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	<title>sesa &#8211; Jornal Entrevista</title>
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		<title>‘Novembro azul’: a importância do homem estar cada vez mais presente na Atenção Primária à Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Novembro inicia com a campanha "Novembro Azul", que foca na saúde integral do homem, não apenas no câncer de próstata. O objetivo é aumentar a participação masculina no autocuidado. O Sistema Único de Saúde (SUS), com o apoio da Secretaria da Saúde (Sesa), oferece o Pré-Natal do Parceiro (EPNP) como uma estratégia importante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mês de novembro se inicia com importante mensagem à saúde do homem, no conhecido “Novembro Azul”. Para muito além da preocupação apenas com o câncer de próstata, o “Novembro Azul” passou a fortalecer também a saúde do homem de forma integral, com o objetivo de aumentar a sua participação na promoção e na proteção de seu próprio cuidado. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma importante estratégia ofertada pelos municípios, com o apoio da Secretaria da Saúde (Sesa), está no Pré-Natal do Parceiro (EPNP).</p>



<p>A Estratégia Pré-Natal do Parceiro (EPNP) é o estímulo à paternidade responsável e ao cuidado com a saúde do homem, como forma de promover a melhoria dos cuidados e da saúde em geral dos homens e das famílias, por meio da participação mais ativa do parceiro no ciclo gravídico-puerperal. De acordo com a referência técnica da Saúde do Homem, da Sesa, Lucimar Venturin, o ‘Pré-Natal do Parceiro’ auxilia a fomentar a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, do Ministério da Saúde, na redução de agravos à saúde do homem.</p>



<p>“Em linhas gerais, esses agravos estão associados a um modelo cultural que preconiza que os homens não cuidam da sua saúde. Com esta estratégia, temos a oportunidade de trabalhar os eixos da política nacional de ‘Acesso e acolhimento’ e da ‘Paternidade e cuidado’, pois ele é inserido em todo o processo de planejamento reprodutivo, gestação, parto, puerpério etc., e também promove a sua presença na atenção primária”, explicou a referência técnica Lucimar Venturin.</p>



<p>No último ano, o Ministério da Saúde lançou a segunda versão atualizada do “Guia do Pré-Natal do Parceiro para profissionais de saúde”. No Espírito Santo, ao longo de 2024, os profissionais de saúde passaram por capacitação nos municípios para ampliar o acolhimento aos homens na estratégia. Esse processo de participação nas rotinas de acompanhamento da pessoa gestante e inserção no autocuidado acontece após a confirmação da gravidez da parceira.</p>



<p>Após a confirmação da gravidez e do acolhimento ao parceiro para iniciar o “Pré-natal do Parceiro”, são estabelecidas oito etapas ao longo do processo, que vão desde o primeiro contato, à realização de testes rápidos para detecção de doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, HIV, hepatites virais; atualização da caderneta vacinal; à abordagem de temas como autocuidado em saúde, exercício da paternidade, entre outros.</p>



<p>Para Lucimar Venturin, essas etapas apoiam na promoção e prevenção da saúde do homem, objetivando evitar a procura pela assistência especializada, motivada, em geral, por algum agravo já instalado. “Além de ser uma oportunidade de avaliar como está sua saúde de forma integral, sendo convidado e orientado a realizar exames de rotina e exames direcionados para o pré-natal, visando à eliminação de qualquer possibilidade de transmissão de doenças, em especial a sífilis, que temos registrado alto índices no Estado”, salientou.</p>



<p><br><strong><br>Morbidade e mortalidade nos homens do Espírito Santo</strong></p>



<p>A iniciativa internacional “Novembro Azul” teve origem na Austrália, no ano de 2003. O movimento tem também como objetivo sensibilizar e conscientizar a população masculina em relação aos cuidados com a saúde e à identificação do câncer de próstata. O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata é no dia 17 de novembro.</p>



<p>No Brasil, a data marca a oportunidade também de tratar a saúde do homem de forma integral, abordando a importância da promoção e prevenção da sua saúde. No Espírito Santo, essa premissa se torna ainda mais importante, uma vez que as principais causas de internação no Sistema Único de Saúde (SUS) capixaba estão relacionadas às causas externas, como acidentes e violência, e as doenças do aparelho digestivo e a do aparelho circulatório, como as doenças do coração.</p>



<p>De janeiro a agosto deste ano, o Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) registrou 11.134 internações envolvendo lesões por causas externas; 5.273 internações por doenças do aparelho digestivo, e 3.475 internações por doenças do aparelho circulatório. Em 2023, durante todo o ano, as três causas acima também foram as principais de internações, com 16.424 por causas externas; 7.681 por doenças do aparelho digestivo, e 5.066 do aparelho circulatório. Os dados são referentes às internações de homens de 20 a 59 anos, sendo a faixa etária de 50 a 59 anos a que mais internou em ambos os anos.</p>



<p>Em relação aos óbitos, também relacionado aos homens de 20 a 59 anos, as causas externas lideram como principais causas, seguida por doenças do aparelho circulatório e neoplasias (câncer). Em 2024, de janeiro a agosto, foram 1.367 mortes por causas externas; seguida 646 mortes por doenças do aparelho circulatório, e 443 por neoplasias. Em 2023, durante todo o ano, foram 1.965 por causas externas; seguida de 882 mortes por doenças do aparelho circulatório, e 607 por neoplasias. Os dados de morbidade (internação) e mortes (mortalidade) são preliminares e sujeitos à atualização.</p>



<p><strong>Cenário epidemiológico do câncer de próstata no Estado</strong></p>



<p>A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para cada ano do triênio 2023-2025 é de 1.740 novos casos de câncer de próstata no Espírito Santo. Segundo dados do Painel de Oncologia, até outubro de 2024, foram diagnosticados no Estado 448 novos casos do câncer. Em 2023, durante todo o ano, foram 1.178 novos casos diagnosticados. Em ambos os anos, o câncer de próstata foi o principal tipo de câncer em homens, excetuando-se os cânceres de pele não melanoma.</p>



<p>Em relação aos óbitos, foram registrados, em 2024 (até início de outubro), 227 óbitos e 364 em 2023 (ano todo). Os dados, ainda preliminares, são do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM).</p>



