<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>congo &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/tag/congo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Aug 2024 16:44:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Barra do Jucu sedia IV Encontro do Folclore com presença de 16 grupos tradicionais de todo Estado</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/barra-do-jucu-sedia-iv-encontro-do-folclore-com-presenca-de-16-grupos-tradicionais-de-todo-estado/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/barra-do-jucu-sedia-iv-encontro-do-folclore-com-presenca-de-16-grupos-tradicionais-de-todo-estado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 16:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[congo]]></category>
		<category><![CDATA[grupos]]></category>
		<category><![CDATA[IV encontro do folclore]]></category>
		<category><![CDATA[LPG]]></category>
		<category><![CDATA[Secult]]></category>
		<category><![CDATA[UMEF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=38740</guid>

					<description><![CDATA[No dia 18 de agosto, a Barra do Jucu, em Vila Velha, será transformada na Capital Capixaba do Folclore, com a realização do “IV Encontro do Folclore, Saberes Populares – Caminhos do Amanhã”. O evento reunirá 16 grupos tradicionais da cultura popular capixaba, como bandas de congo, jongos, bois pintadinhos, blocos tradicionais de rua e folia de reis. Essa celebração faz parte das comemorações do Dia Nacional do Folclore, que é oficialmente celebrado no dia 22 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Bandas de congo, jongos, bois pintadinhos, blocos tradicionais de rua, folia de reis, com suas diversidades culturais e sonoras, vão transformar a Barra do Jucu, em Vila Velha, na Capital Capixaba do Folclore no próximo dia 18 de agosto. A comunidade será sede do “IV Encontro do Folclore, Saberes Populares – Caminhos do Amanhã”, reunindo 16 grupos tradicionais da cultura popular capixaba em um dia de atividades e apresentações. O evento integra o calendário de comemorações do Dia Nacional do Folclore, celebrado oficialmente no dia 22 de agosto.<br><br>O encontro reunirá as Bandas de Congo de Bicanga (de Serra); Panela de Barro e Amores da Lua (de Vitória); Mestre Tagibe e Taquaruçu (de Cariacica); Raízes da Barra, Tambor Jacaranema original e mirim e Mestre Alcides (da Barra do Jucu &#8211; Vila Velha); Tupinikim (de Aracruz); e Regência (de Linhares); o grupo de Folia de Reis (de Mimoso do Sul); os Bois Chapado e Xodó (de Muqui); o Grupo Folclórico Jaraguá, (de Anchieta); além dos blocos da Vaquinha, Mulinha, e Mascarados, com Bonecos Gigantes Barrenses, acompanhados da Batucada do Bloco Surpresa, tradicionais no carnaval de rua da Barra do Jucu (Vila Velha).<br><br>Cerca de 500 ‘brincantes’ estarão presentes, em um dia repleto de atividades, vivências e troca de saberes. O IV Encontro do Folclore será marcado por apresentações e intercâmbio de experiências entre os grupos, com um momento de conversa entre os seus integrantes, mediado pelo Museu Vivo e a Comissão Espírito-Santense de Folclore.<br><br>O dia será finalizado com os grupos convidados percorrendo o “Corredor Cultural e Gastronômico da Barra do Jucu”, em um espetacular cortejo aberto a toda a população capixaba, saindo da Praça Pedro Valadares, passando pela Praia do Barrão e seguindo até o “Kintal” do Bloco Surpresa.<br><br>Nesta quarta edição, o evento conta também com a parceria do Bloco Surpresa, da Associação de Moradores da Barra do Jucu (Amorabarra), da Unidade de Ensino Fundamental (UMEF) Tuffy Nader, da Prefeitura de Vila Velha e da Comissão Municipal de Eventos (Comune).<br><br>O encontro tem como objetivo reconhecer o valor e exaltar as especificidades de cada grupo convidado, dando maior visibilidade para as expressões e patrimônios culturais capixabas, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e turístico/cultural das comunidades, municípios e do Estado.<br><br>A coordenadora do evento, Lena Côgo, destaca a troca de saberes sobre a diversidade artística do Espírito Santo, possibilitada pelo Encontro: “Será um momento importante para a cultura capixaba e para Vila Velha receber todos esses brincantes e possibilitar a troca entre os grupos, fomentando a vasta sabedoria popular capixaba”, afirmou.<br><br>O projeto &#8220;IV Encontro do Folclore &#8211; Saberes Populares, Caminhos do Amanhã&#8221; é realizado pelo Museu Vivo da Barra do Jucu, por meio dos recursos do edital da Lei Paulo Gustavo (LPG), da Secretaria da Cultura (Secult).</p>



<p><strong>Serviço:<br></strong></p>



<p><strong>IV Encontro do Folclore: Saberes Populares, Caminhos do Amanhã<br></strong>Data:&nbsp;18 de agosto (Domingo)<br>Horário: 10h30 às 18h00<br>Local: Barra do Jucu</p>



