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	<title>Veículos &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Seu carro está à venda? Veja 5 formas de facilitar a negociaçãosem ficar a pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p class="has-medium-font-size">Intermediação de venda digital permite que proprietário continue usando o automóvel enquanto especialistas cuidam do anúncio, dos interessados e da negociação</p>



<p>Vender um carro pode ser quase tão trabalhoso quanto comprar um. É preciso definir o preço, tirar fotos, publicar o anúncio, responder mensagens, filtrar interessados, marcar visitas e ainda tomar cuidado com golpes. E existe outro detalhe: durante todo esse processo, muita gente não quer ficar sem o próprio veículo.</p>



<p>Para quem depende do carro no dia a dia, a intermediação de vendas online surge como uma alternativa. Nesse modelo, em vez de deixar o automóvel em uma loja ou pátio, o proprietário pode continuar utilizando o veículo enquanto uma plataforma especializada cuida da divulgação e da intermediação da venda.</p>



<p>A solução conversa com um hábito comum entre os brasileiros. Uma pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, aponta que 62% dos brasileiros utilizam o carro diariamente, enquanto 98% afirmam usar o veículo pelo menos uma vez por semana.</p>



<p>“Para quem depende do carro para trabalhar, levar os filhos à escola ou simplesmente se deslocar pela cidade, deixar o veículo parado durante semanas pode ser um problema. A proposta da consignação digital é justamente organizar a venda sem que o proprietário precise abrir mão do carro enquanto procura um comprador”, explica Alan Ladeia, CEO da Carflix.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Mas como funciona? Confira cinco pontos que podem facilitar a venda:</strong></p>



<p><em><strong>1. Você continua usando o carro enquanto ele está à venda-<br></strong></em>Uma das principais diferenças em relação à intermediação tradicional é que o veículo não precisa ficar parado em uma loja ou pátio. O proprietário continua usando o carro normalmente e o apresenta presencialmente quando existe um interessado que avançou na negociação. Para quem utiliza o automóvel todos os dias, isso significa não precisar alterar a rotina apenas porque decidiu colocá-lo à venda.</p>



<p><strong><em>2. O anúncio pode chegar a compradores de diferentes lugares- </em></strong><br>Quando o carro é anunciado apenas em uma loja física, a exposição pode ficar limitada ao público que circula por aquele estabelecimento ou região. No ambiente digital, o anúncio pode alcançar uma quantidade maior de potenciais compradores, ampliando as possibilidades de encontrar alguém interessado justamente naquele modelo, versão, ano e faixa de preço.</p>



<p><strong><em>3. Seu WhatsApp não precisa ficar exposto para todo mundo- <br></em></strong>Quem já anunciou um carro na internet provavelmente conhece a situação: mensagens de pessoas que perguntam apenas “menor preço?”, propostas muito abaixo do valor anunciado e contatos que desaparecem depois de algumas perguntas. Na intermediação online, o contato inicial pode ser concentrado na plataforma. Assim, o proprietário não precisa divulgar o próprio telefone no anúncio e conta com uma triagem dos interessados ao longo da negociação.</p>



<p><em><strong>4. O preço não precisa ser definido olhando apenas a Tabela FIPE- </strong></em><br>A tabela FIPE é uma das principais referências utilizadas pelos consumidores, mas não representa necessariamente o preço pelo qual determinado veículo será vendido.</p>



<p><strong><em>5. O proprietário não precisa negociar com dezenas de desconhecidos-<br></em></strong>Responder mensagens, tirar dúvidas, marcar visitas e identificar quem realmente tem intenção de comprar pode consumir tempo, principalmente quando o anúncio recebe muitos contatos. Na intermediação digital, essas etapas podem ser acompanhadas por especialistas, que ajudam a organizar as conversas e conduzir o interessado até as próximas fases da negociação.</p>



<p>Modelo, ano, versão, quilometragem, estado de conservação, região e procura por aquele automóvel são alguns dos fatores que podem influenciar a precificação. “Preço é um dos pontos mais sensíveis de uma venda. Colocar um valor muito acima do mercado pode afastar compradores; por outro lado, anunciar muito abaixo significa abrir mão de parte do valor do veículo. A análise de mercado ajuda a encontrar uma estratégia mais adequada para aquele carro e para o momento da venda”, afirma Alan.</p>



<p>Fonte: DFREIRE Comunicação e Negócios</p>
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		<title>Mercado acelera: elétricos e híbridos dobram participação nas vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 11:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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<p class="has-medium-font-size">Comercialização de eletrificados ganha ritmo, surpreende montadoras e chega a 19,8% no país</p>



<p>Um milhão de veículos híbridos e elétricos já circulam no Brasil. A marca foi alcançada em setembro, mas o dado mais relevante é a velocidade dessa transformação. Em um ano, a participação dos eletrificados nas vendas mais do que dobrou, de 9,2% para 19,8%. O avanço surpreendeu a própria indústria instalada no país, que perdeu terreno para os chineses.</p>



<p>Executivos do setor admitem ter errado nos cálculos: o volume atual era esperado apenas entre 2029 e 2030. Agora, as marcas chinesas partem para uma nova etapa, com produção no Brasil.</p>



<p>Às vésperas da eleição presidencial, a principal discussão no setor não é mais se os chineses vieram para ficar, mas quais serão as regras do jogo. O mercado aguarda sinais sobre a disposição do próximo governo de manter incentivos para a importação de veículos semimontados ou adotar políticas que privilegiem conteúdo local.</p>



<p>O volume da frota eletrificada ainda é pequeno quando comparado à frota nacional de veículos leves, que passa de 44 milhões. Mas, nas vendas, já representa um quinto. Além disso, a velocidade do crescimento chama a atenção.</p>



<p>Levou 13 anos e sete meses para que os primeiros 500 mil carros híbridos e elétricos fossem vendidos no país. O segundo meio milhão veio em apenas 14 meses, entre agosto de 2025 e setembro de 2026. O brasileiro levou algum tempo para sentir segurança para trocar o carro a combustão por um híbrido ou abastecido numa tomada. Mas, quando tomou gosto pela novidade não voltou mais atrás. Foi atraído pelo pacote que soma tecnologia, energia alternativa a custo mais baixo e carros com design avançado a preços do convencional a combustão. Só chineses conseguiram fazer isso.</p>



