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	<title>Noticias &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Câncer colorretal está mais comum em jovens e adolescentes, mesmo sem histórico familiar; veja sinais de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Dados apresentados durante a Conferência Nacional da Academia Americana de Pediatria de 2026, no início de outubro, mostraram que apenas 20% dos diagnósticos tinham casos da doença na família. Maioria dos pacientes apresentou formas agressivas desse tipo de câncer.</p>



<p>Os casos de<strong> câncer colorretal estão mais comuns entre adolescentes e jovens estão</strong>, mesmo em pacientes sem histórico familiar conhecido da doença.</p>



<p>Isso é o que apontam dados apresentados durante a Conferência Nacional da Academia Americana de Pediatria de 2026, no início de outubro.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />A pesquisa analisou prontuários médicos de 84 pacientes com 21 anos ou menos que foram diagnosticados com câncer colorretal entre 2012 e 2023.</p>



<p>Os resultados mostraram que apenas 20% dos casos diagnosticados tinham histórico familiar de primeiro ou segundo grau de câncer colorretal, mas a <strong>maioria dos pacientes apresentou formas agressivas</strong> da doença, nos estágios III ou IV – que indicam um câncer localmente avançado ou com metástase.</p>



<p>Segundo Erica Arnold, médica, pesquisadora em oncologia cirúrgica pediátrica no Nationwide Children’s Hospital e coautora do estudo, <strong>mais da metade dos pacientes tinha menos de 18 anos no momento do diagnóstico</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Com o aumento das taxas de câncer colorretal, inclusive entre adolescentes e adultos jovens sem histórico familiar, esse diagnóstico deve ser considerado em pacientes que apresentam sintomas característicos da doença&#8221;, analisa Arnold, em entrevista ao g1.</p>
</blockquote>



<p>Os pesquisadores destacam que o levantamento é mais uma evidência que reforça a preocupação dos especialistas com o aumento das taxas desse tipo de câncer em pessoas jovens.</p>



<p>Além disso, eles analisaram que os atrasos no diagnóstico, somados ao comportamento agressivo dos tumores, podem levar a desfechos negativos com relação à doença.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>Mais de um terço</strong> dos pacientes estudados desenvolveram <strong>recidiva da doença</strong> e<strong> quase metade morreu</strong> em decorrência do diagnóstico.</p>



<p>O estudo também serve de alerta para que pacientes e médicos passem a considerar determinados sintomas como possíveis evidências de um quadro de câncer colorretal.</p>



<p>De acordo com Arnold, os sinais mais comuns da doença em jovens, observados na pesquisa, foram:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor nas costas e dor abdominal</li>



<li>Alteração nos hábitos intestinais</li>



<li>Perda de peso</li>



<li>Sangramento retal</li>
</ul>



<p>Ainda que todos esses sintomas sejam associados ao câncer colorretal em adultos, muitas vezes eles não são relacionados à doença em adolescentes e jovens por ainda ser um quadro relativamente raro nessa faixa etária.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Isso pode ter contribuído para o tempo médio de 3 meses entre o início dos sintomas e o diagnóstico&#8221;, analisa a pesquisadora.</p>
</blockquote>



<p>Com o crescimento dos casos, Arnold ressalta que a combinação desses sinais deve servir de alerta e pode indicar a necessidade de exames preventivos, como a colonoscopia, para a identificação da doença o mais cedo possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico tardio e a gravidade dos casos</h2>



<p>Por se tratarem de sintomas comuns e que não necessariamente são associados a um quadro de câncer em adolescentes e jovens, a tendência é que haja uma demora mais significativa no diagnóstico, o que pode agravar o caso.</p>



<p>Erica Arnold comenta que os pesquisadores não são capazes de afirmar com certeza se atrasos no diagnóstico ou a biologia do tumor foram a causa das recidivas da doença ou das mortes observadas.</p>



<p>&#8220;No entanto, o estágio avançado da doença, combinado com as altas taxas de características histológicas agressivas observadas estiveram infelizmente associado a resultados ruins&#8221;, analisa.</p>



<p>Considerando esse cenário, o grupo avalia que, cada vez mais, a possibilidade de câncer colorretal deve ser levada em consideração em faixas etárias mais novas, especialmente pela ausência de relação dos casos com o histórico familiar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Em pacientes com esses sintomas, principalmente naqueles que apresentam uma combinação deles, uma investigação completa e rápida por parte da equipe de saúde para descartar o câncer colorretal, assim como diagnósticos alternativos, é fundamental&#8221;, defende.</p>
</blockquote>



<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Unicef alerta sobre El Niño para educação, alimentação e saúde de crianças no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 11:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudo inédito do Unicef aponta riscos climáticos do El Niño à infância e defende preparação antecipada dos serviços essenciais no Brasil.</p>



<p>Mais de 30 milhões de meninas e meninos podem ser expostos a dois ou mais riscos climáticos no Brasil com o avanço do El Niño, apontado como um dos mais fortes desde 1950, afirma análise inédita do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgada nesta quinta-feira (8).</p>



<p>Preparado pelo Centro de Excelência sobre Crianças e Resiliência Climática do Unicef, sediado em Bangcoc, na Tailândia, o documento detalha como secas, calor extremo, incêndios florestais, chuvas intensas e inundações podem afetar saúde, nutrição, acesso à água, educação e proteção das crianças.</p>



