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	<title>conscientização &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>‘Outubro Rosa’: conscientização e autoconhecimento juntos na Prevenção ao Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 16:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro é o mês do "Outubro Rosa", uma campanha global da OMS para conscientização sobre o câncer de mama. A Secretaria da Saúde destaca a importância do cuidado com a saúde da mulher, enfatizando a prevenção e a detecção precoce da doença, que afeta milhões de mulheres no Brasil e no mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Outubro é o mês especial dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, uma iniciativa global da Organização Mundial da Saúde (OMS) conhecida como “Outubro Rosa”. A Secretaria da Saúde (Sesa) reforça a relevância do cuidado com a saúde da mulher, essencial para o bem-estar de toda a sociedade, salientando que a campanha tem como objetivo alertar a população para a importância da prevenção e detecção precoce do câncer feminino, que afeta milhões de mulheres em todo o Brasil e no mundo.<br><br>Cuidar da saúde feminina é um investimento no bem-estar das famílias. A conscientização, o autoconhecimento e o acesso a consultas e exames preventivos é fundamental para a identificação de possíveis alterações no corpo, garantindo um diagnóstico precoce de vários tipos de doenças e também do câncer. Entre os fatores de risco relacionados ao câncer estão a obesidade, o tabagismo e incluem também os maus hábitos alimentares (elevada prevalência de consumo de alimentos ultraprocessados).<br><br>A referência técnica da Saúde da Mulher da Sesa, Raquel Azevedo, destaca a importância dos exames de rastreamento: “A realização do preventivo e da mamografia é crucial para a mulher de 50 a 69 anos de idade, a cada dois anos. Esses exames são ferramentas valiosas para detectar sinais precoces de alterações que podem indicar câncer, aumentando as chances de tratamento eficaz e cura.”<br><br>O câncer de mama representa um grave problema de saúde pública no Brasil e vem sendo o tipo de câncer mais comum entre as mulheres. O câncer de mama provoca não apenas alterações físicas, mas também afeta significativamente o estado emocional, social e psicológico das pacientes, prejudicando a qualidade de vida e a recuperação.<br><br>Em geral, os sinais e sintomas do câncer de mama podem incluir desde nódulos ou massas palpáveis nas mamas ou axilas; mudanças no tamanho ou formato das mamas, alterações na pele como vermelhidão ou aspecto de casca de laranja, até a secreção anormal dos mamilos. É vital que as mulheres estejam atentas a esses sinais e procurem assistência médica imediatamente ao perceber qualquer alteração.<br><br>O tratamento do câncer de mama pode variar conforme o estágio e as características do tumor, e podem incluir a cirurgia com a remoção do tumor, nódulo ou mama, o uso da radioterapia como forma de eliminação das células cancerígenas, a quimioterapia e a terapia hormonal, utilizada em casos onde o câncer é sensível a hormônios.<br><br>Uma das principais medidas de saúde pública para a detecção precoce do câncer de mama é o rastreamento por mamografia. Este exame é recomendado para mulheres entre 50 e 69 anos de idade, devendo ser realizado a cada dois anos, mesmo na ausência de sinais ou sintomas da doença.<br><br>No Espírito Santo, as mulheres têm acesso a esse exame começando pela Atenção Primária na Unidade Básica de Saúde (UBS), onde, durante a consulta, o médico da família solicita o procedimento. Após a obtenção do resultado, caso necessário, a paciente é encaminhada para uma unidade de referência, onde receberá o tratamento adequado.<br><br>A enfermeira e referência técnica da Vigilância Epidemiológica da Sesa, Larissa Dell&#8217;Antonio, lembra que o acompanhamento da saúde das mulheres deve ser feito de forma integral, porém faz-se necessário ter uma atenção especial aos cânceres que são mais frequentes entre a população feminina. Assim, é essencial que a mulher realize consultas periódicas como forma de detectar precocemente o câncer. Vale destacar que conhecer o histórico familiar pode auxiliar o profissional de saúde na orientação dos cuidados necessários e na solicitação de exames específicos.<br><br>“A busca por consultas e avalições de saúde precisam ser um ato constante pelas mulheres, pois, quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior a possibilidade de tratamento menos evasivos, melhor a qualidade de vida e maior a sobrevida da paciente”, explicou a enfermeira Larissa Dell&#8217;Antonio.<br><br><strong>Dados<br><br></strong>No ano de 2023, segundo dados do Painel Oncologia do DataSUS, foram registrados 1.482 novos casos de câncer de mama, e, de janeiro a setembro deste ano, foram registrados 740 casos de câncer de mama. No Espírito Santo, de janeiro a julho deste ano, foram registradas 8.886 internações de mulheres por tipos de cânceres. Já durante todo o ano de 2023, 14.705 internações foram registradas.<br><br>Quanto às internações específicas por câncer de mama, de janeiro a julho de 2024, foram registradas 1.392 internações de mulheres por câncer de mama. Já durante todo o ano de 2023, foram 2.238 internações registradas. (Dados fornecidos por Sistema de Informações hospitalares do SUS (SIH/SUS), do Ministério da Saúde).</p>