<p>“Em alguns lugares o cara que compra um carro a combustão deveria receber um prêmio”, disse o presidente da Stellantis na América do Sul, Herlander Zola, na terça-feira (6), logo depois que o marco de um milhão foi divulgado pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). O executivo refere-se a locais como Pernambuco e Distrito Federal, que oferecem isenção de IPVA por mais tempo para quem tem um eletrificado.</p>



<p>A Stellantis, maior montadora do país, não tem ainda carros que podem ser carregados em tomadas, o segmento que mais cresce entre os eletrificados. Os 100% elétricos e os chamados híbridos “plug-in” somaram 80% das vendas em setembro. “Isso demonstra que as pessoas já estão familiarizadas com os carros nas tomadas. Conheceram, gostaram e estão apostando cada vez mais na eletrificação”, afirma Ricardo Barros, presidente da ABVE.</p>



<p>Segundo a ABVE, se os híbridos leves entrassem na conta a participação dos eletrificados no mercado alcançaria 23% em setembro. Mas a entidade não considera esse tipo de veículo eletrificado por não contar com tração elétrica.</p>



<p>Bastos também se surpreendeu com a velocidade da eletrificação no Brasil. Ele diz que as previsões iniciais indicavam chegar aos números de hoje em 2030. Zola esperava que isso acontecesse em 2029.</p>



<p>“O que mais preocupa não é a velocidade do crescimento, mas o mix”, diz Zola. As montadoras previam que a eletrificação no país começaria por híbridos leves (veículo no qual o motor elétrico só ajuda o motor a combustão para garantir mais economia) e anos depois passaria para os que podem ser abastecidos em tomadas. Ao oferecer preços competitivos, os chineses aceleraram o processo.</p>



<p>O aumento dos preços do petróleo contribuiu ainda mais. “Se o sujeito pode ter um carro que carrega na tomada pelo mesmo preço de um a combustão, qual ele vai escolher?”, diz Zola. “A indústria ocidental errou na leitura.”</p>



<p>Praticamente donas da tecnlogia da eletrificação e confiantes, as marcas chinesas começaram a partir para a produção local. No ano passado, BYD e GWM inauguraram fábricas próprias. Em setembro deste ano, começaram as parcerias com montadoras já instaladas. A Geely começou a produzir carros elétricos na mesma linha onde são fabricados modelos a combustão da Renault, em São José dos Pinhais (PR). Até o fim deste ano, a GAC iniciará a produção na unidade onde o grupo brasileiro HPE fabrica carros da Mitsubishi, em Catalão (GO).</p>



<p>A Stellantis ainda vai anunciar quando começará a produzir modelos da parceira Leapmotor e Zola diz que fará parcerias com “mais uma, duas ou até mais 10 chinesas para garantir nível de competição na região”. Uma delas pode ser com a Dongfeng. A General Motors também iniciou a produção de elétricos de sua parceira na China, a SAIC, numa fábrica multimarcas no Ceará.</p>



<p>A instalação industrial dos chineses levantou uma discussão que se tornou polêmica em julho, quando o governo brasileiro estendeu, até o fim do ano, a entrada de carros semimontados com isenção de Imposto de Importação. A BYD, líder do mercado de elétricos e quarta colocada no ranking geral do mercado, foi a mais beneficiada pela medida por já ter uma fábrica pronta e usar esse método.</p>



<p>Agora, às vésperas da eleição, o debate ganha maior proporção. “Seja de esquerda, seja de direita, o importante é identificar as conversas que teremos com o governo. Caso aumente a produção do que vem da China em SKD (veículo semimontado), teremos um leque de opções. Nós também podemos produzir em SKD com 10% dos 35 mil funcionários que temos na América do Sul”, diz Zola.</p>



<p>Outras chinesas anunciaram planos para produzir no país. “Por que estamos tão confiantes? É por causa do nosso volume de vendas. Com fábrica própria, poderíamos nos beneficiar de diversas políticas governamentais ou municipais, como reduções de impostos. Isso nos permitiria reduzir custos, oferecer mais vantagens aos nossos clientes e ainda apoiar a economia da região”, afirma Peng Hu, CEO da Chery no Brasil.</p>



<p>Segundo Bastos, da ABVE, em 2027, a entidade quer conversar com os ministérios para avançar na infraestrutura pública de recarga, aproveitando a oferta de energia. Além disso, diz, independentemente do governo eleito, ele defende a criação de meios para atrair para o país fabricantes de componentes tecnológicos, hoje concentrados na China. Para isso, segundo o dirigente, a eletrificação precisa estar melhor inserida nos programas do governo voltados para o setor, como o Mover.</p>



<p>Fonte: Valor Globo</p>
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		<title>Mais de 1 milhão de veículos estão com licenciamento atrasado no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 11:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p class="has-medium-font-size">Além de multa de R$ 293,47 e 7 pontos na CNH, o veículo pode ser removido a um pátio caso documento esteja vencido</p>



<p>Mais de 1 milhão de veículos estão com o licenciamento de 2026 vencido no Espírito Santo. A partir desta quinta-feira (1º), eles passam a estar sujeitos à autuações caso sejam abordados em uma fiscalização de trânsito.</p>



<p>Além da multa de R$ 293,47 e dos sete pontos na CNH, o veículo pode ser removido a um pátio.</p>



<p>Segundo dados do Observatório de Trânsito do Estado do Espírito Santo, do total de 4,7 milhões de veículos que compõem a frota do Espírito Santo, 1.083.404 não estão com licenciamento em dia, o que corresponde a 39%.</p>



<p>Segundo o diretor de Segurança no Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES), Jederson Lobato, a partir desta quinta-feira (1º) o documento referente ao exercício de 2026 passa a ser exigido nas abordagens.</p>



<p>Lobato orienta que o motorista não espere ser parado para regularizar a situação. “O pagamento até pode ser feito por Pix no momento da abordagem, desde que não existam outros impedimentos, como multas, recall ou bloqueios. Tudo tem que estar em dia para conseguir licenciar o veículo”.</p>



<p>Ele salientou, no entanto, que apesar da regularização no momento da abordagem impedir que o veículo seja removido ao pátio, ele não impede que o proprietário seja autuado por ser flagrado com veículo não licenciado. “A infração é gravíssima”.</p>



<p>Lobato frisou que o licenciamento funciona como forma de verificar se o veículo está apto a circular. “O documento é requisito para a circulação do veículo na via pública”.</p>