<p>O estudo enfatiza que, diferentemente de desastres repentinos, a trajetória do El Niño pode ser prevista com meses de antecedência. Por isso, esperar os serviços colapsarem para agir significa chegar tarde e gastar mais dinheiro para remediar.<br><br>Dessa forma, o órgão defende que os governos aproveitem os próximos meses para preparar serviços essenciais antes que os riscos se agravem a ponto de não poderem ser contidos.</p>



<p>As ações a serem tomadas a curto prazo apontadas pelo documento são: fortalecer sistemas de alerta precoce; preparar profissionais e unidades de saúde; revisar planos de emergência das escolas; monitorar e proteger fontes de água; pré-posicionar medicamentos e insumos; identificar famílias e comunidades mais vulneráveis; e organizar mecanismos de proteção social e apoio financeiro antes de uma emergência.</p>



<p>No caso específico do Brasil, o estudo aponta como ferramenta central a aplicação do Protocolo Nacional para a Proteção Integral a Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres, idealizado pelo governo Lula (PT) em 2025, com o apoio do Unicef, articulando Defesa Civil, saúde, assistência social, educação e direitos humanos em uma rede contínua de proteção climática.</p>



<p>Como exemplo do que pode acontecer pela falta de planejamento, o órgão cita as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul em 2024, também sob influência do El Niño. A tragédia afetou 741 mil estudantes, diz o documento. Na mesma época, a seca histórica na amazônia atingiu outros 436 mil, somando 1,17 milhão de alunos com aulas paralisadas.</p>



<p>Esses números, afirma o Unicef, não significam que os eventos de 2024 vão se repetir neste ciclo de El Niño nem permitem prever exatamente onde ocorrerão os maiores impactos. Eles mostram, porém, o que pode acontecer quando seca, calor, fumaça ou chuvas extremas atingem serviços dos quais meninas e meninos dependem.</p>



<p><strong>&#8220;O dado meteorológico nos mostra onde pode chover mais ou menos e onde o calor ou a seca podem se intensificar. O papel do Unicef é olhar para o que acontece quando esse extremo chega à vida de uma criança&#8221;</strong>, afirma Danilo Moura, especialista em clima e meio ambiente do Unicef no Brasil.</p>



<p><strong>&#8220;Uma seca pode significar falta de água segura, fumaça, dificuldade para chegar à escola ou ao posto de saúde. Uma enchente pode significar escola fechada, vacinação interrompida ou perda da renda da família. E muitos desses impactos podem ser reduzidos se a preparação acontecer antes da emergência&#8221;</strong>, afirma.</p>



<p>Para facilitar o trabalho de prevenção dos governos, a análise listou os riscos às crianças em diferentes áreas: saúde, alimentação e nutrição, água e saneamento, educação, e proteção e renda.</p>



<p><strong>&#8220;Esperar a escola fechar, o posto de saúde ficar isolado ou uma comunidade perder acesso à água para começar a agir é chegar tarde. Nós já sabemos que há um El Niño forte em curso e conhecemos os tipos de impacto que podem atingir diferentes regiões. Preparar os serviços agora custa menos, permite responder mais rapidamente e, principalmente, evita que a emergência climática se transforme em uma emergência para as crianças&#8221;</strong>, afirma Danilo.</p>



<p>O Unicef diz ainda que, como parte do esforço para ampliar a informação e a conscientização sobre os impactos do El Niño na infância, tem mobilizado influenciadores, comunicadores e jovens para levar o tema às redes sociais.</p>



<p>Entre eles estão a assistente social e comunicadora Giovanna Marinho, conhecida como Pitel, e jovens do programa de voluntariado online #tmjUnicef, que vêm produzindo conteúdos para aproximar o debate sobre clima, preparação e proteção de crianças e adolescentes de diferentes públicos.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>CADEIA DE IMPACTOS LOCAIS, SEGUNDO O UNICEF</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Saúde: Aumento dos riscos de desidratação e proliferação do mosquito Aedes aegypti (dengue) pelas variações de calor e umidade. Entre as ações de preparação estão o fortalecimento da vigilância epidemiológica, com atenção específica às doenças que afetam crianças; a garantia da continuidade de serviços como a vacinação e da atuação das equipes de saúde da família</li>



<li>Alimentação e nutrição: Perdas agrícolas, redução da renda e aumento do preço dos alimentos podem ampliar a insegurança alimentar e a má nutrição. Por isso, a preparação inclui fortalecer o monitoramento e a vigilância nutricional, ampliar a detecção precoce e garantir que os serviços de saúde tenham capacidade para identificar e tratar crianças com desnutrição. Além disso, é preciso fornecer insumos nutricionais preventivos para municípios que possam ficar isolados</li>



<li>Água e saneamento: Secas podem reduzir a disponibilidade de água segura, enquanto inundações podem contaminar fontes e danificar sistemas de saneamento. Por isso, há a necessidade de adotar estratégias comunitárias de armazenamento de água (como as usadas na bacia amazônica em 2023-2024)</li>



<li>Educação: Falta de água, perda da navegabilidade, calor extremo, fumaça, inundações ou danos à infraestrutura podem interromper aulas, alimentação escolar e outros serviços. Redes de ensino podem revisar planos de gestão de riscos e preparar alternativas para garantir a continuidade da aprendizagem, como por exemplo em casa.</li>



