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	<title>deputados &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Deputados limpam pauta e aprovam 10 projetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 16:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sessão virtual ordinária desta quarta-feira (16), os parlamentares aprovaram dez projetos, sendo sete de autoria dos deputados e três originados no Palácio Anchieta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sete propostas de lei são de autoria parlamentar e três são iniciativas do Poder Executivo</p>



<p>Os dez projetos que constavam na pauta da sessão virtual ordinária desta quarta-feira (16) foram aprovados pelos parlamentares. Do total de matérias, sete são de autoria dos deputados e três têm origem no Palácio Anchieta.&nbsp;<br><br>Duas propostas assinadas por Janete de Sá (PSB) tratam do bem-estar animal: o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2018/08/35371/pl-propoe-sistema-para-identificar-caes-e-gatos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei (PL) 206/2018</a>&nbsp;e o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2023/02/44165/maustratos-aos-animais-multa-pode-ficar-mais-alta.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 22/2023</a>. Enquanto o primeiro dispõe sobre a criação de um sistema de identificação de cães e gatos para o controle populacional dos bichos, o segundo altera multas previstas no Código Estadual de Proteção aos Animais para coibir maus-tratos.<br><br>De autoria de Dr. Bruno Resende (União), o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2023/04/44379/iniciativa-preve-apoio-a-pacientes-de-avc.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 91/2023</a>&nbsp;cria a Política Estadual de Apoio às Vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC). O objetivo é garantir a adoção das medidas para o atendimento das vítimas, pois a intervenção no tempo certo torna-se essencial para a recuperação dos pacientes.<br><br>Já o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2023/07/45221/denninho-quer-garantir-emprego-para-cuidador.html%C2%A0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 114/2023</a>, do deputado Denninho Silva (União), visa à reinserção no mercado de trabalho de pessoas que se dedicaram a parentes com deficiência em caso de falecimento deles. A matéria prevê prioridade para esses cuidadores nos cursos profissionalizantes. Apensado ao projeto está o PL 128, de Xambinho (Podemos), por apresentar teor similar.<br><br>O projeto foi acatado com emenda da Comissão de Justiça, que sugeriu a supressão do artigo 3º. Segundo o texto, famílias de baixa renda poderão receber auxílio financeiro mensal tendo em vista o cancelamento do benefício recebido pela pessoa com deficiência. A concessão teria validade até a reinserção dos cuidadores no mercado de trabalho.<br><br>A disponibilidade de local adequado para retirada e armazenamento do leite materno é o tema do&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2021/05/41058/deputada-quer-sala-para-lactantes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL&nbsp;203/2021</a>, também acolhido pelo Plenário. Assinada por Raquel Lessa (PP), a proposta institui salas de apoio para mulheres em fase de amamentação no Executivo, Legislativo e Judiciário estaduais. Por ter tema parecido, junto com a medida estava o PL 856/2021, de Iriny Lopes (PT).<br><br>Já o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2023/11/45909/mazinho-quer-agilidade-de-processo-administrativo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 672/2023</a>&nbsp;trata da prescrição intercorrente, que já existe no âmbito federal (Lei Federal 9.873/1999), garantindo arquivamento de processos paralisados, pendentes de julgamento ou despacho. A iniciativa de Mazinho dos Anjos (PSDB) passou com emendas apresentadas pela Comissão de Justiça.&nbsp;<br><br>Entre outras alterações, as emendas diminuem de cinco para três anos o prazo de prescrição intercorrente de processos parados, que poderá se dar de ofício ou a pedido da parte interessada.<br><br><strong>Governo</strong><br><br>Duas das três&nbsp;propostas do governo aprovadas tratam da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Uma delas é o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2024/06/47056/pge-definira-regras-para-creditos-nao-tributarios.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto de Lei Complementar (PLC) 20/2024</a>, aprovado por 24 x 0, que autoriza o conselho da PGE a definir limites e critérios das composições para acordos referentes a créditos não tributários e não inscritos em dívida ativa.&nbsp;<br><br>A outra é o&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2024/10/46946/pge--quer-credito-especial-para-reforma-de-sede.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 303/2024</a>, que abre crédito especial de R$ 44,2 milhões para que o órgão adquira o imóvel atualmente alugado por quase R$ 300 mil, segundo deputados. Embora a favor do mérito, Iriny Lopes (PT) e Lucas Polese (PL) votaram contra a iniciativa por ela ter sido analisada em regime de urgência.&nbsp;<br><br>Foi aprovada ainda a inclusão de desportistas surdos no Programa Bolsa Atleta. O&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2024/10/47641/surdolimpicos-deverao-ser-incluidos-no-bolsa-atleta.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 527/2024</a>&nbsp;recebeu uma emenda da parlamentar Camila Valadão (Psol) segundo a qual estende o benefício às atletas afastadas por motivo de gravidez ou puerpério. Nesse caso, seria levado em conta o resultado esportivo observado no ano anterior à gestação.<br><br><strong>Veja como ficou a Ordem do Dia</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Projeto de Lei Complementar 20/2024, do Poder Executivo: altera a Lei Complementar 1.011/2022 para autorizar o Conselho da Procuradoria Geral do Estado a editar resolução para estabelecer os limites e critérios das composições a serem celebradas pelos procuradores do Estado, bem como para permitir a transação que envolva créditos não tributários e não inscritos em dívida ativa. Aprovado por 24&#215;0; </li>