<p><strong>AGENDA:<br></strong>10h30 &#8211; Recepção dos grupos na Escola Tuffy Nader;<br>11h30 &#8211; Almoço comunitário na Escola Tuffy Nader;<br>13h30 &#8211; Troca de saberes e conversa entre os grupos, mediada pelo Museu Vivo e a Comissão Espírito-Santense de Folclore, na Escola Tuffy Nader;<br>15h00 &#8211; Cortejo dos grupos aberto ao público, dentre eles, turistas, visitantes e toda a comunidade, percorrendo o Corredor Cultural e Gastronômico da Barra do Jucu (Praça Pedro Valadares, Praia do Barrão, Kintal doSurpresa).</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/barra-do-jucu-sedia-iv-encontro-do-folclore-com-presenca-de-16-grupos-tradicionais-de-todo-estado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sinfônica do Espírito Santo divide palco com Banda de Congo Tupiniquim na estreia da Série ‘Povos Originários’</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/sinfonica-do-espirito-santo-divide-palco-com-banda-de-congo-tupiniquim-na-estreia-da-serie-povos-originarios/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/sinfonica-do-espirito-santo-divide-palco-com-banda-de-congo-tupiniquim-na-estreia-da-serie-povos-originarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 16:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[congo]]></category>
		<category><![CDATA[espirito santo]]></category>
		<category><![CDATA[orquestra sinfonica]]></category>
		<category><![CDATA[povos originarios]]></category>
		<category><![CDATA[tupiniquim]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=38415</guid>

					<description><![CDATA[Um grande encontro entre a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) e a Banda de Congo Tupiniquim ocorrerá no dia 10 de agosto, às 19h, na Aldeia Indígena de Caieiras Velha, em Santa Cruz, Aracruz. Como novidade desta temporada, a Série Povos Originários promete um momento de troca de experiências, musicalidade e saberes entre os integrantes da banda e os músicos da Orquestra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Um grande encontro entre a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (Oses) e a Banda de Congo Tupiniquim está marcado para acontecer no próximo dia 10 de agosto, às 19h, na Aldeia Indígena de Caieiras Velha, em Santa Cruz, Aracruz. Novidade nesta temporada, a Série Povos Originários promete um momento de troca de experiências, musicalidade e saberes entre os integrantes da banda e os músicos da Orquestra.<br><br>Sob a regência do maestro Helder Trefzger, o repertório mescla canções clássicas com temáticas indígenas e finaliza com a toada Oré Tupinakya, de autoria de<strong> Jocelino Tupinikim.<br><br></strong>O encontro será uma oportunidade de fortalecimento da cultura, memória e das raízes da comunidade dos povos originários, proporcionando o enriquecimento às diversas manifestações artísticas, resultando em um momento único de celebração musical e cultural entre os músicos da Orquestra Sinfônica e os integrantes da Banda de Congo Tupiniquim.<br><br><strong>Conheça as canções<br><br></strong><strong>Antônio Carlos Gomes</strong> (1836-1896), um dos mais importantes compositores brasileiros, com carreira de destaque na Europa, teve suas óperas apresentadas no Teatro Alla Scala de Milão. A sua ópera O Guarani, de 1870, obteve um sucesso que repercutiu por toda a Europa. Em 1871, ele compôs a Protofonia, que condensa os temas mais importantes da ópera.<br><br>O compositor italiano <strong>Ennio Morricone </strong>(1928-2020) foi um dos mais destacados compositores de trilhas sonoras para filmes de todos os tempos. Em 1986, ele escreveu a trilha para o filme “A Missão”, dirigido por Roland Joff é com Robert de Niro e Jeromy Irons, cuja ação se passa na América do Sul, na terra dos Guaranis. A cena do oboé de Gabriel mostra o momento do encontro entre o padre jesuíta e os povos originários Guaranis. A música se torna um elemento de conexão entre eles.<br><br><strong>Jaceguay Lins</strong> (1947-2004) foi um compositor pernambucano que viveu no Espírito Santo e desenvolveu uma importante carreira, com seu estilo único e inovador, tendo sido, inclusive, maestro da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo. Guananira (maneira pela qual os povos originários se referiam à ilha de Vitória e que significa Ilha do Mel) é uma obra que foi composta em 1995 para a abertura oficial do Prêmio Guananira de Música Capixaba e foi dedicada ao jornalista Rogério Medeiros. Nela, Jaceguay Lins faz a junção da música moderna com o congo do Espírito Santo.<br><br><strong>Waldemar de Almeida</strong> (1904-1975) foi um grande pianista potiguar, importante figura na história da música norte-rio-grandense, responsável pela formação de muitos músicos em Natal e também no Recife. Sua Dança Indígena foi escrita para piano com base em temas rítmicos do tradicional folguedo caboclinhos, presente na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, foi gravada pela Orquestra Armorial em 1979.<br><br>A canção Ero Tori, da tradição guarani-kaiowá, aqui em um arranjo do maestro <strong>Eduardo Martinelli</strong>, significa “eu sou feliz”. Tangará Mirim é uma música cantada na língua guarani composta pelo indígena <strong>Wanderley Moreira</strong> (Mborai Marae). Tangará mirim significa pequeno tangará, que é um pequeno pássaro da Mata Atlântica, sagrado para os guaranis.<br><br>A toada Oré Tupinakya é de autoria de<strong> Jocelino Tupinikim</strong>, da Aldeia Indígena de Caieiras Velha, em Aracruz. A canção fala sobre o povo tupinikim, guerreiro na luta pelo território, mas com a ajuda do criador a quem eles louvam pela força de suas conquistas.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/sinfonica-do-espirito-santo-divide-palco-com-banda-de-congo-tupiniquim-na-estreia-da-serie-povos-originarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 25/87 queries in 0.039 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-06-02 06:29:00 by W3 Total Cache
-->