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	<title>sejus &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Ciapes já realizaram cerca de 290 atendimentos desde agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 16:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde sua inauguração em agosto, as Centrais Integradas de Alternativas Penais (Ciapes) no Espírito Santo já realizaram cerca de 290 atendimentos. Coordenadas pela Sejus e em parceria com o Poder Judiciário, as Ciapes em Vitória e Viana acompanham pessoas sob medidas cautelares, oferecendo uma alternativa ao encarceramento para crimes de menor potencial ofensivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde a sua inauguração, em agosto deste ano, as Centrais Integradas de Alternativas Penais no Espírito Santo (Ciapes) já realizaram cerca de 290 atendimentos. Coordenada pela Secretaria da Justiça (Sejus), em parceria com o Poder Judiciário, as Ciapes funcionam em Vitória e Viana e são responsáveis pelo acompanhamento de pessoas que respondem a medidas cautelares determinadas pela justiça. A medida é uma alternativa ao encarceramento para crimes de menor potencial ofensivo ou não gravoso para as vítimas.</p>



<p>É após a realização das audiências de custódia e o devido encaminhamento pelo magistrado, que os cumpridores das alternativas penais são direcionados à unidade das Ciapes, em Vitória. Em menos de dois meses de funcionamento, a Central já soma 292 atendimentos, sendo 90% direcionados ao gênero masculino. Os crimes mais comuns atendidos no espaço dizem respeito ao tráfico de drogas, furto e violência doméstica.</p>



<p>Roberta Boni Lorenzon Rosindo, responsável pela Gerência de Alternativas Penais e Monitoramento (GAPM), explica que uma equipe multidisciplinar, composta por assistentes sociais, psicólogos, assessores jurídicos e auxiliares administrativos, são responsáveis pelo acompanhamento dos casos.</p>



<p>“A Ciapes atende cada caso, de acordo com as determinações do juízo. Temos um espaço preparado para a oferta de vários serviços, que envolve o acolhimento individual, salas de atividade para grupos reflexivos, palestras, direcionamento para as redes de atenção psicossocial municipal e estadual, além de demais atividades. Quem está em cumprimento de medida cautelar deve comparecer às Ciapes para o cumprimento da pena alternativa. Todo o acompanhamento, bem como o não-comparecimento à central é repassado para o juiz responsável pelo caso”, explica.</p>



<p><strong>Violência doméstica<br></strong>Com o objetivo de conscientizar e ajudar os participantes a entender as raízes e consequências da violência doméstica, as Ciapes desenvolvem grupos reflexivos para tratar o tema. O intuito é promover a reflexão sobre as ações passadas, a responsabilidade pessoal e fornecer ferramentas e técnicas para lidar com sentimentos como a raiva, ciúmes e outras emoções que podem levar à violência. O foco é reduzir o risco de futuras agressões por meio da promoção de comportamentos saudáveis.</p>



<p>Ciclos de palestras e discussões relacionadas ao assunto são realizados quinzenalmente. Os temas refletem sobre a cultura do machismo e suas consequências; as definições de violência doméstica, tipos de violência, entre elas, física, psicológica, patrimonial e sexual, e o impacto na vítima e na família.</p>



<p>Também são abordados os aspectos legais da violência doméstica, medidas protetivas e as consequências jurídicas para os agressores, além de técnicas para reconstruir a autoestima e relacionamentos saudáveis.</p>



<p><strong>Dependência Química</strong></p>



<p>No grupo &#8220;Dependência Química” é apresentada a relação entre saúde mental e dependência química, com foco em comorbidades, como depressão e ansiedade. São demonstradas técnicas para lidar com o desejo de uso, prevenção de recaídas, redução de danos, os impactos do uso de substâncias químicas, para a família e para a comunidade, além de opções de tratamento e recursos comunitários.</p>