<li>Proteção e renda: Perdas de moradia, trabalho ou produção reduzem a capacidade das famílias de garantir necessidades básicas. Deve ser feita atualização prévia dos cadastros sociais municipais para famílias vulneráveis em áreas de risco antes que as perdas aconteçam, para que elas possam ser atendidas pelos sistemas de proteção social.</li>
</ul>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<title>ES tem recorde de mulheres eleitas para a Assembleia Legislativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 12:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Na Casa de Leis, presença feminina passa de quatro para seis cadeiras. Metade das eleitas chega pela 1ª vez ao Legislativo estadual</p>



<p class="has-small-font-size">A presença feminina ganha força inédita na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. Pela primeira vez, seis mulheres vão ocupar cadeiras na mesma legislatura.</p>



<p>Das eleitas, três já são veteranas e garantiram a permanência no próximo mandato. Entre elas está Camila Valadão (Psol), que foi a candidata a deputada estadual mais votada do Estado. Ela recebeu 61.501 votos.</p>



<p>A segunda com maior votação entre as mulheres foi Karla Coser (PT), vereadora de Vitória, que conquistou 51.306 votos e ficou em quarto lugar entre todos os candidatos. Também estreante na Assembleia, sua correligionária Açucena, vereadora de Cariacica, recebeu 35.988 votos.</p>



<p>A experiência será mantida ainda com Janete de Sá (PSB), reeleita com 32.033 votos, e Raquel Lessa (PP), que garantiu novo mandato com 29.583 votos.</p>



<p>Completando o time, Jeesala Coutinho (MDB) chega pela primeira vez à Assembleia, após receber 26.734 votos. Ela é filha do prefeito de Aracruz, Dr. Coutinho.</p>



<p>Advogada, a deputada eleita afirma que chega à Assembleia Legislativa com o desafio de representar uma região que passa por grandes transformações econômicas, impulsionadas pela expansão portuária, industrial, logística, turística e do agronegócio.</p>



<p>Jeesala destacou que o aumento no número de mulheres eleitas para a Assembleia representa um avanço, embora ainda distante da participação feminina proporcional.</p>



<p><strong>“Quando olhamos o percentual, o aumento parece grande, mas ainda é pequeno diante da quantidade de deputados que temos. Nós somos maioria da população e ainda somos minoria nos espaços de poder. É importante que as mulheres estejam em locais de decisão das políticas públicas”</strong>, afirmou.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<title>Mercado acelera: elétricos e híbridos dobram participação nas vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 11:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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<p class="has-medium-font-size">Comercialização de eletrificados ganha ritmo, surpreende montadoras e chega a 19,8% no país</p>



<p>Um milhão de veículos híbridos e elétricos já circulam no Brasil. A marca foi alcançada em setembro, mas o dado mais relevante é a velocidade dessa transformação. Em um ano, a participação dos eletrificados nas vendas mais do que dobrou, de 9,2% para 19,8%. O avanço surpreendeu a própria indústria instalada no país, que perdeu terreno para os chineses.</p>



<p>Executivos do setor admitem ter errado nos cálculos: o volume atual era esperado apenas entre 2029 e 2030. Agora, as marcas chinesas partem para uma nova etapa, com produção no Brasil.</p>



<p>Às vésperas da eleição presidencial, a principal discussão no setor não é mais se os chineses vieram para ficar, mas quais serão as regras do jogo. O mercado aguarda sinais sobre a disposição do próximo governo de manter incentivos para a importação de veículos semimontados ou adotar políticas que privilegiem conteúdo local.</p>



<p>O volume da frota eletrificada ainda é pequeno quando comparado à frota nacional de veículos leves, que passa de 44 milhões. Mas, nas vendas, já representa um quinto. Além disso, a velocidade do crescimento chama a atenção.</p>



<p>Levou 13 anos e sete meses para que os primeiros 500 mil carros híbridos e elétricos fossem vendidos no país. O segundo meio milhão veio em apenas 14 meses, entre agosto de 2025 e setembro de 2026. O brasileiro levou algum tempo para sentir segurança para trocar o carro a combustão por um híbrido ou abastecido numa tomada. Mas, quando tomou gosto pela novidade não voltou mais atrás. Foi atraído pelo pacote que soma tecnologia, energia alternativa a custo mais baixo e carros com design avançado a preços do convencional a combustão. Só chineses conseguiram fazer isso.</p>



<p>“Em alguns lugares o cara que compra um carro a combustão deveria receber um prêmio”, disse o presidente da Stellantis na América do Sul, Herlander Zola, na terça-feira (6), logo depois que o marco de um milhão foi divulgado pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O executivo refere-se a locais como Pernambuco e Distrito Federal, que oferecem isenção de IPVA por mais tempo para quem tem um eletrificado.</p>



<p>A Stellantis, maior montadora do país, não tem ainda carros que podem ser carregados em tomadas, o segmento que mais cresce entre os eletrificados. Os 100% elétricos e os chamados híbridos “plug-in” somaram 80% das vendas em setembro. “Isso demonstra que as pessoas já estão familiarizadas com os carros nas tomadas. Conheceram, gostaram e estão apostando cada vez mais na eletrificação”, afirma Ricardo Barros, presidente da ABVE.</p>



<p>Segundo a ABVE, se os híbridos leves entrassem na conta a participação dos eletrificados no mercado alcançaria 23% em setembro. Mas a entidade não considera esse tipo de veículo eletrificado por não contar com tração elétrica.</p>



