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	<title>produtores rurais &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Produtores priorizam custeio e adiam compra de equipamentos, avalia Cresol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>A Cresol projeta elevar em cerca de 20% a concessão de crédito rural na safra 2026/27, mesmo em um cenário de juros elevados e custos de produção em alta. A expectativa da cooperativa é alcançar R$ 18 bilhões em operações, podendo chegar a R$ 20 bilhões, impulsionada pela forte demanda dos produtores por recursos de custeio.</p>



<p>Em entrevista à CNN Brasil, o conselheiro da Cresol Confederação, Adriano Michelon, afirmou que a instituição encerrou o ciclo anterior acima das metas previstas e antecipou aproximadamente R$ 5 bilhões em recursos na última safra.</p>



<p>A maior parte desse volume foi destinada às linhas do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) voltados a pequenos e médios produtores.</p>



<p>Segundo Michelon, embora a expectativa seja de crescimento do volume total de crédito, a antecipação de recursos deve permanecer próxima à registrada neste ano. Isso porque a procura por financiamento aumentou ao mesmo tempo em que os custos agrícolas avançaram, reduzindo a velocidade de disponibilidade dos recursos.</p>



<p>Na última safra a Cresol obteve um crescimento de 41% na carteira de crédito, o que garante uma condição positiva para a safra 2026/2027.</p>



<p>O executivo afirmou que a demanda observada nas primeiras operações do Plano Safra surpreendeu positivamente a cooperativa e contraria a percepção de que os produtores estariam reduzindo investimentos. &#8220;A demanda veio bem mais forte do que imaginávamos&#8221;, disse à reportagem.</p>



<p>Apesar disso, Michelon avalia que a maior parte dos agricultores prioriza recursos para custeio, enquanto adia investimentos em máquinas e equipamentos para recompor o caixa das propriedades. Segundo ele, muitos produtores optam por prolongar o uso do maquinário atual, já que a frota agrícola brasileira ainda é relativamente nova.</p>



<p>Equipamentos modernos ainda exigem investimento elevado e, com margens mais apertadas, o produtor busca reduzir esse tipo de gasto. O cenário de juros elevados e margens apertadas inibe parte dos investimentos, cerca de 70% dos recursos antecipados pela cooperativa são voltados para o custeio das atividades agrícolas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Endividamento exige mais gestão financeira</h2>



<p>Para a Cresol, o aumento do endividamento no campo tem afetado principalmente os grandes produtores. Como cerca de 70% da carteira da cooperativa é formada por pequenos e médios agricultores, a instituição afirma não enfrentar um cenário tão crítico e semelhante ao observado em outras esferas do agronegócio.</p>



<p>Mesmo assim, a cooperativa intensificou os programas de educação financeira e orientação aos cooperados. Michelon defende que, diante das margens mais apertadas, o produtor precisa aumentar a eficiência e acompanhar rigorosamente seus custos.</p>



<p>&#8220;O que temos trabalhado com os cooperados é que tudo precisa estar na ponta do lápis. As margens continuam viáveis, mas exigem muito mais planejamento&#8221;, afirmou.</p>



<p>Segundo ele, parte dos produtores já possui gestão financeira estruturada, enquanto outro grupo passa por um processo de profissionalização. Há ainda agricultores que continuam operando com expectativas de rentabilidade incompatíveis com o atual cenário de mercado, especialmente em relação aos preços da soja.</p>



<p>Em linhas de crédito que contemplam desde o pequeno ao grande produtor, a instituição trabalha com um juros médios que variam até 10% e abrangem 20 estados com forte presença na produção agrícola do Sul ao Norte do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano Safra atende demanda da cooperativa</h2>



<p>Na avaliação da Cresol, o Plano Safra 2026/27 oferece recursos suficientes para atender a demanda da base de cooperados, especialmente nas operações de custeio.</p>



