><strong><em>3. Seu WhatsApp não precisa ficar exposto para todo mundo- <br></em></strong>Quem já anunciou um carro na internet provavelmente conhece a situação: mensagens de pessoas que perguntam apenas “menor preço?”, propostas muito abaixo do valor anunciado e contatos que desaparecem depois de algumas perguntas. Na intermediação online, o contato inicial pode ser concentrado na plataforma. Assim, o proprietário não precisa divulgar o próprio telefone no anúncio e conta com uma triagem dos interessados ao longo da negociação.</p>



<p><em><strong>4. O preço não precisa ser definido olhando apenas a Tabela FIPE- </strong></em><br>A tabela FIPE é uma das principais referências utilizadas pelos consumidores, mas não representa necessariamente o preço pelo qual determinado veículo será vendido.</p>



<p><strong><em>5. O proprietário não precisa negociar com dezenas de desconhecidos-<br></em></strong>Responder mensagens, tirar dúvidas, marcar visitas e identificar quem realmente tem intenção de comprar pode consumir tempo, principalmente quando o anúncio recebe muitos contatos. Na intermediação digital, essas etapas podem ser acompanhadas por especialistas, que ajudam a organizar as conversas e conduzir o interessado até as próximas fases da negociação.</p>



<p>Modelo, ano, versão, quilometragem, estado de conservação, região e procura por aquele automóvel são alguns dos fatores que podem influenciar a precificação. “Preço é um dos pontos mais sensíveis de uma venda. Colocar um valor muito acima do mercado pode afastar compradores; por outro lado, anunciar muito abaixo significa abrir mão de parte do valor do veículo. A análise de mercado ajuda a encontrar uma estratégia mais adequada para aquele carro e para o momento da venda”, afirma Alan.</p>



<p>Fonte: DFREIRE Comunicação e Negócios</p>
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		<title>Suzano compra 10% do porto Imetame</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Suzano assinou acordo para adquirir 10% da Imetame Logística Porto, em Barra do Riacho. A participação não será paga com um aporte relevante de capital: a companhia entrará no negócio com terrenos que já possui na região.</p>



<p>O movimento amplia a presença portuária da Suzano em Aracruz. A empresa já controla 51% da Portocel, terminal com capacidade para movimentar 7,5 milhões de toneladas por ano e que vem diversificando suas operações para cargas como veículos e blocos de granito.</p>



<p>No primeiro semestre de 2026, Portocel movimentou 50 mil veículos, o dobro de todo o volume registrado em 2025. Agora, com a participação na Imetame, a Suzano passa a ter exposição econômica a dois empreendimentos portuários no município.</p>



<p>O novo complexo da Imetame prevê terminais para contêineres, carga geral, granéis sólidos, granéis líquidos e operações entre navios. A primeira fase de carga geral deve começar a operar no início de 2027.</p>



<p>Fonte: @ricardofrizera</p>
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		<title>Justiça do Rio de Janeiro decreta falência da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Oi publicou fato relevante na tarde desta terça-feira (25) confirmando a falência da empresa, conforme julgamento realizado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p>



<p>No comunicado oficial, a empresa informou que a decisão colegiada da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ negou os recursos movidos por Bradesco e Itaú, que haviam pedido a continuidade do processo de recuperação judicial da empresa.</p>



<p>A Oi acrescentou que houve a nomeação de Adriano Pinto Machado, Sérgio Zveiter e Preserva Ação como administradores judiciais dessa etapa final.</p>



<p>O grupo ressaltou que manterá seus acionistas e o mercado informados a respeito do andamento do processo de recuperação judicial, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis.</p>



<p>Em novembro de 2025, a falência do grupo já havia sido decretada, porém, a decisão acabou sendo suspensa depois de bancos terem recorrido, levando a empresa ao segundo processo de recuperação judicial.</p>



<p>A primeira recuperação judicial da companhia de telecomunicações ocorreu em dezembro de 2022, mas a Oi seguiu enfrentando dificuldades financeiras. Diante de mais um risco de liquidez, a empresa voltou a recorrer ao judiciário.</p>



<p>Nesse momento, foi dado início ao segundo processo de recuperação judicial, que se encerrou na tarde desta terça-feira.</p>



<p>O TJ-Rj informou, por meio de comunicado, que foram julgados na mesma sessão os agravos de instrumentos, além dos impetrados pelo Itaú Unibanco e Bradesco, os do UM Bank e V.tal, que estavam relacionados à decisão que modificou a recuperação do Grupo Oi em falência.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Vitória vive alta no mercado imobiliário de luxo e atrai novos investidores</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/vitoria-vive-alta-no-mercado-imobiliario-de-luxo-e-atrai-novos-investidores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dezembro de 2025, o preço médio do metro quadrado residencial, em <strong>Vitória</strong>, chegou a R$ 14.108. O valor colocou a capital capixaba a frente de cidades tradicionalmente associadas a um mercado imobiliário mais caro.</p>



<p>A cidade manteve o ritmo de valorização em 2026.<strong> Em julho, o preço médio chegou a R$ 15.448 por metro quadrado.</strong></p>



<p>Em uma cidade com território limitado, poucos terrenos disponíveis e novos empreendimentos voltados, em grande parte, ao <strong>médio e alto padrão</strong>, a procura por imóveis tem pressionado os preços e mudado o perfil do mercado imobiliário da capital.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-uma-grande-oportunidade">Uma grande oportunidade</h4>



