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	<title>saúde &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>‘Novembro azul’: a importância do homem estar cada vez mais presente na Atenção Primária à Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Novembro inicia com a campanha "Novembro Azul", que foca na saúde integral do homem, não apenas no câncer de próstata. O objetivo é aumentar a participação masculina no autocuidado. O Sistema Único de Saúde (SUS), com o apoio da Secretaria da Saúde (Sesa), oferece o Pré-Natal do Parceiro (EPNP) como uma estratégia importante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mês de novembro se inicia com importante mensagem à saúde do homem, no conhecido “Novembro Azul”. Para muito além da preocupação apenas com o câncer de próstata, o “Novembro Azul” passou a fortalecer também a saúde do homem de forma integral, com o objetivo de aumentar a sua participação na promoção e na proteção de seu próprio cuidado. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma importante estratégia ofertada pelos municípios, com o apoio da Secretaria da Saúde (Sesa), está no Pré-Natal do Parceiro (EPNP).</p>



<p>A Estratégia Pré-Natal do Parceiro (EPNP) é o estímulo à paternidade responsável e ao cuidado com a saúde do homem, como forma de promover a melhoria dos cuidados e da saúde em geral dos homens e das famílias, por meio da participação mais ativa do parceiro no ciclo gravídico-puerperal. De acordo com a referência técnica da Saúde do Homem, da Sesa, Lucimar Venturin, o ‘Pré-Natal do Parceiro’ auxilia a fomentar a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, do Ministério da Saúde, na redução de agravos à saúde do homem.</p>



<p>“Em linhas gerais, esses agravos estão associados a um modelo cultural que preconiza que os homens não cuidam da sua saúde. Com esta estratégia, temos a oportunidade de trabalhar os eixos da política nacional de ‘Acesso e acolhimento’ e da ‘Paternidade e cuidado’, pois ele é inserido em todo o processo de planejamento reprodutivo, gestação, parto, puerpério etc., e também promove a sua presença na atenção primária”, explicou a referência técnica Lucimar Venturin.</p>



<p>No último ano, o Ministério da Saúde lançou a segunda versão atualizada do “Guia do Pré-Natal do Parceiro para profissionais de saúde”. No Espírito Santo, ao longo de 2024, os profissionais de saúde passaram por capacitação nos municípios para ampliar o acolhimento aos homens na estratégia. Esse processo de participação nas rotinas de acompanhamento da pessoa gestante e inserção no autocuidado acontece após a confirmação da gravidez da parceira.</p>



<p>Após a confirmação da gravidez e do acolhimento ao parceiro para iniciar o “Pré-natal do Parceiro”, são estabelecidas oito etapas ao longo do processo, que vão desde o primeiro contato, à realização de testes rápidos para detecção de doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, HIV, hepatites virais; atualização da caderneta vacinal; à abordagem de temas como autocuidado em saúde, exercício da paternidade, entre outros.</p>



<p>Para Lucimar Venturin, essas etapas apoiam na promoção e prevenção da saúde do homem, objetivando evitar a procura pela assistência especializada, motivada, em geral, por algum agravo já instalado. “Além de ser uma oportunidade de avaliar como está sua saúde de forma integral, sendo convidado e orientado a realizar exames de rotina e exames direcionados para o pré-natal, visando à eliminação de qualquer possibilidade de transmissão de doenças, em especial a sífilis, que temos registrado alto índices no Estado”, salientou.</p>



<p><br><strong><br>Morbidade e mortalidade nos homens do Espírito Santo</strong></p>



<p>A iniciativa internacional “Novembro Azul” teve origem na Austrália, no ano de 2003. O movimento tem também como objetivo sensibilizar e conscientizar a população masculina em relação aos cuidados com a saúde e à identificação do câncer de próstata. O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata é no dia 17 de novembro.</p>



<p>No Brasil, a data marca a oportunidade também de tratar a saúde do homem de forma integral, abordando a importância da promoção e prevenção da sua saúde. No Espírito Santo, essa premissa se torna ainda mais importante, uma vez que as principais causas de internação no Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba estão relacionadas às causas externas, como acidentes e violência, e as doenças do aparelho digestivo e a do aparelho circulatório, como as doenças do coração.</p>



<p>De janeiro a agosto deste ano, o Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) registrou 11.134 internações envolvendo lesões por causas externas; 5.273 internações por doenças do aparelho digestivo, e 3.475 internações por doenças do aparelho circulatório. Em 2023, durante todo o ano, as três causas acima também foram as principais de internações, com 16.424 por causas externas; 7.681 por doenças do aparelho digestivo, e 5.066 do aparelho circulatório. Os dados são referentes às internações de homens de 20 a 59 anos, sendo a faixa etária de 50 a 59 anos a que mais internou em ambos os anos.</p>



<p>Em relação aos óbitos, também relacionado aos homens de 20 a 59 anos, as causas externas lideram como principais causas, seguida por doenças do aparelho circulatório e neoplasias (câncer). Em 2024, de janeiro a agosto, foram 1.367 mortes por causas externas; seguida 646 mortes por doenças do aparelho circulatório, e 443 por neoplasias. Em 2023, durante todo o ano, foram 1.965 por causas externas; seguida de 882 mortes por doenças do aparelho circulatório, e 607 por neoplasias. Os dados de morbidade (internação) e mortes (mortalidade) são preliminares e sujeitos à atualização.</p>



<p><strong>Cenário epidemiológico do câncer de próstata no Estado</strong></p>



<p>A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para cada ano do triênio 2023-2025 é de 1.740 novos casos de câncer de próstata no Espírito Santo. Segundo dados do Painel de Oncologia, até outubro de 2024, foram diagnosticados no Estado 448 novos casos do câncer. Em 2023, durante todo o ano, foram 1.178 novos casos diagnosticados. Em ambos os anos, o câncer de próstata foi o principal tipo de câncer em homens, excetuando-se os cânceres de pele não melanoma.</p>



<p>Em relação aos óbitos, foram registrados, em 2024 (até início de outubro), 227 óbitos e 364 em 2023 (ano todo). Os dados, ainda preliminares, são do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM).</p>



<p>O Ministério da Saúde, assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não recomenda que se realize o rastreamento do câncer de próstata, ou seja, não é indicado que homens sem sinais ou sintomas façam exames. Entretanto, orienta a redução dos fatores de riscos para o câncer, como o controle do tabaco, prevenção ao uso do álcool, promoção da atividade física, alimentação saudável, combate ao sedentarismo e à obesidade, entre outros.</p>



