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	<title>saúde mental &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>7ª Formação do PSE em 2026 enfatiza os benefícios da atividade física e da saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O Auditório do Complexo de Saúde de Aracruz (CSA), bairro Jequitibá, recebeu na manhã desta terça-feira (25), a 7ª Formação do Programa Saúde na Escola (PSE). O evento, destinado a profissionais de escolas, das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Conselho Tutelar, Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e equipe PAS, enfatizou a importância e os benefícios de se trabalhar a atividade física e a saúde mental. As palestras foram conduzidas pela Educadora Física Leysle Santos e pelos psicólogos Pedro Henrique Badaró Nascimento e Thaís Batista.</p>



<p>Leysle Santos iniciou seu momento pedindos que o público presente ficasse de pé para participar de um alongamento, trabalhando a respiração. Depois, ela pediu que, em duplas, as pessoas repetissem seu movimentos, dinâmicas essas que tiveram o objetivo de promover maior bem-estar e interação entre todos, sendo que sua palestra teve como foco a atividade física, a saúde mental e o papel do profissional de Educação Física na Atenção Primária à Saúde.</p>



<p>Segundo ela, o Educador Físico foi incluído entre as categorias dos profissionais de saúde em 1997, por meio da Resolução Nº 218. Do mesmo modo, foi apresentado todo o marco histórico desta profissão, passando pela sua aprovação da Primeira Política Nacional de Promoção de Saúde, em 2006, até o lançamento do Programa Academia e Saúde, ampliando espaços públicos para a prática orientada de exercícios físicos, em 2011.&nbsp;<em>“Essa semana participei de um congresso de educação física que tratou exatamente disso, de nossa inserção na área da saúde. Hoje, 67% de nossa população depende do SUS, e com relação ao papel do educador físico na área do SUS, somente 192 profissionais atuam no Espírito Santo, o que é muito pouco, levando em consideração a quantidade de UBS e hospitais que podemos atuar”</em>, chamou a atenção.</p>



<p>A Educadora Física apresentou ainda seu trabalho desenvolvido com idosos, estimulando-os com caminhadas e atividades na Praça da Paz. Sobre os benefícios da relação entre saúde mental e atividade física, ela mostrou que essa prática tem impacto químico no cérebro, fortalecimento psicológico direto e ganhos na rotina e cognição.&nbsp;<em>“Quando falamos em saúde, estamos falando apenas de ausência de doença? Saúde mental também é viver, conviver, participar, ter autonomia e sentir-se pertencente, porque pertencer também é cuidar. Saúde não é apenas a ausência de doença. É a presença de vínculos, de participação, de sentido e de comunidade”</em>, completou.</p>



<p><strong>Primeiros Socorros Psicológicos</strong><br>A psicóloga Thaís Batista tratou dos Primeiros Socorros Psicológicos, o que, segundo ela, são princípios e estratégias para um acolhimento humanizado em situações de sofrimento psíquico.&nbsp;<em>“Temos que entender isso como um conjunto de ações de acolhimento, escuta e apoio inicial prestados a uma pessoa que esteja passando por algum sofrimento emocional após uma situação estressante ou traumática”</em>, explicou.</p>



<p>Thaís mostrou que essas ações podem promover na pessoa uma sensação de segurança e proteção, o que reduz o sofrimento emocional imediato, atende as necessidades práticas urgentes para fortalecer estratégias de enfrentamento, estimula a conexão com a rede de apoio e identifica situações que necessitam de encaminhamento especializado.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Para trabalhar isso, entram em ação três elementos primordiais, que são: observar; escutar e conectar.&nbsp;<em>“Quando observamos a pessoa, estamos falando de qual seu estado geral, do risco à segurança, das necessidades imediatas, do ambiente considerado mais adequado para a escuta e como devemos abordá-la sem constrangê-la. O escutar é promover uma escuta respeitosa, acolhedora e sem julgamentos, oferecendo presença, sem investigação, deixando-a ciente de que você está disponível, o que é mais importante do que entender a situação. Já o conectar ajuda a pessoa a acessar recursos que favoreçam a recuperação, seja com familiares, professor de referência, amigos de confiança, entre outros”</em>, detalhou.</p>



