<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>mão de obra &#8211; Jornal Entrevista</title>
	<atom:link href="https://jornalentrevista.com.br/tag/mao-de-obra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornalentrevista.com.br</link>
	<description>(27) 3256.4569</description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Oct 2024 16:20:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.5</generator>
	<item>
		<title>ES é um dos estados com a maior rotatividade de mão de obra no Brasil</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/es-e-um-dos-estados-com-a-maior-rotatividade-de-mao-de-obra-no-brasil/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/es-e-um-dos-estados-com-a-maior-rotatividade-de-mao-de-obra-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[espírito santo]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra]]></category>
		<category><![CDATA[rotatividade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=40003</guid>

					<description><![CDATA[A taxa de rotatividade de mão de obra ultrapassa 40% em Mato Grosso, Goiás e Espírito Santo, enquanto no Distrito Federal é menor, a 28,47%, devido à forte presença do setor público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Na construção civil, taxa de rotatividade no Brasil chega a 65,66% e fica bem acima o apurado para toda a economia brasileira (34,74%)</h2>



<p>A taxa de rotatividade de mão de obra supera o patamar de 40% em três estados do Brasil:&nbsp;<strong>Mato Grosso, Goiás e Espírito Santo</strong>. E é menor no Distrito Federal (28,47%) por causa da participação relevante do setor público no emprego.</p>



<p>“Estados como Mato Grosso e Goiás têm uma rotatividade acima da média nacional. E isso está associado ao setor da agropecuária”, afirma Lucas Assis, economista da Consultoria Tendências e autor do levantamento. </p>



<p>“A proporção dos setores econômicos distribuídos pelo território nacional influencia nessas taxas de rotatividade dos Estados”, acrescenta.&nbsp;</p>



<p>O setor da <strong>construção civil</strong> é o que apresenta a maior rotatividade de mão de obra no Brasil. Nos 12 meses até agosto, a taxa foi de 65,66%, de acordo com o levantamento da consultoria Tendências. É um número bem maior do que o apurado para toda a economia brasileira (34,74%).</p>



<p>“No setor da construção, a rotatividade é maior porque há um número elevado de postos temporários”, diz Assis.</p>



<p>O levantamento da consultoria considera os dados de setembro de 2023 a agosto deste ano do&nbsp;<strong>Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)</strong>, que apura o emprego com carteira de trabalho assinada em todo o País.</p>



<p>A segunda maior rotatividade foi observada na<strong>&nbsp;agricultura (50,57%)</strong>, também marcada por uma mão de obra temporária. Na sequência, apareceram os setores de&nbsp;<strong>comércio (35,39%) e serviços (32,05%)</strong>.</p>



<p>Grande empregador, o setor de serviços tem cenários distintos de mudança de emprego quando é analisado em detalhe. Em serviços domésticos, a rotatividade é de 60%. Mas é de 17,4% na administração pública.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://assets.folhavitoria.com.br/images/2e2b7960-96db-11ef-bd9a-e92c9c6bb2cf--minified.jpeg" alt=""/></figure>



<p></p>



<p>No Brasil, a troca de trabalho sempre foi elevada. E é pró cíclica. Ou seja, aumenta nos momentos em que emprego está forte – como é o cenário atual. A elevada rotatividade dos profissionais resulta num custo em diversas dimensões. Para as empresas, significa que anos de conhecimentos sobre a rotina da companhia foram embora no momento do desligamento do trabalhador. Numa ótica mais ampla, a economia brasileira perde em produtividade.</p>



<p>“Um desligamento pode custar até 1,5 vez o salário anual de um funcionário”, explica o diretor da empresa de recrutamento Robert Half, Lucas Nogueira. Segundo ele, mesmo quando há o pedido de demissão por parte do empregado, a empresa terá, por exemplo, o custo de um novo processo de seleção e recrutamento e o pagamento de horas extras para quem fica e tem de fazer o trabalho a mais.&nbsp;</p>



