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	<title>agricultura &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Tarifaço: Arroz, mel e etanol serão taxados por trabalho forçado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre parte dos produtos brasileiros. A medida foi anunciada após a conclusão da chamada investigação da Seção 301, que analisou políticas relacionadas ao trabalho forçado no Brasil.</p>



<p>Entre os produtos do agronegócio afetados estão o mel, o arroz e o etanol. Com a nova sobretaxa, esses itens podem ter sua alíquota total elevada a até 37,5%, representando um impacto significativo para os exportadores brasileiros do setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produtos preservados na lista de exceções</h2>



<p>Por outro lado, a lista de exceções preservou alguns dos principais itens da pauta de exportação do agronegócio brasileiro. Ficaram de fora da taxação a carne bovina, os artefatos de couro, produtos destinados à nutrição animal e o suco de laranja.</p>



<p>O café solúvel também foi confirmado como isento, encerrando uma incerteza que pairava sobre o setor, que ainda aguardava uma definição sobre o produto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desmatamento citado como vantagem competitiva</h2>



<p>Na véspera do anúncio, Jamieson Greer, representante de comércio dos Estados Unidos, citou o desmatamento no Brasil como uma suposta vantagem competitiva ao desenvolvimento econômico do país em discurso dirigido a senadores americanos.</p>



<p>O argumento consta da investigação que embasou a aplicação das tarifas e gerou uma reação imediata do governo brasileiro.</p>



<p>Em entrevista ao CNN Agro, João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente, rebateu as declarações de Greer. &#8220;Nós não recebemos nenhum documento técnico com as bases que justificam essas afirmações&#8221;, afirmou. Segundo ele, sem documentos técnicos com dados concretos, não seria possível nem mesmo analisar e responder às alegações.</p>



<p>&#8220;O que fica evidente é que não se trata aqui de esclarecer fatos concretos, não se trata aqui de mostrar que não procede a afirmação que o desmatamento favorece a atividade econômica no Brasil em detrimento da atividade norte-americana, não existe isso&#8221;, declarou Capobianco.</p>



<p>Capobianco acrescentou ainda que o Brasil apresentou documentos técnicos embasados, com evidências comprovadas e auditadas, demonstrando o contrário do que foi alegado pelos americanos. Para ele, diante desse cenário, &#8220;é evidente que o que está em jogo não é exatamente uma ação com base em dados da realidade&#8221;.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Crédito rural em áreas de risco ambiental soma R$ 92,4 bi desde 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As operações de crédito rural público em áreas com alerta de desmatamento acumulam, desde 2019, 831 mil contratos e R$ 92,4 bilhões em volume financiado, segundo dados do novo Monitor do Crédito Rural do MapBiomas.</p>



<p>De acordo com o estudo, mais de 400 instituições financeiras oferecem crédito rural no Brasil, mas 60% do volume de recursos estão concentrados em apenas cinco delas: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul.</p>



<p>Em número de operações, o Banco do Nordeste concentrou 56% do total entre 2019 e 2025 (somando 6,67 milhões de contratos). Já em valor total desembolsado nesses sete anos, o Banco do Brasil lidera o ranking com R$ 306 bilhões.</p>



<p>O levantamento revela ainda que mais de 68% das operações contratadas são de investimento e cerca de 58% estão ligadas a atividades pecuárias — sendo 23% voltadas à aquisição de animais e cerca de 27% destinadas ao financiamento de atividades envolvendo bovinos.</p>



<p>A mesma concentração se repete em transações realizadas em áreas de sobreposição a camadas socioambientais, que incluem locais com alertas de desmatamento, embargos ambientais, florestas públicas tipo B (áreas formalmente arrecadadas pelo poder público, mas sem destinação específica), terras indígenas, unidades de conservação e quilombolas.</p>



<p>Nesses locais protegidos ou sob restrição, 63% das operações foram concedidas pelo Banco do Nordeste. Já em volume financeiro, o Banco do Brasil concentra 33% do total de crédito disponibilizado.</p>



<p>Os dados são do MapBiomas Alerta, sistema que identifica alertas de desmatamento e degradação da vegetação nativa em todos os biomas do país e cruza os dados com informações das plataformas de operação de crédito rural público.</p>