<p>Quanto aos óbitos por câncer de mama feminino, segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), foram registrados no Estado em 2023, 385 mortes, sendo 250 registradas no período de janeiro a agosto.</p>



<p>Já em 2024 de janeiro a agosto foram registrados 237 óbitos em mulheres por decorrência da doença.</p>



<p>Ao todo, em 2023, foram registrados 2.339 óbitos por cânceres em mulheres. Já em 2024, de janeiro a agosto, 1.550 óbitos foram registrados por cânceres em mulheres no Espírito Santo.&nbsp;</p>



<p>Em relação ao câncer de mama em homens, segundo dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), foram registrados no Estado em 2023 um total de 07 mortes, sendo 05 registradas no período de janeiro a agosto. Já em 2024 de janeiro a agosto foi registrado 01 óbito em decorrência da doença.</p>



<p>Quanto a realização de mamografias, foram realizados 94.689 exames, em 2023, e 48.007 de janeiro a julho deste ano. (Dados Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) – Ministério da Saúde).</p>



<p><br><strong>Hospitais</strong></p>



<p>O Espírito Santo conta com hospitais qualificados para a realização do tratamento de câncer de mama. Entre eles estão:<br><br><strong>&#8211; Hospital classificado como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON);</strong></p>



<p>&#8211; Hospital Santa Rita de Cássia (HSRC-AFECC) – instituição filantrópica conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS);</p>



<p><strong>&#8211; Hospitais classificados como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON);</strong></p>



<p>&#8211; Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI) – instituição filantrópica, conveniada ao SUS;</p>



<p>&#8211; Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam) – instituição pública federal, vinculada à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes);</p>



<p>&#8211; Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória (HSCMV) – instituição filantrópica, conveniada ao SUS, vinculada à instituição de ensino Emescam;</p>



<p>&#8211; Hospital Evangélico de Vila Velha (HEVV) – instituição filantrópica, conveniada ao SUS, vinculada à instituição de ensino Univix;</p>



<p>&#8211; Hospital Maternidade São José (HMSJ) – instituição filantrópica, vinculada ao SUS;</p>



<p>&#8211; Hospital Rio Doce – instituição filantrópica, vinculada ao SUS;</p>



<p><strong><br>Ações realizadas durante o mês de outubro<br><br></strong>Durante o mês de outubro, a Secretaria da Saúde, por meio do Núcleo Especial de Atenção Primária (Área Técnica de Promoção da Equidade e Área Técnica de Saúde da Mulher) e a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (Afecc), promoverão rodas de conversa para esclarecimento sobre o câncer de mama em alguns municípios, entre eles: Aracruz, Conceição da Barra, Santa Maria de Jetibá, São Mateus e Vitória.</p>



