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	<title>seca &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Como fica a agricultura capixaba com o &#8220;Estado de Alerta&#8221; para seca em vigor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 16:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[A estiagem no Espírito Santo, que começou em abril, está reduzindo a vazão de rios e córregos. Em resposta, o Governo Estadual declarou Estado de Alerta e impôs medidas restritivas para indústrias, produtores rurais e serviços de água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A estiagem no Espírito Santo provoca medidas restritivas para indústrias e produtores rurais, com o objetivo de preservar os recursos hídricos.</h2>



<p>A estiagem que atinge o Espírito Santo desde abril já está afetando a vazão de diversos rios e córregos no estado. Em resposta, o Governo Estadual publicou, na última quarta-feira (18), uma resolução que declara Estado de Alerta sobre a situação hídrica, impondo medidas restritivas e recomendações a indústrias, produtores rurais e serviços autônomos municipais de água e esgoto.</p>



<p>A resolução, criada pela Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), ficará em vigor até que a situação hídrica no Espírito Santo seja normalizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Restrições para o uso da água no ES</strong></h2>



<p>Para combater os efeitos da seca, o governo impôs reduções na captação de água. Produtores rurais devem diminuir em 20% o volume diário outorgado para a irrigação e priorizar horários de menor incidência de calor, como o início da manhã e o fim da tarde.</p>



<p>Já para as indústrias e agroindústrias, a redução na captação de água deve ser de 25%. Essas restrições têm o objetivo de garantir que a distribuição dos recursos hídricos seja feita de maneira sustentável durante a estiagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Agricultura capixaba investe em eficiência</strong></h3>



<p>Segundo Enio Bergoli, secretário de Estado da Agricultura, os agricultores capixabas já se adaptaram a situações semelhantes, como a seca do ano anterior, e mais de 80% dos sistemas de irrigação utilizam técnicas eficientes, como microaspersão e gotejamento.</p>



<p>&#8220;Os agricultores estão fazendo a sua parte, investindo em soluções sustentáveis para garantir o abastecimento de água e manter a produção agropecuária&#8221;, afirma Bergoli.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exceções às restrições</strong></h3>



<p>Nem todos os setores da agricultura serão afetados pelas restrições. A irrigação de hortaliças em áreas de até dois hectares, o cultivo em estufas com irrigação localizada, a hidroponia e viveiros de mudas estão isentos das medidas de redução.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Medidas de uso racional da água</strong></h3>



<p>Para otimizar o uso da água e minimizar as perdas por evaporação, a Agerh recomenda que a irrigação seja realizada durante os horários mais frescos do dia, e que sejam adotadas técnicas eficientes, como o uso de sistemas de gotejamento e microaspersão.</p>



<p>Além disso, proprietários de barragens devem garantir que, no mínimo, 50% da vazão de referência seja mantida no leito do rio a jusante dos reservatórios.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Seca, racionamento e sustentabilidade: como formar e engajar trabalhadores?</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/seca-racionamento-e-sustentabilidade-como-formar-e-engajar-trabalhadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 16:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Espírito Santo entrou em estado de atenção hídrica devido à escassez de chuvas e baixos níveis dos rios. A Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) está orientando a população e setores produtivos a utilizarem a água de forma racional. As mudanças climáticas têm intensificado períodos de seca e chuvas, causando anomalias na distribuição das precipitações e eventos climáticos extremos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Recentemente, o Espírito Santo entrou em estado de atenção hídrica devido aos baixos níveis dos rios e à escassez de chuvas. A Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) vem publicando orientações para promover o uso racional da água visto que é crucial sensibilizar a sociedade, os setores produtivos, a indústria, o saneamento, os cidadãos e a agricultura. Os períodos da seca e de chuvas têm se tornado mais frequentes como reflexo das mudanças climáticas globais, o que tem provocado anomalias na distribuição das chuvas e eventos extremos.</p>



<p>De acordo com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural, 40 municípios capixabas enfrentam uma situação classificada como ‘Seca Fraca’, e, inclusive, há evidências que&nbsp; apontam para a possibilidade desse cenário se expandir, devido ao baixo volume de chuvas desde abril e da alta taxa de evapotranspiração causada pelas temperaturas elevadas. Diante dessa realidade, torna-se fundamental adotar práticas de uso racional da água durante a limpeza diária</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://www.folhavitoria.com.br/colunas/esg/wp-content/uploads/2024/09/Imagem2sds-540x621.jpg" alt="" style="width:840px;height:auto"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Racionamento e consciência coletiva</h2>



<p>Reduzir o consumo durante atividades como lavagem de pisos, banheiros e roupas não apenas contribui para a preservação dos recursos hídricos, mas também&nbsp; auxilia na mitigação dos impactos das condições climáticas extremas. Cada gota economizada beneficia o ambiente e promove uma conscientização coletiva sobre a importância de adotar hábitos sustentáveis em nosso cotidiano. Além disso, antes de iniciar a limpeza de nossas casas ou escritórios, é crucial conhecer a forma correta de utilizar os produtos de limpeza. Ler o rótulo não deveria ser apenas uma formalidade, mas sim uma medida de segurança essencial para evitar não apenas o desperdício desnecessário de água, mas também a geração de gases tóxicos que podem causar irritações, queimaduras e intoxicação.</p>



<p>Portanto, a educação contínua sobre o uso racional da água e o manejo seguro de produtos de limpeza se torna crucial para mitigar esses acidentes e enfrentar os desafios atuais que enfrentamos. Nesse sentido, a escolha de produtos adequados e a capacitação dos funcionários são fundamentais não apenas para garantir a eficácia do serviço, mas também para assegurar ambientes seguros e sustentáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conscientização e treinamento para engajar colaboradores</h2>



<p>Alguns protocolos de segurança e de conformidade regulatória devem ser observados ao manipular produtos químicos, especialmente em ambientes comerciais e industriais, onde a escala e a complexidade das operações são ampliadas. “A conscientização sobre os riscos associados ao uso inadequado de produtos químicos deve ser aliada à implementação de medidas preventivas, como treinamentos regulares e o uso de equipamentos de proteção adequados, que protegem a saúde dos trabalhadores e contribui para a sustentabilidade ambiental”, destaca Celso Abreu, CEO do Grupo Dynamis, grupo especializado em terceirização de serviços para empresas.</p>



<p>A responsabilidade em promover ambientes saudáveis, cumprindo normas e regulamentos que visam proteger tanto as pessoas quanto o meio ambiente devem sempre ser foco das empresas. “Nossa missão é formar trabalhadores treinados em segurança e engajadas com a sustentabilidade”, finaliza Abreu.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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