<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tecnologia &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/category/tecnologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2026 11:46:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.10</generator>
	<item>
		<title>Pix por aproximação: limite de R$ 500 acaba amanhã</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/pix-por-aproximacao-limite-de-r-500-acaba-amanha/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/pix-por-aproximacao-limite-de-r-500-acaba-amanha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48625</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Nova regra do Banco Central começa a valer nesta quinta-feira (1º) e deixa pagamento mais flexível</p>



<p id="h-nova-regra-do-banco-central-entra-em-vigor-e-permite-pagamentos-acima-do-antigo-teto-respeitando-os-limites-definidos-para-cada-conta"><strong>Nova regra do Banco Central entra em vigor e permite pagamentos acima do antigo teto, respeitando os limites definidos para cada conta</strong>.</p>



<p>A partir de amanhã, <strong>1º de outubro</strong>, o Pix por aproximação ficará mais flexível: o teto fixo de <strong>R$ 500</strong> para esse tipo de pagamento será retirado pelo Banco Central. A mudança foi anunciada em junho e entra oficialmente em vigor nesta quarta-feira.</p>



<p>Na prática, os usuários poderão realizar transações de valor mais elevado por aproximação, desde que sejam respeitados os limites definidos para a própria conta e as regras de segurança da instituição financeira.</p>



<p>A mudança aproxima o funcionamento do Pix por aproximação das demais modalidades do sistema e dá ao usuário maior autonomia para definir os limites de utilização, de acordo com as opções disponibilizadas pelo banco ou pela instituição de pagamento.</p>



<p>A nova regra também alcança pagamentos iniciados pela chamada Jornada Sem Redirecionamento (JSR) no Open Finance.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda a partir de amanhã?</h2>



<p>Até hoje, mesmo que o cliente tivesse um limite de Pix superior a R$ 500, uma transação realizada por aproximação estava sujeita ao teto específico da modalidade.</p>



<p>Com a retirada dessa trava, o valor máximo de uma operação por aproximação deixará de ser limitado especificamente a R$ 500. O usuário poderá solicitar à instituição financeira alterações nos limites por transação e diário, conforme as opções disponíveis em seus canais digitais.</p>



<p>Isso não significa, porém, que o Pix por aproximação ficará sem limites. Os mecanismos de segurança e gerenciamento continuam existindo. A diferença é que o teto específico da modalidade deixa de ser uma regra geral para todos os usuários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o consumidor precisa saber</h2>



<p>Para quem já utiliza o Pix por aproximação, a mudança pode passar despercebida inicialmente. O funcionamento continuará semelhante: o usuário aproxima o celular ou outro dispositivo compatível da maquininha e realiza o pagamento conforme as condições de autenticação e segurança estabelecidas pela instituição financeira.</p>



<p>A principal mudança está no valor máximo que poderá ser utilizado em uma única transação por aproximação.</p>



<p>Quem quiser utilizar a modalidade para pagamentos de maior valor deverá verificar os limites disponíveis no aplicativo do banco e, se necessário, solicitar uma alteração.</p>



<p>Por isso, vale conferir as configurações da conta antes de utilizar o recurso em compras de valores mais altos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Pix por aproximação ficará sem limite?</h2>



<p>Não.</p>



<p>O fim do teto específico de R$ 500 não significa que o consumidor poderá realizar pagamentos de qualquer valor simplesmente aproximando o celular da maquininha.</p>



<p>Continuarão existindo limites definidos para as transações, além dos mecanismos de segurança adotados pelas instituições financeiras e de pagamento.</p>



<p>A diferença é que o valor de R$ 500 deixa de funcionar como uma trava regulatória específica para o Pix por aproximação. Na prática, cada usuário deverá observar as condições e os limites disponíveis para sua conta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais liberdade, mas também mais atenção</h2>



<p>A retirada do teto específico amplia as possibilidades de utilização do Pix por aproximação, mas também reforça a importância dos cuidados com segurança digital.</p>



<p>Como o celular concentra cada vez mais funções financeiras, a proteção do aparelho passa a ter um papel ainda mais importante.</p>



<p>Senha, biometria, bloqueio remoto e atenção às notificações de transações são medidas simples que ajudam a reduzir riscos em caso de perda ou uso indevido do dispositivo.</p>



<p>Para quem não pretende realizar pagamentos elevados por aproximação, manter limites mais baixos pode ser uma alternativa para reduzir a exposição financeira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma mudança que acompanha a evolução dos pagamentos</h2>



<p>A decisão do Banco Central ocorre em um momento em que o celular deixou de ser apenas uma ferramenta para acessar o banco e passou a funcionar, cada vez mais, como uma carteira digital.</p>



<p>O Pix por aproximação faz parte dessa transformação.</p>



<p>Ao retirar o limite específico, o Banco Central reduz uma diferença entre essa modalidade e outras formas de utilização do Pix. A tendência é que o pagamento se torne cada vez mais integrado à experiência de compra, sem exigir que o consumidor abra necessariamente o aplicativo do banco ou escaneie um QR Code.</p>



<p>A experiência fica mais simples: aproximar o aparelho, autenticar quando necessário e concluir o pagamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E o Open Finance?</h2>



<p>A mudança não se restringe ao Pix por aproximação. A nova regra também alcança pagamentos iniciados pela Jornada Sem Redirecionamento (JSR) no Open Finance.</p>



<p>Nesse modelo, o consumidor pode iniciar um pagamento dentro de um ambiente digital compatível sem precisar ser redirecionado para o aplicativo da instituição financeira onde mantém a conta.</p>



