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	<title>inflação &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Vitória vive alta no mercado imobiliário de luxo e atrai novos investidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Em dezembro de 2025, o preço médio do metro quadrado residencial, em <strong>Vitória</strong>, chegou a R$ 14.108. O valor colocou a capital capixaba a frente de cidades tradicionalmente associadas a um mercado imobiliário mais caro.</p>



<p>A cidade manteve o ritmo de valorização em 2026.<strong> Em julho, o preço médio chegou a R$ 15.448 por metro quadrado.</strong></p>



<p>Em uma cidade com território limitado, poucos terrenos disponíveis e novos empreendimentos voltados, em grande parte, ao <strong>médio e alto padrão</strong>, a procura por imóveis tem pressionado os preços e mudado o perfil do mercado imobiliário da capital.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-uma-grande-oportunidade">Uma grande oportunidade</h4>



<p>Para quem acompanha essa valorização de perto, o movimento também influencia decisões de investimento. A fisioterapeuta dermatofacial Taísa Ávilla, por exemplo, decidiu comprar, com a família, um estúdio em Vitória. A escolha foi motivada pela versatilidade do imóvel e pelo potencial de locação por temporada.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Taisa-Avilla-fisioterapeuta-dermatofacial.png" alt="" class="wp-image-7993331"/><figcaption class="wp-element-caption">Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Eu achei essa oportunidade bem bacana. O estúdio é um imóvel versátil, pelo tamanho e por ser mais fácil de alugar por temporada. É uma região de fácil acesso e um bairro que está crescendo e se sustentando</em>.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>



<p>Mesmo antes da entrega do empreendimento, Taísa afirma que já percebeu a valorização do imóvel.</p>



<p><strong>“Hoje eu já tenho conhecimento de que ele valorizou bastante, mesmo ainda estando em construção. A gente procurou saber de pessoas que compraram depois e o valor já subiu bastante”</strong>, afirma.</p>



<p>Os números ajudam a explicar o entusiasmo de quem, assim como ela, investiu na capital. Segundo o Índice FipeZAP, os imóveis residenciais, em Vitória, acumularam valorização de 15,13%, em 2025.</p>



<p>O resultado ficou muito acima da média nacional, que foi de 6,52%, e também superou a inflação do período, de cerca de 4,18%.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-alto-potencial-mas-pouco-espaco-para-crescer">Alto potencial, mas pouco espaço para crescer</h4>



<p>Mas como Vitória conseguiu superar capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis no preço médio dos imóveis? Para o gestor comercial da Grand Construtora, Eduardo Gasperazzo, uma das principais explicações está na própria geografia da cidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Eduardo-Gasperazzo-gestor-comercial-da-Grand-Construtora.png" alt="" class="wp-image-7993330"/><figcaption class="wp-element-caption">Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora. Imagem: TV Vitória/TV Record</figcaption></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;<em>Um dos fatores é a restrição em relação aos terrenos disponíveis. A gente mora em uma ilha. Em algum momento, essa ilha vai ter dificuldade de ter terrenos para desenvolver novos projetos</em>.&#8221; Eduardo Gasperazzo, gestor comercial da Grand Construtora</p>



<p>A lógica é direta: quando há menos áreas disponíveis para novos empreendimentos e a demanda permanece elevada, o preço tende a ser pressionado.</p>



<p>Além da escassez de terrenos, outro fator tem influenciado o mercado. Nos últimos anos, uma parcela significativa dos lançamentos na capital tem sido direcionada ao médio e alto padrão.</p>



<p><strong>“Na maioria dos lançamentos que tivemos nos últimos anos, na capital, os empreendimentos são de médio e alto padrão. Isso também pressiona o preço dos imóveis”</strong>, explica Gasperazzo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Qualidade de vida coloca Vitória no radar</h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/Una-Residence-2.jpg" alt="" class="wp-image-7993333"/><figcaption class="wp-element-caption">Una Residence, empreendimento da Grand Construtora, em Vitória, foi praticamente todo vendido antes mesmo do lançamento. Imagem: divulgação/Grand</figcaption></figure>



<p>Outro fator apontado pelo setor é a procura crescente por Vitória como lugar para morar e investir.</p>