<p><strong>Programação:</strong></p>



<p><strong>04/10&nbsp;</strong><strong>às</strong>&nbsp;<strong>09h –&nbsp;</strong>Acontecerá o Abraço Rosa – Praça do Eucalipto em Vitória;</p>



<p><strong>09/10&nbsp;</strong><strong>às</strong>&nbsp;<strong>14h –&nbsp;</strong>Será realizada uma palestra com o Grupo de Mães Eficientes no Auditório da Secretaria Estadual de Saúde em Vitória;</p>



<p><strong>10/10&nbsp;</strong><strong>às 14h</strong>&nbsp;<strong>–&nbsp;</strong>Palestra na Aldeia Quilombola – Conceição da Barra;</p>



<p><strong>11/10&nbsp;</strong><strong>às 14h&nbsp;</strong>– Palestra na Aldeia Quilombola – São Mateus;</p>



<p><strong>16/10&nbsp;</strong><strong>às 13h30 –</strong>&nbsp;Palestra Outubro Rosa a população pomerana em Santa Maria de Jetibá;</p>



<p><strong>23/10&nbsp;</strong><strong>às 09h&nbsp;</strong>– Palestra na Aldeia Indígena Irajá – Aracruz.</p>



<p><strong>30/10&nbsp;</strong>às 09h – Palestra no Presídio Feminino – Viana</p>



<p><strong>Ações realizadas nos hospitais estaduais<br><br>Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba)<br><br></strong>No dia 10 de outubro, das 10h às 17h, o Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba) disponibilizará um estande com estudantes de medicina, que estarão esclarecendo dúvidas e passando orientações sobre a campanha “Outubro Rosa”.<br><br>Haverá também informativos sobre a campanha no hospital e a edição de outubro do projeto Feira Itinerante &#8220;NoisReusa&#8221;, do Himaba, será temático de “Outubro Rosa”.<strong><br><br></strong><strong>Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves<br><br></strong>No Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, a programação do “Outubro Rosa” estará integrada à Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT). Este ano, as ações seguirão no formato “SIPAT Itinerante nos setores”.<br><br>A SIPAT será realizada no período de 14 a 18 de outubro, por meio de um circuito de atividades, com o tema: “Prevenção é a sua valorização”. As atividades incluem dinâmica tipo quiz, palestra e entrega de folders informativos, com orientações de prevenção ao câncer de mama.</p>



<p>Fonte: Governo-ES</p>
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		<title>Parque Estadual de Itaúnas promove conscientização ambiental durante Festival Nacional de Forró</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/parque-estadual-de-itaunas-promove-conscientizacao-ambiental-durante-festival-nacional-de-forro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 16:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante as últimas duas semanas, o forró dominou a Vila de Itaúnas, acompanhado de ações de conscientização ambiental. O Parque Estadual de Itaúnas (PEI) e o Bar Forró se uniram durante o Festival Nacional de Forró de Itaúnas (Fenfit) para oferecer aos participantes das oficinas a oportunidade de aprender mais sobre a Unidade de Conservação (UC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.es.gov.br/Media/PortalES/_Profiles/c4d8c6e6/d8d1f292/PEI%20Fenfit%20(3).jpeg?v=638578691580962720" alt=""/></figure>



<p>O forró tomou conta da Vila de Itaúnas nas duas últimas semanas, mas sem deixar de lado a conscientização ambiental. Isso porque o Parque Estadual de Itaúnas (PEI) e o Bar Forró firmaram uma parceria durante o Festival Nacional de Forró de Itaúnas (Fenfit), proporcionando aos participantes das oficinas uma oportunidade de aprender mais sobre a Unidade de Conservação (UC).<br><br>“Todas as tardes, durante as oficinas de dança que contaram com cerca de cem pessoas em cada sessão, abordamos as principais informações sobre o PEI. Sempre iniciávamos com uma provocação para ver quem sabe ‘o que é’ e ‘onde fica’ o Parque Estadual de Itaúnas (PEI)”, explicou a educadora ambiental do PEI, Veratriz Souto.</p>