<p>O chefe da Comunicação Social do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), tenente Lucas Lourenço, explicou que apesar do calendário prever a fiscalização a partir de quinta-feira (1º), não haverá mudança de foco nas operações, nem estão previstas blitze voltadas exclusivamente à verificação do licenciamento. “As operações têm como objetivo a diminuição de acidentes”.</p>



<p>Ele reforçou, no entanto, que em toda a abordagem o policial irá conferir o estado do veículo e a documentação, tanto do condutor quanto do próprio veículo.</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Você sabia?</strong><br>O Detran-ES tem feito um alerta de que o cidadão deve sempre acessar o boleto diretamente no site oficial <a href="http://www.detran.es.gov.br">www.detran.es.gov.br</a> para evitar golpes.</p>



<p class="has-small-font-size"><strong>Saiba Mais</strong><br><strong>Licenciamento anual</strong><br>O certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) é o documento de registro e identificação, de porte obrigatório, para trafegar com veículos.<br>O licenciamento é renovado mediante o pagamento de taxas anuais, que incluem o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e taxa de licenciamento, além de outras pendências, como multas, gravames (sistema que gerencia as restrições incluídas sobre os veículos) e impedimentos judiciais.<br>Os números <br>2,7 milhões de veículos compõem a frota total no Espírito Santo<br>1.083.404 veículos estão em atraso na quitação do licenciamento de 2026<br>39% é o que representam os veículos em atraso do licenciamento de 2026 do total da frota</p>



<p><strong>Tire suas dúvidas</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Somente o pagamento da taxa de licenciamento garante que o veículo está licenciado?<br>Não. O veículo para estar licenciado precisa estar em dia com todas as suas pendências.<br>Entre as pendências que podem impedir o licenciamento estão: se o veículo está comunicado de venda, mas não foi transferido; se tem uma alienação fiduciária que foi informada pelo banco, mas não pelo proprietário; em casos de um eventual recall ou até mesmo uma inspeção de segurança no caso de uso de GNV (gás natural veicular) que não foi regularizada.</li>



<li><strong>O que acontece com quem tem o licenciamento vencido?</strong></li>
</ol>



<p>O código de trânsito&nbsp; estabelece que “conduzir o veículo que não esteja devidamente licenciado” é infração gravíssima, com penalidade de multa de R$ 293,47 e sete pontos somados na carteira, além da remoção do veículo para regularização.</p>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Se for flagrado em uma blitz com o licenciamento vencido, posso quitar o débito na hora?</strong></li>
</ol>



<p>Sim. O proprietário do veículo pode fazer o pagamento via Pix no momento da abordagem.<br>Nesse caso, ele evita ter o carro removido para o pátio, caso a irregularidade seja apenas de débitos.<br>No entanto, ainda é autuado por ter sido flagrado conduzindo o veículo não licenciado.<br>Se o veículo tiver outras pendências – além dos débitos – o pagamento por si só não irá regularizar a situação do veículo.</p>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li><strong>Como regularizar a situação?</strong></li>
</ol>



<p>Para regularizar o licenciamento, o proprietário do veículo deve entrar no site www.detran.es.gov.br, acessar o banner “Serviços Digitais de Veículos” e escolher o ícone “Emissão de Boleto Licenciamento”. Depois, deve informar os dados e emitir o boleto.</p>



<ol start="5" class="wp-block-list">
<li><strong>Quando o licenciamento 2026 começa a ser cobrado?</strong></li>
</ol>



<p>Para os veículos que foram emplacados no Espírito Santo, o início da cobrança do licenciamento 2026 será a partir de hoje.<br>Não haverá blitze específicas para cobrança do licenciamento, mas a partir de agora em toda abordagem será verificado se o veículo está com todos os documentos válidos, considerando o exercício de 2026.<br>Já para veículos que foram emplacados em outros estados, serão fiscalizados conforme o Contran.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<title>ES já negocia com 16 empresas do setor automotivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 12:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Chegada da GWM abre oportunidades em moradia, mobilidade, baterias, carregadores e fornecedores, além da cadeia de veículos</p>



<p>O Espírito Santo negocia com 16 empresas do setor automotivo a instalação de operações atraídas pelo novo polo industrial que começa a se formar com a chegada da fábrica da Great Wall Motor (GWM) a Aracruz.</p>



<p>Ao todo, a Nova ES acompanha 26 projetos em negociação com 21 empresas. Desse total, 20 são ligados ao setor automotivo e envolvem 16 companhias.</p>



<p>Os outros seis estão relacionados a negócios que podem surgir no entorno do novo polo, como habitação, mobilidade, baterias, carregadores, fornecedores e áreas destinadas a empresas que atendem diretamente a indústria.</p>



<p>Os dados foram apresentados pela diretora-presidente da Nova ES, Patrícia Gouvêa, no Fórum de Desenvolvimento Econômico do Lide ES, em Vitória.</p>



<p>Segundo Patrícia, esse movimento representa uma “segunda onda” de investimentos. A lógica é que a chegada de uma grande empresa-âncora, como a GWM, não movimente apenas sua cadeia direta de fornecedores e prestadores de serviços, mas também crie novas demandas na região.</p>



<p>“Quando a GWM anuncia que vem para o Espírito Santo, o que gera de oportunidade não está limitado à cadeia de produção direta dela, aos fornecedores daquela indústria ou aos serviços que vão prestar serviço para eles. Gera também oportunidades no território”, afirmou.</p>



<p>Ela citou como exemplos a necessidade de moradia, comércio, mobilidade e infraestrutura para atender trabalhadores e famílias que podem se mudar para a região.</p>



<p>Para a executiva, esse efeito pode ajudar a formar uma nova plataforma industrial no Espírito Santo.</p>



<p>Ela explicou que a atração de investimentos costuma envolver um processo longo de avaliação e que a Nova ES atua para reduzir esse tempo, apresentando aos investidores as condições do Espírito Santo para receber e expandir negócios.</p>



<p>Fatores<br>Entre os fatores analisados pelas empresas estão mercado, logística, infraestrutura, custo de capital e disponibilidade de profissionais. Patrícia acrescentou que previsibilidade e capacidade de execução também pesam na decisão.</p>



<p>A própria GWM foi citada como exemplo. Segundo ela, a montadora levou em conta o histórico de solidez fiscal e o ambiente de negócios do Espírito Santo ao avaliar o Estado para o projeto.</p>



