<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saúde &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/category/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2026 12:08:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.9</generator>
	<item>
		<title>Novas regras para doação de sangue no Brasil: veja o que muda</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/novas-regras-para-doacao-de-sangue-no-brasil-veja-o-que-muda/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/novas-regras-para-doacao-de-sangue-no-brasil-veja-o-que-muda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 12:07:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48649</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Novas diretrizes estabelecem redução e flexibilização de prazos de inaptidão para procedimentos como tatuagens, piercings, exames endoscópicos e cirurgias bariátricas</p>



<p>Novas <strong>regras para a doação de sangue no Brasil</strong> <strong>entraram em vigor nesta quarta-feira (30)</strong>. As medidas pretendem alinhar os critérios de triagem clínica às mais recentes evidências científicas e tecnológicas, ampliando a segurança, além de flexibilizar restrições para públicos que antes enfrentavam impedimentos prolongados.</p>



<p>A <strong>Portaria GM/MS nº 11.685/2026</strong>, publicada no DOU (Diário Oficial da União), redefine o conjunto de regulamentos técnicos da <strong>área de sangue e de procedimentos hemoterápicos</strong>, no âmbito do Sinasan (Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados).</p>



<p>As novas diretrizes pretendem<strong> modernizar e flexibilizar prazos de inaptidão temporária,</strong> reduzindo o tempo de espera após tatuagens e exames endoscópicos, além de <strong>endurecer exigências estruturais</strong> e de <strong>governança para hospitais</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios de doação</h2>



<p>Entre as<strong>novas mudanças</strong> <strong>estão a revisão dos prazos de inaptidão temporária</strong>, substituindo regras antigas por uma análise de risco mais individualizada.</p>



<p><strong>Veja algumas das principais alterações:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tatuagens e piercings:</strong> A portaria reduz o prazo de inaptão em relação a procedimentos estéticos realizados em ambientes com controle adequado de biossegurança. No caso de piercings em cavidades oral ou genital, exigem-se a remoção e um período de espera de quatro meses;</li>



<li><strong>Exames Endoscópicos:</strong> Neste caso, o impedimento para doadores que passaram por procedimentos como endoscopia caiu de seis para quatro meses;</li>



<li><strong>Peso: </strong>Para doação habitual de sangue total ou de componentes, o candidato deve ter, no mínimo, 50 kg. Candidatos com peso abaixo de 50 kg podem ser aceitos mediante avaliação médica. Além disso, é motivo de inaptidão a ocorrência de perda de peso inexplicável superior a 10% da massa corporal nos 3 meses anteriores à doação;</li>



<li><strong>Profilaxias (PrEP e PEP):</strong> A norma estabelece regras específicas para o uso de antirretrovirais voltados à prevenção do HIV, definindo prazos de inaptidão proporcionais à modalidade de tratamento (como quatro meses para profilaxias orais e até dois anos para a modalidade injetável de longa duração);</li>



<li><strong>Doadores Idosos:</strong> Para os idosos, a regulamentação reforça e detalha as condições para a continuidade das<strong> doações por voluntários de repetição com mais de 70 anos</strong>, mediante avaliação médica individualizada no próprio serviço de hemoterapia.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança hospitalar</h2>



<p>A portaria determina alterações no âmbito de segurança hospitalar, <strong>padronizando e endurecendo as exigências estruturais e operacionais</strong> para a rede de saúde e os serviços de hemoterapia.</p>



<p>Segundo o documento, hospitais que realizam cirurgias de grande porte, atendimentos de urgência e emergência, procedimentos obstétricos ou que alcancem a marca de 60 transfusões mensais passam a ter a <strong>obrigatoriedade de contar com estruturas próprias e rigorosas de Agências Transfusionais</strong>.</p>



<p>Além disso, <strong>passa a ser exigido a constituição de instâncias multiprofissionais de governança, por meio dos Comitês Transfusionais</strong>. Esses comitês têm a missão de monitorar o uso racional do sangue, a hemovigilância e a revisão sistemática de eventuais reações adversas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Modernização</h2>



<p>O documento ainda prevê a adoção do padrão global ISBT 128, padronizando terminologias, códigos de barras e rotulagem para garantir a total rastreabilidade do ciclo do sangue, desde o doador até o paciente receptor.</p>



<p>Os s<strong>erviços de hemoterapia ficam obrigados a armazenar os registros</strong> dessas etapas por um período mínimo de <strong>20 anos</strong>.</p>



<p>Além disso, a <strong>norma também formaliza protocolos obrigatórios de mitigação da TRALI (Lesão Pulmonar Aguda Associada à Transfumão). </strong>Essa avaliação deve levar em consideração o sexo biológico, o número de gestações e o histórico de transfusões do doador.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/novas-regras-para-doacao-de-sangue-no-brasil-veja-o-que-muda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EUA confirmam 5ª morte por sarampo este ano; entenda o que leva país ao pior surto desde os anos 2000</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/eua-confirmam-5a-morte-por-sarampo-este-ano-entenda-o-que-leva-pais-ao-pior-surto-desde-os-anos-2000/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/eua-confirmam-5a-morte-por-sarampo-este-ano-entenda-o-que-leva-pais-ao-pior-surto-desde-os-anos-2000/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 11:48:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48634</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">País confirmou quinta morte por sarampo, doença prevenível por vacina. De acordo com governo, mortes eram em pessoas não vacinadas. Pior surto desde os anos 2000 tem relação com queda na imunização.</p>



<p>Os Estados Unidos confirmaram a quinta morte por sarampo. O país vive o pior surto de sarampo desde que a doença foi declarada eliminada, em 2000: já são mais de 3,6 mil casos só este ano, 59% a mais que em todo o ano passado, que já havia sido o pior em décadas. Especialistas norte-americanos ouvidos pelo <strong>g1 </strong>explicam que os Estados Unidos correm o risco de voltar a viver o sarampo como na era pré-vacinação.</p>



<p><strong>A vítima, assim como as outras quatro, era uma pessoa não imunizada. </strong>Desde o início do ano, dois bebês e dois adultas já morreram. Os dados da quinta pessoa não foram divulgados.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>E você pode se perguntar: </strong>o que faz um país desenvolvido viver mortes de uma doença prevenível por uma vacina que existe há pelo menos 30 anos?</li>
</ul>



<p><strong>A resposta não está no surto deste ano isoladamente.</strong> Há pelo menos seis anos a taxa de imunização vem caindo no país. Para impedir a circulação do sarampo, um dos vírus mais contagiosos que existem, a cobertura vacinal precisa ficar acima de 95%, patamar que garante a chamada imunidade de rebanho, quando o vírus não encontra gente suscetível suficiente para se espalhar, mesmo diante de um caso importado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Em 2011, quase metade dos 50 estados americanos, 21, vacinava acima desse patamar. Hoje, são apenas 10.</p>
</blockquote>



<p>Uma estimativa com base nos dados do CDC aponta que 1,7 milhão de crianças não se vacinaram contra a doença nos últimos sete anos, mas os dados podem ser subnotificados por causa do formato de saúde no país, que é privado e descentralizado.</p>



<p>O que há por trás disso é uma onda antivacinação, incluindo discursos endossados por Trump e Kennedy Jr., de que a vacina causa autismo, explicam os especialistas. Ainda que não haja evidência nenhuma disso e que a tese já tenha sido derrubada pela ciência.</p>



<p>Eles contam que, mesmo com mortes de bebês no país, é difícil convencer os pais norte-americanos de que é preciso vacinar seus filhos. Ao <strong>g1</strong>, o infectologista Peter Hotez, da National School of Tropical Medicine, do Baylor College of Medicine, do Texas, e ele explica que o país abriu uma fresta perigosa.</p>



<p>&#8220;Temos um extenso movimento antivacinação que abrange condados inteiros. Tudo isso resultado do movimento antivacinação e é cada vez mais difícil convencer os pais de que as crianças precisam ser vacinadas (&#8230;) É provável que precisemos mudar o esquema vacinal em breve como é feito em países de baixa renda em que o sarampo é endêmico&#8221; — Peter Hotez, infectologista da National School of Tropical Medicine, do Baylor College of Medicine</p>



<p>E soma-se ao movimento antivacina os cortes no Medicaid, que dificulta ainda mais o acesso à imunização, <strong>que lá não é de graça.</strong> Crianças e adultos que precisam de doses têm que pagar por elas, o que dificulta ainda mais ações de controle nos casos de surto, como agora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A queda da cobertura vacinal</h2>



<p>Para proteger contra o sarampo, existe a MMR, a vacina da tríplice viral. Nos Estados Unidos, a recomendação é de que ela seja aplicada em duas doses: uma a partir do um ano de idade e a segunda até os seis anos.</p>



<p>Para conter a circulação do sarampo — um dos vírus mais contagiosos que existem —, a cobertura vacinal precisa ficar acima de 95%. É o patamar que garante o que a ciência chama de imunidade de rebanho: <strong>proteção suficiente para que o vírus não encontre gente suscetível para se espalhar, mesmo quando um caso importado aparece.</strong></p>



<p>Abaixo disso, começam a se acumular grupos suscetíveis e o vírus – que é extremamente transmissível – começa a se proliferar.</p>



