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	<title>prefeitos &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Espírito Santo registra reeleição de 32 prefeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 16:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[No último domingo (6), 76 prefeitos foram eleitos no Espírito Santo, sendo que 32 (44%) são os atuais prefeitos que vão assumir um novo mandato em janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O número, ainda passível de alteração, representa 44% dos chefes de Executivo que assumem novo mandato no próximo ano</p>



<p>Um total de 76 prefeitos foi escolhido no Espírito Santo no último&nbsp;realizado no domingo (6). Desses, 32 (44%) são os atuais chefes dos Executivos dos seus municípios e vão assumir novo mandato em janeiro.&nbsp;<br><br>Foram reeleitos os prefeitos de&nbsp;Afonso Cláudio –&nbsp;Luciano Pimenta (PP);&nbsp;Água Doce do Norte –&nbsp;Abraão Lincoln (PSB);&nbsp;Águia Branca – Jailson Quiuqui (PP);&nbsp;Alegre –&nbsp;Nirrô (PP);&nbsp;Aracruz –&nbsp;Dr. Coutinho (PP);&nbsp;Baixo Guandu –&nbsp;Lastenio Cardoso (MDB);&nbsp;Barra de São Francisco –&nbsp;Enivaldo dos Anjos (PSB);&nbsp;Bom Jesus do Norte –&nbsp;Toninho Gualhano (PSB);&nbsp;Brejetuba –&nbsp;Levi da Mercedinha (PDT);&nbsp;Cariacica –&nbsp;Euclério Sampaio (MDB);&nbsp;Castelo –&nbsp;João Paulo Nali (Republicanos);&nbsp;Governador Lindenberg –&nbsp;Leonardo Finco (PP);&nbsp;Iconha –&nbsp;Gedson Paulino (Republicanos);&nbsp;Itarana –&nbsp;Vander Enfermeiro (PSB); e Iúna –&nbsp;Romário (Podemos).<br><br>Também obtiveram a reeleição os prefeitos de Jaguaré –&nbsp;Marcos Guerra (União);&nbsp;João Neiva –&nbsp;Paulo Sergio Micula (Republicanos);&nbsp;Marilândia –&nbsp;Gutim (PSB);&nbsp;Mimoso do Sul –&nbsp;Peter Costa (Republicanos);&nbsp;Muniz Freire –&nbsp;Dito Silva (PSB);&nbsp;Piúma –&nbsp;Paulo Cola (Cidadania);&nbsp;Rio Novo do Sul –&nbsp;Nei Castelari (Podemos);&nbsp;Santa Teresa –&nbsp;Kleber Medici (PSB);&nbsp;São Domingos do Norte –&nbsp;Ana Malacarne (MDB);&nbsp;São Gabriel da Palho –&nbsp;Tiago Rocha (PL);&nbsp;São José do Calçado –&nbsp;Cuíca (PSB);&nbsp;São Roque do Canaã –&nbsp;Marcos Guerra (PSDB);&nbsp;Vargem Alta –&nbsp;Elieser (MDB);&nbsp;Wanderson Bueno (Podemos);&nbsp;Vila Valério –&nbsp;Davi Ramos (PP);&nbsp;Vila Velha –&nbsp;Arnaldinho Borgo (Podemos); e&nbsp;Vitória –&nbsp;Lorenzo Pazolini (Republicanos).<br><br><img decoding="async" alt="Prefeitos do ES eleitos" src="blob:https://jornalentrevista.com.br/9edd64fc-f8f4-40e1-aa56-f9b3ca9dedf3"><br>Os dados não levam em conta a indefinição do pleito em Presidente Kennedy, onde o prefeito Dorlei Fontão da Cruz (PSB)&nbsp;tenta a reeleição. Lá o pleito está sub judice. &nbsp;<br><br>Além dessa pendência, falta a definição no município da Serra. Lá a eleição será decidida em segundo turno, entre os candidatos Weverson Meireles (PDT) e Pablo Muribeca (Republicanos). Ambos tentam chegar à prefeitura pela primeira vez.&nbsp;<img decoding="async" alt="Prefeitos do ES eleitos" src="blob:https://jornalentrevista.com.br/0a8c873d-d836-4c08-9f9e-154379f2e4d5"><br>No primeiro turno, os partidos que elegeram gestores municipais foram, na ordem decrescente, PSB (21), PP (12), Podemos (11), Republicanos (8), MDB (6), PL (5), Federação PSDB/Cidadania (5), PDT (3), PSD (3), União (1) e PRD (1).&nbsp;<br><br><strong>Partidos</strong><br><br>Com 11 prefeitos eleitos, o Podemos foi o partido que mais somou votos (355.757), sendo a maioria advindos da reeleição em Vila Velha de Arnaldinho Borgo que, com 193.451, foi&nbsp;o campeão de votos no primeiro turno capixaba.&nbsp;<br><br><img decoding="async" alt="Prefeitos eleitos no ES" src="blob:https://jornalentrevista.com.br/6fcb9d74-8c38-4999-911d-7a816544f492"><br>Em seguida vem o MDB, com 199.236 votos, dos quais 168.771 foram para Euclério Sampaio, reeleito em Cariacica. O MDB elegeu seis prefeitos.&nbsp;O Republicanos, considerando os oito prefeitos eleitos, reuniu 196.189 eleitores, impulsionado pela votação de Lorenzo Pazolini (105.599) em Vitória.&nbsp;Os 12 prefeitos eleitos pelo PP somaram 147.469 votos. Já os 21 do PSB contabilizaram 128.773.&nbsp;&nbsp;<br><br><img decoding="async" alt="Prefeitos eleitos no ES" src="blob:https://jornalentrevista.com.br/bdfb837b-a024-4d35-9547-d6a619fc8dc4"><br>O PL obteve 43.050 votos, seguido da Federação PSDB/Cidadania, com 34.504; do PDT 21.375 – cuja posição pode ser alterada significativamente no segundo turno da Serra –; PSD, com 34.487; União, com 13.164; e PRD, com 4.733.&nbsp;<br><br>A soma de todos esses&nbsp;votos é de 1.178.737, levando-se em consideração apenas os prefeitos eleitos.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li></li>
</ol>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image.jpeg" alt="" class="wp-image-39757" style="width:840px;height:auto"/></figure>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>ES tem 19 mulheres e 258 homens disputando cargo de prefeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 16:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas Eleições de 2024 no Espírito Santo, apenas 19 mulheres se candidataram ao cargo de prefeito em 78 municípios, representando 6,86% das candidaturas, a menor proporção do Brasil. Isso é uma queda em relação à eleição municipal anterior, quando 44 mulheres haviam concorrido, correspondendo a 11,64% das candidaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proporção é a menor do país, com menos de 7% de candidatuas femininas para o Executivo. Quantidade neste ano caiu em relação à última eleição, quando havia 44 mulheres</p>