<p>O homem deve procurar atendimento na Unidade Básica de Saúde de referência para investigar sinais e sintomas, como dificuldade de urinar; demora em começar e terminar de urinar; sangue na urina; diminuição do jato de urina; necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite. O SUS oferece ainda tratamento em hospitais habilitados em oncologia, incluindo exames clínicos, procedimentos cirúrgicos e tratamentos.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Prefeitura e Senac e promovem curso de capacitação na área de saúde em Aracruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Aracruz recebeu a Unidade Móvel de Saúde do Senac, que ficará de 1º de novembro a 12 de dezembro, oferecendo cursos de qualificação nas áreas de estética, saúde e saúde bucal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aracruz recebeu, nessa quinta-feira (31), a Unidade Móvel de Saúde do Senac, resultado da parceria da Prefeitura de Aracruz, por meio do Programa Qualifica Aracruz e Senac/ES. A unidade, que conta com uma estrutura e equipamentos modernos, ficará no município no período de 01 de novembro a 12 de dezembro, com oportunidades de cursos de qualificação profissional e ações nas áreas de estética, saúde e saúde bucal.</p>



<p>Foram disponibilizadas 165 vagas gratuitas (já preenchidas) para os 11 cursos: assistência de enfermagem oncológica, limpeza de pele, drenagem linfática corporal no pós-operatório imediato, aromaterapia aplicada à massagem, assistência de enfermagem em saúde do idoso, faturamento de serviços de saúde, reflexologia de mãos e pés, lei lucas: noções básicas de primeiros socorros, atendimento à parada cardiorrespiratória, prevenção e cuidados em saúde bucal e instrumentação ambulatorial em odontologia.</p>



<p>Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo de Azevedo, o Programa Qualifica Aracruz já capacitou quase 7.700 cidadãos de Aracruz durante a gestão. “Isso demostra o compromisso com a população, formando pessoas, melhorando a mão de obra da cidade, e com isso melhorando a economia do município, diminuindo a desigualdade e abrindo oportunidades”.</p>



<p>“Nosso município conta com 18 Unidades de Saúde e uma gestão eficiente nessa área, mas entendemos que mesmo com todo o esforço da administração, existe carência de profissionais em áreas da saúde e, por isso, estamos nos esforçando para suprir essa deficiência qualificando nossos cidadãos”, destaca o prefeito de Aracruz, Dr. Coutinho.</p>



<p>Unidade Móvel da Saúde</p>



<p>A unidade móvel foi montada com aparelhos, instrumentos e equipamentos modernos para ampliar a oferta de profissionais neste segmento, levando cursos de habilitação técnica, qualificação e aperfeiçoamento para as mais diversas regiões do estado. A carreta tem 15 metros de comprimento, 2,60 metros de largura e 4,20 metros de altura. Conta, ainda, com dois avanços laterais automatizados e uma área total de 81 metros quadrados.</p>



<p>A infraestrutura foi planejada com foco em acessibilidade, possuindo uma escada segura e um elevador para pessoas com deficiência. Além disso, em suas dependências, dispõe de uma sala de aula com capacidade para 15 alunos, equipada com uma tela monitor touchscreen interativa, simuladores realísticos para práticas de enfermagem e odontológicas, além de modernos equipamentos de estética facial e corporal, garantindo um ambiente eficaz para o aprendizado prático.</p>



<p>Fonte: PMA</p>
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		<title>Ales recebe &#8220;castramóvel&#8221; em novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 16:35:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A deputada Janete de Sá (PSB) anunciou que a Assembleia Legislativa (Ales) sediará uma clínica móvel de castração entre 21 e 23 de novembro, com capacidade para atender até 120 cães e gatos. A ação priorizará animais de rua e aqueles pertencentes a pessoas de baixa renda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Deputada Janete de Sá anunciou em sessão virtual ação para castrar animais</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47727_54103085291dd380c2233o.jpg" alt="Mulher de pele parda, olhos e cabelos castanhos, veste blusa branca, blazer verde, fala em microfone" title="Janete de Sá"/></figure>



<p>Deputada Janete de Sá preside CPI dos Maus-Tratos e Comissão do Bem-Estar Animal&nbsp;/&nbsp;Foto:&nbsp;Ellen Campanharo</p>



