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	<title>dados &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>O que realmente acontece com seus dados quando você clica em &#8216;deletar&#8217;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Deletar&#8221; é algo comum na vida moderna. Estamos sempre enviando arquivos e pastas para a lixeira de nossos aparelhos e, muitas vezes, nos livramos de contas pessoais indesejadas.&nbsp;<strong>Mas você sabe o que realmente acontece quando você clica no botão &#8220;deletar&#8221;?</strong></p>



<p>O processo de exclusão costuma ser mal explicado pelos provedores de tecnologia. A falta de transparência sobre como as solicitações são processadas e a ausência de uma confirmação clara de que os dados foram removidos são frequentemente destacadas em pesquisas.</p>



<p>Essas questões não se limitam aos sistemas operacionais. Em plataformas de mídia social e em uma ampla gama de serviços por assinatura, os mecanismos de exclusão costumam ser igualmente pouco claros. Tais equívocos podem ter sérias implicações para o bem-estar dos usuários, expondo-os a vulnerabilidades de segurança e problemas de privacidade.</p>



<p>Uma complicação adicional é que muitos usuários temem perder dados, arquivos, fotos e vídeos por meio de exclusão acidental – uma condição apelidada de &#8220;diagrafofobia&#8221;.</p>



<p>Embora não se trate de uma patologia reconhecida, estudos sobre o comportamento de acumulação digital mostram que&nbsp;algumas pessoas ficam muito ansiosas com a ideia de perder ou excluir acidentalmente informações pessoais, como fotos e músicas.</p>



<p>Essas preocupações aumentam a quantidade de dados pessoais que não são acessados, mas também não são excluídos, ficando expostos a um possível uso indevido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Deletar x apagar</h2>



<p>Um equívoco comum é achar que &#8220;deletar&#8221; significa &#8220;apagar&#8221;&nbsp;– a ideia de que, uma vez que um item excluído não esteja mais visível, ele tenha sido completamente apagado, sem possibilidade de recuperação. Isso está, em grande parte, errado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quando os usuários deletam arquivos – movendo-os para a lixeira e, em seguida, excluindo-os permanentemente –, os dados não são, na verdade, apagados.</p>
</blockquote>



<p>Em vez disso, o sistema marca o espaço de armazenamento como reutilizável e atualiza os metadados para desvincular o arquivo.</p>



<p>Mas o conteúdo subjacente muitas vezes permanece recuperável com as ferramentas certas, especialmente quando os dados estão duplicados em vários sistemas ou dispositivos.</p>



<p><strong>Formas mais robustas de exclusão</strong> incluem a destruição física do meio de armazenamento, a sobrescrita dos blocos de memória com novos dados para ocultar o original, ou a criptografia dos dados seguida da destruição da chave.</p>



<p>Tais métodos, no entanto, podem ser caros ou tornar o dispositivo de armazenamento inutilizável (por exemplo, ao sobrescrever dados em mídias magnéticas). As características da infraestrutura em nuvem também representam desafios para a exclusão segura de dados.</p>



<p>Da mesma forma,&nbsp;o conteúdo em redes sociais públicas pode não ser realmente apagado após a exclusão&nbsp;devido a respostas, comentários e arquivos da internet, que podem armazenar as postagens de alguma forma. O significado de um tuíte excluído pode, por exemplo, ser recriado com base em respostas e menções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contas &#8216;zumbis&#8217;</h2>



<p>Outro equívoco é achar que excluir um aplicativo de um dispositivo apaga automaticamente a conta associada. Os usuários frequentemente deixam contas de aplicativos móveis sem excluir porque não sabem de sua existência, já que excluíram o aplicativo relacionado.</p>



<p>São as chamadas&nbsp;<strong>contas &#8220;zumbis&#8221;</strong>&nbsp;– perfis abandonados em uma ampla variedade de serviços, desde aplicativos de compras e armazenamento até namoro, finanças e streaming.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Milhões de usuários têm contas zumbis, com dados pessoais que estão vulneráveis a ataques cibernéticos e violações de dados.</p>
</blockquote>



<p>O crescimento exponencial da IA levanta uma outra questão:&nbsp;<strong>os dados podem realmente ser excluídos depois de terem sido usados para treinar modelos de IA?</strong>&nbsp;Os módulos de aprendizado de máquina memorizam facilmente os dados com os quais foram treinados, mas &#8220;desaprender&#8221; é difícil.</p>



<p>Em teoria,&nbsp;pessoas na Europa e em muitos outros países ao redor do mundo têm um &#8220;direito de ser esquecido&#8221; previsto em lei. Isso significa que podem solicitar o apagamento total de quaisquer dados pessoais que uma plataforma ou empresa possa ter.</p>



