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	<title>agropecuária &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Com 25 fazendas, grupo do agro entra em recuperação judicial com dívida de R$ 53 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça do Tocantins deferiu o processamento da decisão de recuperação judicial do chamado <strong>“Grupo Santos”</strong>, núcleo econômico familiar dedicado à pecuária de corte no município de Dois Irmãos do Tocantins, em assinado no dia 27 de julho pelo juiz Ricardo Gagliardi, da 1ª Escrivania Cível de Miranorte. A dívida declarada no processo soma <strong>R$ 53.271.597,66</strong>.</p>



<p>O grupo reúne dois produtores rurais, pessoas físicas e duas pessoas jurídicas ligadas à mesma família, todos com operações, rebanhos, propriedades e maquinário concentrados na região. Segundo a petição, a atividade é exercida de forma integrada há cerca de duas décadas, o que levou o juízo a autorizar a tramitação em declarações processuais e substanciais: na prática, ativos e passivos passam a ser tratados como se pertencessem a um único devedor.</p>



<p>Inicialmente, os requerentes atribuem a crise a uma combinação de fatores que extrapolam a portaria da fazenda. A lista inclui entraves e demora no licenciamento ambiental, limitações ligadas à Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão, atraso na liberação de financiamento rural, altos custos de produção durante a pandemia de Covid-19, encarecimento de fertilizantes e combustíveis, elevação dos juros, restrições ao crédito rural, eventos climáticos adversos e embargos administrativos sobre determinadas propriedades.</p>



<p>O argumento central é que o negócio segue operacionalmente viável — o problema estaria na caixa e no endividamento, não na capacidade produtiva.</p>



<p>O juiz declarou essencialmente um conjunto extenso de bens ligados diretamente à produção: <strong>27 imóveis rurais, sendo 25 fazendas</strong>, entre elas como Estrela do Norte, Santo Antônio, São José, Pedra Preta e São Tomé, além do Rancho Estrela do Norte e da Agropecuária Estrela do Norte, somados às benfeitorias, aos rebanhos de bovinos, equinos, muares, caprinos, ovinos e aves, e ao maquinário agrícola.</p>



<p>Durante o período de blindagem, esses bens não podem ser retirados das propriedades, nem mesmo por credores com garantia fiduciária ou de locação. Ficam de fora, contudo, imóveis urbanos e bens de uso pessoal, cuja essencialidade dependerá de comprovação específica.</p>



<p>Para a defesa, o adiamento é o fôlego que o grupo precisa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="597" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-1024x597.jpg" alt="" class="wp-image-47935" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-1024x597.jpg 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-300x175.jpg 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-768x448.jpg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-129x75.jpg 129w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior-480x280.jpg 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Advogado-do-Caso-Antonio-Frange-Junior.jpg 1200w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Antônio Frange Júnior</figcaption></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A decisão confirma o que sempre sustentamos: trata-se de uma atividade produtiva viável, que gera emprego e movimentos a economia da região, e que interrompe uma crise conjuntural. A recuperação judicial não é o fim da linha, é o instrumento que permite reorganizar o passivo e honrar os compromissos com os credores de forma sustentável”, afirma Antônio Frange Júnior, do escritório Frange Advogados, que representa o Grupo Santos.</p>
</blockquote>



<p>O efeito mais imediato da decisão é a chamada <strong>blindagem patrimonial</strong>. Com o deferimento, entra em vigor o período de permanência — período de <strong>180 dias corridos</strong> em que ficam suspensas todas as ações e execuções contra o grupo, além de bloqueios, penhoras e demais medidas de constrição sobre os bens vinculados à atividade rural.</p>



<p>É uma trégua legal: durante esse intervalo, nenhum credor pode avançar individualmente sobre as fazendas, os rebanhos ou o maquinário, ou que dá ao grupo o espaço necessário para reorganizar as contas.</p>



