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	<title>empresas &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Bets não autorizadas são suspensas; veja prazo para retirar dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 16:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de terça-feira (1º), as empresas de apostas eletrônicas que não solicitaram autorização para operar no Brasil terão suas atividades suspensas até que solicitem a permissão e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda a conceda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A lista das empresas de apostas eletrônicas será divulgada nesta terça-feira (1º) pelo Ministério da Fazenda. Usuários de sites terão dez dias para resgatar saldos</h2>



<p>A partir desta terça-feira (1º), as bets (empresas de apostas eletrônicas) que não pediram autorização para operar no país terão as atividades suspensas. A suspensão valerá até que a empresa entre com um pedido, e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda conceda a permissão.</p>



<p>Os sites não autorizados continuarão a ser acessados até 11 de outubro, quando serão retirados do ar pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Nessa segunda-feira (30), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que até 600 páginas e aplicativos serão bloqueados.</p>



<p>Segundo o Ministério da Fazenda, o prazo de dez dias foi concedido para que os apostadores resgatem o saldo dos sites não autorizados a continuar em funcionamento no país. &#8220;Se você tem algum dinheiro em casa de aposta peça a restituição já, porque você tem o direito de ter seu valor restituído. Já estamos avisando todo mundo”, alertou Haddad.</p>



<p>A lista das empresas que fizeram o pedido está disponível na página do Sistema de Gestão de Apostas do Ministério da Fazenda (Sigap). Até o fim da tarde dessa segunda (30), o sistema registrava 162 pedidos de 158 empresas. Apenas nos últimos sete dias, 27 empresas fizeram pedidos.</p>



<p>De outubro a dezembro só poderão continuar funcionando os sites autorizados e que já estavam atuando. Segundo o Ministério da Fazenda, as empresas suspensas poderão fazer o pedido a qualquer momento, mas irão para o fim da fila, levando meses para terem a documentação e os requisitos analisados.</p>



<p>A expectativa é que a pasta conclua, até dezembro, o processo de análise dos pedidos protocolados até agora. A partir da aprovação, as empresas deverão pagar R$ 30 milhões de outorga para operar legalmente até três marcas cada uma por cinco anos, como estabelece a Lei 14.790/2023, que legalizou as apostas eletrônicas no país.</p>



<p>A partir de janeiro, as empresas que operarem sem autorização estarão sujeitas a punições, com multas de até R$ 2 bilhões por infração.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Inclusão de PcD no trabalho pode render selo a empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 16:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado Denninho Silva propôs o Projeto de Lei 469/2024 para criar o Selo Amigo Inclusivo no Espírito Santo, que reconhecerá anualmente empresas que promovem a inclusão de pessoas com deficiência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para receber o selo, empresa deverá, entre outras ações, promover treinamento contínuo e adaptar postos de trabalho para os empregados com deficiência</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47561_DenninhoSilvaLucasSCosta-2.jpg" alt="Homem de terno e óculos, com papel na mão, em pé ao microfone " title="Denninho Silva"/></figure>



<p>Com o objetivo de reconhecer e valorizar as empresas que promovem a inclusão de pessoas com deficiência (PcD) no mercado de trabalho, o deputado Denninho Silva (União) pretende instituir no Espírito Santo o Selo Amigo Inclusivo. O parlamentar apresentou ao Legislativo capixaba o Projeto de Lei (PL) 469/2024, com a proposta de conceder o certificado anualmente às empresas que cumprirem os critérios estabelecidos no projeto.</p>



<p>A matéria define os seguintes critérios: empregar PcD em conformidade com a Lei Federal 8.213/1991; desenvolver programas de capacitação e treinamento contínuo para os empregados com deficiência; adaptar postos de trabalho conforme as necessidades específicas de cada um; promover a inclusão digital e tecnológica desses funcionários; e implementar políticas de diversidade e inclusão.</p>



