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	<title>redes sociais &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Apesar de decisão, Discord seguirá ativo no Brasil; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[restrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Discord</strong> tem até o fim desta semana para desativar a funcionalidade de transmissões ao vivo em servidores fechados da plataforma, após a <strong>ANPD</strong> (Agência Nacional de Proteção de Dados) identificar falhas sistêmicas que impedem a identificação e a interrupção de ataques coordenados contra crianças e adolescentes.</p>



<p>A determinação exige que a própria plataforma interrompa as transmissões até que a empresa prove que consegue mitigar o risco de crimes como a suposta indução ao suicídio que causou a morte de uma adolescente de 13 anos no início de agosto.</p>



<p>Caso contrário, a função continuará fora do ar. E se a plataforma descumprir a medida, pode sofrer multas de até&nbsp;<strong>R$ 50 milhões</strong>, segundo as regras do ECA Digital.</p>



<p>Além das lives, a medida cautelar exige a transmissão e o compartilhamento de vídeos que colocam em risco a vida de crianças e adolescentes.</p>



<p>O argumento da ANPD, ligada ao Ministério da Justiça, é de que as medidas adotadas pelo Discord para coibir a prática são, na maioria das vezes, implementadas só depois que o crime já aconteceu. E que, ainda assim, são falhas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Restrição parcial</strong></h3>



<p>Apesar da decisão, a medida preventiva não tira o Discord do ar. As outras funcionalidades da plataforma continuam disponíveis, como a interação por texto e áudio em salas privadas, o compartilhamento de conteúdos e a moderação ativa pela comunidade.</p>



<p>O Discord tem mais de 90 milhões de usuários ativos diariamente em todo o mundo. O Brasil é o segundo maior mercado da plataforma, atrás apenas dos Estados Unidos.</p>



<p>A empresa ainda pode recorrer da medida implementada pelo Ministério da Justiça. Para isso, precisaria entrar com um pedido na Superintendência de Fiscalização da ANPD em até dez dias. Caso a medida não seja revertida, ainda cabe recurso ao Conselho Diretor da agência.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>



<p></p>
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		<title>O que realmente acontece com seus dados quando você clica em &#8216;deletar&#8217;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;Deletar&#8221; é algo comum na vida moderna. Estamos sempre enviando arquivos e pastas para a lixeira de nossos aparelhos e, muitas vezes, nos livramos de contas pessoais indesejadas.&nbsp;<strong>Mas você sabe o que realmente acontece quando você clica no botão &#8220;deletar&#8221;?</strong></p>



<p>O processo de exclusão costuma ser mal explicado pelos provedores de tecnologia. A falta de transparência sobre como as solicitações são processadas e a ausência de uma confirmação clara de que os dados foram removidos são frequentemente destacadas em pesquisas.</p>



<p>Essas questões não se limitam aos sistemas operacionais. Em plataformas de mídia social e em uma ampla gama de serviços por assinatura, os mecanismos de exclusão costumam ser igualmente pouco claros. Tais equívocos podem ter sérias implicações para o bem-estar dos usuários, expondo-os a vulnerabilidades de segurança e problemas de privacidade.</p>



<p>Uma complicação adicional é que muitos usuários temem perder dados, arquivos, fotos e vídeos por meio de exclusão acidental – uma condição apelidada de &#8220;diagrafofobia&#8221;.</p>



<p>Embora não se trate de uma patologia reconhecida, estudos sobre o comportamento de acumulação digital mostram que&nbsp;algumas pessoas ficam muito ansiosas com a ideia de perder ou excluir acidentalmente informações pessoais, como fotos e músicas.</p>



<p>Essas preocupações aumentam a quantidade de dados pessoais que não são acessados, mas também não são excluídos, ficando expostos a um possível uso indevido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Deletar x apagar</h2>



