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	<title>câncer &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Câncer deve afetar direta ou indiretamente 92% da população, segundo a OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>câncer</strong> deve impactar praticamente toda a população mundial nas próximas décadas. Segundo o novo relatório <em>Global Status Report on Cancer 2026</em>, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (<strong>OMS</strong>), cerca de <strong>92% das pessoas serão afetadas direta ou indiretamente pela doença</strong> ao longo da vida, considerando não apenas quem recebe o diagnóstico, mas também familiares e cuidadores.</p>



<p>O documento também projeta um crescimento expressivo no número de casos. Atualmente, o mundo registra cerca de&nbsp;<strong>20,6 milhões de novos diagnósticos por ano</strong>, mas esse total pode chegar a&nbsp;<strong>35 milhões anuais até 2050</strong>, impulsionado principalmente pelo envelhecimento da população, crescimento demográfico e manutenção de fatores de risco evitáveis.</p>



<p>Segundo a oncologista clínica Juliana Alvarenga, esse avanço é resultado de uma combinação de mudanças demográficas e comportamentais.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><em>&#8220;Atualmente, a expectativa de vida da população no Brasil supera os 70 anos. Com o envelhecimento, há também um aumento natural do risco de desenvolvimento de mutações celulares. Mas não podemos ignorar fatores como sedentarismo, excesso de peso, alimentação inadequada, tabagismo e consumo de álcool, que também contribuem para esse crescimento.&#8221; </em></p>



<p><em>Juliana Alvarenga, oncologista clínica</em></p>



<p>A especialista explica que o <strong>envelhecimento</strong> da população faz com que mais pessoas atinjam idades em que o câncer se torna mais frequente. Ao mesmo tempo, hábitos de vida pouco saudáveis continuam favorecendo o surgimento da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-uma-em-cada-cinco-pessoas-tera-cancer"><strong>Uma em cada cinco pessoas terá câncer</strong></h3>



<p>O relatório da OMS estima que&nbsp;<strong>uma em cada cinco pessoas desenvolverá câncer ao longo da vida</strong>. Quando o impacto sobre familiares e pessoas responsáveis pelos cuidados é incluído nessa conta, o alcance da doença passa a envolver cerca de&nbsp;<strong>92% da população mundial</strong>.</p>



<p>Apesar dos avanços obtidos nos últimos anos, a organização alerta que as desigualdades entre os países ainda determinam quem consegue sobreviver à doença. Em muitas regiões, o acesso ao diagnóstico precoce, à radioterapia, aos medicamentos e aos cuidados paliativos continua limitado.</p>



<p>Além disso, a OMS destaca que&nbsp;<strong>apenas 12 países estão no caminho para cumprir a meta global de reduzir as mortes prematuras por câncer até 2030</strong>, reforçando a necessidade de ampliar investimentos em prevenção, diagnóstico e tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-ainda-e-um-desafio"><strong>Tecnologia ainda é um desafio</strong></h3>



<p>Para Juliana Alvarenga, um dos maiores obstáculos é fazer com que os avanços tecnológicos cheguem a toda a população.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><em>&#8220;O chamamento da OMS para que os países desenvolvam ações é muito válido, mas esse é um desafio complexo. O investimento em tecnologia e o incentivo à pesquisa podem acelerar o desenvolvimento de soluções nacionais. Instituições como o Inca, o Butantan e universidades brasileiras já demonstram capacidade de produzir tecnologias inovadoras que, no futuro, podem ser incorporadas ao SUS.&#8221;</em></p>



<p><em>Juliana Alvarenga, oncologista</em></p>
</blockquote>



<p>Segundo a médica, ampliar o acesso ao diagnóstico precoce e aos tratamentos mais modernos será fundamental para reduzir o impacto da doença nas próximas décadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-habitos-saudaveis-ajudam-a-reduzir-o-risco"><strong>Hábitos saudáveis ajudam a reduzir o risco</strong></h3>



