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	<title>Polícia &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Atacante capixaba do Vasco é alvo de operação da Polícia Civil do ES; atleta do Santos é detido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:47:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O atacante capixaba <strong>David Corrêa</strong>, do <strong>Vasco</strong>, é um dos investigados em uma operação coordenada pela <strong>Polícia Civil do Espírito Santo </strong>nesta segunda-feira (31). A ação apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas e armas com possível ligação a uma facção criminosa do Rio de Janeiro. Um atleta do Santos foi preso, mas o nome não foi divulgado.</p>



<p>Segundo informações do<strong> R7</strong>, as investigações conduzidas pela <strong>Polícia Civil capixaba</strong> teriam identificado indícios de que atletas profissionais e empresários estariam entre os possíveis envolvidos com a organização, que teria ramificações em diferentes estados. A corporação cumpre medidas judiciais contra os alvos.</p>



<p>A operação ocorre simultaneamente em vários estados e mobiliza aproximadamente 100 policiais civis, mais de 38 viaturas e dois helicópteros. No <strong>Rio de Janeiro,</strong> agentes da 14ª Delegacia de Polícia (DP), no Leblon, participam da ação com apoio da Diretoria-Geral de Polícia da Capital (DGPC) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme).</p>



<p>As equipes cumprem mandados na Barra da Tijuca e em Vargem Grande, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. De acordo com o Estadão, mandados informa que ordens judiciais foram cumpridas na casa do jogador do Vasco e no Centro de Treinamento do clube. A participação das unidades fluminenses ocorre em apoio às diligências determinadas pela Justiça.</p>



<p>Por causa do sigilo das investigações, a&nbsp;<strong>Polícia Civil&nbsp;</strong>informou que não divulgará, neste momento, detalhes das medidas judiciais nem outros elementos da apuração. Novas informações devem ser apresentadas conforme o avanço da operação e a preservação do trabalho investigativo.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Dono de bar é condenado a 29 anos por matar jovem na Rua da Lama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Vilson Luiz Ballan</strong>, dono do Bar Sofá da Hebe, foi condenado a 29 anos e 9 meses de prisão pelo <strong>assassinato de Breno Rezende de Carvalho, de 25 anos</strong>. O júri popular foi finalizado no início da madrugada desta sexta-feira (28) e a sentença ainda determinou o pagamento de R$ 500 mil de indenização por danos morais aos familiares da vítima.</p>



<p>O jovem foi morto com uma facada no peito, na madrugada de 15 de março de 2025, durante uma discussão com o dono do bar sobre o <strong>pagamento de uma conta de R$ 16</strong> referente a uma cerveja consumida no estabelecimento.</p>



<p>O júri popular foi iniciado por volta das 9 horas de quinta-feira (27) e se estendeu por cerca de 16 horas no Fórum Criminal de Vitória. <strong>Durante o julgamento, Vilson pediu perdão pelo crime no depoimento que durou 50 minutos</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Pedir desculpa, estou arrependido, não queria causar isso aí. Perdão, a família do Breno.</em>&#8221; Vilson Luiz Ballan</p>
</blockquote>



<p>Após os depoimentos e as argumentações da defesa do réu e dos promotores de justiça, os jurados votaram pela condenação de Vilson. A sentença foi proferida já após a meia-noite e condenou o dono do bar a 29 anos e 9 meses prisão que devem ser cumpridos, inicialmente, em regime fechado.</p>



<p>Durante a sentença, o juiz destacou a desproporção entre o motivo considerado banal e a violência empregada no crime. Segundo o magistrado, a discussão teria começado por causa de uma quantia pequena.</p>



<p>Outro ponto mencionado na decisão foi o fato de o acusado ter fugido do local levando a arma utilizada no crime e posteriormente ocultado a faca.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-relembre">Relembre</h3>



<p>A discussão que teria culminado no homicídio do jovem aconteceu quando Breno estava com amigos no bar do acusado, o Sofá da Hebe. O grupo teria pegado uma cerveja e deixado uma segunda bebida paga.</p>



<p>Vilson então teria se aproximado do grupo e cobrado o valor de R$ 16 da segunda cerveja. Os jovens explicaram a ele que o valor já havia sido pago, mas o acusado não aceitou a explicação. Ele ameaçou os jovens e disse:&nbsp;<strong>“Vocês têm cinco minutos para resolver isso”</strong>.</p>



<p>Diante da ameaça, os jovens chamaram o garçom do estabelecimento, que confirmou a Vilson que a cerveja havia sido paga. O dono do bar continuou a não aceitar as explicações e passou a discutir com o próprio funcionário.</p>



<p>Breno e os amigos foram para um bar vizinho e a denúncia do Ministério Público do Espírito Santo (MPES) destaca que ele continuou encarando o jovem. Pouco depois, a vítima foi surpreendida por Vilson, que retirou uma faca da cintura e deu uma facada no peito do rapaz, que morreu ainda no local. O crime foi flagrado por uma câmera de videomonitoramento.</p>



<p>Após o crime, Vilson entrou em um carro e fugiu do local. A faca utilizada no crime foi encontrada na carroceria do veículo, que estava na casa do irmão dele.</p>



<p>Passado o período de flagrante, o acusado se apresentou à polícia e teve a prisão temporária decretada. Vilson segue preso no Centro de Detenção Provisória da Viana.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Advogados investigados por elo com PCV vão para presídios após decisão da Justiça no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Três advogados que estavam em prisão domiciliar tiveram a medida revogada pela Justiça e foram levados para presídios do Espírito Santo na sexta-feira (21). Eles são investigados por suposto envolvimento com o Primeiro Comando de Vitória (<strong>PCV</strong>) em um processo decorrente da <strong>Operação Telic</strong>.</p>