<p>O Ministério da Saúde, assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não recomenda que se realize o rastreamento do câncer de próstata, ou seja, não é indicado que homens sem sinais ou sintomas façam exames. Entretanto, orienta a redução dos fatores de riscos para o câncer, como o controle do tabaco, prevenção ao uso do álcool, promoção da atividade física, alimentação saudável, combate ao sedentarismo e à obesidade, entre outros.</p>



<p>O homem deve procurar atendimento na Unidade Básica de Saúde de referência para investigar sinais e sintomas, como dificuldade de urinar; demora em começar e terminar de urinar; sangue na urina; diminuição do jato de urina; necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite. O SUS oferece ainda tratamento em hospitais habilitados em oncologia, incluindo exames clínicos, procedimentos cirúrgicos e tratamentos.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Hospital Dr. João dos Santos Neves comemora 70 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 16:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[36.626 atendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[70 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Dr. João dos Santos Neves]]></category>
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					<description><![CDATA[O Hospital Estadual Dr. João dos Santos Neves (HEJSN), localizado em Baixo Guandu, completa 70 anos de história neste mês de agosto.]]></description>
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<p>O Hospital Estadual Dr. João dos Santos Neves (HEJSN), localizado em Baixo Guandu, completa 70 anos de história neste mês de agosto. Com 36.626 atendimentos apenas neste ano, o hospital se prepara para receber investimentos de reestruturação e modernização da sede histórica.&nbsp;</p>



<p>Fundado oficialmente em 30 de agosto de 1954, o hospital recebeu o nome em homenagem a João dos Santos Neves, um médico que atendeu a população do município por diversos anos. A obra de construção do hospital foi finalizada no dia 21 de julho de 1954, porém, sem mão de obra qualificada para atender os pacientes, a unidade ofertou, à época, um curso de Auxiliar de Enfermagem para quem desejasse trabalhar no local.</p>



<p>Dessa forma, com 28 funcionários, o HEJSN recebeu os primeiros pacientes no dia 1º de setembro de 1954, transferidos de um hospital superlotado em Aimorés, município de Minas Gerais, para a unidade em Baixo Guandu.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, o Hospital Dr. João dos Santos Neves conta com 213 servidores e é um hospital de média complexidade, que atende os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em diversas especialidades, ofertando o Serviço de Urgência e Emergência 24 horas. Em 2024, até o dia 31 de julho, já somava 25.170 atendimentos no Pronto-Socorro, entre urgências, emergências, curativos e atendimentos ambulatoriais, além de 733 internações, 419 cirurgias eletivas e 10.304 cirurgias oftalmológicas, somando 36.626 atendimentos nos primeiros sete meses do ano.&nbsp;</p>



<p>À frente da direção-geral do Hospital Dr. João dos Santos Neves desde abril de 2023, Márcia Schulz é funcionária pública efetiva há 29 anos, dedicados à Secretaria da Saúde (Sesa), e destacou importantes investimentos do Governo do Estado para a melhoria da infraestrutura hospitalar e atendimento aos usuários.&nbsp;</p>



<p>“A gestão hospitalar é desafiadora. Somos referência para 15 municípios da região central-norte. Recebemos investimentos em equipamentos e pequenas reformas que melhoram a qualidade do serviço prestado, como a aquisição de carrinho de anestesia, mesas cirúrgicas, camas elétricas e a torre de vídeo cirurgia, que dá mais segurança aos procedimentos com menos risco para o paciente”, afirmou a diretora Márcia Schulz.</p>



<p>Em continuidade aos investimentos já realizados, o HEJSN receberá uma obra para requalificação da estrutura, com a construção de um novo prédio e a modernização da sede histórica. O Plano de Reestruturação vai ampliar a área física da unidade em 60% e, consequentemente, aumentar o número de leitos.</p>



<p>“Essa é uma grande mudança para o hospital, por aumentar nossa capacidade de atendimento com 16 novos leitos de internação, novo centro cirúrgico, ambulatório e setor de diagnósticos. A realização de exames no hospital vai garantir mais conforto e resolutividade para os pacientes. Será um grande ganho tanto para a população quanto para os servidores que vão trabalhar em um ambiente mais moderno e humanizado”, destacou a diretora Márcia Schulz.&nbsp;</p>



<p>O aniversário será comemorado com um culto ecumênico no dia 13 de setembro. Para o dia, o HESJN se prepara para receber os servidores, autoridades e ex-diretores hospitalares ao som da banda marcial de Baixo Guandu e com um bolo comemorativo.&nbsp;</p>



<p><strong>Memórias</strong></p>



<p>Concursada da Sesa há 30 anos, Nerilda Corrêa Gomes atuou durante toda a carreira no Hospital Estadual Dr. João dos Santos Neves. Para a servidora, que atua como chefe do Núcleo de Nutrição há 26 anos, trabalhar no hospital foi a realização de um sonho. “Quando passava na frente da unidade, eu falava para mim mesma que um dia iria trabalhar aqui. Passei no concurso de 1994, quando estava vivendo um período difícil, de dificuldade financeira, e com a minha filha pequena”, relembrou Nerilda Gomes.</p>



<p>Com atuação em diversos setores da unidade, a servidora, que iniciou a carreira como auxiliar de serviços gerais, é conhecida pela contação de histórias sobre os causos vividos durante os anos de dedicação. Uma dessas memórias, partilhada por ela, envolve um paciente que esteve internado no HEJSN durante quatro anos para tratamento de câncer, há mais de 20 anos. O hospital também é referência de tratamento de longa permanência e, atualmente, 15 pacientes estão sob o cuidado na unidade.&nbsp;</p>



<p>“Muitas coisas me marcam nesse tempo. Aprendi muito e guardo histórias que são exemplos de vida para mim. Uma dessas foi de um paciente que esteve internado aqui, há muito tempo. Ele era idoso e fazia tratamento de câncer no olho. Como os familiares eram muito pobres e não tinham condições de fazerem visitas frequentes, nós o acolhemos como uma família. Mesmo como sofrimento da doença, ele era gentil e tinha o hábito de tocar flauta toda tarde. Sempre me emociono quando lembro dele”, revelou Nerilda Gomes.</p>