<p>A espiritualidade como recurso na recuperação da dependência química é outro eixo desenvolvido durante os encontros. “Cerca de 40 pessoas já participam dos grupos reflexivos, que são considerados fundamentais dentro da metodologia aplicada para os cumpridores de penas alternativas. Conseguimos, por meio das reflexões apresentadas, provocar uma resiliência e uma autoanálise sobre o ato cometido por essas pessoas e a razão de estarem ali. Tudo é feito com o objetivo de promover a autoressponsabilização, transformar comportamentos e, sobretudo, evitar a reincidência ao crime”, afirma Roberta Boni Lorenzon Rosindo.</p>



<p>Praticantes de outros crimes, tais como: ameaça, desacato, violação, receptação, furto, lesão corporal, abandono material, conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência, entre outros, também são atendidos pela Ciapes.</p>



<p><strong>Justiça Restaurativa<br></strong>A Justiça Restaurativa faz parte do esboço proposto para o funcionamento das Ciapes. Esta prática tem como premissa promover o diálogo para solução de conflitos, reunindo vítima, ofensor e comunidade para buscar reparação dos danos causados.</p>



<p>“O objetivo da Justiça Restaurativa é promover com diálogo e reflexão, soluções pacíficas para àquele conflito. Ao mesmo tempo, é uma forma de dar voz também à vítima, envolver a comunidade, responsabilizar o ofensor e fazer com que a vítima possa superar o trauma que sofreu. Os casos que podem ser tratados pela Justiça Restaurativa são analisados pela equipe multidisciplinar, que dá o encaminhamento necessário para essa condução”, pontua&nbsp;Roberta Boni Lorenzon Rosindo.</p>



<p>Jaklane de Souza Almeida é instrutora do Curso para Facilitadores de Justiça Restaurativa, ofertado pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) e acompanha a implantação da metodologia nas&nbsp;Centrais Integradas de Alternativas Penais no Espírito Santo. Este é um projeto-piloto realizado em parceria com o TJES,&nbsp;Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Secretaria da Justiça (Sejus).</p>



<p>“A Justiça Restaurativa é um modelo de resolução de conflitos que busca reparar os danos causados por atos, promovendo a responsabilização do ofensor e a reparação da vítima. Em vez de se concentrar apenas na punição, essa metodologia envolve as partes afetadas, ou seja, vítima, ofensor e a comunidade. Costuma ser um processo colaborativo que pode, inclusive, restaurar relações e prevenir novas condutas causadoras de danos”, reforça Jaklane de Souza Almeida.</p>



<p>Nas&nbsp;Ciapes, a Justiça Restaurativa pode funcionar com a realização de Círculos&nbsp;Restaurativos, para resolução de conflitos. “São encontros nos quais vítimas e ofensores se reúnem, mediadas por um facilitador, para discutir o impacto do crime e buscar formas de reparação”, acrescentou.</p>



<p>“Também podemos pensar no enfoque restaurativo, que em termos práticos pode ser uma abordagem que incentive o ofensor a&nbsp;escolher atividades que diretamente beneficiem a vítima ou a comunidade afetada pelo seu delito. Por exemplo, se alguém cometeu um ato de vandalismo em um parque, pode ser designado para restaurar o local ou participar de atividades de limpeza e revitalização”, informa Jaklane de Souza Almeida.</p>



<p>E acrescenta: “Ofensores, por exemplo, podem ser encaminhados para programas de reabilitação que abordem as causas subjacentes de seu comportamento, como abuso de substâncias ou problemas de saúde mental. Esses programas podem incluir sessões de terapia em grupo, workshops de habilidades de vida e educação sobre empatia e responsabilidade. Essas são medidas que já estão em consonância com o que a Ciapes faz”, complementou.</p>



<p><strong>Implantação</strong></p>



<p>Implantadas com recursos da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no valor de R$ 2 milhões, as Centrais Integradas de Alternativas Penais no Espírito Santo (Ciapes) atuam em parceria com o Poder Judiciário. O secretário de Estado da Justiça, Rafael Pacheco, destaca que a alternativa à prisão traz ganhos sociais.</p>