<p>Entre os estados, o Piauí lidera em volume de operações com algum tipo de sobreposição a camadas socioambientais, registrando 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já no critério de volume total de crédito liberado nessas áreas, o Tocantins lidera com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso (R$ 13,3 bilhões) e Rondônia (R$ 13 bilhões).</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Como fica a agricultura capixaba com o &#8220;Estado de Alerta&#8221; para seca em vigor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 16:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[indústrias]]></category>
		<category><![CDATA[produtores rurais]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[A estiagem no Espírito Santo, que começou em abril, está reduzindo a vazão de rios e córregos. Em resposta, o Governo Estadual declarou Estado de Alerta e impôs medidas restritivas para indústrias, produtores rurais e serviços de água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A estiagem no Espírito Santo provoca medidas restritivas para indústrias e produtores rurais, com o objetivo de preservar os recursos hídricos.</h2>



<p>A estiagem que atinge o Espírito Santo desde abril já está afetando a vazão de diversos rios e córregos no estado. Em resposta, o Governo Estadual publicou, na última quarta-feira (18), uma resolução que declara Estado de Alerta sobre a situação hídrica, impondo medidas restritivas e recomendações a indústrias, produtores rurais e serviços autônomos municipais de água e esgoto.</p>



<p>A resolução, criada pela Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), ficará em vigor até que a situação hídrica no Espírito Santo seja normalizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Restrições para o uso da água no ES</strong></h2>



<p>Para combater os efeitos da seca, o governo impôs reduções na captação de água. Produtores rurais devem diminuir em 20% o volume diário outorgado para a irrigação e priorizar horários de menor incidência de calor, como o início da manhã e o fim da tarde.</p>



<p>Já para as indústrias e agroindústrias, a redução na captação de água deve ser de 25%. Essas restrições têm o objetivo de garantir que a distribuição dos recursos hídricos seja feita de maneira sustentável durante a estiagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Agricultura capixaba investe em eficiência</strong></h3>



<p>Segundo Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, os agricultores capixabas já se adaptaram a situações semelhantes, como a seca do ano anterior, e mais de 80% dos sistemas de irrigação utilizam técnicas eficientes, como microaspersão e gotejamento.</p>



<p>&#8220;Os agricultores estão fazendo a sua parte, investindo em soluções sustentáveis para garantir o abastecimento de água e manter a produção agropecuária&#8221;, afirma Bergoli.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exceções às restrições</strong></h3>



<p>Nem todos os setores da agricultura serão afetados pelas restrições. A irrigação de hortaliças em áreas de até dois hectares, o cultivo em estufas com irrigação localizada, a hidroponia e viveiros de mudas estão isentos das medidas de redução.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Medidas de uso racional da água</strong></h3>



<p>Para otimizar o uso da água e minimizar as perdas por evaporação, a Agerh recomenda que a irrigação seja realizada durante os horários mais frescos do dia, e que sejam adotadas técnicas eficientes, como o uso de sistemas de gotejamento e microaspersão.</p>



<p>Além disso, proprietários de barragens devem garantir que, no mínimo, 50% da vazão de referência seja mantida no leito do rio a jusante dos reservatórios.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Produtora rural do ES começa a exportar abacate para a Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 15:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma agricultora familiar de Alto Rio Novo, no noroeste do Espírito Santo, iniciou a exportação de abacates para a Argentina. Com aproximadamente 4,5 mil pés de abacate de várias espécies, ela alcança uma produção anual de 8 a 12 toneladas da fruta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A produtora tem cerca de 4,5 mil pés de abacate, de diversas espécies, e produz de 8 a 12 toneladas da fruta por ano</h2>



<p>Uma agricultora familiar do município de Alto Rio Novo, região noroeste do Espírito Santo, começou a vender abacate para a Argentina. A produtora tem cerca de 4,5 mil pés de abacate, de diversas espécies, e produz de 8 a 12 toneladas da fruta por ano.</p>



<p>O Espírito Santo está entre os estados que mais produzem abacate no País. Em 2023, colheu 34.126 toneladas do fruto, um crescimento de 36,55% em relação a 2022. No mesmo ano, 95,8 toneladas de abacates capixabas foram exportadas</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Também vendemos meia tonelada da variedade Margarida, para fazer uma experiência. Vamos tentar implementar essa variedade ao gosto internacional”,</strong>&nbsp;contou a produtora.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>A Argentina, é um dos principais destinos do abacate capixaba no exterior. Nilce começou a cultivar Avocado há 4 anos, no Sítio Beija-Flor, única propriedade produtora dessa variedade na região noroeste do Estado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Apostei numa cultura extremamente nova na região. Foi um desafio enorme, pela questão do clima, do terreno, mas deu certo. Acredito que a irrigação foi determinante. O apoio do Incaper é muito importante, nas orientações para cultivo e comercialização. Estou muito orgulhosa, emocionada e extremamente realizada com o êxito desse projeto, que incialmente teve assistência do extensionista Tiago dos Santos e, agora, tem do técnico Rodrigo Fernandes”,&nbsp;</strong>afirma Nilce Merlo.</p>
</blockquote>