<p>A medida aproxima as regras dessas diferentes experiências de pagamento e acompanha a evolução de um mercado em que bancos, fintechs, carteiras digitais e outras plataformas disputam cada vez mais espaço na jornada financeira do consumidor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o usuário deve fazer</h2>



<p>A partir de amanhã, vale acessar o aplicativo do banco ou da instituição de pagamento e verificar como os limites do Pix estão configurados. É importante observar principalmente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Limite por transação:</strong> qual é o valor máximo permitido em uma única operação.</li>



<li><strong>Limite diário:</strong> quanto pode ser movimentado por Pix dentro do período estabelecido pela instituição.</li>



<li><strong>Gerenciamento de limites:</strong> quais opções estão disponíveis para aumentar ou reduzir esses valores.</li>



<li><strong>Segurança:</strong> quais mecanismos de autenticação são exigidos para operações de maior valor.</li>



<li><strong>Carteiras digitais:</strong> caso utilize uma carteira compatível, verificar como a nova regra será aplicada às transações realizadas por esse ambiente.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda na prática</h2>



<p>Imagine um consumidor que possui um limite de Pix superior a R$ 500, mas até agora não conseguia utilizar esse mesmo valor em uma compra feita por aproximação.</p>



<p>A partir de amanhã, essa diferença deixa de existir como uma trava específica da modalidade. Se o limite autorizado para a conta permitir, o pagamento poderá ser realizado por aproximação acima dos antigos R$ 500.</p>



<p>Isso torna a experiência mais uniforme entre as diferentes formas de utilização do Pix. O consumidor deixa de ter uma regra específica simplesmente porque escolheu aproximar o celular da maquininha em vez de utilizar um QR Code ou outra forma de iniciação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O celular cada vez mais próximo da carteira</h2>



<p>A mudança também reforça uma transformação que vem acontecendo silenciosamente no mercado financeiro.</p>



<p>O smartphone está deixando de ser apenas a porta de entrada para os serviços bancários e assumindo funções que antes dependiam de cartões, carteiras físicas e outros dispositivos. O Pix por aproximação representa justamente essa evolução.</p>



<p>A tecnologia permite que uma ação que antes exigia alguns passos dentro de um aplicativo seja reduzida a uma aproximação do aparelho com a maquininha, acompanhada dos mecanismos de autenticação necessários.</p>



<p>Com a retirada do teto específico, essa experiência poderá ser utilizada em um número maior de situações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma mudança pequena na regra, mas importante na experiência</h2>



<p>O fim do limite específico de R$ 500 pode parecer apenas uma alteração regulatória. Para o consumidor, porém, a mudança representa maior flexibilidade na utilização do Pix por aproximação.</p>



<p>O Banco Central passa a tratar a modalidade de maneira mais próxima das demais formas de pagamento pelo sistema, enquanto o gerenciamento dos limites continua sendo realizado dentro das regras estabelecidas pelas instituições financeiras.</p>



<p>Para quem já utiliza o recurso, a experiência continuará praticamente a mesma. A diferença estará no valor que poderá ser movimentado, desde que respeitados os limites autorizados para cada conta.</p>



<p>O Pix por aproximação dá, assim, mais um passo para se tornar parte natural da rotina de pagamentos, com o celular cada vez mais assumindo o papel de uma carteira digital.</p>



<p><strong>Para o consumidor, fica uma recomendação simples: antes de realizar pagamentos de maior valor por aproximação, confira os limites configurados no aplicativo do seu banco e mantenha os mecanismos de segurança do aparelho sempre ativos.</strong></p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/pix-por-aproximacao-limite-de-r-500-acaba-amanha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IA avançada pode representar um ‘risco existencial para a humanidade’, alerta ONU</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/ia-avancada-pode-representar-um-risco-existencial-para-a-humanidade-alerta-onu/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/ia-avancada-pode-representar-um-risco-existencial-para-a-humanidade-alerta-onu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 11:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48429</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Durante sessão do Conselho de Direitos Humanos, Alto Comissário chamou atenção dos avanços da inteligência artificial</p>



<p>O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, fez um alerta nesta segunda-feira, 7, para a necessidade de elaborar rapidamente uma governança da inteligência artificial, ao afirmar que a IA avançada pode “representar um risco existencial para a humanidade”.</p>



<p>“Uma IA que escapa de seu ambiente de teste ou que chantageia os desenvolvedores para evitar ser desativada é uma IA muito poderosa”, declarou Türk na abertura do 63º período de sessões do Conselho de Direitos Humanos em Genebra. Ele pediu uma ação “antes que seja tarde demais”.</p>



<p>Türk lamentou que “um punhado de homens tenha um poder quase ilimitado sobre a IA, que nos dizem repetidamente ter uma capacidade de computação inimaginável”. “Eles falam de liberdade, mas, quando observamos mais de perto, isso acaba sendo pouco mais do que a liberdade de explorar nossos dados”, denunciou.</p>



<p>A IA que engana os humanos já é uma realidade. Os modelos mais recentes de IA generativa já não se contentam em cumprir ordens, chegando até a mentir, maquinar ou ameaçar para alcançar seus objetivos. Em julho, agentes de IA da OpenAI saíram de seu ambiente teoricamente confinado e entraram espontaneamente na plataforma Hugging Face, em busca de respostas para um teste.</p>



<p>Os incidentes relacionados com agentes que ultrapassam suas prerrogativas para cumprir a missão que havia sido confiada aumentaram nos últimos meses: a Anthropic e a chinesa Alibaba registraram casos similares. Fatos que geram preocupação entre pesquisadores, diante das crescentes dificuldades para monitorar modelos cada vez mais poderosos.</p>