<p>“As Ciapes são espaços para promoção da cidadania. É uma forma de aplicar a lei de forma proporcional a quem cometeu um delito de menor potencial ofensivo e dar lugar à prisão apenas aos casos que necessitam do encarceramento. O que se busca com isso é reparar o dano cometido com diálogo e uma metodologia que promove a cidadania, a responsabilização com ações humanas e a reinserção social”, frisa Rafael Pacheco.</p>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p>Centrais Integradas de Alternativas Penais do Espírito Santo (CIAPES) Endereço: Avenida Jerônimo Monteiro, nº 96, Edifício das Repartições Públicas, no Centro de Vitória.</p>



<p>Telefones de contato: (27) 3194-0600 / 3194-0601</p>



<p>E-mail: <a href="mailto:ciapes@sejus.es.gov.br">ciapes@sejus.es.gov.br</a></p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Parceria abre oferta da Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional e Tecnológica (EPT), em Linhares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 11:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[CDRL]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS]]></category>
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					<description><![CDATA[  O curso marca a implantação do Programa Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional e Tecnológica (EPT) do Ministério da Educação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As Secretarias da Justiça (Sejus) e da Educação (Sedu), por meio da parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes), deram início, nessa terça-feira (20), às aulas do Curso de Informática Básica destinadas aos estudantes em situação de privação de liberdade do Centro de Detenção e Ressocialização de Linhares (CDRL).  O curso marca a implantação do Programa Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional e Tecnológica (EPT) do Ministério da Educação.  <br></p>



<p>O curso será ministrado na unidade prisional que está equipada para desenvolvimento das atividades teóricas e práticas. As aulas ocorrem dois dias por semana, totalizando oito horas semanais.</p>



<p>“O curso de informática básica vai auxiliar no letramento digital do público-alvo do projeto, possibilitar sua inclusão no mundo das tecnologias digitais e contribuir para reinserção dos alunos no mundo do trabalho. Dessa forma, também atenderá uma demanda pela oferta de educação básica na modalidade EJA Integrada com a formação profissional, potencializando o processo formativo do estudante privado de liberdade”, destacou Aldo Rezende, coordenador do Programa EJA Integrada EPT do Ifes.</p>



<p>“Concomitante ao curso de informática básica serão realizadas oficinas formativas temáticas com participação de estudantes do programa de mestrado-ProfEPT do Ifes”, complementou o coordenador. Entre os conteúdos ministrados estão: Computador: sua história, estrutura e funcionamento; Introdução ao estudo da informática básica; Internet: uso e recursos; Word: edição de textos; Excel: configuração e fórmulas básicas; Power Point: criação de apresentação de slides, entre outras.</p>



<p>Os internos alunos vão adquirir conhecimentos em diferentes áreas do mundo digital. O subsecretário de Estado da Ressocialização da Sejus, Marcelo Gouvêa, destaca a importância da parceria para ampliação da oferta de ensino profissional nas unidades prisionais do Estado. “O acesso à tecnologia é uma das principais portas para ingresso ao mercado de trabalho e, dificilmente, no cenário atual, será possível uma oportunidade de emprego sem que o indivíduo saiba usar meios tecnológicos como o computador. Esta é mais uma importante parceria para qualificação dos internos nessa área. A Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional e Tecnológica só agrega ainda mais valor ao nosso Programa de Ressocialização, que busca reinserir esses jovens na sociedade por meio da educação, do trabalho e qualificação profissional”, pontuou Marcelo Gouvêa.</p>



<p>“A oferta da Educação de Jovens e Adultos integrada à EPT é um exemplo de como a educação pode ser um instrumento de transformação,&nbsp;proporcionando novas perspectivas de vida para aqueles que se encontram em situação de privação de liberdade”, destacou a subgerente de Desenvolvimento Curricular da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Sedu, Alessandra Ribeiro Alves.</p>



<p>O Curso de Informática Básica também será ofertado na Penitenciária de Segurança Máxima (PSMA1), em Viana, beneficiando 16 alunos. As aulas serão iniciadas na próxima terça-feira (27).<br></p>