<p>Michelon reconhece que o espaço fiscal do governo para ampliar subsídios está cada vez mais restrito, o que tende a direcionar os recursos públicos para pequenos e médios produtores, deixando uma parcela maior do financiamento dos grandes produtores para o mercado privado. Ainda assim, afirma que a cooperativa se considera contemplada pelas linhas equalizadas disponíveis.</p>



<p>A cooperativa também registrou aumento na procura por orientação técnica e financeira para definição das melhores modalidades de crédito. O movimento ocorre em meio a um ambiente mais desafiador para o crédito rural. Mudanças regulatórias, instabilidade climática e fatores externos ligados ao cenário internacional têm pressionado o planejamento no campo.</p>



<p>O executivo ressalta que os principais desafios devem permanecer concentrados nas linhas de investimento, segmento em que os produtores têm demonstrado maior cautela diante do atual cenário econômico. Para as operações de custeio, no entanto, a expectativa é de equilíbrio entre oferta e demanda de recursos ao longo da safra.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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		<title>Como fica a agricultura capixaba com o &#8220;Estado de Alerta&#8221; para seca em vigor</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/como-fica-a-agricultura-capixaba-com-o-estado-de-alerta-para-seca-em-vigor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 16:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
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					<description><![CDATA[A estiagem no Espírito Santo, que começou em abril, está reduzindo a vazão de rios e córregos. Em resposta, o Governo Estadual declarou Estado de Alerta e impôs medidas restritivas para indústrias, produtores rurais e serviços de água.]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">A estiagem no Espírito Santo provoca medidas restritivas para indústrias e produtores rurais, com o objetivo de preservar os recursos hídricos.</h2>



<p>A estiagem que atinge o Espírito Santo desde abril já está afetando a vazão de diversos rios e córregos no estado. Em resposta, o Governo Estadual publicou, na última quarta-feira (18), uma resolução que declara Estado de Alerta sobre a situação hídrica, impondo medidas restritivas e recomendações a indústrias, produtores rurais e serviços autônomos municipais de água e esgoto.</p>



<p>A resolução, criada pela Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), ficará em vigor até que a situação hídrica no Espírito Santo seja normalizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Restrições para o uso da água no ES</strong></h2>



<p>Para combater os efeitos da seca, o governo impôs reduções na captação de água. Produtores rurais devem diminuir em 20% o volume diário outorgado para a irrigação e priorizar horários de menor incidência de calor, como o início da manhã e o fim da tarde.</p>



<p>Já para as indústrias e agroindústrias, a redução na captação de água deve ser de 25%. Essas restrições têm o objetivo de garantir que a distribuição dos recursos hídricos seja feita de maneira sustentável durante a estiagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Agricultura capixaba investe em eficiência</strong></h3>



<p>Segundo Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, os agricultores capixabas já se adaptaram a situações semelhantes, como a seca do ano anterior, e mais de 80% dos sistemas de irrigação utilizam técnicas eficientes, como microaspersão e gotejamento.</p>



<p>&#8220;Os agricultores estão fazendo a sua parte, investindo em soluções sustentáveis para garantir o abastecimento de água e manter a produção agropecuária&#8221;, afirma Bergoli.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exceções às restrições</strong></h3>



<p>Nem todos os setores da agricultura serão afetados pelas restrições. A irrigação de hortaliças em áreas de até dois hectares, o cultivo em estufas com irrigação localizada, a hidroponia e viveiros de mudas estão isentos das medidas de redução.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Medidas de uso racional da água</strong></h3>



<p>Para otimizar o uso da água e minimizar as perdas por evaporação, a Agerh recomenda que a irrigação seja realizada durante os horários mais frescos do dia, e que sejam adotadas técnicas eficientes, como o uso de sistemas de gotejamento e microaspersão.</p>



<p>Além disso, proprietários de barragens devem garantir que, no mínimo, 50% da vazão de referência seja mantida no leito do rio a jusante dos reservatórios.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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