<p>A deputada Janete de Sá (PSB) anunciou na sessão virtual desta quarta-feira (30) que a Assembleia Legislativa (Ales) sediará, entre 21 e 23 de novembro, ação de uma clínica móvel para realizar a castração de até 120 cães e gatos. Conforme afirmou, será dada preferência para animais de rua e pertencentes a pessoas de baixa renda.<br><br>Um dos pontos a serem discutidos com segmentos da área é como será feita a tutela dos bichos que vivem na rua. A parlamentar explicou que eles precisam de cuidados provisórios após a realização do procedimento. “Vamos estar castrando animal de rua desde que alguém queira tutelar aquele animal por dez dias pelo menos”, disse.<br><br>Segundo Janete de Sá, o “castramóvel” será apresentado a vários municípios para que os prefeitos adotem ações de controle e de bem-estar animal. “É uma clínica sobre rodas adequada para poder dar um tratamento público qualificado a esses animais cuja prioridade nossa de castração é do animal de rua e do animal de pessoas de baixa renda”.<br><br>A presidente da CPI dos Maus-Tratos contra os Animais e da Comissão do Bem-Estar dos Animais pediu que os cidadãos denunciem essas ocorrências pelo&nbsp;<em>e-mail: defesadosanimaises@gmail.com</em>. De acordo com dados repassados por ela, entre abril e setembro de 2024 foram oficiados aos órgãos competentes 56 casos, com 43 resolvidos.<br><br><strong>Transporte</strong><br><br>Os deputados Coronel Weliton (PRD) e Engenheiro José Esmeraldo (PDT) pediram a solução de problemas relacionados ao trânsito. O militar reforçou a necessidade de asfaltamento de trecho de 24 km entre Iúna e Muniz Freire, que liga o Caparaó capixaba a Cachoeiro de Itapemirim. Conforme defendeu, a obra teria impacto positivo para o escoamento de produção rural e acesso turístico.<br><br>“Vai favorecer muito a todos os agricultores, todos os moradores dos municípios, até porque vai facilitar, uma rota alternativa, para que os turistas que vêm do Centro-Oeste do Brasil e Minas Gerais possam acessar o litoral sul do Espírito Santo”, salientou ele, ao pedir atenção por parte do governo do Estado.<br><br>José Esmeraldo foi outro a direcionar cobranças ao Executivo, mais especificamente à Companhia de Transportes Coletivos de Passageiros do Espírito Santo (Ceturb-ES). Segundo o parlamentar, moradores do bairro Alto do Itacibá, em Cariacica, enfrentam dificuldades geradas pela ausência de cobertura de transporte coletivo. A região, de acordo com Esmeraldo, tem mais de mil residências e conta com todas as ruas asfaltadas.<br><br><strong>Despedida</strong><br><br>Com a voz embargada, o deputado Julio da Fetaes (PT) se despediu dos colegas com os quais conviveu nos últimos quase quatro meses. Ele revelou que a partir da semana que vem o correligionário João Coser retoma a titularidade do assento no Legislativo após pedido de afastamento.<br><br><a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2024/07/47193/julio-da-fetaes-e-empossado-deputado.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Julio, que tomou posse em 8 de julho</a>, recebeu palavras de apoio do Delegado Danilo Bahiense (PL) e Zé Preto (PP) e fez uma reflexão sobre o período como parlamentar “Quatro meses é pouco perto de quatro anos de legislatura. Mas o tempo é muito relativo. A intensidade, a qualidade e o resultado não são medidos pela escala que é o tempo”, avaliou.<br><br>Antes, porém, frisou a necessidade para que a Cesan ou a Prefeitura de Nova Venécia assumam a responsabilidade para resolver o problema no fornecimento de água no distrito de Cedrolândia. “Aqueles moradores têm passado por maus bocados na qualidade da água, a deficiência de atendimento àquelas pessoas”. Na sessão de terça-feira (29),&nbsp;<a href="https://www.al.es.gov.br/Noticia/2024/10/47725/repactuacao-polese-quer-recursos-para-atingidos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o deputado Engenheiro José Esmeraldo também denunciou a qualidade da água na comunidade rural</a>.<br><br><strong>Julgamento</strong><br><br>A deputada Camila Valadão (Psol) se manifestou para defender a condenação dos envolvidos na morte da vereadora Marielle Franco, colega de partido, que atuava na capital do Rio de Janeiro e foi assassinada em 2018. Ela lembrou que nesta quarta&nbsp;tem início o julgamento dos responsáveis pelo crime. “Esperamos que no julgamento de hoje nós tenhamos a condenação desses assassinos para que a gente possa começar a fazer justiça”, reforçou.&nbsp;</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Bets e Tigrinho: entenda os riscos do jogo de azar para a saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 16:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tigrinho]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório da revista The Lancet Public Health aponta que cerca de 448,7 milhões de adultos globalmente enfrentam riscos associados a jogos de azar. A meta-análise, realizada por especialistas, destaca os sérios danos à saúde e as consequências sociais dessa prática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Quase 450 milhões sofrem com jogos de azar. Conheça os riscos e as recomendações de saúde pública para prevenir danos</h2>



<p>Um novo relatório da revista The Lancet Public Health revela que aproximadamente 448,7 milhões de adultos em todo o mundo enfrentam riscos relacionados a jogos de azar. Esta meta-análise, realizada por uma comissão de especialistas, expõe os graves danos que essa prática acarreta, tanto na saúde individual quanto em suas consequências sociais.</p>



<p>De acordo com o estudo, 46,2% dos adultos e 17,9% dos adolescentes apostaram no último ano, resultando em uma epidemia global de problemas associados ao jogo. Dentre os 448,7 milhões de adultos em risco, cerca de 80 milhões apresentam transtorno do jogo, caracterizado por padrões repetidos de apostas que causam sérios problemas pessoais e sociais.</p>



<p><strong>Os impactos negativos incluem:</strong></p>



<p>&#8211; Saúde física e mental comprometida;</p>



<p>&#8211; Ruptura de relacionamentos;</p>



<p>&#8211; Aumento do risco de suicídio e violência doméstica;</p>



<p>&#8211; Perda de empregos e problemas financeiros.</p>



<p>Surpreendentemente, o impacto do jogo de azar não afeta apenas os apostadores. Em média, seis pessoas ao redor de um jogador problemático também sofrem consequências adversas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Necessidade de dados e pesquisa</strong></h3>



<p>Os pesquisadores enfatizam que as estimativas podem ser conservadoras, especialmente em países de baixa e média renda, onde a falta de dados torna a situação ainda mais alarmante. Eles pedem que governos que legalizam o jogo de azar se comprometam a financiar pesquisas para entender melhor o fenômeno.</p>



<p>Heather Wardle, uma das autoras do relatório, destaca a importância de um sistema de monitoramento robusto que colete dados de diversas fontes, como saúde pública e sistema de justiça, para mapear os danos associados ao jogo de azar.</p>



<p><strong>A Indústria de jogos e suas estratégias</strong></p>



<p>Com a digitalização dos jogos de azar, os riscos se intensificaram. Os produtos online são projetados para serem rápidos e envolventes, o que aumenta as chances de danos aos consumidores.&nbsp;</p>



<p>As empresas usam tecnologias digitais e influenciadores para direcionar campanhas de marketing, tornando o jogo mais acessível e atraente, especialmente para os jovens.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Jovens Apostadores</strong></h3>



<p>O relatório revela que 46,2% dos adultos e 17,9% dos adolescentes participaram de atividades de jogo nos últimos 12 meses. Este fenômeno é impulsionado pela publicidade e pela normalização do jogo entre os jovens, exacerbada pelo marketing de influenciadores e pela cultura do streaming.</p>



<p>O relatório também discute o conceito de “minoria crucial” na indústria de jogos, onde uma pequena fração de apostadores consome a maioria dos produtos e gera grande parte dos lucros. Essa dinâmica acentua desigualdades sociais, afetando desproporcionalmente indivíduos socioeconomicamente vulneráveis.</p>



<p>Pesquisadores notam um &#8220;paradoxo dos danos&#8221; em que grupos menos propensos a jogar, como jovens e minorias étnicas, são mais suscetíveis a consequências adversas. Isso destaca a necessidade de políticas de saúde pública que levem em consideração essas disparidades.</p>



