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	<title>serra &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>Serra abre seleção para médicos de 13 especialidades; veja quais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[processo seletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura da Serra está com processo seletivo aberto para  formação de cadastro de reserva de médicos especialistas. O edital, publicado nesta segunda-feira (27/07), contempla 13 especialidades.</p>



<p>Interessados devem realizar a inscrição exclusivamente pela internet, por meio do&nbsp;portal de seleção no site da Prefeitura da Serra.</p>



<p>O processo será totalmente informatizado e contará com as etapas de inscrição, classificação, convocação, envio de documentos digitais, análise documental, escolha de vagas e formalização do contrato.</p>



<p>Todos os cargos possuem carga horária de 20 horas semanais e remuneração composta por salário base de R$ 4.118,92, adicional de insalubridade, gratificação prevista em lei municipal e auxílio-alimentação de R$ 1.100.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-veja-as-especialidades">Veja as especialidades</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Médico Alergista Adulto</li>



<li>Médico Alergista Pediátrico</li>



<li>Médico Angiologista</li>



<li>Médico Cardiologista Adulto</li>



<li>Médico Cardiologista Pediátrico</li>



<li>Médico Endocrinologista Adulto</li>



<li>Médico Infectologista</li>



<li>Médico Neurologista Adulto</li>



<li>Médico Neurologista Pediátrico</li>



<li>Médico Otorrinolaringologista</li>



<li>Médico Pneumologista Adulto</li>



<li>Médico Pneumologista Pediátrico</li>



<li>Médico Psiquiatra</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Expedição revela manguezais pouco conhecidos no município de Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[manguezais]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[serra]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto <strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>, iniciativa realizada pelo <strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos <strong>manguezais do Espírito Santo</strong>.</p>



<p>A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho.</p>



<p>Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47728" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-12.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-inicio-marcado-por-educacao-ambiental">Um início marcado por educação ambiental</h2>



<p>A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png" alt="" class="wp-image-47729" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1024x768.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-768x576.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-1536x1152.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-13.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto por: Leonardo Merçon</figcaption></figure>



<p>O espaço acolhedor chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município.</p>



<p>Claudinei também faz parte do projeto Manguejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos manguezais capixabas.</p>



<p>Essas aproximações reforçam um dos pilares do&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>: conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-estuarios-e-mangues-sobre-pedra"><strong>Estuários e mangues sobre pedra</strong></h2>



<p>Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formaações rochosas e lateríticas na beira da praia.</p>



<p>Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47730" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-1536x1025.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-14.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-rio-jacaraipe-a-vida-resiste"><strong>Rio Jacaraípe: a vida resiste</strong></h2>



<p>Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território.</p>



<p>O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47731" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-768x512.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-1536x1024.png 1536w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-113x75.png 113w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-15.png 1920w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-reis-magos-um-rio-de-fronteira">Reis Magos: um rio de fronteira</h2>



<p>A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png" alt="" class="wp-image-47732" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-1024x767.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-300x225.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-768x575.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-100x75.png 100w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16-480x360.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-16.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística.</p>



<p>Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-entre-beleza-natural-e-pressao-urbana"><strong>Entre beleza natural e pressão urbana</strong></h2>



<p>Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização.</p>



<p>Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png" alt="" class="wp-image-47733" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-1024x683.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-300x200.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-768x513.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-112x75.png 112w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17-480x320.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-17.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção.</p>



<p>O projeto&nbsp;<strong>“Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”</strong>&nbsp;segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos.</p>



<p>Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-sobre-o-projeto">Sobre o projeto</h2>



<p>O projeto é realizado pelo&nbsp;<strong>Instituto Últimos Refúgios</strong>, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA).</p>



<p>Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa.</p>



<p>Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas.</p>



<p>O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png" alt="" class="wp-image-47734" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-768x1024.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-225x300.png 225w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-1152x1536.png 1152w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-56x75.png 56w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18-480x640.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-18.png 1440w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:768px) 100vw, 768px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-equipe">Equipe</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Coordenação Geral:</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Coordenação de Produção:</strong> Raphael Gaspar</li>



<li><strong>Assistente de Coordenação:</strong> Henrique Mariano</li>



<li><strong>Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças):</strong> Iasmin Macedo</li>



<li><strong>Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Consultoria em Ecossistema Manguezal:</strong> Professora Mônica Tognella</li>