<p>Para quem acompanha essa valorização de perto, o movimento também influencia decisões de investimento. A fisioterapeuta dermatofacial Taísa Ávilla, por exemplo, decidiu comprar, com a família, um estúdio em Vitória. A escolha foi motivada pela versatilidade do imóvel e pelo potencial de locação por temporada.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Taisa-Avilla-fisioterapeuta-dermatofacial.png" alt="" class="wp-image-7993331"/><figcaption class="wp-element-caption">Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Eu achei essa oportunidade bem bacana. O estúdio é um imóvel versátil, pelo tamanho e por ser mais fácil de alugar por temporada. É uma região de fácil acesso e um bairro que está crescendo e se sustentando</em>.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>



<p>Mesmo antes da entrega do empreendimento, Taísa afirma que já percebeu a valorização do imóvel.</p>



<p><strong>“Hoje eu já tenho conhecimento de que ele valorizou bastante, mesmo ainda estando em construção. A gente procurou saber de pessoas que compraram depois e o valor já subiu bastante”</strong>, afirma.</p>



<p>Os números ajudam a explicar o entusiasmo de quem, assim como ela, investiu na capital. Segundo o Índice FipeZAP, os imóveis residenciais, em Vitória, acumularam valorização de 15,13%, em 2025.</p>



<p>O resultado ficou muito acima da média nacional, que foi de 6,52%, e também superou a inflação do período, de cerca de 4,18%.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-alto-potencial-mas-pouco-espaco-para-crescer">Alto potencial, mas pouco espaço para crescer</h4>



<p>Mas como Vitória conseguiu superar capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis no preço médio dos imóveis? Para o gestor comercial da Grand Construtora, Eduardo Gasperazzo, uma das principais explicações está na própria geografia da cidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Eduardo-Gasperazzo-gestor-comercial-da-Grand-Construtora.png" alt="" class="wp-image-7993330"/><figcaption class="wp-element-caption">Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Um dos fatores é a restrição em relação aos terrenos disponíveis. A gente mora em uma ilha. Em algum momento, essa ilha vai ter dificuldade de ter terrenos para desenvolver novos projetos</em>.&#8221; Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora</p>



<p>A lógica é direta: quando há menos áreas disponíveis para novos empreendimentos e a demanda permanece elevada, o preço tende a ser pressionado.</p>



<p>Além da escassez de terrenos, outro fator tem influenciado o mercado. Nos últimos anos, uma parcela significativa dos lançamentos na capital tem sido direcionada ao médio e alto padrão.</p>



<p><strong>“Na maioria dos lançamentos que tivemos nos últimos anos, na capital, os empreendimentos são de médio e alto padrão. Isso também pressiona o preço dos imóveis”</strong>, explica Gasperazzo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade de vida coloca Vitória no radar</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Una-Residence-2.jpg" alt="" class="wp-image-7993333"/><figcaption class="wp-element-caption">Una Residence, empreendimento da Grand Construtora, em Vitória, foi praticamente todo vendido antes mesmo do lançamento. Imagem: divulgação/Grand</figcaption></figure>



<p>Outro fator apontado pelo setor é a procura crescente por Vitória como lugar para morar e investir.</p>



<p>Gasperazzo afirma que a cidade tem atraído pessoas de outras regiões do Brasil por características como qualidade de vida, facilidade de deslocamento e concentração de serviços.</p>



<p><strong>“Vitória está sendo descoberta de forma geral pelo Brasil. As pessoas estão vindo para cá pela qualidade de vida e pela facilidade de locomoção. Existem vários fatores contribuindo para essa valorização dos imóveis.”</strong></p>



<p>Segundo ele, entre os compradores de empreendimentos de alto padrão estão empresários que buscam trocar de imóvel e melhorar a estrutura onde vivem, além de investidores atentos ao potencial de valorização.</p>



<p><strong>“Esse cliente observa os fatores que pressionam o preço e consegue enxergar esse panorama. Ele busca aproveitar essa valorização”</strong>, afirma.</p>



<p>Uma prova dessa procura é o Una Residence, no bairro bairro Bento Ferreira. O empreendimento da Grand Construtora, com vista para a baía de Vitória e localização estratégica, teve quase todos os 124 apartamentos de luxo vendidos antes mesmo do lançamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esperar-do-mercado-de-vitoria">O que esperar do mercado de Vitória?</h4>



<p>Vitória tem uma característica que diferencia seu mercado de outras cidades: o espaço para expansão horizontal é limitado. Com poucos terrenos disponíveis, novos projetos dependem cada vez mais da substituição de imóveis antigos, da requalificação de áreas já ocupadas e de empreendimentos com maior valor agregado.</p>



<p>Isso ajuda a explicar por que a capital capixaba vem mantendo uma trajetória de valorização consistente. Em cinco anos, Vitória saiu da quinta posição para a liderança entre as capitais com maior preço médio do metro quadrado.</p>



