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	<title>cultura &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>PL traz Parque Moscoso como patrimônio do ES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 16:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[112 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado Coronel Weliton propôs o Projeto de Lei 299/2024 para declarar o Parque Moscoso, em Vitória, como patrimônio histórico, cultural e turístico do Espírito Santo.]]></description>
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<p>Segundo o autor do projeto, deputado Coronel Weliton, o parque de 112 anos marcou a vida de muitas pessoas e gerações de capixabas&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47660_Solene35AnosAssociacaoBrasileiraDasMulheresDeCarreiraJuridica16092024MaraLima11.jpg" alt="Homem calvo de terno cinza em pé ao microfone na tribuna da Ales" title="Coronel Weliton"/></figure>



<p>O projeto foi aprovado na Comissão de Justiça e agora será analisado por outros três colegiados&nbsp;/&nbsp;Foto:&nbsp;Mara Lima</p>



<p>Um local que reúne história, cultura e lazer no centro de Vitória, o Parque Moscoso, que tem 112 anos, pode ser declarado como patrimônio histórico, cultural e turístico do Espírito Santo. A proposição é do deputado Coronel Weliton (PRD), por meio do Projeto de Lei (PL) 299/2024.<br><br>O parlamentar justifica a proposta destacando que o Parque Moscoso marcou a vida de muitas pessoas e várias gerações de capixabas. Inaugurado no ano de 1912, no governo de Jerônimo Monteiro, é o parque mais antigo da capital capixaba. Foi construído na parte baixa da cidade, onde existia uma área conhecida como Campinho, que era formada por terrenos alagados pelas marés da baía de Vitória.<br><br>O nome do parque é uma homenagem a Henrique Moscoso, que foi presidente da Província do Espírito Santo de 1888 a 1889.  O Parque Moscoso foi projetado conforme as tendências arquitetônicas da época, caracterizado pelo estilo eclético e pela art nouveau. No jardim foram instaladas fontes, repuxos, ruínas de templos greco-latinos, lagoas com pequenas ilhas artificiais e pontes.<br><br>Em 1952, uma intervenção restringiu o seu uso e modificou a sua finalidade original, que era de parque urbano. Foi construída a concha acústica e um jardim de infância, com brinquedos para as crianças, além de muros e grades para implantação de cobrança de ingresso. <br><br>Mas, em 2001, um novo processo de revitalização recuperou as características originais. “O muro foi substituído por grades, os traçados dos caminhos e as fontes voltaram aos locais originais e pequenos detalhes foram recuperando as características originais, tornando-o parecido ao que era no passado”, afirma trecho da justificativa. <br><br>A Comissão de Justiça já se mostrou favorável à matéria. Agora faltam as avaliações dos colegiados de Cultura, de Turismo e de Finanças para o projeto ser votado pelo Plenário.<br><br><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=417028&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/417028-202405201001107575669N166E(9087102).pdf&amp;identificador=3400310037003000320038003A005000#P417028" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do PL 299/2024</a>.</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Lugares de Ler promove formação sobre Acessibilidade e Difusão Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 16:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Acessibilidade e Difusão Cultural vai ser o tema da atividade de Formação Continuada do projeto Lugares de Ler, que vai acontecer no próximo sábado (17), das 10h às 12h, no HUB ES+, localizado na Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. ]]></description>
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<p></p>



<p>Acessibilidade e Difusão Cultural vai ser o tema da atividade de Formação Continuada do projeto Lugares de Ler, que vai acontecer no próximo sábado (17), das 10h às 12h, no HUB ES+, localizado na Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. A participação é gratuita, porém sujeita à capacidade do local, sendo necessário se inscrever antecipadamente por meio do seguinte formulário on-line:&nbsp;<a href="https://forms.gle/U99Sp7t5fRfnuzG26">https://forms.gle/U99Sp7t5fRfnuzG26</a>. Haverá emissão de certificado para os participantes.<br><br>As convidadas para a atividade são Mariana Reis, mestra em Sociologia Política, doutoranda em Sociologia e especialista em acessibilidade e direitos de inclusão de pessoas com deficiência. Também participa como convidada Luciana Alvarenga, terapeuta ocupacional e especialista em Atenção Primária em Saúde, além de supervisora de escrita em Braille e consultora em Audiodescrição. A mediação do evento ficará por conta da jornalista Lívia Corbellari, escritora e curadora de eventos literários.<br><br>O evento faz parte do programa de formação de Agentes de Leitura, do projeto Lugares de Ler, mas é aberto ao público em geral.</p>