<p>Os desenvolvedores de IA são considerados controladores de dados de acordo com as leis do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) da UE, por exemplo, e estão sujeitos a essa obrigação.</p>



<p>Mas não há diretrizes claras sobre como a exclusão deve ser aplicada nos sistemas de IA. Os órgãos reguladores podem solicitar a exclusão, mas as empresas de IA podem argumentar que a conformidade é inviável devido a restrições técnicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exclusão explicável</h2>



<p>Para combater os riscos decorrentes da exclusão incompleta, acredito que haja uma necessidade urgente de fornecer informações concisas, acessíveis e claras sobre como a exclusão realmente funciona.</p>



<p>Uma abordagem possível é a&nbsp;<strong>&#8220;exclusão explicável&#8221;</strong>&nbsp;– um protocolo desenvolvido por Marvin Ramokapane no Centro Nacional de Pesquisa sobre Privacidade, Redução de Danos e Influência Adversária Online (Rephrain), sediado na Universidade de Bristol, Reino Unido.</p>



<p>A intenção é tornar os processos de exclusão mais transparentes e compreensíveis, sem sobrecarregar o usuário com informações excessivas de uma só vez.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A exclusão explicável divide as informações em seis categorias: o quê, como, quando, quem, onde e por quê (veja o diagrama). Cada uma oferece ao usuário informações sucintas sobre essa parte do processo.</p>
</blockquote>



<p>A exclusão explicável foi projetada para dar aos usuários controle sobre suas ações, autonomia para escolher o tipo de exclusão mais adequado para eles e a garantia de que as ações desejadas foram realizadas. Ela também pode amenizar a ansiedade de perder dados acidentalmente, oferecendo opções para recuperação.</p>



<p>Embora a exclusão explicável ainda não tenha sido adotada na prática, os provedores de serviços — tanto plataformas quanto desenvolvedores — poderiam aumentar a confiança dos usuários ao adotar tais protocolos. Essa estrutura também pode servir como prova de conformidade com as normas do GDPR da UE e com o direito ao esquecimento.</p>



<p>A maioria de nós usa sistemas que coletam e armazenam nossos dados diariamente. Se esses sistemas explicassem claramente o que armazenam e o que a exclusão realmente significa, isso poderia nos ajudar a identificar as contas e os dados que representam um risco real — e a retomar o controle de nossas pegadas digitais.</p>



<p><em>Dana Lungu não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.</em></p>



<p>Fonte: g1</p>
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		<title>Projeto inédito no ES abre inscrições para bolsista; veja valor mensal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 12:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O projeto vai desenvolver um banco de dados sobre agrometeorologia para que toda a população tenha acesso fácil, rápido e a informações atualizadas</h2>



<p>O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural abriu inscrições para seleção de bolsistas para atuar em um projeto de pesquisa inédito no Espírito Santo. A proposta é criar um banco de dados agrometeorológicos completo, disponível em uma plataforma digital e atualizado em tempo real.</p>



<p>Ao todo, são oferecidas cinco vagas. O valor mensal da bolsa pode chegar a R$ 3.520 e o projeto terá duração de 26 meses. Os interessados devem preencher o&nbsp;<a href="https://docs.google.com/forms/d/1K6VR0nCdsR3FU0SWRals0EL7TXgMhyyHjjRSc_IadOk/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" rel="noreferrer noopener" target="_blank"><strong>formulário eletrônico do projeto</strong></a>, disponível no site do Incaper até 06 de março.</p>



<p>O projeto foi idealizado pelo pesquisador aposentado do Instituto, José Geraldo Ferreira da Silva, e submetido ao banco de projetos da SEAG/FAPES pelo pesquisador da Instituição, Pedro Pantoja. A ideia é que o banco de dados fique disponível no site da Coordenação de Meteorologia do Incaper. </p>



<p>“<strong>Até hoje o Estado não tem um banco de dados meteorológicos e toda a consulta a base de dados é feita em planilhas eletrônicas. Dessa forma, quando um pesquisador ou cidadão necessitam de uma informação meteorológica, existe um processo para o envio das informações via e-mail. Com a disponibilização da plataforma online, qualquer cidadão poderá acessar as informações e realizar o download dos dados direto na página</strong>”, explicou Pantoja.</p>



<p>Ainda de acordo com o pesquisador, a plataforma deve ficar pronta até o segundo semestre de 2024 e terá apoio do Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento, do Instituto Federal de Santa Teresa, da Universidade Federal do Espirito Santo e da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<strong>Estamos planejando um workshop para apresentar e capacitar produtores, técnicos da extensão e demais usuários, localizados nos centros de pesquisa do Incaper no Estado, quanto à aplicação e interpretação das informações que serão disponibilizadas nesse espaço</strong>”, completou.</p></blockquote>