<p>Patrícia ressaltou ainda que a movimentação não se limita ao setor automotivo. Logística, indústria, mineração, siderurgia e petróleo e gás também concentram oportunidades de expansão e novos investimentos no Espírito Santo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mais uma cidade no ParkLog ES</p>



<p>Baixo Guandu passou a integrar o Parklog ES e se tornou o 12º município do projeto, ampliando o eixo logístico que liga a região portuária de Aracruz ao interior do Espírito Santo e à divisa com Minas Gerais.</p>



<p>Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume, a entrada do município completa um corredor estratégico formado também por Aracruz, Colatina, Fundão, Ibiraçu, Jaguaré, João Neiva, Linhares, Marilândia, São Mateus, Serra e Sooretama.</p>



<p>Salume destacou a posição de Baixo Guandu, com acesso à BR-259 e conexão com Minas Gerais. Para ele, a consolidação desse corredor é resultado de investimentos em infraestrutura realizados ao longo de mais de duas décadas.</p>



<p>A estratégia, segundo o secretário, envolve portos, rodovias, aeroportos e projetos ferroviários.</p>



<p>Ele também defende integrar os terminais capixabas em um “arco logístico” e ampliar a conexão do Espírito Santo com Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entenda </p>



<p class="has-medium-font-size">O Parklog ES</p>



<p class="has-small-font-size">Reúne municípios em um eixo logístico que liga a região portuária de Aracruz ao interior do Espírito Santo e à divisa com Minas Gerais.<br>Com a entrada de Baixo Guandu, o projeto passou a contar com 12 municípios participantes.<br>Fazem parte do Parklog ES: Aracruz, Baixo Guandu, Colatina, Fundão, Ibiraçu, Jaguaré, João Neiva, Linhares, Marilândia, São Mateus, Serra e Sooretama.<br>Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume, Baixo Guandu completa o corredor estratégico por sua localização e pelo acesso à BR-259, reforçando a ligação logística com Minas Gerais.<br>Integração</p>



<p>A proposta está associada à integração de diferentes estruturas de infraestrutura, como portos, rodovias, aeroportos e projetos ferroviários.<br>Salume também defende a integração dos terminais capixabas em um “arco logístico”, ampliando a conexão do Espírito Santo com Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online</p>
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		<item>
		<title>Preso motorista que causou acidente e morte de família na BR 101 Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A prisão foi realizada por equipe da Polícia Civil, na mesma rodovia federal, na Serra; motorista foi localizado em um ônibus de turismo que foi parado em Carapina</p>



<p>Foi preso na noite desta quinta-feira (18) Sérgio Bassini Masioli, motorista que causou o <a href="https://www.agazeta.com.br/es/policia/motorista-de-caminhonete-abandonou-veiculo-apos-acidente-que-matou-familia-na-br-101-1225">acidente e a morte de uma família de quatro pessoas na BR 101, em Jaguaré, Norte do Espírito Santo. </a>Após a colisão, ele abandonou o veículo sem prestar socorro às vítimas, que morreram no local, na véspera do Natal de 2025.</p>



<p>Bassini foi localizado em um ônibus de turismo, com destino a São Paulo, parado por uma equipe do Centro de Inteligência e Análise Telemática da Região Norte (CIAT-Norte), da Polícia Civil, em Carapina, na BR 101, próximo a um hospital particular na Serra. Ele tentava deixar o Estado e, apos ser detido, foi levado para a delegacia regional de Aracruz.</p>



<p>Os policiais cumpriram mandado de prisão preventiva que havia sido expedido pela&nbsp;Juízo da Vara Única da Comarca de Jaguaré. A ação foi acompanhada pelo titular da Delegacia de Jaguaré, que conduz as investigações, Erick Esteves, e pelo delegado&nbsp;Leandro Esperandio.&nbsp;</p>



<p>A prisão foi decretada após o magistrado aceitar a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), o que tornou Bassini réu.</p>



<p>Segundo informações da polícia, na decisão foi apontado que as medidas cautelares diversas da prisão mostravam-se insuficientes para o caso, destacando os seguintes pontos:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Risco à ordem pública </strong>&#8211; Bassini participava de evento social onde fez consumo prolongado de álcool horas antes do acidente e ignorou os apelos da esposa para que não dirigisse. Ele também já teria se envolvido em acidentes anteriores, quando alcoolizado, e apresentava resistência a tratamentos para alcoolismo.</li>



<li><strong>Risco à instrução criminal &#8211;</strong> a investigação apontou que Bassini manteve contato com testemunhas e vítimas sobreviventes após os fatos, o que foi avaliado como risco de interferência na obtenção de provas.</li>



<li><strong>Ocultação de provas</strong> &#8211; segundo a polícia, Bassini retornou ao local do acidente com um detector de metais, o que foi apontado como uma tentativa de resgatar uma arma de fogo que teria perdido na área de mata durante a fuga.</li>
</ul>



<p>Ele foi denunciado quatro vezes por homicídio simples com dolo eventual. O entendimento foi de que, devido à embriaguez, excesso de velocidade e fuga do local, o condutor assumiu o risco de produzir o resultado morte.</p>



<p>Também foi acusado de lesão corporal pelas outras três vítimas dos demais veículos atingidos no acidente. Foi considerado ainda que ele deixou de prestar socorro, fugiu do local e&nbsp; praticou condução de veículo estando alcoolizado.</p>



<p><strong>Tragédia</strong></p>



<p><a href="https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/familia-morta-em-acidente-na-br-101-era-de-cariacica-e-ia-visitar-parentes-na-bahia-1225">No acidente, que completará seis meses na próxima semana, morreram quatro pessoas</a>: o advogado Denis Carlos Rolim, 43 anos, que conduzia o Fiat Palio, a esposa Valdenice Alves de Oliveira, 39 anos, e as filhas Débora Vitória Alves Rolim, de 10 anos, e Sara Cristina Alves Rolim, de 7 anos.&nbsp;Outros dois veículos foram atingidos, deixando três vítimas com lesões. (<strong>veja vídeo abaixo</strong>)</p>



<p>Para o advogado Fábio Marçal, que representa a família do advogado morto no acidente, a prisão do motorista é uma resposta e para a sociedade.</p>



