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	<title>justiça &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Proposta altera lei sobre indenização a policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 16:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma proposta na Assembleia Legislativa visa modificar a Lei 8.279/2006 para garantir que policiais militares e civis, bem como bombeiros remunerados por subsídio, tenham direito à Indenização por Acidente em Serviço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Objetivo é explicitar que Indenização por Acidente em Serviço para PMs, policiais civis e bombeiros também é devida a remunerados por subsídio</h2>



<p>Proposta em tramitação na Assembleia Legislativa altera a&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/Arquivo/Documents/legislacao/html/LEI82792006.html?identificador=320033003300330039003A004C00" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 8.279/2006</a>, que instituiu a Indenização por Acidente em Serviço para policiais militares e civis e para os bombeiros. O objetivo é assegurar&nbsp;o direito também&nbsp;aos que são remunerados por subsídio.&nbsp;</p>



<p>Para isso, o Projeto de Lei (PL) 105/2024 altera o inciso I do artigo 1 da Lei 8.279/2006, que estabelece, em afastamento superior a 5 dias por acidente em serviço, o pagamento de indenização no valor de dia/soldo ou dia/vencimento. A proposta inclui a expressão “dia/subsídio” no texto.&nbsp;</p>



<p>Na justificativa da matéria, o parlamentar lembra que a indenização foi criada antes da&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/Arquivo/Documents/legislacao/html/LEC4202007.html?identificador=320036003900390037003A004C00" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Complementar (LC) 420/2007</a>, que introduziu a remuneração por subsídio para os militares capixabas.</p>



<p>“Assim, levando em consideração que a maioria absoluta dos militares estaduais e dos policiais civis recebe por subsídio, esse projeto visa incluir o pagamento mediante dia/subsídio”, explica.</p>



<p>Se o PL for aprovado e virar lei, a mudança na legislação passa a valer na data de sua publicação em diário oficial.</p>



<p><strong>Tramitação&nbsp;</strong></p>



<p>A matéria receberá parecer das comissões de Justiça, Saúde, Segurança e Finanças antes de ser votada pelo Plenário.&nbsp;</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=409836&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/409836-202403051139327083(9087102).pdf&amp;identificador=3400300039003800330036003A005000#P409836" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe a tramitação do PL 105/2024</a></p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Pescadores protestam por justiça aos atingidos pelo crime da Samarco/Vale-BHP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 16:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
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		<category><![CDATA[samarco]]></category>
		<category><![CDATA[Vale-BHP]]></category>
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					<description><![CDATA[Amanhã (10), os atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão distribuirão três toneladas de peixe valinha em frente à Assembleia Legislativa durante audiência sobre os impactos na Bacia do Rio Doce, promovida pela Comissão Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ato na Assembleia Legislativa vai distribuir três toneladas de peixe durante audiência sobre repactuação</p>



<p>Os atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, crime cometido pela Samarco/Vale-BHP contra o Rio Doce em novembro de 2015, vão&nbsp;distribuir três toneladas de um peixe chamado valinha, em frente à Assembleia Legislativa. A manifestação será nesta quarta-feira (10), durante a audiência pública &#8220;Os impactos e a revitalização da Bacia do Rio Doce&#8221;, quando&nbsp;serão discutidos os impactos do crime socioambiental e a necessidade de reparação, com a participação dos atingidos no processo de repactuação em curso.A audiência pública será realizada pela Comissão Parlamentar Interestadual de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (Cipe Rio Doce), puxada pelo gabinete da deputada estadual Janete de Sá (PSB), atual presidente do colegiado.</p>



<p>O presidente do Sindicato dos Pescadores e Marisqueiros do Espírito Santo (Sindpesmes), João Carlos Gome da Fonseca, o Lambisgoia, afirma que a repactuação está acontecendo &#8220;a portas fechadas&#8221;, com a Renova, Ministério Público Federal (MPF), Governo Federal, os governos do Espírito Santo e Minas Gerais,&nbsp;e as Defensorias Públicas de ambos os estados, mediados pelo Tribunal Regional Federal da 6ª Região.Embora o MPF e as defensorias atuem em defesa dos direitos das comunidades, os próprios atingidos cobram participação ativa da repactuação.</p>