<p>“Há um custo financeiro envolvido nesse processo”, diz o executivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As 7 profissões mais procuradas pelas empresas no ES</strong></h2>



<p>No Espírito Santo, há profissões que se tornam cada vez mais escassas quando o assunto é a busca por profissionais. A falta de determinados profissionais se dá por vários fatores: falta de qualificação, oferta incompatível de salários e especializações, e o próprio desinteresse de jovens da geração Z em um cargo de carteira assinada.</p>



<p>Isso faz com que exista um gargalo de contratações de profissionais. E sete ocupações se destacam em meio à dificuldade para encontrar pessoal.</p>



<p><strong>Profissões mais procuradas pelas empresas no ES:</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>1) Área comercial estratégica<br></strong><strong>2) Marketing<br></strong><strong>3 Vendas<br></strong><strong>4) Garçons<br></strong><strong>5) Logística<br></strong><strong>6) Gestão de pessoas<br></strong><strong>7) Serviço ao cliente</strong></p>
</blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exigências incompatíveis com salários ofertados</strong></h3>



<p>Quando o assunto é a contratação de mão de obra qualificada, muitas empresas esbarram em um problema significativo: uma oferta salarial incompatível com as atribuições e requisitos para um cargo.</p>



<p>É muito comum que empresas exijam alta especialização de seus futuros funcionários, o que acaba não se tornando uma proposta financeira atrativa o suficiente para conquistar os profissionais que de fato preencham essas qualidades.</p>



<p>&#8220;O que acontece é que muitas vezes não há um salário compatível com as exigências. A maioria dos empregadores fala que não tem profissionais capacitados, mas quando o encontram, a oferta de salário não é atraente&#8221;, explica a especialista em Recursos Humanos, Roberta Kato.</p>



<p>Segundo ela, esse é um dos motivos que costuma afastar profissionais de cargos em áreas de logística na indústria.</p>



<p>&#8220;O empregador muitas vezes impõe: quero um profissional que seja bilíngue, que tenha MBA e na hora de remunerar, os salários são R$ 3 mil, R$ 4 mil. Isso acaba afastando essa mão de obra qualificada, porque simplesmente esse vencimento não é compatível com o que é exigido desse funcionário&#8221;, disse.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/es-e-um-dos-estados-com-a-maior-rotatividade-de-mao-de-obra-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Construção enfrenta desafios com envelhecimento da mão de obra</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/construcao-enfrenta-desafios-com-envelhecimento-da-mao-de-obra/</link>
					<comments>https://jornalentrevista.com.br/construcao-enfrenta-desafios-com-envelhecimento-da-mao-de-obra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2024 16:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Obras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desafios]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[mão de obra]]></category>
		<category><![CDATA[natalidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalentrevista.com.br/?p=38210</guid>

					<description><![CDATA[A mão de obra na construção civil preocupa a maioria dos empresários devido à escassez de novos trabalhadores. Houve uma significativa redução no número de entrantes comparado ao passado, resultando em um envelhecimento da idade média de ajudantes, carpinteiros, mestres de obra e engenheiros no setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mão de obra é motivo de preocupação para a maioria dos empresários da construção civil. Atualmente, o número de entrantes para trabalhar no setor é muito pequeno em relação ao que era no passado. Há um envelhecimento na idade média de ajudantes, carpinteiros, mestres de obra e engenheiros.</p>



<p>Com base nos dados da Rais – Relação Anual de Informações Sociais -, fica evidente que o setor não está atraindo tantos jovens para trabalharem nos canteiros de obra como no passado. De 2015 a 2022 houve redução de 9,33% no número de empregados com carteira assinada com idade até 39 anos. Já o número de trabalhadores com 40 anos ou mais subiu 13,99% no mesmo período, no Espírito Santo.</p>