<p>Para quem já investiu, como Taísa, os números reforçam uma escolha feita olhando para longo prazo. Para quem ainda pretende entrar no mercado, o cenário exige uma análise mais cuidadosa: em uma cidade onde o espaço é limitado e os preços avançam acima da média nacional, localização, perfil do imóvel e objetivo da compra fazem cada vez mais diferença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;O imóvel é um patrimônio mais concreto. Você está vendo o imóvel, vendo que ele está valorizando. Para a gente, é um investimento mais conservador porque temos um pouco de receio de investimentos com risco maior.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Gás natural na secagem do café mostra potencial para elevar produtividade e qualidade do conilon capixaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Projeto-piloto apresentado no Vitória Coffee Summit aponta ganho potencial de 4,15% na produtividade e redução das notas de fumaça de 27% para 1%</em></p>



<p>Resultados preliminares de um projeto-piloto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) que testa o uso de gás natural na secagem do café apontam caminhos para uma nova etapa de inovação na cafeicultura capixaba.</p>



<p>Os primeiros dados foram apresentados durante o Vitória Coffee Summit 2026, que aconteceu no Cais das Artes, em Vitória, em comemoração aos 80 anos do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV). O evento contou com uma programação internacional, com representantes do Brasil, Vietnã, Estados Unidos e Colômbia para discutir os desafios e as transformações do mercado cafeeiro.</p>



<p>As informações sobre o projeto foram apresentadas em palestra que reuniu Sandro Rodrigues, secretário-executivo do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV); Aristides Tabosa, diretor de Operações de Café Verde da JDE Peet’s; Eduardo Bortolini, produtor da Fazenda Chapadão, em Linhares, onde os testes são realizados; e Fábio Lancelotti, diretor técnico e comercial da ES Gás.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projeto-piloto</h2>



<p>As ações foram desenvolvidas pela ES Gás, em parceria com o Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV), Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), JDE Peet&#8217;s e Base 27, com aprovação e acompanhamento da Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP).</p>



<p>A pesquisa teve início durante a safra de conilon deste ano, em condições reais de produção.</p>



<p>Com investimento de pouco mais de R$ 1 milhão e duração prevista de 12 meses, a pesquisa compara o desempenho de três secadores alimentados a gás natural com outros três movidos a lenha.</p>



<p>Entre maio e agosto, foram avaliadas cerca de 9.400 sacas de café, com monitoramento de temperatura, consumo de gás, tempo de secagem, grau de maturação dos grãos e análises laboratoriais e sensoriais.</p>



<p>A proposta é buscar uma alternativa ao modelo tradicional, que exige abastecimento manual e contínuo das fornalhas, além de envolver logística de transporte e armazenamento de lenha e riscos ergonômicos para os trabalhadores. O gás é levado até a propriedade por transporte terrestre em carreta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ganho potencial de produtividade</h2>



<p>Um dos principais resultados apresentados foi o potencial de aumento de produtividade.</p>



<p>Nos testes, a secagem a gás, na faixa de 120°C a 140°C, apresentou rendimento de 39,73 sacas de café seco, contra 38,15 sacas no sistema a lenha, utilizado entre 150°C e 250°C.</p>



<p>A diferença representa um ganho potencial de 4,15%. Em uma safra de 10 mil sacas, a projeção apresentada chega a 415 sacas adicionais.</p>



<p>Os ensaios também indicaram que a faixa entre 120°C e 160°C apresentou os menores níveis de consumo, com tempo de secagem entre 13 e 17 horas e média de 13,76 m³ de gás por saca.</p>



<p>O projeto estima ainda que o controle mais preciso da temperatura pode evitar perdas de até 1,6 saca por batelada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos na qualidade do café</h2>



<p>O impacto sobre a qualidade também chamou atenção.</p>



<p>Nas análises realizadas pela JDE Peet’s, a incidência de notas de fumaça caiu de 27% para 1% nas amostras secas com gás natural.</p>



<p>Segundo os resultados apresentados, 93% das amostras alcançaram perfil sensorial classificado como “Neutro” ou superior, enquanto 51% chegaram às classificações Neutro+ e Neutro++, indicando bebidas mais limpas e com maior preservação das características originais do café.</p>



<p>Para Aristides Tabosa, os dados mostram como o controle térmico pode influenciar diretamente a qualidade e abrir possibilidades de valorização comercial para o café capixaba.</p>



<p>A experiência também representa, segundo os participantes, uma mudança importante na forma de pensar a produção.</p>



<p>Eduardo Bortolini, produtor da Fazenda Chapadão, destacou que a adoção da tecnologia envolve um custo inicial maior, mas defendeu a necessidade de avançar para que a solução possa ser ampliada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximas etapas</h2>



<p>De acordo com os palestrantes, a próxima etapa prevista é levar os estudos para outros municípios do entorno de Linhares e São Mateus, além de estabelecer uma parceria com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seag) para mapear os secadores localizados mais próximos da rede da ES Gás.</p>



<p>Para o CCCV, a apresentação dos primeiros resultados representa mais um capítulo da participação da entidade em movimentos de transformação da cafeicultura.</p>



<p>Ao apresentar os dados, Sandro Rodrigues destacou que o projeto ainda está em fase preliminar, mas já oferece indicações importantes sobre os caminhos a seguir.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O CCCV sempre fez parte dos momentos que revolucionaram o mercado do café no Espírito Santo. Hoje é mais um desses momentos”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>O presidente Fabrício Tristão também ressaltou o caráter estratégico da iniciativa:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos moldando os próximos 80 anos da cafeicultura capixaba”.</p>
</blockquote>



<p>A avaliação da ES Gás é de que os resultados ajudam a demonstrar a viabilidade do gás natural como alternativa para uma etapa estratégica da produção.</p>