<p><strong>Recomendações para ação</strong></p>



<p>O relatório apresenta uma série de recomendações para países que regulamentam jogos de azar, incluindo:</p>



<p>&#8211; Criação de órgãos reguladores independentes focados na saúde pública;</p>



<p>&#8211; Proteção de crianças e adolescentes;</p>



<p>&#8211; Medidas de autoexclusão para consumidores;</p>



<p>&#8211; Regulamentação proporcional ao risco associado aos produtos.</p>



<p>O Brasil, assim como muitos outros países, ainda enfrenta um grande desafio ao lidar com o jogo de azar como um problema de saúde pública. Especialistas sugerem que a implementação de políticas eficazes e abrangentes é urgente para mitigar os danos e proteger a população.</p>



<p><em>*Com informações do Estadão Conteúdo.</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Este conteúdo foi produzido com o auxílio de ferramenta de Inteligência Artificial e revisado por editor do jornal.</p>
</blockquote>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Espírito Santo amplia mamografia de rastreamento a todas mulheres a partir dos 40 anos</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/espirito-santo-amplia-mamografia-de-rastreamento-a-todas-mulheres-a-partir-dos-40-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 16:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[40 anos]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em outubro, mês da campanha 'Outubro Rosa' de conscientização sobre o câncer de mama, o Espírito Santo comemora a ampliação do acesso à mamografia, que agora estará disponível para todas as mulheres a partir dos 40 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mês de outubro, que é marcado pela ampliação das ações de conscientização sobre o câncer de mama, durante a campanha ‘Outubro Rosa’, tem no Espírito Santo um motivo importante para comemorar. A partir deste mês, o exame de rastreamento por mamografia passa a ser disponibilizado para todas as mulheres a partir dos 40 anos.</p>



<p>A iniciativa da Secretaria da Saúde (Sesa) inédita no Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba foi firmada com os municípios, e publicada em&nbsp;<a href="https://ioes.dio.es.gov.br/portal/visualizacoes/diario_oficial">Diário Oficial</a>&nbsp;nesta quinta-feira (24) como Portaria 144-R/2024.</p>



<p>A mamografia de rastreamento é uma das principais medidas de saúde pública para a detecção precoce do câncer de mama, que tem no Brasil a padronização de realização bienal em mulheres de 50 a 69 anos</p>



<p>A ampliação da faixa etária no Espírito Santo para a partir dos 40 anos é uma estratégia que visa garantir a integralidade do cuidado da saúde da mulher, oportunizando o diagnóstico precoce, tendo em vista o cenário epidemiológico de novos casos no estado que demonstra que a doença tem acometido mulheres mais jovens.</p>



<p>Os dados que pautaram o desenvolvimento do projeto de ampliação na política de rastreamento do câncer de mama, coordenado pela Sesa, por meio da Vigilância do Câncer, em parceria ao Núcleo Especial de Programação de Serviços de Saúde (NEPSS) e ao Núcleo Especial de Atenção Primária (NEAPRI), mostram que a faixa etária de 40 a 49 anos ultrapassou o diagnóstico de novos casos de 50 a 59 anos em 2023 e no ano atual, por exemplo.</p>



<p>Foram 373 novos casos em mulheres com 40 a 49 anos e 344 com 50 a 59 anos, em 2023. Já neste ano, até agosto, somam 195 novos casos na faixa etária de 40 a 49 anos e 189 na de 50 a 59 anos.</p>



<p>Assim, com a Portaria em vigor, o exame passa a ser recomendado e disponibilizado a cada dois anos em mulheres de 40 a 69 anos, mesmo na ausência de sinais ou sintomas da doença, de modo a garantir a oferta do tratamento oportuno a fim de promover uma melhor qualidade de vida e maior sobrevida às pacientes, assim como menores impactos socioeconômicos e menor impacto financeiro ao SUS.</p>



<p>O câncer de mama é o de maior incidência entre as mulheres em todo País, e também no Espírito Santo. No Estado, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o triênio de 2023-2025, é que sejam diagnosticados cerca de 900 novos casos por ano, com um risco estimado de 42,20 casos novos para cada 100 mil mulheres.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Sífilis Congênita é considerada problema de saúde pública no ES; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 16:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2023, até julho, o Espírito Santo registrou 451 casos de sífilis congênita, 1.715 casos em gestantes e 4.201 casos de sífilis adquirida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Segundo a secretaria de estado da Saúde, a doença transmitida pela mãe à criança durante a gestação, casos aumentaram nos últimos anos. Saiba onde testar e como tratar</h2>



<p>Os números da&nbsp;<strong>Sífilis</strong>&nbsp;no&nbsp;<strong>Espírito Santo</strong>&nbsp;chamam a atenção. Somente este ano, até o final do mês de julho, foram notificados 451 casos de sífilis congênita; 1.715 casos de sífilis em gestantes; e 4.201 casos de sífilis adquirida.</p>



<p>Em 2023, foram registrados 808 casos de sífilis congênita; 2.618 casos de sífilis em gestantes; e 8.129 casos de sífilis adquirida.&nbsp;</p>



<p>Segundo a secretaria de estado da Saúde (Sesa), a&nbsp;<strong>sífilis congênita</strong>,&nbsp;transmitida pela mãe à criança durante a gestação, é, inclusive,&nbsp;considerada um problema de&nbsp;<strong>saúde pública</strong>.</p>



<p>Em 2023, a incidência de sífilis congênita foi de<strong>&nbsp;16 casos</strong>&nbsp;para cada mil nascidos vivos. Com isso, o estado ficou acima da média nacional, (dez casos), além do preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de até&nbsp;<strong>0,5 casos</strong>&nbsp;para cada mil nascidos vivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Números da sífilis ao longo dos anos no ES</strong></h3>



<p>2021</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;4.533 / Sífilis em gestantes:&nbsp;2.031 / Sífilis congênita:&nbsp;556</p>



<p>2022</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;7.484 &nbsp;/ Sífilis em gestantes:&nbsp;2.291 &nbsp;/ Sífilis congênita:&nbsp;674</p>



<p>2023</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;8.129 / Sífilis em gestantes:&nbsp;2.618 / Sífilis congênita: 808</p>



<p>2024</p>



<p>* Sífilis adquirida:&nbsp;4.201 / Sífilis em gestantes: 1.715&nbsp; / Sífilis congênita: 451</p>



<p>(O total de casos saltou de&nbsp;<strong>7.120</strong>, em 2021, para&nbsp;<strong>11.555</strong>&nbsp;em 2023)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a sífilis?</strong></h2>