<p>Volker Türk disse que enviará em breve cartas às empresas do setor “para exigir que adotem medidas para reduzir os riscos desde já”. “No mínimo, precisamos que os países que abrigam a IA e os que participam de suas cadeias de suprimentos concordem com linhas vermelhas comuns”, destacou.</p>



<p>“Precisamos de uma verificação independente e de uma cooperação muito mais estreita em relação à segurança dentro da indústria”, acrescentou. Também pediu que sejam levadas em consideração “as epercussões da IA nas práticas trabalhistas, nos princípios fundamentais da democracia e em nosso meio ambiente”.Fonte: epercussões da IA nas práticas trabalhistas, nos princípios fundamentais da democracia e em nosso meio ambiente”.</p>



<p>Fonte: Veja</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/ia-avancada-pode-representar-um-risco-existencial-para-a-humanidade-alerta-onu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial amplia recursos de acessibilidade</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/inteligencia-artificial-amplia-recursos-de-acessibilidade/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/inteligencia-artificial-amplia-recursos-de-acessibilidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 12:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48359</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">A inteligência artificial (IA) tem sido uma força motriz no desenvolvimento de tecnologias assistivas, oferecendo soluções inovadoras para pessoas com deficiência em diversas áreas, como comunicação, mobilidade e visão.</p>



<p>A inteligência artificial (IA) vem sendo utilizada no desenvolvimento de <strong>tecnologias assistivas</strong> destinadas a pessoas com deficiência. As aplicações abrangem áreas como comunicação, mobilidade, visão, audição, educação e acesso à informação. Um estudo publicado em 2026 na revista Disability and Rehabilitation: Assistive Technology identificou crescimento das pesquisas sobre o uso de IA no desenho de soluções de acessibilidade, com destaque para inteligência artificial, tecnologia assistiva e aprendizado profundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-ia-na-deficiencia-visual-e-auditiva">IA na deficiência visual e auditiva</h2>



<p>Na área da deficiência visual, sistemas de IA podem reconhecer objetos, interpretar imagens e ambientes e transformar informações visuais em descrições por texto ou áudio. A tecnologia também pode ser utilizada em ferramentas de leitura e reconhecimento de voz. Essas aplicações se relacionam ao campo das tecnologias assistivas digitais, que inclui softwares e aplicativos voltados à comunicação, cognição e visão, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p>Para pessoas com deficiência auditiva ou dificuldades de comunicação, a IA pode contribuir para o reconhecimento automático da fala, geração de legendas e desenvolvimento de sistemas de comunicação aumentativa e alternativa. Uma revisão publicada na Revista Interface Tecnológica identificou aplicações envolvendo reconhecimento de voz, tradutores de Libras e assistentes virtuais, além de apontar possibilidades relacionadas à comunicação e ao acesso à educação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mobilidade e seleção de tecnologias</h2>



<p>Na mobilidade, sistemas que combinam inteligência artificial e sensores podem auxiliar na identificação de obstáculos, reconhecimento de ambientes e orientação durante deslocamentos. Um mapeamento sistemático publicado na Revista Brasileira de Computação Aplicada analisou soluções que integram inteligência artificial e internet das coisas para tecnologias assistivas, com aplicações voltadas à redução de barreiras encontradas no cotidiano.</p>



<p>A IA também começa a ser estudada como ferramenta para a escolha de tecnologias assistivas. Um trabalho publicado em 2026 na revista Assistive Technology descreveu uma iniciativa da OMS que utiliza técnicas de raciocínio de máquina para auxiliar na seleção desses produtos. O sistema ainda está em fase de protótipo e considera informações relacionadas às necessidades funcionais dos usuários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios e acesso às ferramentas</h2>



<p>A utilização dessas ferramentas, porém, envolve desafios. Uma revisão sistemática publicada na revista Health Informatics Journal analisou 45 artigos sobre IA e deficiência e apontou, entre os problemas identificados, a predominância de uma abordagem médica da deficiência e de perspectivas que podem não considerar adequadamente a diversidade das experiências das pessoas com deficiência.</p>



<p>O acesso às próprias tecnologias assistivas também permanece como uma questão. A OMS estima que mais de 2,5 bilhões de pessoas necessitem de pelo menos um produto assistivo no mundo. Entre as barreiras estão custos, disponibilidade, financiamento, formação de profissionais e oferta limitada de produtos.</p>



<p>Para a OMS, o desenvolvimento de tecnologias assistivas deve considerar a participação dos usuários, além de pesquisa, inovação, políticas públicas e condições de acesso. No caso das soluções baseadas em IA, esses fatores também são relacionados à necessidade de avaliar segurança, privacidade, precisão dos sistemas e possíveis vieses.</p>



<p>O avanço da inteligência artificial, portanto, amplia as possibilidades de desenvolvimento de ferramentas para reduzir barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência. A aplicação desses recursos depende, contudo, de que as tecnologias sejam desenvolvidas e avaliadas a partir das necessidades dos usuários e estejam acompanhadas de condições para seu acesso e utilização.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/inteligencia-artificial-amplia-recursos-de-acessibilidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google expande plataforma de IA Gemini para escritórios de advocacia</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/google-expande-plataforma-de-ia-gemini-para-escritorios-de-advocacia/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/google-expande-plataforma-de-ia-gemini-para-escritorios-de-advocacia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 12:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[gemini]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48270</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Google, da Alphabet, ampliou nesta terça-feira (25), sua plataforma de&nbsp;<strong>IA (Inteligência Artificial)</strong>&nbsp;<strong>Gemini Enterprise</strong>&nbsp;com novas ferramentas para advogados e escritórios de advocacia, acelerando a corrida entre as empresas de tecnologia para atender à demanda do setor jurídico.</p>