<p>Embora nem todos os casos possam ser evitados, a especialista reforça que uma parcela significativa dos cânceres está relacionada a fatores modificáveis.</p>



<p>Entre as principais medidas de prevenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não fumar;</li>



<li>evitar o consumo excessivo de bebidas alcoólicas;</li>



<li>manter alimentação equilibrada;</li>



<li>praticar atividade física regularmente;</li>



<li>controlar o peso corporal;</li>



<li>manter a vacinação em dia quando indicada;</li>



<li>realizar exames de rastreamento conforme orientação médica.</li>
</ul>



<p>Para a oncologista, a combinação entre prevenção, diagnóstico precoce e ampliação do acesso ao tratamento será decisiva para enfrentar o aumento esperado nos casos de câncer nos próximos anos.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Ales tem orientações sobre câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 16:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[mama]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[orientações]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[útero]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa (Ales) promoveu, na manhã de quinta-feira (10), uma ação em apoio ao Outubro Rosa, com alunos de Enfermagem do Instituto Humboldt orientando servidoras e visitantes sobre prevenção ao câncer de mama e colo do útero, sob a supervisão da enfermeira Michelle Rocha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudantes de Enfermagem orientam servidoras da Ales e visitantes sobre o câncer de mama e o de colo do útero&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47628_OutubroRosaLucasSCosta101020241.jpg" alt="painel branco onde há letras na cor rosa das palavras doe lenços" title="campanha doe lenços"/></figure>



<p>Ales está com campanha de doação de lenços para mulheres em tratamento de câncer&nbsp;/&nbsp;Foto:&nbsp;Lucas S. Costa</p>



<p>A Assembleia Legislativa (Ales) realizou, na manhã desta quinta-feira (10), uma ação em alusão ao Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção ao câncer de mama e de colo do útero. Alunos de Enfermagem do Instituto Humboldt se mobilizaram no andar térreo do prédio do Legislativo para dar orientações a servidoras e visitantes, sob a supervisão da enfermeira preceptora Michelle Rocha.&nbsp;&nbsp;<br><br><a href="https://www.flickr.com/photos/assembleialegislativaes/albums/72177720321065135/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja fotos</a><br><br>“A nossa ação hoje vai ser de orientação e de esclarecimento sobre essa doença, formas de prevenção. Quem quiser vir aqui até o estande poderá aferir os sinais vitais, temperatura, pressão arterial e receber as nossas orientações. Os alunos estão bem dispostos e interagindo para que esse evento seja um sucesso”, explicou a enfermeira.&nbsp;<br><br>Michelle chamou a atenção para a realização do autoexame. “As mulheres devem regularmente fazer o autoexame da mama. Não serve para fim diagnóstico, mas sim para ver se tem o aparecimento de algum nódulo. Esse exame deve ser feito mensalmente e existe o Papanicolau, que é uma vez a cada ano”, afirmou.&nbsp;<br><br>“Se acaso aparecer algum nódulo, ela deve procurar um mastologista, um ginecologista, para fazer o diagnóstico, que seria a mamografia, a ultrassonografia, ressonância e biópsia. Mas a princípio, a mulher tem que se tocar, tem que se cuidar, e este mês de outubro é um mês dedicado ao Outubro Rosa, para nós mulheres estarmos nos dedicando mais z nossa saúde”, acrescentou a preceptora.&nbsp;<br><br>A enfermeira também falou da importância do diagnóstico precoce. “Hoje o câncer tem cura, mas principalmente quando ele é identificado de imediato. Logo no início ele tem 90%, 100% de chance de cura. A pessoa faz todos os exames, faz o acompanhamento e o tratamento com seus oncologistas, mastologistas, enfim, hoje, graças a Deus, nós temos um alcance da cura já bem significativo”, pontuou.<br><br><strong>Reconstrução da mama</strong><br><br>A questão da reconstrução da mama, quando necessária, já é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Logo após tem a questão da reconstrução da mama, hoje dependendo do caso, muitas das vezes não é necessário fazer a mastectomia total, a retirada total da mama. Às vezes tira só de um quadrante, tira só esse nódulo, se for o caso cirúrgico ou não desse nódulo, e aí depois, logo após, com a indicação, esses tratamentos de reconstrução já são ofertados pelo SUS”.<br><br>A servidora Amanda Martinelli gostou das orientações que recebeu. “Eu achei muito interessante essas orientações, porque muitas das informações dadas eu não sabia. Por exemplo, ela falou que não é só acima de 35 anos que faz o autoexame. Então, pessoas mais jovens, assim como eu, é interessante fazer a prevenção, e eu não sabia”, disse.<br><br><strong>Doação de lenços</strong><br><br>A Ales está realizando, durante este mês, uma campanha de arrecadação de lenços, que serão doados para mulheres em tratamento de quimioterapia. O ponto de coleta está situado no andar térreo do prédio do Legislativo.</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Proposto ônibus grátis para pacientes de câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 16:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
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		<category><![CDATA[passagem]]></category>
		<category><![CDATA[PCD]]></category>
		<category><![CDATA[transporte público]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado Pablo Muribeca (Republicanos) propôs o Projeto de Lei Complementar (PLC) 24/2024, que visa estender a gratuidade no transporte coletivo intermunicipal da Grande Vitória para pessoas em tratamento de câncer. A proposta altera a Lei Complementar (LC) 2013/2001, que atualmente oferece esse benefício apenas a pessoas com deficiência (PcD).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Passe livre valeria para o transporte coletivo intermunicipal da Grande Vitória, com validade no período de tratamento&nbsp;</p>