<p>Fonte: Focus Digital BR</p>
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		<title>Produtores priorizam custeio e adiam compra de equipamentos, avalia Cresol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[produtores rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Cresol projeta elevar em cerca de 20% a concessão de crédito rural na safra 2026/27, mesmo em um cenário de juros elevados e custos de produção em alta. A expectativa da cooperativa é alcançar R$ 18 bilhões em operações, podendo chegar a R$ 20 bilhões, impulsionada pela forte demanda dos produtores por recursos de custeio.</p>



<p>Em entrevista à CNN Brasil, o conselheiro da Cresol Confederação, Adriano Michelon, afirmou que a instituição encerrou o ciclo anterior acima das metas previstas e antecipou aproximadamente R$ 5 bilhões em recursos na última safra.</p>



<p>A maior parte desse volume foi destinada às linhas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) voltados a pequenos e médios produtores.</p>



<p>Segundo Michelon, embora a expectativa seja de crescimento do volume total de crédito, a antecipação de recursos deve permanecer próxima à registrada neste ano. Isso porque a procura por financiamento aumentou ao mesmo tempo em que os custos agrícolas avançaram, reduzindo a velocidade de disponibilidade dos recursos.</p>



<p>Na última safra a Cresol obteve um crescimento de 41% na carteira de crédito, o que garante uma condição positiva para a safra 2026/2027.</p>



<p>O executivo afirmou que a demanda observada nas primeiras operações do Plano Safra surpreendeu positivamente a cooperativa e contraria a percepção de que os produtores estariam reduzindo investimentos. &#8220;A demanda veio bem mais forte do que imaginávamos&#8221;, disse à reportagem.</p>



<p>Apesar disso, Michelon avalia que a maior parte dos agricultores prioriza recursos para custeio, enquanto adia investimentos em máquinas e equipamentos para recompor o caixa das propriedades. Segundo ele, muitos produtores optam por prolongar o uso do maquinário atual, já que a frota agrícola brasileira ainda é relativamente nova.</p>



<p>Equipamentos modernos ainda exigem investimento elevado e, com margens mais apertadas, o produtor busca reduzir esse tipo de gasto. O cenário de juros elevados e margens apertadas inibe parte dos investimentos, cerca de 70% dos recursos antecipados pela cooperativa são voltados para o custeio das atividades agrícolas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Endividamento exige mais gestão financeira</h2>



<p>Para a Cresol, o aumento do endividamento no campo tem afetado principalmente os grandes produtores. Como cerca de 70% da carteira da cooperativa é formada por pequenos e médios agricultores, a instituição afirma não enfrentar um cenário tão crítico e semelhante ao observado em outras esferas do agronegócio.</p>



<p>Mesmo assim, a cooperativa intensificou os programas de educação financeira e orientação aos cooperados. Michelon defende que, diante das margens mais apertadas, o produtor precisa aumentar a eficiência e acompanhar rigorosamente seus custos.</p>



<p>&#8220;O que temos trabalhado com os cooperados é que tudo precisa estar na ponta do lápis. As margens continuam viáveis, mas exigem muito mais planejamento&#8221;, afirmou.</p>



<p>Segundo ele, parte dos produtores já possui gestão financeira estruturada, enquanto outro grupo passa por um processo de profissionalização. Há ainda agricultores que continuam operando com expectativas de rentabilidade incompatíveis com o atual cenário de mercado, especialmente em relação aos preços da soja.</p>



<p>Em linhas de crédito que contemplam desde o pequeno ao grande produtor, a instituição trabalha com um juros médios que variam até 10% e abrangem 20 estados com forte presença na produção agrícola do Sul ao Norte do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano Safra atende demanda da cooperativa</h2>



<p>Na avaliação da Cresol, o Plano Safra 2026/27 oferece recursos suficientes para atender a demanda da base de cooperados, especialmente nas operações de custeio.</p>



<p>Michelon reconhece que o espaço fiscal do governo para ampliar subsídios está cada vez mais restrito, o que tende a direcionar os recursos públicos para pequenos e médios produtores, deixando uma parcela maior do financiamento dos grandes produtores para o mercado privado. Ainda assim, afirma que a cooperativa se considera contemplada pelas linhas equalizadas disponíveis.</p>