<p>Bastos também se surpreendeu com a velocidade da eletrificação no Brasil. Ele diz que as previsões iniciais indicavam chegar aos números de hoje em 2030. Zola esperava que isso acontecesse em 2029.</p>



<p>“O que mais preocupa não é a velocidade do crescimento, mas o mix”, diz Zola. As montadoras previam que a eletrificação no país começaria por híbridos leves (veículo no qual o motor elétrico só ajuda o motor a combustão para garantir mais economia) e anos depois passaria para os que podem ser abastecidos em tomadas. Ao oferecer preços competitivos, os chineses aceleraram o processo.</p>



<p>O aumento dos preços do petróleo contribuiu ainda mais. “Se o sujeito pode ter um carro que carrega na tomada pelo mesmo preço de um a combustão, qual ele vai escolher?”, diz Zola. “A indústria ocidental errou na leitura.”</p>



<p>Praticamente donas da tecnlogia da eletrificação e confiantes, as marcas chinesas começaram a partir para a produção local. No ano passado, BYD e GWM inauguraram fábricas próprias. Em setembro deste ano, começaram as parcerias com montadoras já instaladas. A Geely começou a produzir carros elétricos na mesma linha onde são fabricados modelos a combustão da Renault, em São José dos Pinhais (PR). Até o fim deste ano, a GAC iniciará a produção na unidade onde o grupo brasileiro HPE fabrica carros da Mitsubishi, em Catalão (GO).</p>



<p>A Stellantis ainda vai anunciar quando começará a produzir modelos da parceira Leapmotor e Zola diz que fará parcerias com “mais uma, duas ou até mais 10 chinesas para garantir nível de competição na região”. Uma delas pode ser com a Dongfeng. A General Motors também iniciou a produção de elétricos de sua parceira na China, a SAIC, numa fábrica multimarcas no Ceará.</p>



<p>A instalação industrial dos chineses levantou uma discussão que se tornou polêmica em julho, quando o governo brasileiro estendeu, até o fim do ano, a entrada de carros semimontados com isenção de Imposto de Importação. A BYD, líder do mercado de elétricos e quarta colocada no ranking geral do mercado, foi a mais beneficiada pela medida por já ter uma fábrica pronta e usar esse método.</p>



<p>Agora, às vésperas da eleição, o debate ganha maior proporção. “Seja de esquerda, seja de direita, o importante é identificar as conversas que teremos com o governo. Caso aumente a produção do que vem da China em SKD (veículo semimontado), teremos um leque de opções. Nós também podemos produzir em SKD com 10% dos 35 mil funcionários que temos na América do Sul”, diz Zola.</p>



<p>Outras chinesas anunciaram planos para produzir no país. “Por que estamos tão confiantes? É por causa do nosso volume de vendas. Com fábrica própria, poderíamos nos beneficiar de diversas políticas governamentais ou municipais, como reduções de impostos. Isso nos permitiria reduzir custos, oferecer mais vantagens aos nossos clientes e ainda apoiar a economia da região”, afirma Peng Hu, CEO da Chery no Brasil.</p>



<p>Segundo Bastos, da ABVE, em 2027, a entidade quer conversar com os ministérios para avançar na infraestrutura pública de recarga, aproveitando a oferta de energia. Além disso, diz, independentemente do governo eleito, ele defende a criação de meios para atrair para o país fabricantes de componentes tecnológicos, hoje concentrados na China. Para isso, segundo o dirigente, a eletrificação precisa estar melhor inserida nos programas do governo voltados para o setor, como o Mover.</p>



<p>Fonte: Valor Globo</p>
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		<title>Do dia a dia à herança: veja onde a Reforma Tributária pode pesar no seu bolso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 11:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Para saber o efeito real, é preciso olhar a renda recebida, o produto comprado ou o patrimônio envolvido, e a regra aplicável em cada caso</p>



<p>A <strong>Reforma Tributária</strong> está mudando regras que afetam três partes do seu bolso: <strong>a renda, o patrimônio e o consumo</strong>. Na renda, há alterações no Imposto de Renda das pessoas físicas e das empresas. No <strong>patrimônio</strong>, entram na conversa o ITCMD, cobrado sobre <strong>heranças</strong> e doações, o ITBI, pago na compra de imóveis, o IPTU e o IPVA. Já no consumo, PIS, Cofins, ICMS e ISS serão substituídos gradualmente pela CBS e pelo IBS.</p>



<p>O IPI terá alíquota zerada para quase todos os produtos, mas permanecerá em situações ligadas à Zona Franca de Manaus.</p>



<p>No <strong>supermercado</strong>, a mudança depende do produto. Os alimentos incluídos na cesta básica nacional terão alíquota zero de CBS e IBS. Alguns já contam hoje com desoneração de PIS/Cofins e ICMS, mas isso não significa que toda a cesta esteja livre dos tributos atuais.</p>



<p>Para famílias de baixa renda que atendam aos requisitos legais, haverá também o cashback: a devolução de parte dos impostos pagos nas compras. Ainda assim, não é possível prometer que todos os preços cairão, pois eles também dependem dos custos de produção, transporte e venda.</p>



<p>Na renda, as novas regras do Imposto de Renda podem mudar o valor pago por pessoas físicas, conforme seus rendimentos.</p>



<p>Para as empresas, alterações nas regras e nos benefícios fiscais podem afetar resultados, investimentos e a distribuição de lucros. O impacto varia de uma família ou negócio para outro.</p>



<p>No patrimônio, o IPVA poderá alcançar determinados veículos aquáticos e aéreos, respeitadas as exceções constitucionais.</p>