<p>&#8220;Ninguém melhor do que os atingidos para saber os nossos problemas, a nossa realidade. Queremos participar para saber o que está se passando. Está todo mundo com medo, pois as consequências do crime vão ficar e os atingidos têm que ser indenizados por isso&#8221;, cobra&nbsp;Lambisgoia.</p>



<p>O pescador informa que na repactuação é&nbsp;discutida a possibilidade de pagamento de uma indenização de cerca de R$ 140 bilhões por parte das empresas, a serem destinados para os governos federal e dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o que&nbsp;não dá garantia de que o recurso chegará aos atingidos. &#8220;O que vão fazer com esse dinheiro? Onde está o atingido nessa história? Tem gente que foi atingida e ainda não foi reconhecida&#8221;, aponta&nbsp;Lambisgoia.</p>



<p>Ele destaca que até hoje há pontos nos quais os trabalhadores estão impedidos de pescar, como na zona 58, região de Regência, em Linhares, norte do Estado, na qual os rejeitos de minério desembocaram. Além disso, para reconhecimento do pescador como atingido, a Renova &#8220;impõe limites que não existem&#8221;, como a&nbsp;criação de categorias dentro da profissão, a exemplo das de pescado formal, pescador de fato e pescador de subsistência, sendo que, explica Lambisgoia, há somente duas categorias: pescador artesanal, com cadastro no Governo Federal, e pescador profissional, cadastrado na Capitania dos Portos.</p>



<p><br><a href="https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/pesca-tem-que-ser-proibida-em-toda-a-costa-do-es-e-rio-doce-clamam-pescadores" class="" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Outra pauta que continua urgente é a grave contaminação da água, do pescado e outros alimentos ao longo de toda a bacia do Rio Doce e de todo o litoral capixab</strong></a>a, como bem confirmou o último relatório da Aecom do Brasil, perita judicial oficial do caso.</p>



<p>Atingidos, principalmente o litoral norte capixaba,&nbsp;organizam&nbsp;ônibus que sairão de várias cidades para ir à Assembleia nesta quarta, fora as pessoas que irão de carro próprio. Em Minas Gerais, os atingidos também se organizam&nbsp;para vir ao Estado&nbsp;somar forças com os capixabas. A pescadora e ilheira Joelma Fernandes Teixeira, de Governador Valadares, afirma que sairão ônibus de municípios mineiros como Aimorés e Rio Doce. &#8220;Queremos reivindicar nossos direitos. A repactuação, ao nosso ver, é um mistério, tem que ter transparência&#8221;, defende.</p>



<p>Joelma lamenta a falta de punição para a Samarco/Vale-BHP. &#8220;São nove anos de impunidade. Queremos justiça. Se a gente matar um tatu para comer, a gente vai preso, mas a Vale comete um crime, mata a flora, mata a fauna, um rio inteiro, tira as pessoas de suas casas, e não acontece nada. A pesca, biblicamente, é a profissão mais antiga do mundo. Respeitem os pescadores e ilheiros&#8221;, protesta.</p>



<p><strong>Avanços</strong></p>



<p>Os atingidos tiveram alguns avanços recentemente, como<strong>&nbsp;</strong><a href="https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/juiz-determina-o-fim-das-ilegalidades-do-novel-impostas-pela-renova-a-pesca" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>decisões judiciais recentes favoráveis aos atingidos</strong></a>&nbsp;que foram prejudicados pelo Novel – sistema simplificado de indenizações da Fundação Renova, reconhecidamente com cláusulas ilegais de quitação geral de danos – e pelo não cumprimento da Deliberação 58/2017 do Comitê Interfederativo (CIF), que obriga a inclusão de todas as comunidades atingidas nos programas de compensação e reparação de danos da Renova, desde a Praia de Carapebus, na Serra, até Conceição da Barra.</p>



<p>O avanço das ações internacionais, em Londres e na Holanda, também pode ser considerado um fator de pressão às mineradoras, para que cedam e fechem logo um acordo, diante das negativas recentes dos governos.</p>



<p>Fonte: Século Diário</p>
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