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	<title>meio-ambiente &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Santa Teresa recebe evento que debate o futuro da Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os dias 19 e 21 de agosto,&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/tag/santa-teresa/">Santa Teresa</a>&nbsp;recebe mais uma edição do&nbsp;<strong>Simbioma</strong>, o Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros mais importantes do Espírito Santo voltados à ciência, conservação, educação ambiental e valorização do bioma.</p>



<p>Em 2026, o evento chega à sua 14ª edição com o tema “<strong>Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica</strong>: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”.</p>



<p>O tema não poderia ser mais atual. Falar sobre rios, nascentes, áreas úmidas, manguezais e demais ambientes aquáticos tem se tornado extremamente importante para que a sociedade consiga sobreviver em um mundo equilibrado, com água, biodiversidade, cidades confortáveis, produção de alimentos, comunidades saudáveis e, por incrivel que pareça, um futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-aproximar-ciencia-e-sociedade">Aproximar ciência e sociedade</h2>



<p>O Simbioma reúne pesquisadores, estudantes, professores, profissionais da área ambiental, instituições e pessoas interessadas na conservação da Mata Atlântica. A proposta é criar um espaço de troca de conhecimentos, apresentação de pesquisas, relatos de experiências e debates sobre os desafios enfrentados por um dos biomas mais ameaçados do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma2-1320x990.jpg" alt="" class="wp-image-7986985"/></figure>



<p>Realizado em Santa Teresa, município com forte tradição científica e ambiental, o evento também reforça a importância histórica do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e do Instituto Nacional da Mata Atlântica na produção e divulgação de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>



<p>Santa Teresa é um território simbólico para quem trabalha com conservação. Suas florestas, rios, montanhas e instituições científicas ajudam a contar uma parte importante da história ambiental do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/simbioma3.jpg" alt="" class="wp-image-7986987"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-agua-como-eixo-da-vida">A água como eixo da vida</h2>



<p>A escolha do tema deste ano chama atenção para uma questão essencial: não existe conservação da Mata Atlântica sem proteção de seus ecossistemas aquáticos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/ecossistema.jpg" alt="" class="wp-image-7986988"/></figure>



<p>Os rios conectam montanhas, florestas, áreas rurais, cidades e o mar. As nascentes garantem a origem da água. Os manguezais recebem essa água no encontro com as marés e funcionam como berçários naturais para inúmeras espécies. Áreas úmidas, brejos, córregos e lagoas completam essa rede delicada, muitas vezes invisível aos olhos da população.</p>



<p>Quando esses ambientes são degradados, os impactos aparecem em várias dimensões: perda de biodiversidade, redução da qualidade da água, erosão, assoreamento, enchentes, secas mais severas, prejuízos econômicos e riscos sociais.</p>



<p>Por isso, discutir a integridade dos rios e a sustentabilidade dos territórios é também discutir o tipo de futuro que queremos construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-instituto-ultimos-refugios-tambem-estara-presente">Instituto Últimos Refúgios também estará presente</h2>



<p>O&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>&nbsp;participará mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria de longa data com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, o Instituto Nacional da Mata Atlântica, pesquisadores e organizadores do evento.</p>



<p>Essa relação vem de antes da criação do INMA e se mantém ao longo dos anos por meio de apoio à comunicação, divulgação científica, atividades culturais, educação ambiental e valorização da biodiversidade capixaba. O Instituto participou de todas as edições do Simbioma, seja com estande, oficina, representantes institucionais ou outras ações de apoio.</p>



<p>Em 2026, a participação será novamente marcada pela presença de estande, materiais educativos, brindes e atividades voltadas à aproximação do público com a natureza.</p>



<p>A temática deste ano dialoga diretamente com projetos recentes do Instituto Últimos Refúgios, como “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, voltado à documentação e valorização dos manguezais do Espírito Santo, e produções audiovisuais ligadas aos rios capixabas, como o documentário “Águas do Itapemirim”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-convite-a-comunidade">Um convite à comunidade</h2>