<p><strong>Eficiência&nbsp;</strong></p>



<p>Além das melhorias físicas, foi implantado no hospital, em 2020, o Núcleo Interno de Regulação (NIR), que otimizou a capacidade de atendimento dos pacientes por meio da&nbsp;eficiência da regulação hospitalar e do Giro de Leitos. O projeto é desenvolvido pelo Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi), por meio do Programa de Gestão do Acesso e da Qualidade da Assistência nas Redes de Atenção à Saúde (PGAQ).</p>



<p>No ano de implantação, a ocupação do HEJSN estava em 39,66%. Em 2021, chegou a 64,83% e, no ano seguinte, alcançou a marca de 77%. Em 2023, a média foi de 75% e, até agosto de 2024, 72% de ocupação dos leitos. De 2021 para 2024, o Giro de Leitos — indicador ligado ao tempo médio de permanência na unidade e que mede quantos pacientes ocupam o mesmo leito durante um mês — dobrou de 1,3 paciente/mês, em 2021, para 2,6 pacientes/mês, neste ano.&nbsp;</p>



<p>A diretora do HEJSN destacou que a mudança na gestão dos leitos é visível com a chegada do NIR. “Antes, tínhamos uma baixa lotação do hospital e agora, com o NIR, temos todas as informações do paciente, do setor que está, quando vai sair, se será transferido. Isso otimiza o Giro de Leitos e conseguimos receber transferência de pacientes de fora da cidade que aguardavam por um leito na rede hospitalar”, explicou Márcia Schultz.</p>



<p>Neste ano, o NIR do HEJSN passou para a categoria de Núcleo Interno de Regulação e Desospitalização (NIRD). Devido ao nível de complexidade instalada e ser um hospital de médio porte, a unidade não preenche critérios para a implementação de um Escritório de Gestão de Altas (EGA), que prevê um médico dedicado ao setor. Todavia, considerando a grande parcela de pacientes moradores (àqueles que têm tempo de permanência maior que 90 dias), o ICEPi inovou, incorporando as tecnologias e ferramentas para a promoção de altas e desospitalizações seguras do EGA ao NIR, formando o NIRD. O HJSN foi pioneiro nesse projeto, que já foi estendido a outros dois hospitais da Sesa.</p>



<p>Para isso, o NIRD conta com uma equipe mista formada por profissionais do ICEPi e designados pelo hospital, composta por um médico supervisor, um enfermeiro supervisor, enfermeiros reguladores, enfermeiro de desospitalização e auxiliares administrativos.&nbsp;</p>



<p><strong>Estrutura&nbsp;</strong></p>



<p>O HEJSN conta com uma equipe multidisciplinar de 213 servidores envolvida na assistência direta ao paciente, composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas e fonoaudiólogos, entre efetivos, contratados por Designação Temporária (DT) e comissionados.&nbsp;</p>



<p>Com perfil de média complexidade, a unidade oferta serviço de Urgência e Emergência 24 horas, leitos para internação em pediatria, clínica médica, clínica cirúrgica, Unidade de Alta Dependência de Cuidados (UADC), que totalizam 70 leitos, sendo 53 operacionais.&nbsp;</p>



<p>Desses leitos, 10 são de pediatria; sete de observação adulto; três são de emergência; 15 de clínica médica feminina; 17 de clínica médica masculina; nove leitos cirúrgicos; um de leito de isolamento; dois de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos são de UADC.</p>



<p>O Hospital Dr. João dos Santos Neves realizou, até o dia 31 julho de 2024, 25.170 atendimentos no Pronto-Socorro da unidade entre urgências, entre emergências, curativos e atendimentos ambulatoriais; 733 internações; 419 cirurgias eletivas e 10.304 cirurgias oftalmológicas.&nbsp;</p>



<p><strong>Modernização&nbsp;</strong></p>



<p>Por meio do Plano de Reestruturação, o hospital passará por obras de modernização que vão contemplar a expansão em 60% da estrutura física da unidade, com a preservação da fachada histórica do hospital. Com isso, o hospital ganhará 16 leitos de internação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O modelo de reforma foi inspirado na reforma da Santa Casa de Curitiba, em que houve a modernização do hospital, mas as características arquitetônicas foram mantidas. Para isso, será preservada a fachada do edifício principal e as edificações posteriores e periféricas serão demolidas para dar lugar a um novo edifício de três andares.&nbsp;</p>



<p>O novo prédio abrigará serviços críticos, como Centro Cirúrgico e Central de Material Esterilizado, enquanto que na antiga estrutura serão mantidos os serviços de pronto-socorro adulto e infantil; ambulatório de especialidades; serviços de diagnóstico por imagem; unidades de internação para cuidados prolongados e unidades de internação em geral.&nbsp;</p>



<p><strong>História&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p>Memória de um período áureo de Baixo Guandu, o hospital foi construído para atender ao crescimento do município, após o começo da operação da Vale do Rio Doce, na década de 1940, quando a mineradora iniciou o transporte do minério de ferro pela linha de trem Vitória-Minas, que corta a cidade. Com isso, entre 1940 e 1960, a cidade passou de 18.265 habitantes para 28.180 moradores, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com um crescimento de 54%. Muitos desses novos moradores, inclusive, nascidos na maternidade do HEJSN, inaugurado em 1954.</p>



<p>O terreno para a construção do hospital foi doado pelo casal Aristides Visconti e Nina Costa Visconti, em 13 de maio de 1953, e a obra aconteceu durante a administração do governador Jones dos Santos Neves, com o prédio concluído em 21 de julho de 1954.&nbsp;</p>



<p>Sem pessoas qualificadas para atender no hospital, a enfermeira Natércia Maria Cohen foi convidada a ministrar um curso de Auxiliar de Enfermagem, com duração de dois meses, para as pessoas que desejassem trabalhar no hospital. Com a equipe formada, em agosto do mesmo ano, o hospital — já equipado, com móveis e aparelhos para exames — foi aberto para o atendimento dos pacientes, sendo oficialmente fundado em 30 de agosto de 2024, com 28 funcionários distribuídos nos serviços de enfermagem, cozinha, lavanderia, limpeza e três médicos.&nbsp;</p>



<p>A data do primeiro atendimento, no entanto, foi dia 1º de setembro de 1954, quando pacientes que estavam em um hospital com superlotação em Aimorés (MG), foram trazidos para o atendimento na unidade. Em setembro, também teve início o setor de ambulatório da unidade.&nbsp;</p>