<p>Os participantes aprenderam informações importantes sobre o Parque Estadual de Itaúnas, como sua área total, seus objetivos de conservação, principais atributos naturais, trilhas, atrativos turísticos e as normas de visitação.</p>



<p>O Fenfit é o único festival do mundo dedicado à promoção e revelação de novos talentos musicais e da dança do Forró Pé de Serra. O evento também oferece uma variedade de atividades que proporcionam capacitação e imersão cultural, como oficinas e encontros para aprimorar habilidades musicais e de dança.</p>



<p>“Essa iniciativa de integrar cultura e conscientização ambiental demonstra como eventos culturais podem contribuir para a educação ambiental e a preservação do meio ambiente, em especial de uma importante Unidade de Conservação como o Parque de Itaúnas, beneficiando tanto os participantes quanto a comunidade local”, destacou o diretor-presidente do Iema, Mario Louzada.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Julho Amarelo: mês é destinado ao reforço de ações de vigilância e prevenção das hepatites virais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 16:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[hepatites]]></category>
		<category><![CDATA[julho amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Julho é o mês de conscientização sobre as hepatites virais, focando em vigilância, prevenção e controle. Essas infecções afetam o fígado e são frequentemente assintomáticas. No Brasil, estima-se que 520 mil pessoas têm hepatite C sem acesso a diagnóstico e tratamento adequados, enquanto para a hepatite B, há quase 1 milhão de casos, com apenas 300 mil diagnosticados segundo o Ministério da Saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Estima-se que o tipo B afete mais de 1 milhão de brasileiros; capital brasileira enfrenta surto da doença em 2024</em></p>



<p>Estamos no Julho Amarelo, o mês de conscientização e de reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. A hepatite é uma doença que atinge o fígado e compromete suas funções. Os tipos mais comuns são causados pelos vírus A, B e C e, na maioria das vezes, as infecções são silenciosas ou assintomáticas. Estima-se que 520 mil pessoas tenham hepatite C no Brasil, mas não têm acesso ao diagnóstico e tratamento. Já para a hepatite B, a estimativa feita pelo Ministério da Saúde é de quase 1 milhão de casos, com apenas 300 mil diagnosticados.</p>



<p>Apesar de ser uma infecção que pode ser prevenida, como por exemplo, pela vacina, surtos pontuais da doença, que ocorrem quando há um número acima do comum de casos infecciosos, ainda acontecem. No ano passado, São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC) entraram em alerta após registrarem um crescimento no número de casos. Em 2024, desde o início do ano, outra capital brasileira está passando por um surto de contaminação de hepatite A. Curitiba (PR) já registrou, até o momento, 228 casos e 5 mortes confirmadas.</p>



<p>&#8220;As hepatites virais são doenças infecciosas de etiologia viral que acometem o fígado, inflamando-o inicialmente e prejudicando toda a sua função biológica, que é a de eliminar toxinas e metabolizar nutrientes e hormônios. Essas alterações podem ser leves, moderadas ou graves, como a cirrose hepática e o câncer de fígado. Quando se apresentam sintomas, estes são, comumente, cansaço, febre, mal-estar geral, tonturas, enjoos, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras&#8221;, destaca a infectologista do Hospital Vita, Dra. Marta Fragoso.</p>



<p><strong>Transmissão e prevenção&nbsp;</strong></p>



<p>A transmissão das hepatites pode ocorrer de diversas formas, como por meio da ingestão de alimentos ou água contaminada, pelo contato com secreções contendo o vírus ou em práticas sexuais sem proteção. Nas hepatites B e C, além dessas formas, elas também podem ser transmitidas da mãe para o filho durante a gestação, em uma transmissão vertical. “Sua forma de transmissão se dá por meio do contato com sangue ou secreções contaminadas, principalmente entre profissionais de saúde, usuários de drogas injetáveis que compartilham agulhas e seringas, e em procedimentos invasivos de saúde com dispositivos ou equipamentos sem esterilização adequada”, explica a infectologista.</p>