<p>Estender a gratuidade no transporte coletivo intermunicipal da região Metropolitana da Grande Vitória para pessoas em tratamento de câncer. É o que pretende o deputado Pablo Muribeca (Republicanos) por meio do Projeto de Lei Complementar (PLC) 24/2024. A matéria propõe alterações à Lei Complementar (LC) 2013/2001, que garante o benefício a pessoas com deficiência (PcD).</p>



<p>A proposta sugere a concessão de uma carteira de passe livre com validade de 12 meses, podendo ser renovada pelo paciente mediante comprovação de que segue em tratamento. “A gratuidade de ônibus para pessoas em tratamento com câncer se estende a um acompanhante maior de idade, em caso de o paciente ser criança ou adolescente”, define o texto.</p>



<p>“O câncer é uma realidade de milhares de famílias brasileiras e, apesar do avanço da medicina no combate à doença, possui efeitos devastadores no paciente e nos que o cercam, causando reflexos na saúde física, mental, espiritual, financeira e em todas as áreas dos envolvidos nesta triste realidade”, explica o proponente, na justificativa da matéria.</p>



<p>“O Estado do Espírito Santo já avança a passos largos no respeito às pessoas com deficiência, conferindo uma série de direitos que vão desde a aquisição de veículos até a gratuidade nos transportes públicos. Apesar disso, as pessoas que penam no tratamento de câncer ficaram à margem de certos avanços sociais, razão pela qual a presente alteração da Lei Complementar de 2013/2001 vem corrigir um abismo histórico e promover a dignidade da pessoa humana”, complementa Muribeca.</p>



<p>“É uma realidade do brasileiro o transporte público, até porque muitos não possuem veículo próprio para se locomover, de modo que a gratuidade no transporte público para os que precisam realizar o tratamento oncológico se torna uma medida urgente e necessária”, conclui o parlamentar.</p>



<p>O PLC 24/2024 já foi lido em plenário e passará pela análise das comissões de Justiça, Saúde, Mobilidade Urbana e Finanças, antes de ser votado pelos deputados.</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=419756&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PLC/419756-202406111741311066778F2MKT(9087080).pdf&amp;identificador=3400310039003700350036003A005000#P419756" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do PLC 24/2024</a>. </p>



<p>Fonte: ALES</p>
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