<p>A empresa afirmou que o Gemini Enterprise ajudaria os escritórios de advocacia a utilizar a IA para gerenciar tarefas rotineiras e complexas, permitindo que os advogados se concentrem em serviços de maior valor agregado, ao mesmo tempo em que mantêm seus dados seguros e confidenciais.</p>



<p>O novo plug-in para o&nbsp;<strong>Gemini Enterprise</strong>&nbsp;inclui integração com softwares jurídicos e plataformas de dados, além de um conjunto de agentes de IA que, segundo o Google, podem lidar com funções jurídicas e administrativas especializadas sem supervisão humana significativa.</p>



<p>A <strong>Alphabet lançou o Gemini Enterprise</strong> para clientes empresariais em outubro, em uma tentativa de atrair mais clientes corporativos com suas ofertas de IA. O Google Cloud se tornou um dos negócios de crescimento mais rápido da Alphabet.</p>



<p>Além da área jurídica, o Google anunciou também que estava lançando ferramentas setoriais para o setor de serviços financeiros e que, posteriormente, lançaria outras ofertas específicas para outros setores.</p>



<p>Empresas concorrentes de IA, incluindo a Anthropic, também ampliaram suas ofertas para o mercado corporativo nos últimos meses, inclusive no setor jurídico. Um relatório de 2026 da Deloitte sobre a adoção da IA pelo setor jurídico revelou que os escritórios de advocacia estão investindo fortemente na tecnologia como parte de uma transformação que ainda se encontra em seus estágios iniciais.</p>



<p>A Thomson Reuters, proprietária da Reuters e do banco de dados de pesquisa jurídica Westlaw, está entre os concorrentes na disputa pela participação no mercado do setor jurídico. Na segunda-feira, a empresa lançou um modelo de linguagem de grande escala de desenvolvimento próprio, chamado Thomson 1.0, treinado com seu próprio conteúdo de pesquisa jurídica e desenvolvido para o trabalho profissional.</p>



<p>A empresa afirmou que o modelo foi desenvolvido com base em tecnologia de código aberto e se baseia em décadas de seu próprio conteúdo jurídico “confiável”.</p>



<p>O Google informou que sua plataforma se conectará de forma direta e segura a outras plataformas de tecnologia jurídica pertencentes à Thomson Reuters, às desenvolvedoras de software de IA jurídica Harvey e Legora, entre outras.</p>



<p>Os escritórios de advocacia estão adotando rapidamente ferramentas de IA generativa capazes de auxiliar na pesquisa jurídica, na elaboração de documentos e na execução de outras tarefas jurídicas. Muitos também estão utilizando a IA em operações comerciais, como gestão de clientes e de processos, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a eficiência.</p>



<p>A nova oferta do Google foi projetada para oferecer flexibilidade aos escritórios de advocacia, afirmou Amrita Mehrok, diretora de produtos do Google Cloud na empresa, permitindo que eles escolham entre os modelos de IA integrados à plataforma.</p>



<p>Alguns grandes escritórios de advocacia firmaram parcerias estratégicas com fornecedores de IA e, em alguns casos, estão desenvolvendo suas próprias plataformas de IA. O Google informou que Weil Gotshal, Cleary Gottlieb, Freshfields e Williams &amp; Connolly fazem parte de um grupo de escritórios que colabora com a empresa no projeto Gemini Enterprise for Legal</p>



<p>Jonathon Soler, sócio-gerente da Weil Gotshal, afirmou em uma entrevista que os clientes esperam cada vez mais que seus advogados utilizem a IA e aproveitem suas vantagens em termos de eficiência.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/google-expande-plataforma-de-ia-gemini-para-escritorios-de-advocacia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo anuncia R$ 2,3 bi para IA e busca equilíbrio entre EUA e China</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/governo-anuncia-r-23-bi-para-ia-e-busca-equilibrio-entre-eua-e-china/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/governo-anuncia-r-23-bi-para-ia-e-busca-equilibrio-entre-eua-e-china/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48206</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo brasileiro anunciou nesta quinta-feira investimentos de cerca de R$ 2,3 bilhões para fortalecer seu ecossistema de infraestrutura para inteligência artificial, dividindo projetos entre empresas dos Estados Unidos e da China, em um movimento que ressalta a tentativa de equilibrar relações com as duas potências.</p>



<p>Pouco mais da metade do total, R$ 1,3 bilhão, financiará um projeto de infraestrutura de supercomputação no Rio de Janeiro desenvolvido em parceria com as chinesas Huawei e iFlytek.</p>



<p>Segundo o governo, a estrutura será usada principalmente para desenvolver modelos de linguagem de uso geral e aplicações setoriais.</p>



<p>Separadamente, cerca de R$ 1 bilhão será destinado a um edital para um supercomputador que o Brasil espera ver entre as dez máquinas mais poderosas do mundo para processamento de inteligência artificial.</p>



<p>O equipamento será instalado no Rio Grande do Norte, escolhido, segundo o governo, por seu forte potencial energético. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do anúncio do investimento no Estado.</p>



<p>Integrantes do governo, sob condição de anonimato, disseram esperar que a fabricante norte-americana de chips Nvidia vença a disputa, depois que a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na semana passada que previa a empresa como fornecedora.</p>



