<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>agronegocio &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/tag/agronegocio/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 11:48:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.7</generator>
	<item>
		<title>Com 25 fazendas, grupo do agro entra em recuperação judicial com dívida de R$ 53 milhões</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/com-25-fazendas-grupo-do-agro-entra-em-recuperacao-judicial-com-divida-de-r-53-milhoes/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/com-25-fazendas-grupo-do-agro-entra-em-recuperacao-judicial-com-divida-de-r-53-milhoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=47933</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça do Tocantins deferiu o processamento da decisão de recuperação judicial do chamado <strong>“Grupo Santos”</strong>, núcleo econômico familiar dedicado à pecuária de corte no município de Dois Irmãos do Tocantins, em assinado no dia 27 de julho pelo juiz Ricardo Gagliardi, da 1ª Escrivania Cível de Miranorte. A dívida declarada no processo soma <strong>R$ 53.271.597,66</strong>.</p>



<p>O grupo reúne dois produtores rurais, pessoas físicas e duas pessoas jurídicas ligadas à mesma família, todos com operações, rebanhos, propriedades e maquinário concentrados na região. Segundo a petição, a atividade é exercida de forma integrada há cerca de duas décadas, o que levou o juízo a autorizar a tramitação em declarações processuais e substanciais: na prática, ativos e passivos passam a ser tratados como se pertencessem a um único devedor.</p>



<p>Inicialmente, os requerentes atribuem a crise a uma combinação de fatores que extrapolam a portaria da fazenda. A lista inclui entraves e demora no licenciamento ambiental, limitações ligadas à Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão, atraso na liberação de financiamento rural, altos custos de produção durante a pandemia de Covid-19, encarecimento de fertilizantes e combustíveis, elevação dos juros, restrições ao crédito rural, eventos climáticos adversos e embargos administrativos sobre determinadas propriedades.</p>



<p>O argumento central é que o negócio segue operacionalmente viável — o problema estaria na caixa e no endividamento, não na capacidade produtiva.</p>



<p>O juiz declarou essencialmente um conjunto extenso de bens ligados diretamente à produção: <strong>27 imóveis rurais, sendo 25 fazendas</strong>, entre elas como Estrela do Norte, Santo Antônio, São José, Pedra Preta e São Tomé, além do Rancho Estrela do Norte e da Agropecuária Estrela do Norte, somados às benfeitorias, aos rebanhos de bovinos, equinos, muares, caprinos, ovinos e aves, e ao maquinário agrícola.</p>



<p>Durante o período de blindagem, esses bens não podem ser retirados das propriedades, nem mesmo por credores com garantia fiduciária ou de locação. Ficam de fora, contudo, imóveis urbanos e bens de uso pessoal, cuja essencialidade dependerá de comprovação específica.</p>



<p>Para a defesa, o adiamento é o fôlego que o grupo precisa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="597" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-1024x597.jpg" alt="" class="wp-image-47935" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-1024x597.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-300x175.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-768x448.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-129x75.jpg 129w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-480x280.jpg 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior.jpg 1200w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Antônio Frange Júnior</figcaption></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A decisão confirma o que sempre sustentamos: trata-se de uma atividade produtiva viável, que gera emprego e movimentos a economia da região, e que interrompe uma crise conjuntural. A recuperação judicial não é o fim da linha, é o instrumento que permite reorganizar o passivo e honrar os compromissos com os credores de forma sustentável”, afirma Antônio Frange Júnior, do escritório Frange Advogados, que representa o Grupo Santos.</p>
</blockquote>



<p>O efeito mais imediato da decisão é a chamada <strong>blindagem patrimonial</strong>. Com o deferimento, entra em vigor o período de permanência — período de <strong>180 dias corridos</strong> em que ficam suspensas todas as ações e execuções contra o grupo, além de bloqueios, penhoras e demais medidas de constrição sobre os bens vinculados à atividade rural.</p>



<p>É uma trégua legal: durante esse intervalo, nenhum credor pode avançar individualmente sobre as fazendas, os rebanhos ou o maquinário, ou que dá ao grupo o espaço necessário para reorganizar as contas.</p>



<p>Fonte: Focus Digital BR</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/com-25-fazendas-grupo-do-agro-entra-em-recuperacao-judicial-com-divida-de-r-53-milhoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produtores priorizam custeio e adiam compra de equipamentos, avalia Cresol</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/produtores-priorizam-custeio-e-adiam-compra-de-equipamentos-avalia-cresol/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/produtores-priorizam-custeio-e-adiam-compra-de-equipamentos-avalia-cresol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[produtores rurais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=47880</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Cresol projeta elevar em cerca de 20% a concessão de crédito rural na safra 2026/27, mesmo em um cenário de juros elevados e custos de produção em alta. A expectativa da cooperativa é alcançar R$ 18 bilhões em operações, podendo chegar a R$ 20 bilhões, impulsionada pela forte demanda dos produtores por recursos de custeio.</p>



