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	<title>el nino &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>ES deve sentir efeitos do El Niño a partir de agosto, prevê Defesa Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 11:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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		<category><![CDATA[el nino]]></category>
		<category><![CDATA[espírito santo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O <strong>Espírito Santo</strong> deve começar a sentir os efeitos do fenômeno climático <strong>El Niño</strong> a partir de agosto de 2026, segundo previsão da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cepdec-ES). O evento deve provocar <strong>aumento das temperaturas</strong> e irregularidade no volume de chuvas, com possibilidade de períodos de <strong>estiagem</strong> e maior risco de <strong>incêndios</strong> em vegetação.</p>



<p>O monitoramento da <strong>Defesa Civil</strong> aponta que os impactos podem se estender até o início de 2027. Algumas projeções indicam que os efeitos do fenômeno podem continuar até abril do próximo ano.</p>



<p>Para acompanhar o cenário e preparar medidas de resposta, foi criado o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) El Niño, que reúne órgãos e instituições envolvidos em ações de prevenção e enfrentamento aos possíveis impactos climáticos.</p>



<p>O grupo realizou a primeira reunião de trabalho nesta terça-feira (14) e definiu a atuação inicial em dois núcleos: Estiagem e Incêndio Florestal. As equipes deverão se reunir semanalmente para avaliar as condições climáticas e planejar ações.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-estado-tenta-se-antecipar-a-impactos"><strong>Estado tenta se antecipar a impactos</strong></h3>



<p>Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES), o objetivo é antecipar medidas para reduzir possíveis impactos à população. O comandante-geral da corporação, coronel Alexandre Cerqueira, destacou que o Estado ainda não sente os efeitos do fenômeno.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“O Espírito Santo ainda não sente os impactos do El Niño, entretanto, somos um estado organizado e já estamos nos preparando, reunindo órgãos e secretarias. O objetivo é nos anteciparmos, para que estejamos preparados quando os impactos chegarem”</strong></p>



<p>Apesar da previsão de temperaturas mais altas e chuvas irregulares, a Defesa Civil não descarta a possibilidade de episódios de chuvas intensas e pontuais.</p>



<p>Isso ocorre porque o fenômeno pode provocar alterações no padrão de precipitação, com períodos de seca intercalados com tempestades capazes de causar alagamentos, inundações e deslizamentos.</p>



<p>Caso seja necessário, o CICC poderá criar também um núcleo específico para monitoramento de chuvas e atuação em ocorrências relacionadas a eventos extremos. O planejamento considera diferentes cenários para o período de influência do El Niño no Estado.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Preço global do café cai a menor patamar em 2 anos, mas El Niño pressiona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 11:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[el nino]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de café]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço global do café caiu 2,8% de maio para junho, o menor patamar em dois anos diante de previsões de maior safra do grão em 2026/27. Porém, os riscos climáticos preocupam o mercado e podem mudar a tendência de precificação ao longo do segundo semestre, alerta o relatório da Organização Internacional do Café (OIC).</p>



<p>Segundo o relatório mensal da entidade, o Indicador Composto de Preços da OIC (I-CIP) teve média de&nbsp;<strong>248,90 centavos de dólar por libra-peso em junho</strong>. Apesar disso, os preços chegaram ao menor nível em quase dois anos no dia 9 de junho, antes de reagirem&nbsp;<strong>17,4%</strong>&nbsp;até o encerramento do mês, alcançando a máxima de dois meses.</p>



<p>Divulgado nesta segunda-feira (13), a Organização destaca temor com a crescente possibilidade de um El Niño &#8220;muito forte&#8221; no fim deste ano &#8211; e das chuvas acima da média durante a colheita brasileira &#8211; devem interromper a sequência de quedas das cotações.</p>



<p>A preocupação ganhou força após agências meteorológicas do Japão e dos Estados Unidos apontarem elevada probabilidade para esse cenário, que pode provocar alterações importantes no regime de chuvas das principais regiões produtoras de café do mundo, diz o relatório.</p>



<p>No Brasil, maior produtor mundial, as chuvas intensas registradas em junho atrasaram a colheita, especialmente nas áreas de arábica em Minas Gerais. Na estimativa mais recente, a Safras &amp; Mercado aponta que <strong>44% dos trabalhos de campo foram concluídos </strong>em 24 de junho, abaixo dos <strong>51%</strong> observados no mesmo período do ano passado e também da média histórica de cinco anos, de <strong>47%</strong>.</p>



<p>Segundo a OIC, o excesso de precipitação prejudicou a colheita, a secagem dos grãos e elevou as preocupações com perdas localizadas e qualidade do café.</p>



<p>Apesar da reação das cotações, a entidade do café ressalta que os fundamentos de oferta continuam limitando movimentos mais fortes de alta.</p>



<p>Entre os fatores baixistas estão a previsão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para uma <strong>safra recorde do Brasil</strong>, 14% superior à do ciclo anterior, além da estimativa da Conab de uma produção de <strong>66,7 milhões de sacas</strong>, com crescimento de <strong>28% na colheita de arábica</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exportações</strong></h2>



<p>No comércio internacional, as exportações globais de café verde somaram&nbsp;<strong>10,8 milhões de sacas em maio</strong>, queda de&nbsp;<strong>4,1%</strong>&nbsp;frente ao mesmo mês de 2025. Em maio de 2026, as exportações globais de café verde somaram&nbsp;<strong>10,8 milhões de sacas</strong>, queda de&nbsp;<strong>4,1%</strong>&nbsp;em comparação com as&nbsp;<strong>11,26 milhões de sacas</strong>&nbsp;registradas em maio de 2025.</p>



<p>O recuo foi puxado principalmente pelos arábicas, enquanto os embarques de robusta cresceram&nbsp;<strong>4,8%</strong>. As exportações dos chamados&nbsp;<strong>Naturais Brasileiros</strong>&nbsp;recuaram&nbsp;<strong>17,2%</strong>, para&nbsp;<strong>2,73 milhões de sacas</strong>, mantendo a sequência de retração da variedade no mercado internacional.</p>



<p><strong>O principal recado do documento é que o mercado voltou a precificar risco climático</strong>. Apesar da expectativa de uma safra brasileira recorde em 2026/27 continuar limitando altas mais duradouras, a combinação de <strong>estoques baixos, atraso na colheita brasileira e clima</strong> deve mexer com os próximos meses de precificação.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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