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	<title>celular &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Comprou celular usado? 500 pessoas são intimadas para devolver aparelhos roubados no ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:26:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comprar celular usado sem saber a origem do aparelho pode se tornar gerar problemas e prejuízo para quem adquire o telefone. A Polícia Civil começou a intimar cerca de 500 pessoas no Espírito Santo para que elas devolvam os celulares com registros de roubo, furto ou perda.</p>



<p>A intimação dos proprietários desses aparelhos faz parte da Operação Nacional <strong>“Última Chamada”</strong>, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e será realizada em conjunto com a 9ª edição do <strong>Projeto Recupera</strong>.</p>



<p>A polícia começou a enviar, na segunda-feira (10),<strong> as intimações por WhatsApp </strong>para os celulares com restrição de roubo, furto ou perda.</p>



<p>As diligências seguem durante toda a semana, com intimações pessoais e ações em estabelecimentos comerciais identificados pela investigação.</p>



<p>No sábado (15), haverá uma mobilização concentrada no&nbsp;<strong>2º Distrito Policial de Vitória, em Ilha de Santa Maria</strong>, onde os intimados deverão apresentar os aparelhos e esclarecer a procedência.</p>



<p><strong>“Além da recuperação dos aparelhos, o cruzamento dessas informações permite identificar dispositivos que continuam em circulação após o registro de roubo ou furto. Isso é importante porque esses celulares podem permanecer vinculados a dados pessoais, aplicativos bancários e outras informações que podem ser exploradas na prática de golpes e fraudes”</strong>, explicou o chefe da Divisão de Inteligência da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), delegado Sérgio Aurich.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-preciso-fazer-se-for-intimado">O que preciso fazer se for intimado?</h3>



<p>A Polícia Civil explica que o principal identificador utilizado é o&nbsp;<strong>IMEI</strong>, código único de cada celular.</p>



<p>Quem recebeu a intimação deve levar o aparelho, documento com foto e, se tiver comprado o dispositivo regularmente, documentos como nota fiscal, comprovante de pagamento, conversas com o vendedor e anúncio da compra.</p>



<p>Após a análise, os celulares cuja propriedade seja confirmada serão devolvidos aos legítimos donos. A Polícia Civil também alerta que&nbsp;<strong>nenhuma etapa de devolução exige pagamento</strong>&nbsp;e orienta a população a confirmar eventuais intimações pelos canais oficiais.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-como-saber-se-a-intimacao-e-verdadeira">Como saber se a intimação é verdadeira?</h4>



<p>Segundo a Polícia Civil, as intimações do Projeto Recupera são enviadas pelo WhatsApp oficial&nbsp;<strong>(27) 3636-1236</strong>, pertencente ao Governo do Estado.</p>



<p>A mensagem de intimação contém:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nome da pessoa intimada;</li>



<li>Data e horário para comparecimento;</li>



<li>Endereço da unidade policial;</li>



<li>Telefone para confirmação.</li>
</ul>



<p>Em caso de dúvida, a população pode procurar a Superintendência de Polícia Regional Metropolitana (SPRM) pelo telefone (27) 3198-5869, WhatsApp (27) 98824-4714 ou pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:sprm@pc.es.gov.br"><strong>sprm@pc.es.gov.br</strong></a>.</p>



<p>A unidade fica na Avenida Nossa Senhora da Penha, nº 2.290, em Santa Luíza, Vitória, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-como-consultar-o-imei-do-celular">Como consultar o IMEI do celular?</h3>



<p>O IMEI é o código de identificação individual do aparelho celular. A consulta é feita direta no telefone.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Abra o teclado de chamadas;</li>



<li>Digite <strong>*#06#</strong>;</li>



<li>O número IMEI será exibido na tela</li>



<li>O código também costuma estar disponível na caixa original do aparelho ou na nota fiscal.</li>
</ul>



<p>A recomendação é guardar o número em um local seguro, fora do próprio telefone, para facilitar o registro no boletim de ocorrência em caso de perda ou roubo do aparelho.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Google lança novo recurso de login por selfie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Google lançou na quinta-feira (22) um novo recurso de login por vídeo selfie. A funcionalidade oferece aos usuários mais uma opção para acessar ou recuperar contas em casos de bloqueio por esquecimento de senhas ou por não conseguirem acessar seus dispositivos preferidos.</p>