<p>“A sociedade já não tolera comportamentos desta natureza, com desprezo pela vida humana. Quero parabenizar o trabalho firme da Polícia Civil em relação a um caso que não pode ser tratado como um simples acidente de trânsito. Uma atuação firme pode ajudar a reduzir a incidência de mortes no trânsito, situação que está alarmante”, assinalou.</p>



<p><strong>Alta velocidade</strong></p>



<p>A conclusão das investigações foi de que Bassini&nbsp;trafegava a uma velocidade extrema aferida em 143 km/h, em um trecho onde a velocidade máxima permitida era de apenas 60 km/h. O acidente que resultou nas mortes ocorreu&nbsp;por volta da 00h, no km 95 da Rodovia BR-101, localidade de Água Limpa, no município de Jaguaré.</p>



<p>A caminhonete colidiu contra a traseira do um Fiat Pálio da família, que trafegava de maneira regular, projetando-o para a faixa contrária e causando colisões sucessivas com outros dois automóveis (um Chevrolet Cruze e um Toyota Corolla).</p>



<p>Segundo as investigações, após provocar o sinistro, o motorista fugiu do local a pé, sem prestar socorro às vítimas ou identificar-se perante as autoridades.</p>



<p><strong>Condução coercitiva</strong></p>



<p>Uma das dificuldades envolvendo o inquérito foi obter informações oficiais dos outros dois motoristas envolvidos no acidente.&nbsp;Foi necessário, segundo o delegado, obter uma ordem judicial para que as duas testemunhas fossem conduzidas, coercitivamente, a prestar as informações.</p>



<p>Nos depoimentos relataram que o advogado de Bassini fez contato com com cada um deles, informando que iria custear as despesas médicas. “Já recebi os depoimentos e relataram que a cada um deles foi enviado R$ 11 mil a título de despesa médica”, informa o delegado.</p>



<p>O advogado de Bassini, Paulo Braga, não foi localizado, mas o espaço segue aberto à manifestação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atualização</h2>



<p>22/06/2026</p>



<p>O texto foi atualizado com novas informações da Polícia Civil.</p>



<p>FONTE: A GAZETA</p>
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		<title>Chineses perto de anunciar nova montadora no Espírito Santo em Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 17:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aracruz deve receber fábrica de carros elétricos e híbridos da Great Wall Motors. Comitiva do Estado está no país asiático</p>



<p>A implantação de uma fábrica da montadora de carros elétricos e híbridos Great Wall Motors (GWM) para o Espírito Santo está próxima de ser oficializada, com instalação projetada para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte capixaba.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China, a convite da GWM, e em comitiva com o secretário de Estado de Desenvolvimento, Rogério Salume. Em publicação nas redes sociais, Ricardo aparece em uma foto segurando uma placa com a logo da marca chinesa de veículos.<br>Depois, o vice-governador divulgou o convite que recebeu da GWM. Durante a noite desta segunda-feira (12) – manhã de terça-feira (13) em Pequim –, o vice-governador chegou a publicar uma imagem de um convite em que aparece a frase “cerimônia de assinatura e jantar” nesta quarta-feira (14), o que fortalece a possibilidade de confirmação da instalação da fábrica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png" alt="" class="wp-image-45667" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo (3º à direita) e Salume (1º à esquerda) reunidos com chineses |  Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>A instalação da fábrica para a área do ParkLog é classificada como “muito provável” pelo subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Aracruz, Eduardo Ramos. A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante a semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico, explicou Ramos.</p>



<p>O vice-governador e o secretário de Estado de Desenvolvimento têm previsão de ficar na China até a próxima sexta-feira (16).</p>



<p>“Estamos numa viagem longa, cruzando o mundo para trazer coisa grande para o nosso Espírito Santo. Tudo isso para fazer nosso Estado cada vez mais inovador e trazer desenvolvimento. Missão de trazer mais uma grande indústria para nossa terra e, acima de tudo, buscar oportunidades para nossa gente. Geração de empregos e renda, desenvolvimento não é discurso”, destacou Ricardo Ferraço.</p>



<p>Cabe lembrar que o Estado é, desde o ano passado, um dos cotados para receber a segunda montada da GWM no País. A primeira foi inaugurada em agosto, em Iracemápolis, no interior de São Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="970" height="600" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png" alt="" class="wp-image-45669" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2.png 970w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-300x186.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-768x475.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-121x75.png 121w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-2-480x297.png 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:970px) 100vw, 970px" /><figcaption class="wp-element-caption">Montagem de veículo na GWM |  Foto: Divulgação<br></figcaption></figure>



<p>Na época, Ricardo Ferraço e Salume tiveram reunião com executivos da empresa, e eles visitariam o Estado naquele mesmo mês, como parte dos estudos para o novo parque fabril, revelou o vice-governador naquela oportunidade.&nbsp;A proposta era que os diretores conheçam de perto as vantagens do Estado — com destaque para a logística.</p>



<p>Segunda fábrica no País<br>A marca chinesa Great Wall Motors (GWM) inaugurou, em agosto do ano passado, sua primeira montadora no Brasil, e desde então já planeja instalar sua segunda unidade no País. O Estado sempre esteve no radar dos chineses.</p>



<p>A multinacional chinesa, que também possui fábricas na Rússia e na Tailândia, tem como estratégia trazer todos os processos de produção para o País — e não apenas a montagem de peças.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, está na China em uma nova rodada para atração de empresa com potencial de instalar “planta industrial” no Espírito Santo.</p>



<p>Instalação no ParkLog<br>A ida da fábrica para a área do ParkLog em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, é classificada como “muito provável”, de acordo com o subsecretário de Desenvolvimento de Aracruz, Eduardo Ramos.</p>



<p>A previsão é que uma reunião entre secretários, o governo do Estado e representantes da GWM ocorra durante esta semana para assinar o acordo.</p>



<p>A empresa, caso confirmada a vinda para o Estado, ficará instalada em um terreno no litoral da cidade, na área reservada para o desenvolvimento logístico.</p>



<p>Importação de veículos<br>Atualmente, todos os veículos GWM importados da China chegam ao Brasil pelo Porto de Vitória, por meio da operação logística conduzida em parceria com a Comexport, uma das maiores tradings do País.</p>



<p>A escolha do Espírito Santo para esse processo se deve à eficiência logística, à localização estratégica e à infraestrutura portuária de excelência oferecida pelo Estado.</p>