<p>No país, a taxa de imunização varia de estado para estado. O <strong>g1 </strong>analisou os dados de cada um deles com base nos dados do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), que é a agência de saúde pública dos Estados Unidos.</p>



<p>E há alguns achados importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2011, quase metade dos estados americanos — 21 dos 44 que incluíram as informações — vacinava contra o sarampo acima de 95% da população infantil.</li>



<li>O cenário começa a mudar entre 2020 e 2021, com o primeiro ano letivo atingido pela Covid-19:<strong> o número de estados com cobertura acima de 95% cai de 20 para 16 em um único ano.</strong></li>



<li>O problema é a que a Covid é controlada, mas as doses nunca mais voltam a esses patamares. Pelo contrário, o número não para de despencar.</li>



<li>Hoje, apenas <strong>10 dos 49 estados avaliados ainda mantêm essa proteção</strong>.</li>
</ul>



<p>Estados que por anos figuraram entre os mais bem vacinados do país, como Minnesota, Utah e Ohio, hoje estão nessa lista. O caso mais extremo é Idaho, que caiu 15 pontos percentuais em uma década e hoje tem a pior cobertura do país, a quase 20 pontos do patamar considerado seguro.</p>



<p>O médico infectologista Peter Hotez, da National School of Tropical Medicine, do Baylor College of Medicine, no Texas, explica que <strong>a baixa adesão às vacinas, mobilizadas por movimentos antivacinação pós-pandemia são os responsáveis pelas quedas bruscas nas taxas.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>E ainda reforça um ponto: </strong>para entender o que está acontecendo com o sarampo no país é preciso uma lupa ainda maior sobre o mapa. Os dados do CDC se organizam por estado, mas ele explica que especialistas no país vem defendendo há anos que ele seja feito por condado – uma divisão entre os estados.</li>
</ul>



<p>Isso porque a vacinação não é uma política homogênea dentro dos estados e nem mesmo o acesso, com a saúde privada no país.</p>



<p>A universidade John Hopkins, uma referência em pesquisa em saúde, tem um mapa em que fez o recorte com os dados por condado e eles revelam bolsões com baixos índices mesmo em estados em que os dados mostram uma alta taxa de vacinação, como a Califórnia e o Novo México.<em> (Veja abaixo)</em></p>



<p>Isso significa que há grandes grupos de populações suscetíveis, onde o vírus pode começar a circular. E, como explicam os médicos no país, um surto local com a política de medicina privada do país é mais difícil de controlar.</p>



<p>Segundo Hotez, o sarampo começa nessas comunidades e se espalha. Isso pode explicar, por exemplo, o caso da Pensilvânia. O estado tem 92,7% de taxa de imunização e não está entre as menores dos Estados Unidos. Ainda assim, reúne o maior número de casos e mortes até agora – já são mais de 700 casos e 5 mortes, entre elas dois bebês.</p>



<p>&#8220;Os números são ainda subnotificados e a forma como analisamos a cobertura vacinal omite bolsões de risco. (&#8230;) Neste momento, o país está em queda livre e caminha para que o próximo ano seja ainda pior do que o que estamos vivendo agora&#8221; — Peter Hotez, infectologista da National School of Tropical Medicine, do Baylor College of Medicine</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a consequência de um país com redução na taxa de imunizados?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>E você pode se perguntar: </strong>qual o tamanho do risco se a maior parte dos Estados Unidos ainda parece ter taxa de imunização em mais de 90%?</li>
</ul>



<p>A pediatra, referência em imunização e diretora na Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) , Flavia Bravo, explica que essa porcentagem se traduz em milhões de pessoas quando se pensa matematicamente.</p>



<p>Veja:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>De acordo com o CDC, este ano letivo, os Estados Unidos avaliaram a carteira de vacinação de 3,7 milhões de crianças que entraram na pré-escola. A cobertura média foi de 92,5%.</li>



<li>Isso significa que quase 284 mil crianças completaram a pré-escola sem as duas doses da vacina tríplice viral só neste ano. Essa conta se repete ano a ano, com variações até maiores, há pelo menos seis anos.</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Se levarmos em conta que o número de não vacinados é sempre nessa média, são pelo menos 1,7 milhão de crianças sem a imunização completa contra a doença no país nos últimos seis anos.</p>
</blockquote>



<p>“A redução da imunização, ainda que pareça uma taxa mínima, tem resultados sem precedentes, como o que estamos vendo. O país criou uma multidão de pessoas suscetíveis e que hoje são crianças e adultos vulneráveis ao vírus”, explica Bravo.</p>



<p>O médico infectologista Peter Hotez, da National School of Tropical Medicine, do Baylor College of Medicine, do Texas, que publicou diversos artigos sobre a imunização no país, <strong>explica que os Estados Unidos enfrenta um desafio e que, para evitar um cenário de escalada ainda mais intensa do sarampo, precisa mudar a política de imunização.</strong></p>



<p>Em países desenvolvidos, em que a doença é controlada, a vacinação é feita a partir dos primeiros doze meses. Já em locais onde a doença se dissemina, é preciso que antes dos seis meses, as crianças recebam uma dose de “controle”.</p>



<p>No entanto, as autoridades de saúde enfrentam um desafio. Por lá, a MMR não é gratuita. Só tem acesso quem tem seguro saúde ou é coberto pelo Medcaid. Do contrário, é preciso pagar pelo imunizante em duas doses. Isso faz com que muitos não coloquem a vacina como prioridade e seja mais difícil tomar ações de prevenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A corrida contra a vacina</h2>



<p>Ao longo do governo, o presidente Donald Trump e o secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., vêm relacionando publicamente a vacina tríplice viral ao autismo — e chegaram a sugerir que o próprio imunizante estaria por trás do aumento de casos de sarampo no país.</p>



<p><strong>A hipótese não é nova, e também não é apoiada por evidências científicas. </strong>Ela remonta a um estudo fraudulento de 1998, do médico britânico Andrew Wakefield, que associou a vacina tríplice viral ao autismo.</p>



<p>A pesquisa foi posteriormente identificada como fraudulenta — os demais autores retiraram os nomes do trabalho, a revista que a publicou a retratou, e Wakefield perdeu a licença para exercer medicina. Desde então, estudos em diferentes países, acompanhando milhões de crianças, não encontraram nenhuma relação causal entre vacinas e autismo.</p>



<p>No início de agosto, Trump assinou um decreto reformulando o calendário nacional de vacinação — Kennedy Jr. estava presente no momento da assinatura. O texto reduziu de 17 para 11 o número de vacinas obrigatórias e reclassificou outras seis, que passaram a valer apenas para grupos específicos ou por decisão médica caso a caso.</p>



<p>Uma das mudanças recaiu justamente sobre a MMR: o novo padrão deixou de recomendar a dose combinada contra sarampo, caxumba e rubéola, priorizando doses separadas para cada uma das três doenças.</p>



<p>A decisão veio mesmo com o país já enfrentando alta expressiva de casos. Ainda assim, o presidente optou por atacar publicamente a vacina combinada, afirmando — sem apresentar dados que sustentassem a alegação — que ela poderia causar mortes e estaria ligada ao autismo. Apesar do discurso, o governo manteve a aplicação da MMR até que versões separadas estivessem disponíveis.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As decisões sobre políticas de vacinação são tomadas principalmente pelos estados, e não pelo governo federal; no entanto, a linguagem e a retórica da Casa Branca podem exercer grande influência. (&#8230;) A frequência de resistência ou recusa por parte dos pais pela imunização vem aumentando constantemente”, explica.</p>
</blockquote>



<p><strong>Recentemente, houve mais um revés: </strong>depois de incluir as duas primeiras mortes por sarampo do país, o CDC voltou atrás e retirou os dados de seu balanço – que agora voltaram nesta terça-feira (29), apesar de ignorar outras duas mortes já confirmadas.</p>



<p>Ao <strong>g1</strong>, Hotez, que tem livros e artigos publicados sobre a imunização no país e é uma autoridade no assunto, diz que o tema vem sendo politizado. “Não vejo evidências científicas que sustentem essas ações”, explica.</p>



<p>Para o médico Omer Awan, especialista em saúde pública que atua na Pensilvânia, reverter o quadro exige justamente o oposto do que o governo tem feito: uma fala uníssona e campanha por imunização. Do contrário, o país pode viver uma cenário como no pré-vacina nos próximos anos.</p>



<p><strong>“Conter a propagação do sarampo exigirá campanhas de conscientização, a oferta da vacina tríplice viral — especialmente para comunidades onde as taxas de vacinação caíram — e mensagens claras sobre a segurança e a eficácia do imunizante”, explica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">E qual o cenário no Brasil?</h2>



<p>No Brasil, a cobertura vacinal completa contra o sarampo, com as duas doses da tríplice viral, está abaixo de 80% — bem distante dos 95% considerados ideais para bloquear a circulação do vírus.</p>



<p>Mesmo assim, o país registrou apenas 42 casos neste ano, a maioria concentrada em São Paulo: 36 deles (85,7%) no estado, sendo dois em São Bernardo do Campo, um em Guarulhos, um em Santo André e os demais na capital.</p>