<p>Antes é preciso entender o que é a sífilis e os riscos da doença para a saúde. A sífilis é uma&nbsp;<strong>Infecção Sexualmente Transmissível</strong>&nbsp;(IST). A boa notícia é que existe tratamento e cura. Exclusiva do ser humano, é causada pela bactéria Treponema pallidum.&nbsp;</p>



<p>A transmissão ocorre por meio de relação sexual sem camisinha com uma pessoa infectada ou para a criança durante a gestação ou parto.</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<strong>Ministério da Saúde</strong>, possui três estágios: primária, secundária e terciária. Nos dois primeiros é possível notar os principais sintomas. Além disso, nessas etapas a IST é mais transmissível. Depois, desaparece e é quando as lesões iniciais parecem aparentemente curadas, mesmo sem tratamento.</p>



<p>Porém, ao ficar &#8220;estacionada&#8221; por meses e até mesmo anos, é quando começam a surgir as complicações mais severas como: cegueira, doença cerebral, paralisia e problemas cardíacos. Tamanha a gravidade, pode levar à morte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Sífilis congênita</strong></h3>



<p>De acordo com a médica e referência da Coordenação Estadual de IST/Aids da Sesa, Bettina Moulin, a sífilis apresenta altas taxas de transmissão vertical.</p>



<p>A infecção pode colocar em risco não somente a saúde do adulto, como também pode ser transmitida para o bebê durante a gestação. Em alguns, podendo evoluir para aborto e sequelas muito ao recém-nascido, inclusive morte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>“Ela pode chegar a 100% de transmissão dependendo da doença materna e da fase da gestação. A Sífilis Congênita também pode causar sérios problemas na saúde da criança. Com o Plano Estadual, estruturamos como uma forma para reorientar as nossas ações, mas também de todos os atores envolvidos, que vão desde os profissionais de saúde, em todos os níveis e a sociedade civil, para podermos mudar este cenário desde já”.</strong></p>
</blockquote>



<p>A prevenção, portanto, é ferramenta fundamental para se contornar e desacelerar o problema. Realizar o acompanhamento correto durante o pré-natal é fundamental para possibilitar o diagnóstico e tratamento rápido, para evitar a transmissão para o recém-nascido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita</strong></h3>



<p>Todos os anos, no terceiro sábado do mês de outubro, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita.</p>



<p>O objetivo é promover conscientização sobre os riscos da doença, além de destacar a necessidade de um diagnóstico precoce e tratamento correto. Em 2024, acontece no próximo sábado (19).&nbsp;</p>



<p>Para combater o problema a Sesa busca intensificar as ações de saúde com a retomada do chamado “Plano Estadual de Enfrentamento da Sífilis Congênita no Espírito Santo”.</p>



<p>A previsão, dentro do Plano Estadual, é de que até o ano de 2027, seja alcançado o número de casos de 2,3 para cada mil nascidos vivos, e, até o ano de 2030, atingir a meta estipulada pela OMS, de 0,5 casos.</p>



<p>“As ações já foram iniciadas e objetivamos a curto e alongo prazo qualificar ainda mais os nossos profissionais de saúde e também promover junto à sociedade a importância de sabermos que a Sífilis existe, que ela tem tratamento e tem cura. Com isso, podemos reduzir o número de crianças nascendo com esta doença, ou até mesmo, erradicá-la do nosso território”, explicou Bettina Moulin.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Teste e tratamento contra a Sífilis são de graça</strong></h2>



<p>O SUS oferta de graça a testagem detecção da sífilis e o tratamento contra a doença. Outras doenças como HIV e as hepatites B e C, também.</p>



<p>O teste para a Sífilis pode ser feito em&nbsp;<strong>unidade básica de saúde da rede pública</strong>&nbsp;ou nos&nbsp;<strong>Centros de Testagem e Aconselhamento</strong>&nbsp;(CTA). Nestes locais, rofissionais de saúde colhem apenas uma gota de sangue da ponta do dedo do paciente para análise. O resultado é rápido e fica pronto em até 30 minutos.</p>



<p>O tratamento, também ofertado pela rede pública, é feito com o antibiótico penicilina benzatina. É importante destacar que&nbsp;o paciente não pode abandonar o tratamento antes do fim. Caso contrário, a infecção não será completamente eliminada.&nbsp;</p>



<p>Gestantes e parcerias sexuais devem realizar o teste de sífilis e da hepatite B durante o pré-natal. Em caso de diagnóstico positivo, é preciso realizar os procedimentos de prevenção da transmissão vertical (casos de sífilis congênita).</p>



<p>Já nos casos de sífilis congênita, &#8220;o diagnóstico deve avaliar a história clínico-epidemiológica da mãe, o exame físico da criança e os resultados dos testes, incluindo os exames radiológicos e laboratoriais. O tratamento é realizado com penicilina cristalina ou procaína, durante dez dias&#8221;, descreveu a pasta.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória </p>
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		<title>Ales tem orientações sobre câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 16:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[mama]]></category>
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		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[útero]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa (Ales) promoveu, na manhã de quinta-feira (10), uma ação em apoio ao Outubro Rosa, com alunos de Enfermagem do Instituto Humboldt orientando servidoras e visitantes sobre prevenção ao câncer de mama e colo do útero, sob a supervisão da enfermeira Michelle Rocha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudantes de Enfermagem orientam servidoras da Ales e visitantes sobre o câncer de mama e o de colo do útero&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47628_OutubroRosaLucasSCosta101020241.jpg" alt="painel branco onde há letras na cor rosa das palavras doe lenços" title="campanha doe lenços"/></figure>



<p>Ales está com campanha de doação de lenços para mulheres em tratamento de câncer&nbsp;/&nbsp;Foto:&nbsp;Lucas S. Costa</p>