<p>Procurada pelo <strong>Folha Vitória</strong>, a Secretaria da Justiça do Espírito Santo (Sejus) confirmou que <strong>Bárbara Bastos Rodrigues, Vinicius Bastos Rodrigues e Arlis Schmidt</strong> deram entrada no sistema prisional. As prisões aconteceram durante uma operação realizada em <strong>Vila Velha e na Serra</strong>, na Grande Vitória.</p>



<p>Segundo o Ministério Público do Espírito Santo (<strong>MPES</strong>), os advogados são suspeitos de participar de um esquema de <strong>intermediação de conversas entre pessoas presas pelo crime de tráfico de drogas e integrantes da facção criminosa <strong>Primeiro Comando de Vitória (PCV)</strong> que estavam fora das unidades prisionais</strong>.</p>



<p>Dois mandados foram cumpridos em Vila Velha, sendo um no Balneário de Ponta da Fruta e outro em Boa Vista. O terceiro suspeito foi localizado em Porto Canoa, na Serra. Bárbara foi encaminhada para o Centro Prisional Feminino de Cariacica, enquanto Vinicius e Arlis deram entrada na Penitenciária de Segurança Média.</p>



<p>Após as prisões, os três foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) para realização de exame de corpo de delito. Durante a noite, houve movimentação de viaturas policiais nas regiões onde os mandados foram cumpridos.</p>



<p>Os advogados dos três suspeitos estiveram no IML, mas preferiram não falar com a imprensa. A reportagem também procurou a&nbsp;<strong>OAB-ES</strong>&nbsp;para comentar o caso, mas não havia recebido resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-caso-que-levou-os-advogados-a-prisao">Entenda o caso que levou os advogados à prisão</h3>



<p>Os três advogados já eram investigados na&nbsp;<strong>Operação Telic</strong>, do MPES, que apurou uma suposta atuação de agentes públicos e advogados em favor da facção criminosa na região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha.</p>



<p>Segundo a investigação, integrantes do PCV dariam ordens de dentro de presídios, enquanto familiares e advogados fariam a intermediação das mensagens para integrantes do grupo que estavam em liberdade.</p>



<p>Na terceira fase da operação, nove pessoas foram presas, entre elas três advogados e três guardas municipais.</p>



<p>Bárbara é esposa de Iuri de Souza Silva, ex-comandante da Guarda Muncipal de Vila Velha. Ele também preso&nbsp;durante a terceira fase da Operação Telic.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Caso Lulinha: Campanha de Lula tenta conter vazamentos e pressiona MJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:40:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Coordenação petista quer rastrear quem teve acesso aos dados e cobra PF e STF para estancar divulgações sobre o filho do presidente</em></p>



<p>A estratégia jurídica da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste momento é tentar frear a todo custo os vazamentos em série que o empresário Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, vem sendo alvo diariamente nos últimos dias.</p>



<p>Para isso, a ideia é tanto cobrar a cadeia de custódia e a lista de todos os agentes públicos da PF (Polícia Federal) e do STF (Supremo Tribunal Federal) que manusearam os dados.</p>



<p>Tanto a PF quanto o STF são apontados como os mais prováveis vazadores.</p>



<p>Em outra frente, a pressão sobre o ministro da Justiça, Wellignton César Lima e Silva, deverá ser ampliada.</p>



<p>A coordenação da campanha considera que ele está inerte em relação aos vazamentos e que é preciso cobrar da corte e em especial da PF a interrupção dos vazamentos. Essa avaliação inclusive já foi levada ao próprio presidente Lula, que tem defendido as investigações, mas que não haja abusos.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Expurgo: operação cumpre mandados contra integrantes de facção criminosa em Vitória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:15:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cerca de 80 policiais cumprem na manhã desta segunda-feira (17) mandados judiciais contra suspeitos de integrar a facção Terceiro Comando Puro (<strong>TCP</strong>), em Vitória. Além dos agentes em terra, a <strong>Operação Expurgo</strong>, como foi batizada a ação, conta com apoio de uma aeronave do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (<strong>Notaer</strong>).</p>



<p>Segundo a <strong>Polícia Civil</strong>, a operação foi deflagrada pelo Centro de Inteligência e Análise Telemática (CIAT) e cumpre <strong>20 mandados de busca e apreensão</strong> em bairros como Jabour, Tabuazeiro, Santo Dumont e Itararé.</p>



<p>Os alvos das ordens judiciais são investigados por envolvimento com a organização criminosa, que é do Rio de Janeiro, mas tenta se expandir no Espírito Santo.</p>



<p>A operação mobiliza equipes das superintendências de Inteligência e Ações Estratégicas (SIAE) e de Polícia Especializada (SPE), além do apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e da Polícia Penal (PPES).</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Comprou celular usado? 500 pessoas são intimadas para devolver aparelhos roubados no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:26:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comprar celular usado sem saber a origem do aparelho pode se tornar gerar problemas e prejuízo para quem adquire o telefone. A Polícia Civil começou a intimar cerca de 500 pessoas no Espírito Santo para que elas devolvam os celulares com registros de roubo, furto ou perda.</p>



<p>A intimação dos proprietários desses aparelhos faz parte da Operação Nacional <strong>“Última Chamada”</strong>, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e será realizada em conjunto com a 9ª edição do <strong>Projeto Recupera</strong>.</p>



