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	<title>natureza &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Governo do Estado anuncia sistema para auxiliar no enfrentamento às queimadas ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 16:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador Renato Casagrande anunciou a aquisição do sistema Brasil Mais, que ajudará na identificação de áreas queimadas e focos de incêndio. Essa ferramenta será utilizada na Central de Monitoramento de Florestas do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), sob a coordenação da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governador do Estado, Renato Casagrande, anunciou, nesta quarta-feira (18), a aquisição de uma nova ferramenta para auxiliar na identificação de áreas queimadas e com possíveis focos de incêndio. O sistema Brasil Mais, adquirido recentemente pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), será utilizado na Central de Monitoramento de Florestas (CMF) do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).</p>



<p>O sistema permitirá o monitoramento diário de toda a vegetação do Estado, além da emissão de alertas de desmatamento ilegal em tempo real. Ao detectar focos de incêndio rapidamente, será possível mobilizar equipes de combate a incêndios e evitar que as chamas se espalhem, minimizando os danos.</p>



<p>“Contratamos esse sistema para reforçar o trabalho de monitoramento do desmatamento ilegal e hoje especialmente no combate aos focos de incêndio. O sistema atual compreende 15% do território capixaba. Com a nova aquisição, a cobertura chega à totalidade do Estado, com monitoramento em tempo real. Isso será muito importante para enfrentarmos esse momento em que mais de cinco mil hectares de área já foram queimados. O cenário se agrava com a situação de estiagem no Espírito Santo com 71 municípios em situação crítica”, pontuou o governador Renato Casagrande, durante coletiva de imprensa realizada na sede do Idaf.</p>



<p>Atualmente a Central de Monitoramento de Florestas do Idaf, já realiza um trabalho minucioso, por meio do levantamento de imagens mensais, conseguindo identificar o tamanho da área desmatada, ocorrências de incêndios, cicatrizes de fogo, qualidade da água, reflorestamento de áreas, local do crime ambiental cometido e o infrator. Com a utilização do sistema Brasil Mais, o Idaf e os demais órgãos ambientais poderão ter acesso a esses dados diariamente.</p>



<p>O secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Felipe Rigoni, explica que a ferramenta contratada permitirá ao Governo vigiar de modo contínuo todo o território capixaba, buscando identificar mudanças no solo, como a supressão ilegal da vegetação, além de focos e o avanço das queimadas. Além disso, o sistema pode fazer indicativos de seca no solo em áreas a partir de 9 metros quadrados, ou seja, algo próximo ao tamanho de uma vaga de estacionamento de um carro.</p>



<p>“A implementação dessa tecnologia é um passo significativo para ampliar o controle ambiental e garantir uma resposta rápida e eficaz na preservação das florestas e no combate aos incêndios que têm ocorrido no Estado, como os eventos das últimas semanas. O Espírito Santo, ao adotar essa abordagem inovadora, torna-se um exemplo de como a tecnologia pode ser uma aliada poderosa na preservação ambiental e na luta contra as queimadas”, analisou Rigoni.</p>



<p>O secretário de Meio Ambiente acrescentou que, além da identificação de desastres ambientais, a vigilância será um recurso crucial para o acompanhamento de projetos de restauração florestal ao longo dos anos, permitindo um monitoramento eficiente das áreas em recuperação.</p>



<p>De acordo com o diretor geral do Idaf, Leonardo Monteiro, os investimentos na Central de Monitoramento de Florestas representam um marco no fomento ao combate ao desmatamento e às queimadas ilegais no Espírito Santo.</p>



<p>“Atualmente, não tem nenhum outro estado brasileiro que conta com uma central como a nossa, quando falamos de qualidade e precisão dos dados. Essa nova ferramenta será um divisor de águas que veio para somar ao trabalho já realizado de forma habilidosa e séria pelos nossos fiscais. Estamos seguindo as diretrizes do Governo do Estado, com o objetivo de zerar o desmatamento ilegal. Quem ainda insistir em cometer crime ambiental no Espírito Santo pode saber que será identificado rapidamente e penalizado na esfera administrativa”, afirmou Monteiro.</p>