<p>Fonte: Tribuna Online<br></p>
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		<title>BR-101: definidas as cidades onde ficarão os pontos de parada e descanso</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/br-101-definidas-as-cidades-onde-ficarao-os-pontos-de-parada-e-descanso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 11:20:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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<p>Anúncio foi feito nesta segunda-feira (01), pelo diretor superintendente da Ecovias Capixaba. Veja onde serão os PPDs</p>



<p>Foto: Ecovias 101</p>



<p>As cidades onde ficarão os <strong>Pontos de Parada e Descanso</strong> (PPDs) para caminhoneiros e motoristas de transporte rodoviário de passageiros foram definidas. São elas: <strong>Linhares</strong>, no Norte do Espírito Santo, e <strong>Atílio Vivácqua</strong>, no Sul do Estado.</p>



<p>O anúncio foi feito nesta segunda-feira (01), pelo diretor-superintendente da <strong>Ecovias Capixaba</strong>, Roberto Amorim Jr, no evento Buy ES, realizado pela <strong>Rede Vitória</strong> em parceria com a <strong>Apex</strong>.</p>



<p>O objetivo dos PPDs é garantir que os profissionais tenham um local seguro e adequado para realizar as pausas obrigatórias.</p>



<p>Segundo comunicado pela Ecovias Capixaba, os pontos serão&nbsp;<strong>gratuitos</strong>&nbsp;e contarão com estacionamento exclusivo e infraestrutura básica para o descanso dos motoristas. Eles vão funcionar&nbsp;<strong>24 horas por dia</strong>, diariamente, inclusive aos finais de semana e feriados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-75.jpg" alt="" class="wp-image-45314" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-75.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-75-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-75-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-75-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Novo-Projeto-75-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Roberto Amorim Jr., diretor-superintendente da Ecovias Capixaba, no Buy ES. Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</p>



<p>O tempo de permanência permitido para cada veículo será de&nbsp;<strong>12 horas contínuas</strong>&nbsp;a cada 24 horas para que o espaço seja usado de maneira adequada e atenda às necessidades de descanso dos motoristas.</p>



<p>Nos pontos também poderão ser implantados serviços adicionais, como restaurantes e lanchonetes. Neste caso, o serviço será cobrado.</p>



<p>A medida está prevista no <strong>contrato de concessão modernizado</strong> firmado com a concessionária em 2013 e renovado neste ano. Ele também prevê a duplicação de 172 quilômetros de vias, 41 quilômetros de faixas adicionais e 51 quilômetros de contornos.</p>



<p>Ao todo, 25 cidades do <strong>Espírito Santo</strong> e uma da Bahia serão beneficiadas pelo investimento de R$ 10 bilhões que vai garantir mais segurança e eficiência ao longo dos quase 480 quilômetros que ligam Mimoso do Sul a Mucuri (BA) e a retomada de obras paralisadas</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Cetran/ES apresenta propostas de regulamentação de bicicletas elétricas para a Senatran</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/cetran-es-apresenta-propostas-de-regulamentacao-de-bicicletas-eletricas-para-a-senatran/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 11:56:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Representantes do Conselho Estadual de Trânsito do Estado do Espírito Santo (Cetran/ES) se reuniram com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), nesta semana, em Brasília-DF, para apresentar o relatório técnico sobre bicicletas elétricas e veículos autopropelidos produzido pelo órgão capixaba.</p>



<p>Em reunião com o diretor substituto de Segurança no Trânsito, da Secretaria Nacional de Trânsito, Daniel Mariz, o presidente do Cetran/ES, Marcus Perozini, apresentou as propostas de regulamentação e de fiscalização desses modais de transporte contidas no relatório desenvolvido por um grupo de estudos do Cetran/ES e entregou oficialmente a Nota Técnica nº 001/2025, que traz proposição de regulamentação nacional sobre circulação de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos.</p>



<p>O relatório aborda o diagnóstico normativo e técnico sobre bicicletas elétricas e veículos autopropelidos, o levantamento das legislações municipais e dos impactos sobre a segurança viária, proposições de harmonização nacional da regulamentação, recomendações de revisão e ampliação da Resolução nº 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e debates técnicos sobre potenciais encaminhamentos normativos a serem considerados pelo Contran.</p>



<p>Durante a reunião, foram discutidas possibilidades de atualização nacional da legislação federal referente a bicicletas elétricas e veículos autopropelidos, chegando ao entendimento sobre a necessidade de padronização normativa em âmbito nacional, especialmente no que se refere à velocidade, potência, requisitos de segurança e regras de circulação.</p>



<p>O presidente do Cetran/ES, Marcus Perozini, falou sobre a apresentação da proposta de regulamentação e fiscalização das bicicletas elétricas elaborada pelo Cetran/ES à Senatran. “A agenda teve como foco principal a construção de diretrizes nacionais que possam reduzir, de forma efetiva, os índices de acidentes envolvendo esse tipo de modal, que têm crescido em todo o país. Também destacamos a importância de ações integradas de educação, fiscalização e infraestrutura. A Senatran demonstrou grande interesse na iniciativa e reconheceu a relevância do conteúdo técnico apresentado. Houve uma recepção atenciosa e comprometida, com abertura para que as contribuições do Espírito Santo auxiliem na formulação de uma regulamentação nacional mais moderna, equilibrada e alinhada aos desafios atuais da mobilidade. Saímos da agenda confiantes de que estamos avançando na construção de políticas públicas que valorizam a segurança viária, preservam vidas e apoiam o uso responsável das novas formas de mobilidade urbana”, disse.</p>



<p>O diretor geral do Detran|ES, Givaldo Vieira, ressalta a importância da iniciativa do Cetran/ES. “As bikes se tornaram uma novidade importante para a mobilidade. Mas também se tornaram um desafio para a preservação da vida no trânsito. Portanto, é preciso que as regras estejam claras, que mecanismos de fiscalização estejam presentes, para que os agentes possam estar atuando na proteção das pessoas. O uso indiscriminado, desregrado, desses equipamentos tem provocado mortes e ferimentos graves, principalmente, entre ciclistas e pedestres. E a iniciativa do Cetran/ES, de fazer um grupo de estudos e levar propostas à Senatran, assim como a iniciativa do governador Renato Casagrande, de enviar um ofício ao ministro Renan Filho, pedindo estudos e a adoção de novas medidas por parte do Contran, são medidas importantes para a proteção da vida dos capixabas”, pontuou o diretor.</p>



