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	<title>reunião &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Tecnologia, carne e IA: o que empresas de Brasil e Coreia do Sul negociaram em reunião fechada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Mais do que uma cerimônia de assinatura de acordos, o Brazil-Korea Business Roundtable foi estruturado como uma grande mesa de negociação entre os principais líderes empresariais dos dois países. O g1 acompanhou as discussões com exclusividade.</p>



<p>Mediados pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, cerca de 30 executivos brasileiros e sul-coreanos se revezaram em três painéis temáticos —&nbsp;<strong>manufatura e infraestrutura, indústrias avançadas e bens de consumo e distribuição</strong>&nbsp;— para apresentar diretamente aos chefes de Estado os principais gargalos, oportunidades de investimento e propostas de cooperação bilateral.</p>



<p>Ao fim das apresentações, parte das discussões foi formalizada por meio da assinatura de memorandos de entendimento entre empresas e instituições dos dois países.</p>



<p>A divisão dos debates refletiu as prioridades da agenda econômica entre Brasil e Coreia do Sul. No primeiro bloco, executivos de empresas como&nbsp;<strong>Hyundai, Posco, LG Electronics, Hanwha Ocean, Vale, Suzano, Braskem, Inpasa, Tupy e HD Hyundai Construction Equipment&nbsp;</strong>discutiram projetos ligados à indústria, infraestrutura e transição energética.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/MypBDPlK3YNwkFnZLHwgvNiAmBg=/0x0:1200x920/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/4/1jsFBDSyW3gqyqF9ZW7g/alckmin.jpg" alt="vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin discursa durante uma mesa-redonda empresarial com líderes empresariais sul-coreanos e brasileiros em um hotel de São Paulo, em 28 de julho de 2026 — Foto: Divulgação"/><figcaption class="wp-element-caption">vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin discursa durante uma mesa-redonda empresarial com líderes empresariais sul-coreanos e brasileiros em um hotel de São Paulo, em 28 de julho de 2026 — Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p>Em seguida, representantes de <strong>Samsung Electronics, Embraer, Eurofarma, WEG, Stefanini, SK Biopharmaceuticals, NAVER, Korean Air e Korea Aerospace Industries</strong> concentraram as discussões em inteligência artificial, semicondutores, saúde, inovação e setor aeroespacial.</p>



<p>O último painel reuniu executivos de&nbsp;<strong>JBS, Minerva Foods, Ambev, Amorepacific, APR, Silicon2 e Korea Importers Association (KOIMA)</strong>, com foco em alimentos, bebidas, cosméticos e distribuição.</p>



<p>A escolha desses setores chamou atenção por coincidir com áreas consideradas estratégicas pelo governo brasileiro no momento em que o país busca diversificar seus mercados externos após o aumento das tarifas impostas pelos EUA.</p>



<p>Proteínas animais e bebidas —&nbsp;<strong>dois dos segmentos preservados das novas tarifas americanas</strong>&nbsp;— estiveram entre os temas mais debatidos pelos executivos, que defenderam ampliar a presença brasileira na Coreia do Sul e acelerar acordos comerciais e sanitários.</p>



<p>Os EUA sequer foram citados durante os debates, embora Brasil e Coreia estejam sendo alvo de tarifas americanas. Após o encerramento do evento, durante entrevistas, Alckmin reiterou que Trump &#8220;não esteve na pauta&#8221;.</p>



<p><strong>Acordos anunciados ao final da mesa-redonda:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ApexBrasil </strong>× <strong>KOTRA</strong>: aprofundamento da cooperação comercial e de investimentos.</li>



<li><strong>Embrapii </strong>× <strong>KIAT </strong>e <strong>Finep </strong>× <strong>KIAT</strong>: pesquisa, inovação, inteligência artificial e descarbonização.</li>



<li><strong>Eurofarma </strong>× <strong>SK Biopharmaceuticals</strong>: parceria em neurociências, IA e terapias para epilepsia.</li>



<li><strong>JBS </strong>× <strong>Highland Foods</strong>: expansão da presença da JBS na Coreia e em outros mercados estratégicos.</li>



<li><strong>Embraer </strong>× <strong>Korea Aerospace Industries </strong>(KAI): cooperação para futuras parcerias no setor aeroespacial.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Minerva quer substituir EUA e Austrália</h2>



<p>No painel de bens de consumo, o CEO da Minerva Foods, Fernando Queiroz, afirmou que a abertura do mercado sul-coreano para a carne bovina brasileira representa uma oportunidade para os dois países.</p>