<li><strong>Pesquisa de Biodiversidade:</strong> Thiago Silva-Soares</li>



<li><strong>Pesquisa Social:</strong> Daniela Gerhard</li>



<li><strong>Fotografia (Direção e Captação):</strong> Leonardo Merçon</li>



<li><strong>Assistente de Fotografia / Apoio Técnico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Ilustração:</strong> Jenifer Zamperlini</li>



<li><strong>Logger e Organização do Banco de Imagens:</strong> Marcella Rosa</li>



<li><strong>Editoração do Livro:</strong> Danielle Awabdi</li>



<li><strong>Textos para o livro:</strong> Rafael de Rezende Coelho</li>



<li><strong>Design Gráfico:</strong> Felipe Facini</li>



<li><strong>Educação Ambiental:</strong> Caroline Reis</li>



<li><strong>Administrativo e Financeiro:</strong> Thiago Negrelli</li>



<li><strong>Contabilidade:</strong> Orbis Contabilidade</li>



<li><strong>Apoio administrativo:</strong> Thiago dos Santos Nunes</li>
</ul>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Incêndio em galpão do TJES destruiu 2,1 milhões de processos</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/incendio-em-galpao-do-tjes-destruiu-21-milhoes-de-processos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[ES]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[serra]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O<em> </em><strong>incêndio que atingiu o galpão</strong> <strong>onde funciona o</strong> <strong>Arquivo Público do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES)</strong>, em <strong>Jardim Limoeiro</strong>, na <strong>Serra</strong>, destruiu 2,1 milhões de processos que estavam no espaço.</p>



<p>A informação foi repassada pelo secretário-geral do TJES, Anselmo Laranja, em entrevista coletiva realizada na tarde de terça-feira (21).</p>



<p>Apesar do número expressivo, o secretário esclareceu que todos os processos já estavam encerrados e que parte do acervo já estava digitalizada. Outra porção dos documentos já estava apta ao descarte.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“A perda é de cerca de 50% dos processos, mas repito, todos eles finalizados. Além disso, separadamente, e de forma organizada, tínhamos num galpão anexo e no entorno do arquivo, bens inservíveis, recolhidos depois do período de obsolescência, seriam vendidos em leilão público; 10.700 bens com valor de aproximadamente R$ 1 milhão”</strong>, disse.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="596" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8-1024x596.png" alt="" class="wp-image-47672" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8-1024x596.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8-300x175.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8-768x447.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8-129x75.png 129w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8-480x279.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-8.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Thiago Soares/Folha Vitória</figcaption></figure>



<p>Ainda segundo ele, itens de uso permanente como computadores, que estavam alocados em outro local, não foram danificados.</p>



<p>O secretário afirmou ainda que, apesar de todos os processos perdidos terem sido encerrados, caso haja a necessidade de acesso aos arquivos, o TJES conta com procedimento próprio para restauração.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>“À medida em que forem solicitados acesso a esses processos arquivados que não estavam digitalizados, por todos os meios que o Código de Processo Civil estabelece, restaurarmos os autos. Advogados, por exemplo, que pedirem desarquivamento de processos que não existem mais, temos procedimentos próprios de restauração de autos”</strong>, afirmou.</p>



<p>O secretário ainda afirmou que não haverá nenhum tipo de interrupção aos serviços do Tribunal.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-comite-de-acao-emergencial"><strong>Comitê de ação emergencial</strong></h3>



<p>Após o incêndio, o TJES instituiu o Comitê de Articulação Emergencial para coordenar ações para mitigar os impactos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="596" src="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10-1024x596.png" alt="" class="wp-image-47674" srcset="https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10-1024x596.png 1024w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10-300x175.png 300w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10-768x447.png 768w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10-129x75.png 129w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10-480x279.png 480w, https://jornalentrevista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-10.png 1320w" sizes="(max-width:767px) 480px, (max-width:1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem do galpão antes do incêndio. Foto: Reprodução/TJES</figcaption></figure>



<p>O comitê, formado por magistrados e gestores de áreas estratégicas será responsável por integrar as ações entre as unidades administrativas e judiciárias, monitorar riscos à continuidade dos serviços, acompanhar as apurações conduzidas pelos órgãos competentes.</p>



<p>Entre as atribuições do grupo estão a elaboração do plano de resposta emergencial e do plano de recuperação das atividades; o acompanhamento dos levantamentos técnicos sobre os danos materiais e documentais; a definição das medidas necessárias à recuperação, restauração, identificação e eventual reconstrução de processos atingidos; além da preservação do patrimônio documental remanescente.</p>