<p>A polícia começou a enviar, na segunda-feira (10),<strong> as intimações por WhatsApp </strong>para os celulares com restrição de roubo, furto ou perda.</p>



<p>As diligências seguem durante toda a semana, com intimações pessoais e ações em estabelecimentos comerciais identificados pela investigação.</p>



<p>No sábado (15), haverá uma mobilização concentrada no&nbsp;<strong>2º Distrito Policial de Vitória, em Ilha de Santa Maria</strong>, onde os intimados deverão apresentar os aparelhos e esclarecer a procedência.</p>



<p><strong>“Além da recuperação dos aparelhos, o cruzamento dessas informações permite identificar dispositivos que continuam em circulação após o registro de roubo ou furto. Isso é importante porque esses celulares podem permanecer vinculados a dados pessoais, aplicativos bancários e outras informações que podem ser exploradas na prática de golpes e fraudes”</strong>, explicou o chefe da Divisão de Inteligência da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), delegado Sérgio Aurich.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-preciso-fazer-se-for-intimado">O que preciso fazer se for intimado?</h3>



<p>A Polícia Civil explica que o principal identificador utilizado é o&nbsp;<strong>IMEI</strong>, código único de cada celular.</p>



<p>Quem recebeu a intimação deve levar o aparelho, documento com foto e, se tiver comprado o dispositivo regularmente, documentos como nota fiscal, comprovante de pagamento, conversas com o vendedor e anúncio da compra.</p>



<p>Após a análise, os celulares cuja propriedade seja confirmada serão devolvidos aos legítimos donos. A Polícia Civil também alerta que&nbsp;<strong>nenhuma etapa de devolução exige pagamento</strong>&nbsp;e orienta a população a confirmar eventuais intimações pelos canais oficiais.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-como-saber-se-a-intimacao-e-verdadeira">Como saber se a intimação é verdadeira?</h4>



<p>Segundo a Polícia Civil, as intimações do Projeto Recupera são enviadas pelo WhatsApp oficial&nbsp;<strong>(27) 3636-1236</strong>, pertencente ao Governo do Estado.</p>



<p>A mensagem de intimação contém:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nome da pessoa intimada;</li>



<li>Data e horário para comparecimento;</li>



<li>Endereço da unidade policial;</li>



<li>Telefone para confirmação.</li>
</ul>



<p>Em caso de dúvida, a população pode procurar a Superintendência de Polícia Regional Metropolitana (SPRM) pelo telefone (27) 3198-5869, WhatsApp (27) 98824-4714 ou pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:sprm@pc.es.gov.br"><strong>sprm@pc.es.gov.br</strong></a>.</p>



<p>A unidade fica na Avenida Nossa Senhora da Penha, nº 2.290, em Santa Luíza, Vitória, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-como-consultar-o-imei-do-celular">Como consultar o IMEI do celular?</h3>



<p>O IMEI é o código de identificação individual do aparelho celular. A consulta é feita direta no telefone.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abra o teclado de chamadas;</li>



<li>Digite <strong>*#06#</strong>;</li>



<li>O número IMEI será exibido na tela</li>



<li>O código também costuma estar disponível na caixa original do aparelho ou na nota fiscal.</li>
</ul>



<p>A recomendação é guardar o número em um local seguro, fora do próprio telefone, para facilitar o registro no boletim de ocorrência em caso de perda ou roubo do aparelho.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Segurança e críticas a Lula e Bolsonaro acirram debates entre governadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O primeiro debate entre candidatos aos governos estaduais foi realizado neste domingo (9), às 20h, pela TV Bandeirantes. O debate foi realizado em 11 estados, entre eles <strong>São Paulo</strong>, <strong>Rio de Janeiro</strong>, <strong>Bahia</strong>, <strong>Paraná</strong>, <strong>Ceará</strong> e também no<strong> Distrito Federal</strong>.</p>



<p>No caso de São Paulo, o debate contou apenas com a participação de <strong>Tarcísio de Freitas</strong> (Republicanos), que tenta a reeleição, e do ex-ministro da Fazenda <strong>Fernando Haddad</strong> (PT).</p>



<p>No debate, Haddad questionou Tarcísio sobre as privatizações, disse que o governador é “um cara meio de decoreba” e afirmou que ele apenas “decora números” e não responde às perguntas.</p>



<p>Por sua vez, Tarcísio afirmou que o ex-ministro subiu em um palco com “traficante que comandava o tráfico na favela do Moinho”. O ex-ministro respondeu que “não sabia” e que, se soubesse, “teria dado voz de prisão para ela”.</p>



<p>No caso do&nbsp;<strong>Rio de Janeiro</strong>, participaram<strong>&nbsp;André Marinho</strong>&nbsp;(Novo),&nbsp;<strong>Anthony Garotinh</strong>o (Republicanos) e&nbsp;<strong>Douglas Ruas</strong>&nbsp;(PL). O ex-prefeito da capital&nbsp;<strong>Eduardo Paes</strong>&nbsp;(PSD) informou neste domingo que não iria participar do debate.</p>



<p>A coordenação da campanha de Paes tomou a decisão após uma orientação do departamento jurídico, segundo nota. A&nbsp;<strong>CNN Brasil</strong>&nbsp;questionou quais seriam os possíveis entraves legais, mas ainda não teve retorno.</p>



<p>Com a ausência, os candidatos chamaram Paes de “fujão” e expuseram “excesso de ladrão” e milícia infiltrada durante o debate.</p>



<p>Confira os candidatos que participaram e os debates de outros estados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Amazonas</h2>