<p>Para a pediatra Flávia Bravo, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a diferença entre os Estados Unidos e o país não está na cobertura vacinal, mas na resposta aos casos.</p>



<p>O Brasil mantém um sistema de vigilância constante e que tem uma pronta resposta em um sistema que gratuito.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Se nós temos casos, temos um sistema de acompanhamento, rastreio e de resposta para aquela região. Como em São Paulo, por exemplo, que houve campanha de vacinação massiva para evitar a circulação do vírus. Isso inclui até estrangeiros&#8221;, explica.</p>
</blockquote>



<p>O país já viveu a experiência de perder essa margem de segurança. O Brasil chegou a perder o certificado de país que eliminou o sarampo em 2019, mas recuperou o status em 2024, depois de um trabalho de contenção e vigilância epidemiológica.</p>



<p>Ainda assim, a especialista reforça que a cobertura precisa continuar subindo. Para ela, manter os pais vacinando as crianças é a única forma de evitar que o país acumule, ano após ano, uma população cada vez maior de pessoas suscetíveis à doença — o mesmo mecanismo que, segundo ela, já levou os Estados Unidos à situação atual.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nós também temos esse tipo de movimento antivacinação no país, mas conseguimos controlar o vírus ainda. Quem nasceu antes dos anos 90 e da vacina da tríplice viral viveu um sarampo letal, que levava pessoas à morte, que tinham consequências graves para a saúde. É preciso que os pais lembrem que essa é a doença”, explica.</p>
</blockquote>



<p>Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/eua-confirmam-5a-morte-por-sarampo-este-ano-entenda-o-que-leva-pais-ao-pior-surto-desde-os-anos-2000/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Canetas e perda de visão: o que se sabe sobre os 13 casos suspeitos de Noia investigados no Brasil</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/canetas-e-perda-de-visao-o-que-se-sabe-sobre-os-13-casos-suspeitos-de-noia-investigados-no-brasil/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/canetas-e-perda-de-visao-o-que-se-sabe-sobre-os-13-casos-suspeitos-de-noia-investigados-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 11:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48578</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Anvisa apura 13 notificações da lesão no nervo óptico entre pacientes que usavam canetas. Especialistas dizem que tratamento com indicação médica segue seguro.</p>



<p>A Anvisa investiga <strong>13 </strong>notificações de suspeita de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (Noia) em pacientes que usavam canetas da classe dos agonistas de GLP-1, indicadas para diabetes e obesidade, como revelou o <strong>g1</strong>.</p>



<p>De acordo com um levantamento feito a pedido do g1, as notificações envolvem pacientes que usavam Ozempic, Wegovy, Rybelsus e Mounjaro.<em> (Veja abaixo o que dizem as empresas)</em></p>



<p>Os casos ainda são tratados como suspeitos e estão sendo acompanhados pela Anvisa. De acordo com a agência, a presença do remédio e da doença na mesma notificação não comprova que um tenha causado o outro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a Noia?</h2>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A Noia é uma lesão no nervo óptico, a estrutura que leva as imagens do olho até o cérebro.</p>



<p>Ela ocorre quando os pequenos vasos que irrigam a parte da frente desse nervo entopem, num processo semelhante ao de um infarto.</p>



<p>Sem oxigênio e nutrientes, parte das células nervosas morre, e a visão de um dos olhos piora de repente, em geral sem dor. Na maioria dos casos, a perda é definitiva.</p>



<p>A doença é rara e aparece com mais frequência em pessoas que já têm os vasos comprometidos.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> É o caso de quem tem diabetes, condição que danifica o endotélio, camada de células que reveste os vasos por dentro, e deixa o nervo mais vulnerável à falta de sangue.</p>



<p>&#8220;A diabetes danifica o endotélio, que é a camada que reveste os vasos, e deixa o nervo mais vulnerável à falta de sangue. É um quadro raro, mas que a gente pode ver em pacientes com esse quadro&#8221;, explica o oftalmologista Rubens Belfort Neto, doutor e pós-doutor pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que se sabe sobre a relação entre a Noia e as canetas?</h2>



<p>As notificações estão no painel de farmacovigilância da Anvisa, que recebe relatos de pacientes, médicos e das próprias farmacêuticas.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f534.png" alt="🔴" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Todos os casos são tidos ainda como suspeitos e são investigados.</p>



<p>Desde 2018, o sistema reúne 24 suspeitas de neuropatia isquêmica óptica, desses 12 são relacionadas às canetas.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> As que não envolvem as canetas citam imunomoduladores, remédios contra o câncer, outros antidiabéticos e medicamentos de uso oftalmológico.</p>



<p>Entre os agonistas de GLP-1, as notificações se distribuem entre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ozempic: 5 notificações</li>



<li>Wegovy: 3 notificações</li>



<li>Wegovy FlexTouch: 2 notificações</li>



<li>Rybelsus: 2 notificações</li>



<li>Mounjaro: 1 notificação</li>
</ul>



<p>No sistema, 12 registros citam a semaglutida, princípio ativo de Ozempic, Wegovy e Rybelsus, e um cita a tirzepatida, do Mounjaro. Segundo a Anvisa, os casos podem se somar entre os medicamentos.</p>



<p>Em nota ao g1, a agência ressaltou que a presença do remédio e da doença na mesma notificação não comprova que um tenha causado o outro.</p>



<p>Na última semana, pacientes nos Estados Unidos processaram a Novo Nordisk por casos de Noia após o uso de semaglutida. Eles argumentam que o medicamento causou a perda de visão — a empresa nega.</p>



<p>Até agora, nenhum estudo provou essa relação. O mais citado, publicado na revista científica JAMA Ophthalmology, analisou mais de 1,6 mil prontuários e observou risco de quatro a sete vezes maior de Noia entre quem recebeu semaglutida, em comparação com usuários de outras medicações.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os próprios autores, porém, consideraram a observação limitada para estabelecer causa e efeito, porque parte dos pacientes tinha diabetes, que por si só pode levar à doença.</p>



<p>Especialistas ouvidos pelo <strong>g1 </strong>explicam que o estudo e as análises que se existem até agora mostram um aumento do risco. O que não é o bastante para suspender a medicação, por exemplo.</p>



<p>Com o número de casos, a Anvisa determinou em junho de 2025 que a Noia passasse a constar na bula dos medicamentos com semaglutida como reação adversa muito rara.</p>



<p>Para especialistas, o número de notificações não configura um sinal de alarme. Milhões de pessoas usam esses medicamentos, dentro e fora do país, enquanto isso o volume de relatos é pequeno diante desse universo de pacientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem faz o tratamento está seguro?</h2>



<p>Para os especialistas ouvidos pelo <strong>g1</strong>, sim. Quem usa as canetas para tratar obesidade, diabetes ou hipertensão segue tendo mais a ganhar do que a perder.</p>



<p>Segundo Belfort Neto, o aumento de risco sugerido pelos estudos é pequeno, enquanto essas doenças são ameaças comprovadas à saúde.</p>



<p>O próprio monitoramento existe para proteger o paciente. Relatos de efeitos adversos são registrados e investigados, e os casos só deixam de ser suspeitos quando há evidência de relação com o remédio, algo que as pesquisas feitas até aqui não estabeleceram.</p>



<p>A inclusão na bula tem uma função preventiva: quem já teve Noia não deve usar o medicamento. As sociedades médicas também recomendam a suspensão para quem apresenta perda súbita ou recente da visão.</p>



<p>Pacientes com diabetes em tratamento devem fazer exames de retina periódicos, já que a doença aumenta a predisposição a lesões nos vasos do olho.</p>



<p>O cuidado maior, segundo os especialistas, vale para o uso sem indicação médica, cada vez mais comum desde que as canetas ganharam apelo estético.</p>



<p>&#8220;Todo remédio tem pequenos riscos e o benefício tem que ser maior do que o risco. Então, se alguém vai tomar esse remédio sem necessidade, só por vaidade, talvez não deva tomar&#8221;, afirma Belfort Neto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que dizem as empresas</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que diz a Novo Nordisk</strong></li>
</ul>



<p>A semaglutida foi estudada em múltiplos programas de desenvolvimento clínico robustos, com uma exposição total proveniente do uso pós-comercialização de mais de 49 milhões de pacientes/ano.</p>



<p>Em uma análise agrupada, publicada de ensaios clínicos randomizados e controlados por placebo da Novo Nordisk, com liraglutida e semaglutida (com mais de 83.000 pacientes-ano de observação no braço da semaglutida), identificou um número muito baixo de casos de NAION (Neuropatia Óptica Isquêmica Anterior Não-Arterítica) confirmados por oftalmologistas, e não demonstrou um aumento na incidência de NAION em participantes que receberam semaglutida. As análises estatísticas sugeriram que a ocorrência de casos de NAION foi independente do fato de os pacientes terem recebido semaglutida ou placebo.</p>



<p>A semaglutida comprovou uma ampla gama de benefícios além do controle glicêmico e da perda de peso para pessoas com doenças cardiometabólicas. Considerando a totalidade das evidências de ensaios clínicos, relatos pós-comercialização e estudos observacionais, juntamente com a taxa de incidência geralmente baixa de NAION, a Novo Nordisk entende que o perfil de benefício-risco da semaglutida permanece favorável.</p>



