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	<title>preservação &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Expedição revela manguezais pouco conhecidos no município de Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto <strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>, iniciativa realizada pelo <strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos <strong>manguezais do Espírito Santo</strong>.</p>



<p>A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho.</p>



<p>Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47728" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-inicio-marcado-por-educacao-ambiental">Um início marcado por educação ambiental</h2>



<p>A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png" alt="" class="wp-image-47729" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-768x576.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1536x1152.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<p>O espaço acolhedor chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município.</p>



<p>Claudinei também faz parte do projeto Manguejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos manguezais capixabas.</p>



<p>Essas aproximações reforçam um dos pilares do&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>: conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-estuarios-e-mangues-sobre-pedra"><strong>Estuários e mangues sobre pedra</strong></h2>



<p>Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formaações rochosas e lateríticas na beira da praia.</p>



<p>Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47730" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1536x1025.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-rio-jacaraipe-a-vida-resiste"><strong>Rio Jacaraípe: a vida resiste</strong></h2>



<p>Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território.</p>



<p>O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47731" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reis-magos-um-rio-de-fronteira">Reis Magos: um rio de fronteira</h2>



<p>A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png" alt="" class="wp-image-47732" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-768x575.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística.</p>



<p>Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entre-beleza-natural-e-pressao-urbana"><strong>Entre beleza natural e pressão urbana</strong></h2>



<p>Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização.</p>



<p>Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47733" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-768x513.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção.</p>



<p>O projeto&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>&nbsp;segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos.</p>



<p>Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sobre-o-projeto">Sobre o projeto</h2>



<p>O projeto é realizado pelo&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA).</p>



<p>Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa.</p>



<p>Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas.</p>



<p>O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png" alt="" class="wp-image-47734" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-225x300.png 225w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-1152x1536.png 1152w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-56x75.png 56w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-480x640.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18.png 1440w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-equipe">Equipe</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Coordenação Geral:</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Coordenação de Produção:</strong> Raphael Gaspar</li>



<li><strong>Assistente de Coordenação:</strong> Henrique Mariano</li>



<li><strong>Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças):</strong> Iasmin Macedo</li>



<li><strong>Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Consultoria em Ecossistema Manguezal:</strong> Professora Mônica Tognella</li>



<li><strong>Pesquisa de Biodiversidade:</strong> Thiago Silva-Soares</li>



<li><strong>Pesquisa Social:</strong> Daniela Gerhard</li>



<li><strong>Fotografia (Direção e Captação):</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Assistente de Fotografia / Apoio Técnico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Ilustração:</strong> Jenifer Zamperlini</li>



<li><strong>Logger e Organização do Banco de Imagens:</strong> Marcella Rosa</li>



<li><strong>Editoração do Livro:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Textos para o livro:</strong> Rafael de Rezende Coelho</li>



<li><strong>Design Gráfico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Educação Ambiental:</strong> Caroline Reis</li>



<li><strong>Administrativo e Financeiro:</strong> Thiago Negrelli</li>



<li><strong>Contabilidade:</strong> Orbis Contabilidade</li>



<li><strong>Apoio administrativo:</strong> Thiago dos Santos Nunes</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Dia de Proteção às Florestas: como a Suzano auxilia na preservação ambiental?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 16:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Industria]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção às Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[suzano]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia de Proteção às Florestas, a Suzano, líder global em bioprodutos derivados do cultivo de eucalipto, reafirma seu compromisso com a preservação ambiental e a segurança das áreas florestais onde opera. A empresa apoia iniciativas para fortalecer o verde no Brasil e promove a "inovabilidade", combinando inovação com sustentabilidade, através de ações focadas na melhoria e precaução ambiental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Empresa tem atuação significativa na restauração do verde florestal brasileiro e disponibiliza serviço gratuito para registro de ocorrências</em></p>



<p>17 de julho é o Dia de Proteção às Florestas e, nesta data, a Suzano,&nbsp;empresa que é referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto,&nbsp;reforça seu compromisso com a preservação ambiental e a segurança das áreas florestais onde atua. Prestando um significativo apoio ao verde brasileiro e compromissada com a inovabilidade (junção de inovação com sustentabilidade), a companhia já desempenha ações voltadas à melhoria ou à precaução devida com o meio ambiente.</p>



<p>A Suzano mantém um programa robusto de restauração ambiental, concentrando-se na recuperação e enriquecimento de áreas por meio do plantio de espécies nativas e da preservação da vegetação natural. Com mais de 24 mil hectares de áreas florestais já restauradas nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e sul da Bahia, a empresa contribui para expandir a cobertura florestal e proteger importantes nascentes e mananciais hídricos.</p>



<p>Com um monitoramento contínuo da disponibilidade hídrica desde a década de 1990, a Suzano registrou mais de 1,7 mil espécies de fauna e flora na Bahia e em Minas Gerais, incluindo 151 ameaçadas de extinção e 110 endêmicas.</p>



<p>Outra iniciativa de impacto da Suzano foi o lançamento do canal &#8220;Guardiões da Floresta&#8221;. Este canal é gratuito e tem como objetivo centralizar e agilizar o recebimento de informações cruciais da população sobre ocorrências em áreas florestais, como incêndios (que é o principal problema reportado), furto de madeira, caça e pesca predatórias, além de invasões de terras. No primeiro semestre de 2024, por exemplo, a Suzano registrou&nbsp;538 ocorrências&nbsp;de incêndios nas regiões onde mantém operações nos estados do Espírito Santo e Bahia. Dessas,&nbsp;300&nbsp;ocorreram em áreas próprias de plantio de eucalipto e reservas de matas nativas. Apesar de representar uma redução de 29%&nbsp;em comparação ao mesmo período do ano anterior, a frequência média de mais de três ocorrências por dia destaca a necessidade contínua de vigilância e ação preventiva.</p>



<p>Luiz Bueno, Coordenador de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais da Suzano, enfatiza a importância da colaboração da população e alerta sobre os principais riscos. “As&nbsp;chamas não conhecem divisas, podem atingir casas, propriedades e ainda representam danos sérios para o meio ambiente, saúde pública e economia local, uma vez que acarreta o aumento de atendimentos hospitalares e gastos gerais da população com a saúde”, reforça ele.&nbsp;“Com o &#8216;Guardiões da Floresta&#8217; podemos intensificar nossa capacidade de resposta ao unificar as chamadas em um único canal, garantindo um monitoramento mais rápido e eficiente&#8221;, finaliza Bueno.</p>



<p>A empresa opera um sistema de monitoramento 24 horas por dia, utilizando tecnologia avançada como câmeras de vigilância e monitoramento por satélite para detectar incêndios e outras atividades suspeitas em tempo real. As equipes de brigadistas da Suzano, treinadas segundo normas internacionais rigorosas, estão preparadas para agir não apenas nas áreas de propriedade da empresa, mas também em colaboração com o Corpo de Bombeiros local para proteger áreas vizinhas.</p>



<p>Além de reportar ocorrências, a população é alertada pela Suzano a ajudar na prevenção seguindo duas medidas simples:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não realizar queimadas sem autorização dos órgãos ambientais competentes ou em períodos de estiagem prolongada;</li>



<li>Evitar o uso do fogo para eliminar resíduos sólidos (lixo) de residências.</li>
</ul>



<p>Para mais informações sobre como contribuir com a proteção das florestas ou reportar problemas, a população pode ligar gratuitamente para o número 0800 203 0000 ou enviar mensagens via WhatsApp</p>



<p>Fonte: P6 Comunicação</p>
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