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	<title>advogados &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Advogados investigados por elo com PCV vão para presídios após decisão da Justiça no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
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		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Três advogados que estavam em prisão domiciliar tiveram a medida revogada pela Justiça e foram levados para presídios do Espírito Santo na sexta-feira (21). Eles são investigados por suposto envolvimento com o Primeiro Comando de Vitória (<strong>PCV</strong>) em um processo decorrente da <strong>Operação Telic</strong>.</p>



<p>Procurada pelo <strong>Folha Vitória</strong>, a Secretaria da Justiça do Espírito Santo (Sejus) confirmou que <strong>Bárbara Bastos Rodrigues, Vinicius Bastos Rodrigues e Arlis Schmidt</strong> deram entrada no sistema prisional. As prisões aconteceram durante uma operação realizada em <strong>Vila Velha e na Serra</strong>, na Grande Vitória.</p>



<p>Segundo o Ministério Público do Espírito Santo (<strong>MPES</strong>), os advogados são suspeitos de participar de um esquema de <strong>intermediação de conversas entre pessoas presas pelo crime de tráfico de drogas e integrantes da facção criminosa <strong>Primeiro Comando de Vitória (PCV)</strong> que estavam fora das unidades prisionais</strong>.</p>



<p>Dois mandados foram cumpridos em Vila Velha, sendo um no Balneário de Ponta da Fruta e outro em Boa Vista. O terceiro suspeito foi localizado em Porto Canoa, na Serra. Bárbara foi encaminhada para o Centro Prisional Feminino de Cariacica, enquanto Vinicius e Arlis deram entrada na Penitenciária de Segurança Média.</p>



<p>Após as prisões, os três foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) para realização de exame de corpo de delito. Durante a noite, houve movimentação de viaturas policiais nas regiões onde os mandados foram cumpridos.</p>



<p>Os advogados dos três suspeitos estiveram no IML, mas preferiram não falar com a imprensa. A reportagem também procurou a&nbsp;<strong>OAB-ES</strong>&nbsp;para comentar o caso, mas não havia recebido resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-entenda-o-caso-que-levou-os-advogados-a-prisao">Entenda o caso que levou os advogados à prisão</h3>



<p>Os três advogados já eram investigados na&nbsp;<strong>Operação Telic</strong>, do MPES, que apurou uma suposta atuação de agentes públicos e advogados em favor da facção criminosa na região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha.</p>



<p>Segundo a investigação, integrantes do PCV dariam ordens de dentro de presídios, enquanto familiares e advogados fariam a intermediação das mensagens para integrantes do grupo que estavam em liberdade.</p>



<p>Na terceira fase da operação, nove pessoas foram presas, entre elas três advogados e três guardas municipais.</p>



<p>Bárbara é esposa de Iuri de Souza Silva, ex-comandante da Guarda Muncipal de Vila Velha. Ele também preso&nbsp;durante a terceira fase da Operação Telic.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Precisa de advogado? Mutirão oferece orientação gratuita em Vitória nesta quarta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[mutirão]]></category>
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		<category><![CDATA[vitória ES]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem precisa de orientação jurídica gratuita terá uma oportunidade nesta quarta-feira (12) das 9h às 12h. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (<strong>OAB-ES</strong>) promove um mutirão na Praça Getúlio Vargas, no Centro de Vitória.</p>



<p>Interessados devem apresentar&nbsp;<strong>documento oficial com foto, comprovante de residência e documentação relacionada ao caso.&nbsp;</strong>O atendimento será organizado por triagem, com distribuição de senhas para garantir a ordem dos atendimentos.</p>



<p>A iniciativa tem apoio técnico das comissões temáticas da Seccional e dos Núcleos de Prática Jurídica (NPJ) de faculdades parceiras. Segundo a OAB-ES, o objetivo é aproximar a advocacia da população e ampliar o acesso à informação sobre direitos.</p>



<p>A principal novidade da segunda edição é a participação dos Núcleos de Prática Jurídica (NPJ), formados por estudantes de Direito orientados por professores e advogados das faculdades parceiras.</p>