<p>&#8220;A estratégia não é depender de uma única empresa, tecnologia ou país&#8221;, afirmou o governo federal em nota, acrescentando que os investimentos buscam fortalecer a soberania nacional sobre dados gerados por serviços públicos e privados brasileiros.</p>



<p>Protagonista global na corrida da inteligência artificial, a China tem ampliado sua presença como principal parceira comercial do Brasil. Já os Estados Unidos seguem como a maior fonte de investimento direto estrangeiro no país, apesar de terem perdido participação no comércio e de terem imposto recentemente tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.</p>



<p>Os investimentos serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), com desembolsos parcelados.</p>



<p>O governo espera que o supercomputador entre em operação até o final do próximo ano, e que a infraestrutura de supercomputação em cooperação com as empresas chinesas opere a partir de julho.</p>



<p>Lula, que tem defendido reiteradamente autonomia estratégica em relação às grandes potências, enfrenta uma campanha presidencial para reeleição na qual seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), promete maior aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caso seja eleito.</p>



<p>O governo também anunciou nesta quinta-feira uma parceria com a Espanha baseada na arquitetura aberta RISC-V para o desenvolvimento de chips, planos para um serviço brasileiro de computação em nuvem por meio de parcerias público-privadas e a futura criação de um centro nacional de transparência algorítmica e IA confiável, que será operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/governo-anuncia-r-23-bi-para-ia-e-busca-equilibrio-entre-eua-e-china/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cerca de um quinto dos brasileiros não resolvem conflitos sem IA</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/cerca-de-um-quinto-dos-brasileiros-nao-resolvem-conflitos-sem-ia/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/cerca-de-um-quinto-dos-brasileiros-nao-resolvem-conflitos-sem-ia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48153</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa exclusiva realizada pela CNN em parceria com o Instituto Locomotiva revelou um paradoxo significativo no comportamento dos brasileiros diante da inteligência artificial: dois terços dos usuários afirmam que a tecnologia os deixou mais inteligentes, enquanto metade admite que se tornou mais preguiçosa por causa dela. Álvaro Machado, neurocientista e sócio do Locomotiva, comenta o tema ao&nbsp;<strong>Prompt CNN</strong>.</p>



<p>Os dados expõem uma contradição interna: 67% dos entrevistados relatam sensação de empoderamento com o uso da IA, mas 51% reconhecem uma dependência crescente que dificulta a realização de tarefas de forma autônoma.</p>



<p>Mais da metade daqueles que se sentem mais inteligentes também se sentem mais preguiçosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dependência em decisões cotidianas</h2>



<p>Os números da pesquisa detalham como essa dependência se manifesta em diferentes áreas da vida. Segundo os dados, 31% dos usuários não aprendem um assunto do zero sem recorrer à IA, terceirizando o processo de construção do conhecimento.</p>



<p>Outros 25% não tomam decisões financeiras sem antes consultar a tecnologia, e 22% não resolvem conflitos pessoais sem o auxílio de ferramentas de inteligência artificial.</p>



<p>Álvaro Machado, que comentou os resultados no programa, destacou a dimensão moral do fenômeno. &#8220;Essa preguiça significa que nós estamos cada vez menos donos dos nossos caminhos&#8221;, afirmou.</p>



<p>Ele cunhou o termo &#8220;algoritmização do pensamento&#8221; para descrever o processo pelo qual o algoritmo passa a dominar a maneira como as pessoas raciocinam.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a ciência diz sobre o cérebro e a IA</h2>



<p>Álvaro Machado citou uma pesquisa do MIT para explicar as diferenças no funcionamento cerebral conforme o tipo de uso da inteligência artificial. Segundo ele, quando a IA é utilizada para explorar um assunto novo, o usuário se torna mais capaz.</p>



<p>No entanto, quando a tecnologia é usada para substituir a elaboração do próprio pensamento — como na redação de um texto —, as áreas do cérebro ativadas são menos relevantes para o pensamento profundo do que as acionadas quando a tarefa é realizada de forma independente.</p>



<p>&#8220;Há de fato uma dicotomia entre o que acontece quando você usa IA para pesquisar e ampliar seu repertório do que acontece quando você usa IA para isso&#8221;, explicou Machado.</p>



<p>Ele ressaltou que, ao contrário de tecnologias anteriores como a escrita ou a calculadora, a inteligência artificial é a primeira ferramenta capaz de efetivamente construir o raciocínio e o resultado final pelo usuário, o que representa uma diferença qualitativa em relação a todos os dispositivos externos que existiram antes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O risco para quem não quer se esforçar</h2>



<p>Machado alertou para as consequências de uma relação passiva com a tecnologia, especialmente no campo da educação.</p>



<p>Segundo ele, tratar o conteúdo escolar como algo desimportante — sob o argumento de que as informações estão disponíveis na IA — ignora que o esforço da aprendizagem é determinante para o desenvolvimento da pessoa.</p>



<p>&#8220;A inteligência artificial, por abrir essa nova porta do pensamento, cria um risco para quem não quer se esforçar&#8221;, disse.</p>



<p>Para Machado, a distinção essencial está entre decorar informações, que se perdem, e formar raciocínios, que constroem toda a rede neural e argumentativa de uma pessoa.</p>