<p>Em entrevista à CNN Brasil, o conselheiro da Cresol Confederação, Adriano Michelon, afirmou que a instituição encerrou o ciclo anterior acima das metas previstas e antecipou aproximadamente R$ 5 bilhões em recursos na última safra.</p>



<p>A maior parte desse volume foi destinada às linhas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) voltados a pequenos e médios produtores.</p>



<p>Segundo Michelon, embora a expectativa seja de crescimento do volume total de crédito, a antecipação de recursos deve permanecer próxima à registrada neste ano. Isso porque a procura por financiamento aumentou ao mesmo tempo em que os custos agrícolas avançaram, reduzindo a velocidade de disponibilidade dos recursos.</p>



<p>Na última safra a Cresol obteve um crescimento de 41% na carteira de crédito, o que garante uma condição positiva para a safra 2026/2027.</p>



<p>O executivo afirmou que a demanda observada nas primeiras operações do Plano Safra surpreendeu positivamente a cooperativa e contraria a percepção de que os produtores estariam reduzindo investimentos. &#8220;A demanda veio bem mais forte do que imaginávamos&#8221;, disse à reportagem.</p>



<p>Apesar disso, Michelon avalia que a maior parte dos agricultores prioriza recursos para custeio, enquanto adia investimentos em máquinas e equipamentos para recompor o caixa das propriedades. Segundo ele, muitos produtores optam por prolongar o uso do maquinário atual, já que a frota agrícola brasileira ainda é relativamente nova.</p>



<p>Equipamentos modernos ainda exigem investimento elevado e, com margens mais apertadas, o produtor busca reduzir esse tipo de gasto. O cenário de juros elevados e margens apertadas inibe parte dos investimentos, cerca de 70% dos recursos antecipados pela cooperativa são voltados para o custeio das atividades agrícolas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Endividamento exige mais gestão financeira</h2>



<p>Para a Cresol, o aumento do endividamento no campo tem afetado principalmente os grandes produtores. Como cerca de 70% da carteira da cooperativa é formada por pequenos e médios agricultores, a instituição afirma não enfrentar um cenário tão crítico e semelhante ao observado em outras esferas do agronegócio.</p>



<p>Mesmo assim, a cooperativa intensificou os programas de educação financeira e orientação aos cooperados. Michelon defende que, diante das margens mais apertadas, o produtor precisa aumentar a eficiência e acompanhar rigorosamente seus custos.</p>



<p>&#8220;O que temos trabalhado com os cooperados é que tudo precisa estar na ponta do lápis. As margens continuam viáveis, mas exigem muito mais planejamento&#8221;, afirmou.</p>



<p>Segundo ele, parte dos produtores já possui gestão financeira estruturada, enquanto outro grupo passa por um processo de profissionalização. Há ainda agricultores que continuam operando com expectativas de rentabilidade incompatíveis com o atual cenário de mercado, especialmente em relação aos preços da soja.</p>



<p>Em linhas de crédito que contemplam desde o pequeno ao grande produtor, a instituição trabalha com um juros médios que variam até 10% e abrangem 20 estados com forte presença na produção agrícola do Sul ao Norte do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano Safra atende demanda da cooperativa</h2>



<p>Na avaliação da Cresol, o Plano Safra 2026/27 oferece recursos suficientes para atender a demanda da base de cooperados, especialmente nas operações de custeio.</p>



<p>Michelon reconhece que o espaço fiscal do governo para ampliar subsídios está cada vez mais restrito, o que tende a direcionar os recursos públicos para pequenos e médios produtores, deixando uma parcela maior do financiamento dos grandes produtores para o mercado privado. Ainda assim, afirma que a cooperativa se considera contemplada pelas linhas equalizadas disponíveis.</p>



<p>A cooperativa também registrou aumento na procura por orientação técnica e financeira para definição das melhores modalidades de crédito. O movimento ocorre em meio a um ambiente mais desafiador para o crédito rural. Mudanças regulatórias, instabilidade climática e fatores externos ligados ao cenário internacional têm pressionado o planejamento no campo.</p>