<p>Na disputa pelo governo do Amazonas, participaram&nbsp;<strong>David Almeida</strong>&nbsp;(Avante),<strong>&nbsp;Isael Munduruku</strong>&nbsp;(Rede),&nbsp;<strong>Omar Aziz</strong>&nbsp;(PSD),&nbsp;<strong>Professora Maria do Carmo</strong>&nbsp;(PL) e&nbsp;<strong>Roberto Cidade</strong>&nbsp;(União).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bahia</h2>



<p>Na disputa pelo governo da Bahia, participaram do debate<strong> ACM Neto</strong> (União Brasil), <strong>Jerônimo Rodrigues</strong> (PT) e <strong>Ronaldo Mansur</strong> (PSOL).</p>



<p>Questionados sobre feminicídio, o candidato ACM Neto afirmou que a proposta é trazer apoio financeiro para mulheres de baixa renda por até 24 meses. “Porque sabemos que o agressor está dentro de casa e ela não denuncia por medo de não ter o sustento. Queremos mulher independente.”</p>



<p>Já Jerônimo citou o projeto Ronda Maria da Penha, que promove acompanhamento da Polícia Militar para vítimas de violência doméstica, o programa educacional conhecido como “Oxe, me respeite” e defendeu “tirar da nossa cultura, banir mulheres mortas por serem mulheres.”</p>



<p>O candidato Mansur citou que esse é um problema nacional e que é preciso ter delegacias que funcionem 24 horas. Ele também citou uma frase do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que “atos machistas, como defendeu Bolsonaro, precisam ser combatidos”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ceará</h2>



<p>Na disputa pelo Palácio da Abolição, participaram <strong>Ciro Gomes</strong> (PSDB) e <strong>Elmano de Freitas</strong> (PT). O candidato <strong>Pedro Brito</strong> (Novo) anunciou que não iria participar.</p>



<p>Durante o debate, Ciro Gomes afirmou que a segurança pública do estado é frágil. “Facção criminosa e crime organizado não se combate com aparato. Como se enfrenta? Inteligência. A estrutura de inteligência do Ceará é frágil, não está conectada com o aparato nacional.”</p>



<p>Em resposta, Elmano afirmou que Ciro não tem conhecimento das últimas mudanças realizadas no âmbito da inteligência da segurança do estado. “Você está há muito tempo longe do Ceará. O que estamos fazendo na segurança pública é um fortalecimento da nossa corporação. Queria que você, como deputado, tivesse aprovado um projeto antifacção como o presidente Lula.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Distrito Federal</h2>



<p>O debate para o governo do Distrito Federal terá a participação de&nbsp;<strong>Celina Leão</strong>&nbsp;(PP),&nbsp;<strong>José Roberto Arruda</strong>&nbsp;(PSD),&nbsp;<strong>Kiko Caputo</strong>&nbsp;(Novo),&nbsp;<strong>Leandro Grass</strong>&nbsp;(PT),&nbsp;<strong>Paula Belmonte</strong>&nbsp;(PSDB) e&nbsp;<strong>Ricardo Cappelli</strong>&nbsp;(PSB).</p>



<p>Ricardo e Celina protagonizaram uma troca de farpas durante o debate. Cappelli questionou a atual governadora sobre os recursos da saúde e relembrou o período em que ela foi afastada do cargo de presidente da Câmara devido a uma investigação de corrupção no governo.</p>



<p>Celina rebateu e disse que os recursos da saúde foram investidos em médicos, que, no período em que atuava na Câmara, foi “inocentada”, e chamou Cappelli de “forasteiro” por não conhecer a cidade.</p>



<p>“Moro aqui há 23 anos. Sabe por que ela me ataca? Porque eu não participo dessa panela política apodrecida do Distrito Federal. Me chamam de forasteiro, mas é porque eu nunca participei dessa panela. Por isso, eu tenho coragem, autonomia para intervir na saúde”, disse Cappelli.</p>



<p>“O senhor acha que foi herói do dia 8 de janeiro. Mas foram as nossas forças de segurança que restabeleceram todos os poderes. O senhor realmente é um forasteiro, não sabe nem pegar ônibus na nossa cidade. Pega até o ônibus errado e sobe no Instagram. Quer saber o que aconteceu na CPI da Saúde? O vice do seu governador à época denunciou que tinha 30% e propina na saúde”, respondeu Celina.</p>



<p>Paula e Grass criticaram a educação nas gestões do ex-governador Ibaneis Rocha e de Celina.</p>



<p>“Sou a deputada que mais coloca dinheiro na educação do Distrito Federal (&#8230;) O governo Celina Leão e Ibaneis Rocha cancelou R$ 50 milhões para a educação no ano passado. E R$ 11 milhões que nós colocamos hoje para a educação a Celina não aprovou. Corrupção mata criança, mata sonhos”, disse Paula.</p>



<p>“Este governo está dizendo que está tirando a fila da creche, mas, na verdade, está tirando as pessoas e colocando atrás da porta. Porque, quando a pessoa diz que não quer a creche longe de casa, ela sai da fila. Zerar a fila de creche, escola integral, não é só mais tempo na escola. É escola com arte, ciência, tecnologia, é escola com esporte”, afirmou Leandro.</p>



<p>Enquanto Kiko disse que, no atual governo, a mobilidade foi “deixada de lado” e que sua proposta consiste em ampliar a infraestrutura do Distrito Federal, como rodovias e transporte sobre trilhos.</p>