<p>Fonte: Folha Vitória</p>
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		<title>Detran&#124;ES doa computadores para projeto que atende jovens em vulnerabilidade social na Serra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 11:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[detran ES]]></category>
		<category><![CDATA[jovevns]]></category>
		<category><![CDATA[serra]]></category>
		<category><![CDATA[vulnerabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES) realizou, na manhã desta quinta-feira (30), a doação de 25 computadores para o Centro Social São José de Calasanz, localizado em Vila Nova de Colares, na Serra. As máquinas, que já foram usadas pelos servidores do órgão nas atividades da&nbsp;Administração Pública, terão agora uma nova utilidade socioeducativa e possibilitarão a criação e melhoramento do laboratório de informática nas unidades de atendimento da instituição.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os computadores, todos em funcionamento, formatados e acompanhados de teclado, mouse e cabo de energia, foram doados à instituição, que trabalha na educação integral de mais de 400 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, em especial os mais vulneráveis, por meio de oficinas socioeducativas como capoeira, break-dance, artesanato, esporte, informática, apoio pedagógico e educação em valores humanos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para o diretor geral do Detran|ES,&nbsp;Givaldo Vieira, com esta iniciativa, Órgão reforça seu papel social de contribuir para um Estado mais inclusivo, que é um dos objetivos da gestão.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Nós recebemos o pedido do Centro Social São José de Calasanz, dialogamos e buscamos soluções legais para formalizar essa doação. Como estamos modernizando as máquinas utilizadas no órgão, foi possível destinar para eles esses computadores em bom estado de conservação e prontos para o novo uso. Avalio que essa é uma iniciativa sustentável, porque dá uma vida útil maior ao equipamento público e também cumpre uma missão importante de auxiliar no desenvolvimento dessas crianças e adolescentes atendidos pelo projeto”, salientou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A diretora do Centro Social São José de Calasanz, Cristiane Oliveira, contou que,&nbsp;por meio&nbsp;dessa importante parceria entre o Detran|ES e a instituição será possível qualificar o atendimento prestado para as crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social do território de Vila Nova de Colares. “Essa doação do Detran vai facilitar o acesso desses jovens à tecnologia, ao ensino de informática. Nossas crianças serão capazes de ingressar no mundo digital, ampliando sua visão de mundo, tendo mais contato com informação, conhecimento e cidadania, além de promover a iniciação profissional dos aprendizes inseridos no programa Adolescente Aprendiz Calasanz, dando base para que possam exercer nas empresas os conhecimentos básicos compartilhados nas aulas de Informática do Instituto Calasanz”, afirmou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Padre Fernando Aguinaga Huici, da&nbsp;Paróquia&nbsp;São José de Calasanz, que é uma das apoiadoras do projeto, agradeceu pela doação dos computadores e também destacou a importância desses equipamentos para os jovens atendidos pela instituição. “Nós temos 400 crianças e adolescentes e quase todas elas participam de programas de informática para se inserirem no mundo digital. Então, esse material de informática de alta qualidade doado pelo Detran é de extrema importância para nós. As crianças de hoje têm uma habilidade extraordinária para o mundo digital, elas já vivem nesse ambiente, e elas ficaram felizes e eu tenho certeza de que esses jovens vão aproveitar ao máximo esse material&nbsp;com os&nbsp;educadores. Isso vai contribuir muito para que essas crianças e adolescentes construam a sua personalidade e o seu futuro de forma positiva em relação ao próximo e à sociedade, sendo úteis, respeitosos e tendo também alegria de viver e levando paz e amor para todas as pessoas com as quais conviverem”, frisou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>A instituição</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Centro Social São José de Calasanz faz parte da Organização da Sociedade Civil (OSC) Obra Social Itaka-Escolápios, espalhada no mundo inteiro, e, desde 2006, forma e acompanha diariamente crianças e adolescentes dos 6 aos 17 anos, no contraturno escolar, e suas famílias em três unidades situadas no bairro Vila Nova de Colares, na Serra, atendendo também aos bairros Feu Rosa, Ourimar e Nova Zelândia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O objetivo é oferecer às crianças e adolescentes em situação de risco social e suas famílias oportunidades de educação integral por meio de atividades envolventes e contribuir para a formação educacional, social e cultural dessas crianças, adolescentes e jovens.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os projetos realizados no Centro Social são voltados à educação em valores e de cidadania, fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, qualificação profissional, formação cultural e humana; além de oferecer espaços de convivência, lazer e troca de experiências. </p>



<p>Fonte: Governo ES. </p>
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