<p>Já para a JDE Peet’s, a redução das notas de fumaça e a preservação das características sensoriais reforçam a relação entre inovação no pós-colheita e qualidade do produto final.</p>



<p>Em conjunto, os primeiros dados apresentados no Vitória Coffee Summit 2026 mostram que a mudança no processo de secagem pode ir além da substituição de uma fonte de energia: trata-se de uma tecnologia em desenvolvimento que pode contribuir simultaneamente para produtividade, qualidade, sustentabilidade e competitividade do café produzido no Espírito Santo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vitória Coffee Summit 2026</h2>



<p>O Vitória Coffee Summit 2026, realizado no Cais das Artes, em Vitória, contou com o patrocínio master do Sicoob; patrocínio da JDE Peet&#8217;s, Via Ford, ES Gás, Login, Unicafe, Imetame Logística Porto, Grupo Tristão, Nicchio Café, Nicchio Sobrinho Café, Nicoli, Pole Coffee Exportação e Importação, TPJ, Volcafé, SafraLab, Bergi Advocacia; apoio institucional da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafe), Conselho Nacional do Café, Fecomércio-ES e BSCA Brazilian Specialty Coffee Association; realização do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o CCCV</h2>



<p>O Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV) é uma associação privada, sem fins lucrativos, fundada em 1947.</p>



<p>Reúne e representa exportadores, comerciantes, cooperativas e indústrias de café solúvel.</p>



<p>Atua como órgão consultivo do Governo do Estado do Espírito Santo em temas relacionados ao café, é reconhecido como entidade de utilidade pública pelo Município de Vitória e exerce a função de agência certificadora da Organização Internacional do Café no Estado.</p>



<p>O CCCV posiciona-se como interlocutor estratégico do agronegócio café, com atuação dedicada às áreas de qualidade, sustentabilidade, logística, regulamentação, tributação, análise de mercado e promoção de debates técnicos de alto nível.</p>



<p>Fonte: LR Comunicação</p>
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		<title>Cafeicultor capixaba leva inovação do campo ao pódio no Vale do Silício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um cafeicultor do <strong>Espírito Santo</strong> conquistou um prêmio internacional de inovação nos <strong>Estados Unidos</strong>. <strong>Anatalício dos Reis Silva</strong> ficou em terceiro lugar no Silicon Valley International Invention Festival (Sviif) 2026, realizado em Santa Clara, na Califórnia.</p>



<p>O projeto desenvolvido pelo capixaba, chamado Portable Coffee Sieve and Winnower, que pode ser traduzido como&nbsp;<strong>Peneirador de Café Portátil</strong>, recebeu a medalha de bronze na competição.</p>



<p>Anatalício foi um dos seis inventores brasileiros selecionados para a etapa final do festival. Ele não viajou aos Estados Unidos, e sua invenção foi apresentada pelo professor Marcelo Vivacqua, presidente da Associação Brasil Internacional dos Inventores, Cientistas e Empreendedores Inovadores (Abipir).</p>



<p>O resultado chega depois de uma trajetória iniciada no Sul do Espírito Santo, onde o cafeicultor desenvolveu o equipamento com o objetivo de facilitar e agilizar uma etapa do beneficiamento do café. A invenção já havia chamado atenção em competições e eventos de inovação no Brasil e agora alcança o reconhecimento internacional.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“É uma alegria enorme ver o Anatalício chegar tão longe. Acompanhei sua trajetória de perto e sei o quanto essa conquista representa sua capacidade de inovar. Também é fundamental reconhecer o trabalho do professor Marcelo Vivacqua, que acreditou no seu potencial e abriu caminhos importantes. Para mim, é muito gratificante ter feito parte dessa caminhada e ver uma ideia que nasceu aqui no Sul do Espírito Santo ser reconhecida no Vale do Silício”</strong>, destaca Luciana Nogueira, analista da Regional Sul do Sebrae/ES.</p>



<p>Para o cafeicultor, a conquista no Vale do Silício tem um significado que vai além da medalha.</p>



<p><strong>“Eu estava concorrendo com 500 inventores, 500 projetos, não é uma coisa qualquer não! É uma coisa assim de outro mundo, então sou muito grato ao Sebrae e agradeço a Deus sempre”</strong>, afirma Anatalício.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-edicao-reune-projetos-de-mais-de-30-paises">Edição reúne projetos de mais de 30 países</h3>



<p>A edição de 2026 reuniu cerca de 500 inventores e projetos de mais de 30 países. Os seis brasileiros que participaram da fase final foram premiados. O país terminou a competição com uma medalha de ouro, duas de prata e três de bronze.</p>



<p>O resultado representa mais um reconhecimento para a invenção criada no Sul do Espírito Santo. O equipamento foi desenvolvido para facilitar e tornar mais rápida uma etapa do beneficiamento do café.</p>



<p>Antes da premiação internacional, o peneirador já havia participado de competições e eventos de inovação no Brasil.</p>



<p>A participação em uma competição internacional pode ampliar as possibilidades de comercialização da tecnologia desenvolvida pelo inventor. Segundo Marcelo Vivacqua, entre os caminhos possíveis estão a negociação dos direitos de patente ou acordos com empresas interessadas em industrializar e comercializar o equipamento, com o inventor recebendo royalties ou um percentual sobre as vendas.</p>