<p>A agenda teve a participação dos conselheiros Romeu Scheibe Neto, superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Estado do Espírito Santo (DNIT); tenente-Coronel Flavio Ribeiro Cavatti, comandante do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran); e do gerente operacional do Detran|ES e assessor jurídico do Cetran/ES, Fernando Stockler.</p>



<p><strong>Ofício do governador</strong></p>



<p>No dia 14 de novembro, o governador do Estado, Renato Casagrande, enviou um ofício ao ministro dos Transportes, Renan Filho, solicitando providências sobre a regulamentação e fiscalização de ciclomotores, bicicletas elétricas e veículos autopropelidos em vias públicas. No documento, o chefe do Executivo capixaba manifesta a preocupação do Governo do Espírito Santo com o aumento expressivo de ocorrências envolvendo esses veículos nos municípios do Estado.</p>



<p>No ofício, o governador solicita ao Ministério dos Transportes e ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que estabeleçam regras claras para classificação, registro, licenciamento, habilitação e condições de circulação desses veículos, além de definirem mecanismos eficazes de fiscalização e penalização de condutas irregulares.</p>



<p>“É fundamental que tenhamos instrumentos para coibir excessos e assegurar a segurança de todos os usuários das vias públicas. O Espírito Santo está à disposição para colaborar tecnicamente, apresentando dados, sugestões e experiências locais que contribuam para normas nacionais mais adequadas à realidade da mobilidade urbana”, afirmou o governador.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Audiência pública cobra regras no uso de bicicletas elétricas</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/audiencia-publica-cobra-regras-no-uso-de-bicicletas-eletricas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Participantes mostraram preocupação com aumento do modal nas ruas e apontaram lacunas na regulamentação existente</p>



<p>Representantes de órgãos públicos e da sociedade civil cobraram a regulamentação do uso e circulação de bicicletas elétricas, modal de transporte que vem ocupando cada vez mais os espaços urbanos. A primeira audiência pública sobre o modal na Assembleia Legislativa foi realizada nesta segunda-feira (17) pela Comissão de Infraestrutura, com a participação de integrantes do Detran-ES, OAB-ES e Guarda Municipal de Vitória, vereadores, entre outros.&nbsp;</p>



<p>Os debatedores destacaram os desafios trazidos pela “invasão das bikes elétricas” e invocaram urgência na regulamentação dos casos não alcançados pela Resolução 996/2023, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que fez a distinção entre bicicletas, autopropelidos (como patinetes elétricos) e ciclomotores (motocicletas e motonetas).</p>



<p>Por bicicletas e autopropelidos são definidos os veículos que atingem até 32 km/h de velocidade, sendo que o motor das bicicletas é acionado como auxiliar do ato de pedalar, enquanto os autopropelidos são dotados de acelerador manual para acionar o motor. Esses modais não necessitam de registro ou emplacamento e não estão sujeitos à fiscalização de trânsito. Ainda segundo a resolução, devem circular nas ciclovias e nos espaços compartilhados com pedestres, sendo que nas calçadas não podem passar de 6km/h.</p>



<p>Quanto aos ciclomotores, que têm velocidade superior a 32km/h, a Resolução 996/2023 determina que até 31 de dezembro eles devem ser emplacados e seus condutores precisam de habilitação no órgão de trânsito. Portanto, devem ser conduzidos por maiores de 18 anos e fora dos espaços reservados a bikes e pedestres. Atualmente, esses veículos têm sido usados, comumente, por adolescentes, o que não mais será permitido. Essas regras passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2026.</p>



<p><strong>Velocidade e fiscalização</strong></p>



<p>“A velocidade com que as bicicletas e autopropelidos trafegam é um problema e as autoridades de trânsito não têm como fiscalizar, porque não há legislação a respeito. Além disso, os autopropelidos têm uma programação fácil de ser alterada e, na maioria dos casos, têm a velocidade liberada pelos usuários, que trafegam na velocidade dos ciclomotores. Então, se estão a mais de 32km/h não são autopropelidos, mas se enquadram como ciclomotores. O problema é que, no caso deles, não há registro algum e as autoridades não têm como autuar, apreender ou exercer qualquer fiscalização”, disse Flávia Jordane de Carvalho, representante do Detran.</p>



<p>O comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Flávio Ribeiro Cavatti, concordou com Flávia e acrescentou outro problema: “No Espírito Santo, o índice de motoristas que se recusam a fazer o teste etílico é muito alto. No caso deles, o agente de trânsito pode reter o veículo e exigir a apresentação de um condutor habilitado. Mas, e no caso das bicicletas elétricas? Se o cidadão está embriagado conduzindo o veículo o agente vai parar e falar o quê? Tem que liberar e dali ele sai, em velocidade excessiva, atropela alguém e causa uma tragédia. Precisamos de regulamentação desses veículos”, defendeu Cavatti.</p>



<p>A audiência, realizada por iniciativa do deputado Alexandre Xambinho (Podemos), foi presidida pelo deputado João Coser (PT), em função de impedimento do deputado proponente por questões de saúde. Em mensagem aos participantes, Xambinho explicou a intenção do debate: “A chegada das bikes elétricas representa um avanço significativo na mobilidade urbana. É inovação, é economia de tempo e é mais qualidade de vida. Muitos trabalhadores que antes ficavam presos no trânsito agora conseguem chegar mais cedo em casa. Além disso, elas contribuem diretamente para o meio ambiente, reduzindo a emissão de poluentes. Esse é um caminho sem volta. Elas vieram para ficar”, ponderou. &nbsp;</p>



<p>Xambinho disse ainda que “grande parte da população tem manifestado preocupação com o uso inadequado das bikes elétricas: crianças e adolescentes circulando sem capacete e em alta velocidade; adultos trafegando como se fossem veículos automotores; manobras irregulares; desrespeito às normas de circulação; situações que colocam em risco motoristas, pedestres e os próprios condutores”. E acrescentou que a audiência tinha por objetivo “construir um caminho que preserve o avanço tecnológico e a inovação, mas que também assegure a vida, a segurança e a ordem no trânsito”.</p>