<p>“A gente pretende apostar no transporte sobre trilhos. Não só trazendo o trem de Luziânia, mas ampliar o metrô até o Sol Nascente, Pôr do Sol e também até o final de Samambaia. Precisamos abrir quatro novas estradas-parque: uma saindo de Brazlândia, passando pelo fundo da Estrutural; outra em Planaltina; fazer a segunda ponte do Lago Norte e também fazer a Estrada-Parque de Águas Claras e a do Encanto.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Goiás</h2>



<p>O debate entre os candidato ao governo de Goiás contou com<strong>&nbsp;Luis Cesar Bueno</strong>&nbsp;(PT),&nbsp;<strong>Marconi Perillo</strong>&nbsp;(PSDB) e&nbsp;<strong>Wilder Morais</strong>&nbsp;(PL).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maranhão</h2>



<p>Na disputa pelo Palácio dos Leões, participaram&nbsp;<strong>André Luís</strong>&nbsp;(Missão),&nbsp;<strong>Eduardo Braide</strong>&nbsp;(PSD),&nbsp;<strong>Felipe Camarão</strong>&nbsp;(PT),&nbsp;<strong>Orleans Brandão</strong>&nbsp;(MDB),<strong>&nbsp;Reginaldo Lima</strong>&nbsp;(PCB),&nbsp;<strong>Roberto Rocha</strong>&nbsp;(PRTB) e&nbsp;<strong>Saulo Arcangeli</strong>&nbsp;(PSTU).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Minas Gerais</h2>



<p>No caso do estado de Minas Gerais, o debate foi adiado para o dia 16 de agosto. A mudança ocorreu por conta da indefinição no cenário eleitoral mineiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Paraíba</h2>



<p>Durante o debate, Sandro questionou Requião se fecharia as escolas cívico-militares, que, segundo ele, tiveram um bom desempenho no Ideb. Em resposta, Alex afirmou que “não vai fechar as escolas”, mas que vão “rever o modelo”, porque “não é um modelo pedagógico, é um modelo de propaganda, que não traz grandes resultados”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Paraná</h2>



<p>O debate entre os candidatos ao governo do Paraná contou com <strong>Requião Filho</strong> (PDT) e <strong>Sandro Alex</strong> (PSD). Já <strong>Sergio Moro</strong> (PL) anunciou hoje que não irá ao debate. Segundo Moro, os debates eleitorais se transformaram em uma “rinha de galo”. Ao final do debate será realizada uma entrevista de 10 minutos com cada um dos candidatos.</p>



<p>Durante o debate, Sandro questionou Requião se Sem Moro, debate no PR aborda privatização da Copel e escola cívico-militar | CNN Brasil, que, segundo ele, tiveram um bom desempenho no Ideb. Em resposta, Alex afirmou que “não vai fechar as escolas”, mas que vão “rever o modelo”, porque “não é um modelo pedagógico, é um modelo de propaganda, que não traz grandes resultados”.</p>



<p>“Nós fazemos educação por metodologia e não por ideologia. Eles não querem as escolas cívico-militares, que são uma referência. Temos mais de 10 mil famílias aguardando. Não vou permitir que eles fechem. Nós vamos ampliar para atender os pais”, rebateu Sandro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Piauí</h2>



<p>Na disputa pelo governo do Piauí, participaram&nbsp;<strong>Dra. Lúcia Santos</strong>&nbsp;(PSDB),&nbsp;<strong>Gisvaldo Oliveira</strong>&nbsp;(PSOL),&nbsp;<strong>Gustavo Henrique</strong>&nbsp;(Avante),&nbsp;<strong>Joel Rodrigues</strong>&nbsp;(Progressistas) e&nbsp;<strong>Rafael Fonteles</strong>&nbsp;(PT).</p>



<h2 class="wp-block-heading">São Paulo</h2>



<p>Durante o debate, Tarcísio disse que seu oponente estava focado em citar o <strong>ex-presidente Jair Bolsonaro</strong> e afirmou: “Esquece o Bolsonaro, você não está concorrendo contra ele mais.” O governador de São Paulo disse que o ex-presidente “estendeu a mão” e que não tem “vergonha, vou ter sempre gratidão”.</p>



<p>Haddad relembrou quando Tarcísio havia feito uma negativa sobre o antigo presidente do Banco Central, na gestão de Bolsonaro, Roberto Campos Neto. “Diz que aconselharia o presidente da República a não colocar o Roberto Campos na presidência do BC nunca mais.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rio de Janeiro</h2>



<p>Os candidatos protagonizaram trocas de farpas entre os presidenciáveis que apoiam. Siri disse defender seu candidato à Presidência, Lula, enquanto Marinho “não sabe em quem vai votar”. “No Zema, que é do partido dele, ou no Flávio Bolsonaro, porque estava brigando com o Bolsonaro e agora fizeram as pazes. Mas é aquela coisa, é somente no momento da política.”</p>



<p>Além disso, os candidatos alfinetaram a ausência de Eduardo Paes no debate. Ao criticar a segurança pública do estado, Marinho o chamou de candidato “fujão”.</p>



<p>“Com um candidato fujão como Eduardo Paes, ele, que não foi capaz de tirar o lixo das favelas, vai ser capaz de tirar os fuzis, os mesmos blindados da própria Marinha que foram negados pelo governo Lula ao governo do Estado ali na megaoperação Contenção? É essa gente que ele anda junto. E, no momento em que o sujeito foge do debate, ele claramente não vai ter capacidade nenhuma de localizar os chefões do tráfico.”</p>