<p>No IPTU, a reforma permitiu que a prefeitura atualize a base de cálculo conforme critérios estabelecidos em lei municipal.</p>



<p>O ITBI continua existindo na compra de imóveis.</p>



<p>Quem recebe aluguéis também deve prestar atenção. A pessoa física pode passar a pagar CBS e IBS sobre a locação quando, no ano anterior, tiver recebido mais de R$ 240 mil em aluguéis de mais de três imóveis distintos — ou seja, pelo menos quatro. Os dois critérios devem ocorrer juntos, e o limite em reais é atualizado pela inflação.</p>



<p>A lei prevê ainda uma hipótese de enquadramento durante o próprio ano, quando a receita ultrapassa o limite em 20%, observada a quantidade de imóveis. Portanto, ter quatro imóveis alugados, por si só, não significa pagar os novos tributos.</p>



<p>Na herança, a mudança central está no ITCMD. A Constituição passou a exigir alíquotas progressivas conforme o valor recebido por cada herdeiro ou donatário.</p>



<p>Transmissões de maior valor poderão ter tributação maior, conforme a legislação de cada estado. Isso não significa aumento imediato para todas as heranças nem uma alíquota única no país.</p>



<p>Da compra do mês ao planejamento de uma herança, cada mudança chega ao bolso de um jeito. Para saber o efeito real, é preciso olhar a renda recebida, o produto comprado ou o patrimônio envolvido, e a regra aplicável em cada caso.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Setor de rochas busca novos mercados na Bélgica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 12:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p class="has-medium-font-size">Setor brasileiro amplia exportações na Europa com foco em produtos de maior valor agregado</p>



<p>Na próxima semana, o setor de rochas naturais brasileiro tem uma agenda na Bélgica para identificar novos mercados europeus com potencial para exportação das pedras.&nbsp;</p>



<p>A agenda em Bruxelas faz parte do movimento de internacionalização do setor – que conta com 1,9 milhão para a ampliando de ações de promoção comercial e inteligência de mercado na Europa, Ásia e Oriente Médio.</p>



<p>Conforme o Comex Stat, o Brasil ocupa posição de destaque no mercado internacional de rochas naturais como o quarto maior produtor mundial e o quinto maior exportador – liderado pelo Espírito Santo, responsável por quase 80% do que é exportado.</p>



<p>O setor busca diversificar mercados, visto que os Estados Unidos é o maior comprador das rochas do Brasil – que ainda lida com as tarifas impostas pelo país norte-americano na exportação de granito, mármore e ardósia. Outra frente do setor é a ampliação do ticket-médio das exportações com produtos de maior valor agregado como o quartzito – rocha mais resistente.</p>



<p>“A diversificação de mercados é uma estratégia permanente para ampliar a competitividade e a presença internacional do setor. A Europa tem um papel importante nesse movimento e reúne países com perfis, demandas e oportunidades distintos”, afirma Fabio Cruz, vice-presidente da Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas).</p>



<p>Ele complementa: “Precisamos entender essas particularidades, identificar onde as rochas brasileiras têm maior potencial e definir prioridades. É esse conhecimento que nos permite transformar inteligência de mercado em ações concretas, capazes de gerar demanda e novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras”.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Sobre o evento</strong></h4>



<p>O evento Conexões Produtivas Bruxelas acontece entre da próxima segunda-feira (12) até o dia 16. De acordo com a Centrorochas será traçado um diagnóstico prévio dos setores envolvidos para identificar oportunidades e entraves.&nbsp;</p>



<p>A proposta é aprofundar as particularidades de cada país, segundo a Centrorochas, e a partir dessa inteligência, definir prioridades e ações capazes de ampliar a demanda e gerar novas oportunidades de negócios para as empresas do setor.</p>



<p>A iniciativa de internacionalização é da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), por meio do It’s Natural – Brazilian Natural Stone, projeto desenvolvido pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas).&nbsp;</p>



<p>Fonte: ES Brasil</p>
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		<title>FICC 2026 debate caminhos para o crescimento do agro capixaba</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/como-o-agro-capixaba-pode-crescer-mais-imetame-e-nova-es-vao-a-ficc-2026-responder-a-esta-pergunta-diante-de-empresarios-produtores-e-investidores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 12:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><em>Feira Internacional do Café Conilon, de 8 a 10 de outubro, em São Mateus, amplia programação com debates sobre infraestrutura portuária, atração de investimentos e competitividade das cadeias produtivas</em></p>



<p>Empresários, produtores, investidores e políticos estarão reunidos em São Mateus, de 8 a 10 de outubro, para a segunda edição da Feira Internacional do Café Conilon (FICC) 2026, que reúne representantes de diferentes setores do agronegócio capixaba, sobretudo das cadeias do café Conilon e da pimenta-do-reino. Neste ano, a programação amplia o debate sobre os caminhos para o crescimento da produção no Estado ao colocar no centro da agenda dois temas que impactam diretamente os negócios: logística e atração de investimentos, com a participação da Imetame Logística Porto e da NOVA ES – Agência de Atração de Investimentos do Espírito Santo.</p>



<p>Para a produção do Norte e do Noroeste capixaba, onde essas duas culturas têm forte presença, discutir infraestrutura e novos investimentos significa olhar também para as condições que permitem ampliar negócios, acessar mercados e aumentar a competitividade das cadeias produtivas.&nbsp;</p>



