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	<title>mulheres negras &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Aracruz institui o Dia Municipal da Mulher Negra no calendário oficial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O município de Aracruz contará oficialmente com o Dia Municipal da Mulher Negra, que será celebrado anualmente em 25 de julho. A data foi instituída por lei sancionada pelo prefeito municipal após aprovação da Câmara Municipal de Aracruz.</p>



<p>A nova legislação tem como objetivo reconhecer a luta histórica das mulheres negras, promover a igualdade racial e valorizar a cultura afro-brasileira no município.</p>



<p>Além de criar a data comemorativa, a Lei Nº 4.877, determina que o Dia Municipal da Mulher Negra passe a integrar o Calendário Oficial de Eventos de Aracruz, fortalecendo a agenda de ações voltadas à promoção da diversidade, da inclusão e do combate ao racismo.</p>



<p>O Poder Executivo Municipal passa a apoiar, promover e fomentar atividades comemorativas, culturais, sociais e educativas relacionadas à data. As ações poderão ser realizadas em parceria com associações comunitárias, entidades culturais, instituições de ensino e organizações da sociedade civil.</p>



<p>A celebração em 25 de julho acompanha uma data de grande relevância nacional e internacional para a valorização da mulher negra, reforçando o compromisso de Aracruz com políticas públicas voltadas à igualdade racial, ao reconhecimento da contribuição das mulheres negras para a sociedade e ao fortalecimento da cultura afro-brasileira.<br><br>Fonte: Prefeitura Municipal de Aracruz PMA</p>
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		<title>Marcas e reflexos do racismo em destaque na TV Ales</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 16:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[experiencias]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
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					<description><![CDATA[As mulheres negras, que representam 28% da população brasileira, formam o maior grupo populacional do país. Apesar de serem maioria, elas são consideradas uma "minoria" devido às barreiras que enfrentam para acessar direitos básicos garantidos pela Constituição. Essas dificuldades são reflexos do racismo estrutural e institucional que permeia a sociedade brasileira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Experiências vividas por pessoas negras de diferentes áreas são relatadas em reportagem especial que estreia na TV legislativa</p>



<p></p>



<p>As mulheres negras são a base da pirâmide social, correspondendo a 28% da população, ou seja, são o maior grupo populacional do país. Mesmo sendo maioria, podem ser consideradas uma “minoria”, já que enfrentam barreiras para acessar direitos básicos garantidos na Constituição. E essa dificuldade de acesso é um dos reflexos do racismo estrutural e institucional que molda a sociedade brasileira. <br><br>Nesta quinta-feira (25), data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, a TV Ales estreia uma reportagem especial sobre o racismo e seus impactos na vida das mulheres negras, mas também dos homens, crianças, jovens e da sociedade como um todo. <em>A Grande Reportagem: Racismo</em> vai ao ar às 8 horas, com reprise às 14h30 e às 21 horas, no canal 3.2 aberto e digital, 12 NET, 23 RCA e 519.2 Sky Digital. <br><br>Na reportagem, você vai conhecer pessoas de diferentes áreas, como a advogada Hellen Tibúrcio, presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Espírito Santo (OAB-ES), que relata os percalços para ser reconhecida no ambiente profissional. Assim como a empresária Priscila Gama, que fala sobre o tempo que ela gastou para realizar seus sonhos, diferentemente de suas colegas de faculdade, que alcançaram o sucesso profissional e pessoal mais cedo. <br><br><em>A Grande Reportagem</em> também ouve a historiadora Lavínia Cardoso sobre a formação da sociedade brasileira e capixaba e os reflexos do racismo nos dias atuais. As experiências do professor e pesquisador Gustavo Forde e do militante decano do Movimento Negro capixaba Luiz Carlos Oliveira também passam por diferentes temas que atingem a população negra, como a formação da identidade, o ensino de cultura afro-brasileira nas escolas e as ações afirmativas nas universidades, além da necessidade de políticas de reparação pelos séculos de escravização e a importância do antirracismo. </p>



<p>Fonte: ALES</p>
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