<p>Por sua vez, Douglas Ruas defendeu alterar a política pública do estado e disse que vai priorizar a retomada do território.</p>



<p>“Nós precisamos alterar a política de segurança pública, garantir aos nossos policiais que eles possam ter todo o apoio do Estado para cumprir a missão, que é servir e proteger a nossa população de bem. Nós vamos também criar a advocacia do policial para que ele possa ser assistido desde o primeiro momento, no registro de ocorrência na delegacia, até o final do processo.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rio Grande do Norte</h2>



<p>O debate entre os candidatos ao governo do Rio Grande do Norte contou com Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL), Cadu de Lula (PT) e Robério Paulino (PSOL).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Rio Grande do Sul</h2>



<p>Na disputa pelo Palácio Piratini, participaram Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL) e Marcelo Maranata (PSDB).</p>



<p>Durante o debate, Zucco defendeu priorizar a educação. Segundo ele, só assim será possível construir um estado forte. “Educação é algo que a gente tem que priorizar desde o primeiro dia. Não existe um estado ou uma nação que não seja pujante pela educação. Aumentaram uns índices, mas não como gostaríamos.”</p>



<p>Já Brizola afirmou a importância do ensino técnico junto ao ensino médio integral para os jovens. “Precisamos dar a opção para os nossos jovens do ensino médio de fazerem ensino técnico. Queremos a escola de tempo integral junto ao estudo técnico.”</p>



<p>Maranata priorizou em seu discurso a segurança pública e disse ser necessário combater o crime organizado não apenas com “policiamento”, mas também com “inteligência”. “A gente precisa de PF, PM, PC e todo mundo trabalhando de forma organizada, para chegarmos aos call centers que estão controlando o crime organizado. O crime está na cidade e precisamos mapear isso com o governo estadual, federal e grandes empresários.”</p>



<p>Souza afirmou que, neste ano, 50 mil jovens que estão no ensino médio já estão matriculados em cursos técnicos e que o objetivo é aumentar esse número. Uma das formas será por meio da aquisição de vagas no Sistema S, no Sesc, Senac, Sesi e Senai, “para que a gente possa utilizar, junto com as universidades comunitárias e outras, essa rede que já está instalada, mais barata, mais eficiente para os jovens terem profissão em ensino técnico.”</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Corretora condenada por morte de Luísa Lopes é presa em casa e levada para a delegacia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
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		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Após ser condenada a 28 anos de prisão pela morte da estudante Luísa Lopes</strong>, a corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira foi levada pela polícia de casa para a delegacia, na tarde desta quinta-feira (6). Segundo a defesa, os policiais foram até a residência da ré para cumprir a decisão do Tribunal do Júri.</p>



<p>Em entrevista à TV Vitória, o advogado Luís Guilherme relatou que assim que recebeu a sentença, Adriana&nbsp;<strong>se despediu do marido e do filho</strong>&nbsp;e foi levada por uma viatura descaracterizada. Uma segunda viatura foi à casa dela apenas para fazer a&nbsp;<strong>escolta</strong>.</p>



<p><strong>“Ela não apresentou resistência, assim que recebeu a sentença, ela se arrumou, se despediu do marido e do filho e os policiais logo em seguida chegaram e ela já estava pronta para ser levada”</strong>, disse.</p>



<p>Ainda segundo ele, Adriana acompanhou os votos dos jurados e a defesa requereu a nulidade do julgamento, o que foi indeferido.</p>



<p><strong>“Infelizmente, devido a um acontecimento, a Adriana acabou acompanhando o voto dos jurados, o que até mesmo gerou um pedido de nulidade do julgamento pela defesa, mas foi indeferido pelo juízo</strong>“, afirmou.</p>



<p>Segundo Luís Guilherme, uma advogada que compõe a equipe de defesa acompanhou Adriana até a delegacia.</p>



<p>Ele afirma que Adriana ficou extremamente abalada com a condenação e a defesa pretende preservar a privacidade do filho e do marido da corretora.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;Ela está muito abalada, é algo que trouxe muita tristeza para ela e essa sentença que a defesa não concorda, inclusive já recorremos, não há como se receber essa notícia de uma forma clara e tranquila.&#8221; <em>Luís Guilherme, advogado de defesa de Adriana Felisberto</em></p>



<p>Adriana foi condenada a 26 anos de prisão por homicídio consumado e dois anos de detenção por embriaguez ao volante.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-re-se-manteve-em-silencio">Ré se manteve em silêncio</h3>



<p>O julgamento do caso começou nesta quarta-feira (5), mas <strong>Adriana não participou presencialmente do primeiro dia do júri popular</strong>. Segundo os advogados de defesa, ela chegou a comparecer ao fórum para acompanhar a sessão, mas começou a chorar e passou mal logo após entrar no prédio.</p>



<p>A corretora voltou para casa e&nbsp;<strong>acompanhou o julgamento por videoconferência</strong>. Já no segundo dia, ela esteve no Fórum Criminal de Vitória, mas optou por permanecer em silêncio durante o júri.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-comportamento-de-adriana-apos-o-atropelamento">Comportamento de Adriana após o atropelamento</h4>



<p>O Ministério Público do Espírito Santo (<strong>MPES</strong>) concentrou sua argumentação no comportamento apresentado por Adriana após o atropelamento.</p>



<p>Os promotores de Justiça questionaram repetidamente as primeiras testemunhas sobre a postura da acusada após o acidente. Segundo os depoimentos, a corretora demonstrou indiferença e aparentava estar mais preocupada com o carro do que com a situação de Luísa.</p>