<p><strong>Como vai funcionar<br><br></strong>Com a capacidade de realizar comparações imagens diárias da mesma área, o algoritmo disparará a emissão de alertas aos agentes públicos de possíveis irregularidades ambientais, como o desmatamento ou a ocorrência de incêndios, atuando como um verdadeiro “vigia espacial”.</p>



<p>Para fins de melhorar a gestão ambiental do território, a ferramenta também se mostra importante no monitoramento contínuo de projetos como de reflorestamento ambiental e no entendimento da dinâmica de seca ou de alagamentos de grandes áreas, fornecendo maiores informações aos gestores públicos na construção de políticas de enfrentamento dos impactos causados pelas mudanças climáticas.</p>



<p>O sistema será operado na Central de Monitoramento de Florestas do Idaf, que funciona em uma sala na sede do Instituto, que abriga cinco workstations de última geração com capacidade de processamento de imagens, além de um videowall com seis monitores de 55 polegadas para a avaliação de imagens e dados.</p>



<p><strong>Mais brigadistas<br><br></strong>Durante a coletiva, o governador Renato Casagrande anunciou novas medidas para reforçar o trabalho de combate aos incêndios em vegetação. O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) irá contratar 72 brigadistas temporários para atuarem nas unidades de conservação (UCs) e em suas proximidades. Além disso, há a previsão da contratação de máquinas para construção de aceiros, que são faixas de terra sem vegetação para evitar que o fogo se propague nas UCs.</p>



<p>“O Iema segue no trabalho de preservar nossa biodiversidade. Estamos vivendo um período seco e de intenso calor, onde qualquer faísca pode se transformar em tragédia. É essencial que todos nós façamos nossa parte e evitemos qualquer tipo de queimada. Não é só uma floresta que queima, é o nosso futuro”, ressaltou o diretor-presidente do Iema, Mário Louzada.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Suzano e Conservação Internacional se unem para promover a restauração e conservação de biomas brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 16:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
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		<category><![CDATA[restauração]]></category>
		<category><![CDATA[suzano]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suzano, líder global em celulose e bioprodutos de eucalipto, e a Conservação Internacional (CI-Brasil), focada na proteção ambiental, estão colaborando para restaurar e conservar biomas brasileiros, incluindo a Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Juntas, irão promover a preservação da biodiversidade, restaurar ecossistemas e fomentar o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Parceria visa mobilizar organizações privadas e públicas para impulsionar agenda em prol da biodiversidade e do desenvolvimento socioeconômico</em></p>



<p>A&nbsp;<strong>Suzano</strong>, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir de eucalipto, e a Conservação Internacional (CI-Brasil), organização ambiental que trabalha para promover o bem-estar humano por meio do cuidado responsável com a natureza, se unem para promover a restauração e conservação de biomas brasileiros, com foco na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. No âmbito desta parceria, as organizações irão somar esforços para alavancar a conservação de biodiversidade, a restauração de ecossistemas, e o desenvolvimento socioeconômico para as comunidades que vivem em áreas estratégicas e prioritárias nos biomas relacionados.</p>



<p>A cooperação prevê o estabelecimento de um comitê conjunto para definir estratégias e articular parcerias para fortalecer essas agendas em âmbito nacional. As organizações irão colaborar na mobilização de recursos públicos e privados para implementar projetos relacionados a esses eixos temáticos, tendo como base as melhores práticas científicas de conservação e restauração para dar qualidade, escala e velocidade às ações empregadas, maximizando os benefícios para o clima, biodiversidade e comunidades locais.</p>



<p>Essa iniciativa contribui com um dos compromissos de combate à crise climática e perda da biodiversidade assumidos pela Suzano, o de conectar meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade nos biomas do Cerrado, da Mata Atlântica e da Amazônia até 2030 através da implantação de corredores ecológicos.&nbsp;</p>