<p>O público também conheceu o passo a passo dos primeiros socorros psicológicos na escola, como garantir a segurança, aproximar-se de forma acolhedora, escutar sem julgamentos e validar emoções. Finalizando, foi feita uma dinâmica para discutir, com base em casos concretos, quais os fatores de risco e proteção existem diante das diversas problemáticas que podem aparecer dentro da escola.</p>



<p><strong>Brincando de saúde mental na Educação Infantil</strong><br>O psicólogo Pedro Henrique Badaró Nascimento finalizou as ações do dia com um relato de caso e de como seu trabalho à frente de crianças tem trazido resultados positivos, por meio de um planejamento específico para as demandas dos grupos, sendo que cada aluno que esteja passando por algum sofrimento psíquico leve ou questões comportamentais, é selecionado com base na observação da escola e na lista de espera.&nbsp;<em>“Minha principal ferramenta no cuidado é o espaço que permite o brincar livre, sendo que é por meio do brincar que a criança expressa suas emoções, consegue ser escutada em sua singularidade, cria vínculos e vida social, além de desenvolver a capacidade de resolução de conflitos e desafios, ela constrói novas relações consigo e com o outro, o que dá sentido às suas relações e experiências fortalece habilidades cognitivas e psicomotoras”</em>, disse.</p>



<p>Por fim, o psicólogo mostrou que para pensar a saúde mental infantil é necessário olhar para o que sustenta a criança enquanto sujeito, família e escola. </p>



<p>Fonte: Prefeitura Municipal de Aracruz (PMA)</p>
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		<title>Projeto garante tratamento de saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 16:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ales]]></category>
		<category><![CDATA[corbetura integral]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Lei (PL) 472/2024, apresentado pelo deputado Denninho Silva (União), visa garantir que as operadoras de planos de saúde ofereçam cobertura integral para todas as especialidades terapêuticas necessárias ao tratamento de saúde mental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Proposta obriga planos de saúde à cobertura integral de todas as especialidades terapêuticas, conforme prescrições e laudos médicos</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.al.es.gov.br/appdata/imagens_site/corpo_47535_DenninhoSilvaLucasSCosta-1.jpg" alt="Homem de terno e óculos sentado ao microfone" title="Denninho Silva"/></figure>



<p>Garantir que as operadores de planos de saúde prestem cobertura integral de todas as especialidades terapêuticas indicadas ao tratamento de saúde mental. Esse é o objetivo principal do Projeto de Lei (PL) 472/2024, apresentado pelo deputado Denninho Silva (União). &nbsp;</p>



<p>“O entendimento jurisprudencial reconhece a soberania das prescrições médicas, tanto para especialidades terapêuticas previstas, como não previstas no rol de procedimentos e eventos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas ainda existem juízes indeferindo a cobertura de especialidades terapêuticas como psicopedagogia, musicoterapia, hidroterapia, entre outras, sob a alegação de não constarem no referido rol”, afirma o parlamentar.&nbsp;</p>



<p>Ele acrescenta que outro problema enfrentado refere-se à limitação do “número de sessões terapêuticas anuais, prejudicando o tratamento prescrito pelos médicos com suspensões e interrupções”.&nbsp;</p>



<p>No caso específico das pessoas com autismo, o projeto estabelece que elas não estarão sujeitas à limitação do número de sessões terapêuticas anuais. “As negativas de procedimentos, interrupções e suspensões no fluxo das sessões terapêuticas anuais têm sido uma constante nos tratamentos terapêuticos multidisciplinares das pessoas com autismo, salvo nos tutelados por liminares”, diz Denninho na justificativa da proposta.&nbsp;</p>



<p>O não cumprimento das medidas acarretará em multa de 5.000 Valores de Referência do Tesouro Estadual (VRTEs), o correspondente a R$ 22.516. A cobrança será em dobro em caso de reincidência.</p>



<p>Antes de ser votado pelo Plenário, o projeto será analisado nas comissões de Justiça, de Defesa dos Direitos Humanos, de Saúde e de Finanças.</p>



<p><a href="https://www3.al.es.gov.br/Sistema/Protocolo/Processo2/Digital.aspx?id=425816&amp;arquivo=Arquivo/Documents/PL/425816-202408072034357269432CV0DE(9087103).pdf&amp;identificador=3400320035003800310036003A005000#P425816" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acompanhe o andamento do PL 472/2024</a>. </p>