<p><strong>“As possibilidades são realmente de ter uma empresa que já trabalha nesse ramo, uma indústria nesse segmento, de comprar os direitos de patente ou de fazer um acordo comercial no qual ela possa industrializar o equipamento e o Anatalício ter royalties, ter um percentual sobre cada unidade vendida”</strong>, explica.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-novo-desafio-em-setembro">Novo desafio em setembro</h4>



<p>A medalha de bronze nos Estados Unidos não encerra a participação de Anatalício em competições internacionais.</p>



<p>O próximo desafio está marcado para setembro, em <strong>Foz do Iguaçu</strong>, no <strong>Paraná</strong>, durante a 15ª edição do InnovaCities, evento que reúne inventores e projetos de diferentes países.</p>



<p>Desta vez, o capixaba pretende apresentar uma nova invenção. O projeto ainda é mantido em segredo pelo inventor, que afirma estar preparando uma novidade para a competição.</p>



<p>Anatalício já começa também a avaliar possibilidades para o Peneirador de Café Portátil. Segundo ele, contatos feitos durante a edição anterior de eventos internacionais podem abrir novas conversas sobre a tecnologia.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“Sobre o peneirador eu vou começar a sentar pra conversar, pois tenho uns contatos do ano anterior, pois teve gente querendo conversar sobre ele, mas não fui atrás ainda. Agora que finalizei o outro projeto e dei entrada na segurança da patente, aí posso conversar melhor”</strong>, disse.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>



<p></p>
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		<title>Café brasileiro é “insubstituível” nos EUA, após batalha contra tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[exportação de café]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Presidente de associação do setor nos EUA, Bill Murray afirma que nenhum outro país reúne volume, qualidade e eficiência para ocupar espaço do Brasil<br></em><br>Depois de atuar diretamente em Washington pela retirada das tarifas impostas ao café brasileiro, o presidente da NCA (National Coffee Association), Bill Murray, avalia que os Estados Unidos reconheceram uma realidade difícil de contornar: o mercado americano depende do Brasil e não há outra origem capaz de substituir integralmente o produto brasileiro.</p>



<p>“Não existe outro país que possa preencher essa lacuna. Considerando a eficiência dos produtores brasileiros, a qualidade do café e o volume produzido, não há nenhum outro lugar no mundo que possa substituir o café brasileiro. Não há dúvida. Não há substituto”, afirmou Murray, em entrevista à CNN, na prévia para o Vitória Coffee Summit, que começa nesta quinta-feira (20), em Vitória (ES).</p>



<p>A declaração ocorre após mais de um ano de articulação entre representantes da cadeia cafeeira brasileira e americana para retirar o produto do alcance das medidas tarifárias adotadas pelo governo de Donald Trump.</p>



<p>Em agosto de 2025, os cafés brasileiros passaram a enfrentar uma tarifa total de 50% para entrar nos Estados Unidos — resultado da tarifa de 10% aplicada anteriormente, somada a uma sobretaxa adicional de 40%.</p>



<p>A medida vigorou por quase quatro meses para a maior parte do setor. Em novembro do ano passado, o governo americano retirou a sobretaxa adicional sobre café verde, torrado e moído, enquanto o café solúvel permaneceu sujeito à taxação.</p>



<p>O impacto foi imediato sobre o comércio bilateral. Entre agosto e novembro de 2025, período de vigência do tarifaço, as exportações brasileiras de café aos Estados Unidos recuaram 54,9% na comparação com igual intervalo de 2024, de 2,917 milhões para 1,315 milhão de sacas, segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).</p>



<p>A retirada das barreiras foi precedida por uma extensa mobilização do setor privado. Cecafé, Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) e Abics (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel) trabalharam em conjunto com a NCA e importadores americanos para demonstrar ao governo dos Estados Unidos o grau de dependência da indústria local em relação ao produto importado.</p>



<p>Segundo o Cecafé, a articulação envolveu mais de 100 reuniões, ao longo de mais de um ano, com representantes dos departamentos de Comércio, Estado e Agricultura dos Estados Unidos, além do USTR (Escritório do Representante Comercial dos EUA).</p>



<p>Murray esteve entre os principais interlocutores dessa frente nos Estados Unidos. Em julho deste ano, durante audiências em Washington relacionadas às investigações da Seção 301, o executivo defendeu a manutenção das exceções previstas para o café e pediu que o café solúvel não aromatizado também fosse incluído na lista.</p>



<p>O argumento apresentado ao governo americano teve como um dos pilares o peso econômico da cadeia dentro dos próprios Estados Unidos. Segundo Murray, 2,2 milhões de empregos americanos dependem do café.</p>



<p>“Precisamos uns dos outros. O Brasil precisa dos Estados Unidos e os Estados Unidos precisam do Brasil. Não temos um mercado de café sem o café brasileiro”, reiterou.</p>



<p>Segundo ele, o Brasil respondeu no ano passado por 19% do café que chegou aos Estados Unidos, considerando o valor das importações.</p>



<p>Para o executivo, o peso do Brasil na oferta torna particularmente difícil substituir o produto nacional simplesmente redirecionando as compras americanas para países concorrentes.</p>



<p>Colômbia e Vietnã estão entre os grandes fornecedores mundiais, mas Murray ressalta que a combinação brasileira de escala, eficiência e qualidade limita a possibilidade de substituição.</p>