<p>A Assembleia Legislativa (Ales) realizou, na manhã desta quinta-feira (10), uma ação em alusão ao Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção ao câncer de mama e de colo do útero. Alunos de Enfermagem do Instituto Humboldt se mobilizaram no andar térreo do prédio do Legislativo para dar orientações a servidoras e visitantes, sob a supervisão da enfermeira preceptora Michelle Rocha.&nbsp;&nbsp;<br><br><a href="https://www.flickr.com/photos/assembleialegislativaes/albums/72177720321065135/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja fotos</a><br><br>“A nossa ação hoje vai ser de orientação e de esclarecimento sobre essa doença, formas de prevenção. Quem quiser vir aqui até o estande poderá aferir os sinais vitais, temperatura, pressão arterial e receber as nossas orientações. Os alunos estão bem dispostos e interagindo para que esse evento seja um sucesso”, explicou a enfermeira.&nbsp;<br><br>Michelle chamou a atenção para a realização do autoexame. “As mulheres devem regularmente fazer o autoexame da mama. Não serve para fim diagnóstico, mas sim para ver se tem o aparecimento de algum nódulo. Esse exame deve ser feito mensalmente e existe o Papanicolau, que é uma vez a cada ano”, afirmou.&nbsp;<br><br>“Se acaso aparecer algum nódulo, ela deve procurar um mastologista, um ginecologista, para fazer o diagnóstico, que seria a mamografia, a ultrassonografia, ressonância e biópsia. Mas a princípio, a mulher tem que se tocar, tem que se cuidar, e este mês de outubro é um mês dedicado ao Outubro Rosa, para nós mulheres estarmos nos dedicando mais z nossa saúde”, acrescentou a preceptora.&nbsp;<br><br>A enfermeira também falou da importância do diagnóstico precoce. “Hoje o câncer tem cura, mas principalmente quando ele é identificado de imediato. Logo no início ele tem 90%, 100% de chance de cura. A pessoa faz todos os exames, faz o acompanhamento e o tratamento com seus oncologistas, mastologistas, enfim, hoje, graças a Deus, nós temos um alcance da cura já bem significativo”, pontuou.<br><br><strong>Reconstrução da mama</strong><br><br>A questão da reconstrução da mama, quando necessária, já é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Logo após tem a questão da reconstrução da mama, hoje dependendo do caso, muitas das vezes não é necessário fazer a mastectomia total, a retirada total da mama. Às vezes tira só de um quadrante, tira só esse nódulo, se for o caso cirúrgico ou não desse nódulo, e aí depois, logo após, com a indicação, esses tratamentos de reconstrução já são ofertados pelo SUS”.<br><br>A servidora Amanda Martinelli gostou das orientações que recebeu. “Eu achei muito interessante essas orientações, porque muitas das informações dadas eu não sabia. Por exemplo, ela falou que não é só acima de 35 anos que faz o autoexame. Então, pessoas mais jovens, assim como eu, é interessante fazer a prevenção, e eu não sabia”, disse.<br><br><strong>Doação de lenços</strong><br><br>A Ales está realizando, durante este mês, uma campanha de arrecadação de lenços, que serão doados para mulheres em tratamento de quimioterapia. O ponto de coleta está situado no andar térreo do prédio do Legislativo.</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Projeto garante tratamento de saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 16:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ales]]></category>
		<category><![CDATA[corbetura integral]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Lei (PL) 472/2024, apresentado pelo deputado Denninho Silva (União), visa garantir que as operadoras de planos de saúde ofereçam cobertura integral para todas as especialidades terapêuticas necessárias ao tratamento de saúde mental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta obriga planos de saúde à cobertura integral de todas as especialidades terapêuticas, conforme prescrições e laudos médicos</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47535_DenninhoSilvaLucasSCosta-1.jpg" alt="Homem de terno e óculos sentado ao microfone" title="Denninho Silva"/></figure>



<p>Garantir que as operadores de planos de saúde prestem cobertura integral de todas as especialidades terapêuticas indicadas ao tratamento de saúde mental. Esse é o objetivo principal do Projeto de Lei (PL) 472/2024, apresentado pelo deputado Denninho Silva (União). &nbsp;</p>



<p>“O entendimento jurisprudencial reconhece a soberania das prescrições médicas, tanto para especialidades terapêuticas previstas, como não previstas no rol de procedimentos e eventos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas ainda existem juízes indeferindo a cobertura de especialidades terapêuticas como psicopedagogia, musicoterapia, hidroterapia, entre outras, sob a alegação de não constarem no referido rol”, afirma o parlamentar.&nbsp;</p>



<p>Ele acrescenta que outro problema enfrentado refere-se à limitação do “número de sessões terapêuticas anuais, prejudicando o tratamento prescrito pelos médicos com suspensões e interrupções”.&nbsp;</p>



<p>No caso específico das pessoas com autismo, o projeto estabelece que elas não estarão sujeitas à limitação do número de sessões terapêuticas anuais. “As negativas de procedimentos, interrupções e suspensões no fluxo das sessões terapêuticas anuais têm sido uma constante nos tratamentos terapêuticos multidisciplinares das pessoas com autismo, salvo nos tutelados por liminares”, diz Denninho na justificativa da proposta.&nbsp;</p>



<p>O não cumprimento das medidas acarretará em multa de 5.000 Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs), o correspondente a R$ 22.516. A cobrança será em dobro em caso de reincidência.</p>



<p>Antes de ser votado pelo Plenário, o projeto será analisado nas comissões de Justiça, de Defesa dos Direitos Humanos, de Saúde e de Finanças.</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=425816&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/425816-202408072034357269432CV0DE(9087103).pdf&amp;identificador=3400320035003800310036003A005000#P425816" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do PL 472/2024</a>. </p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Remédio para diabetes pode ficar mais acessível</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/remedio-para-diabetes-pode-ficar-mais-acessivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 16:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição gratuita]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Lei 464/2024, proposto pelo deputado Denninho Silva, visa instituir a política estadual de fornecimento gratuito dos medicamentos Tirzepatide e Semaglutida, destinados ao tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade de graus 2 ou 3.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Medicação para tratamento da obesidade também poderá ter distribuição gratuita caso proposta que tramita na Ales vire lei</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47510_DenninhoSilvaEllenCampanharo5.jpg" alt="Homem de pele parda, cabelos e olhos castanhos, usa óculos, veste terno preto e fala em microfone" title="Denninho Silva"/></figure>



<p>Instituir a política estadual de fornecimento gratuito dos medicamentos Tirzepatide e Semaglutida, que auxiliam no combate à diabetes tipo 2 e à obesidade de graus 2 ou 3. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 464/2024, protocolado na Assembleia Legislativa (Ales) pelo deputado Denninho Silva (União).</p>