<p>Segundo ele, a Coreia importa mais de 60% dos alimentos que consome e depende principalmente de Estados Unidos e Austrália para abastecer seu mercado. Já o rebanho brasileiro &#8220;soma mais de duas vezes a soma da Austrália e da Índia&#8221;, disse.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nós podemos dar à Coreia segurança alimentar, controle da inflação — especialmente para as classes menos privilegiadas —, constância e diminuir a dependência de um mercado que não é promissor&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>O CEO afirmou que a mesa representou uma oportunidade para acelerar o acordo sanitário e viabilizar o fornecimento de carne bovina brasileira ao mercado sul-coreano.</p>



<p>A avaliação foi reforçada pelo presidente do conselho de administração da JBS, Jerry O’Callaghan, que destacou que&nbsp;<strong>a companhia já possui estrutura logística consolidada para atender ao mercado asiático</strong>&nbsp;e que a parceria pode ir além das proteínas animais.</p>



<p>Segundo ele, a empresa também produz biodiesel, colágeno utilizado pela indústria de cosméticos e ingredientes de alto teor proteico para alimentação humana.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8220;Já conhecemos bem o mercado, conhecemos a logística [&#8230;] atendemos subprodutos da nossa produção, como biocombustíveis — particularmente o biodiesel —, sebo bovino e colágeno, que serve como matéria-prima para os colegas aqui do setor de beleza&#8221;, disse.</p>
</blockquote>



<p>O’Callaghan acrescentou que o sorgo para consumo humano, com alto teor de proteína, &#8220;está bastante demandado pelos produtores&#8221;.</p>



<p>As discussões sobre proteínas dialogaram diretamente com um dos memorandos assinados ao fim do encontro: a parceria estratégica entre a JBS e a sul-coreana Highland Foods para ampliar a cooperação comercial de longo prazo, expandir oportunidades de mercado e aumentar a presença dos produtos da companhia brasileira na Coreia e em outros mercados estratégicos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/5nWf9KHYf0ov5Z_kakB5Vmc2_fY=/0x0:1280x720/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/h/P/yGoP5DRASjbyYVJIFAoQ/whatsapp-image-2026-07-29-at-13.17.39.jpeg" alt="Presidente do conselho de administração da JBS, Jerry O’Callaghan, (à direita), apertando a mão da fundadora e CEO da Highland Foods, Young Mi Youn (à esquerda) — Foto: Isabela Ortiz/g1"/><figcaption class="wp-element-caption">Presidente do conselho de administração da JBS, Jerry O’Callaghan, (à direita), apertando a mão da fundadora e CEO da Highland Foods, Young Mi Youn (à esquerda) — Foto: Isabela Ortiz/g1</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Ambev pede previsibilidade e segurança jurídica</h2>



<p>Na mesma mesa, a vice-presidente da Ambev, Carla Crippa, afirmou que Brasil e Coreia já compartilham uma integração empresarial relevante, lembrando que a cervejaria brasileira faz parte do mesmo grupo controlador da sul-coreana OB. Segundo ela, cadeias produtivas complexas, como a de bebidas, dependem de um ambiente regulatório estável para sustentar investimentos de longo prazo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Para manter os investimentos de longo prazo, precisamos cada vez mais de previsibilidade e segurança jurídica nos nossos países&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Já no painel de indústrias avançadas, a aproximação entre empresas de tecnologia e saúde também resultou em acordos concretos.</p>



<p>A&nbsp;<strong>Eurofarma e a SK Biopharmaceuticals</strong>&nbsp;firmaram um memorando para ampliar a colaboração em neurociências na América Latina, incluindo terapias para epilepsia, expansão do uso do medicamento cenobamato e aplicação de&nbsp;<strong>inteligência artificial em saúde</strong>.</p>



<p><strong>Embraer e Korea Aerospace Industries</strong>&nbsp;(KAI), por sua vez, assinaram um acordo para identificar novas oportunidades de cooperação no setor aeroespacial.</p>