<p>A inauguração do hospital aconteceu durante a gestão de Jones dos Santos Neves, filho do Dr. João dos Santos Neves. O nome foi em homenagem a João, o primeiro médico a trabalhar na região de Baixo Guandu. Como João era apelidado de Jones, a unidade primeiro recebeu o nome “Hospital e Maternidade de Baixo Guandu Dr. Jones dos Santos Neves” e foi, posteriormente, trocado para “Hospital Estadual Dr. João dos Santos Neves”.</p>



<p>Fonte: Governo ES </p>
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		<title>‘Wiki.Saúde’: Sesa desenvolve plataforma colaborativa para auxiliar dia a dia dos profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 16:54:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[wiki.saude]]></category>
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					<description><![CDATA[Inspirado em iniciativas do mundo afora que criam sites colaborativos com conteúdo que pode ser modificado pelos usuários, os conhecidos “wiki’s”, a Gerência de Tecnologia da Informação, da Secretaria da Saúde (Sesa), lançou a própria plataforma voltada aos profissionais da Sesa, a ‘Wiki.Saúde’, que pode ser acessada neste link https://wiki.saude.es.gov.br. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Inspirado em iniciativas do mundo afora que criam sites colaborativos com conteúdo que pode ser modificado pelos usuários, os conhecidos “wiki’s”, a Gerência de Tecnologia da Informação, da Secretaria da Saúde (Sesa), lançou a própria plataforma voltada aos profissionais da Sesa, a ‘Wiki.Saúde’, que pode ser acessada neste link&nbsp;<a href="https://wiki.saude.es.gov.br/">https://wiki.saude.es.gov.br</a>. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi).</p>



<p>A ‘Wiki Saúde’ tem como objetivo principal criar e manter um espaço onde os profissionais possam ter acesso às informações sobre a estrutura da Secretaria da Saúde e os setores que a compõem, de modo a facilitar o conhecimento sobre os processos do dia a dia, assim como o acesso aos documentos que são atualizados constantemente pela pasta, como as Portarias.</p>



<p>Além disso, com a inspiração no termo ‘wiki’, a plataforma mantém o caráter colaborativo, em que os conteúdos podem ser publicados e editados em tempo real pelos perfis definidos por cada gerência a realizar essas ações.</p>



<p>“A ‘Wiki Saúde’ é mais uma das iniciativas que o Governo do Estado tem realizado no fortalecimento do uso da Tecnologia de Informação nos processos diários, tanto dos servidores, quanto dos cidadãos. Essa plataforma visa desempenhar um importante papel de integração das informações e a democratização dos dados aos profissionais que atuam na Secretaria da Saúde, de modo a facilitar e ampliar o conhecimento sobre os processos que cercam a Sesa”, destacou o gerente de Tecnologia da Informação, Marcio Merçon.</p>



<p>O gerente ainda completou: “Entendemos que um profissional com mais conhecimento e empoderado sobre aquilo que desempenha e onde atua auxilia também lá na ponta, na melhoria contínua dos serviços de saúde capixaba”.</p>



<p><strong>Como participar</strong></p>



<p>Acesse o&nbsp;<a href="https://wiki.saude.es.gov.br/">https://wiki.saude.es.gov.br</a>&nbsp;e clique em “Entrar”. Ao ter acesso à página principal, o servidor pode iniciar a sua experiência no link “Navegar”, localizado na coluna à esquerda. Nesta opção são disponibilizadas pastas referentes aos setores da Secretaria da Saúde, tanto em nível central, quanto regional, com inserção de conteúdos de forma gradativa. Em cada pasta, há conteúdos referentes aos setores, com explicações sobre o assunto, podendo haver materiais para download. Além disso, é possível pesquisar o conteúdo ou assunto, ao clicar na “lupa” localizada na parte central da plataforma.</p>



<p>É importante salientar que os setores estão se habituando à nova plataforma, fazendo atualizações e implementações das informações recentemente. Os materiais são publicados por cada gerência que compõe os setores da Sesa. O servidor pode propor à gerência imediata a inclusão de determinados assuntos, como forma de construir um recurso valioso que beneficie toda a equipe.</p>



<p><strong><em>‘Onboarding’</em></strong></p>



<p>&nbsp;Localizado na parte de Links, o&nbsp;<em>“Onboarding”</em>&nbsp;é um espaço que integra as informações sobre a estrutura da Secretaria da Saúde e também sobre o Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p><strong>Portarias Sesa</strong></p>



<p>Local onde os servidores poderão ter acesso aos caminhos para documentos ligados à legislação e portarias referentes à Secretaria da Saúde e às unidades administrativas, como o Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa, Inovação em Saúde (ICEPi). Nesse espaço há também link sobre a legislação e as portarias da Fundação Estadual de Inovação em Saúde – iNOVA Capixaba.</p>



<p><strong>Treinamento Wiki.Saúde</strong></p>



<p>Neste espaço, o servidor tem acesso a uma série de tutoriais para aprender a navegar na plataforma Wiki.Saúde, saber como utilizá-la, como inserir conteúdos, entre outros, de forma didática.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Vacina e Confia: sistema de informação auxilia na recuperação de cobertura vacinal de rotina em todo Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 16:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[vacina e confia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Espírito Santo tem registrado uma retomada na excelência da cobertura vacinal para crianças menores de dois anos. Em 2023, as vacinas com metas preconizadas pelo Ministério da Saúde mostraram um aumento progressivo em relação aos anos anteriores, e a tendência de crescimento continua em 2024. O sistema de informação Vacina e Confia tem desempenhado um papel crucial nesse avanço, junto com a participação das famílias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>O Espírito Santo tem vivenciado a retomada da excelência na cobertura vacinal das doses de rotina de crianças menores de dois anos de idade. Em 2023, os imunizantes que têm meta de cobertura vacinal preconizada pelo Ministério da Saúde (MS) apresentaram aumento progressivo quando comparado aos anos anteriores e, para 2024, a tendência de crescimento já se confirma. No Estado, além da importância da participação familiar nesse processo, o sistema de informação Vacina e Confia tem tido papel fundamental.</p>