<p>A empresa permitirá que os usuários configurem a verificação gravando um breve vídeo de si mesmos realizando movimentos guiados com a cabeça, capturando múltiplos ângulos. O Google salvará a gravação e a utilizará para autenticar os vídeos ao vivo enviados durante as tentativas de login.</p>



<p>Embora o novo recurso possa oferecer maior proteção contra fraudes e mais opções de recuperação de conta, especialmente em casos de dispositivos perdidos ou roubados, ele também pode levantar algumas preocupações em relação à privacidade e à coleta de dados biométricos.</p>



<p>O Google afirmou que o vídeo da selfie é armazenado com o consentimento do usuário, e que ele tem a opção de excluí-lo a qualquer momento. O vídeo será usado apenas para fins de login, a menos que o usuário opte por compartilhá-lo para outros fins, informou a empresa.</p>



<p>A companhia acrescentou que utiliza diversas verificações de segurança para detectar tentativas de falsificação de identidade, incluindo deepfakes, comparando uma nova gravação com o vídeo selfie salvo e exigindo que os usuários realizem movimentos que confirmem que o vídeo é ao vivo.</p>



<p>O recurso estará disponível para usuários elegíveis da Conta do Google a partir de quinta-feira.</p>



<p>Atualmente, as empresas dependem de dispositivos confiáveis, números de telefone registrados, contatos de recuperação e autenticação de dois fatores para procedimentos de recuperação de contas. O reconhecimento biométrico e facial há muito tempo é alvo de preocupações com a privacidade.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Banco Central divulga novas regras para o Pix; saiba o que muda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 15:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[pix]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[transações]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central anunciou ajustes no sistema do Pix para aumentar a segurança, com mudanças para combater fraudes e golpes. As novas medidas entrarão em vigor em 1º de novembro, conforme a resolução BCB n° 403 publicada no site da instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Uma das mudanças é referente ao limite de transação, que será de R$ 200 em celular não cadastrado</h2>



<p>O Banco Central (BC) divulgou ajustes para aperfeiçoar os mecanismos de segurança do&nbsp;<strong>Pix</strong>. As mudanças visando combater fraudes e golpes entrarão em vigor em 1º de novembro. A resolução BCB n° 403 foi publicada no site da instituição.</p>



<p>Pela nova regra geral de segurança, nos casos em que o dispositivo de acesso eletrônico ao Pix &#8211; como smartphone ou computador &#8211; não estiver cadastrado no banco, as transações não poderão ser maiores que&nbsp;<strong>R$ 200</strong>.&nbsp;</p>



<p>Quando houver a mudança para um celular desconhecido, o limite diário de transações instantâneas via Pix não poderá ultrapassar&nbsp;<strong>R$ 1.000</strong>.</p>



<p>Para transações fora destes limites, o novo dispositivo de acesso ao Pix (celular ou computador) deverá ser previamente cadastrado pelo cliente bancário para realizar as transferências de dinheiro via Pix, como nos casos em que o usuário mudar de aparelho.</p>



<p>Em nota, o Banco Central explicou que essa exigência de cadastro se aplica apenas a aparelhos que nunca tenham sido usados para iniciar uma transação Pix, para não causar inconvenientes aos clientes que já usam um dispositivo eletrônico específico.</p>



<p>O objetivo é minimizar a probabilidade de fraudadores usarem dispositivos diferentes daqueles já utilizados pelo cliente para gerenciar chaves e iniciar as transações deste modelo de pagamento instantâneo, quando houver o roubo ou conhecimento de login e senha do cliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pagamento via Pix mais seguro</strong></h2>



<p>O Banco Central ainda determinou medidas que as instituições financeiras devem &#8211; a partir de novembro – aplicar para garantir segurança nas transferências eletrônicas de recursos nas contas bancárias:</p>



<p><strong>• adotar solução de gerenciamento de risco de fraude que contemple informações de segurança armazenadas no Banco Central e que seja capaz de identificar transações Pix atípicas ou não compatíveis com o perfil do cliente;</strong></p>



<p><br><strong>•disponibilizar &#8211; em canal eletrônico de acesso amplo aos clientes &#8211; informações sobre os cuidados que os clientes devem ter para evitar fraudes;</strong></p>



<p><br><strong>• pelo menos uma vez a cada seis meses, os bancos devem verificar se seus clientes possuem marcações de fraude na base de dados do Banco Central.</strong></p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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