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	<title>bilhões &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Governo anuncia R$ 2,3 bi para IA e busca equilíbrio entre EUA e China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:41:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo brasileiro anunciou nesta quinta-feira investimentos de cerca de R$ 2,3 bilhões para fortalecer seu ecossistema de infraestrutura para inteligência artificial, dividindo projetos entre empresas dos Estados Unidos e da China, em um movimento que ressalta a tentativa de equilibrar relações com as duas potências.</p>



<p>Pouco mais da metade do total, R$ 1,3 bilhão, financiará um projeto de infraestrutura de supercomputação no Rio de Janeiro desenvolvido em parceria com as chinesas Huawei e iFlytek.</p>



<p>Segundo o governo, a estrutura será usada principalmente para desenvolver modelos de linguagem de uso geral e aplicações setoriais.</p>



<p>Separadamente, cerca de R$ 1 bilhão será destinado a um edital para um supercomputador que o Brasil espera ver entre as dez máquinas mais poderosas do mundo para processamento de inteligência artificial.</p>



<p>O equipamento será instalado no Rio Grande do Norte, escolhido, segundo o governo, por seu forte potencial energético. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do anúncio do investimento no Estado.</p>



<p>Integrantes do governo, sob condição de anonimato, disseram esperar que a fabricante norte-americana de chips Nvidia vença a disputa, depois que a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na semana passada que previa a empresa como fornecedora.</p>



<p>&#8220;A estratégia não é depender de uma única empresa, tecnologia ou país&#8221;, afirmou o governo federal em nota, acrescentando que os investimentos buscam fortalecer a soberania nacional sobre dados gerados por serviços públicos e privados brasileiros.</p>



<p>Protagonista global na corrida da inteligência artificial, a China tem ampliado sua presença como principal parceira comercial do Brasil. Já os Estados Unidos seguem como a maior fonte de investimento direto estrangeiro no país, apesar de terem perdido participação no comércio e de terem imposto recentemente tarifas adicionais sobre produtos brasileiros.</p>



<p>Os investimentos serão financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), com desembolsos parcelados.</p>



<p>O governo espera que o supercomputador entre em operação até o final do próximo ano, e que a infraestrutura de supercomputação em cooperação com as empresas chinesas opere a partir de julho.</p>



<p>Lula, que tem defendido reiteradamente autonomia estratégica em relação às grandes potências, enfrenta uma campanha presidencial para reeleição na qual seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), promete maior aproximação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caso seja eleito.</p>



<p>O governo também anunciou nesta quinta-feira uma parceria com a Espanha baseada na arquitetura aberta RISC-V para o desenvolvimento de chips, planos para um serviço brasileiro de computação em nuvem por meio de parcerias público-privadas e a futura criação de um centro nacional de transparência algorítmica e IA confiável, que será operado pelo Centro de Pesquisa Aplicada em IA da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 12:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Grupo Casas Bahia anunciou na noite deste domingo (16) que entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo.</p>



<p>A medida inclui a própria companhia e outras nove empresas do grupo e tem como objetivo reorganizar as finanças, renegociar cerca de&nbsp;<strong>R$ 17,3 bilhões</strong>&nbsp;em dívidas e garantir a continuidade das operações.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite que empresas com dificuldades financeiras renegociem suas dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência, preservar empregos e permitir que a empresa continue funcionando enquanto busca reequilibrar suas contas.</em></li>
</ul>



<p>Segundo a companhia, a decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador.</p>



<p>O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, especializado em falências e recuperações judiciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nova tentativa de reorganizar as contas</h2>



<p>Esta não é a primeira vez que a Casas Bahia busca reorganizar sua situação financeira. Em 2024, a companhia realizou uma recuperação extrajudicial, quando renegociou cerca de R$ 4,1 bilhões em dívidas com instituições financeiras.</p>



<p>Na época, a empresa apostava que a renegociação das dívidas, aliada à redução dos custos financeiros e à retomada do consumo, seria suficiente para estabilizar suas contas.</p>



<p>No entanto, segundo a própria companhia, o cenário econômico continuou se deteriorando.</p>



<p>Em comunicado ao mercado neste domingo, a Casas Bahia afirmou que enfrentou um ambiente marcado por <strong>juros elevados, restrição ao crédito, aumento dos custos financeiros e queda no consumo, fatores que reduziram sua capacidade de gerar caixa</strong>.</p>