<p>“O Vacina e Confia como sistema de informação nos tem permitido dar um salto de qualidade na gestão dos dados de vacinação no Estado. Nos últimos três anos, as melhorias vêm proporcionando maior controle, transparência e segurança dos dados, tornando-se um modelo a ser seguido em todo o País”, pontuou o subsecretário de Estado da Vigilância em Saúde, da Secretaria da Saúde (Sesa), Orlei Cardoso.</p>



<p>É por meio do Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis (PEI), que as atualizações do Vacina e Confia vêm acontecendo, com o apoio técnico do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Espírito Santo (Prodest) e do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).</p>



<p>Nesses últimos três anos, o sistema passou da gestão exclusiva da vacina da Covid-19 para integrar os registros das vacinas do calendário nacional e as de campanhas produzidas pelo Ministério da Saúde, que são aplicadas e registradas em todas as salas de vacinação do Estado, sendo elas públicas ou privadas. Essas atualizações têm permitido oportunizar o fluxo de informação das doses, reduzindo as perdas, e culminando numa maior fidedignidade em relação às coberturas vacinais.</p>



<p>“O registro nominal de doses aplicadas de vacinas é recente no País, iniciado em 2014. Depois de 2018, coexistiram dois sistemas de registros do Ministério da Saúde, o que não permitia com que os estados tivessem gestão própria dos dados, gerando dificuldades no monitoramento e impossibilitando implementações de ajustes, por exemplo. Hoje, temos uma autonomia maior nessa gestão de dados, criando e atualizando iniciativas, dentro do nosso sistema de informação, que nos auxilie constantemente em busca da excelência das coberturas vacinais”, explicou a coordenadora do PEI, Danielle Grillo.</p>



<p>Antes, com dois sistemas nacionais para o registro de doses, os municípios capixabas e os serviços de saúde passaram a contar com a entrada de dados de vacinação em um único sistema, o Vacina e Confia. Desta forma, os dados capixabas passam a gestão estadual e municipais, com acompanhamento diário de todas as doses aplicadas. Além disso, o sistema oferece aos serviços a criação e os ajustes de funcionalidades para melhorar o gerenciamento dos estoques dos imunobiológicos e, principalmente, a transparência das informações.</p>



<p>Danielle Grillo pondera, entretanto, que, mesmo com o aumento das coberturas vacinais, proveniente da qualificação dos processos de trabalho concomitante às implementações de novas tecnologias, a avaliação da situação vacinal deve ser uma rotina, uma vez que são necessários níveis elevados de coberturas para gerar impacto epidemiológico. É importante destacar ainda que, em 2023, o cenário foi de distribuição parcial dos imunobiológicos Tríplice viral e Varicela por parte do Ministério da Saúde ao longo do ano, o que impacta diretamente na cobertura vacinal, pois, ao longo dos meses, não foi possível atender às demandas previstas.</p>



<p>A coordenadora do PEI lembra: “O sistema de informação é uma importante ferramenta de gestão, registro de doses aplicadas e monitoramento da situação vacinal da população. Mas, o sistema sozinho não é suficiente para garantir o sucesso e o alcance das coberturas vacinais preconizadas. É fundamental também o envolvimento de todos, desde a participação efetiva de pais e responsáveis, assim como no desenvolvimento de ações para busca dos não vacinados, por exemplo”, complementou Danielle Grillo.</p>



<p><strong>Fatores para o aumento das coberturas vacinais no Estado</strong></p>



<p>De acordo com o Programa Estadual de Imunizações e Vigilância das Doenças Imunopreveníveis, PEI, o aumento das coberturas vacinais dos imunizantes de rotina de crianças menores de dois anos de idade com meta preconizada vem do resultado de uma série de ações realizadas pela Secretaria da Saúde, junto aos municípios capixabas.</p>



<p>Além da melhoria nos registros de dados e relatórios no sistema Vacina e Confia, têm-se as contínuas capacitações de multiplicadores municipais; a compreensão das famílias sobre a importância das vacinas; e o retorno da confiança na vacina.</p>



<p><strong>Dados de cobertura vacinal de rotina com meta preconizada</strong></p>



<p>Com os dados de 2023, já consolidados das coberturas vacinais dos imunizantes de rotina de crianças menores de dois anos de idade que têm meta preconizada pelo Ministério da Saúde, o Espírito Santo apresenta o aumento em todas as dez vacinas quando comparadas a 2021.</p>



<p>Quando comparado ao ano de 2022, o aumento em 2023 ocorreu em oito, das dez vacinas de rotina com meta preconizada. O aumento não foi seguido em Tríplice viral e Varicela, uma vez que foram imunobiológicos atendidos parcialmente na distribuição do Ministério da Saúde ao longo do ano.</p>



<p>As metas de cobertura atendem aos imunizantes da BCG e Rotavírus, com 90%; e os imunizantes Pentavalente, Poliomielite, Pneumo 10, Rotavírus, Meningo C, Febre Amarela, Hepatite A Tríplice Viral e Varicela, todas essas com 95% de meta de cobertura.</p>