<p>A segurança do paciente é uma prioridade máxima para a Novo Nordisk, e consideramos todos os relatos de eventos adversos associados aos nossos medicamentos, colaborando estreitamente com autoridades de saúde e órgãos reguladores em todo o mundo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O que diz a Eli Lilly</strong></li>
</ul>



<p>A segurança dos pacientes é a principal prioridade da Lilly. Monitoramos, avaliamos e reportamos ativamente às autoridades regulatórias as informações de segurança relacionadas a todos os nossos medicamentos. Como parte do nosso processo rotineiro de revisão de segurança, mantemos discussões contínuas com as autoridades regulatórias sobre possíveis temas de segurança e continuaremos avaliando os dados, incluindo quaisquer informações relacionadas a questões oftalmológicas. Se alguém apresentar efeitos colaterais ao utilizar um medicamento da Lilly, deve conversar com seu médico ou outro profissional de saúde.</p>



<p>Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/canetas-e-perda-de-visao-o-que-se-sabe-sobre-os-13-casos-suspeitos-de-noia-investigados-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alerta no Espelho: extensão de cílios em salões exige higiene rigorosa para evitar infecções oculares</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/alerta-no-espelho-extensao-de-cilios-em-saloes-exige-higiene-rigorosa-para-evitar-infeccoes-oculares/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/alerta-no-espelho-extensao-de-cilios-em-saloes-exige-higiene-rigorosa-para-evitar-infeccoes-oculares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 15:22:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48554</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-medium-font-size">Oftalmologista da região alerta que o acúmulo de bactérias e ácaros em procedimentos estéticos malcuidados pode causar desde blefarites até lesões graves na córnea; saiba como manter o olhar marcante sem descuidar da saúde dos olhos</p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A busca por praticidade e pelo &#8220;olhar de boneca&#8221; através da extensão de cílios tem lotado os salões de beleza de todo o estado. No entanto, o procedimento estético — que conquistou adeptas de todas as idades — esconde um risco invisível que tem preocupado os médicos oftalmologistas. Alertas recentes sobre a proliferação de bactérias, resíduos de maquiagem e até ácaros em cílios postiços e extensões mal higienizadas acenderam o sinal amarelo nos consultórios.</p>



<p>A médica oftalmologista <strong>Liliana Nóbrega</strong> explica que a região dos olhos é extremamente delicada. A combinação de cola, resíduos de produtos e o calor típico da estação cria o ambiente perfeito para a proliferação de micro-organismos, como o ácaro <em>Demodex folliculorum</em>, que habita a base dos folículos pilosos.</p>



<p><em>&#8220;Muitas mulheres evitam fazer a higienização correta dos olhos por medo de que os cílios caiam ou a cola descole. O resultado é o acúmulo diário de oleosidade e sujeira, que serve de terreno fértil para bactérias. Isso pode desencadear desde uma blefarite crônica até infecções mais sérias na córnea&#8221;</em>, alerta a especialista.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Os perigos da falta de limpeza</strong></p>



<p>Entre os quadros mais comuns diagnosticados nos consultórios após o uso inadequado ou prolongado de extensões estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Blefarite:</strong> Inflamação das pálpebras que provoca coceira intensa, vermelhidão, descamação e sensação de areia nos olhos.</li>



<li><strong>Conjuntivite Infecciosa:</strong> Irritação e inflamação geradas por contaminação bacteriana.</li>



<li><strong>Ceratite:</strong> Lesão ou úlcera na córnea que, se não tratada rapidamente, pode comprometer a visão.</li>
</ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Orientações para quem não abre mão da extensão</strong></p>



<p>Para quem deseja manter o visual impecável sem prejudicar a saúde ocular, a Dra. Liliana Nóbrega destaca cuidados fundamentais que devem virar rotina:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Escolha de confiança:</strong> Certifique-se de que o estúdio de beleza segue rigorosas normas de biossegurança, esterilização e utiliza produtos de qualidade.</li>



<li><strong>Lave os olhos diariamente:</strong> Use espumas de limpeza neutras ou produtos específicos indicados pelo seu oftalmologista, fazendo movimentos suaves na raiz dos cílios.</li>



<li><strong>Penteie os fios:</strong> O uso de escovinhas próprias evita nós e ajuda a remover resíduos soltos.</li>



<li><strong>Respeite pausas:</strong> Dê intervalos periódicos para que os cílios naturais se recuperem e a pálpebra &#8220;respire&#8221;.</li>



<li><strong>Procure ajuda médica:</strong> Ao primeiro sinal de inchaço, dor, vermelhidão ou coceira persistente, suspenda o uso de maquiagem e procure um oftalmologista. Nunca utilize colírios por conta própria.</li>
</ol>
</blockquote>



<p>Fonte: Mile4 Assessoria de Comunicação</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/alerta-no-espelho-extensao-de-cilios-em-saloes-exige-higiene-rigorosa-para-evitar-infeccoes-oculares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Neuromielite óptica: os impactos na saúde mental além dos sintomas</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/neuromielite-optica-os-impactos-na-saude-mental-alem-dos-sintomas/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/neuromielite-optica-os-impactos-na-saude-mental-alem-dos-sintomas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48495</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Doença rara e autoimune, a neuromielite óptica pode afetar rotina, relações, trabalho e projetos de vida, além de provocar medo e insegurança</p>



<p>As marcas da <strong>Neuromielite Óptica e Doenças do seu Espectro (NMOSD)</strong> nem sempre aparecem nos exames. Além dos desafios neurológicos, a doença impacta identidade, família, trabalho e projetos de vida, reforçando a importância de incluir a <strong>saúde mental</strong> no cuidado integral.</p>



<p>A NMOSD é uma doença neurológica rara, autoimune e inflamatória que acomete principalmente o nervo óptico e a medula espinhal. Pode provocar perda visual, limitações motoras, dor, fadiga e, em alguns casos, sequelas permanentes.</p>



<p>O diagnóstico é feito por meio da avaliação clínica, exames de imagem e testes laboratoriais, mas há aspectos que nenhum exame consegue medir: o medo de novas crises, a insegurança diante da imprevisibilidade e as mudanças impostas aos planos de vida.</p>



<p>A doença afeta predominantemente mulheres entre 30 e 40 anos, muitas delas em plena fase de construção da carreira, da independência financeira e da vida familiar.</p>



<p>Homens e crianças também podem ser acometidos, ampliando os impactos para toda a família.</p>



<p>Receber o diagnóstico de uma doença rara e crônica frequentemente desencadeia um processo de adaptação semelhante ao luto.</p>



<p>Não se trata apenas de aprender sobre uma condição médica, mas de reorganizar expectativas, redefinir prioridades e construir uma nova rotina diante das limitações e incertezas.</p>



<p>Um dos aspectos mais difíceis da NMOSD é sua imprevisibilidade. Mesmo com tratamento, muitos pacientes convivem com a preocupação constante de uma nova crise, que pode resultar em internações, novas sequelas e mudanças na autonomia.</p>



<p>Essa incerteza pode favorecer ansiedade, insegurança e dificuldade para planejar o futuro.</p>



<p>Recentemente, uma pesquisa sobre qualidade de vida realizada com pessoas com NMOSD em diferentes regiões do Brasil mostrou que os domínios mais comprometidos foram justamente as limitações físicas e emocionais, evidenciando que o impacto da doença vai muito além do comprometimento neurológico.</p>



<p>Outro desafio importante são as chamadas sequelas invisíveis. Sintomas como fadiga intensa, dor neuropática, alterações de sensibilidade e exaustão emocional nem sempre são percebidos por quem convive com o paciente.</p>



<p>Muitas pessoas conseguem manter suas atividades, mas à custa de um esforço físico e psicológico muito maior do que aparentam.</p>



<p>Após o diagnóstico, também é comum surgir uma cobrança para continuar sendo a mesma pessoa de antes. Muitos pacientes tentam manter o mesmo ritmo de vida, mesmo quando o corpo exige adaptações.</p>



<p>Reconhecer limites, porém, não significa desistir, mas encontrar formas mais sustentáveis de preservar autonomia, qualidade de vida e projetos pessoais.</p>



<p>A doença também transforma a dinâmica familiar. Internações, tratamentos e possíveis limitações afetam a organização da casa, do trabalho e do cuidado com filhos e familiares.</p>



<p>Em muitos casos, o sofrimento emocional está relacionado ao receio de perder a independência ou de se tornar um peso para aqueles que ama.</p>



<p>Como psicóloga e paciente com Neuromielite Óptica desde 2015, aprendi que o enfrentamento de uma doença crônica não significa voltar a ser quem se era antes, mas construir uma nova forma de viver.</p>



<p>Costumo dizer que encontrei um “novo normal”: uma vida com adaptações, mas também com sonhos, objetivos e possibilidades.</p>



<p>Cada pessoa percorre esse caminho de maneira diferente. Psicoterapia, apoio familiar, espiritualidade, grupos de pacientes e atividades que proporcionam sentido podem fortalecer o processo de adaptação.</p>



<p>O importante é que a doença não se torne a única definição da identidade de quem convive com ela.</p>