<p>“Em 2020, assumimos o compromisso de conectar blocos de fragmentos de vegetação nativa remanescentes nos três biomas onde temos atuação, contribuindo para a reversão da perda histórica da biodiversidade em áreas prioritárias. Esse ambicioso compromisso vai além das nossas áreas, engajando outros atores do território nas agendas de restauração e conservação dos ecossistemas’’, diz Marina Negrisoli, Diretora de Sustentabilidade da Suzano.&nbsp;‘’Unir esforços e parcerias com organizações que estão conectadas às nossas estratégias potencializa o impacto de nossas ações, apoiando positivamente a melhoria da qualidade de vida das pessoas e o combate à crise climática’’, conclui Marina.&nbsp; A Suzano possui uma área de atuação de aproximadamente 2,7 milhões de hectares, sendo mais de 1,1 milhão dedicados à conservação.</p>



<p>Contribuir com a criação de condições para a conservação e restauração de ecossistemas críticos é um dos objetivos da CI-Brasil, que busca promover a restauração de mais de 100 mil hectares no país até 2025, com a meta de&nbsp;500 mil hectares até 2030. Para alcançar essa meta, a organização atua em parceria com a sociedade civil, governos e setor privado, reconhecendo que a colaboração é essencial para enfrentar os desafios e implementar soluções com escala e velocidade.</p>



<p>“A colaboração entre CI-Brasil e Suzano busca endereçar as crises climática e de perda da biodiversidade por meio da geração de conhecimento e engajamento de atores chaves na promoção de iniciativas de restauração em regiões críticas”, explica Mauricio Bianco, Vice-Presidente da CI-Brasil. &#8220;A restauração de paisagens, somada à conservação e manejo sustentável dos recursos naturais, representa pelo menos 30% das ações globais necessárias para evitar os cenários climáticos mais críticos, ao mesmo tempo que garante a conservação da biodiversidade, gera oportunidades de trabalho e ajuda a sociedade a se adaptar aos efeitos da crise climática que já estão ocorrendo&#8221;, complementa.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O acordo de cooperação da Suzano e CI-Brasil foi firmado no dia 10 de setembro, com assinatura de memorando de entendimento realizada na sede da Suzano em São Paulo. Trata-se de uma parceria a longo prazo, que tem como próximo passo o desenvolvimento de um Plano de Trabalho com uma série de ações a serem implementadas nos próximos 5 anos.&nbsp;</p>



<p>Fonte: P6 Comunicação</p>
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		<title>Criado grupo de trabalho para conter queimadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 16:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
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		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Pancas]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise hídrica e as queimadas em Pancas têm causado preocupação entre autoridades e a população. Em resposta, a Assembleia Legislativa do Estado (Ales) criou um grupo de trabalho para propor soluções para esses problemas. A decisão foi anunciada pelo presidente Marcelo Santos e publicada no Diário do Poder Legislativo no Ato 4206/2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em nota, o presidente Marcelo Santos expressou sua preocupação e destacou que medidas de enfrentamento serão propostas pelo Legislativo</p>