<p>Abaixo a tabela com a porcentagem de aumento de 2021 e 2023:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>VACINA</strong></td><td><strong>2021 (%)</strong></td><td><strong>2023 (%)</strong></td><td><strong>% DE AUMENTO</strong></td></tr><tr><td>BGG</td><td>84,51</td><td>95,38</td><td>+10,87</td></tr><tr><td>Pentavalente</td><td>77,84</td><td>86,10</td><td>+8,26</td></tr><tr><td>Poliomielite</td><td>77,53</td><td>86,72</td><td>+9,19</td></tr><tr><td>Pneumo 10</td><td>80,92</td><td>91,41</td><td>+10,49</td></tr><tr><td>Rotavírus</td><td>76,57</td><td>89,14</td><td>+12,57</td></tr><tr><td>Meningo C</td><td>79,04</td><td>87,45</td><td>+8,41</td></tr><tr><td>Febre amarelo</td><td>59,22</td><td>74,01</td><td>+14,79</td></tr><tr><td>Hepatite A</td><td>75,32</td><td>87,25</td><td>+11,93</td></tr><tr><td>Tríplice viral</td><td>80,95</td><td>86,04</td><td>+5,09</td></tr><tr><td>Varicela</td><td>71,75</td><td>75,82</td><td>+4,07</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Abaixo a tabela com a porcentagem de aumento de 2022 e 2023:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>VACINA</strong></td><td><strong>2022 (%)</strong></td><td><strong>2023 (%)</strong></td><td><strong>% DE AUMENTO</strong></td></tr><tr><td>BGG</td><td>82,34</td><td>95,38</td><td>+13,04</td></tr><tr><td>Pentavalente</td><td>82,27</td><td>86,10</td><td>+3,83</td></tr><tr><td>Poliomielite</td><td>84</td><td>86,72</td><td>+2,72</td></tr><tr><td>Pneumo 10</td><td>88,48</td><td>91,41</td><td>+2,93</td></tr><tr><td>Rotavírus</td><td>83,47</td><td>89,14</td><td>+5,67</td></tr><tr><td>Meningo C</td><td>83,85</td><td>87,45</td><td>+3,6</td></tr><tr><td>Febre amarelo</td><td>67,28</td><td>74,01</td><td>+6,73</td></tr><tr><td>Hepatite A</td><td>80,35</td><td>87,25</td><td>+6,9</td></tr><tr><td>Tríplice viral</td><td>88,57</td><td>86,04</td><td>-2,53</td></tr><tr><td>Varicela</td><td>78,54</td><td>75,82</td><td>-2,72</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>‘Tech Day’: Sesa promove o primeiro encontro sobre novidades em tecnologia para gestão aplicada à saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 16:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[DRG]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sesa]]></category>
		<category><![CDATA[TECH DAY]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria da Saúde (Sesa) realizou, na terça-feira (31), a primeira edição do "Tech Day", com o tema "Jornada digital e tecnologia para eficiência hospitalar". O evento teve como objetivo promover palestras e capacitações sobre tecnologia e sistemas de comunicação e informação, visando criar estratégias para melhorar e tornar mais eficientes os serviços estaduais de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Com o objetivo de promover palestras e capacitação relacionadas à tecnologia, sistemas de comunicação e informação e a partir disso criar estratégias para a melhoria e eficiência dos serviços estaduais de saúde, a Secretaria da Saúde (Sesa) promoveu, nessa terça-feira (31), a primeira edição do “Tech Day” com o tema “Jornada digital e tecnologia para eficiência hospitalar”.</p>



<p>O evento também teve como pauta a compreensão sobre a utilização da metodologia DRG (Grupo de Diagnóstico Relacionados) e análise de custos para geração de valor em saúde, com enfoque no monitoramento assistencial e na melhoria do desempenho operacional dos hospitais. Estiveram presentes gestores da Sesa, diretores hospitalares e técnicos relacionados à regulação, contratualização e gestão hospitalar.</p>



<p>O vice-governador do Estado, Ricardo Ferraço, representando o governador Renato Casagrande, começou sua fala parabenizando os gestores dos hospitais presentes, destacando o trabalho que desenvolvem no dia a dia em cada uma das regiões capixabas. “Certamente, vocês não estão diretamente na mesa cirúrgica operando, mas estão criando os meios para que os pacientes possam ser acolhidos e atendidos, procurando sempre suprir as expectativas dessa população que depende do funcionamento do serviço público para suprir a sua necessidade em relação à saúde”.</p>



<p>Além disso, Ricardo Ferraço lembrou que para realizar um trabalho de excelência na saúde é preciso antes de mais nada gostar de gente para cuidar. “Mas só isso não é suficiente, é necessário também capacidade de gestão e governança para que tudo aconteça, saber cuidar das contas públicas. E a gente sempre está em busca de cumprir essa tarefa com excelência no Espírito Santo e por isso estamos podendo ampliar cada vez mais os investimentos em saúde. É importante lembrar, ainda, que por mais que tenhamos tecnologia e inovação, por trás disso tudo existe gente tocando essa grande rede, com coração, com família, e que precisa ser valorizada para que possa continuar cuidando da população”.</p>



<p>O secretário de Estado da Saúde, Miguel Duarte, destacou que o termo “Tech Day” é muito propício para o que está se vivendo no momento. “A saúde, hoje, não consegue mais trabalhar sem a inclusão da tecnologia. A busca de eficiência está relacionada à entrega, ao valor e também aos custos. Atualmente, são quatro formas de parcerias que temos dentro do Estado, a administração direta, as organizações sociais, a Fundação Inova Capixaba e as filantrópicas. E nós precisamos entender o papel de cada uma. Essa é a importância de a gente estar aqui no Tech Day, compreender as regras de negócios, exigências e setores diferentes, cada um com sua visão. Como podemos exigir a mesma eficiência dando condições totalmente diversas a cada uma das partes?!”, frisou.</p>



<p>Ele lembrou ainda que o sistema não é gestor, é apenas um suporte. “Vocês é que são os gestores, nem a Inteligência Artificial e a análise preditiva conseguem gerir um hospital, o ser humano é fundamental neste processo. O sistema até consegue, com um grau de eficiência, relacionar, por exemplo, melhor uma pneumonia, por meio de um diagnóstico de imagem mais preciso do que o olho humano, mas não consegue tomar as decisões diversas, rápidas e desafiadoras que todos nós enfrentamos diariamente em um hospital. Na verdade, a questão não está no fato de o sistema é pior ou melhor, não é esse o grau de relevância, o que ele precisa é entregar condições de decisão e acompanhar movimentos de melhoria para municiar dentro de suas necessidades os hospitais. E é para isso que estamos trabalhando muito”.</p>



<p>O subsecretário de Estado de Atenção à Saúde, Tadeu Marino, lembrou que de 2019 para cá vem ocorrendo um investimento muito robusto por parte do Governo do Estado em tecnologia e inovação dentro da Sesa. “Paralelo a isso, é necessário entender que o próprio governo federal entende cada vez mais que a saúde precisa embarcar nesse bonde tecnológico, investindo na saúde e no ensino de dados, para que possamos com esses indicadores realizar transformações dentro da nossa gestão com o objetivo de melhorar a qualidade de nossos hospitais”, ressaltou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Já o subsecretário de Estado de Administração e Financiamento de Atenção à Saúde, Érico Sangiorgio, destacou que o “Tech Day” é um projeto criado para debater periodicamente a tecnologia de gestão aplicada à saúde. “A ideia é realizar um evento sob essa ótica uma vez por mês. Hoje, o tema é gestão hospitalar, atualização do sistema em toda nossa rede e indicadores de qualidade usando a metodologia DRG. São projetos que vêm avançando bastante, com o objetivo de formar uma central de comando onde a gente consiga monitorar a execução dos serviços na saúde em cada nó dessa grande e complexa rede que é a Sesa”.</p>