<p>A empresa também informou que não conseguiu concluir operações de captação de recursos consideradas importantes para reforçar seu caixa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nesse cenário de liquidez restrita, o ajuizamento do pedido de recuperação judicial mostra-se necessário e configura mais um passo na direção da reestruturação financeira da companhia, buscando preservar a continuidade das atividades empresariais, proteger a geração de valor futuro e viabilizar uma solução ordenada para o equacionamento de suas obrigações&#8221;, afirmou a empresa.</p>
</blockquote>



<p>Apesar do pedido de recuperação judicial, a companhia informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda, sem interrupções relevantes para os consumidores.</p>



<p>Como o pedido foi apresentado em caráter de urgência, ele ainda precisará ser ratificado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária.</p>



<p><strong>Além da Casas Bahia, o pedido de recuperação judicial inclui outras empresas do grupo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ASAP Log – Logística e Soluções Ltda.</li>



<li>ASAP Log Ltda.</li>



<li>CNT Soluções em Negócios Digitais e Logística Ltda.</li>



<li>Cntlog Express Logística e Transporte Ltda.</li>



<li>Globex Administração e Serviços Ltda.</li>



<li>Cnova Comércio Eletrônico S.A.</li>



<li>Integra Soluções para Varejo Digital Ltda.</li>



<li>Casas Bahia Tecnologia Ltda.</li>



<li>Indústria de Móveis Bartira Ltda.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Prejuízo bilionário antecedeu pedido</h2>



<p>O pedido de recuperação judicial foi anunciado um dia após a divulgação do balanço financeiro do segundo trimestre de 2026.</p>



<p>A companhia registrou prejuízo contábil de&nbsp;<strong>R$ 10,1 bilhões</strong>&nbsp;entre abril e junho deste ano.&nbsp;Segundo a empresa, R$ 9,1 bilhões desse total correspondem a ajustes contábeis extraordinários e despesas ligadas ao plano de reestruturação, sem impacto imediato no caixa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em> Entre os fatores que aumentaram o prejuízo estão ajustes contábeis, como a redução do valor de créditos tributários que a empresa esperava usar no futuro, a reserva de dinheiro para cobrir possíveis disputas e obrigações contratuais, a reavaliação do valor de alguns ativos (como lojas e outros bens) e despesas relacionadas ao processo de reestruturação da companhia.</em></li>
</ul>



<p>Apesar do prejuízo, alguns indicadores operacionais apresentaram melhora.&nbsp;A receita líquida cresceu 1,6%, chegando a&nbsp;<strong>R$ 6,98 bilhões</strong>, enquanto as vendas realizadas diretamente pela internet avançaram 15,3%, alcançando&nbsp;<strong>R$ 2,8 bilhões</strong>.</p>



<p>A empresa também informou que conseguiu aumentar a geração de caixa, reduzir sua dívida líquida e alongar o prazo de vencimento da maior parte dos financiamentos, diminuindo a pressão financeira no curto prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano de transformação</h2>



<p>Segundo a companhia, o pedido de recuperação judicial faz parte da segunda fase do Plano de Transformação, iniciado em 2023 para tornar a operação mais eficiente e financeiramente sustentável.</p>



<p>Como parte dessa estratégia, a empresa fechou 298 lojas consideradas pouco rentáveis, reduziu estoques, cortou custos e passou a concentrar investimentos em operações com maior retorno financeiro.</p>



<p>A companhia afirma que o fechamento das unidades busca aumentar a rentabilidade das lojas remanescentes e fortalecer a geração de caixa, em vez de priorizar a expansão da rede.</p>



<p>No balanço financeiro, a Casas Bahia revelou que, entre o fim de 2025 e o primeiro semestre de 2026, buscou diferentes alternativas para reforçar seu caixa.</p>



<p>A administração realizou reuniões com investidores no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa para avaliar novas formas de captação de recursos, incluindo uma possível oferta de ações.</p>



<p>Paralelamente, negociava uma operação de grande porte com investidores internacionais, considerada importante para o planejamento financeiro da companhia.</p>



<p>Segundo a empresa, a operação acabou não sendo concluída após a desistência do investidor âncora. Outras alternativas de liquidez, como empréstimos-ponte e novas linhas de crédito, também não avançaram nas condições esperadas.</p>