<p>Apesar de grande parte dos casos de hepatites não apresentarem sintomas, elas podem trazer complicações. A hepatite A, por exemplo, pode ser fulminante, enquanto as hepatites B e C podem causar cirrose, câncer (principalmente de fígado) e até mesmo a morte. O tipo C costuma se tornar crônico. A principal forma de prevenção é por meio da vacinação, que protege contra os tipos A, B e até o D, que, apesar de não ser comum, só contamina pessoas que já contraíram o tipo B.</p>



<p>A vacina pentavalente, que protege contra a hepatite B, além de proteger contra difteria, tétano, coqueluche e influenza tipo B, é aplicada logo após o nascimento. Para a hepatite A, a vacina deve ser aplicada entre 12 e 23 meses de vida. O saneamento básico adequado, a higiene das mãos e dos alimentos, além de práticas sexuais seguras, também são formas eficazes de prevenção.</p>



<p><strong>Diagnóstico</strong></p>



<p>O diagnóstico das hepatites é feito por meio de exames de sangue, nos quais se pesquisa a presença de anticorpos. É possível detectá-los por até seis meses após a contaminação. Como grande parte dos casos são silenciosos e assintomáticos, o diagnóstico precoce possibilita um tratamento certeiro, diminuindo as chances de complicações ou até mesmo da hepatite C ser descoberta em sua fase crônica.</p>



<p>A taxa de cura das hepatites pode chegar a 95%, principalmente se descoberta no início. A&nbsp;<a href="https://mobiuslife.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mobius,</a>&nbsp;empresa que desenvolve e comercializa produtos destinados ao segmento de medicina diagnóstica focada em biologia molecular, oferece testes moleculares para a detecção de hepatite B e C. A tecnologia possibilita um diagnóstico rápido, em poucas horas,&nbsp;além de auxiliar na conduta médica.</p>



<p>A hepatite é tratada com medicamentos antirretrovirais, mas isso pode ser inviável quando o vírus apresenta resistências causadas por mutações específicas. O teste<a href="https://mobiuslife.com.br/produto/hbv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;HBV</a>&nbsp;realiza a genotipagem para detecção da resistência a medicamentos, possibilitando um tratamento mais assertivo e personalizado na escolha do melhor medicamento. Na hepatite C, o teste<a href="https://mobiuslife.com.br/produto/hcv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;HCV</a>&nbsp;avalia as mutações em NS5B, 5UTR, NS5A, NS5A GT2 e NS3, e também identifica a melhor opção de tratamento, impactando diretamente no prognóstico da infecção.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Os exames moleculares da Mobius desempenham um papel importante na detecção precoce e precisa das hepatites B e C. As soluções são capazes de identificar o material genético e auxiliar na escolha dos melhores medicamentos disponíveis para o tratamento. A precisão dos exames proporciona resultados confiáveis, permitindo que os profissionais de saúde iniciem o tratamento rapidamente, antes que complicações sérias possam se desenvolver. Isso não só melhora as chances de recuperação do paciente, mas também reduz o risco de transmissão para outras pessoas&#8221;, destaca Rafaela Carvalho, Business Partner Comercial da Mobius.</p>



<p>O tratamento das hepatites varia de acordo com a condição de cada paciente. De acordo com a Dra. Marta Fragoso, a hepatite A não possui tratamento específico, apenas o alívio dos sintomas, mas em caso de insuficiência hepática grave, o acompanhamento deve ser hospitalar. No caso da hepatite B, ela pode ser aguda ou crônica; na fase aguda, os sinais e sintomas são de curta duração e podem ser tratados com medicações. Já na fase crônica, que é quando a doença dura mais de seis meses, costuma-se utilizar medicamentos antivirais para reduzir os riscos de progressão para casos mais graves. A hepatite C também é tratada com antivirais de ação direta, buscando evitar remédios que sobrecarregam as funções do fígado.</p>



<p>Fonte: DeProposito Comunicaçãos de Causas</p>
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