<p>A cooperativa também registrou aumento na procura por orientação técnica e financeira para definição das melhores modalidades de crédito. O movimento ocorre em meio a um ambiente mais desafiador para o crédito rural. Mudanças regulatórias, instabilidade climática e fatores externos ligados ao cenário internacional têm pressionado o planejamento no campo.</p>



<p>O executivo ressalta que os principais desafios devem permanecer concentrados nas linhas de investimento, segmento em que os produtores têm demonstrado maior cautela diante do atual cenário econômico. Para as operações de custeio, no entanto, a expectativa é de equilíbrio entre oferta e demanda de recursos ao longo da safra.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Exportações do agro capixaba batem novo recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 16:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[capixaba]]></category>
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		<category><![CDATA[recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[De janeiro a agosto de 2024, as exportações do agronegócio no Espírito Santo geraram mais de US$ 2,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões), o maior valor já registrado para esse período. Esse montante superou todo o comércio exterior do agronegócio capixaba em 2023 e representa um crescimento de 72% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram exportados US$ 1,2 bilhão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De janeiro a agosto de 2024, as divisas geradas com as exportações do agronegócio no Espírito Santo somaram mais de US$ 2,1 bilhões (ou R$ 11,7 bi), maior valor já registrado na série histórica, considerando esse período do ano. Esse valor superou até mesmo todo o valor gerado com o comércio exterior do agro capixaba de janeiro a dezembro de 2023. Esse resultado representa um crescimento de 72% em relação ao mesmo período de 2023 (US$ 1,2 bilhão).</p>



<p>O crescimento no valor de exportações do Estado foi consideravelmente superior em relação aos dados nacionais, onde o índice do Brasil teve redução de 0,6% no valor comercializado e crescimento de 2,1% em volume. Mais de 1,67 milhão&nbsp;de&nbsp;toneladas de produtos do agro capixaba foram embarcadas para o exterior, representando um crescimento de 3,7% em volume.</p>



<p>As maiores variações positivas no valor comercializado foram para café cru em grãos (+157,1%), carne bovina (+78,3%), álcool etílico (+59,0%), mamão (+38,0%), chocolates e preparados com cacau (+30,9%), celulose (+28,3%), café solúvel (+21,4%) e pimenta-do-reino (+8,8%).</p>



<p>Em relação ao volume comercializado, houve variações positivas para café cru em grãos (+131,1%), carne bovina (+96,7%) álcool etílico (+63,7%), mamão (+42,4%), gengibre (+25,3%), chocolates e preparados com cacau (+15,8%) e café solúvel (+9,7%).</p>



<p>“Estamos batendo recordes com as exportações do agronegócio e, nesses oito meses, alcançamos o melhor desempenho da série histórica, superando todo valor comercializado em 2023. Os preços internacionais continuam bons para boa parte de nossos produtos, o que levou a um aumento expressivo no valor comercializado pelo Espírito Santo. O café continua com volumes recordes exportados, principalmente o conilon, que está se consolidando como o principal produto da nossa pauta de comércio exterior do agro”, comemorou o secretário de Estado da Agricultura,&nbsp;Abastecimento, Aquicultura e Pesca,&nbsp;Enio Bergoli.</p>



<p>Os três principais produtos da pauta das exportações do agronegócio capixaba – complexo cafeeiro, celulose e pimenta-do-reino – representaram 94,9% do valor total comercializado de janeiro a agosto de 2024.</p>



<p>No acumulado do ano, nossos produtos foram enviados para 117 países. Os Estados Unidos se destacam como principal parceiro comercial, com 22,5% do valor comercializado. Além disso, a participação relativa do agronegócio nas exportações totais do Espírito Santo de janeiro a agosto foi de 30,4%. “Esses dados mostram como estamos avançando com competitividade no cenário internacional e isso é fruto de muito trabalho e resiliência dos produtores e das agroindústrias do Espírito Santo, que conseguem atingir mercados em todos os continentes, com produtos de qualidade e sustentáveis”, pontua Enio Bergoli.</p>