<p>É exatamente esse trabalho, explicou, que vai dar a possibilidade a cada gestor hospitalar, que na verdade é quem executa a saúde no Espírito Santo, de realizar essa missão com mais assertividade. “Essa é uma meta do governo do Estado e estamos trabalhando muito nesta direção na certeza de que vamos migrar para um modelo muito mais eficiente”, garantiu.<br><br><strong>Palestras e capacitação<br><br></strong>Após a abertura do “Tech Day” foram realizadas as palestras: “Novo Prontuário Eletrônico e Sistema de Gestão Hospitalar”, ministrada pelo gerente de Tecnologia da Informação da Sesa, Marcio Merçon; “Tecnologia para gestão hospitalar”, ministrada pela equipe do Sistema MV; a palestra “Gestão de valor na saúde: maximizando acesso e reduzindo desperdício com a integração das plataformas DRG e gestão de custos”, ministrada pela equipe da Planisa; e uma capacitação com o tema “DRG e Custos, aspectos iniciais”, também realizada pela equipe da Planisa.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Sesa alerta para riscos do uso dos cigarros eletrônicos</title>
		<link>https://jornalentrevista.com.br/sesa-alerta-para-riscos-do-uso-dos-cigarros-eletronicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 16:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[DEFs]]></category>
		<category><![CDATA[sesa]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), ou cigarros eletrônicos e vapes, têm ganhado popularidade entre os jovens. Esses dispositivos, derivados do tabaco, estão associados ao tabagismo, uma doença crônica causada pela dependência da nicotina presente nos produtos de tabaco. A Secretaria da Saúde (Sesa) alerta sobre os riscos à saúde que esses dispositivos podem causar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Os Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF’s), mais conhecidos como cigarros eletrônicos ou&nbsp;<em>vapes</em>, têm se popularizado nos últimos anos entre os mais jovens. Apesar de não parecer, esses dispositivos também são derivados do tabaco e, portanto, estão ligados diretamente ao tabagismo, doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco. Diante desse contexto, a Secretaria da Saúde (Sesa) traz alertas sobre os riscos à saúde que os dispositivos podem acarretar.</p>



<p>Entre os alertas, um dos mais importantes é saber que, no Brasil, é proibido a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento e transporte, além da propaganda de todos os Dispositivos Eletrônicos para Fumar. Além disso, em atualização feita este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por meio da Resolução da Diretoria Colegiada RDC Nº 855, é proibido também o uso de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar em ambiente coletivo fechado.</p>



<p>Outro alerta é que o uso dos cigarros eletrônicos pode ser a porta de entrada atrativa para o início do uso de outras formas de tabaco e levar à dependência, como pontua a pneumologista do Centro Regional de Especialidades (CRE) Metropolitano, Kristiane Rocha Moreira Soneghet. “Esses dispositivos têm um grau de nicotina e pode sim levar a outras formas de tabagismo, podendo manter a dependência, somado ao atrativo do aroma, que ajuda a manter o hábito”, disse a pneumologista.</p>



<p>De acordo com a médica, embora os cigarros eletrônicos tenham se popularizado no público jovem, em especial devido ao atrativo dos sabores e odores, diferentes do cigarro comum, é importante que toda a sociedade fique atenta, pois, ao contrário do que muitos acreditam, eles podem causar problemas à saúde.</p>



<p>“Essa ideia que muitos acreditam dificulta a conscientização dos malefícios, ficando os usuários mais resistentes a pararem com o hábito de fumar o cigarro eletrônico. Mas é importante saber que a maioria das essências usa nicotina em sua composição. E mesmo os sem nicotina têm fatores nocivos, como o vapor que não é somente água, e essas substâncias são irritantes em contato direto com um órgão, no caso a via aérea e/ou pulmão, que pode ser desde uma irritação da via aérea com manifestações de tosse e bronquite, até casos graves de inflamação aguda, levando à insuficiência respiratória, como o EVALI”, explicou Kristiane Rocha Moreira Soneghet.</p>



<p>A EVALI é uma Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico, problema respiratório grave associado ao uso de cigarros eletrônicos ou vaporizadores, e que, em alguns casos, pode levar à insuficiência respiratória, com a necessidade de internação em Unidades de Tratamento Intensivos (UTI’s).</p>



<p>Além da EVALI, outras condições estão ligadas diretamente à exposição à fumaça do cigarro, desde a irritação na mucosa nasal, levando a quadros de rinite, tosse, passando por descompensação de doenças já existentes, como por exemplo asma e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).</p>



<p>“Há ainda os perigos ligados às doenças cardiovasculares, doenças coronarianas que podem levar ao infarto do miocárdio e as doenças circulatórias periféricas, como a trombose. E sem esquece do câncer, que tanto em cigarro convencional, quanto nos cigarros eletrônicos, têm em suas composições substâncias com potencial cancerígeno”, informou a pneumologista.</p>



<p><strong>Cumprimento da lei</strong></p>



<p>Os cigarros eletrônicos são proibidos no Brasil pela&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2009/res0046_28_08_2009.html">Anvisa</a>&nbsp;desde 2009, além de revisões periódicas sobre o tema realizadas pelo órgão sanitário. Entretanto, mesmo com a proibição, os dispositivos vêm se popularizando ao longo dos anos em todo o País.</p>



<p>No Brasil, é proibido a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento e transporte, além da propaganda de todos os Dispositivos Eletrônicos para Fumar, os DEF’s. Além da proibição do uso de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar em ambiente coletivo fechado.</p>



<p>No Espírito Santo, a Vigilância Sanitária Estadual (VISA), da Secretaria da Saúde (Sesa), junto a demais órgãos, como o Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Delegacia do Consumidor, Ministério Público Estadual (MPES), tem o papel de apoiar os municípios na fiscalização destes materiais para se fazer cumprir a lei, além de capacitá-los na promoção de ações educativas para o cidadão, especialmente o público jovem, faixa etária na qual se concentra o maior número de usuários.</p>