<p>Falar sobre saúde mental na NMOSD também significa discutir acesso ao diagnóstico precoce, acompanhamento especializado e tratamentos adequados.</p>



<p>O cuidado emocional não pode ser separado das condições concretas que influenciam a vida do paciente.</p>



<p>A neuromielite óptica ensina que nem todo sofrimento é visível. Por trás dos exames, existem pessoas reconstruindo suas histórias, preservando sua autonomia e buscando continuar vivendo apesar dos desafios.</p>



<p>A saúde mental precisa fazer parte do cuidado integral. Afinal, uma pessoa com NMOSD é muito mais do que seu diagnóstico.</p>



<p>Reconhecer essa dimensão invisível é um passo essencial para oferecer um cuidado mais humano, completo e digno.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/neuromielite-optica-os-impactos-na-saude-mental-alem-dos-sintomas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O caminho da ciência para tentar chegar à cura do HIV</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/o-caminho-da-ciencia-para-tentar-chegar-a-cura-do-hiv/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/o-caminho-da-ciencia-para-tentar-chegar-a-cura-do-hiv/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48425</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Após décadas de avanços no tratamento e na prevenção, pesquisadores tentam agora vencer um dos principais obstáculos à cura: o vírus que permanece escondido no organismo.</p>



<p>Quarenta e cinco anos depois do início da epidemia de HIV, a ciência consegue falar de uma palavra que durante muito tempo pareceu distante:&nbsp;<strong>cura</strong>.</p>



<p>Ela ainda não existe como um <strong>tratamento simples</strong> e <strong>disponível </strong>para quem vive com o vírus. Mas já deixou de ser apenas uma <strong>possibilidade teórica</strong>. Segundo a<strong> Sociedade Internacional de AIDS (IAS, na sigla em inglês)</strong>, 13 pessoas são consideradas curadas do HIV — todas em situações muito específicas, principalmente após transplantes de células-tronco feitos para tratar cânceres graves.</p>



<p>O desafio agora é outro:&nbsp;conseguir o mesmo resultado sem depender de um transplante de medula, procedimento de alto risco que&nbsp;<strong>não é indicado para tratar o HIV</strong>.</p>



<p>No Brasil, uma das pesquisas que tentam chegar a esse objetivo é conduzida pelo infectologista <strong>Ricardo Diaz</strong>, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente está mais próximo agora. Então, é possível que a gente ainda consiga, nos próximos anos, observar alguma coisa diferente, que é a cura das pessoas sem precisar de um transplante de medula e começar a aumentar essa escala”, afirma Diaz.</p>
</blockquote>



<p>Para entender por que isso ainda é tão difícil, é preciso olhar para uma característica do próprio HIV:&nbsp;<strong>a capacidade de se esconder dentro das células do organismo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O vírus que fica escondido</strong></h2>



<p>Os&nbsp;<strong>medicamentos antirretrovirais</strong>&nbsp;disponíveis hoje conseguem impedir que o HIV se multiplique e reduzir a quantidade de vírus no sangue a níveis indetectáveis.</p>



<p>Com o tratamento correto, uma pessoa pode ter boa qualidade de vida e chegar à&nbsp;<strong>carga viral indetectável</strong>,&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/10/26/diretriz-sobre-hiv-atualiza-conceito-de-indetectavel-e-inclui-remedio-de-dose-unica.ghtml">condição em que o HIV não é transmitido por via sexual.</a></p>



<p><strong>O tratamento, porém, não elimina todo o vírus.</strong></p>



<p>Parte do HIV permanece dentro de algumas células, principalmente do sistema de defesa, sem se multiplicar. Esses esconderijos são chamados de&nbsp;<strong>reservatórios virais</strong>.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Como o vírus está praticamente adormecido, os medicamentos não conseguem atingi-lo da mesma forma que combatem o HIV em atividade.</p>



<p>Por isso, quando o tratamento é interrompido, o vírus que estava escondido pode&nbsp;<strong>voltar a se multiplicar.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O reservatório viral, que é a persistência do vírus, é o grande obstáculo para a cura”, explica Diaz.</p>
</blockquote>



<p>Justamente por isso, eliminar ou controlar de forma permanente esse reservatório virou uma das principais frentes da pesquisa mundial sobre cura do HIV.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A prova de que a cura é possível</h2>



<p>Os casos já registrados de cura mostraram que eliminar o HIV do organismo é possível. O primeiro deles foi o americano<strong>&nbsp;Timothy Ray Brown</strong>, conhecido como “<a class="" href="https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2019/04/14/drauzio-varella-entrevista-primeiro-homem-curado-do-virus-hiv.ghtml">paciente de Berlim</a>”.</p>



<p>Ele e os demais pacientes curados precisavam de transplantes para tratar doenças graves, como leucemia ou linfoma.&nbsp;<strong>Em alguns desses casos, os doadores tinham uma alteração genética que dificulta a entrada do HIV nas células.</strong></p>



<p>O transplante também substitui grande parte das células do&nbsp;<strong>sistema imunológico</strong>&nbsp;e pode ajudar a eliminar células que ainda carregavam o vírus.</p>



<p>Mas esse caminho não pode ser reproduzido simplesmente em milhões de pessoas com HIV. O transplante&nbsp;<strong>traz riscos importantes</strong>&nbsp;e só se justifica quando há outra doença grave que exige o procedimento.</p>



<p>Por isso, os pesquisadores tentam descobrir quais mecanismos levaram à cura nesses pacientes e como reproduzi-los de maneira mais segura.</p>



<p>A infectologista e pesquisadora australiana Sharon Lewin, uma das principais especialistas mundiais em cura do HIV, afirma que provavelmente vários mecanismos&nbsp;<strong>atuam ao mesmo tempo</strong>&nbsp;nos casos de transplante.</p>



<p>Segundo ela, novas abordagens que reforçam a resposta imunológica já conseguiram fazer alguns participantes de estudos controlar o vírus mesmo depois da suspensão dos antirretrovirais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Acho que a cura será possível sem transplante. Ensaios clínicos recentes com anticorpos e também com anti-PD-1 [tipo de imunoterapia que estimula a resposta do sistema imunológico] mostraram que, em alguns participantes, a imunidade natural específica contra o HIV pode ser reforçada o suficiente para permitir que eles controlem a replicação do vírus mesmo sem a terapia antirretroviral”, afirma Lewin.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">O paciente de São Paulo</h2>



<p>Uma dessas tentativas ganhou atenção internacional justamente no Brasil.</p>



<p>Em um estudo liderado por Diaz, um paciente que vivia com HIV recebeu uma combinação de medicamentos e outras intervenções que buscavam atingir o reservatório e fortalecer a resposta do sistema imunológico.</p>



<p>Depois da interrupção dos antirretrovirais, ele ficou cerca de um&nbsp;<strong>ano em remissão</strong>, sem sinais detectáveis do vírus em exames. O HIV, porém, voltou posteriormente.</p>



<p>O caso ficou conhecido como “<strong>paciente de São Paulo</strong>”.</p>



<p>Para Diaz, o resultado chamou atenção porque o paciente chegou a apresentar&nbsp;<strong>características semelhantes às observadas em pessoas curadas por transplante</strong>, apesar de não ter passado pelo procedimento.</p>



<p>O caso, porém, também mostrou uma das dificuldades desse campo: um período sem vírus detectável não significa necessariamente que o HIV desapareceu do organismo. Pequenas quantidades podem permanecer escondidas e voltar a se multiplicar meses ou até anos depois.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acordar ou manter o HIV adormecido</h2>



<p>Entre as estratégias em estudo, uma tenta “<strong>acordar</strong>” o HIV escondido para que as células infectadas possam ser eliminadas. Outra busca fazer o contrário: manter o vírus silenciado de forma permanente, mesmo sem os antirretrovirais.</p>



<p>Também são testados anticorpos, terapias celulares e edição genética. Na&nbsp;<strong>Unifesp</strong>, a equipe de Ricardo Diaz prepara um&nbsp;<strong>estudo de fase 2&nbsp;</strong>com cerca de&nbsp;<strong>60 voluntários</strong>&nbsp;para testar uma combinação de estratégias.</p>



<p><strong>Nenhuma delas, até agora, resultou em uma cura segura e disponível para a população.</strong></p>



<p>Mas os avanços no tratamento transformaram o HIV em uma&nbsp;<strong>condição controlável</strong>, e a prevenção também ganhou novas ferramentas, como a PrEP. A cura, porém, ainda exige estudos longos e acompanhamento por anos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente mostra os casos de sucesso, mas registra os casos que deram errado também. Não é uma coisa que é 100%. Todo esse processo científico é longo”, diz Diaz.</p>
</blockquote>



<p>Hoje, a ciência já sabe que o HIV pode ser eliminado ou controlado por longos períodos sem medicamentos em casos raros.</p>



<p>O desafio é transformar esses resultados em uma&nbsp;<strong>estratégia segura, duradoura e acessível</strong>.</p>