<p>De janeiro a agosto deste ano, dez produtos se destacaram em geração de divisas. O complexo cafeeiro ficou em primeiro lugar com US$ 1,2 bilhão (58,3%), seguido por celulose com US$ 679,6 milhões (31,7%), pimenta-do-reino com US$ 106,5 milhões (4,9%), gengibre com US$ 19,9 milhões (0,92%), carne bovina com US$ 18 milhões (0,84%), mamão com US$ 18 milhões (0,84%), chocolates e preparados com cacau com US$ 14,4 milhões (0,67%), álcool etílico com US$ 8,9 milhões (0,41%), carne de frango com US$ 4,6 milhões (0,21%) e pescados com US$ 4,3 milhões (0,20%). O conjunto de outros diversos produtos do agronegócio somou US$ 21,6 milhões (1%).</p>



<p><strong>Café segue em primeiro lugar<u></u><u></u></strong><strong></strong></p>



<p>Na pauta de exportação do ano passado, o complexo cafeeiro passou a ocupar o primeiro lugar, impulsionado pelo café conilon que mais que triplicou o volume de sacas exportadas no último ano. Nos primeiros oito primeiros meses deste ano,&nbsp;foram exportadas aproximadamente 4,8 milhões de sacas de conilon, 359,3 mil sacas de equivalente de solúvel e 332,4 mil sacas de arábica, que dá um total de 5,5 milhões de sacas de café de janeiro a agosto. Um dado que chama atenção é a quantidade de sacas de café solúvel, que foi superior à quantidade de sacas exportadas do café arábica.</p>



<p>“O complexo cafeeiro segue com destaque das exportações do agronegócio, já consolidado como principal arranjo produtivo agrícola em geração de divisas, superando as exportações de celulose. E o café conilon, grande responsável por alavancar esses resultados, agora passa a ser fazer parte das negociações na B3, um passo fundamental como ferramenta de gestão de riscos, especialmente em períodos de oscilações de preço, o que proporciona maior proteção para o patrimônio dos nossos cafeicultores e suas famílias. É importante destacar que o conilon está presente em cerca de 50 mil propriedades rurais capixabas”, complementa Bergoli.</p>



<p>De janeiro a agosto. o Espírito Santo também foi o maior exportador brasileiro de gengibre, pimenta-do-reino e mamão, com participação em relação ao total nacional de 64%, 58% e 44%, respectivamente. Além disso, superou São Paulo na comercialização do complexo cafeeiro, envolvendo café cru em grãos, solúvel e torrado/moído, conquistando a segunda posição no&nbsp;<em>ranking</em>&nbsp;nacional das exportações totais de café e derivados.</p>



<p><strong>Ressalva acerca dos dados<u></u><u></u></strong><strong></strong></p>



<p>A Secretaria da&nbsp;Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca&nbsp;(Seag), por meio da Gerência de Dados e Análises (GDN), realiza mensalmente um levantamento detalhado das exportações do agronegócio capixaba, a partir dos dados originais do Agrostat/Mapa e do Comexstat/MDIC.</p>



<p>Em análise dos dados nas bases oficiais, notou-se uma inconsistência nos dados de exportações do agronegócio do Espírito Santo referentes aos meses de fevereiro e março de 2024, especificamente relacionada ao produto &#8220;Açúcar de cana&#8221;, com código NCM 17011400.</p>



<p>De acordo com os registros disponíveis, constatamos que houve uma notável disparidade entre os valores e volumes de exportação do referido produto nos mencionados meses,&nbsp;em comparação com dados históricos e informações fornecidas pelas indústrias sucroalcooleiras do&nbsp;Estado. Os valores registrados, sendo US$ 10,2 milhões em fevereiro e US$ 11,1 milhões em março, juntamente com os volumes de 19,8 toneladas e 21,6 toneladas, respectivamente, destoam significativamente das médias históricas de exportação do produto pelo&nbsp;Estado, principalmente considerando que esses dados são referentes apenas ao primeiro trimestre de 2024.</p>