<p>Além da orientação inicial, as demandas serão analisadas no mesmo momento pelos núcleos, que vão avaliar a possibilidade de continuidade administrativa ou judicial, inclusive com eventual ajuizamento de ações, conforme critérios de cada instituição.</p>



<p>Os atendimentos serão realizados por integrantes das Comissões de Direito Criminal, Direito Previdenciário, Direito do Trabalho, Direito do Consumidor, Direito da Mulher, Direito de Família e Jovem Advocacia da OAB-ES. Participam também os Núcleos de Prática Jurídica da Faesa, FDV, Fucape, Multivix, UniSales, UVV e Estácio.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-servico">Serviço</h3>



<p><strong>Ação Social da OAB-ES – Semana da Advocacia</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Data: 12 de agosto</li>



<li>Horário: das 9h às 12h</li>



<li>Local: Praça Getúlio Vargas, Centro de Vitória</li>



<li>Atendimento: gratuito, por ordem de chegada</li>



<li>Documentos necessários: documento oficial com foto, comprovante de residência e documentação relacionada ao caso</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Corretora condenada por morte de Luísa Lopes é presa em casa e levada para a delegacia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[delegacia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Após ser condenada a 28 anos de prisão pela morte da estudante Luísa Lopes</strong>, a corretora de imóveis Adriana Felisberto Pereira foi levada pela polícia de casa para a delegacia, na tarde desta quinta-feira (6). Segundo a defesa, os policiais foram até a residência da ré para cumprir a decisão do Tribunal do Júri.</p>



<p>Em entrevista à TV Vitória, o advogado Luís Guilherme relatou que assim que recebeu a sentença, Adriana&nbsp;<strong>se despediu do marido e do filho</strong>&nbsp;e foi levada por uma viatura descaracterizada. Uma segunda viatura foi à casa dela apenas para fazer a&nbsp;<strong>escolta</strong>.</p>



<p><strong>“Ela não apresentou resistência, assim que recebeu a sentença, ela se arrumou, se despediu do marido e do filho e os policiais logo em seguida chegaram e ela já estava pronta para ser levada”</strong>, disse.</p>



<p>Ainda segundo ele, Adriana acompanhou os votos dos jurados e a defesa requereu a nulidade do julgamento, o que foi indeferido.</p>



<p><strong>“Infelizmente, devido a um acontecimento, a Adriana acabou acompanhando o voto dos jurados, o que até mesmo gerou um pedido de nulidade do julgamento pela defesa, mas foi indeferido pelo juízo</strong>“, afirmou.</p>



<p>Segundo Luís Guilherme, uma advogada que compõe a equipe de defesa acompanhou Adriana até a delegacia.</p>



<p>Ele afirma que Adriana ficou extremamente abalada com a condenação e a defesa pretende preservar a privacidade do filho e do marido da corretora.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;Ela está muito abalada, é algo que trouxe muita tristeza para ela e essa sentença que a defesa não concorda, inclusive já recorremos, não há como se receber essa notícia de uma forma clara e tranquila.&#8221; <em>Luís Guilherme, advogado de defesa de Adriana Felisberto</em></p>



<p>Adriana foi condenada a 26 anos de prisão por homicídio consumado e dois anos de detenção por embriaguez ao volante.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-re-se-manteve-em-silencio">Ré se manteve em silêncio</h3>



<p>O julgamento do caso começou nesta quarta-feira (5), mas <strong>Adriana não participou presencialmente do primeiro dia do júri popular</strong>. Segundo os advogados de defesa, ela chegou a comparecer ao fórum para acompanhar a sessão, mas começou a chorar e passou mal logo após entrar no prédio.</p>



<p>A corretora voltou para casa e&nbsp;<strong>acompanhou o julgamento por videoconferência</strong>. Já no segundo dia, ela esteve no Fórum Criminal de Vitória, mas optou por permanecer em silêncio durante o júri.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-comportamento-de-adriana-apos-o-atropelamento">Comportamento de Adriana após o atropelamento</h4>



<p>O Ministério Público do Espírito Santo (<strong>MPES</strong>) concentrou sua argumentação no comportamento apresentado por Adriana após o atropelamento.</p>



<p>Os promotores de Justiça questionaram repetidamente as primeiras testemunhas sobre a postura da acusada após o acidente. Segundo os depoimentos, a corretora demonstrou indiferença e aparentava estar mais preocupada com o carro do que com a situação de Luísa.</p>