<p>Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/o-caminho-da-ciencia-para-tentar-chegar-a-cura-do-hiv/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arena Pulse On reúne especialistas e atletas com orientações sobre performance, saúde e superação</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/arena-pulse-on-reune-especialistas-e-atletas-com-orientacoes-sobre-performance-saude-e-superacao/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/arena-pulse-on-reune-especialistas-e-atletas-com-orientacoes-sobre-performance-saude-e-superacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vitória]]></category>
		<category><![CDATA[vitória ES]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48308</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Nutricionista, fisioterapeuta e atletas de alta performance compartilham experiências e dicas em palestras na Arena Pulse On.</em></p>



<p>A Arena Pulse On da Maratona de Vitória segue movimentando a Praça do Papa, com palestras inspiradoras e cheias de conteúdo prático para corredores e entusiastas do esporte, transformando conhecimento em inspiração.</p>



<p>Na manhã desta quinta-feira (27), o nutricionista esportivo Jefferson Gonçalves e o fisioterapeuta Thiago Ferraz participaram de um bate-papo sobre <strong>“Coração de Atleta: performance, limites e sinais de alerta”</strong>, mediado pela jornalista Luciane Ventura.</p>



<p>Já na parte da tarde, foi a vez da palestra <strong>“Da largada à Virada de Chave”</strong>, com o ultramaratonista Carlos Gusmão, o maratonista aquático Cesar Saade e o alpinista Juarez Soares, que compartilharam histórias de superação e experiências únicas em provas e desafios extremos.</p>



<p>Durante a palestra, os profissionais e os atletas reforçaram que respeitar os limites do corpo e buscar orientação profissional são atitudes fundamentais para que o corredor alcance seus objetivos com segurança e saúde.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://valedoitaunas.com.br/storage/images/2026/08/post-1787914969.jpg" alt="Dicas dos especialistas para correr bem a Maratona de Vitória" title="Dicas dos especialistas para correr bem a Maratona de Vitória"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O fisioterapeuta Thiago Ferraz com a mediadora Luciane Ventura e o nutricionista esportivo Jefferson Gonçalves – Foto: @esportevix</strong></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Orientações nutricionais</h2>



<p>O nutricionista esportivo Jefferson Gonçalves destacou a importância da organização alimentar para garantir bom desempenho nas provas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O corpo precisa ser abastecido não somente no famoso ‘jantar de corredor’, mas de forma completa ao longo do dia, com foco em carboidratos como arroz, feijão, macarrão, batata, banana-da-terra, purê, entre outros. O consumo de proteínas deve ser moderado, já que proteína, gordura e fibras demoram mais para serem digeridas”, explica.</p>
</blockquote>



<p>Ele recomenda reduzir saladas e vegetais, que são ricos em fibras e tendem a tornar a digestão mais lenta.</p>



<p>No dia da prova, Jefferson orienta que a refeição seja feita entre 1h30 e 2h antes da largada, sempre com carboidratos como pão com geleia, banana, tapioca ou banana-da-terra cozida.</p>



<p>Ele reforçou que cada corredor deve manter os alimentos que já consome ao longo dos treinos, evitando mudanças de última hora que podem trazer riscos desnecessários.</p>



<p>Quanto às bebidas, a água é essencial, podendo ser complementada com suco de uva ou de beterraba. O café pode ser consumido, mas exige atenção, já que pode ter efeito laxativo em algumas pessoas. O leite, por sua vez, deve ser evitado por sua composição nutricional, que pode gerar desconforto.</p>



<p>Durante a corrida, o nutricionista explica que em provas de 5k e 10k não há necessidade de consumir carboidratos, pois o corpo já estará abastecido com o que foi ingerido na véspera. Nesses casos, basta hidratar-se em todos os pontos de água.</p>



<p>Já em distâncias maiores, como 21k e 42k, recomenda-se ingerir fontes de carboidratos a cada 30 minutos, utilizando opções como mariola, frutas cristalizadas ou suplementos testados previamente nos treinos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção de lesões</h2>



<p>O fisioterapeuta Thiago Ferraz abordou os cuidados para evitar lesões, ressaltando que elas estão diretamente ligadas à sobrecarga e à fadiga.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“As noites mal dormidas ou semanas de treinos intensos podem aumentar o risco de problemas musculares. Dor persistente por mais de sete dias deve ser considerada lesão, exigindo pausa nos treinos e avaliação profissional”, orienta.</p>
</blockquote>



<p>Além da dor, sinais como fadiga e cansaço também devem ser respeitados pelo corredor.</p>



<p>Thiago destacou ainda que câimbras durante a corrida são resultado da fadiga muscular e, para evitá-las, é fundamental controlar o esforço, manter a hidratação e cuidar da alimentação.</p>



<p>Sobre os rituais pré-prova, ele afirma que o aquecimento é mais importante do que o alongamento, preparando o corpo para o esforço físico.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://valedoitaunas.com.br/storage/images/2026/08/post-1787914989.jpg" alt="Dicas dos especialistas para correr bem a Maratona de Vitória" title="Dicas dos especialistas para correr bem a Maratona de Vitória"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Carlos Gusmão, Cesar Saade, Luciane Ventura, Newton Gomes (Pace Eventos) e Juarez Soares – Foto: @esportevix</strong></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Histórias de superação</h2>



<p>Na palestra <strong>“Da largada à Virada de Chave”</strong>, os atletas trouxeram relatos marcantes de suas trajetórias.</p>



<p>Em 2019, o alpinista Juarez Soares tornou-se o primeiro capixaba a alcançar o ponto mais alto do mundo, o Everest, e nesta quinta contou sobre o projeto de 21 anos, de 2002 a 2023, para escalar as sete montanhas mais altas do mundo, incluindo o Everest, com 8.848 metros de altitude.</p>



<p>Segundo Juarez, as adversidades das montanhas exigem atenção constante e o montanhismo tem uma diferença marcante em relação às demais provas, onde o atleta quer completar a prova de qualquer forma.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Muitas vezes queremos seguir adiante, mas é preciso reconhecer que desistir também deve ser uma opção, pois tudo depende das condições climáticas e da segurança naquele momento”, explica.</p>
</blockquote>



<p>Já o maratonista aquático Cesar Saade narrou sua façanha aos 60 anos, quando nadou 60 km de Vitória a Guarapari, e levou seis horas para concluir a prova.</p>



<p>Ele ressaltou que o processo de se tornar maratonista aquático depende de planejamento multidisciplinar e da capacidade de apreciar o treino tanto quanto a competição.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nas provas longas sabemos que vamos sofrer. É preciso abstrair o sofrimento e pensar naquele ciclo de treinamento, pensar nas pessoas que estão torcendo por você e que treinaram com vc”, relata.</p>
</blockquote>



<p>O ultramaratonista Carlos Gusmão compartilhou experiências em provas de resistência extrema, como os 217 km no deserto, quando encarou temperatura ambiente de 54º e asfalto a 89º, além dos 246 km da Spartathlon, na Grécia, concluídos em 32 horas.</p>



<p>Ele já participou de mais de 30 maratonas apenas neste ano e se prepara para correr os 42k da Maratona de Vitória no próximo domingo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nas provas mais longas, a dor faz parte. O que me move é a paixão pelo esporte e a vontade de concluir. Eu procuro esvaziar minha mente cantando uma música, faço uma oração e tiro o foco da dor”, explica.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Entrega de kits</h2>



<p>A entrega dos kits acontece até sábado (29), das 10h às 19h, na Arena Pulse On, montada na Praça do Papa.</p>



<p>Cada kit inclui viseira, camisa oficial, chip, eletrólito, bolsa, número de peito e brindes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Programação Arena Pulse On</h2>



<p><strong>28/08 – sexta-feira</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>9h:</strong> Alongamento.</li>



<li><strong>10h:</strong> Palestra “Regras da Corrida para 2027 — Norma 7”, com Newton Gomes, da Pace Eventos, e Diogo Mello, da Federação Capixaba de Atletismo (FECAT).</li>



<li><strong>11h:</strong> Aulão de kickboxing para crianças com Mestre Denis.</li>



<li><strong>12h:</strong> Pausa para almoço com apresentação musical.</li>



<li><strong>15h:</strong> Aula de dança com exercícios físicos.</li>



<li><strong>16h:</strong> Palestra “Importância do professor para melhorar performance”, com as assessorias O2 FIT, Maximize, UltraSports e Evo.</li>



<li><strong>17h:</strong> Palestra “Superação e Motivação”, com Cleusa Stofaleti, Karina Vaillant e o cardiologista Dr. Rodrigo Dutra.</li>



<li><strong>18h:</strong> Aula de dança com exercícios físicos.</li>



<li><strong>19h:</strong> Happy Hour.</li>
</ul>



<p><strong>29/08 – sábado</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>6h:</strong> Largada 5k e 10k.</li>



<li><strong>6h40:</strong> Aula de dança com exercícios físicos.</li>



<li><strong>8h:</strong> Premiação.</li>



<li><strong>8h30:</strong> Show da Banda Movimento.</li>



<li><strong>10h:</strong> Forró.</li>



<li><strong>11h:</strong> Aula de dança com exercícios físicos.</li>



<li><strong>12h:</strong> Pausa para almoço.</li>



<li><strong>14h:</strong> Palestra “Alto Rendimento e Motivação”, com o medalhista olímpico de vôlei de praia Bruno Schmidt.</li>