<p>A presença da Imetame Logística Porto coloca em debate o futuro da infraestrutura portuária do Espírito Santo e o papel do Estado como plataforma logística. Localizado em Aracruz, o empreendimento integra a estratégia de expansão da estrutura portuária capixaba e tem conexão direta com setores que dependem de eficiência no transporte e de acesso a mercados, como o café. O Governo do Espírito Santo inclui o complexo entre os investimentos estratégicos para ampliar a competitividade logística capixaba.</p>



<p>Na outra ponta, a NOVA ES, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes), leva à FICC a discussão sobre como transformar a força das cadeias produtivas em novos negócios. A agência atua na atração de empresas e investidores e, segundo o Relatório Anual 2025, registrou R$ 4,83 bilhões em investimentos previstos e potencial estimado de 10.951 empregos em seu primeiro ciclo de atuação.</p>



<p>Na programação da FICC, a Imetame apresenta o painel “Hub Portuário e o futuro da logística do ES”, enquanto a NOVA ES aborda “NOVA ES e o Agro Capixaba: caminhos para investir, expandir e competir”. As duas participações ampliam a discussão sobre o agro para além da produção e colocam em pauta fatores que sustentam a expansão de uma cadeia, como infraestrutura, capital, tecnologia, mercado e capacidade de competir.</p>



<p>Para o curador da FICC, Marcus Magalhães, trazer essas duas frentes para a programação aproxima o setor produtivo de temas que impactam diretamente seus negócios.</p>



<p>“A FICC também é um espaço para discutir o que acontece depois da porteira. Logística, investimentos e infraestrutura fazem parte da competitividade do agro e precisam estar cada vez mais próximos de quem produz”, afirma.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>FICC 2026 aproxima produção e mercado</strong></p>



<p>Realizada em São Mateus, a FICC reúne a cadeia do café e outros segmentos estratégicos do agronegócio capixaba em uma programação voltada a negócios, conhecimento e novas oportunidades.</p>



<p>Em sua segunda edição, a feira reúne produtores, empresas, cooperativas, pesquisadores e outros atores da cadeia do Conilon para discutir tecnologia, produtividade, mercado, logística e oportunidades para o agro.</p>



<p>A Feira Internacional do Café Conilon (FICC) é uma realização da Adetur; parceria da Prefeitura Municipal de São Mateus; apoio do Sebrae e Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; apoio institucional da Fecomércio-ES, Sistema OCB/ES, Somos Coop, Faes, Senar, Sindicatos, Centro do Comércio do Café de Vitória (CCCV), Conselho Nacional do Café, Abics, Abic e Cecafé; organização Érika Okuma; curadoria de Marcus Magalhães; montadora oficial Studio Brasil; apoio técnico Cooptures.</p>



<p><em>Serviço</em></p>



<p><strong>Feira Internacional do Café Conilon – FICC</strong></p>



<p>De 08 a 10 de outubro de 2026</p>



<p>Local: Área anexa ao Sesc – São Mateus – <a href="https://www.google.com/maps/search/Rua+Cel.+C.+Cunha,%0D%0A17.38+%E2%80%93+Centro+%E2%80%93+S%C3%A3o+Mateus+(ES?entry=gmail&amp;source=g">Rua Cel. C. Cunha, 17.38 – Centro – São Mateus (ES</a>)</p>



<p>Na programação: painéis técnicos, rodadas de negócios, experiências de café, dia de campo, curadoria especial, música e gastronomia</p>



<p>Informações e programação completa: <a href="https://ficconilon.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://ficconilon.com.br/</a></p>



<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ficconilon/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.instagram.com/ficconilon/</a></p>



<p>Entrada gratuita</p>



<p><strong>Programação</strong></p>



<p><strong>Quinta-feira (08/10)</strong></p>



<p>10h – Abertura oficial da FICC 2026</p>



<p>11h – Painel “Três Caminhos, Um Propósito: Como o Cooperativismo Capixaba Gera Valor para Produtores, Comunidades e Mercados”, apresentado por representantes da Cafesul, Cooabriel e Nater Coop; mediado pelo Sistema OCB/ES</p>



<p>14h – 15h – Clima como fator de decisão nos negócios – apresentado por Marco Antônio dos Santos, Rural Clima</p>



<p>15h30 – 16h20 – Painel Centro do Comércio do Café de Vitória (CCCV) e ES Gás</p>



<p>17h – Painel Diálogos.AG com José Luiz Niemeyer dos Santos Filho, cientista político, referência no Brasil em relações internacionais e segurança, comentarista de Relações Internacionais, professor e coordenador do curso de Relações Internacionais do Ibmec/RJ e especialista em Segurança Internacional e Defesa Nacional; mediado por Abdo Filho</p>



<p><strong>Sexta-feira (09/10)</strong></p>



<p>10h – Os desafios e as oportunidades para o setor da pimenta-do-reino, com Frank Moro e Aureliano Nogueira, BSA</p>



<p>11h – O futuro do mercado, com Marcus Magalhães, especialista em Mercado do Agronegócio e curador da FICC</p>



<p>14h – Hub Portuário e o futuro da logística do ES apresentado por Claudio Melim, Coordenador Comercial do Imetame Logística Porto</p>



<p>15h – Nova ES – Investimentos no Norte do ES</p>



<p>16h – A logística no mercado do café capixaba – Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes) / Parklog</p>