<p>&#8220;Está aí a beleza de se esforçar mentalmente e está aí onde a gente tem que trazer a inteligência artificial para ela somar com a gente e não subtrair a nossa existência&#8221;, concluiu.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/cerca-de-um-quinto-dos-brasileiros-nao-resolvem-conflitos-sem-ia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apesar de decisão, Discord seguirá ativo no Brasil; entenda</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/apesar-de-decisao-discord-seguira-ativo-no-brasil-entenda/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/apesar-de-decisao-discord-seguira-ativo-no-brasil-entenda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[restrição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48130</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Discord</strong> tem até o fim desta semana para desativar a funcionalidade de transmissões ao vivo em servidores fechados da plataforma, após a <strong>ANPD</strong> (Agência Nacional de Proteção de Dados) identificar falhas sistêmicas que impedem a identificação e a interrupção de ataques coordenados contra crianças e adolescentes.</p>



<p>A determinação exige que a própria plataforma interrompa as transmissões até que a empresa prove que consegue mitigar o risco de crimes como a suposta indução ao suicídio que causou a morte de uma adolescente de 13 anos no início de agosto.</p>



<p>Caso contrário, a função continuará fora do ar. E se a plataforma descumprir a medida, pode sofrer multas de até&nbsp;<strong>R$ 50 milhões</strong>, segundo as regras do ECA Digital.</p>



<p>Além das lives, a medida cautelar exige a transmissão e o compartilhamento de vídeos que colocam em risco a vida de crianças e adolescentes.</p>



<p>O argumento da ANPD, ligada ao Ministério da Justiça, é de que as medidas adotadas pelo Discord para coibir a prática são, na maioria das vezes, implementadas só depois que o crime já aconteceu. E que, ainda assim, são falhas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Restrição parcial</strong></h3>



<p>Apesar da decisão, a medida preventiva não tira o Discord do ar. As outras funcionalidades da plataforma continuam disponíveis, como a interação por texto e áudio em salas privadas, o compartilhamento de conteúdos e a moderação ativa pela comunidade.</p>



<p>O Discord tem mais de 90 milhões de usuários ativos diariamente em todo o mundo. O Brasil é o segundo maior mercado da plataforma, atrás apenas dos Estados Unidos.</p>



<p>A empresa ainda pode recorrer da medida implementada pelo Ministério da Justiça. Para isso, precisaria entrar com um pedido na Superintendência de Fiscalização da ANPD em até dez dias. Caso a medida não seja revertida, ainda cabe recurso ao Conselho Diretor da agência.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/apesar-de-decisao-discord-seguira-ativo-no-brasil-entenda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que realmente acontece com seus dados quando você clica em &#8216;deletar&#8217;?</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/o-que-realmente-acontece-com-seus-dados-quando-voce-clica-em-deletar/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/o-que-realmente-acontece-com-seus-dados-quando-voce-clica-em-deletar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48036</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Deletar&#8221; é algo comum na vida moderna. Estamos sempre enviando arquivos e pastas para a lixeira de nossos aparelhos e, muitas vezes, nos livramos de contas pessoais indesejadas.&nbsp;<strong>Mas você sabe o que realmente acontece quando você clica no botão &#8220;deletar&#8221;?</strong></p>



<p>O processo de exclusão costuma ser mal explicado pelos provedores de tecnologia. A falta de transparência sobre como as solicitações são processadas e a ausência de uma confirmação clara de que os dados foram removidos são frequentemente destacadas em pesquisas.</p>



<p>Essas questões não se limitam aos sistemas operacionais. Em plataformas de mídia social e em uma ampla gama de serviços por assinatura, os mecanismos de exclusão costumam ser igualmente pouco claros. Tais equívocos podem ter sérias implicações para o bem-estar dos usuários, expondo-os a vulnerabilidades de segurança e problemas de privacidade.</p>



<p>Uma complicação adicional é que muitos usuários temem perder dados, arquivos, fotos e vídeos por meio de exclusão acidental – uma condição apelidada de &#8220;diagrafofobia&#8221;.</p>



<p>Embora não se trate de uma patologia reconhecida, estudos sobre o comportamento de acumulação digital mostram que&nbsp;algumas pessoas ficam muito ansiosas com a ideia de perder ou excluir acidentalmente informações pessoais, como fotos e músicas.</p>



<p>Essas preocupações aumentam a quantidade de dados pessoais que não são acessados, mas também não são excluídos, ficando expostos a um possível uso indevido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Deletar x apagar</h2>



<p>Um equívoco comum é achar que &#8220;deletar&#8221; significa &#8220;apagar&#8221;&nbsp;– a ideia de que, uma vez que um item excluído não esteja mais visível, ele tenha sido completamente apagado, sem possibilidade de recuperação. Isso está, em grande parte, errado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quando os usuários deletam arquivos – movendo-os para a lixeira e, em seguida, excluindo-os permanentemente –, os dados não são, na verdade, apagados.</p>
</blockquote>



<p>Em vez disso, o sistema marca o espaço de armazenamento como reutilizável e atualiza os metadados para desvincular o arquivo.</p>



<p>Mas o conteúdo subjacente muitas vezes permanece recuperável com as ferramentas certas, especialmente quando os dados estão duplicados em vários sistemas ou dispositivos.</p>



<p><strong>Formas mais robustas de exclusão</strong> incluem a destruição física do meio de armazenamento, a sobrescrita dos blocos de memória com novos dados para ocultar o original, ou a criptografia dos dados seguida da destruição da chave.</p>



<p>Tais métodos, no entanto, podem ser caros ou tornar o dispositivo de armazenamento inutilizável (por exemplo, ao sobrescrever dados em mídias magnéticas). As características da infraestrutura em nuvem também representam desafios para a exclusão segura de dados.</p>



<p>Da mesma forma,&nbsp;o conteúdo em redes sociais públicas pode não ser realmente apagado após a exclusão&nbsp;devido a respostas, comentários e arquivos da internet, que podem armazenar as postagens de alguma forma. O significado de um tuíte excluído pode, por exemplo, ser recriado com base em respostas e menções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contas &#8216;zumbis&#8217;</h2>