<p>Apesar das regras e políticas afirmativas para ampliar a participação feminina na política, como a cota de gênero, o número de candidatas aos cargos eletivos no&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/espirito-santo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Espírito Santo</a>&nbsp;ainda é muito pequeno. Nas&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/eleicoes-2024" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eleições 2024</a>, das 277 pessoas que concorrem ao cargo de prefeito nos 78 municípios do Estado, apenas 19 são mulheres, o que corresponde a 6,86% das candidaturas – a menor proporção do Brasil. O número é menor do que na eleição municipal anterior, quando as 44 mulheres na briga pelas prefeituras capixabas representavam 11,64% das candidaturas.</p>



<p>Quando se contabiliza todos os candidatos, incluindo os postulantes a vice e vereador,&nbsp; a proporção de candidatas praticamente não mudou nos últimos quatro anos. Neste ano, são 3.274 mulheres registradas no sistema do&nbsp;<a href="https://www.agazeta.com.br/tema/tse" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tribunal Superior Eleitoral (TSE)</a>,&nbsp;sendo, além das 19 que disputam prefeituras já citadas, 61 candidatas aos cargos de vice-prefeitas e 3.194 a vereadoras – elas representam 33,44% dos concorrentes. No último pleito, elas eram&nbsp;33,69% dos postulantes.</p>



<p>O cenário capixaba vai na contramão do que se vê nacionalmente. Enquanto em 2020 as candidatas a prefeita no país todo eram 13,43%, neste ano elas somam 15,08%. A soma de candidatas a prefeita, vice e vereadora também aumentou: candidaturas femininas são 34,21% neste ano, ante 33,54% em 2020.</p>



<p>Esses números baixos no Espírito Santo podem resultar na falta de mulheres nos espaços de decisões e de regulamentação da sociedade, o que dificulta a ampliação dos direitos femininos, como explica a cientista política e professora da PUC-SP Rosemary Segurado: “A representatividade é importante porque ela nos ajuda a discutir pautas específicas das mulheres. Se nós não temos mulheres nesses espaços, essas pautas acabam não sendo levadas para o debate”.</p>



<p>No Estado, a maior parte das legendas — como o PSB, que lidera a lista com o maior número de candidatas, sendo 299 mulheres —, diminuiu a proporção de candidaturas femininas. Da legenda socialista, apenas 32,86% dos postulantes são mulheres. Podemos e PP, segundo e terceiro lugares em quantidade numérica, lançaram, respectivamente, 33,22% e 32,99% de candidatas na corrida eleitoral.</p>