<p>Um equívoco comum é achar que &#8220;deletar&#8221; significa &#8220;apagar&#8221;&nbsp;– a ideia de que, uma vez que um item excluído não esteja mais visível, ele tenha sido completamente apagado, sem possibilidade de recuperação. Isso está, em grande parte, errado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quando os usuários deletam arquivos – movendo-os para a lixeira e, em seguida, excluindo-os permanentemente –, os dados não são, na verdade, apagados.</p>
</blockquote>



<p>Em vez disso, o sistema marca o espaço de armazenamento como reutilizável e atualiza os metadados para desvincular o arquivo.</p>



<p>Mas o conteúdo subjacente muitas vezes permanece recuperável com as ferramentas certas, especialmente quando os dados estão duplicados em vários sistemas ou dispositivos.</p>



<p><strong>Formas mais robustas de exclusão</strong> incluem a destruição física do meio de armazenamento, a sobrescrita dos blocos de memória com novos dados para ocultar o original, ou a criptografia dos dados seguida da destruição da chave.</p>



<p>Tais métodos, no entanto, podem ser caros ou tornar o dispositivo de armazenamento inutilizável (por exemplo, ao sobrescrever dados em mídias magnéticas). As características da infraestrutura em nuvem também representam desafios para a exclusão segura de dados.</p>



<p>Da mesma forma,&nbsp;o conteúdo em redes sociais públicas pode não ser realmente apagado após a exclusão&nbsp;devido a respostas, comentários e arquivos da internet, que podem armazenar as postagens de alguma forma. O significado de um tuíte excluído pode, por exemplo, ser recriado com base em respostas e menções.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contas &#8216;zumbis&#8217;</h2>



<p>Outro equívoco é achar que excluir um aplicativo de um dispositivo apaga automaticamente a conta associada. Os usuários frequentemente deixam contas de aplicativos móveis sem excluir porque não sabem de sua existência, já que excluíram o aplicativo relacionado.</p>



<p>São as chamadas&nbsp;<strong>contas &#8220;zumbis&#8221;</strong>&nbsp;– perfis abandonados em uma ampla variedade de serviços, desde aplicativos de compras e armazenamento até namoro, finanças e streaming.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Milhões de usuários têm contas zumbis, com dados pessoais que estão vulneráveis a ataques cibernéticos e violações de dados.</p>
</blockquote>



<p>O crescimento exponencial da IA levanta uma outra questão:&nbsp;<strong>os dados podem realmente ser excluídos depois de terem sido usados para treinar modelos de IA?</strong>&nbsp;Os módulos de aprendizado de máquina memorizam facilmente os dados com os quais foram treinados, mas &#8220;desaprender&#8221; é difícil.</p>



<p>Em teoria,&nbsp;pessoas na Europa e em muitos outros países ao redor do mundo têm um &#8220;direito de ser esquecido&#8221; previsto em lei. Isso significa que podem solicitar o apagamento total de quaisquer dados pessoais que uma plataforma ou empresa possa ter.</p>



<p>Os desenvolvedores de IA são considerados controladores de dados de acordo com as leis do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) da UE, por exemplo, e estão sujeitos a essa obrigação.</p>



<p>Mas não há diretrizes claras sobre como a exclusão deve ser aplicada nos sistemas de IA. Os órgãos reguladores podem solicitar a exclusão, mas as empresas de IA podem argumentar que a conformidade é inviável devido a restrições técnicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Exclusão explicável</h2>



<p>Para combater os riscos decorrentes da exclusão incompleta, acredito que haja uma necessidade urgente de fornecer informações concisas, acessíveis e claras sobre como a exclusão realmente funciona.</p>



<p>Uma abordagem possível é a&nbsp;<strong>&#8220;exclusão explicável&#8221;</strong>&nbsp;– um protocolo desenvolvido por Marvin Ramokapane no Centro Nacional de Pesquisa sobre Privacidade, Redução de Danos e Influência Adversária Online (Rephrain), sediado na Universidade de Bristol, Reino Unido.</p>