<li><strong>15h:</strong> Aula de dança com exercícios físicos.</li>



<li><strong>16h:</strong> Maratoninha Kids.</li>



<li><strong>18h:</strong> Atividade infantil.</li>
</ul>



<p><strong>30/08 – domingo</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>5h30:</strong> Largada 21k e 42k.</li>



<li><strong>7h:</strong> DJ Monia.</li>



<li><strong>8h30:</strong> Premiação.</li>



<li><strong>9h:</strong> Show com Glauco.</li>



<li><strong>10h:</strong> Premiação.</li>



<li><strong>10h30:</strong> Show com Glauco.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p><strong>Maratona de Vitória</strong></p>



<p><strong>Data:</strong> 29 e 30 de agosto, Praça do Papa.<br><strong>Entrega de kits:</strong> até sábado, 29 de agosto, das 10h às 19h, Praça do Papa.<br><strong>Informações:</strong> <a href="http://www.maratonadevitoria.com.br/">www.maratonadevitoria.com.br</a> ou <a href="http://www.paceeventos.com.br/">www.paceeventos.com.br</a>.<br><strong>Apresentação:</strong> Fortlev.<br><strong>Patrocínio Master:</strong> Governo do Estado, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte Capixaba (LIEC).<br><strong>Patrocínio:</strong> Fibrasa, Magia do Mar, Extrabom e CAIXA.<br><strong>Apoio:</strong> Prefeitura Municipal de Vitória.<br><strong>Organização:</strong> Pace Eventos.</p>



<p>Fonte: L4 Comunicação</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/arena-pulse-on-reune-especialistas-e-atletas-com-orientacoes-sobre-performance-saude-e-superacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>7ª Formação do PSE em 2026 enfatiza os benefícios da atividade física e da saúde mental</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/7a-formacao-do-pse-em-2026-enfatiza-os-beneficios-da-atividade-fisica-e-da-saude-mental/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/7a-formacao-do-pse-em-2026-enfatiza-os-beneficios-da-atividade-fisica-e-da-saude-mental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aracruz]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura de aracruz]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48294</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Auditório do Complexo de Saúde de Aracruz (CSA), bairro Jequitibá, recebeu na manhã desta terça-feira (25), a 7ª Formação do Programa Saúde na Escola (PSE). O evento, destinado a profissionais de escolas, das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Conselho Tutelar, Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e equipe PAS, enfatizou a importância e os benefícios de se trabalhar a atividade física e a saúde mental. As palestras foram conduzidas pela Educadora Física Leysle Santos e pelos psicólogos Pedro Henrique Badaró Nascimento e Thaís Batista.</p>



<p>Leysle Santos iniciou seu momento pedindos que o público presente ficasse de pé para participar de um alongamento, trabalhando a respiração. Depois, ela pediu que, em duplas, as pessoas repetissem seu movimentos, dinâmicas essas que tiveram o objetivo de promover maior bem-estar e interação entre todos, sendo que sua palestra teve como foco a atividade física, a saúde mental e o papel do profissional de Educação Física na Atenção Primária à Saúde.</p>



<p>Segundo ela, o Educador Físico foi incluído entre as categorias dos profissionais de saúde em 1997, por meio da Resolução Nº 218. Do mesmo modo, foi apresentado todo o marco histórico desta profissão, passando pela sua aprovação da Primeira Política Nacional de Promoção de Saúde, em 2006, até o lançamento do Programa Academia e Saúde, ampliando espaços públicos para a prática orientada de exercícios físicos, em 2011.&nbsp;<em>“Essa semana participei de um congresso de educação física que tratou exatamente disso, de nossa inserção na área da saúde. Hoje, 67% de nossa população depende do SUS, e com relação ao papel do educador físico na área do SUS, somente 192 profissionais atuam no Espírito Santo, o que é muito pouco, levando em consideração a quantidade de UBS e hospitais que podemos atuar”</em>, chamou a atenção.</p>



<p>A Educadora Física apresentou ainda seu trabalho desenvolvido com idosos, estimulando-os com caminhadas e atividades na Praça da Paz. Sobre os benefícios da relação entre saúde mental e atividade física, ela mostrou que essa prática tem impacto químico no cérebro, fortalecimento psicológico direto e ganhos na rotina e cognição.&nbsp;<em>“Quando falamos em saúde, estamos falando apenas de ausência de doença? Saúde mental também é viver, conviver, participar, ter autonomia e sentir-se pertencente, porque pertencer também é cuidar. Saúde não é apenas a ausência de doença. É a presença de vínculos, de participação, de sentido e de comunidade”</em>, completou.</p>



<p><strong>Primeiros Socorros Psicológicos</strong><br>A psicóloga Thaís Batista tratou dos Primeiros Socorros Psicológicos, o que, segundo ela, são princípios e estratégias para um acolhimento humanizado em situações de sofrimento psíquico.&nbsp;<em>“Temos que entender isso como um conjunto de ações de acolhimento, escuta e apoio inicial prestados a uma pessoa que esteja passando por algum sofrimento emocional após uma situação estressante ou traumática”</em>, explicou.</p>



<p>Thaís mostrou que essas ações podem promover na pessoa uma sensação de segurança e proteção, o que reduz o sofrimento emocional imediato, atende as necessidades práticas urgentes para fortalecer estratégias de enfrentamento, estimula a conexão com a rede de apoio e identifica situações que necessitam de encaminhamento especializado.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Para trabalhar isso, entram em ação três elementos primordiais, que são: observar; escutar e conectar.&nbsp;<em>“Quando observamos a pessoa, estamos falando de qual seu estado geral, do risco à segurança, das necessidades imediatas, do ambiente considerado mais adequado para a escuta e como devemos abordá-la sem constrangê-la. O escutar é promover uma escuta respeitosa, acolhedora e sem julgamentos, oferecendo presença, sem investigação, deixando-a ciente de que você está disponível, o que é mais importante do que entender a situação. Já o conectar ajuda a pessoa a acessar recursos que favoreçam a recuperação, seja com familiares, professor de referência, amigos de confiança, entre outros”</em>, detalhou.</p>



<p>O público também conheceu o passo a passo dos primeiros socorros psicológicos na escola, como garantir a segurança, aproximar-se de forma acolhedora, escutar sem julgamentos e validar emoções. Finalizando, foi feita uma dinâmica para discutir, com base em casos concretos, quais os fatores de risco e proteção existem diante das diversas problemáticas que podem aparecer dentro da escola.</p>



<p><strong>Brincando de saúde mental na Educação Infantil</strong><br>O psicólogo Pedro Henrique Badaró Nascimento finalizou as ações do dia com um relato de caso e de como seu trabalho à frente de crianças tem trazido resultados positivos, por meio de um planejamento específico para as demandas dos grupos, sendo que cada aluno que esteja passando por algum sofrimento psíquico leve ou questões comportamentais, é selecionado com base na observação da escola e na lista de espera.&nbsp;<em>“Minha principal ferramenta no cuidado é o espaço que permite o brincar livre, sendo que é por meio do brincar que a criança expressa suas emoções, consegue ser escutada em sua singularidade, cria vínculos e vida social, além de desenvolver a capacidade de resolução de conflitos e desafios, ela constrói novas relações consigo e com o outro, o que dá sentido às suas relações e experiências fortalece habilidades cognitivas e psicomotoras”</em>, disse.</p>



<p>Por fim, o psicólogo mostrou que para pensar a saúde mental infantil é necessário olhar para o que sustenta a criança enquanto sujeito, família e escola. </p>



<p>Fonte: Prefeitura Municipal de Aracruz (PMA)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/7a-formacao-do-pse-em-2026-enfatiza-os-beneficios-da-atividade-fisica-e-da-saude-mental/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Inclua nossa voz”: Caminhada da Inclusão será em Vitória</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/inclua-nossa-voz-caminhada-da-inclusao-sera-em-vitoria/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/inclua-nossa-voz-caminhada-da-inclusao-sera-em-vitoria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[vitoria]]></category>
		<category><![CDATA[vitória]]></category>
		<category><![CDATA[vitória ES]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48184</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Orla de Camburi, em Vitória, recebe neste domingo (23) a <strong>Caminhada da Inclusão</strong>, mobilização que integra a programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. A atividade reúne pessoas com deficiência, familiares, profissionais, representantes de entidades e apoiadores para tratar da inclusão e da participação social.</p>



<p>A iniciativa é realizada pela Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Associação Vitória Down e Federação das Pestalozzi. A campanha nacional, realizada de 21 a 28 de agosto, tem como tema “Deficiência não define. Oportunidade transforma. Inclua nossa voz.” A proposta é reforçar a participação das pessoas com deficiência nas decisões e nos espaços da sociedade.</p>



<p>A concentração será às 8h, no quiosque K5, no Maho Gastrobar. Os participantes seguirão pela Orla de Camburi até o quiosque K6, localizado no bolsão, antes do Repique Samba Lounge.</p>