<p>Após consultas realizadas junto às indústrias sucroalcooleiras e ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, levantou-se a suspeita de que tais números possam ter sido inflados devido a possíveis erros no lançamento de notas fiscais ou ações de empresas de <em>trading</em> que atuam no Espírito Santo. Portanto, os dados de açúcar fora da curva foram desconsiderados nas nossas análises. A Seag está em contato com as entidades responsáveis para sanar a inconsistência.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Economia do Espírito Santo deve crescer acima do país em 2024, diz Findes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 16:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[O PIB do Espírito Santo deve crescer 4,3% em 2023, superando a média nacional de 2,96%, de acordo com a Findes. Nos primeiros seis meses de 2024, o estado continuou apresentando um desempenho econômico superior ao do Brasil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Indicador de Atividade Econômica da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) estima que o PIB capixaba deve crescer acima do estimado para o país até o fim de 2024. Enquanto o estado deve repetir neste ano o crescimento de 2023, de 4,3%, a economia brasileira deve crescer 2,96%, de acordo com o último Boletim Focus, do Banco Central. Nos primeiros seis meses de 2024, a economia capixaba confirmou essa tendência e avançou acima da média brasileira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agropecuária capixaba cresceu enquanto setor recuou no país</h2>



<p>No primeiro semestre de 2024, a atividade econômica do Espírito Santo cresceu 3,9% em relação ao mesmo período de 2023, superando o crescimento nacional de 2,9%.</p>



<p>Esse resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo dos três principais setores: a indústria cresceu 3,9%, os serviços avançaram 3,1% e a agropecuária apresentou um expressivo aumento de 8,9%.</p>



<p>O crescimento dos segmentos de indústria e serviços acompanhou a média nacional. Por outro lado, o setor agropecuário nacional teve uma queda de 2,9%, enquanto no Espírito Santo apresentou um crescimento acelerado.</p>



<p><strong>INDÚSTRIA, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA</strong></p>



<p>A agricultura capixaba foi impulsionada pelo aumento na produção e na alta dos preços de café arábica e conilon e a pecuária se destacou com a produção de leite e suínos.</p>



<p>Na indústria, o setor extrativo, que inclui petróleo, gás e pelotização, foi o que mais contribuiu para o resultado no 1º semestre. Energia e saneamento avançaram 14,2% no semestre e também impulsionam o crescimento industrial.</p>



<p>O setor de serviços teve alta em todas as atividades – comércio, transporte e demais atividades, como saúde e educação – e segui com a tendência de alta.</p>



<p><strong>PROJEÇÃO DE CRESCIMENTO PARA 2024</strong></p>



<p>O IAE-Findes aponta que o desempenho previsto para a economia capixaba neste ano será melhor do que a projeção do mercado para o Brasil (3%).</p>



<p>Se o cenário projetado se cumprir, o Estado deve crescer 4,3% neste ano com a ajuda dos bons resultados da agropecuária (5,9%), dos serviços (3%) e da indústria (1,7%).</p>



<p>“No caso da indústria, as projeções apontam para um crescimento de 1,7% ao longo de 2024. Essa previsão deve-se, principalmente, a uma expectativa de maior produção de pelotas de minério de ferro devido à reativação da Usina 3 da Samarco, que estava parada desde 2015. Além disso, o desempenho da indústria de transformação neste ano deverá ser melhor do que o observado em 2023”, explica Marília Silva, gerente executiva do Observatório da Indústria.</p>



<p><strong>PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS DO ESPÍRITO SANTO</strong></p>



<p>-4,5% taxa de desocupação do ES no primeiro semestre, ante 6,9% no Brasil no primeiro semestre;<br>-28,9 mil novos postos de trabalho formal de janeiro a julho de 2024 no ES;<br>-4,12% inflação da Grande Vitória no acumulado de doze meses encerrados em junho (IPCA);<br>-41,2% crescimento da corrente de comércio (soma das exportações e importações) do ES com o resto mundo nos seis primeiros meses do ano e chegou a US$ 12,8 bilhões.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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