<p>“O Brasil certamente é muito importante economicamente. É historicamente importante e, cada vez mais, está investindo na qualidade do café e em pesquisa”, destacou.</p>



<p>Diferentemente de produtos que podem ser substituídos por produção doméstica americana ou por outros fornecedores em escala semelhante, o café do americano tem uma cadeia altamente dependente do comércio internacional.</p>



<p>Daqui para frente, Murray avalia que o comércio mundial entrou em uma nova fase, na qual tarifas e barreiras comerciais tendem a fazer parte das relações entre países.</p>



<p>Para o café, porém, o presidente da NCA defende uma exceção.</p>



<p>“O mundo já não fala mais em livre comércio para tudo. No entanto, para o café existe um argumento muito forte de que ele deveria continuar sendo comercializado livremente, como produto e como commodity, por causa da importância tanto para produtores quanto para importadores”, afirmou.</p>



<p>“Estamos em um mundo diferente, mas o café tem um lugar especial nesse mundo.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capítulo das tarifas encerrado?</h2>



<p>Murray não afirmou, nem negou se novas tarifas podem ser aplicadas pelo governo Trump sobre o café. Detalhou que a NCA não é uma entidade política, mas que manterá a defesa pela isenção do grão brasileiro, que, depois de um ano de debates, tem fôlego para continuar o fluxo de vendas aos EUA.</p>



<p>A ofensiva tarifária havia ganhado um novo capítulo em julho deste ano, quando o USTR decidiu excluir os cafés brasileiros, incluindo o solúvel não aromatizado, da tarifa de 25% que poderia ser aplicada no âmbito de uma investigação da Seção 301.</p>



<p>Dias depois, o setor também obteve a isenção diante de outra investigação, que poderia acrescentar uma tarifa de 12,5%.</p>



<p>Com isso, todos os cafés brasileiros ficaram fora das novas sobretaxas americanas.</p>



<p>A mobilização da NCA também teve como argumento o risco de as barreiras comerciais aumentarem o custo do café para o consumidor americano. Os Estados Unidos são grandes consumidores do produto, mas não possuem produção doméstica suficiente para atender à demanda.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Vitória Coffee Summit 2026 levará players internacionais e nacionais para ver de perto escoamento do café capixaba nos Porto de Vitória e Capuaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Roteiro integra a programação do evento que celebra os 80 anos do CCCV e destaca a importância da logística para a competitividade do café capixaba</em></p>



<p>O café que sai das lavouras capixabas e ganha o mundo passa por uma etapa tão estratégica quanto a produção: a logística.</p>



<p>É essa conexão que o Vitória Coffee Summit 2026, evento que acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto, em comemoração aos 80 anos do Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV), pretende evidenciar ao levar seus participantes para conhecerem o sistema portuário do Espírito Santo, em uma programação que começa com uma navegação pelo canal de acesso ao Porto de Vitória e uma visita a Log-In TVV (Porto de Capuaba) e termina com uma visita técnica às obras do Porto da Imetame HGT, em Aracruz.</p>



<p>Com uma programação internacional, foco em conteúdo estratégico, networking qualificado e geração de negócios, o Vitória Coffee Summit 2026 vai transformar Vitória em um dos principais pontos de encontro da cafeicultura mundial, reunindo conhecimento, inovação e cooperação para discutir os rumos de um setor cada vez mais decisivo para a economia global e para o desenvolvimento do Espírito Santo.</p>



<p>A escolha dos portos como ponto de partida e de encerramento não foi apenas simbólica. Para o Espírito Santo, que tem no café uma das principais redes produtivas e exportadoras, infraestrutura e eficiência logística são parte da competitividade do produto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-48163" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-1024x683.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-300x200.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-768x512.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-1536x1024.jpg 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-2048x1366.jpg 2048w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-112x75.jpg 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Log-In-Terminal-de-Vila-Velha-TVV-Credito-da-foto-Log-In-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Terminal de Vila Velha</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Exportações do café capixaba</h2>



<p>Em julho de 2026, a Bélgica liderou os destinos do café exportado pelo Espírito Santo, com mais de 199 mil sacas, todas de conilon.</p>



<p>Na sequência vieram México, com mais de 84 mil sacas; Estados Unidos, com mais de 69 mil; Espanha, com quase 56 mil; Colômbia, com mais de 48 mil; Alemanha, com 40,8 mil; Índia, com 37,7 mil; Vietnã, com 31,7 mil; Indonésia, com mais de 31 mil; e Itália, com 27,8 mil.</p>



<p>O conilon predominou entre os embarques para esses mercados, enquanto Estados Unidos e Indonésia também receberam café solúvel e arábica.</p>



<p>Juntos, os dez principais destinos responderam por 80,9% das exportações capixabas de café no mês, enquanto os outros 30 países representaram os 19,1% restantes.</p>



<p>Os principais destinos no acumulado, entre janeiro e julho de 2026, a Bélgica liderou as exportações de café do Espírito Santo, com mais de 496 mil sacas, seguida por México, com 364 mil, e Colômbia, com 336 mil, com predominância de conilon.</p>



<p>Estados Unidos, Espanha, Alemanha e Itália também aparecem entre os principais mercados, além de Argentina, Turquia e Reino Unido.</p>