<li>Projeto de Lei 303/2024, do Poder Executivo, que autoriza abertura de crédito especial no valor de R$ 44.270.000,00 em favor da PGE. Aprovado;</li>



<li>Projeto de Lei 527/2024, do Poder Executivo, 785/2024, altera a Lei 9.366/2009, que institui o Programa Bolsa-Atleta Capixaba. Aprovado com emenda;</li>



<li>Projeto de Lei 544/2024, do deputado Alcântaro Filho, declara de utilidade pública o Instituto de Desenvolvimento e Capacitação (IDCAP). Aprovado; </li>



<li>Projeto de Lei 206/2018, da deputada Janete de Sá, dispõe sobre a proteção, a identificação e o controle populacional de cães e gatos no Espírito Santo. Aprovado;</li>



<li>Projeto de Lei 203/2021, da deputada Raquel Lessa, institui sala de apoio à amamentação para as mães servidoras, empregadas terceirizadas e visitantes nos órgãos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário (PL 856/2021, de Iriny Lopes, apensado). Aprovado;</li>



<li>Projeto de Lei 22/2023, da deputada Janete de Sá, modifica a Lei Estadual  8.060/2005 (Código Estadual de Proteção aos Animais) para aumentar as multas por maus-tratos aos animais. Aprovado;</li>



<li>Projeto de Lei 91/2023, do deputado Dr. Bruno Resende, institui a Política Estadual de Apoio às Vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).  Aprovado;</li>



<li>Projeto de Lei 114/2023, do deputado Denninho Silva, dispõe sobre a profissionalização e reinserção no mercado de trabalho de pais ou responsáveis por pessoas com deficiência, em caso de falecimento desssas (PL 128/2024, de Xambinho, apensado). Aprovado com emenda;</li>



<li>Projeto de Lei 672/2023, do deputado Mazinho dos Anjos, dispõe sobre a definição da prescrição intercorrente de cinco anos nos processos administrativos estaduais. Aprovado com emendas.</li>
</ol>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Marco temporal de terras indígenas: veja como deputados do ES votaram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 11:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Maioria dos parlamentares foi a favor da proposta que limita a demarcação de terras dos povos originários. Indígenas protestaram nas rodovias do Espírito Santo</h2>



<p>O&nbsp;<strong>marco temporal das terras indígenas</strong>&nbsp;foi aprovado na noite desta terça-feira (30) pela&nbsp;<strong>Câmara dos Deputados</strong>, em Brasília, por&nbsp;<strong>238 votos a favor, 155 contra e uma abstenção</strong>. A maioria da bancada capixaba foi favorável à proposta, que prevê que sejam reconhecidas&nbsp;somente terras indígenas de áreas ocupadas até 5 de outubro de 1988, data em que foi promulgada a Constituição.</p>



<p>A pauta foi voltada em regime de urgência. O projeto já era discutido há 10 anos e o presidente da Câmara dos Deputados, deputado&nbsp;<strong>Arthur Lira</strong>&nbsp;(PP), adiantou a votação para não haver interferências entre o pleito e um julgamento do Supremo Tribunal Federal, marcado para 7 de junho.&nbsp;</p>