<p><strong>Sábado (10/10)</strong></p>



<p>08h – Dia de Campo – acolhimento e café da manhã</p>



<p>08h30 – Visita técnica – conilon e pimentas</p>



<p>11h – Encerramento do Dia de Campo</p>



<p>13h30 – Turismo de Experiência com Ana Paula Machado</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Programação paralela ao evento</strong></p>



<p>Durante os três dias, além das palestras e painéis, o público contará com praça de alimentação, shows e estandes de produtos relacionados ao universo rural.</p>



<p><em>&gt;&gt;&gt; Programação sujeita a alteração.</em></p>



<p>Fonte: LR Comunicação</p>
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		<title>Novo acordo do Rio Doce: Instituições de Justiça divulgam resultado preliminar da pré-seleção para execução do Programa para Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-medium-font-size"><em>Cinco entidades foram classificadas nesta etapa. Resultado ainda está sujeito a recurso e não representa a escolha definitiva da responsável pela execução do Programa</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>As Instituições de Justiça responsáveis pela gestão colegiada do Programa para Mulheres divulgaram, nesta última terça-feira, 29 de setembro, o resultado preliminar do edital de pré-seleção de pessoas jurídicas interessadas em prestar apoio técnico-operacional à execução do Programa, previsto no Acordo Judicial para a Reparação Integral e Definitiva Relativa ao Rompimento da Barragem de Fundão.</p>



<p>Das seis entidades inscritas, cinco foram classificadas: Associação Amigos da Justiça, Cidadania, Educação e Arte; Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (FEST); Fundação Getulio Vargas (FGV); Fundação Severino Sombra (FUSVE); e Instituto de Desenvolvimento Ambiental e Socioeconômico (IDASE). A Associação de Pescadores de Linhares (APDL) foi desclassificada. A entidade desclassificada poderá apresentar recurso único às Instituições de Justiça no prazo de dois dias úteis, contado da publicação do comunicado, conforme previsão do Edital.</p>



<p>O resultado final da pré-seleção será publicado nos sites institucionais das Instituições de Justiça em até dois dias úteis após o encerramento do prazo de recurso.</p>



<p><strong>Próximas etapas</strong> &#8211; A classificação nesta fase não representa a escolha definitiva da entidade que executará o Programa para Mulheres. Após a publicação do resultado final, as entidades pré-selecionadas serão indicadas a Samarco Mineração S.A., que deverá conduzir, com base no Termo de Referência disponibilizado pelas Instituições de Justiça, o processo de seleção e apresentar as entidades aptas no prazo de até 60 dias.</p>



<p>Destaca-se que a escolha da pessoa jurídica a ser contratada caberá às Instituições de Justiça, após a análise das propostas técnicas e comerciais apresentadas.</p>



<p>O processo é conduzido conjuntamente pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ministério Público do Espírito Santo (MPES), Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG), Defensoria Pública do Espírito Santo (DPES) e Defensoria Pública da União (DPU).</p>



<p><strong>Programa para Mulheres</strong> &#8211; O Programa para Mulheres dispõe de R$ 1 bilhão, a ser integralizado em 13 parcelas anuais até 2036, e abrange os 49 municípios reconhecidos pelo Acordo Judicial nos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.</p>



<p>Entre as atribuições da futura entidade executora estão a consolidação do banco de dados, a busca ativa e a análise da elegibilidade das mulheres, a operacionalização dos pagamentos individuais — no valor de até R$ 35 mil por beneficiária, em parcela única — e a elaboração de estudo técnico destinado a orientar os próximos passos do Programa.</p>



<p>As IJs reforçam que ainda não há prazo aberto para inscrição de mulheres, nem etapa de cadastramento ou pagamento em andamento. A participação no Programa será gratuita e não exigirá a contratação de advogado. As informações oficiais serão divulgadas exclusivamente pelos canais institucionais dos órgãos responsáveis.</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Ministério Público Federal</p>
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		<item>
		<title>Da Vitória é reeleito deputado federal com mais de 107 mil votos e destaca reconhecimento dos capixabas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Parlamentar agradece a confiança das urnas e reafirma compromisso de seguir representando os 78 municípios do Espírito Santo</p>



<p>Da Vitória foi reeleito deputado federal pelo Espírito Santo neste domingo (4), em uma votação histórica de 107.466 votos.</p>



<p>O deputado agradeveu o reconhecimento dos capixabas à atuação construída ao longo dos últimos anos na Câmara dos Deputados.</p>



<p>“Recebo esse resultado com muita gratidão e, principalmente, com um enorme senso de responsabilidade. Esses votos representam a confiança de milhares de capixabas no nosso trabalho e renovam o nosso compromisso com o Espírito Santo”, afirmou Da Vitória.</p>



<p>Ao longo do mandato, o deputado atuou em pautas relacionadas à saúde, segurança, infraestrutura, agricultura, desenvolvimento regional e defesa dos municípios, mantendo uma agenda de trabalho próxima das cidades capixabas.</p>



<p>Para o novo mandato, Da Vitória afirma que pretende ampliar essa atuação e continuar representando todo o Espírito Santo em Brasília.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>“Minha responsabilidade agora é ainda maior. Quero continuar trabalhando pelos 78 municípios, ouvindo as pessoas, buscando recursos e defendendo os interesses do nosso Estado. O mandato é de todos os capixabas e é a eles que vou continuar prestando contas do meu trabalho”</strong>, destacou.</p>