<p>A atual crise hídrica e as queimadas que assolam o município de Pancas, há mais de cinco dias, têm gerado preocupação entre as autoridades públicas do Estado e deixado a população angustiada. Em resposta à gravidade da situação, a Assembleia Legislativa (Ales) instituiu grupo de trabalho&nbsp;que vai formular sugestões para reduzir os impactos tanto da crise hídrica quanto do aumento das queimadas em todo o território capixaba. A decisão foi anunciada no último sábado (7) pelo presidente Marcelo Santos (União) e está publicada no&nbsp;<a href="http://chrome-extension//efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.al.es.gov.br/appdata/anexos_internet/DiariosPDF/2024/DPL______09.09.2024_O.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diário do Poder Legislativo (DPL) desta segunda-feira (9)</a>, na forma do Ato 4206/2024.&nbsp;<br><br>Além do presidente da Ales, integram o grupo os&nbsp;presidentes das Comissões de Meio Ambiente, Agricultura e Segurança; o&nbsp;procurador-geral, a secretária da Casa dos Municípios; e o secretário-geral da Mesa. O objetivo é propor medidas imediatas e de médio prazo, envolvendo tanto ações legislativas quanto sugestões para o Executivo. &#8220;Estamos enfrentando uma situação crítica que afeta não só o meio ambiente, mas também a economia e a vida das pessoas&#8221;, afirmou o presidente Marcelo Santos.<br><br>O cenário tem se agravado nos últimos dias, com o aumento das áreas atingidas pelas queimadas, o que levou o governador Renato Casagrande (PSB) a decretar estado de emergência. O decreto reforça a necessidade de ações conjuntas entre os Poderes, o que motivou a criação do grupo de trabalho.<br><br>A ação entre as comissões da Casa de Leis busca um alinhamento estratégico com as demandas emergenciais do Estado, especialmente nas áreas mais afetadas, como Pancas, que sofre com queimadas de grande proporção há cinco dias. &#8220;A união entre o Legislativo e o Executivo é fundamental neste momento. Estamos acompanhando de perto toda a situação, e esse grupo de trabalho vai contribuir com soluções viáveis para proteger a população e resguardar o nosso Estado&#8221;, concluiu Marcelo Santos.&nbsp;<br><br><em><strong>Leia a nota do Presidente da Ales sobre a crise hídrica e as queimadas no Espírito Santo</strong></em></p>



<p><em>“Como Presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, venho expressar nossa profunda preocupação com a crise hídrica e o aumento das queimadas que enfrentamos. Com mais de 50 dias sem chuvas a situação é crítica e exige ação conjunta. Estive reunido neste sábado com minha equipe e assinei um Ato que prevê a criação de um Grupo de Trabalho com os presidentes das Comissões de Meio Ambiente, Agricultura e Segurança com o objetivo de sugerir medidas para mitigar os efeitos da crise e interagir com os diversos setores da sociedade capixaba, que será publicado no Diário do Poder Legislativo na próxima segunda-feira (9). É essencial evitar queimadas irregulares e denunciar focos de incêndio. Vamos mostrar a força e a união do povo capixaba. Juntos fazemos história e superamos desafios.</em></p>



<p><em><strong>Marcelo Santos, Presidente da Ales.</strong></em></p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Governo cria novo fundo para meio ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ales]]></category>
		<category><![CDATA[Fecam]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa (Ales) está discutindo a proposta do Poder Executivo para criar o Fundo Estadual de Compensação Ambiental (Fecam), por meio do Projeto de Lei 409/2024. O objetivo do fundo é aumentar os investimentos em unidades de conservação, que são áreas destinadas à preservação de fauna, flora, rios e outros recursos naturais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Fundo Estadual de Compensação Ambiental vai receber os recursos pagos por empreendimentos que trazem danos ao meio ambiente</p>