<p>O projeto agora segue para aprovação do Senado, sob forte rejeição de povos indígenas do Brasil, que apontam o marco como um genocídio da população originária. </p>



<p><strong>Protestos no Espírito Santo</strong></p>



<p>Indígenas de todo o país protestaram nesta terça-feira (30), contra o novo marco temporal, que reconhece somente terras indígenas de áreas ocupadas até 5 de outubro de 1988, data em que foi promulgada a Constituição Nacional.&nbsp;</p>



<p>No Espírito Santo, indígenas protestaram em Aracruz, no Norte do Estado, às margens da ES-456, na entrada da Comunidade de Irajá, na ES-257, próximo à Reserva Indígena Pau Brasil, e em Coqueiral de Aracruz, na ES-010.&nbsp;</p>



<p>As manifestações tiveram início por volta das 7h e se estenderam por toda a tarde. De acordo com as lideranças, o novo marco dificulta a demarcação de terras indígenas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-768x1024.png" alt="" class="wp-image-33259" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-768x1024.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-225x300.png 225w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-1152x1536.png 1152w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-110x146.png 110w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-38x50.png 38w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1-56x75.png 56w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-1.png 1200w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /><figcaption>Foto: Reprodução </figcaption></figure>



<p>A coordenadora de licenciatura em Cultura Indígena da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes),&nbsp;<strong>Nicole Santos Pinto</strong>, relatou que, caso aprovado, o marco beneficiaria somente o agronegócio no Brasil.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>&#8220;O que há são tentativas de certos setores do Brasil, principalmente do setor ruralista, de retirar direitos indígenas constitucionalmente assegurados. Essa mesma constituição assegurou aos índios a originalidade destes direitos&#8221;</strong>, disse.&nbsp;</p></blockquote>



<p>&#8220;As terras indígenas são asseguradas como direitos originários porque os povos indígenas estavam aqui antes da própria constituição do Estado Brasileiro do seu Ordenamento Jurídico&#8221;, complementou.&nbsp;</p>



<p>Ainda segundo ela, a maior parte da terra produtiva do Brasil pertence a latifundiários, que prejudicam a agrobiodiversidade do país.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>&#8220;Cerca de 13% do território nacional são ocupados por terras indígenas, 40% por propriedades rurais. Destes 40%, somente 1% ocupam mais de 50% da área ocupada pelas propriedades rurais. O que a gente tem na verdade são grandes latifundiários no Brasil e ao mesmo tempo estes latifúndios diminuem a agrobiodiversidade do Brasil&#8221;.</strong></p></blockquote>



<p>Há, no entanto, quem defenda a medida. É o caso do&nbsp;coordenador ambiental da Associação Agricultura Forte,&nbsp;<strong>Geraldo Fereguette</strong>. Para ele, o marco temporal significaria trazer segurança jurídica para proprietários de terras particulares no Brasil.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>&#8220;A aprovação do marco temporal das terras indígenas é mais um passo largo no sentido de trazer esta segurança jurídica. Esse caminho para a paz no campo que nós tanto almejamos. É importante considerar que aquelas terras ocupadas pelos indígenas até pela constituição, será julgado o direito deles de continuar ali. De lá para cá, terras que não eram ocupadas por indígenas se caracteriza como invasão&#8221;</strong>, afirmou.&nbsp;</p></blockquote>



<p>Já a&nbsp;Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai)&nbsp;afirma que o marco temporal é controverso, porque exclui povos indígenas retirados a força antes de 1988 e informou que defende a obrigação do governo de demarcar terras indígenas, que coíbe confrontos e retirada de direitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como votaram os deputados capixabas</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A favor</strong>&nbsp;</h3>



<p>Evair de Melo (PP)<br>Gilvan da Federal (PL)<br>Da Vitória (PP)<br>Amaro Neto (Republicanos)<br>Messias Donato (Republicanos)</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contra&nbsp;</strong></h3>



<p>Gilson Daniel (Podemos)<br>Helder Salomão (PT)<br>Jack Rocha (PT)<br>Paulo Foletto (PSB)</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ausente</strong></h3>



<p>Dr. Victor (Podemos)</p>



<p>O governo do Espírito Santo informou que não irá se manifestar. </p>



<p>Fonte: Folha Vitória.</p>
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