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	<title>gestante &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Sífilis Congênita é considerada problema de saúde pública no ES; entenda</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/sifilis-congenita-e-considerada-problema-de-saude-publica-no-es-entenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 16:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2023, até julho, o Espírito Santo registrou 451 casos de sífilis congênita, 1.715 casos em gestantes e 4.201 casos de sífilis adquirida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Segundo a secretaria de estado da Saúde, a doença transmitida pela mãe à criança durante a gestação, casos aumentaram nos últimos anos. Saiba onde testar e como tratar</h2>



<p>Os números da&nbsp;<strong>Sífilis</strong>&nbsp;no&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;chamam a atenção. Somente este ano, até o final do mês de julho, foram notificados 451 casos de sífilis congênita; 1.715 casos de sífilis em gestantes; e 4.201 casos de sífilis adquirida.</p>



<p>Em 2023, foram registrados 808 casos de sífilis congênita; 2.618 casos de sífilis em gestantes; e 8.129 casos de sífilis adquirida.&nbsp;</p>



<p>Segundo a secretaria de estado da Saúde (Sesa), a&nbsp;<strong>sífilis congênita</strong>,&nbsp;transmitida pela mãe à criança durante a gestação, é, inclusive,&nbsp;considerada um problema de&nbsp;<strong>saúde pública</strong>.</p>



<p>Em 2023, a incidência de sífilis congênita foi de<strong>&nbsp;16 casos</strong>&nbsp;para cada mil nascidos vivos. Com isso, o estado ficou acima da média nacional, (dez casos), além do preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de até&nbsp;<strong>0,5 casos</strong>&nbsp;para cada mil nascidos vivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Números da sífilis ao longo dos anos no ES</strong></h3>



<p>2021</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;4.533 / Sífilis em gestantes:&nbsp;2.031 / Sífilis congênita:&nbsp;556</p>



<p>2022</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;7.484 &nbsp;/ Sífilis em gestantes:&nbsp;2.291 &nbsp;/ Sífilis congênita:&nbsp;674</p>



<p>2023</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;8.129 / Sífilis em gestantes:&nbsp;2.618 / Sífilis congênita: 808</p>



<p>2024</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;4.201 / Sífilis em gestantes: 1.715&nbsp; / Sífilis congênita: 451</p>



<p>(O total de casos saltou de&nbsp;<strong>7.120</strong>, em 2021, para&nbsp;<strong>11.555</strong>&nbsp;em 2023)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a sífilis?</strong></h2>



<p>Antes é preciso entender o que é a sífilis e os riscos da doença para a saúde. A sífilis é uma&nbsp;<strong>Infecção Sexualmente Transmissível</strong>&nbsp;(IST). A boa notícia é que existe tratamento e cura. Exclusiva do ser humano, é causada pela bactéria Treponema pallidum.&nbsp;</p>



<p>A transmissão ocorre por meio de relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada ou para a criança durante a gestação ou parto.</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<strong>Ministério da Saúde</strong>, possui três estágios: primária, secundária e terciária. Nos dois primeiros é possível notar os principais sintomas. Além disso, nessas etapas a IST é mais transmissível. Depois, desaparece e é quando as lesões iniciais parecem aparentemente curadas, mesmo sem tratamento.</p>



<p>Porém, ao ficar &#8220;estacionada&#8221; por meses e até mesmo anos, é quando começam a surgir as complicações mais severas como: cegueira, doença cerebral, paralisia e problemas cardíacos. Tamanha a gravidade, pode levar à morte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sífilis congênita</strong></h3>



<p>De acordo com a médica e referência da Coordenação Estadual de IST/Aids da Sesa, Bettina Moulin, a sífilis apresenta altas taxas de transmissão vertical.</p>



<p>A infecção pode colocar em risco não somente a saúde do adulto, como também pode ser transmitida para o bebê durante a gestação. Em alguns, podendo evoluir para aborto e sequelas muito ao recém-nascido, inclusive morte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Ela pode chegar a 100% de transmissão dependendo da doença materna e da fase da gestação. A Sífilis Congênita também pode causar sérios problemas na saúde da criança. Com o Plano Estadual, estruturamos como uma forma para reorientar as nossas ações, mas também de todos os atores envolvidos, que vão desde os profissionais de saúde, em todos os níveis e a sociedade civil, para podermos mudar este cenário desde já”.</strong></p>
</blockquote>



<p>A prevenção, portanto, é ferramenta fundamental para se contornar e desacelerar o problema. Realizar o acompanhamento correto durante o pré-natal é fundamental para possibilitar o diagnóstico e tratamento rápido, para evitar a transmissão para o recém-nascido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita</strong></h3>



<p>Todos os anos, no terceiro sábado do mês de outubro, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita.</p>



<p>O objetivo é promover conscientização sobre os riscos da doença, além de destacar a necessidade de um diagnóstico precoce e tratamento correto. Em 2024, acontece no próximo sábado (19).&nbsp;</p>



<p>Para combater o problema a Sesa busca intensificar as ações de saúde com a retomada do chamado “Plano Estadual de Enfrentamento da Sífilis Congênita no Espírito Santo”.</p>



<p>A previsão, dentro do Plano Estadual, é de que até o ano de 2027, seja alcançado o número de casos de 2,3 para cada mil nascidos vivos, e, até o ano de 2030, atingir a meta estipulada pela OMS, de 0,5 casos.</p>



<p>“As ações já foram iniciadas e objetivamos a curto e alongo prazo qualificar ainda mais os nossos profissionais de saúde e também promover junto à sociedade a importância de sabermos que a Sífilis existe, que ela tem tratamento e tem cura. Com isso, podemos reduzir o número de crianças nascendo com esta doença, ou até mesmo, erradicá-la do nosso território”, explicou Bettina Moulin.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Teste e tratamento contra a Sífilis são de graça</strong></h2>



<p>O SUS oferta de graça a testagem detecção da sífilis e o tratamento contra a doença. Outras doenças como HIV e as hepatites B e C, também.</p>



<p>O teste para a Sífilis pode ser feito em&nbsp;<strong>unidade básica de saúde da rede pública</strong>&nbsp;ou nos&nbsp;<strong>Centros de Testagem e Aconselhamento</strong>&nbsp;(CTA). Nestes locais, rofissionais de saúde colhem apenas uma gota de sangue da ponta do dedo do paciente para análise. O resultado é rápido e fica pronto em até 30 minutos.</p>



<p>O tratamento, também ofertado pela rede pública, é feito com o antibiótico penicilina benzatina. É importante destacar que&nbsp;o paciente não pode abandonar o tratamento antes do fim. Caso contrário, a infecção não será completamente eliminada.&nbsp;</p>



<p>Gestantes e parcerias sexuais devem realizar o teste de sífilis e da hepatite B durante o pré-natal. Em caso de diagnóstico positivo, é preciso realizar os procedimentos de prevenção da transmissão vertical (casos de sífilis congênita).</p>



<p>Já nos casos de sífilis congênita, &#8220;o diagnóstico deve avaliar a história clínico-epidemiológica da mãe, o exame físico da criança e os resultados dos testes, incluindo os exames radiológicos e laboratoriais. O tratamento é realizado com penicilina cristalina ou procaína, durante dez dias&#8221;, descreveu a pasta.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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