<p>O projeto batizado de&nbsp;<strong>Sistema de Aquisição e Tratamento de Dados Agrometeorológicos do Espírito Santo</strong>&nbsp;foi contemplado na 3ª fase do Banco de Projetos da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Veja os pré-requisitos e detalhes das vagas para bolsistas</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><u>DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO INDUSTRIAL (DTI-A)</u></strong></h3>



<p><strong>Local:&nbsp;</strong>CPID &#8211; Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento.<br><strong>Quantidade:&nbsp;</strong>01 bolsa<br><strong>Duração da bolsa:&nbsp;</strong>24 meses<br><strong>Início:</strong>&nbsp;imediato<br><strong>Valor mensal da bolsa:&nbsp;</strong>R$ 3.520,00</p>



<p><strong>Requisitos da Fapes para contratação do bolsista:<br></strong>&#8211; Ter perfil adequado à atividade a ser desenvolvida;<br>&#8211; Ter diploma de curso superior com, no mínimo, 4 (quatro) anos de experiência na atividade específica proposta para o bolsista no projeto;<br>&#8211; Ter currículo cadastrado e atualizado na plataforma Lattes;<br>&#8211; Se for aluno de pós-graduação, poderá utilizar a bolsa, desde que tenha anuência formal do seu orientador e do coordenador do curso;<br>&#8211; Sócio-proprietário de empresa só poderá utilizar a bolsa em empresa residente em incubadora.</p>



<p><strong>Habilidades obrigatórias:<br></strong>&#8211; Desenvolver, automatizar testes, depurar serviços de back-end;<br>&#8211; Revisão de código de pares para garantir a qualidade e correção de soluções; &#8211; Conhecimento de gestão de dados; &#8211; Experiência prática com SQL/NoSQL para análise, modelagem e implementação.</p>



<p><strong>Habilidades desejáveis:<br></strong>&#8211; Familiaridade com Python, JavaScript, HTML e SQL/NoSQL;<br>&#8211; Habilidades analíticas e organizacionais;<br>&#8211; Capacidade para entender requisitos front-end.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><u>PROJETOS INSTITUCIONAIS DO GOVERNO&nbsp;(BPIG &#8211; IV)</u></strong></h3>



<p><strong>Local:</strong> sede do Incaper em Vitória<br><strong>Quantidade: </strong>02 bolsas<br><strong>Duração da bolsa: </strong>24 meses<br><strong>Início: </strong>imediato<br><strong>Valor mensal da bolsa: </strong>R$ 1.500,00</p>



<p><strong>Requisitos da Fapes para contratação do bolsista:<br></strong>&#8211; Ter curso de graduação concluído, em área correlata às atividades a serem desenvolvidas no projeto;<br>&#8211; Possuir currículo cadastrado na plataforma Lattes;<br>&#8211; Não possuir vínculo empregatício ou exercer qualquer atividade remunerada, exceto para os candidatos com vínculo celetista ou estatutário com instituição de pesquisa e/ou ensino.</p>



<p><strong>Habilidades obrigatórias:<br></strong>&#8211; Layouts de sites;<br>&#8211; Programação de menus e ferramentas de navegação;<br>&#8211; Gestão de dados e otimização do código para navegação;<br>&#8211; Segurança e privacidade dos usuários.</p>



<p><strong>Habilidade desejáveis:<br></strong>&#8211; HTML/CSS, JavaScript, SQL e NoSQL;<br>&#8211; Pré-processamento CSS;<br>&#8211; Sistema de controle de versão e design responsivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><u>PROJETOS INSTITUCIOAIS DE GOVERNO (BPIG &#8211; V)</u></strong></h3>



<p><strong>Local:&nbsp;</strong>sede do Incaper em Vitória.<br><strong>Quantidade:</strong>&nbsp;02 bolsas<br><strong>Duração da bolsa:&nbsp;</strong>24 meses<br><strong>Início:&nbsp;</strong>imediato<br><strong>Valor mensal da bolsa:&nbsp;</strong>R$ 1.000,00</p>



<p><strong>Requisitos da Fapes para contratação do bolsista:<br></strong>&#8211; Ter formação mínima de Nível Técnico Profissionalizante, em área correlatava às atividades a serem desenvolvidas no projeto;<br>&#8211; Não possuir vínculo empregatício ou exercer qualquer atividade remunerada, exceto para os candatos com vínculo celetista ou estatutário com instituição de pesquisa e/ou ensino.</p>



<p><strong>Habilidades obrigatórias:<br></strong>&#8211; Conhecimento geral de planilhas eletrônicas<br>&#8211; Capacidade de levantamento e organização de dados e informações;</p>



<p><strong>Habilidades desejáveis:<br></strong>&#8211; Familiaridade com Python para automatização de rotinas com planilhas.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória.</p>
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