<p>O deputado lembrou que “vivemos em cidades que foram projetadas para os carros, mas as bikes elétricas chegam como uma opção sustentável, de certa forma barata e moderna para se contrapor aos carros e ao transporte coletivo”. Coser ressaltou que a convivência harmônica de bicicletas convencionais, bikes elétricas, ciclomotores, carros e pedestres passa, necessariamente, pela construção de ciclofaixas. “Mas, independente de ciclofaixas, a gente não pode abrir mão da segurança, para quem usa bicicletas e para pedestres”, pontuou.</p>



<p><strong>Acidentes&nbsp;</strong></p>



<p>Coser apresentou números de acidentes envolvendo esses novos modais no estado. De janeiro a agosto, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde, foram 114 acidentes envolvendo bicicletas elétricas, sendo 54 em Vila Velha, 22 em Vitória, 12 na Serra, cinco em Guarapari e quatro em Cariacica. Na última semana, uma mulher morreu após dias internada por ter sido atropelada por uma bicicleta elétrica na Enseada do Suá e, em outubro, um adolescente sofreu um acidente grave em Colatina, segundo o parlamentar.</p>



<p>Acerca dos espaços urbanos, o arquiteto urbanista Murilo Paiolli disse que é preciso ordená-los. “Os espaços são destinados, prioritariamente, a veículos de transporte individual, em vez de priorizar o coletivo e essas modalidades novas. Vai ser preciso as pessoas abrirem mão de sua individualidade, seus interesses pessoais em favor do coletivo”, ponderou.</p>



<p>O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Santos (União), também participou da audiência e sugeriu que, para ampliar o debate, sejam realizadas novas audiências em horários que permitam a participação de maior número de pessoas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-2-1.jpg" alt="" class="wp-image-45017" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-2-1.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-2-1-300x169.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-2-1-768x432.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-2-1-133x75.jpg 133w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Novo-Projeto-2-1-480x270.jpg 480w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>É tema que está na ordem do dia, não apenas do cidadão capixaba, mas de todo o Brasil. Antecipamos esse debate na Assembleia, palco importante de grandes decisões e debates do que compete a ela, mas também do que podemos levar ao Congresso Nacional. As bikes elétricas vieram para melhorar a mobilidade urbana, um meio que, diferente dos carros convencionais, que poluem, as bike elétricas vieram para melhorar, mas geram um caos porque o regramento estabelecido pela legislação brasileira não está a contento”, disse Marcelo.<br><br>O deputado apontou as falhas desse regramento: “Não tem obrigatoriedade de uso de capacete, a velocidade que alcançam é grande, já causaram mortes, não há um sistema viário próprio para elas; vão alcançar as calçadas que os cidadãos usam para sua mobilidade e suas atividades físicas e tem de concorrer com as bicicletas elétricas, que acaba sendo uma arma contra o pedestre. Então, não é criar problema para quem tem bike elétrica e nem desestimular, porque ela veio para melhorar a mobilidade urbana”, opinou. <br><br>O presidente da Ales defende que seja criada “uma legislação, construída a várias mãos na Região Metropolitana de Vitória, que já é constituída por lei”, para garantir mais segurança para quem tem bike elétrica e ao pedestre. A partir de hoje a gente iniciou esse debate e vamos fazer outros”. Mas enfatizou que “a competência é do Congresso Nacional, mas a Assembleia do Espírito Santo não foge a qualquer debate”.<br><br>A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-ES), Érica Neves, participou da audiência e colocou a estrutura da instituição para ajudar a Assembleia a trabalhar uma legislação dentro de suas competências constitucionais.<br><br>Marcelo disse que a audiência foi solicitada pelo vereador Ailton Dadalto (Republicanos), autor da Lei 10178/2025, denominada “Bike Legal”. O vereador explicou sobre a legislação instituída em Vitória para ordenar o uso desses veículos, dentro das limitações constitucionais reservadas a municípios e estados para legislarem sobre assuntos de trânsito.<br><br>A vereadora Tainá Coutinho (PSDB), de Guarapari, participou do encontro manifestando preocupação com a chegada do verão: “A população da cidade aumenta de 130 mil para 1 milhão de pessoas. Se hoje os espaços já estão sendo disputados, imagine quando os turistas chegarem. Por isso, já estou apresentando uma proposta de legislação também para ordenar o assunto em Guarapari”.<br><br>Embora preocupados, todos os participantes do debate fizeram questão de dizer que não querem impedir o uso desses modais de transporte, que concordam serem esses alternativas econômicas e ecológicas para melhorar a mobilidade urbana. Mas insistiram na necessidade de regras claras e conscientização, especialmente dos pais de adolescentes usuários das bicicletas e autopropelidos.<br><br>Compuseram a mesa dos trabalhos, também com direito a fala, o representante da Secretaria de Estado de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), José Eduardo Oliveira, e a representante da Guarda Municipal de Vitória, Yamara Pin.</p>



<p>Fonte: Assembleia Legislativa ES/ Foto:  Lucas S. Costa</p>



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		<title>DER-ES realiza recapeamento da rodovia Primo Bitti entre Aracruz e Coqueiral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:19:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER-ES) iniciou as obras de recapeamento da Rodovia ES-456, Primo Bitti, via que liga a sede de Aracruz à orla de Coqueiral. A Prefeitura de Aracruz por meio da secretária de Mobilidade Urbana (Semurb) reforça à população, durante o período das obras, o tráfego na via poderá apresentar interdições parciais e lentidão em alguns horários, especialmente para os usuários do transporte público que fazem o uso para se deslocarem da orla a sede de Aracruz.</p>



<p>A intervenção tem como objetivo melhorar as condições de tráfego, aumentar a segurança dos motoristas e proporcionar mais conforto a quem utiliza a estrada diariamente. De acordo com o DER-ES, os trabalhos envolvem recuperação do pavimento asfáltico, correção de trechos danificados e nova sinalização horizontal e vertical.</p>



<p>Serão aproximadamente 20 quilômetros de revitalização asfáltica por um período de 90 dias para a conclusão. A ação faz parte do programa estadual de manutenção e revitalização das rodovias capixabas.</p>



<p>A Prefeitura de Aracruz, em parceria com o DER-ES, solicita a compreensão da população e orienta que os usuários planejem seus deslocamentos com antecedência. O órgão ressalta que equipes estão trabalhando para minimizar os impactos no trânsito e garantir a segurança de motoristas, passageiros e trabalhadores durante toda a execução da obra.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz </p>
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