<p>Está em discussão na Assembleia Legislativa (Ales) proposta do Poder Executivo para criar o Fundo Estadual de Compensação Ambiental (Fecam). Segundo o governo estadual, o objetivo do Projeto de Lei (PL) 409/2024 é ampliar os investimentos nas unidades de conservação, áreas criadas por lei para preservar fauna, flora, rios e outros recursos naturais desses locais. &nbsp;<br><br>Conforme o texto, o novo fundo vai receber e gerir recursos pagos aos órgãos estaduais responsáveis pelo licenciamento ambiental como forma de indenizar os danos ao meio ambiente causados por empreendimentos públicos e privados. Esses recursos são destinados a proteger áreas ambientais ou recuperar as já degradadas.&nbsp;<br><br>Em mensagem à Ales, o governador Renato Casagrande (PSB) afirma que o fundo possibilitará usar de forma imediata aproximadamente R$ 37 milhões que estão na conta de compensação do Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ele explica ainda que o novo fundo poderá ter a adesão dos municípios, facilitando a execução dos recursos destinados às unidades de conservação instituídas pelas prefeituras.&nbsp;<br><br>O projeto também cria a Secretaria Executiva dos Fundos Ambientais, que deverá gerir os recursos do Fecam, do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Fundema) e do Fundo Estadual de Recursos Hídricos e Florestais do Espírito Santo (Fundágua).&nbsp;<br><br>O PL 409/2024 prevê&nbsp;a criação de cargos comissionados de secretário executivo e assessor especial para cuidar da tramitação de documentos dos fundos ambientais. Os salários são fixados em R$ 6,9 mil e R$ 3,4 mil, respectivamente.&nbsp;<br><br>O projeto será analisado pelas comissões de Justiça, Meio Ambiente e Finanças antes da votação no Plenário. O líder do governo na Ales, deputado Dary Pagung (PSB), apresentou pedido para agilizar a análise da matéria.&nbsp;<br><br>Acompanhe o andamento do&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/spl/consulta-producao.aspx?tipo=5&amp;ano=2024&amp;proposicao=409" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL 409/2024</a>.</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Vitória pode se tornar a primeira capital do mundo a reciclar 100% do esgoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 16:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[Vitória busca se tornar a primeira capital mundial a converter todo o seu esgoto em água reaproveitável. Em janeiro, a empresa espanhola GS Inima ganhou o leilão da Cesan para tratar os efluentes da bacia de Camburi e fornecer água de reúso à ArcelorMittal Tubarão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vitória pode se tornar a primeira capital do mundo a transformar 100% de seu esgoto em água de reúso. Em janeiro deste ano, foi dado o primeiro passo: a&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/economia/mundo-business/2024/03/18">espanhola GS Inima</a>&nbsp;venceu o primeiro leilão de água de reúso da Cesan e será responsável por tratar efluentes da bacia de Camburi e fornecer o insumo para a ArcelorMittal Tubarão. A expectativa da companhia de saneamento é que o vencedor do leilão de esgotamento sanitário – que deve ser realizado neste ano, em montante de contrato próximo a R$7 bilhões de reais – transforme o restante do esgoto produzido na capital em água de reúso para atender outras empresas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Água de reuso aumenta segurança hídrica e é mais econômica para industrial</h3>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.folhavitoria.com.br/economia/mundo-business/2024/01/18">GS Inima, vencedora do primeiro leilão de água de reúso da Cesan</a>&nbsp;– que também foi o primeiro do Brasil – terá uma produção de até 300 litros por segundo quando entrar em operação.</p>



<p>Mas ainda existe um grande potencial a ser explorado: nas estimativas da Cesan, Vitória pode produzir até 700 litros de água de reúso por segundo caso aproveite todo o seu esgoto para este fim.</p>



<p>Segundo Munir Abud, presidente da Cesan, a empresa que assumir parceria público privada de esgotamento sanitário do Espírito Santo – que será realizada neste ano e deve movimentar R$ 7,1 bilhões – terá o direito de utilizar os efluentes para produzir e comercializar água de reúso.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“O vencedor da PPP de esgotamento terá a liberdade de produzir, vender e distribuir água de reúso tanto para grandes indústrias como para pequenas e médias empresas. O polo industrial da Região Metropolitana de Vitória tem a capacidade de consumir esse volume”, afirma Munir.</li>
</ul>



<p>Com isso, Vitória pode se tornar uma das primeiras cidades do mundo a reciclar 100% de seu esgoto. Até hoje, apenas o condado de Orange, na Califórnia, atingiu esse status. Dubai e Los Angeles estão investindo para se igualar.</p>



<p>Apesar de não ser própria para consumo humano, a água de reúso pode ser aplicada em processos industriais e atividades como limpeza e irrigação urbana.</p>



<p>O esgoto tratado tem duas principais vantagens: evita o uso de água potável em atividades em que ela não é necessária, evitando esgotamento dos rios em períodos de escassez, e tem custo mais competitivo.</p>



<p>“Uma empresa que deixa de consumir água potável em seus processos industriais está permitindo a população ser atendida com um abastecimento mais qualificado. Essa prática preserva o meio ambiente e é mais economicamente viável para as empresas”, completa o presidente da Cesan.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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