<p>Outro equívoco é achar que excluir um aplicativo de um dispositivo apaga automaticamente a conta associada. Os usuários frequentemente deixam contas de aplicativos móveis sem excluir porque não sabem de sua existência, já que excluíram o aplicativo relacionado.</p>



<p>São as chamadas&nbsp;<strong>contas &#8220;zumbis&#8221;</strong>&nbsp;– perfis abandonados em uma ampla variedade de serviços, desde aplicativos de compras e armazenamento até namoro, finanças e streaming.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Milhões de usuários têm contas zumbis, com dados pessoais que estão vulneráveis a ataques cibernéticos e violações de dados.</p>
</blockquote>



<p>O crescimento exponencial da IA levanta uma outra questão:&nbsp;<strong>os dados podem realmente ser excluídos depois de terem sido usados para treinar modelos de IA?</strong>&nbsp;Os módulos de aprendizado de máquina memorizam facilmente os dados com os quais foram treinados, mas &#8220;desaprender&#8221; é difícil.</p>



<p>Em teoria,&nbsp;pessoas na Europa e em muitos outros países ao redor do mundo têm um &#8220;direito de ser esquecido&#8221; previsto em lei. Isso significa que podem solicitar o apagamento total de quaisquer dados pessoais que uma plataforma ou empresa possa ter.</p>



<p>Os desenvolvedores de IA são considerados controladores de dados de acordo com as leis do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) da UE, por exemplo, e estão sujeitos a essa obrigação.</p>



<p>Mas não há diretrizes claras sobre como a exclusão deve ser aplicada nos sistemas de IA. Os órgãos reguladores podem solicitar a exclusão, mas as empresas de IA podem argumentar que a conformidade é inviável devido a restrições técnicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exclusão explicável</h2>



<p>Para combater os riscos decorrentes da exclusão incompleta, acredito que haja uma necessidade urgente de fornecer informações concisas, acessíveis e claras sobre como a exclusão realmente funciona.</p>



<p>Uma abordagem possível é a&nbsp;<strong>&#8220;exclusão explicável&#8221;</strong>&nbsp;– um protocolo desenvolvido por Marvin Ramokapane no Centro Nacional de Pesquisa sobre Privacidade, Redução de Danos e Influência Adversária Online (Rephrain), sediado na Universidade de Bristol, Reino Unido.</p>



<p>A intenção é tornar os processos de exclusão mais transparentes e compreensíveis, sem sobrecarregar o usuário com informações excessivas de uma só vez.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A exclusão explicável divide as informações em seis categorias: o quê, como, quando, quem, onde e por quê (veja o diagrama). Cada uma oferece ao usuário informações sucintas sobre essa parte do processo.</p>
</blockquote>



<p>A exclusão explicável foi projetada para dar aos usuários controle sobre suas ações, autonomia para escolher o tipo de exclusão mais adequado para eles e a garantia de que as ações desejadas foram realizadas. Ela também pode amenizar a ansiedade de perder dados acidentalmente, oferecendo opções para recuperação.</p>



<p>Embora a exclusão explicável ainda não tenha sido adotada na prática, os provedores de serviços — tanto plataformas quanto desenvolvedores — poderiam aumentar a confiança dos usuários ao adotar tais protocolos. Essa estrutura também pode servir como prova de conformidade com as normas do GDPR da UE e com o direito ao esquecimento.</p>



<p>A maioria de nós usa sistemas que coletam e armazenam nossos dados diariamente. Se esses sistemas explicassem claramente o que armazenam e o que a exclusão realmente significa, isso poderia nos ajudar a identificar as contas e os dados que representam um risco real — e a retomar o controle de nossas pegadas digitais.</p>



<p><em>Dana Lungu não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.</em></p>



<p>Fonte: g1</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/o-que-realmente-acontece-com-seus-dados-quando-voce-clica-em-deletar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministros do TSE se reúnem hoje para debater limites da IA nas eleições</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/ministros-do-tse-se-reunem-hoje-para-debater-limites-da-ia-nas-eleicoes/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/ministros-do-tse-se-reunem-hoje-para-debater-limites-da-ia-nas-eleicoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48033</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Objetivo do encontro é buscar consenso sobre o tema antes de julgar a ação que questiona o vídeo gerado por IA em que Jair Bolsonaro manifesta apoio ao filho Flávio</em></p>



<p>Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se reúnem nesta quinta-feira (13), a pedido do presidente da Corte, Kássio Nunes Marques, para discutir o uso de inteligência artificial nas eleições. O encontro deve ser realizado pela manhã, logo após a sessão de julgamento do tribunal, marcada para as 10h.</p>



<p>Segundo apurou a <strong>CNN</strong>, o objetivo da reunião é buscar um entendimento comum sobre o uso de IA no pleito antes de julgar definitivamente a ação que questiona um vídeo gerado por inteligência artificial em que Jair Bolsonaro (PL) declara apoio à candidatura do filho, Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República.</p>



<p>O vídeo foi exibido durante a convenção nacional do PL e simulava um pronunciamento de Jair Bolsonaro em favor do filho. O ex-presidente, no entanto, está proibido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) de fazer qualquer manifestação político-partidária ou se comunicar com o &#8220;mundo externo&#8221; por meio de redes sociais. A regra é parte das restrições legais impostas a ele após a condenação de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.</p>