<p>Para a presidente da Feapaes-ES, Maria das Graças Vimercati, a atividade representa a união de entidades e participantes em torno da inclusão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">“Quando caminhamos juntos, mostramos que a inclusão precisa fazer parte de todos os espaços da sociedade. O tema deste ano reforça algo fundamental: é preciso ouvir a voz das pessoas com deficiência, reconhecer seus desejos e capacidades e garantir que tenham oportunidades para participar e transformar suas próprias histórias”.</p>
</blockquote>



<p>O diretor social da Feapaes-ES, Vanderson Gaburo, destaca que a realização em um espaço público amplia o alcance da discussão sobre inclusão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">“A caminhada nos permite sair dos espaços onde essa pauta já é discutida e levá-la para toda a sociedade. É um convite para que mais pessoas conheçam essa realidade, reflitam sobre seu papel e entendam que construir uma sociedade inclusiva é uma responsabilidade de todos”.</p>
</blockquote>



<p>A presidente da Associação Vitória Down, Lisley Sophia, afirma que a caminhada também representa um momento de reafirmar a necessidade de inclusão no cotidiano.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">“Esse é um momento de celebrar as nossas conquistas, mas, acima de tudo, de lembrar que a inclusão se faz no dia a dia. Quando ocupamos a orla juntos, estamos mostrando que as pessoas com síndrome de Down e outras deficiências têm voz, sonhos e um potencial incrível. Lutamos por espaço, respeito e oportunidades reais para transformar nossas histórias.”</p>
</blockquote>



<p>A caminhada pretende ampliar a visibilidade da pauta da inclusão e incentivar a participação das pessoas com deficiência nos espaços públicos.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/inclua-nossa-voz-caminhada-da-inclusao-sera-em-vitoria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde promove Dia D de Multivacinação com ampla programação de serviços de saúde neste sábado (22) em Aracruz</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/saude-promove-dia-d-de-multivacinacao-com-ampla-programacao-de-servicos-de-saude-neste-sabado-22-em-aracruz/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/saude-promove-dia-d-de-multivacinacao-com-ampla-programacao-de-servicos-de-saude-neste-sabado-22-em-aracruz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura de aracruz]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48162</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Secretaria Municipal de Saúde realiza neste sábado&nbsp;(22)&nbsp;uma grande mobilização na rede de Atenção Primária à Saúde. A iniciativa integra o&nbsp;<strong>Dia D de Multivacinação</strong>&nbsp;e amplia a oferta de serviços nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), com ações voltadas à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao acompanhamento da saúde da população.</p>



<p>Durante o sábado,&nbsp;<strong>todas as UBS do município funcionarão das 8h às 15h</strong><strong>.</strong>&nbsp;A proposta é aproveitar a mobilização para aproximar diferentes serviços da população e incentivar os moradores a utilizarem a unidade de referência não apenas quando há necessidade de atendimento, mas também como espaço permanente de prevenção e cuidado.</p>



<p>“É um momento importante para que as famílias aproveitem a ida à Unidade de Saúde e verifiquem não apenas a situação vacinal, mas também outros cuidados que fazem diferença na prevenção de doenças e na qualidade de vida”, destaca a secretária da pasta, Rosiane Scarpatt.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Multivacinação</h3>



<p>Um dos principais focos da mobilização será a atualização da situação vacinal de&nbsp;crianças e adolescentes menores de 15 anos. As salas de vacina estarão preparadas para receber as famílias, avaliar as cadernetas e identificar as doses que eventualmente estejam em atraso.</p>



<p>A orientação é que pais ou responsáveis levem a&nbsp;Caderneta de Vacinação,&nbsp;documento de identificação,&nbsp;o Cartão do SUS e o CPF&nbsp;da criança ou do adolescente.</p>



<p>A avaliação individual da caderneta é importante porque permite verificar quais vacinas estão pendentes e quais precisam ser atualizadas, contribuindo para a proteção contra doenças imunopreveníveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prevenção e cuidado com a saúde dos rins</h3>



<p>A programação também terá uma ação específica para a prevenção e identificação precoce de alterações da função renal. Por meio da iniciativa&nbsp;Creatinina Capixaba, serão realizadas coletas de sangue nas Unidades Básicas de Saúde para o exame de creatinina.</p>



<p>A ação é direcionada a pessoas com&nbsp;hipertensão arterial e/ou diabetes, grupos que apresentam maior risco de desenvolver alterações na função dos rins.</p>



<p>A creatinina é um dos exames utilizados na avaliação da função renal e pode contribuir para a identificação de alterações antes do aparecimento de sintomas. Por isso, a estratégia busca ampliar o acesso à avaliação e fortalecer o acompanhamento dos usuários pela Atenção Primária.</p>



<p>As coletas da ação serão ampliadas na rede municipal até&nbsp;22 de setembro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Avaliação do Colesterol</h3>



<p>Na&nbsp;UBS CAIC, a mobilização contará ainda com uma ação voltada à&nbsp;dislipidemia, condição relacionada a alterações nos níveis de colesterol e outros lipídios no sangue e que pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares.</p>



<p>A atividade será destinada a pessoas com&nbsp;hipertensão arterial e/ou diabetes&nbsp;pertencentes ao território da unidade. Os usuários poderão realizar a coleta de sangue na própria UBS para avaliação do colesterol e receber orientações de acordo com os resultados.</p>



<p>A iniciativa reforça a importância do acompanhamento dos fatores de risco cardiovasculares e da identificação precoce de alterações que podem ser acompanhadas e tratadas pela rede de saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cadastro biométrico</h3>



<p>Outro serviço que estará disponível durante a mobilização é o&nbsp;Cadastro Biométrico. A ação busca ampliar a adesão dos usuários ao procedimento e aproveitar a movimentação nas unidades para facilitar o acesso da população ao serviço. Os moradores que ainda não realizaram o cadastro ou que precisem atualizar seus dados poderão procurar a equipe da unidade para receber as orientações necessárias.</p>



<p>A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a atualização cadastral contribui para a qualificação das informações dos usuários e para o aprimoramento da organização dos serviços oferecidos pela rede municipal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Agosto Dourado: atenção à mulher, à gestante e ao bebê</h3>



<p>A programação do sábado também terá atividades relacionadas ao&nbsp;Agosto Dourado, campanha que reforça a importância da amamentação e do apoio às mulheres durante o período de gestação, pós-parto e amamentação.</p>



<p>Algumas unidades desenvolverão atividades específicas para&nbsp;mulheres, gestantes, puérperas e bebês, reunindo orientações e serviços de saúde. Na&nbsp;UBS Jequitibá, a programação será ampliada e contará com orientações, palestras, testes rápidos, realização de preventivos, atualização do cadastro biométrico e outros cuidados.</p>



<p>A iniciativa busca fortalecer a orientação às mulheres e ampliar o acesso a ações que contribuem para o cuidado integral da mãe e do bebê.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Agosto Lilás leva serviços e orientação às mulheres</h3>



<p>As ações do&nbsp;Agosto Lilás&nbsp;também estarão presentes na mobilização, com atividades realizadas em parceria com a&nbsp;Câmara Municipal de Aracruz e o Comitê da Procuradoria da Mulher.</p>



<p>Na&nbsp;Barra do Riacho, em frente ao&nbsp;Centro de Referência de Assistência Social (Cras), será instalada uma tenda com serviços e orientações voltados às mulheres. A programação contará com&nbsp;aferição da pressão arterial, avaliação da glicemia capilar, orientações sobre saúde da mulher, atendimento odontológico e Unidade Odontológica Móvel, além de informações relacionadas à proteção e aos direitos das mulheres.</p>



<p>A proposta é unir cuidado em saúde e informação, ampliando o acesso das mulheres a serviços e orientações importantes para sua saúde e proteção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Atenção Primária: porta de entrada para o cuidado</h3>



<p>A mobilização do dia 22 reúne, em um mesmo sábado, diferentes estratégias de prevenção e acompanhamento em saúde. Além de facilitar o acesso da população aos serviços, a iniciativa reforça o papel das Unidades Básicas de Saúde como espaços de cuidado contínuo e de acompanhamento das famílias.</p>



<p>Para Rosiane Scarpatt, ações como essa permitem ampliar a busca ativa, identificar situações que precisam de acompanhamento e fortalecer o vínculo entre os usuários e as equipes de saúde.&nbsp;<em>“A orientação é que os moradores aproveitem o funcionamento das unidades no sábado para verificar sua situação vacinal, realizar os serviços disponíveis de acordo com o público-alvo e buscar informações sobre os cuidados necessários para manter a saúde em dia. Convidamos a população a participar da mobilização e aproveitar a oportunidade para cuidar da saúde, prevenir doenças e manter o acompanhamento junto à rede municipal”</em>, disse.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>Dia D de Multivacinação e Grande Ação de Saúde</strong><br><strong>Data:</strong>&nbsp;sábado, 22 de agosto<br><strong>Horário:</strong>&nbsp;das 8h às 15h<br><strong>Local:</strong>&nbsp;todas as Unidades Básicas de Saúde de Aracruz</p>



<p>Fonte: Prefeitura Municipal de Aracruz (PMA)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/saude-promove-dia-d-de-multivacinacao-com-ampla-programacao-de-servicos-de-saude-neste-sabado-22-em-aracruz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 71/88 queries in 0.011 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-10-05 09:57:14 by W3 Total Cache
-->