<p>O Simbioma é também uma oportunidade para que a comunidade se aproxime da ciência e compreenda melhor a importância da Mata Atlântica no cotidiano de todos nós.</p>



<p>Afinal, os rios que abastecem cidades, as florestas que protegem nascentes, os manguezais que sustentam a vida marinha e os ecossistemas que equilibram o clima não pertencem apenas aos pesquisadores. Eles fazem parte da vida de toda a sociedade.</p>



<p>Eventos como o Simbioma ajudam a transformar conhecimento científico em consciência pública. E, em um tempo em que os ecossistemas aquáticos enfrentam tantas pressões, participar dessas discussões é também uma forma de fortalecer a conservação.</p>



<p>Santa Teresa recebe, mais uma vez, pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade para pensar o presente e o futuro da Mata Atlântica.</p>



<p>Que o Simbioma 2026 inspire novas pesquisas, novas parcerias e novos olhares para as águas que sustentam a vida. Nos vemos por lá!</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.folhavitoria.com.br/imagens/2026/08/convite-1320x1650.jpg" alt="" class="wp-image-7987024"/></figure>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Iniciativa cria campanha contra queimadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 16:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Cinza]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[flora]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
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		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Lei 525/2024, do deputado Dr. Bruno Resende (União), propõe a inclusão da campanha “Agosto Cinza” no calendário oficial do estado, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a prevenção de incêndios ambientais através de palestras e campanhas educativas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ideia do Agosto Cinza tem por objetivo a conscientização, visto que quase a totalidade dos incêndios é fruto da ação humana</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47666_BrunoResende2024LucasSCosta-3.jpg" alt="homem de paletó azul sobre camisa social branca, de óculos, sentado e ao microfone" title="Dr. Bruno"/></figure>



<p>Dr. Bruno quer palestras e ações educativas para prevenir incêndios&nbsp;/&nbsp;Foto:&nbsp;Lucas S. Costa</p>