<p>O sargento da Polícia Militar que atendeu à ocorrência confirmou em depoimento que gravou imagens da cena por ter ficado impressionado com a&nbsp;<strong>frieza demonstrada pela acusada.</strong></p>



<p>O militar também afirmou que, em 16 anos de carreira, nunca havia presenciado uma ocorrência semelhante. Ele relatou ter encontrado a estudante gravemente ferida no asfalto, enquanto um ciclista tentava confortá-la.</p>



<p>Outro policial, responsável pela autuação, afirmou que percebeu sinais de embriaguez na corretora, como&nbsp;<strong>fala arrastada e odor etílico</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-defesa-sustentou-uso-de-remedios-controlados">Defesa sustentou uso de remédios controlados</h4>



<p>De acordo com informações da repórter Suellen Araújo, da&nbsp;<em>TV Vitória/Record</em>, o advogado de Adriana questionou uma das testemunhas policiais sobre a possibilidade de diferenciar sintomas provocados pelo consumo de bebida alcoólica daqueles causados pelo uso de medicamentos controlados.</p>



<p>O policial respondeu que não é especialista no assunto, mas afirmou que o&nbsp;<strong>forte odor etílico</strong>&nbsp;o levou a acreditar que a corretora estava embriagada.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-mae-de-luisa-foi-ouvida">Mãe de Luísa foi ouvida</h4>



<p>A primeira testemunha ouvida nesta quinta-feira foi a mãe de Luísa, Adriani Luiza da Silva. Em entrevista à reportagem da TV Vitória/Record, o assistente de acusação e advogado da família da vítima, Marcos Vinícius Sá, afirmou que o depoimento da mãe mostrou aos jurados as consequências da morte da estudante para a família.</p>



<p><strong>“É uma mãe que tinha uma única filha e sofreu a pior dor que um pai pode sentir, que é sepultar um filho”</strong>, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-iluminacao-da-via-tambem-foi-debatida-e-juiz-chegou-a-determinar-ida-de-juri-para-camburi-mas-depois-cancelou">Iluminação da via também foi debatida e juiz chegou a determinar ida de júri para Camburi, mas depois cancelou</h4>



<p>Outro ponto discutido pelos advogados foi a iluminação da Avenida Dante Michelini, em frente ao Clube dos Oficiais, onde o acidente aconteceu.</p>



<p>Na tarde de quarta-feira (5), o juiz Carlos Henrique Rios do Amaral Filho, da 1ª Vara Criminal de Vitória, chegou a <strong>determinar que os jurados fossem até o local do atropelamento.</strong> No entanto, voltou atrás na decisão após um pedido da defesa para cancelar a diligência.</p>



<p>De acordo com os advogados da ré, Jamilson Monteiro Santos e Fábio Marçal, a solicitação foi feita porque a via passou por reformas na iluminação pública em 2024.</p>



<p>Os advogados argumentaram que, caso os jurados fossem até o local, a diligência seria infrutífera, já que as condições de iluminação não representariam mais o cenário existente na época do acidente.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-relembre-o-atropelamento-e-morte-de-luisa">Relembre o atropelamento e morte de Luísa</h3>



<p>O atropelamento aconteceu na noite de 15 de abril de 2022, na Avenida Dante Michelini, em frente ao Clube dos Oficiais, em Vitória. Luísa estava de bicicleta quando foi atingida pelo carro conduzido por Adriana Felisberto.</p>



<p><a href="https://vimeo.com/1215640649?fl=pl&amp;fe=sh" data-type="link" data-id="https://vimeo.com/1215640649?fl=pl&amp;fe=sh">Imagens de videomonitoramento</a> registraram o momento da colisão. Segundo a Secretaria de Segurança Urbana de Vitória, a estudante atravessava a via fora da faixa de pedestres e com o sinal aberto para os veículos.</p>



<p>De acordo com a polícia, a motorista apresentava&nbsp;<strong>sinais de embriaguez, mas se recusou a realizar o teste do bafômetro.</strong>&nbsp;Ela foi presa em flagrante e liberada após o pagamento de fiança de R$ 3 mil.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Homem é assassinado a tiros em estacionamento de empresa em Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:14:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[aracruz]]></category>
		<category><![CDATA[Barra do Sahy]]></category>
		<category><![CDATA[SAMU]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um funcionário terceirizado, identificado como Douglas Santos, foi morto e outro baleado dentro do estacionamento de uma empresa portuária na Barra do Sahy, em <strong>Aracruz</strong>, no Norte do Espírito Santo, na tarde de sábado (01/08).</p>



<p>Vídeos compartilhados em redes sociais mostram um homem já caído no chão, quando o suspeito armado se aproxima e efetua outros dois disparos à queima roupa. Em seguida, o atirador, que parece estar uniformizado, foge correndo.</p>



<p>De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu após o fim do expediente, quando dois funcionários se envolveram em uma discussão. Durante o desentendimento, um dos homens, que estava armado, efetuou disparos contra Douglas, que morreu no local.</p>



<p>Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada ao local, mas constatou que a vítima já estava sem vida.</p>



<p>A PM também foi informada por funcionários que outra pessoa também havia sido baleada e socorrida com vida pela ambulância da empresa ao Pronto Atendimento de Barra do Riacho.</p>



<p>A corporação realizou buscas pelo suspeito, mas ele não foi localizado.</p>



<p>O corpo do homem assassinado foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) de Linhares.</p>