<p>Da Vitória também agradeceu aos eleitores, à família, às lideranças políticas, prefeitos, vereadores, parceiros e a todos que participaram da caminhada eleitoral.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>“Meu muito obrigado a cada capixaba que confiou em mim. A eleição termina, mas o trabalho continua. Vamos seguir juntos, com presença, diálogo e compromisso com o Espírito Santo”</strong>, concluiu.</p>



<p>Fonte: Assessoria Da Vitória</p>
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		<item>
		<title>ELEIÇÃO VAI AO 2º TURNO: Flávio e Lula disputam a Presidência no dia 25 de outubro</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/flavio-e-lula-vao-ao-segundo-turno-e-eleicao-presidencial-sera-decidida-dia-25-de-outubro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 12:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Daqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial.</p>



<p>Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25 de outubro.</p>



<p>A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo (4), às 20h56, quando 96,78% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Flávio Bolsonaro tinha 47,39% dos votos, e Lula, tinha 44,74%.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Às 22h10, conforme o TSE, Flávio estava com 47,07%, mais de 56 milhões de votos. Já Lula estava com 45,12%, mais de 53,7 milhões de votos.</strong></p>



<p>Daqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial .</p>



<p>Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.</p>



<p>Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.</p>



<p>Flávio e Lula deixaram para trás Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ritmo da apuração</h2>



<p>Flávio começou liderando assim que o TSE iniciou a apuração nas primeiras urnas. O candidato do PL chegou a ficar acima de<strong> 50%</strong> dos votos nas primeiras horas da apuração.</p>



<p>Por volta de 19h15, com <strong>64%</strong> das urnas apuradas, Flávio voltou a ficar abaixo dos <strong>50%</strong>, mas com cerca de 5 milhões de votos de diferença para o segundo colocado, Lula. Esta vantagem foi reduzida a cerca de 2,3 milhões de votos nos últimos momentos da apuração .</p>



<p>Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado ficaram boa parte do tempo da apuração na terceira, quarta e quinta posições, respectivamente.</p>



<p>Flávio votou no início da manhã deste domingo no Rio de Janeiro. Ele chegou pouco depois das 8h, logo após a abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.</p>



<p>Ele estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Após votar, Flávio disse estar preparado para presidir o país.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>“É um dia muito importante, onde eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso que apostou tudo, que vale tudo. Que perdeu a linha de usar dinheiro público, a máquina pública, para tentar interferir nas eleições&#8221;, disse.</strong></p>



<p>Depois de votar no Rio, Flávio Bolsonaro retornou a Brasília, onde acompanhou a apuração ao lado de aliados no QG da campanha, no Lago Sul.</p>



<p>Já Lula votou por volta das 9h10 na escola estadual João Firmino, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.</p>



<p>Ele estava acompanhado do vice Geraldo Alckmin (PSB), Fernando Haddad, candidato derrotado ao governo de São Paulo, e das candidatas ao Senado pelo estado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), que também perderam as eleições. Após votar, Lula defendeu mudanças na escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p><strong>“Não é possível continuar com a promiscuidade em que o país está. Eu, sinceramente, vamos ter que pensar, chamar juristas, pessoas do mundo do Direito, para [definir] quem vai para a Suprema Corte”, disse.</strong></p>



<p>Lula votou e acompanhou a apuração em São Paulo, com aliados e familiares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As chapas da disputa</h2>



<p>O petista repetiu a chapa de quatro anos atrás com o atual vice-presidente, Alckmin.</p>



<p>Geraldo Alckmin consolidou sua posição no governo e manteve uma relação de proximidade com Lula, apesar do antigo histórico de disputa em eleições presidenciais, quando era do PSDB.</p>



<p>Além de ser vice-presidente, Alckmin também chefiou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, fazendo a ponte entre o governo e o empresariado.</p>



<p>Em 2026, o PT tem PSB, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede como aliados na eleição presidencial.</p>



<p>Flávio Bolsonaro formou a chapa à Presidência da República ao lado do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa dele nas eleições deste ano.</p>



<p>Gaspar foi promotor de Justiça, procurador-geral de Justiça e secretário de Segurança Pública do estado.</p>



<p>Eleito para a Câmara em 2022, ganhou projeção nacional como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.</p>



<p>A definição da chapa de Flávio Bolsonaro ocorreu após semanas de negociações do partido para tentar ampliar o arco de alianças no campo da centro-direita.</p>



<p>No entanto, o aguardado apoio do Republicanos e da federação formada por União Brasil e Progressistas não se confirmou. Os partidos decidiram não integrar uma coligação presidencial e anunciaram neutralidade na disputa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Campanhas</strong></h2>



<p>Na reta final da campanha presidencial, Lula e Flávio Bolsonaro concentraram esforços no Sudeste, região que reúne os maiores colégios eleitorais do país.</p>



<p>Da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) ao uso da Inteligência Artificial (IA) nas peças de campanha, passando pelo fim das apostas esportivas on-line, a campanha foi marcada por assuntos que extrapolaram a disputa partidária.</p>



<p>Nas redes sociais, publicações passaram a associar Flávio Bolsonaro e setores da direita a um suposto movimento para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. O candidato negou a existência de qualquer proposta nesse sentido.</p>



<p>O Bolsa Família voltou a ocupar posição central na disputa presidencial. A poucos dias do primeiro turno, Lula anunciou o reajuste no valor do benefício. Com isso, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691.</p>



<p>Fonte: G1</p>
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