<p><strong>Critérios e benefícios</strong></p>



<p>Os critérios estabelecidos na proposta deverão ser comprovados por meio de documentos, fotos, laudos e outras provas que atestem a adoção de práticas inclusivas Caso seja aprovado e sancionado, o selo &#8220;Amigo Inclusivo&#8221; terá validade de dois anos, podendo ser renovado sempre por igual período, mediante requerimento, desde que sejam atendidos, no ato da renovação, os requisitos estabelecidos.</p>



<p>“Dados recentes mostram que muitas vagas reservadas para PcD não são preenchidas. Cerca de 47% dessas vagas permanecem desocupadas, evidenciando a necessidade de políticas adicionais para incentivar a inclusão??”, argumenta o autor na justificativa do texto.</p>



<p>Para ele, a medida complementar “visa reconhecer publicamente as empresas que não apenas cumprem a legislação, mas que também implementam práticas inclusivas, robustas e contínuas”.</p>



<p>Denninho cita os benefícios da iniciativa: “as empresas podem usar o selo em suas peças publicitárias, sites e material de divulgação, fortalecendo sua imagem corporativa e compromisso social”, acrescenta.&nbsp;</p>



<p>“Para os trabalhadores, a iniciativa representa um avanço na garantia de seus direitos e na promoção de sua inclusão plena no mercado de trabalho, contribuindo para o aumento da autoestima, participação social e desenvolvimento pessoal”, conclui o parlamentar.</p>



<p>O PL 469/2024 já foi lido em plenário e será analisado pelas comissões de Justiça, Defesa dos Direitos Humanos e Finanças, antes de retornar para votação dos deputados.</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=425811&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/425811-202408072013493753299OCI2V(9087103).pdf&amp;identificador=3400320035003800310031003A005000#P425811" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Andamento do PL 469/2024</a></p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Mudança no ICMS vai beneficiar empresas de transporte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 16:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[arla 32]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Lei (PL) 208/2024, proposto pelo governo do Estado, permite que empresas de transporte abatam do ICMS devido o valor equivalente ao imposto pago na compra de Arla 32. O PL será lido na sessão ordinária desta segunda-feira (8) e tramitará em urgência na Assembleia Legislativa (Ales).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Projeto do governo inclui solução líquida Arla 32 como um dos itens cujo ICMS poderá ser abatido por meio de crédito.</p>



<p>Empresas de transporte poderão abater do ICMS devido em cada período de apuração o valor do imposto relativo à aquisição do Arla 32, na forma de crédito. Esse é o objetivo do Projeto de Lei (PL) 208/2024, iniciativa do governo do Estado que será lida na sessão ordinária desta segunda-feira (8) e deverá tramitar em urgência na Assembleia Legislativa (Ales).&nbsp;<br><br>A medida demonstra uma preocupação com a redução dos poluentes atmosféricos, já que o produto é utilizado em automóveis movidos a diesel e atua para inibir a liberação de óxido de nitrogênio, gás tóxico nocivo também para a saúde.<br><br>O nome Arla 32 refere-se ao Agente Redutor Líquido Automotivo e a indicação numérica à concentração de 32,5% de ureia presente nesse líquido. Por meio de uma reação química, a ureia transforma os óxidos de nitrogênio em água e nitrogênio.<br><br>A utilização do Arla 32 é obrigatória no Brasil desde 2012 em carros com sistema redutor catalítico. A solução líquida é colocada em um reservatório próprio no motor desses veículos, não há mistura com o combustível. A reação química é feita após a combustão, no escapamento.<br><br>Conforme o artigo 49-9 da Lei 7.000/2001, que dispõe sobre o sistema de compensação de crédito já vale para a aquisição de combustível, lubrificantes e pneus por exemplo. O benefício tributário vale apenas para veículos próprios das companhias. O PL 208/2024 altera esse artigo para incluir na lista o Arla 32.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=413625&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/413625-202404161727572994154(15683).pdf&amp;identificador=3400310033003600320035003A005000#P413625" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a tramitação do PL 208/2024</a>.</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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