<p>Para a companhia, a combinação entre a frustração dessas captações, os juros elevados, o crédito mais restrito e o enfraquecimento do consumo acelerou a necessidade de recorrer à recuperação judicial como forma de reorganizar sua estrutura financeira e garantir a continuidade dos negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças na direção</h2>



<p>No mesmo dia em que anunciou o pedido de recuperação judicial, a Casas Bahia também comunicou mudanças em sua alta administração.</p>



<p>O vice-presidente Jurídico e Tributário, Fábio Spina, deixou o cargo após atuar na empresa desde 2024. Segundo a companhia, ele continuará prestando consultoria durante o processo de reestruturação.</p>



<p>Para substituí-lo foi nomeada Sírley Lima, executiva com mais de 20 anos de experiência e passagens por empresas como Heineken, Pernod Ricard, Souza Cruz e EY.</p>



<p>A empresa também informou a saída dos conselheiros Jackson Schneider e Rogério Calderón. Cláudia Quintella Woods assumirá uma vaga no Comitê de Auditoria Estatutário, enquanto André Luiz Helmeister passará a integrar o Comitê de Finanças.</p>



<p>Mesmo deixando o Conselho de Administração, Jackson Schneider continuará coordenando os comitês de Auditoria, Riscos, Compliance e de Investigação da companhia.</p>



<p>Fonte: g1</p>
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		<title>Crise na Apex: posso perder dinheiro? Entenda o que se sabe sobre dívida de quase R$ 1 bi e o impacto para clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Apex Partners, plataforma de investimentos do Espírito Santo, enfrenta uma crise após uma investigação interna apontar &#8220;inconsistências financeiras&#8221; na empresa. O fundador e sócio da companhia, Fernando Cinelli, e o diretor financeiro, Eduardo Siqueira, foram afastados do comando da empresa na última quinta-feira (6).</p>



<p>Segundo informações apresentadas pelo jornalista Abdo Filho, os sócios da Apex descobriram uma&nbsp;<strong>dívida de R$ 985,6 milhões</strong>. O valor foi informado pela própria empresa em uma ação apresentada à Justiça na sexta (7), na qual pediu uma blindagem temporária de seus ativos.</p>



<p>A situação ainda está em fase de apuração. Uma auditoria externa deve ser contratada para identificar o que provocou o problema, qual é a extensão das dívidas e se houve impacto nos negócios e nos investimentos dos clientes.</p>



<p><strong>Confira as principais dúvidas sobre o caso:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a Apex Partners?</h2>



<p>A Apex Partners é uma plataforma de investimentos fundada no Espírito Santo. A empresa tem cerca de 8 mil clientes, a maior parte deles no estado, e também atua em outras unidades da federação.</p>



<p>A companhia administra mais de R$ 17 bilhões e possui investimentos tanto na chamada economia real — como galpões, prédios residenciais e salas comerciais — quanto no mercado financeiro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/-hHhH8VzMWyfDw2BCn7oU4W2amQ=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/f/w/uZdkcyR7SKRgrmg5ZTWg/thumb-fotos-2026-08-08t095427.323.jpg" alt="Sede da Apex Partners, em Vitória, no Espírito Santo. — Foto: Ricardo Medeiros/Rede Gazeta"/><figcaption class="wp-element-caption">Sede da Apex Partners, em Vitória, no Espírito Santo. — Foto: Ricardo Medeiros/Rede Gazeta</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa a dívida de quase R$ 1 bilhão?</h2>



<p>A informação consta em uma ação apresentada pela própria Apex à Justiça na sexta (7) após Fernando Cinelli, que era presidente da empresa, e o diretor financeiro, Eduardo Siqueira, serem afastados dos cargos pelos sócios.</p>



<p>Entre os argumentos apresentados pelos sócios está o de que eles não tinham conhecimento da dívida de quase R$ 1 bilhão na empresa. Ainda não está definido, porém, o que provocou esse passivo e qual é exatamente o impacto dele sobre os negócios da companhia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem tem investimentos na Apex pode retirar o dinheiro?</h2>



<p>Neste momento, há uma restrição temporária para os saques de um dos fundos ligados à Apex.</p>



<p>A Justiça concedeu uma blindagem de 60 dias para que a situação da empresa seja analisada. Além disso, o&nbsp;<strong>BTG</strong>, responsável pelo fundo da Apex, suspendeu os saques logo após a crise vir à tona, na quinta (6).</p>



