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	<title>jovens &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Construção enfrenta desafios com envelhecimento da mão de obra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 16:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A mão de obra na construção civil preocupa a maioria dos empresários devido à escassez de novos trabalhadores. Houve uma significativa redução no número de entrantes comparado ao passado, resultando em um envelhecimento da idade média de ajudantes, carpinteiros, mestres de obra e engenheiros no setor.]]></description>
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<p>A mão de obra é motivo de preocupação para a maioria dos empresários da construção civil. Atualmente, o número de entrantes para trabalhar no setor é muito pequeno em relação ao que era no passado. Há um envelhecimento na idade média de ajudantes, carpinteiros, mestres de obra e engenheiros.</p>



<p>Com base nos dados da Rais – Relação Anual de Informações Sociais -, fica evidente que o setor não está atraindo tantos jovens para trabalharem nos canteiros de obra como no passado. De 2015 a 2022 houve redução de 9,33% no número de empregados com carteira assinada com idade até 39 anos. Já o número de trabalhadores com 40 anos ou mais subiu 13,99% no mesmo período, no Espírito Santo.</p>



<p>Essa realidade não é constatada apenas na indústria da construção capixaba. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a idade média dos trabalhadores em obras no Brasil era de 37,4 anos em 2012. Em 2023, esse número subiu para 41,2 anos.</p>



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<p id="caption-attachment-3356">iStock.</p>



<p>Diferentes fatores explicam esse envelhecimento da mão de obra, dentre eles, o aumento da expectativa de vida no Brasil. Em 2012, a expectativa de vida era de 74,8 anos. Em 2023, esse número subiu para 77,3 anos. Isso significa que as pessoas estão vivendo mais tempo e, consequentemente, trabalhando por mais tempo.</p>



<p>Outro fator é a diminuição da natalidade. A taxa de natalidade no Brasil vem diminuindo nos últimos anos. Em 2012, a taxa de natalidade era de 2,0 filhos por mulher. Em 2023, esse número caiu para 1,7 filhos por mulher. Isso significa que há menos jovens no mercado de trabalho, o que contribui para o aumento da idade média dos trabalhadores.</p>



<p>A formalização do mercado de trabalho também pode ser considerada fator para que o público 40 mais esteja mais presente nas obras. O mercado de trabalho brasileiro vem se formalizando nos últimos anos. Isso significa que mais trabalhadores estão registrados em carteira, o que lhes dá acesso a direitos como aposentadoria e seguro-desemprego. Isso faz com que os trabalhadores permaneçam no mercado de trabalho por mais tempo.</p>



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<p id="caption-attachment-3357">Foto Elsa Fiúza Agência Brasil.</p>



<p>A questão, de acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Espírito Santo (Sinduscon-ES), Douglas Vaz, é como fazer com que o setor seja atrativo para a mão de obra mais jovem. “Sabemos que precisamos fazer a indústria da construção se tornar mais moderna e mais industrializada. A tecnologia é o caminho para que a indústria aumente a produtividade e o bem-estar dos trabalhadores, para que volte a motivar pessoas em início de vida ativa profissionalmente”.</p>



<p>Além de atrair mão de obra mais jovem, ainda é preciso qualificar. Esse tema foi analisado no Mapa do Trabalho 2022-2025, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em que calcula que 9,6 milhões de trabalhadores precisam ser qualificados para ocupações industriais no Brasil. Desse total, pelo menos 2 milhões se referem à capacitação inicial – ou seja, preparar pessoas para preencher novas vagas ou repor desligamentos.</p>



<p>A mesma CNI, em outro estudo, constata que cinco em cada 10 indústrias no país enfrentam falta de trabalhador qualificado. Mas, como lidar com esse déficit de mão de obra? Mais ainda: como atrair um novo público – jovens, principalmente – para atividades em ambientes longe do ar-condicionado do escritório ou da comodidade do home office?</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Frente debate inclusão de jovens na política</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 11:42:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Palestrantes e ocupantes de cargos políticos no estado participaram da primeira reunião de trabalho da Frente Parlamentar da Juventude nesta sexta-feira (24)</p>



<p>A Frente Parlamentar da Juventude realizou sessão especial nesta sexta-feira (24), na Assembleia Legislativa, para debater o tema &#8220;A inclusão do jovem na política”. Proposta pelo deputado Lucas Polese (PL), a sessão, que inaugurou os trabalhos da frente, contou com a participação dos professores de filosofia Victor Hugo Fieni e Gabriel Tebaldi.&nbsp;</p>