<p>O sargento da Polícia Militar que atendeu à ocorrência confirmou em depoimento que gravou imagens da cena por ter ficado impressionado com a&nbsp;<strong>frieza demonstrada pela acusada.</strong></p>



<p>O militar também afirmou que, em 16 anos de carreira, nunca havia presenciado uma ocorrência semelhante. Ele relatou ter encontrado a estudante gravemente ferida no asfalto, enquanto um ciclista tentava confortá-la.</p>



<p>Outro policial, responsável pela autuação, afirmou que percebeu sinais de embriaguez na corretora, como&nbsp;<strong>fala arrastada e odor etílico</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-defesa-sustentou-uso-de-remedios-controlados">Defesa sustentou uso de remédios controlados</h4>



<p>De acordo com informações da repórter Suellen Araújo, da&nbsp;<em>TV Vitória/Record</em>, o advogado de Adriana questionou uma das testemunhas policiais sobre a possibilidade de diferenciar sintomas provocados pelo consumo de bebida alcoólica daqueles causados pelo uso de medicamentos controlados.</p>



<p>O policial respondeu que não é especialista no assunto, mas afirmou que o&nbsp;<strong>forte odor etílico</strong>&nbsp;o levou a acreditar que a corretora estava embriagada.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-mae-de-luisa-foi-ouvida">Mãe de Luísa foi ouvida</h4>



<p>A primeira testemunha ouvida nesta quinta-feira foi a mãe de Luísa, Adriani Luiza da Silva. Em entrevista à reportagem da TV Vitória/Record, o assistente de acusação e advogado da família da vítima, Marcos Vinícius Sá, afirmou que o depoimento da mãe mostrou aos jurados as consequências da morte da estudante para a família.</p>



<p><strong>“É uma mãe que tinha uma única filha e sofreu a pior dor que um pai pode sentir, que é sepultar um filho”</strong>, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-iluminacao-da-via-tambem-foi-debatida-e-juiz-chegou-a-determinar-ida-de-juri-para-camburi-mas-depois-cancelou">Iluminação da via também foi debatida e juiz chegou a determinar ida de júri para Camburi, mas depois cancelou</h4>



<p>Outro ponto discutido pelos advogados foi a iluminação da Avenida Dante Michelini, em frente ao Clube dos Oficiais, onde o acidente aconteceu.</p>



<p>Na tarde de quarta-feira (5), o juiz Carlos Henrique Rios do Amaral Filho, da 1ª Vara Criminal de Vitória, chegou a <strong>determinar que os jurados fossem até o local do atropelamento.</strong> No entanto, voltou atrás na decisão após um pedido da defesa para cancelar a diligência.</p>



<p>De acordo com os advogados da ré, Jamilson Monteiro Santos e Fábio Marçal, a solicitação foi feita porque a via passou por reformas na iluminação pública em 2024.</p>



<p>Os advogados argumentaram que, caso os jurados fossem até o local, a diligência seria infrutífera, já que as condições de iluminação não representariam mais o cenário existente na época do acidente.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-relembre-o-atropelamento-e-morte-de-luisa">Relembre o atropelamento e morte de Luísa</h3>



<p>O atropelamento aconteceu na noite de 15 de abril de 2022, na Avenida Dante Michelini, em frente ao Clube dos Oficiais, em Vitória. Luísa estava de bicicleta quando foi atingida pelo carro conduzido por Adriana Felisberto.</p>



<p><a href="https://vimeo.com/1215640649?fl=pl&amp;fe=sh" data-type="link" data-id="https://vimeo.com/1215640649?fl=pl&amp;fe=sh">Imagens de videomonitoramento</a> registraram o momento da colisão. Segundo a Secretaria de Segurança Urbana de Vitória, a estudante atravessava a via fora da faixa de pedestres e com o sinal aberto para os veículos.</p>