<p><strong><br>Sobre o projeto Lugares de Ler<br><br></strong>Realizado pela Secretaria da Cultura (Secult), em parceria com o Instituto Agir para o Desenvolvimento da Cidadania e a Biblioteca Pública do Espírito Santo (BPES), com recursos da Lei Paulo Gustavo, o Lugares de Ler busca promover a leitura e a literatura em territórios considerados em condição de vulnerabilidade social. Em cada local, está sendo criado um clube de leitura e no total estão previstas mais de 400 atividades de fomento à leitura no Estado, que podem incluir saraus, oficinas, conversas com escritores, performances e outras atividades, além de aquisição de um acervo de 1.000 livros para os locais atendidos.<br><br>As atividades territoriais do projeto, mediadas pelos Agentes de Leitura, tiveram início em agosto e atendem aos seguintes territórios: Piedade, São Pedro e Bairro da Penha (Vitória), Nova Rosa da Penha e Padre Gabriel (Cariacica), Terra Vermelha (Vila Velha), Carapina (Serra), Jabaraí (Guarapari), Jacupemba (Aracruz) e Planalto (Linhares), todos parte do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, do Governo do Estado.<br><br><strong>Serviço:<br><br></strong><strong>Formação “Acessibilidade e Difusão Cultural”<br></strong>Data: Sábado, 17 de agosto de 2024,<br>Horário: das 10h às 12h<br>Local: HUB ES+, Praça Costa Pereira, 30 &#8211; Centro de Vitória (ES)<br>Inscrições: <a href="https://forms.gle/U99Sp7t5fRfnuzG26">https://forms.gle/U99Sp7t5fRfnuzG26</a></p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Festival Movimento Cidade chega a 6ª edição com atrações de todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 16:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[6ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[movimento cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Velha]]></category>
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					<description><![CDATA[O Festival Movimento Cidade chega à sua sexta edição em Vila Velha, com uma programação diversificada centrada no tema "O Incrível Mundo Além do Sudeste". O evento acontecerá de 16 a 18 de agosto no Parque Prainha. Antes disso, o público poderá participar de oficinas formativas do MC.Lab, que ocorrerão de 05 a 09 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>O Festival Movimento Cidade chega a sua sexta edição para movimentar o Parque Prainha, no município de Vila Velha, com uma programação plural e pautada no tema “O Incrível Mundo Além do Sudeste”. Neste ano, o evento acontecerá entre os dias 16 e&nbsp;18 de agosto. O público terá a oportunidade de participar de diversas oficinas formativas do MC.Lab, que ocorrerão de 05 a&nbsp;09 de agosto.&nbsp;</p>



<p>Com o objetivo de aproximar o público dos diálogos de diversidade, criatividade e sustentabilidade, por meio de uma agenda inclusiva, acessível e gratuita, o MC busca engajar principalmente o público jovem e periférico, mas a cada edição segue expandindo seu alcance.&nbsp;</p>



<p>Ao longo dos anos, o MC tornou-se o maior festival de artes integradas do Espírito Santo, se consolidando nesse lugar de ‘festival dos capixabas’. &#8220;Sentimos que o Festival Movimento Cidade representa algo que o público sempre quis: uma conexão com um festival plural que traz arte, a música, o cinema, as batalhas urbanas, de forma gratuita e inclusiva&#8221;, afirma Luísa Costa, sócia-diretora do Movimento Cidade. Além disso, o evento carrega consigo o lema ‘CIDADE SÃO PESSOAS’, uma iniciativa que visa transformar o Festival Movimento Cidade em um exemplo de experiência para todos: “É um selo de qualidade criado com o objetivo de criarmos juntos um Festival inclusivo, seguro e sustentável, refletindo os valores e direitos que desejamos ver em todas as cidades do planeta”, completa Léo Alves, sócio-fundador do MC.&nbsp;</p>



<p>Desde 2018, por meio das leis de incentivo à cultura, o MC viabiliza parcerias que acreditam na cultura e na transformação social pela arte. São esses parceiros que permitem sonhar e realizar os mais diferentes projetos. Até&nbsp;hoje, todos os produtos culturais foram sempre gratuitos para toda a população, ajudando a ampliar e democratizar o acesso à cultura.&nbsp;</p>