<p>O Projeto de Lei 525/2024, de autoria do deputado Dr. Bruno Resende (União), visa adicionar ao calendário oficial do estado a campanha “Agosto Cinza”. A medida tem por finalidade reforçar a conscientização sobre a prevenção de incêndios ambientais por meio de palestras, campanhas educativas e outras ações.<br><br>O mês de agosto é caracterizado pela baixa umidade do ar, aumento das rajadas de ventos e prolongamento dos dias mais secos. Esses fatores contribuem para aumentar os focos de incêndio em todo o país.&nbsp;<br><br>Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais indicam que, nos últimos 60 anos, houve um aumento da média de dias seguidos sem chuvas, de 80 para 100 dias.<br><br>Além das condições climáticas, as queimadas também possuem outro potencial de risco: a falta de conscientização da população. Apenas 1% dos incêndios no Brasil acontece de causa natural, ou seja, é provocado por raios. Os 99% restantes são advindos da ação humana, que pode ser acidental ou criminosa. Os dados são da coordenadora do&nbsp;&nbsp;Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (Lasa) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Renata Libonati, em entrevista à Agência Brasil.<br><br>Devido a esse contexto, o deputado Dr. Bruno propõe o mês direcionado às ações de conscientização e combate aos incêndios e queimadas no estado.&nbsp;<br><br>“O fogo pode causar inúmeros danos além da queimada em si, como, por exemplo, matar os micro-organismos do solo e destruir a matéria orgânica. Além de matar os animais silvestres e deixar prejuízos em áreas de pastagens ou cultivos, inviabilizando toda a produção naquele espaço”, explica o parlamentar.&nbsp;<br><br>O projeto prevê campanhas visuais de iluminação nos prédios públicos e a distribuição de cartilhas com explicações sobre as consequências de se queimar o lixo em terrenos baldios, jogar bitucas de cigarros em terrenos e rodovias, entre outras ações indevidas.&nbsp;<br><br>O autor pontua que as queimadas afetam a saúde das pessoas, pois também causam doenças respiratórias. “Além de emitirem gases poluentes e fumaça, que causam prejuízos à saúde do ser humano quando inalados imediatamente, outras doenças podem ser desenvolvidas pelo contato direto com esses gases, como bronquite, sinusite e rinite”, alerta Dr. Bruno, que é médico.<br><br><strong>Telefones</strong>&nbsp;<br><br>Em caso de incêndio, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado imediatamente por meio do telefone 193. Já nos casos de soltura de balões ou fogo ilegal em vegetação, é possível denunciar pelo 181.&nbsp;&nbsp;<br><br>O PL 525/2024 será analisado pela Comissão de Justiça. O relator da matéria no colegiado será o deputado Denninho Silva (União).<br><br><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=428921&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/428921-202409171616224024341NFQJS(9087104).pdf&amp;identificador=3400320038003900320031003A005000&amp;tipoId=P428921#P428921" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do projeto na Ales</a>.&nbsp;</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Vitória pode se tornar a primeira capital do mundo a reciclar 100% do esgoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 16:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Vitória busca se tornar a primeira capital mundial a converter todo o seu esgoto em água reaproveitável. Em janeiro, a empresa espanhola GS Inima ganhou o leilão da Cesan para tratar os efluentes da bacia de Camburi e fornecer água de reúso à ArcelorMittal Tubarão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vitória pode se tornar a primeira capital do mundo a transformar 100% de seu esgoto em água de reúso. Em janeiro deste ano, foi dado o primeiro passo: a&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/economia/mundo-business/2024/03/18">espanhola GS Inima</a>&nbsp;venceu o primeiro leilão de água de reúso da Cesan e será responsável por tratar efluentes da bacia de Camburi e fornecer o insumo para a ArcelorMittal Tubarão. A expectativa da companhia de saneamento é que o vencedor do leilão de esgotamento sanitário – que deve ser realizado neste ano, em montante de contrato próximo a R$7 bilhões de reais – transforme o restante do esgoto produzido na capital em água de reúso para atender outras empresas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Água de reuso aumenta segurança hídrica e é mais econômica para industrial</h3>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/economia/mundo-business/2024/01/18">GS Inima, vencedora do primeiro leilão de água de reúso da Cesan</a>&nbsp;– que também foi o primeiro do Brasil – terá uma produção de até 300 litros por segundo quando entrar em operação.</p>



<p>Mas ainda existe um grande potencial a ser explorado: nas estimativas da Cesan, Vitória pode produzir até 700 litros de água de reúso por segundo caso aproveite todo o seu esgoto para este fim.</p>



<p>Segundo Munir Abud, presidente da Cesan, a empresa que assumir parceria público privada de esgotamento sanitário do Espírito Santo – que será realizada neste ano e deve movimentar R$ 7,1 bilhões – terá o direito de utilizar os efluentes para produzir e comercializar água de reúso.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“O vencedor da PPP de esgotamento terá a liberdade de produzir, vender e distribuir água de reúso tanto para grandes indústrias como para pequenas e médias empresas. O polo industrial da Região Metropolitana de Vitória tem a capacidade de consumir esse volume”, afirma Munir.</li>
</ul>



<p>Com isso, Vitória pode se tornar uma das primeiras cidades do mundo a reciclar 100% de seu esgoto. Até hoje, apenas o condado de Orange, na Califórnia, atingiu esse status. Dubai e Los Angeles estão investindo para se igualar.</p>



<p>Apesar de não ser própria para consumo humano, a água de reúso pode ser aplicada em processos industriais e atividades como limpeza e irrigação urbana.</p>



<p>O esgoto tratado tem duas principais vantagens: evita o uso de água potável em atividades em que ela não é necessária, evitando esgotamento dos rios em períodos de escassez, e tem custo mais competitivo.</p>



<p>“Uma empresa que deixa de consumir água potável em seus processos industriais está permitindo a população ser atendida com um abastecimento mais qualificado. Essa prática preserva o meio ambiente e é mais economicamente viável para as empresas”, completa o presidente da Cesan.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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