<p>De acordo com a polícia, a motorista apresentava&nbsp;<strong>sinais de embriaguez, mas se recusou a realizar o teste do bafômetro.</strong>&nbsp;Ela foi presa em flagrante e liberada após o pagamento de fiança de R$ 3 mil.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Solene homenageia profissionais do Direito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 16:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[juizes]]></category>
		<category><![CDATA[procuradores]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais do direito]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comemoração ao Dia do Advogado, o primeiro vice-presidente da Ales, deputado Hudson Leal (Republicanos), promoveu sessão solene na noite de quarta-feira (14) para homenagear 35 profissionais do Direito, entre promotores de Justiça, juízes, procuradores e desembargadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Procuradores e juízes estão entre os homenageados com Comenda Agesandro da Costa Pereira</p>



<p>Em comemoração ao Dia do Advogado, o primeiro vice-presidente da Ales, deputado Hudson Leal (Republicanos), promoveu sessão solene na noite de quarta-feira (14) para homenagear&nbsp;35 profissionais do Direito, entre&nbsp;promotores de Justiça, juízes, procuradores e desembargadores. Eles receberam a Comenda Dr. Agesandro da Costa Pereira.<br><br>As indicações foram feitas pelos deputados Hudson Leal (Republicanos) e Gandini (PSD)&nbsp;e pelas deputadas Raquel Lessa (PP) e Iriny Lopes (PT). “Receber a Comenda Agesandro é uma imensa honra para esses profissionais”, destacou Hudson Leal. A procuradora do Estado&nbsp;Santuzza da Costa Pereira, filha de Agesandro, destacou a história do pai na direção da OAB-ES. Em nome dos homenageados, falou a corregedora-geral do Ministério Público do Estado, Catarina Cecin Gazele.<br><br><a href="https://www.flickr.com/photos/assembleialegislativaes/albums/72177720319542536" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fotos da sessão solene</a><br><br><strong>Comenda</strong><br><br>Criada pela Resolução 5.904/2018, a Comenda do Mérito Legislativo Agesandro da Costa Pereira é destinada a advogados, juristas, magistrados e notáveis pela advocacia pública que tenham se destacado no cenário jurídico e realizado feitos notórios.<br><br><strong>Homenageados</strong><br><br>Indicados pela deputada Raquel Lessa</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pedro Paulo Pessi</li>



<li>Priscila Roberte Nascimento</li>



<li>Rodrigo Cassaro Barcellos</li>
</ul>



<p>Indicados pela deputada Iriny Lopes</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alexandre Zamprogno</li>
</ul>



<p>Indicados pelo deputado Gandini</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Namyr Carlos de Souza Filho (vice-presidente do Tribunal de Justiça)</li>



<li>Alessandro Rostagno</li>



<li>Débora Maria Ambos Corrêa da Silva (desembargadora) </li>



<li>Erfen José Ribeiro Santos</li>



<li>Arthur José Neiva de Almeida (desembargador)</li>
</ul>



<p>Indicados pelo deputado Hudson Leal</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aldary Nunes Júnior</li>



<li>Altamir Mendes de Moraes</li>



<li>Anderson Sant’ana Pedra </li>



<li>Aylton Trancoso Dadalto</li>



<li>Breno Magalhães de Oliveira</li>



<li>Carla Costa Coutinho</li>



<li>Catarina Cecin Gazele</li>



<li>Emmanoel Arcanjo de Souza Gagno</li>



<li>Fernando Carlos Dilen da Silva</li>



<li>Gabriela Pelles Schneider de Siqueira</li>



<li>Jakeline Emília Werneck de Almeida Maulaz</li>



<li>Jeferson Ribeiro Gonzaga</li>



<li>José Luiz Grisotto Ribeiro</li>



<li>Josemar Moreira</li>



<li>Karla Silva Coser</li>



<li>Lemim Vieira Lemos</li>



<li>Lucian Quintaes Cardoso</li>



<li>Luis Gustavo de Góis Vasconcelos</li>



<li>Marcos Assef do Vale Depes</li>



<li>Maria de Fátima Cabral de Sá</li>



<li>Marlene Busato</li>



<li>Macário Ramos Júdice Neto</li>



<li>Maria Aparecida Bazani</li>



<li>Thaíta Campos Trevizan</li>



<li>Weverton Gueis Rodrigues</li>



<li>Veraldo Miranda</li>
</ul>



<p>Foto: Mara Lima</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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