<p>A produtora é assistida pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Nilce Merlo Chaves exportou duas toneladas da espécie Hass, o Avocado, uma das variedades mais consumidas no mundo, bastante conhecida pelo uso na culinária mexicana, principalmente.</p>



<p>O Coordenador do escritório do Incaper em Alto Rio Novo, Rodrigo Fernandes destaca que a exportação possibilita a valorização do produto.</p>



<p>“Viabiliza a venda por valores maiores que os praticados no mercado interno, ampliando a renda do agricultor. A Nilce é um exemplo de dedicação e merece muito essa conquista. Sempre ficamos muito satisfeitos quando os produtores que acompanhamos prosperam nas suas atividades. Vibramos junto com eles. Afinal, nossa missão é ajudá-los a alcançar seus objetivos”, afirma Fernandes.</p>



<p>O técnico do Incaper ressalta que Nilce também é destaque na região pela aposta na diversificação da produção, uma estratégia importante para a sustentação das propriedades da agricultura familiar.</p>



<p>“Paralelamente, ela está investindo na produção de azeite extravirgem de Avocado. Além disso, produz uva, mirtilo, framboesa vermelha e amora preta”, enumera.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Aplicação de crédito rural no Espírito Santo cresce três vezes mais do que no Brasil</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/aplicacao-de-credito-rural-no-espirito-santo-cresce-tres-vezes-mais-do-que-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 11:33:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[seag]]></category>
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					<description><![CDATA[No último ano-safra 2023-2024, o crédito rural no Espírito Santo teve um aumento significativo, alcançando R$ 6,89 bilhões, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior. Os dados foram apresentados durante reunião na Secretaria de Agricultura de Vitória, discutindo prioridades para o próximo plano safra 2024/2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais fomento para o agro capixaba! A aplicação de crédito rural no Espírito Santo cresceu três vezes mais do que o Brasil no decorrer do último ano-safra 2023-2024, que terminou no dia 30 de junho. As movimentações alcançaram R$ 6,89 bilhões, 30% acima dos R$ 5,3 bilhões da safra 2022-2023. Os números foram apresentados na reunião de planejamento do Plano de Crédito Rural do Espírito Santo, realizada nessa quarta-feira (10), na sede da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), em Vitória. O objetivo foi discutir as ações prioritárias para o próximo plano safra 2024/2025.</p>



<p>O número de contratos realizados para as diversas atividades agrícolas capixabas também subiu de 31,6 mil para 39,3 mil, aumento de 24%. Os dados foram apurados pela Gerência de Dados e Análises da Seag, a partir de informações do Banco Central.</p>



<p>Essa intensificação das aplicações é fruto de um trabalho organizado e articulado, segundo o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli. “Um resultado que envolve diversas instituições que atuam de forma planejada para estimular o desenvolvimento agropecuário e fortalecer a economia rural capixaba. As nossas principais culturas também estão com preços razoáveis. O café conilon está em níveis históricos, a pimenta-do-reino e o cacau também, o mamão recuperou o preço e esse é um bom momento das principais atividades agrícolas do Espírito Santo estimulando os produtores a investir, proporcionalmente, acima da média nacional”, pontuou Bergoli.</p>



<p>O crédito rural é um dos principais instrumentos para incentivar os agricultores a modernizar e expandir suas atividades, além de aumentar a produtividade e qualidade dos produtos ofertados, incentivando aos agricultores a modernizar e expandir suas atividades, além de aumentar a produtividade, a produção e a qualidade dos alimentos e matérias-primas, garantindo maior lucratividade nas ações agropecuárias.</p>



<p>As discussões seguem para o lançamento do Plano de Crédito Rural do Espírito Santo para o próximo ano safra 2024/2025, que será realizado pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, em parceria com a União e diversas instituições financeiras e representativas dos produtores rurais e pescadores. O anúncio do Plano está previsto para o próximo dia (23), no Palácio Anchieta, em Vitória.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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