<p>Após a exibição do vídeo, o PT (Partido dos Trabalhadores) questionou a legalidade da peça no TSE. O resultado desse julgamento, portanto, definirá até onde a Justiça Eleitoral pode permitir o emprego da tecnologia sem abrir espaço para manipulações e abusos.</p>



<p>As discussões devem estabelecer um precedente sobre a utilização de deepfakes e vídeos manipulados nas eleições, especialmente em conteúdos relacionados à pré-candidatura ou ao período pré-campanha.</p>



<p>Segundo apurou a&nbsp;<strong>CNN</strong>, Nunes Marques avalia incluir a ação na pauta de julgamento da próxima semana. A definição, no entanto, dependerá da reunião desta quinta-feira e do avanço das conversas entre os ministros. O tema divide magistrados, especialistas e políticos e terá impacto no processo eleitoral deste ano.</p>



<p>Uma ala do TSE entendeu que não havia grande gravidade no episódio, uma vez que havia um aviso de que se tratava de um vídeo manipulado e produzido por IA, portanto, sem tentativa de manipulação do eleitorado.</p>



<p>Outra ala, porém, encarou o episódio com maior preocupação e considera que proibir o uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais pode ser uma solução mais eficiente para evitar abusos.</p>



<p>Nunes Marques não antecipou como pretende votar sobre o tema, mas estaria levando em conta o excesso de ações contra vídeos de IA durante o período eleitoral e os riscos de cortes viralizarem nas redes sociais sem sinalização sobre o uso da tecnologia.</p>



<p>Na quarta-feira (12), o ministro abriu uma sessão extraordinária de julgamentos virtuais para despachar mais de 20 ações sobre propaganda eleitoral antecipada e uso irregular de IA.</p>



<p>Em um dos casos, por exemplo, o PL pediu a remoção de um vídeo feito com deepfake que retratava um cenário de autoritarismo e supressão de liberdades caso Jair e Flávio Bolsonaro chegassem ao poder. Nunes Marques determinou a remoção do vídeo, considerando que o uso de deepfake para prejudicar a candidatura é proibido pela legislação eleitoral.</p>



<p>Em outro caso, a Federação Brasil da Esperança pediu a remoção de um vídeo feito com IA que mostrava Lula de forma sintética, associando-o à proteção de criminosos e à corrupção, sem informar que o conteúdo era artificial. Nunes Marques também determinou a exclusão do vídeo nesse caso, entendendo que houve violação do dever de identificar conteúdos gerados por IA previsto na legislação eleitoral.</p>



<p>Há, porém, casos em que ações envolvendo conteúdos produzidos com IA foram mantidas. Um exemplo é a decisão liminar do ministro André Mendonça. A Federação Brasil da Esperança questionou um vídeo do PL sobre o caso Banco Master, produzido com IA, que associa petistas e aliados a supostos crimes. Nesse caso, Mendonça negou o pedido de remoção por não identificar falsidade manifesta ou grave descontextualização.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/ministros-do-tse-se-reunem-hoje-para-debater-limites-da-ia-nas-eleicoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia reforça segurança durante os quatro dias da Expo Aracruz</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/tecnologia-reforca-seguranca-durante-os-quatro-dias-da-expo-aracruz/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/tecnologia-reforca-seguranca-durante-os-quatro-dias-da-expo-aracruz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[aracruz]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[expo aracruz]]></category>
		<category><![CDATA[festa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=48027</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Expo Aracruz atrai milhares de pessoas ao Parque de Exposições Rubens Pimentel durante os quatro dias de evento e, para garantir mais segurança e tranquilidade ao público, a Prefeitura de Aracruz, por meio da Secretaria de Transformação Digital (STD), contará com câmeras da Central Integrada de Segurança e Inteligência (CISI) instaladas no local. A tecnologia permitirá o monitoramento em tempo real da movimentação em diferentes pontos do parque, contribuindo para uma atuação mais rápida e eficiente das equipes de segurança.</p>



<p>Para este ano, as novidades são muitas. A CISI contará com mais um ponto de apoio dentro do parque, reunindo os operadores e representantes das polícias Militar e Civil. A estrutura permitirá o acompanhamento das imagens em tempo real e facilitará a comunicação entre as forças de segurança, garantindo mais agilidade na identificação de ocorrências e na tomada de decisões durante o evento.</p>



<p>Além disso, dois painéis de Vídeo Wall foram instalados nas entradas do parque, permitindo que o público acompanhe o funcionamento do sistema de reconhecimento facial. A estrutura reforça o uso da tecnologia para ampliar a segurança e o monitoramento durante o evento. Outra novidade é o aumento no número de câmeras: neste ano, a Expo Aracruz contará com 38 equipamentos distribuídos estrategicamente pelo parque, ampliando a cobertura e possibilitando um acompanhamento ainda mais preciso da movimentação no local.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">“<em>A segurança tem sido uma prioridade da nossa gestão em toda a cidade, com investimentos, planejamento e o uso da tecnologia para tornar Aracruz cada vez mais segura. E, na Expo Aracruz, não poderia ser diferente. Por ser um evento de grande porte, que reúne milhares de pessoas, estamos ampliando as estratégias de monitoramento para garantir que moradores e visitantes possam aproveitar a festa com tranquilidade, segurança e bem-esta</em>r”, destacou Higor Bandeira, secretário de Transformação Digital de Aracruz.</p>



<p>Fonte: Prefeitura Municipal de Aracruz (PMA)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/tecnologia-reforca-seguranca-durante-os-quatro-dias-da-expo-aracruz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 83/88 queries in 0.007 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-10-16 16:48:37 by W3 Total Cache
-->