<p>Apenas onze dos 26 partidos que participam das eleições nos municípios capixabas estão na contramão desta lógica: DC, MDB, Mobiliza, PDT, PMB, PSD, PSDB, PV, Solidariedade, PCdoB e Psol aumentaram proporcionalmente as candidaturas femininas em relação ao pleito anterior. Apresentam mudanças significativas, entretanto, apenas os dois últimos. Os partidos são os únicos no Estado com mais de 40% de candidatas mulheres.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1012" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-1012x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-39489" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-1012x1024.jpeg 1012w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-296x300.jpeg 296w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-768x777.jpeg 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-144x146.jpeg 144w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-50x50.jpeg 50w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-74x75.jpeg 74w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-85x85.jpeg 85w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1-80x80.jpeg 80w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-12-at-13.16.14-1.jpeg 1174w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1012px) 100vw, 1012px" /></figure>



<p>Para a doutoranda em História pela Universidade Federal do Espírito Santo Tanya Kruger, a presença das mulheres na política também é uma questão democrática. “Nós somos a maioria do eleitorado no Brasil, contudo somos sub-representadas nesses espaços formais de poder”, argumenta.</p>



<p>No geral, os partidos têm basicamente cumprido a lei que estabelece que cada legenda deve lançar pelo menos 30% de candidaturas femininas. Neste ano, todas as siglas cumpriram esse requisito. Segundo Segurado, “a exigência é uma medida importante, mas não significa que ela esteja sendo aplicada para fazer uma reparação histórica à ausência da representatividade da mulher na política”.</p>



<p>A análise dos números e da proporção de candidatas revela que a maior parte das legendas ainda está longe de atingir equidade entre mulheres e homens. Segundo Kruger, “os partidos tendem a ser machistas em vários aspectos&#8221;. &#8220;A composição e a direção dos diretórios partidários, toda uma estrutura dentro do partido, são compostos majoritariamente por homens”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comparação 2020 x 2024</h2>



<p>Até 2021, os partidos podiam lançar um número equivalente a 150% das vagas nas Câmaras. Ou seja, se havia 10 vagas em disputa, poderiam ser lançados até 15 candidatos por cada legenda. Hoje, partidos e federações podem lançar um total de candidatos de até 100% das vagas mais 1 – no caso de 10 vagas em disputa, cada agremiação pode lançar apenas 11 concorrentes.</p>



<p>Além disso, esta é a primeira eleição municipal com a participação de federações. São sete partidos federados em três grupos diferentes (Federação PSDB e Cidadania; Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB; e Psol e Rede). Como as legendas reunidas devem atuar como uma única agremiação, isso significa que o número de candidaturas lançadas por cada uma também vai diminuir.</p>



<p>Em um município com 10 vagas na Câmara, por exemplo, cada um desses sete partidos hoje federados podia lançar, no último pleito, 15 candidatos, o que resultaria em 105 postulantes.</p>



<p>Agora, esses mesmos partidos vão lançar os seus candidatos em nome da federação. Ou seja, na mesma disputa de 10 vagas, se cada uma das três federações lançar o máximo permitido (11 candidatos), o resultado é de 33 concorrentes: 72 a menos apenas neste exemplo de disputa proporcional. Além disso, na briga pelos cargos de prefeito e vice, cada partido ou federação só pode lançar um nome por posto.</p>



<p>As novas regras e arranjos, no entanto, não justificam as poucas candidaturas femininas, visto que, proporcionalmente, as mulheres continuam ocupando os menores espaços nos partidos e, consequentemente, na corrida eleitoral.</p>



<p>Em relação ao último pleito, apenas oito legendas aumentaram numericamente a quantidade de candidaturas femininas. São elas Agir, DC, MDB, Novo, PL, PMB, PP e Psol. Dessas, apenas quatro fazem parte do grupo que aumentou, de fato, a proporção de mulheres concorrentes:&nbsp;DC, que tem 53 candidatas a mais do que em 2020 e aumentou a proporção de 31,41% para 33,18%; MDB, que com 81 mulheres a mais passou de 31,87% para 33,52%; PMB, que lançou 21 candidaturas femininas a mais e atingiu 35,12% de proporção ante 34,86% do pleito anterior; e Psol, em que as 13 postulantes a mais fizeram a proporção subir de 38,71% para 42,05%.</p>



<p>Além das especificidades deste pleito, também ocorreram mudanças nos partidos ao longo dos últimos quatro anos. O PROS foi incorporado pelo Solidariedade, e o PSC, pelo Podemos. Já o DEM e o PSL se fundiram para criar o União Brasil, assim como PTB e Patriota, que criaram o PRD. Mudaram de nomes o PTC, que agora é Agir, e o PMN, chamado atualmente de Mobiliza.</p>



<p>Fonte: A Gazeta</p>
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