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	<title>manifesto &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Mudas de Pau Brasil são plantadas durante Manifesto LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 16:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O manifesto LGBTQIA+ em Vitória, realizado neste domingo (28), partiu da Vila Rubim até o Sambão do Povo, onde foram plantadas três mudas de Pau Brasil por indígenas, integrantes da comunidade LGBTQIA+, militantes do MST e outros grupos. O ato simbolizou a união de diversos segmentos em prol de um mundo mais igual e dialogou com o tema da 12ª edição do Manifesto LGBTQIA+: "População LGBTQIA+ na Luta por Justiça Ambiental".]]></description>
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<p><a href="https://web.whatsapp.com/send?text=https://www.seculodiario.com.br/direitos/mudas-de-pau-brasil-sao-plantadas-durante-manifesto-lgbtqia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://www.seculodiario.com.br/direitos/manifesto-lgbtqia-chega-a-12-edicao-em-vitoria-neste-domingo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O manifesto LGBTQIA+ passou pelas ruas de Vitória na tarde deste domingo (28), saindo da Vila Rubim rumo ao Sambão do Povo</a>, deixando&nbsp;no trajeto marcas duradouras: três mudas de Pau Brasil. Elas foram plantadas coletivamente por indígenas, integrantes da comunidade LGBTQIA+, militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e outros grupos, ou até mesmo por pessoas que fazem parte de dois ou mais deles. O ato simbolizou a união dos mais diversos segmentos no cultivo de um mundo mais igual, além de dialogar com o tema da 12ª edição do Manifesto LGBTQIA+, que foi &#8220;População LGBTQIA+ na Luta por Justiça Ambiental&#8221;.</p>



<p>&#8220;O Pau Brasil é a árvore símbolo do Brasil, dá nome ao nosso país. É representativo hoje ver pessoas historicamente excluídas em nosso país plantando essa árvore&#8221;, diz Diego Herzog, presidente da Associação Grupo Orgulho Liberdade e Dignidade (Gold), organizadora do Manifesto.&nbsp;</p>



<p>Uma das pessoas que participaram do plantio das mudas foi a indígena Samanta Terena, uma mulher trans que veio do Mato Grosso do Sul para o evento. &#8220;Além da resistência, esse plantio significa a vida. A árvore é a vida. Nós, povos indígenas, temos uma relação de cuidado com a natureza, somos seus guardiões&#8221;, exaltou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.seculodiario.com.br/images/s/Direitos/Lgbt/manifesto_lgbt_2024/b2ap3_large_manifesto_lgbt2024_FotoLeonardoSa.jpg" alt=""/></figure>



<p>Leonardo Sá</p>



<p>O Manifesto LGBTQIA+ marcou também o encerramento do 1º Encontro Estadual dos LGBTs do Campo, das Águas e das Florestas, organizado pelo Coletivo LGBT do MST. Seu coordenador, Eric Oliveira, falou&nbsp;da relação entre as pautas do movimento&nbsp;e a questão agrária. &#8220;Nos juntamos aqui para somar forças. Reforma agrária e luta contra a LGBTfobia&nbsp;tem tudo a ver. Sem LGBT não há revolução&#8221;, defende.Outras pautas, trazidas por outros movimentos, também desfilaram pelas ruas de Vitória, mostrando que de fato a diversidade foi a tônica do Manifesto. O militante do Movimento Negro, Isaias Santana, levou as bandeiras da Palestina e da&nbsp;Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq). &#8220;O&nbsp;povo da Palestina é de luta,&nbsp;assim como a comunidade LGBTQIA+ e a população negra&#8221;, destacou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.seculodiario.com.br/images/s/Direitos/Lgbt/manifesto_lgbt_2024/b2ap3_large_manifestolgbt2024_2_FotoLeonardoSa.jpg" alt=""/></figure>



<p>Leonardo Sá</p>



<p>Na chegada ao Sambão do Povo, o público foi contemplado com diversas atrações culturais de artistas capixabas. Na estrada de acesso ao sambódromo, várias barracas de comida e bebida de moradores da região da Grande Santo Antônio. A Gold viu nessa iniciativa uma forma de minimizar o impacto na localidade com o fechamento de vias e poluição sonora. Todo o lixo produzido no Manifesto será encaminhado para reciclagem por meio da Rede de Economia Solidária dos Catadores Unidos do Espírito Santo (Reunes).A coordenadora de Projetos da Associação Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade (Gold), Deborah Sabará, afirma que foi a primeira vez no Brasil que um manifesto LGBTQIA+ teve como mote a questão ambiental. Ela destaca a importância de chamar atenção para o racismo ambiental, temática que considera ainda pouco discutida. Deborah aponta que os desastres ambientais atingem, principalmente, as periferias e as travestis, principalmente as negras. Isso porque, seja do sistema prisional ou que vivem nas ruas, elas normalmente têm suas raízes nas comunidades periféricas.</p>



<p>Fonte: Século Diario</p>



<p></p>
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