<p>Na abertura do evento, o deputado Callegari (PL) parabenizou Polese pela proposição e chamou a atenção para a importância de restaurar os parâmetros e modelos apresentados atualmente para a juventude.</p>



<p>“Os jovens são fortes, vigorosos, mas ainda são imaturos (&#8230;). Esquecemos que esse jovem, antes de mais nada, precisa de parâmetros, de modelos a seguir (&#8230;) e quais são os modelos que estão sendo apresentados a essa juventude hoje? O jovem está num vácuo de identidade, e a culpa é nossa (&#8230;). A coisa mais essencial hoje, a meu ver, para os jovens, é restaurar os parâmetros, os modelos”, destacou Callegari.</p>



<p>Na avaliação do professor Victor Hugo Fieni, presidente do Centro Anchieta, é preciso atenção aos pontos fracos e fragilidades que a juventude possui. Para ele, o jovem é um ser humano em construção, ainda imaturo, e com grande necessidade de pertencimento.&nbsp;</p>



<p>“No meio de tantas opções, estão a possibilidade de encaminhar a vida positivamente ou lançá-la a desastres irreparáveis (&#8230;). O que o jovem precisa fazer? A saída é simples&#8230; ele precisa amadurecer o mais rápido possível, sem perder a força e o vigor próprios do seu estado de juventude”, afirmou Fieni. </p>



<p>Já o professor Gabriel Tebaldi teceu críticas à teoria de que o homem é produto do meio. De acordo com Tebaldi, o principal problema dessa linha de pensamento é que ela isenta o indivíduo, incluindo o jovem, de sua responsabilidade. “A responsabilidade individual talvez seja o primeiro pilar da juventude”, ressaltou o professor.</p>



<p>Em sua fala, Tebaldi afirmou que a juventude precisa abandonar o determinismo social, que tem como consequências o vitimismo, a perda da responsabilidade individual e a criação de uma geração “podre de mimada”, que anseia por lideranças máximas e messiânicas para resolver seus problemas. “Quem sofre, precisa de um salvador. A juventude atual é, curiosamente, autoritária, e encontrará líderes igualmente autoritários vendendo facilidades”, avalia o professor.&nbsp;</p>



<p>Tebaldi finalizou afirmando que nem tudo é política, e que a esfera individual, principalmente a do jovem, deve ser respeitada. “(&#8230;). Eu tenho muito medo de quem diz que tudo é política. Tudo é política, calma. Vários assuntos podem ser temas de política, não há a menor dúvida disso. Mas existem assuntos que estão na esfera privada, individual (&#8230;). Portanto, para esse lançamento da Frente Parlamentar da Juventude, esse é o recado que eu deixo. Uma valorização de um indivíduo que tenha a coragem de ser o que ele deseja e precisa ser, e não apenas o resultado de um coletivo qualquer”, concluiu.</p>



<p><strong>Juventude na política</strong></p>



<p>Convidados a compor a mesa, os vereadores Darcy Junior (Patri), da Serra, e Léo Camargo (PL), de Cachoeiro de Itapemirim, parabenizaram Polese pela criação da Frente Parlamentar da Juventude e destacaram a importância da participação dos jovens na política.</p>



<p>“Muitos até desacreditam que daremos certo, mas somos aquele tipo de pessoa que leva a política muito a sério. Lutem para participar da política, corram atrás de seu lugar na política. Porque se vocês não lutarem, outras pessoas lutarão e ocuparão o lugar de vocês”, alertou Darcy Junior.</p>



<p>Encerrando as falas, Polese afirmou que política é vocação e destacou a importância de ter valores e uma personalidade sólida enquanto jovem. “Hoje somos bombardeados por muitas influências externas (&#8230;) negativas. E se a gente não tiver uma base firme de valores em que atemporalmente a gente consiga encarar as situações, colocar ela diante dos nossos valores e princípios e saber lidar com tudo que a gente vai enfrentar, a gente sucumbe. (&#8230;)<br>O tempo todo, essa pressão externa tenta fazer a gente sucumbir a essa ditadura da maioria”, considerou Polese, que foi eleito aos 25 anos para o Legislativo capixaba.</p>



<p>Fonte: Assembleia Legislativa Espírito Santo.</p>
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