<p>Além disso, as denúncias podem ser feitas pelos canais da Ouvidoria SUS, pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:ouvidoriasus@saude.es.gov.br">ouvidoriasus@saude.es.gov.br;</a>&nbsp;pelos telefones (27) 3347-5732 ou 3347-5733, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h; ou presencialmente na sede da Secretaria da Saúde, na Enseada do Suá, em Vitória, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Além desses canais, o cidadão também pode realizar uma manifestação pelo Sistema E-OUV, da Ouvidoria Geral do Estado, por meio deste link&nbsp;<a href="https://e-ouv.es.gov.br/">https://e-ouv.es.gov.br/</a>.</p>



<p><strong>O que são os cigarros eletrônicos</strong></p>



<p>Os cigarros eletrônicos, segundo aponta o Ministério da Saúde, são considerados Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF), que funcionam à base de uma bateria que aquece uma solução líquida, produzindo um aerossol que é inalado pelo usuário. Essa solução é composta principalmente por nicotina, propilinoglicol ou glicerol e aditivos de sabor. Esses produtos contêm substâncias cancerígenas e com potencial explosivo, metais pesados, além de produtos utilizados na indústria alimentícia.</p>



<p>Por serem derivados do tabaco, esses dispositivos são nocivos à saúde, embora muitos ainda acreditam que não. A grande diferença está na apresentação, já que os dispositivos eletrônicos para fumar apresentam sabores e aromas agradáveis, entrando aqui a diferença entre a fumaça e o vapor. Ambas as características acabam passando a ideia de que o produto é inofensivo, mas a realidade esconde diversos riscos à saúde.</p>



<p>A nicotina, princípio ativo do tabaco e que está presente em grande parte das soluções utilizadas nos DEFs, é caracterizada como uma droga psicoativa que pode causar dependência e apresentar danos pulmonares. A Organização Mundial de Saúde (OMS) salienta que todas as formas de tabaco são prejudiciais e não existe um nível seguro de exposição.</p>



<p><strong>O SUS oferece tratamento para o controle do tabagismo</strong></p>



<p>É importante lembrar que o cigarro comum deixa seus malefícios mais aparentes, enquanto o eletrônico está disfarçado de algo recreativo, prazeroso e inofensivo. Porém, ambos podem fazer mal. Parar de fumar é sempre a melhor opção.</p>



<p>No Espírito Santo, o Programa Estadual de Controle de Tabagismo, da Secretaria da Saúde, busca reduzir os casos de tabagismo no Estado, com a capacitação dos municípios para a implantação do programa e apoio na realização de campanhas educativas e ações de abordagem, visando &nbsp;estimular a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis.</p>



<p>Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o tratamento ao fumante é ofertado em 63 municípios por meio de equipes multidisciplinares. O acompanhamento é realizado com abordagem cognitiva-comportamental. O usuário passa por uma avaliação clínica que verifica o seu grau de dependência e, posteriormente, a sua inserção em um grupo de apoio. A indicação de medicamento é feita aos usuários conforme avaliação clínica. São ofertados pelo SUS os repositores de nicotina (adesivos e gomas de mascar) e antidepressivo.</p>



<p>Fonte: Governo ES</p>
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		<title>Sesa mobiliza hospitais sobre selo Hospital Amigo da Criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação QCE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 16:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[governo ES]]></category>
		<category><![CDATA[IHAC]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[sesa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria da Saúde (Sesa) realizou o evento “Sensibilização dos Gestores de Maternidades Estaduais na Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC)” na quarta-feira (24) no auditório do Sebrae, em Vitória.]]></description>
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<p></p>



<p>A Secretaria da Saúde (Sesa) promoveu o evento “Sensibilização dos Gestores de Maternidades Estaduais na Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC)”. A atividade ocorreu nessa quarta-feira (24), no auditório do Sebrae, em Vitória.</p>



<p>Organizada pela Subsecretaria de Atenção à Saúde da Sesa, por meio da Gerência de Política e Organização das Redes de Atenção em Saúde (Geporas), a reunião teve como objetivo a promoção da Iniciativa Hospital Amigo da Criança – uma ação para o fortalecimento do aleitamento materno e a humanização do atendimento a mães e recém-nascidos – e contou com a presença de especialistas estaduais e nacionais, incluindo representantes do Ministério da Saúde.</p>



<p>Durante o encontro, foram discutidas as melhores práticas e estratégias para a implantação da IHAC em todas as maternidades da Rede Materno-Infantil do Espírito Santo. “A iniciativa visa não apenas à promoção do aleitamento materno, mas também ao cuidado respeitoso e humanizado durante o pré-parto, parto e pós-parto”, destacou o subsecretário de Estado de Atenção à Saúde, Tadeu Marino.</p>



<p>A programação do evento incluiu palestras e debates sobre a situação do aleitamento materno no Brasil, os benefícios da amamentação, e as bases científicas dos &#8220;Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno&#8221;. Os participantes também assistiram a um vídeo sobre a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças da Primeira Infância (NBCAL), que regulamenta a publicidade e a venda de produtos voltados para essa faixa etária.</p>



<p>Além disso, houve uma sessão dedicada ao processo de credenciamento das maternidades na IHAC, em que foram apresentados os planos de trabalho das maternidades e o questionário de autoavaliação necessário para o credenciamento. Os gestores presentes discutiram o plano de implementação das atividades da IHAC em suas respectivas maternidades, sob a orientação de facilitadores locais.</p>



<p>O evento é parte de uma série de ações da Secretaria da Saúde para reduzir a mortalidade infantil no Estado, alinhadas com as políticas de saúde da criança e da mulher. Por meio da IHAC, os hospitais que aderem à iniciativa recebem um título de qualidade, reconhecendo seus esforços em garantir um ambiente favorável ao aleitamento materno e ao atendimento humanizado.</p>



<p>“A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Espírito Santo com a melhoria contínua da qualidade dos serviços de saúde, buscando sempre o melhor para as mães e crianças atendidas na Rede Pública de Saúde do Estado”, ressaltou o subsecretário Tadeu Marino.</p>



<p><strong>* Fotos</strong>: <a href="https://www.flickr.com/photos/188374953@N05/albums/72177720319113532">https://www.flickr.com/photos/188374953@N05/albums/72177720319113532</a></p>



<p>Fonte: Governo ES<br></p>
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