<p>Nesta edição de 2024, o MC propõe uma jornada que explora as diversas culturas do Brasil. Por meio de um intercâmbio entre artistas das cinco regiões do país, o evento busca destacar as narrativas e identidades de cada local, criando uma constelação cultural vibrante e plural. Esses nomes representam a diversidade tanto geográfica quanto cultural, de gênero musical, idade, racial, orientação sexual e mais. Entre os destaques do line-up, estão Marina Sena, Silva, Dona Onete, Criolo, Tasha e Tracie, Don L, Tuyo, Vandal de Verdade, Kaê Guajajara, Boogarins, Alaídenegão e Banda Eddie.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O mundo que a gente te convida a entrar é de mangue, de carimbó, de rap, trap, samba, pagode. De música brasileira retratada como um fragmento de sua imensidão, que fala&nbsp;</p>



<p>daqui e de lá, de longe e de perto, de história, presente e futuro. Já diziam, longe é um lugar que não existe&#8221;, ressalta Júlia Aguiar, curadora dos shows musicais.&nbsp;</p>



<p>O Festival inicia as atividades com uma série de oficinas formativas do MC.Lab, que ocorrerão de 05 a&nbsp;09 de agosto. A Escola de Produção Cultural visa fomentar e fortalecer o setor cultural capixaba, destacando a diversidade das manifestações artísticas das periferias e incentivando a economia criativa local.&nbsp;</p>



<p>A Escola de Danças Urbanas &#8211; Imersão Ballroom celebra a diversidade de gênero, raça e sexualidade, oferecendo uma imersão na cultura Ballroom com estilos de dança como Vogue Femme e temas sobre a história e cultura negra, latina e LGBTQIAP+ periférica. Já a Escola de Videoarte propõe a produção de videoartes explorando as relações entre paisagem, corpo e gesto, incentivando uma nova percepção das fronteiras cotidianas.&nbsp;</p>



<p>Entre os dias 16 e&nbsp;18 de agosto, durante o festival, a programação contará também com diversas batalhas &#8211; Batalha MC’s do MC, Batalha Breaking Movimento Cidade, Batalha Ballroom Movimento Cidade e a Batalha de Slam Movimento Cidade. O festival contará também com intervenções e exposições, como a Galeria Croma, a exposição ‘Olha a Cidade: Prainha’, a instalação artística ‘Planetas Brasileiros’ e as intervenções urbanas em ‘Resistir sobre a Prainha’.&nbsp;</p>



<p>Já entre a programação audiovisual, acontece a Mostra Movimento Cidade, Mostra Cena Capixaba e a inédita Mostra Horizonte Sudeste, reunindo filmes de todas as regiões do país. Para os que gostam de boa música, o evento traz atrações de renome nacional e local, divididos entre o Palco Nave Petrobras e a Tenda Carango.Nav, garantindo uma experiência cultural completa.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Em 2024 vivemos um mergulho profundo para redescobrir o estado sideral e adentrar os planetas de um Brasil que fica além. Fomos desbravar o estado mais oculto e divino do sudeste, o Espírito Santo. Nesta&nbsp;sexta&nbsp;edição do Festival Movimento Cidade buscamos os telescópios para enxergar nos outros territórios do Brasil culturas que se entrelaçam e formas de fazer cultura que nos aproximam. Que Espírito é este além do sudeste? O que nos diferencia e nos aproxima dos planetas norte, sul, centro-oeste, nordeste e sudeste? Nesta&nbsp;sexta&nbsp;edição, seguiremos juntos em uma longa viagem cósmica que nos levará para viver nossas maiores e melhores experiências num universo cheio de fantasia, criatividade e diversidade: nosso cosmo cultural&#8221;, explicam Luísa Costa e Leonardo Alves, concepção e direção geral do projeto.&nbsp;</p>



<p>O 6º Festival Movimento Cidade tem patrocínio master da Petrobras (@petrobras) através do Programa Petrobras Cultural. Conta com o patrocínio do Nubank (@nubank), do Instituto Cultural Vale (@institutoculturalvale) e da ArcelorMittal (@arcelormittalbrasil). Foi fomentado pelo Programa Funarte (@funarte) de Apoio a Ações Continuadas 2023 &#8211; Eventos Artísticos Calendarizados. Tem Co-produção da Triz Comunicação e Cultura. Projeto realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), da Secretaria da Cultura (Secult) e Governo do Espírito Santo. É uma realização da MC Projetos Criativos, Ministério da Cultura (@minc) e Governo Federal por meio da Lei Incentivo à Cultura Federal.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Dia da pizza: aprenda a consumi-la de forma saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 16:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 10 de julho, celebramos o Dia da Pizza, uma data aguardada por amantes da culinária italiana em todo o mundo. No Brasil, somos o segundo maior consumidor global de pizza, depois dos Estados Unidos, conforme pesquisa da ECD Food Service. Apesar de sua popularidade, a pizza é frequentemente considerada um vilão das dietas e da saúde. A coordenadora do curso de nutrição da Estácio no Espírito Santo, Ariane Dias, abordou maneiras de aproveitar a pizza de forma equilibrada, buscando esclarecer mitos e verdades sobre seu consumo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Ariane Dias, coordenadora do curso de graduação em nutrição da Estácio Espírito Santo, ensina como aproveitar a pizza sem comprometer a saúde</em></p>