<p>A medida busca evitar que uma retirada generalizada de recursos agrave a situação enquanto o tamanho do problema ainda é investigado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os clientes podem perder dinheiro?</strong></h2>



<p>Existe essa possibilidade, mas ainda é cedo para afirmar se isso ocorrerá. A auditoria que será contratada deverá analisar o que aconteceu, o tamanho das dívidas e o eventual nível de contágio do problema nos diferentes negócios da Apex.</p>



<p>Somente a partir dessas informações será possível saber se haverá perdas para investidores e clientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que os clientes devem fazer neste momento?</h2>



<p>A orientação é aguardar a apuração.</p>



<p>A empresa deverá contratar uma auditoria para identificar a origem do problema e dimensionar seus impactos. Ao mesmo tempo, há a decisão judicial que estabeleceu uma blindagem temporária dos ativos.</p>



<p>Em nota, a Apex Partners afirmou que a medida proposta não se trata de recuperação judicial. &#8220;A medida tem caráter preventivo para garantir o patrimônio da empresa, a continuidade das suas atividades regulares, criando um ambiente de estabilidade, enquanto são concluídos os trabalhos da auditoria externa em fase de contratação&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Apex tem dinheiro público?</h2>



<p>Os recursos envolvidos são exclusivamente privados. A Apex possui investimentos em galpões, shopping centers, imóveis e também no mercado financeiro.</p>



<p>Na sexta, o governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), emitiu um comunicado oficial informando que não possui recursos públicos do Tesouro Estadual ou do Fundo Soberano (Funses) investidos na Apex Partners.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A crise pode afetar a economia do Espírito Santo?</h2>



<p>A Apex é considerada uma empresa importante para o ecossistema econômico do Espírito Santo, principalmente pelo volume de recursos administrados e pelos investimentos realizados no estado.</p>



<p>A crise é negativa para a economia capixaba, para os investidores e para a confiança no mercado. No entanto, ele avalia que não deve haver um impacto significativo no conjunto da economia do Espírito Santo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A crise da Apex pode ser comparada ao caso do Banco Master?</h2>



<p>Nas redes sociais, a situação da Apex já passou a ser chamada de &#8220;Master capixaba&#8221;, mas é preciso ter cautela com a comparação.</p>



<p>Segundo ele, os dois casos são diferentes e a crise da Apex ainda é muito recente. O caso veio a público na quinta (6), enquanto a situação envolvendo o Banco Master já vinha sendo acompanhada há mais tempo.</p>



<p>A orientação, neste momento, é aguardar a auditoria para entender exatamente o que aconteceu na Apex.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona uma plataforma de investimentos?</h2>



<p>De forma simplificada, uma plataforma de investimentos reúne diferentes opções para que o cliente aplique seu dinheiro buscando uma rentabilidade.</p>



<p>A lógica é que uma pessoa coloque determinado valor para investir e, ao longo do tempo, obtenha um retorno superior ao que teria deixando o dinheiro parado ou aplicando em uma alternativa de referência, como a taxa básica de juros.</p>



<p>A Apex atua nesse mercado por meio de investimentos financeiros e também em negócios da chamada economia real.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ter acontecido na Apex?</h2>



<p>Ainda não há uma conclusão sobre a origem da crise. Os próprios sócios da empresa afirmaram que Fernando Cinelli e Eduardo Siqueira teriam cometido &#8220;gestão temerária&#8221; e agido com &#8220;má-fé&#8221;. A acusação foi apresentada pelos sócios após a identificação das inconsistências financeiras.</p>



<p>Na sexta (7), os sócios divulgaram uma nota informando que pretendem responsabilizar Fernando Cinelli pelas supostas irregularidades.</p>



<p>Essas acusações, no entanto, ainda estão sendo apuradas e não representam uma conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade dos envolvidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz Fernando Cinelli?</h2>



<p>A defesa do fundador da Apex Partners afirmou que o empresário está comprometido em contribuir para a preservação da companhia, dos investidores e dos acionistas.</p>



<p>Segundo a nota, o afastamento demonstra a disposição de Cinelli em esclarecer todas as questões levantadas “com total transparência e idoneidade”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o mercado reagiu?</h2>



<p>O BTG Pactual rompeu o contrato de distribuição com a Apex e travou saques de um fundo ligado à plataforma capixaba.</p>



<p>Fonte: g1</p>
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