<p>Gasperazzo afirma que a cidade tem atraído pessoas de outras regiões do Brasil por características como qualidade de vida, facilidade de deslocamento e concentração de serviços.</p>



<p><strong>“Vitória está sendo descoberta de forma geral pelo Brasil. As pessoas estão vindo para cá pela qualidade de vida e pela facilidade de locomoção. Existem vários fatores contribuindo para essa valorização dos imóveis.”</strong></p>



<p>Segundo ele, entre os compradores de empreendimentos de alto padrão estão empresários que buscam trocar de imóvel e melhorar a estrutura onde vivem, além de investidores atentos ao potencial de valorização.</p>



<p><strong>“Esse cliente observa os fatores que pressionam o preço e consegue enxergar esse panorama. Ele busca aproveitar essa valorização”</strong>, afirma.</p>



<p>Uma prova dessa procura é o Una Residence, no bairro bairro Bento Ferreira. O empreendimento da Grand Construtora, com vista para a baía de Vitória e localização estratégica, teve quase todos os 124 apartamentos de luxo vendidos antes mesmo do lançamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esperar-do-mercado-de-vitoria">O que esperar do mercado de Vitória?</h4>



<p>Vitória tem uma característica que diferencia seu mercado de outras cidades: o espaço para expansão horizontal é limitado. Com poucos terrenos disponíveis, novos projetos dependem cada vez mais da substituição de imóveis antigos, da requalificação de áreas já ocupadas e de empreendimentos com maior valor agregado.</p>



<p>Isso ajuda a explicar por que a capital capixaba vem mantendo uma trajetória de valorização consistente. Em cinco anos, Vitória saiu da quinta posição para a liderança entre as capitais com maior preço médio do metro quadrado.</p>



<p>Para quem já investiu, como Taísa, os números reforçam uma escolha feita olhando para longo prazo. Para quem ainda pretende entrar no mercado, o cenário exige uma análise mais cuidadosa: em uma cidade onde o espaço é limitado e os preços avançam acima da média nacional, localização, perfil do imóvel e objetivo da compra fazem cada vez mais diferença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;O imóvel é um patrimônio mais concreto. Você está vendo o imóvel, vendo que ele está valorizando. Para a gente, é um investimento mais conservador porque temos um pouco de receio de investimentos com risco maior.&#8221; Taísa Ávilla, fisioterapeuta dermatofacial</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Energia solar pode ficar mais acessível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 11:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aderes]]></category>
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					<description><![CDATA[Pessoas físicas de baixa renda e microempreendedores individuais (MEIs) poderão ter acesso a linha de crédito especial para a implantação de energia solar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta cria linha de crédito especial destinada a pessoas de baixa renda e Microempreendedor Individual (MEI) para implantação de energia solar</p>



<p>Pessoas físicas de baixa renda e microempreendedores individuais (MEIs) poderão ter acesso a linha de crédito especial para a implantação de energia solar. O benefício é proposto pelo deputado Alexandre Xambinho (Podemos), por meio do Projeto de Lei (PL) 127/2024.<br><br>Conforme o projeto, o financiamento será concedido às pessoas físicas e jurídicas após análise de crédito pela Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes).<br><br>A linha de crédito especial será destinada para o financiamento de todo o projeto de implantação do sistema de geração de energia fotovoltaica, visando socorrer esse segmento econômico.<br><br>O parlamentar justifica que “o vilão que castiga o bolso dos brasileiros neste ano é a alta inflação nos alimentos, nos combustíveis e na energia elétrica, sendo energia solar a solução imediata, uma tecnologia que não está acessível para toda a população, pois o investimento para aquisição das placas de energia solar, bem como todo o equipamento para armazená-las, ainda impossibilita a sua aquisição para aqueles mais necessitados ou os microempreendedores, que não dispõem de crédito suficiente para implantar o equipamento, sem que isso venha a trazer prejuízo para o seu negócio”.<br><br><strong>Tramitação</strong><br><br>A proposta será analisada pelas comissões de Justiça, de Ciência e Tecnologia e de Finanças, antes de ser enviada para a votação em plenário.<br><br><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=410692&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/410692-202403131338129911(19273).pdf&amp;identificador=3400310030003600390032003A005000#P410692" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a tramitação</a></p>



<p>Foto: Ellen Campanharo</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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