<p>Os dez maiores destinos concentraram 77,13% das exportações capixabas no período, enquanto os outros 54 países responderam pelos 22,87% restantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Além de ser o maior produtor brasileiro de café conilon, o Estado possui uma vantagem logística estratégica: a proximidade entre as regiões produtoras e os portos de exportação. A expectativa é que essa condição atraia ainda mais a atenção do mercado global para o café capixaba”, afirma o presidente do CCCV, Fabrício Tristão.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="763" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-1024x763.png" alt="" class="wp-image-48164" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-1024x763.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-300x223.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-768x572.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-101x75.png 101w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In-480x357.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Terminal-Terminal-Portuario-Vila-Velha-produtividade-modernizacoes-Credito-da-foto-Log-In.png 1410w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Terminal Portuario de Vila Velha</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Sustentabilidade, rastreabilidade e mercado</h2>



<p>A discussão chega em um momento de transformação do mercado internacional. Os compradores estão mais atentos à origem do café, às práticas ambientais e sociais adotadas na produção e à capacidade de garantir qualidade e regularidade.</p>



<p>Para o vice-presidente do CCCV, Jorge Nicchio, essa mudança já alterou a forma como o produto é comercializado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mercado exigindo cafés produzidos nos três pilares do ESG, ambiental, social e governança. Produtores precisam se adequar. Boas práticas são fundamentais na comercialização do café”, destaca.</p>
</blockquote>



<p>É nesse cenário que entram os principais temas do Summit: rastreabilidade, sustentabilidade, inovação e logística.</p>



<p>Mais do que discutir tendências, a proposta é aproximar diferentes elos do setor e colocar o Espírito Santo no centro de uma conversa que ultrapassa as fronteiras da produção.</p>



<p>Responsável pela curadoria técnica do evento, Marcus Magalhães resume a proposta em três eixos: origem, mercado e futuro.</p>



<p>A ideia é conectar esses temas a questões como tecnologia, sustentabilidade, inovação, geopolítica e negócios.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O Vitória Coffee Summit vai transformar Vitória na capital do café”, afirma Marcus.</p>
</blockquote>



<p>Durante os dois dias de conferência, no Cais das Artes, esses temas serão debatidos por especialistas e lideranças do setor.</p>



<p>O encontro também será uma oportunidade de negócios e relacionamento para produtores, cooperativas, exportadores, indústria e demais empresas ligadas à cafeicultura.</p>



<p>Voltado para produtores rurais, exportadores, cooperativas, indústrias, traders, compradores internacionais, instituições financeiras, pesquisadores, torrefadores, consultores, lideranças empresariais e representantes de entidades públicas e privadas, o Summit reunirá especialistas de diferentes países em uma programação composta por palestras, painéis, workshops, experiências técnicas e espaços voltados ao networking e à geração de negócios.</p>



<p>Ao completar 80 anos, o CCCV aproveita o Summit para reforçar o papel histórico do Espírito Santo no comércio internacional de café e, ao mesmo tempo, olhar para os próximos anos.</p>



<p>A mensagem que a programação dos portos ajuda a traduzir é direta: o futuro do café não depende apenas do que acontece dentro da lavoura, mas também da capacidade de produzir com qualidade, comprovar sua origem, inovar e levar esse produto ao mundo de forma eficiente e sustentável.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-48166" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-1024x682.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-300x200.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-768x512.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-113x75.jpg 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame-480x320.jpg 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Obras-Imetame-Porto-Aracruz-Credito-da-foto-Imetame.jpg 1280w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Patrocínio e realização</h2>



<p>O Vitória Coffee Summit 2026 conta com o patrocínio master do Sicoob.</p>



<p><strong>Patrocínio:</strong> JDE Peet&#8217;s, Via Ford, ES Gás, Login, Unicafe, Imetame Logística Porto, Grupo Tristão, Nicchio Café, Nicchio Sobrinho Café, Nicoli, Pole Coffee Exportação e Importação, TPJ, Volcafé, SafraLab e Bergi Advocacia.</p>



<p><strong>Apoio institucional:</strong> Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafe), Conselho Nacional do Café, Fecomércio-ES e BSCA Brazilian Specialty Coffee Association.</p>



<p><strong>Realização:</strong> Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o CCCV</h2>



<p>O Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV) é uma associação privada, sem fins lucrativos, fundada em 1947.</p>



<p>Reúne e representa exportadores, comerciantes, cooperativas e indústrias de café solúvel.</p>



<p>Atua como órgão consultivo do Governo do Estado do Espírito Santo em temas relacionados ao café, é reconhecido como entidade de utilidade pública pelo Município de Vitória e exerce a função de agência certificadora da Organização Internacional do Café no Estado.</p>



<p>O CCCV posiciona-se como interlocutor estratégico do agronegócio café, com atuação dedicada às áreas de qualidade, sustentabilidade, logística, regulamentação, tributação, análise de mercado e promoção de debates técnicos de alto nível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p><strong>Vitória Coffee Summit 2026</strong></p>



<p><strong>Datas:</strong> 20 e 21 de agosto<br><strong>Local:</strong> Cais das Artes, Enseada do Suá, Vitória</p>



<p><strong>Inscrições:</strong><br><a href="https://www.meubilhete.com.br/vitoria-coffee-summit-2026">https://www.meubilhete.com.br/vitoria-coffee-summit-2026</a></p>



<p><strong>Mais informações:</strong><br><a href="http://www.cccv.org.br/">www.cccv.org.br</a></p>