<p>“Nosso objetivo é levar à população capixaba que não tem condições de arcar com os custos do tratamento o acesso a medicações eficazes e modernas com alta resolutividade no controle dessas comorbidades, melhorando a qualidade de vida das pessoas”, conta o parlamentar na justificativa da proposta.</p>



<p>Denninho reforça que apesar da eficácia, muitas pessoas não conseguem esses medicamentos por conta dos altos preços praticados na comercialização dos produtos. “Atualmente, tais medicações custam entre R$ 1,3 mil e&nbsp;R$ 1,8 mil nas principais farmácias”, ressalta.&nbsp;</p>



<p><strong>Critérios</strong></p>



<p>Para desfrutar do benefício, o cidadão deverá comprovar a condição por meio de laudo médico fornecido por profissional que atenda pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em unidades públicas do Estado ou em unidades privadas conveniadas ao SUS. O paciente terá que realizar o procedimento padrão do SUS, com a utilização do Cartão Nacional de Saúde (Cartão do SUS).&nbsp;</p>



<p>Deverá, ainda, seguir as orientações da Agência Nacional de Segurança Sanitária (Anvisa) para o tratamento; apresentar prescrição médica acompanhada por laudo; comprovar que não possui condições financeiras de pagar pelos medicamentos; e ter o tratamento reavaliado a cada 6 meses com o intuito de verificar os benefícios e possíveis readequações.</p>



<p>Toda a política será responsabilidade da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), que definirá as competências em cada nível de atuação. A ideia é diagnosticar e tratar os pacientes que precisem da Tirzepatide e Semaglutida; levar à população informações a respeito dessas substâncias, seja por meio de palestras, fóruns, cursos de capacitação, entre outros.</p>



<p>“Em setembro do ano passado a Anvisa aprovou a Tirzepatide, que é a medicação indicada para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2 como adjuvante à dieta e exercícios. (&#8230;) Já a medicação Semaglutida é um medicamento familiar para algumas pessoas. Ele foi aprovado pela Anvisa em 2018 e também é indicado para o tratamento da diabetes tipo 2”, reforça o deputado.</p>



<p>Se o PL for aprovado e virar lei, a nova legislação começa a valer a partir de sua publicação em diário oficial. Dentro de 30 dias após a publicação, a Sesa terá que criar uma comissão de trabalho composta por técnicos e representantes de associações sem fins lucrativos de apoio e pesquisa, e de associações representativas de pacientes, para implantar as diretrizes dessa política no Estado.</p>



<p><strong>Tramitação</strong></p>



<p>A matéria foi lida no Expediente da sessão ordinária do dia 13 de agosto e encaminhada para as comissões de Justiça, Saúde e Finanças.</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=425755&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/425755-202408071516499824200QM6FK(9087103).pdf&amp;identificador=3400320035003700350035003A005000#P425755" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do PL 464/2024</a></p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Meio Ambiente debate novos padrões de qualidade do ar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 16:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[novos padrões]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de regulamentação da Lei 12.059/2024, que cria a Política Estadual de Qualidade do Ar no Espírito Santo (PQAr), foi discutida em uma reunião extraordinária da Comissão de Meio Ambiente na Assembleia Legislativa (Ales) nesta quinta-feira (19). O objetivo é estabelecer novos padrões de qualidade do ar, atualmente definidos pelo Decreto 3.463-R de 2013.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em breve Estado deve regular a Lei 12.059/2024, que institui a Política Estadual de Qualidade do Ar no Espírito Santo</p>



<p>A proposta de regulamentação da&nbsp;<a href="https://www3.al.es.gov.br/Arquivo/Documents/legislacao/html/LEI120592024.html?identificador=380033003100350036003A004C00" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 12.059/2024</a>, que institui a Política Estadual de Qualidade do Ar no Espírito Santo (PQAr), foi tema de reunião extraordinária da Comissão de Meio Ambiente realizada na tarde desta quinta-feira (19) na Assembleia Legislativa (Ales). Atualmente, os padrões de qualidade do ar são estabelecidos pelo&nbsp;<a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=262999" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Decreto 3.463-R de 2013</a>, e o objetivo é determinar novos parâmetros.</p>



<p><a href="https://www.flickr.com/photos/assembleialegislativaes/albums/72177720320449921/with/54006321042/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fotos da reunião</a></p>



<p>Robson Monteiro dos Santos, subsecretário estadual de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, fez uma apresentação dos principais pontos elaborados pelo grupo de trabalho. Ele pontuou que as bases, além da legislação estadual, são a&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14850.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2014.850%2C%20DE%202%20DE%20MAIO%20DE%202024&amp;text=Institui%20a%20Pol%C3%ADtica%20Nacional%20de%20Qualidade%20do%20Ar.&amp;text=Art.,do%20ar%20no%20territ%C3%B3rio%20nacional." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Federal 14.850/2024</a>&nbsp;(Política Nacional de Qualidade do Ar) e as Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) 5/1989, 491/2018 e 506/2024, além das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e até a Constituição Estadual.</p>



<p>Santos ressaltou que a competência para instituir parâmetros de qualidade do ar é do Conama e que os estados podem suplementar algumas coisas, como no caso da poeira sedimentável (o famoso pó preto). Segundo o subsecretário, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) vai permanecer como órgão gestor, o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) como órgão de controle e o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) como órgão consultivo do sistema.</p>



<p>O subsecretário destacou que o Estado vem se debruçando, principalmente, em relação à poeira sedimentável e o futuro decreto vai permitir a antecipação de alguns padrões vigentes. “Estamos no padrão 1. A partir de janeiro do ano que vem será o padrão 2”, explicou.&nbsp;</p>



<p>De acordo com ele, optou-se por adotar para a poeira sedimentável quatro padrões intermediários (PI1 a PI4) e um padrão final (PF), com as respectivas concentrações de 14 g/m2/30 dias, 12, 10 e 08, e o final ainda vai ser estabelecido pela PQAr. As datas seguirão a de outros parâmetros deliberados em resolução do Conama. O prazo para PI1 está em vigor, o PI2 começa em janeiro do ano que vem, o PI3 em 2033 e o PI4 em 2044, o final ainda vai ser decidido.</p>