<p>A intenção é tornar os processos de exclusão mais transparentes e compreensíveis, sem sobrecarregar o usuário com informações excessivas de uma só vez.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A exclusão explicável divide as informações em seis categorias: o quê, como, quando, quem, onde e por quê (veja o diagrama). Cada uma oferece ao usuário informações sucintas sobre essa parte do processo.</p>
</blockquote>



<p>A exclusão explicável foi projetada para dar aos usuários controle sobre suas ações, autonomia para escolher o tipo de exclusão mais adequado para eles e a garantia de que as ações desejadas foram realizadas. Ela também pode amenizar a ansiedade de perder dados acidentalmente, oferecendo opções para recuperação.</p>



<p>Embora a exclusão explicável ainda não tenha sido adotada na prática, os provedores de serviços — tanto plataformas quanto desenvolvedores — poderiam aumentar a confiança dos usuários ao adotar tais protocolos. Essa estrutura também pode servir como prova de conformidade com as normas do GDPR da UE e com o direito ao esquecimento.</p>



<p>A maioria de nós usa sistemas que coletam e armazenam nossos dados diariamente. Se esses sistemas explicassem claramente o que armazenam e o que a exclusão realmente significa, isso poderia nos ajudar a identificar as contas e os dados que representam um risco real — e a retomar o controle de nossas pegadas digitais.</p>



<p><em>Dana Lungu não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.</em></p>



<p>Fonte: g1</p>
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		<title>Nova IA da Meta usa fotos de perfis abertos do Instagram para gerar imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;<strong>Meta AI</strong>&nbsp;lançou nesta semana uma atualização em suas ferramentas de inteligência artificial que possibilita criar imagens a partir de fotos publicadas por seus usuários. O recurso, chamado de Muse Image, se integrará diretamente ao Instagram, tornando possível baixar e compartilhar diretamente no feed, stories ou chat.</p>



<p>O Muse Image é o primeiro modelo de geração de imagens desenvolvido pelo Meta Superintelligent Labs. Até o momento, a funcionalidade está disponível apenas para usuários dos Estados Unidos e em breve chegará a todo o mundo.</p>



<p>A ferramenta tem como opção mencionar contas do Instagram no aplicativo da inteligência artificial para que o <strong>conteúdo dessas contas específicas seja usado na imagem</strong>. Ao marcar um perfil, a Meta AI usará as fotos públicas disponíveis para criar novas imagens. Todos os usuários com <strong>contas abertas terão seu conteúdo integrado</strong> e disponibilizado na Inteligência Artificial, porém, os internautas podem desativar a funcionalidade em suas contas, impedindo que suas publicações sejam usadas por outros perfis.</p>



<p>O Muse Image funciona como um assistente inteligente capaz de compreender os comandos determinados pelos usuários. É possível<strong> criar uma orientação do zero ou a partir de uma imagem existente</strong>, podendo ser pedida em linguagem simples ou de prompts — que é uma instrução pré-criada dada para um sistema de AI para ter uma determinada resposta. Ele também renderiza textos dentro de imagens, tornando possível, por exemplo, criar um infográfico sobre um assunto.</p>



<p>Agora, a Meta AI também disponibilizará presets com sugestões de prompts existentes para que o usuário tenha liberdade de escolher o que desejar, como, por exemplo, restaurar uma foto antiga ou se reimaginar como um personagem de massinha ou um herói. Uma outra possibilidade, por exemplo, é tirar foto de seu cômodo e pedir que o espaço seja decorado com produtos reais disponíveis na internet ou no marketplace do Facebook.</p>



<p>Com a atualização, também houve o aumento das ferramentas criativas, com mais de 30 novos efeitos de IA para os Stories do Instagram e a possibilidade de geração de imagens nas conversas do WhatsApp.</p>



<p>Em um primeiro momento, o Muse Image está habilitado no Instagram e WhatsApp, e em breve chegará ao Facebook e Messenger e para anunciantes do Meta Advantage+ Creative.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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