<p>Além disso, o programa também prevê a oferta do curso de Elétrica Básica na Penitenciária Estadual de Vila Velha 1 (PEVV1), no Complexo de Xuri, que irá atender, aproximadamente, 50 estudantes. Ao todo, serão ofertadas 150 vagas da EJA integrada à EPT no sistema prisional.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Sejus e Sedu inauguram salas de aula em unidade de regime provisório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 16:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[CDPVV]]></category>
		<category><![CDATA[CTC]]></category>
		<category><![CDATA[EJA]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema prisional do Espírito Santo começou a oferecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Centro de Detenção Provisória de Vila Velha (CDPVV) nesta quarta-feira (31), no Complexo de Xuri. Com essa iniciativa, o número de vagas para internos estudantes aumentou de 3.600 para 3.700. O CDPVV era o único centro de detenção provisória que ainda não tinha oferta educacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>O sistema prisional capixaba deu início, nesta quarta-feira (31), à oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA), no Centro de Detenção Provisória de Vila Velha (CDPVV), no Complexo de Xuri. Com a abertura de novas salas de aula, o sistema prisional ampliou o número de vagas para internos estudantes, passando de 3.600 para 3.700 alunos matriculados. O CDPVV era o único, em regime provisório, que ainda não contava com oferta educacional.</p>



<p>Com a inauguração da escola, a Secretaria da Justiça (Sejus) e a Secretaria da Educação (Sedu) passam a oferecer educação formal em 34 penitenciárias do Estado. No Centro de Detenção Provisória de Vila Velha serão mais 90 vagas.</p>



<p>Para serem inseridos em salas de aula, é necessário passar pela avaliação de uma&nbsp;Comissão Técnica de Classificação (CTC), composta por equipes da área&nbsp;psicossocial e de segurança da unidade.&nbsp;&nbsp;O objetivo é verificar se o interno tem interesse pelo estudo, bem como a documentação necessária para ser inserido no ambiente escolar. Fatores comportamentais e de disciplina também são pré-requisitos.</p>



<p>O secretário de Estado da Justiça, Rafael Pacheco, esteve presente na unidade prisional para inauguração da escola. “Muitos podem se perguntar se vale a pena uma escola dentro de uma unidade de regime provisório, onde estão custodiadas pessoas que ainda não receberam uma condenação pelos seus crimes. Mas parafraseando uma educadora que muito respeito, repito que sim. Educação em qualquer quantidade vale a pena.&nbsp;&nbsp;Temos educadores comprometidos com a oferta do saber e que fazem a diferença na vida de muitas pessoas. Aos internos que aqui estão, espero que aproveitem essa oportunidade para o conhecimento e para a mudança de vida”, afirmou Rafael Pacheco.</p>



<p>A oferta da educação de Jovens e Adultos nas unidades prisionais está amparada pela Lei de Execução Penal (LEP) e&nbsp;é realizada em parceria com a Secretaria da Educação (Sedu). São 227 turmas, sendo 144 do Ensino Fundamental e 83 do Ensino Médio.</p>



<p>A subgerente Curricular da EJA na Sedu, Alessandra Ribeiro Alves, destacou que a aula inaugural traz a força da educação e de sua função transformadora, além de ser um passo significativo rumo à equidade. “A partir deste marco inicial, os estudantes do CDPVV seguirão em um percurso educacional que lhes oferecerá conhecimento e a esperança de uma vida diferente daquela que os levou à situação de privação de liberdade”, disse.</p>



<p>O interno L.S.S. está matriculado na 7ª série da EJA e ressalta a expectativa que sente com a oportunidade de concluir os estudos. “Tenho a expectativa de uma mudança de vida, para que no dia de amanhã eu possa ser alguém na vida, até quem sabe um doutor. Quero terminar os estudos, me formar e ser um advogado. Para isso, vou lutar e conquistar meus objetivos”, disse L.S.S.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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