<p>Essa realidade não é constatada apenas na indústria da construção capixaba. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a idade média dos trabalhadores em obras no Brasil era de 37,4 anos em 2012. Em 2023, esse número subiu para 41,2 anos.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/mulher-na-obra-credito-istock.jpg" alt="" width="2048" height="1329" srcset="https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/mulher-na-obra-credito-istock.jpg 2048w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/mulher-na-obra-credito-istock-300x195.jpg 300w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/mulher-na-obra-credito-istock-1024x665.jpg 1024w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/mulher-na-obra-credito-istock-768x498.jpg 768w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/mulher-na-obra-credito-istock-1536x997.jpg 1536w"></p>



<p id="caption-attachment-3356">iStock.</p>



<p>Diferentes fatores explicam esse envelhecimento da mão de obra, dentre eles, o aumento da expectativa de vida no Brasil. Em 2012, a expectativa de vida era de 74,8 anos. Em 2023, esse número subiu para 77,3 anos. Isso significa que as pessoas estão vivendo mais tempo e, consequentemente, trabalhando por mais tempo.</p>



<p>Outro fator é a diminuição da natalidade. A taxa de natalidade no Brasil vem diminuindo nos últimos anos. Em 2012, a taxa de natalidade era de 2,0 filhos por mulher. Em 2023, esse número caiu para 1,7 filhos por mulher. Isso significa que há menos jovens no mercado de trabalho, o que contribui para o aumento da idade média dos trabalhadores.</p>



<p>A formalização do mercado de trabalho também pode ser considerada fator para que o público 40 mais esteja mais presente nas obras. O mercado de trabalho brasileiro vem se formalizando nos últimos anos. Isso significa que mais trabalhadores estão registrados em carteira, o que lhes dá acesso a direitos como aposentadoria e seguro-desemprego. Isso faz com que os trabalhadores permaneçam no mercado de trabalho por mais tempo.</p>



<p><img decoding="async" src="https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/operario-na-obra-credito-elsa-fiuza-agencia-brasil.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/operario-na-obra-credito-elsa-fiuza-agencia-brasil.jpg 1170w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/operario-na-obra-credito-elsa-fiuza-agencia-brasil-300x179.jpg 300w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/operario-na-obra-credito-elsa-fiuza-agencia-brasil-1024x613.jpg 1024w, https://www.folhavitoria.com.br/economia/constroi-es/wp-content/uploads/2024/07/operario-na-obra-credito-elsa-fiuza-agencia-brasil-768x459.jpg 768w"></p>



<p id="caption-attachment-3357">Foto Elsa Fiúza Agência Brasil.</p>



<p>A questão, de acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Espírito Santo (Sinduscon-ES), Douglas Vaz, é como fazer com que o setor seja atrativo para a mão de obra mais jovem. “Sabemos que precisamos fazer a indústria da construção se tornar mais moderna e mais industrializada. A tecnologia é o caminho para que a indústria aumente a produtividade e o bem-estar dos trabalhadores, para que volte a motivar pessoas em início de vida ativa profissionalmente”.</p>



<p>Além de atrair mão de obra mais jovem, ainda é preciso qualificar. Esse tema foi analisado no Mapa do Trabalho 2022-2025, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em que calcula que 9,6 milhões de trabalhadores precisam ser qualificados para ocupações industriais no Brasil. Desse total, pelo menos 2 milhões se referem à capacitação inicial – ou seja, preparar pessoas para preencher novas vagas ou repor desligamentos.</p>



<p>A mesma CNI, em outro estudo, constata que cinco em cada 10 indústrias no país enfrentam falta de trabalhador qualificado. Mas, como lidar com esse déficit de mão de obra? Mais ainda: como atrair um novo público – jovens, principalmente – para atividades em ambientes longe do ar-condicionado do escritório ou da comodidade do home office?</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornalentrevista.com.br/construcao-enfrenta-desafios-com-envelhecimento-da-mao-de-obra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Lazy Loading (feed)
Database Caching 76/87 queries in 0.008 seconds using Disk

Served from: jornalentrevista.com.br @ 2026-07-21 20:40:56 by W3 Total Cache
-->