<p>O executivo ressalta que os principais desafios devem permanecer concentrados nas linhas de investimento, segmento em que os produtores têm demonstrado maior cautela diante do atual cenário econômico. Para as operações de custeio, no entanto, a expectativa é de equilíbrio entre oferta e demanda de recursos ao longo da safra.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/produtores-priorizam-custeio-e-adiam-compra-de-equipamentos-avalia-cresol/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tarifaço: Arroz, mel e etanol serão taxados por trabalho forçado</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/tarifaco-arroz-mel-e-etanol-serao-taxados-por-trabalho-forcado/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/tarifaco-arroz-mel-e-etanol-serao-taxados-por-trabalho-forcado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=47715</guid>

					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) confirmou a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre parte dos produtos brasileiros. A medida foi anunciada após a conclusão da chamada investigação da Seção 301, que analisou políticas relacionadas ao trabalho forçado no Brasil.</p>



<p>Entre os produtos do agronegócio afetados estão o mel, o arroz e o etanol. Com a nova sobretaxa, esses itens podem ter sua alíquota total elevada a até 37,5%, representando um impacto significativo para os exportadores brasileiros do setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produtos preservados na lista de exceções</h2>



<p>Por outro lado, a lista de exceções preservou alguns dos principais itens da pauta de exportação do agronegócio brasileiro. Ficaram de fora da taxação a carne bovina, os artefatos de couro, produtos destinados à nutrição animal e o suco de laranja.</p>



<p>O café solúvel também foi confirmado como isento, encerrando uma incerteza que pairava sobre o setor, que ainda aguardava uma definição sobre o produto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desmatamento citado como vantagem competitiva</h2>



<p>Na véspera do anúncio, Jamieson Greer, representante de comércio dos Estados Unidos, citou o desmatamento no Brasil como uma suposta vantagem competitiva ao desenvolvimento econômico do país em discurso dirigido a senadores americanos.</p>



<p>O argumento consta da investigação que embasou a aplicação das tarifas e gerou uma reação imediata do governo brasileiro.</p>



<p>Em entrevista ao CNN Agro, João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente, rebateu as declarações de Greer. &#8220;Nós não recebemos nenhum documento técnico com as bases que justificam essas afirmações&#8221;, afirmou. Segundo ele, sem documentos técnicos com dados concretos, não seria possível nem mesmo analisar e responder às alegações.</p>



<p>&#8220;O que fica evidente é que não se trata aqui de esclarecer fatos concretos, não se trata aqui de mostrar que não procede a afirmação que o desmatamento favorece a atividade econômica no Brasil em detrimento da atividade norte-americana, não existe isso&#8221;, declarou Capobianco.</p>



<p>Capobianco acrescentou ainda que o Brasil apresentou documentos técnicos embasados, com evidências comprovadas e auditadas, demonstrando o contrário do que foi alegado pelos americanos. Para ele, diante desse cenário, &#8220;é evidente que o que está em jogo não é exatamente uma ação com base em dados da realidade&#8221;.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/tarifaco-arroz-mel-e-etanol-serao-taxados-por-trabalho-forcado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banestes negocia mais de R$ 61 milhões em propostas de Crédito Rural na maior feira de agronegócio do Estado</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/banestes-negocia-mais-de-r-61-milhoes-em-propostas-de-credito-rural-na-maior-feira-de-agronegocio-do-estado/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/banestes-negocia-mais-de-r-61-milhoes-em-propostas-de-credito-rural-na-maior-feira-de-agronegocio-do-estado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 16:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[banestes]]></category>
		<category><![CDATA[credito rural]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=38670</guid>

					<description><![CDATA[O recém-lançado Plano Safra 2024/2025, com a disponibilidade de Crédito Rural do Banestes, já está mostrando resultados impressionantes. O banco marcou presença na maior feira de agronegócio capixaba, a Cooabriel, realizada entre 25 e 27 de julho em São Gabriel da Palha, no noroeste do Estado. Durante o evento, o Banestes aprovou mais de R$ 61 milhões em 102 propostas de Crédito Rural para produtores de diversas regiões do Espírito Santo, um desempenho cinco vezes superior ao registrado no ano anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>O recém-lançado Plano Safra 2024/2025, com disponibilidade de Crédito Rural do Banestes, já começou a render bons frutos. O banco esteve presente na maior feira de agronegócio capixaba, a Cooabriel, que aconteceu entre os dias 25 e 27 de julho, em São Gabriel da Palha, região noroeste do Estado. Durante o evento, o Banestes realizou mais de R$ 61 milhões em 102 propostas de Crédito Rural para produtores de diferentes regiões do Espírito Santo, resultado cinco vezes maior em relação à participação do Banestes na edição do ano passado.</p>