<p><strong>Instagram:</strong><br><a href="https://www.instagram.com/cafe.cccv/">https://www.instagram.com/cafe.cccv/</a></p>



<p><strong>Telefone:</strong> 55 27 3235-2311</p>



<h1 class="wp-block-heading">Programação completa</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Quarta-feira – 19/08</h2>



<p><strong>12h – “PRA COMEÇAR BEM!”</strong><br>Visita técnica: navegação pelo canal de acesso ao Porto de Vitória – Visita ao Porto da Login</p>



<p><strong>17h – Retorno ao hotel</strong></p>



<p><strong>20h – Welcome Cocktail Palácio Anchieta</strong><br>Para as delegações internacionais</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quinta-feira – 20/08</h2>



<p><strong>09h – Café de Relacionamento</strong></p>



<p><strong>09h20 – Boas-vindas – 80 Anos do CCCV</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Marcus Magalhães – curador do evento</li>



<li>Fabrício Tristão – presidente do Centro do Comércio de Café de Vitória</li>
</ul>



<p><strong>09h40 – Panorama Econômico e o Mercado de Café: Bolsas | Contratos Futuros | Derivativos | Fundos | Café</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Rafael Furlanetti – diretor Institucional da XP Inc</li>



<li>Jorge Nicchio – vice-presidente do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>10h20 – Qual o Futuro do 2º Maior Mercado de Café do Mundo?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tina Cação – diretora de vendas da JDE Peets</li>



<li>Pavel Cardoso – presidente da ABIC</li>



<li>Bruno Giestas – Real Café Solúvel</li>
</ul>



<p><strong>11h20 – Inovação na Produção de Café: mais qualidade, mais mercado</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aristides Tabosa – diretor de Café Verde e Operações América Latina da JDE Peets</li>



<li>Eduardo Bortolini – produtor rural</li>



<li>Fabio Lancelotti – diretor técnico comercial da ES Gás</li>



<li>Sandro Rodrigues – secretário executivo do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>14h – Painel Diálogos AG: logística Global do Café</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gustavo Paixão – diretor de terminais da Log-In</li>



<li>Anderson Carvalho – diretor de operações da Imetame</li>



<li>Pedro Benevides – CEO da Vports</li>



<li>Abdo Filho – colunista de Economia e Negócios de A Gazeta</li>
</ul>



<p><strong>14h40 – Geopolítica dos Alimentos: o novo papel do Brasil no comércio global</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antônio Cabrera Filho – presidente do Grupo Cabrera e Ex-Ministro da Agricultura</li>
</ul>



<p><strong>15h20 – Coffee Network</strong></p>



<p><strong>15h40 – Mercado Global de Café Solúvel</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Barbara Velo – gerente de Coffee Expertise e Sustentabilidade da Nestlé</li>



<li>Aguinaldo Lima – diretor executivo da ABICS</li>



<li>Eliana Relvas – consultora da ABICS</li>
</ul>



<p><strong>16h30 – Cafés Especiais: como a qualidade se transforma em valor</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Henrique Sloper – Jacu Bird Coffee</li>



<li>Fabrício Andrade – SanCoffee Brazil</li>



<li>Lucas Venturim – Fazenda Venturim</li>



<li>Claudia Nicchio – diretora do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>18h – “UM BRINDE AO PRIMEIRO DIA!”</strong></p>



<p>Networking, coquetel e música ao vivo em um dos cenários mais bonitos de Vitória: o Cais das Artes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Saulo Simonassi convida Dona Fran</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Sexta-feira – 21/08</h2>



<p><strong>06h30 – Atividades de Integração</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Remada pela Baía de Vitória</li>
</ul>



<p><strong>09h – Café de Relacionamento</strong></p>



<p><strong>09h20 – Os gigantes do café: Brasil, Vietnã e Colômbia em um encontro histórico</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Thai Nhu Hiep – vice-presidente da VICOFA</li>



<li>Marcio Ferreira – CECAFÉ</li>



<li>Francisco Gómez – Colcafe e ASOEXPORT</li>



<li>Fabrício Tristão – presidente do CCCV</li>
</ul>



<p><strong>10h20 – Revolução digital, IA e o futuro do agro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Silvio Passos – AgroVen</li>



<li>Gabriel Bortolini – Unicafé</li>
</ul>



<p><strong>11h – Mercado Global de Café</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manish Dhawan – CEO de Café da OFI</li>
</ul>



<p><strong>11h40 – Regulação internacional e agilidade no comércio</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Daniela Caldellas – chefe da Unidade Regional de Vitória da ANTAQ</li>



<li>Ronaldo Feltrin – Receita Federal</li>



<li>Bruno Barcellos – Sócio Bergi Advocacia</li>
</ul>



<p><strong>12h20 – Café e Geopolítica Global: o novo equilíbrio do comércio mundial</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bill Murray – NCA – USA</li>



<li>Fabrício Tristão – presidente do CCCV</li>



<li>Marcos Matos – CEO do Café</li>



<li>Paula Varejão – especialista em Cafés Especiais</li>
</ul>



<p><strong>13h40 – Encerramento</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Sábado – 22/08</h2>



<p><strong>7h – Visita Técnica: o novo porto e o futuro da logística no ES</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obras do Porto da Imetame do HGT</li>
</ul>



<p><strong>11h30 – Encerramento e retorno ao hotel</strong></p>



<p>Fonte: LR Comunicação</p>
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