<p>Durante o evento, Alckmin lembrou que a Coreia do Sul foi o primeiro país asiático a adquirir o cargueiro KC-390, da Embraer, e mencionou o lançamento de um foguete sul-coreano previsto para setembro, a partir do Centro Espacial de Alcântara.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/5YcA1kRq2R-5uhgLV9Lu0YFMrPw=/0x0:1280x720/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/a/G/PyoKj6TdGIbiwBintodw/whatsapp-image-2026-07-29-at-13.16.57.jpeg" alt="Marco Billi, CEO Internacional da Eurofarma (à direita), assina acordo com Donghoon Lee, CEO da SK Biopharmaceuticals Co. (à esquerda) — Foto: Isabela Ortiz/g1"/><figcaption class="wp-element-caption">Marco Billi, CEO Internacional da Eurofarma (à direita), assina acordo com Donghoon Lee, CEO da SK Biopharmaceuticals Co. (à esquerda) — Foto: Isabela Ortiz/g1</figcaption></figure>



<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Programa Minha Casa Minha Vida: reunião apresenta as principais pendências para entrega do Residencial Barra do Riacho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 11:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[aracruz]]></category>
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		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aconteceu na manhã desta terça-feira (7), no gabinete da Prefeitura de Aracruz, uma reunião que apresentou as principais pendências da entrega do Residencial Barra do Riacho &#8211; Programa Minha Casa Minha Vida &#8211; Estiveram presentes a secretária de Assistência Social (SEMAS), Iohana Kroehling, os vereadores Jean Pedrini e Etienne Musso, o Deputado Estadual Gandini da Comissão Frente Parlamentar de Fiscalização dos Programas Habitacionais no Estado, além de representantes da Companhia Espírito Santense de Saneamento (CESAN), da empresa responsável pela conclusão das obras, Ilha Construtora, dos beneficiários do residencial e do Superintendente da Caixa Econômica Federal, Fábio Ronchi.</p>



<p>O administrador da Gerência de Habitação, Claydson Pimentel (SEMAS), iniciou as conversas informando que a obra está 99,05% concluída, e que a previsão é que ela seja entregue no final de março. &#8220;Precisamos regularizar o empreendimento, pois após a conclusão das obras, ainda teremos aproximadamente três meses para regularizar o empreendimento e os beneficiários junto ao cartório e Receita Federal&#8221;, disse.</p>



<p>A secretária da SEMAS, Iohana Kroehling, lembrou que o Residencial Barra do Riacho abrigará um total de 537 famílias, aproximadamente 1200 pessoas, cujos dados cadastrais estão sendo atualizados e encaminhados para a Caixa Econômica. &#8220;Enviamos um dossiê de 647 famílias, sendo que destas, 204 vivem em Barra do Riacho, além de outras 445 de outros bairros de Aracruz. Em função disso, o executivo municipal agora faz um levantamento dos impactos que serão gerados com esse conjunto habitacional, como o quantitativo de vagas de escola para as crianças, além de unidades de saúde e assistência social para uma melhor oferta de atendimento”, explicou.</p>



<p>O superintendente da Caixa Econômica, Fábio Ronchi, afirmou que já está programado na agenda do Governo Federal e prevista para o final de junho de 2023, a entrega do empreendimento aos beneficiários. &#8220;Ainda é preciso o empenho de todos, inclusive das pessoas que estão com pendências no cadastro, pois precisamo regularizar o mais breve possível, junto ao setor de habitação do município, para conclusão da lista definitiva, sendo que sem essa relação final dos beneficiários, não será possível dar andamento nas demais etapas de regularização do residencial&#8221;, pontuou.</p>



<p><strong>Principais pendências apresentadas</strong><br>Após os dados inciais do empreendimento, foram apresentadas as principais pendências para sua conclusão, envolvendo todas as partes, como a conclusão da atualização do cadastro e sorteio dos beneficiários, instalação de hidrômetros, ligação e operação da ETE, além do sorteio das unidades, registro e averbação dos condomínios, dentre outros. A prefeitura agora pretende realizar uma outra reunião na segunda semana de abril para poder ouvir das partes um cronograma de prazos para findar as principais pendências.</p>



<p>&#8220;Tenho um desejo enorme de entregar essas casas em Barra do Riacho, que é minha terra natal. Esse é um desejo antigo dos moradores, sendo a minha gestão a terceira desde que as obras se iniciaram. Por isso sei de sua importância e grandiosidade, e temos que entregar essas casas o quanto antes. Conto com o apoio de todas as partes envolvidas, garanto que nosso governo não medirá esforços para dar celeridade a esta questão&#8221;, destacou o prefeito Dr. Coutinho.</p>



<p>Fonte: Prefeitura de Aracruz.</p>
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