<p>10 de julho é o Dia da Pizza, uma data celebrada e até esperada por amantes da culinária italiana por todo o mundo. Falando especificamente do Brasil, já somos o segundo país que mais consome pizza no mundo, ficando atrás somente dos Estados Unidos, segundo pesquisa realizada pela ECD Food Service. No entanto, o alimento ainda é visto como um dos grandes vilões das dietas e, sobretudo, da saúde. Para esclarecer os mitos e verdades sobre esse prato tão popular, a coordenadora do curso de nutrição da faculdade Estácio no Espírito Santo Ariane Dias, falou sobre como é possível aproveitar a pizza de forma equilibrada.</p>



<p>Segundo a nutricionista, a pizza não precisa ser abominada pelas pessoas, desde que consumida com moderação e com escolhas conscientes. &#8220;A chave para uma alimentação saudável está no equilíbrio e na variedade&#8221;, destaca. Ariane ressalta que uma boa dieta deve incluir alimentos diversificados, limitando o consumo de queijos gordurosos, embutidos ricos em sódio e massas refinadas, que são típicos ingredientes das pizzas tradicionais.</p>



<p>A especialista afirma que o consumo excessivo de alguns alimentos pode resultar em prejuízos à saúde, vindo a provocar doenças sérias. &#8220;O queijo é altamente calórico e rico em gorduras saturadas, então o excesso dele por levar a problemas cardiovasculares. Embutidos como a calabresa podem aumentar o risco de hipertensão e doenças cardíacas, o molho de tomate industrializado pode conter açúcar e sódio e gerar até diabetes. E a massa da pizza também não deve ser consumida em demasia porque a farinha branca dela pode conter carboidratos refinados, que estão associados a picos de glicose no sangue e aumento de peso. Então deve haver uma cautela na hora de comer tudo isso”, explica Ariane.</p>



<p>Mas resistir a uma boa pizza não é tarefa das mais simples e tem gente que não abre mão de consumi-la em maiores quantidades. Em casos assim, Ariane Dias aconselha alternativas saudáveis que podem ser adotadas. “Uma massa integral com recheios leves, como vegetais grelhados, atum, frango desfiado e queijos magros pode ser uma opção mais nutritiva e com mais fibras, ajudando na sensação de saciedade. A pizza vegana também pode ser uma excelente escolha, já que utiliza ingredientes naturais e menos processados”.</p>



<p><strong>Pizza caseira e atenção ao molho de tomate</strong></p>



<p>Uma opção divertida, que pode reunir pais e filhos na hora da compra dos ingredientes e do preparo, é a pizza caseira. Além de ser um meio mais barato, ainda vai proporcionar momentos especiais no ambiente residencial e será garantia de conhecer a procedência dos alimentos. “Ao fazer a sua própria pizza em casa, você tem a chance de experimentar versões mais saudáveis, utilizando ingredientes de qualidade e ajustando a receita conforme suas preferências e necessidades nutricionais. Requer tempo e habilidade na cozinha, claro, mas seu corpo vai agradecer”, garante Ariane Dias.</p>



<p>A nutricionista ainda faz um alerta importante sobre o molho de tomate, que pode passar despercebido à grande maioria dos brasileiros na hora de comer pizza. “O molho de tomate caseiro é livre de conservantes, aditivos e outras substâncias que podem ser severamente prejudiciais. Além disso, tem maior concentração dos nutrientes do tomate e é mais saboroso. As opções industrializadas contêm substâncias que devem ser evitadas, como o realçador de sabor, glutamato monossódico, açúcar, conservantes, entre outros. Portanto, a análise do rótulo dos produtos é importante, tanto o molho quanto o extrato. Aquele com a menor quantidade de ingredientes na lista é melhor. Para um molho de tomate bom e saudável, o mais recomendado é que tenha só tomate”, revela.</p>



<p>Fonte: P6 comunição</p>
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