<p>O banco estadual anunciou recentemente a disponibilidade de R$ 1 bilhão para financiamentos de Crédito Rural no Estado, pelo Plano Safra 2024/2025. Os recursos são destinados para produtores e cooperativas rurais fortalecerem as atividades agrícolas e de pecuária já consolidadas, além de incentivar novas culturas e criações, e estarão vigentes até o dia 30 de junho de 2025.</p>



<p>&#8220;A presença do Banestes na Feira de Agronegócios Cooabriel é uma excelente oportunidade de estarmos ainda mais próximos do produtor rural capixaba. Temos um excelente atendimento e experiência nas demandas dos produtores, além do diferencial da presença em todos os 78 municípios capixabas. Encerramos a Safra anterior, 23/24, com um crescimento de 60% do volume de liberações em relação à Safra de 22/23, com incremento de 70% na receita. Temos uma excelente expectativa de fechamento de negócios para esta nova Safra e estamos à disposição dos produtores de todo o Estado&#8221;, destacou o diretor de Negócios do Banestes, Carlos Artur Hauschild.</p>



<p>O presidente do Banestes, Amarildo Casagrande, ressaltou a relevância do patrocínio do banco à maior feira do Estado. &#8220;A Feira Cooabriel é uma excelente oportunidade de estudarmos ainda mais as necessidades dos agricultores, além de podermos conhecer mais de perto as tendências tecnológicas nas áreas de insumo, implementos e máquinas, que contribuem para o aprimoramento técnico dos produtores&#8221;, disse.</p>



<p>O banco esteve presente com um estande de cerca de 64 metros quadrados, localizado em posição estratégica na Feira e desenvolvido com uma estrutura moderna, acolhedora e propícia para a realização de negócios durante o evento. Além da recepção com cafés e aperitivos, os clientes receberam brindes exclusivos do Banestes, como guarda-sóis, bonés, camisas, mochilas e outros.</p>



<p>Além de clientes, estiveram no estande o vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço; o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli; e membros da diretoria da Cooabriel.</p>



<p>Ao todo, mais de 70 colaboradores do Banestes trabalharam diretamente no evento, desde diretores, passando pela Superintendência e Gerência da área, até o corpo técnico especializado na análise e liberação do Crédito Rural.</p>



<p>Segundo os organizadores, o evento superou todas as expectativas e reuniu mais de 20 mil pessoas durante os três dias de realização. A Feira de Agronegócios contou com mais de 80 empresas expositoras, distribuídas em estandes, que apresentaram o que há de melhor no mercado, em termos de maquinários e equipamentos, insumos, tendências tecnológicas e produtos financeiros.</p>



<p><strong>Crédito Rural Banestes</strong></p>



<p>As linhas de Crédito Rural oferecidas pelo Banestes têm condições especiais, com taxas reduzidas e subsidiadas, que proporcionam aos produtores de todos os portes o custeio da produção e o investimento na atividade produtiva, aumentando a competitividade.</p>



<p>A linha adequada é definida conforme o projeto a ser financiado. O primeiro passo que o produtor rural deve seguir é procurar o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) ou o escritório técnico terceirizado de confiança para buscar orientações e elaboração do projeto.</p>



<p>O Banestes conta com escritórios técnicos credenciados em todo o Espírito Santo e também agências orientadas para prestar todo o apoio e atendimento ao produtor rural. Para a liberação do crédito, o banco vai verificar a regularidade socioambiental da propriedade, e existe a possibilidade de desconto na taxa contratada, caso o produtor apresente regularidade no Cadastro Ambiental Rural ou comprove a aplicação de alguma prática sustentável em sua propriedade.</p>



<p>Para solicitar recursos, o agricultor deverá entrar em contato com a agência Banestes de sua região. O atendimento estará apto a orientá-lo na escolha da linha de crédito que melhor atende à finalidade desejada. É importante que o produtor rural observe, além da taxa de juros da operação, se o valor e o prazo são adequados para a finalidade desejada. Todas as informações serão fornecidas no momento do atendimento. As informações sobre a Rede de Agências do Banestes estão disponíveis em <a href="https://www.banestes.com.br/informes/2024/www.banestes.com.br">www.banestes.com.br</a></p>



<p>Fonte: Governo ES</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/banestes-negocia-mais-de-r-61-milhoes-em-propostas-de-credito-rural-na-maior-feira-de-agronegocio-do-estado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 81/87 queries in 0.005 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-09-01 10:36:24 by W3 Total Cache
-->