<p>A autoria e a motivação do crime serão investigadas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Aracruz. O sepultamento da vítima está previsto para a manhã desta segunda-feira (03/08).</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Fentanil desviado de hospital era misturado a cocaína para aumentar dependência</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/fentanil-desviado-de-hospital-era-misturado-a-cocaina-para-aumentar-dependencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:46:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O fentanil desviado de hospitais no Espírito Santo era misturado a cocaína por traficantes para potencializar os efeitos da droga e aumentar a dependência dos usuários, segundo a Polícia Civil.</p>



<p>A substância, que é cerca de <strong>100 vezes mais potente que a morfina</strong>, fazia parte de um esquema de retirada e venda ilegal de medicamentos de uso controlado descoberto pelo Departamento Especializado em Narcóticos (Denarc).</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<strong>O fentanil é cerca de 100 vezes mais forte do que a morfina. Então, traficantes se aproveitam disso para misturar outras drogas, para aumentar a potencialidade e viciar o usuário mais facilmente. E aí ele consegue oferecer mais lucro, que é sempre o objetivo final do traficante</strong>.&#8221; <em>Ricardo Almeida, delegado titular do Denarc</em></p>



<p>Segundo as investigações, além do fentanil, também eram desviados medicamentos como morfina, cetamina e adrenalina. As substâncias eram retiradas do ambiente hospitalar e revendidas a traficantes, que utilizavam os produtos para reforçar o efeito de outras drogas comercializadas.</p>



<p>A operação resultou na prisão de uma&nbsp;<strong>técnica de enfermagem</strong>, de 31 anos, suspeita de desviar os medicamentos, e de um homem, de 37 anos, apontado como&nbsp;<strong>receptador e traficante</strong>. Um terceiro investigado, preso em novembro do ano passado, teria atuado como&nbsp;<strong>intermediário</strong>&nbsp;entre a profissional de saúde e o traficante.</p>



<p>De acordo com a delegada Fernanda Prado, adjunta do Denarc, o esquema começou a ser descoberto após a prisão do intermediário, em novembro de 2025.</p>



<p>Com o avanço das investigações, a polícia identificou a técnica de enfermagem como responsável pelo fornecimento dos medicamentos e chegou ao suspeito que comprava os produtos para revendê-los ao tráfico.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“Esse preso inicialmente pegava esses produtos e fazia essa revenda para pessoas que estavam envolvidas com o tráfico de drogas. A partir do recebimento dessa substância, esse traficante fazia as misturas em outras drogas, como a cocaína, e passava a vender essas drogas”</strong>,<em> afirmou a delegada.</em></p>



<p>Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, os policiais encontraram morfina nas casas dos dois investigados. Na residência da técnica de enfermagem, também foram apreendidos comprimidos de ecstasy e sete “catuques”, bilhetes usados para comunicação entre presos.</p>



<p>Já na casa do outro suspeito foram localizados uma arma de fogo, munições, uma balança de precisão e outros materiais.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-suspeita-disse-que-esqueceu-medicamento-no-bolso-do-uniforme">Suspeita disse que esqueceu medicamento no bolso do uniforme</h4>



<p>A técnica de enfermagem negou ter desviado os medicamentos do hospital. Segundo a delegada, ela afirmou que a morfina encontrada em sua residência teria sido esquecida no bolso do uniforme, mas admitiu que a substância seria vendida.</p>



<p><strong>“Ela afirmou que esqueceu o medicamento dentro do bolso e não reportou isso. Apesar de negar que estivesse desviando a morfina, ela admitiu que essa droga que foi encontrada com ela seria destinada à comercialização”</strong>, disse Fernanda Prado.</p>



<p>A Polícia Civil ainda não identificou de qual unidade de saúde os medicamentos foram retirados. Como a investigada trabalha como técnica de enfermagem há cerca de seis anos e passou por diferentes locais, as investigações continuam para localizar a origem dos desvios e identificar outros possíveis envolvidos.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-policia-teme-circulacao-de-fentanil-fora-dos-hospitais">Polícia teme circulação de fentanil fora dos hospitais</h4>



<p>Durante a coletiva, a Polícia Civil destacou a preocupação com a circulação do fentanil fora do ambiente hospitalar. O medicamento é um opioide de uso restrito, indicado para o tratamento de dores intensas, e não é vendido em farmácias.</p>



<p>Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Jordano Bruno, o Estado tem tratado com prioridade informações relacionadas ao desvio da substância para evitar problemas semelhantes aos registrados em outros países.</p>



<p><strong>“Esse tipo de informação é tratada pelo Denarc com muito cuidado, com prioridade, para que a gente não permita que passemos pelo que outros países têm passado em relação a essa substância”</strong>, afirmou.</p>



<p>O delegado ressaltou que o fentanil tem alto potencial de dependência e pode causar overdose quando combinado com outras drogas.</p>



<p>Nos Estados Unidos, onde há produção clandestina da substância, o opioide está associado a uma epidemia de mortes por overdose. No Brasil, segundo a Polícia Civil, os casos identificados estão relacionados principalmente ao desvio de medicamentos de uso hospitalar.</p>



<h6 class="wp-block-heading" id="h-material-apreendido">Material apreendido:</h6>



<ul class="wp-block-list">
<li>80 comprimidos de sulfato de morfina;</li>



<li>3 ampolas de sulfato de morfina;</li>



<li>1 ampola de sulfato de haloperidol;</li>



<li>18 comprimidos de ecstasy (MDMA);</li>



<li>3 porções de haxixe;</li>



<li>1 pistola calibre .380;</li>



<li>15 munições calibre .380;</li>



<li>1 balança de precisão.</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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