<p>Fonte: ALES</p>
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		<title>Datena e Marçal: 6 dicas para desenvolver controle emocional em conflitos</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/datena-e-marcal-6-dicas-para-desenvolver-controle-emocional-em-conflitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 16:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Datena]]></category>
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		<category><![CDATA[Marçal]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Um episódio de descontrole emocional entre dois candidatos durante um debate televisivo destacou a importância do controle emocional em situações de provocação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um episódio de descontrole emocional envolvendo dois candidatos durante um debate televisivo chamou a atenção, ao expor de maneira explícita a importância do controle emocional em situações de provocação.</p>



<p>Esse incidente nos faz refletir sobre o quanto o descontrole em momentos de tensão pode trazer consequências graves, não apenas para as pessoas envolvidas, mas também para suas reputações e carreiras.</p>



<p><strong>O que isso tem a ver com sua carreira?</strong><br>Quem nunca perdeu a paciência diante de um conflito, uma provocação ou ao ouvir uma “fofoca” no ambiente de trabalho?</p>



<p>Sim, como seres emocionais, situações de estresse podem nos colocar em posições em que nosso autocontrole é testado. Por isso, o controle emocional é uma habilidade imprescindível. Em momentos de conflito ou provocação, a maneira como reagimos pode afetar nossa imagem profissional e, muitas vezes, gerar impactos duradouros em nossas carreiras.</p>



<p>Então, puxe a cadeira e vamos aos aprendizados:</p>



<p>1. Antes de reagir a uma provocação, é importante reconhecer o impacto emocional que ela nos causa e buscar maneiras de gerenciar essas emoções de forma construtiva. Isso é&nbsp;<strong>autoconsciência e autocontrole.</strong></p>



<p>2. Em situações de pressão, uma breve pausa para respirar e refletir antes de responder pode evitar reações impulsivas que agravariam o conflito. Isso demonstra que, mesmo em momentos difíceis, é possível manter o foco no diálogo e na resolução do problema.&nbsp;<strong>Pause para pensar.</strong></p>



<p>3. É essencial que nossa resposta a uma provocação seja pensada e não reativa. No ambiente de trabalho, isso significa sempre buscar uma solução que promova o bem-estar da equipe e preserve a integridade das relações.&nbsp;<strong>Seja intencional.</strong></p>



<p>4. Identifique seus&nbsp;<strong>gatilhos emocionais</strong>. Falas que possam ferir nossos valores e crenças têm um potencial maior de nos desestabilizar. Identifique esses gatilhos e os proteja, assim o outro perde o “poder” sobre você.&nbsp;<strong>Assuma o controle.</strong></p>



<p>5. Parece simples, mas…&nbsp;<strong>respire</strong>! Quando sentimos raiva, sofremos o “sequestro da amígdala”, uma resposta instintiva do nosso cérebro que ocorre quando somos tomados pela raiva. A amígdala, responsável por lidar com emoções intensas, age rapidamente em situações de ameaça, muitas vezes tomando o controle de nossas ações antes que o pensamento racional tenha tempo de agir. Isso explica por que, em momentos de provocação, é tão fácil reagir impulsivamente, gerando arrependimentos posteriores.</p>



<p>6. Ajuste sua postura diante de um conflito. O incidente entre os dois candidatos é um exemplo claro do que não deve ser feito em situações de tensão.</p>



<p>No ambiente corporativo, líderes e profissionais precisam adotar uma postura que priorize o respeito, a busca por soluções e o equilíbrio emocional. A capacidade de transformar momentos de conflito em oportunidades para fortalecer a equipe e o ambiente de trabalho é uma habilidade fundamental para qualquer profissional.</p>



<p>Apesar de ser uma situação lamentável, ela nos ensina que o controle emocional é a chave para lidar com provocações, tanto no âmbito público quanto no corporativo. Provocações são inevitáveis, mas a maneira como reagimos a elas define quem somos como profissionais e líderes.</p>



<p>Ao manter a calma, buscar o diálogo e transformar o conflito em aprendizado, podemos garantir não apenas nossa reputação, mas também criar um ambiente mais saudável e produtivo para todos.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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