<p>“Tem se trabalhado com 5 g/m2/30 dias (para o final) em alguns estados. Hoje, a gente não sabe de fato qual é a concentração natural de sedimentável no Estado. A gente não tem nenhum estudo que me fale se é 7, 5 ou 3 g/m2/30 dias”, esclareceu.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto de sua exposição tratou do que deverá ser feito quando ocorrer alguma ultrapassagem de parâmetro. A sequência será verificar se é um evento fortuito (como as queimadas, que estão ocorrendo atualmente) ou se há alguma mudança de padrão; solicitar aos gestores das fontes informações sobre a anormalidade; solicitar informações sobre as possíveis fontes poluidoras (a origem do material); verificar necessidade de vistoria in loco; informar à população o que está ocorrendo; adotar os mecanismos de controle da PQAr; e, se comprovada a relação de causa e efeito, aplicar a lei de crimes ambientais (<a href="https://www3.al.es.gov.br/Arquivo/Documents/legislacao/html/LEI70582002.html?identificador=310033003400310034003A004C00" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 7.058/2002</a>).&nbsp;</p>



<p>Já em relação ao inventário de fontes poluidoras, destacou a possibilidade de utilização de ferramentas tecnológicas. “A meta que o Estado se propõe a perseguir é implantar uma ferramenta que permita a automatização do inventário. (&#8230;) Hoje, realizar um inventário é uma tarefa bastante custosa tanto do ponto de vista financeiro quanto de energia”, salientou.</p>



<p>Também foram abordados em sua fala a possibilidade de se dividir o Estado em diversas unidades de gestão para monitorar a qualidade do ar por regiões; mecanismos de financiamento para os estudos; a contribuição de outros atores, como o Detran/ES (com o inventário de emissões veiculares); a participação dos municípios, que fazem o licenciamento ambiental de vários empreendimentos; a criação de um plano de episódios críticos, com o devido plano de contingência adicional; e o monitoramento e divulgação dos resultados pela rede.&nbsp;</p>



<p>Presidente da Comissão de Meio Ambiente, Gandini (PSD) questionou os padrões estabelecidos. “Nosso regramento vai diminuir, mas começa em 14 g/m2/30 dias, mantém em 12, em 2033&nbsp;vai para 10;&nbsp;e, em 2044, para 8, que é acima da média atual. Vi muita timidez. Acho que faltou diálogo com a sociedade, começar com 14 é quase um deboche. Acho um absurdo. A expectativa era começar em 10”, salientou.</p>



<p><strong>Sociedade civil</strong></p>



<p>Eraylton Moreschi, da Juntos SOS ES Ambiental, contou que o Decreto 3.463-R de 2013 foi uma “apropriação indevida” do relatório do Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) Respira Vitória, do qual ele participou. “Não fomos consultados e nem demos permissão. Desqualificou o trabalho do GTI não definindo data de atualização de metas, além de não ter poder de lei”, disse.</p>



<p>Para o ambientalista, a Lei 12.059/2024 é um retrocesso maior. “Não contém padrões no texto, os padrões são definidos em regulamentação própria, não regula nada, mas transfere para o governador regular por decreto”, criticou. Ele ainda lamentou a ausência do secretário de Estado de Meio Ambiente, Felipe Rigoni, e do diretor-presidente do Iema, Mário Louzada.</p>



<p>Moreschi lembrou que são seis anos de vigência dos Termos de Compromisso Ambiental (TCAs), mais sete meses de notificações recomendatórias do Ministério Público (MPES) e assim o pó preto continua incomodando. “O pó preto de julho de 2024 é maior do que o de 2018 em 11 das 12 estações. Para quê serviram os TCAs e as recomendações se o pó preto continua aumentando?”, indagou.</p>



<p><strong>Saúde</strong></p>



<p>Graciele Belisário, engenheira de meio ambiente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), afirmou que a poeira sedimentável não é um parâmetro regulamentado pela OMS. “Ela sedimenta, não adentra o nosso sistema respiratório e pode causar uma questão relacionada à saúde comprovadamente. A OMS fala em regulamentar a PM1, que de fato é uma poeira menor. (&#8230;) Temos aqui no Estado uma cultura em torno da poeira sedimentável enraizada sobre possível correlação com a saúde, não resta comprovada. Ela não tem capacidade de causar esse estrago na saúde da população que é posto”, garantiu.</p>



<p>Gandini mostrou dúvidas em relação ao posicionamento da engenheira de que esse tipo de poeira não faz mal. “Se deixar a janela aberta o dia inteiro vai ter pó em todo local, como não faz mal? A gente não quer fechar indústria, a gente quer avanços tecnológicos para resolver o problema. Os funcionários da empresa são os mais suscetíveis, porque eles ficam respirando o pó o dia inteiro”, frisou.&nbsp;</p>



<p><strong>Conclusões</strong></p>



<p>Ao final do encontro Gandini recordou que a questão do pó preto é um problema do Espírito Santo, não mundial. “Você não tem uma indústria dessas instalada dentro das cidades, é uma situação específica, talvez por isso a OMS não tenha se debruçado (sobre o assunto). A cidade de Nova Iorque definiu 5 g/m2/30 dias provavelmente por causa da construção civil. Tem gente que defende que não faz mal à saúde, eu tenho certeza que faz”, disparou.</p>



<p>Ele ainda lamentou a ausência do secretário Rigoni no colegiado e nos grandes debates ambientais do Espírito Santo. “Nunca veio à comissão, nunca deu satisfação, não vejo ele discutindo poluição, qualidade do ar, esgoto. Está deixando a desejar. Não vou fazer convocação, porque ele não é menino, tem que se posicionar. Falar de passar parque para empresário não é proteção do meio ambiente. A gente precisa se debruçar sobre os temas relevantes do Espírito Santo, como esgoto, a gente está vendo os rios morrendo e a discussão é parque”, lastimou.</p>



<p>Por fim, Gandini fez um pedido para Robson e toda a equipe da Seama. “Vamos reconsiderar essa questão dos números e partir de um número menor. As pessoas estão sofrendo e, como não tem punição, esses critérios vão ajudar a gente a melhorar esses números. As empresas vão se adaptar, no mundo inteiro é assim. Vão investir mais e vão resolver. (&#8230;) Temos estudos que a poluição atmosférica diminui o tempo de vida”, concluiu.</p>



<p>Também participaram do encontro líderes comunitários de bairros afetados diretamente pelo pó preto, como Praia do Canto, Jardim Camburi e Enseada do Suá, o vereador por Vitória André Moreira (Psol), além de representantes da Findes, do Ministério Público, do Iema e de entidades ligadas ao meio ambiente e à saúde pública.&nbsp;</p>



<p>Fonte: ALES</p>
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